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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CABECEIRAS DE BASTO: TRADICIONAL CHEGA DE BOIS ANIMA FESTAS DO CONCELHO

Decorreu hoje a tradicional chega de bois no Centro Hípico de Cabeceiras de Basto, no âmbito da Feira de S. Miguel, as tradicionais festas do concelho

A feira de S. Miguel, é um acontecimento que data da Idade Média, mas foi D. Dinis que lhe atribuiu importância e a engrandeceu, tornando-a numa das mais famosas de Portugal. Começou por ser uma feira franca e foi sempre muito concorrida por forasteiros que a animavam desde o alvorecer do dia 20 até ao dia 30 de Setembro.

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O comércio desenvolveu-se extraordinariamente. Aqui se vendiam as mantas de barroso, o gado bovino e cavalar, mas com o rodar dos séculos, transformou-se também num parque de diversões.

O dia 28 é o dia do grande arraial minhoto que se propaga pela noite dentro, dando lugar às festas da vila no dia 29, dia do padroeiro, Arcanjo São Miguel, notando-se a vistosa e rica procissão, uma das mais afamadas do Minho.

A Feira de S. Miguel teve sempre imensa fama, sobretudo no século XIX, em que muitos forasteiros de diversos concelhos circunvizinhos aqui vinham para armar as suas barracas de comércio. Tal a sua importância, que Camilo Castelo Branco a imortalizou em várias páginas dos seus romances, com numerosas referências. É o caso dos romances «Mistérios de Fafe», «Eusébio Macário», o conto «Como ela o amava» e ainda as célebres «Novelas do Minho».

Para a maioria dos cabeceirenses, a feira e festas tiveram sempre um significado especial. A feira representava o diferente, tudo aquilo o que permitia esquecer por uma hora ou por alguns dias, a rotina do quotidiano e ansiar pelo ano seguinte. A feira anual trazia utensílios requintados que não se vendiam no comércio local, como cutelarias ou instrumentos musicais ou roupa e calçado de melhor qualidade. Trazia as barracas dos jogos e os divertimentos. Faziam-se brincadeiras dignas de ser comentadas todo o ano. Montavam-se barracas de comidas e bebidas onde se podiam comer géneros frescos e a doçaria mais requintada. A feira, tal como a romaria, permitia à mulher a evasão que nas aldeias só lhe era proporcionada pelo ritual religioso, enquanto que os homens tinham oportunidade de tomarem contacto com o mundo exterior através dos mercados mensais. Em Cabeceiras de Basto, este era o único momento e local onde as mulheres exerciam uma função social e eram respeitadas por todos.

Para o imaginário infantil ou adolescente, a feira era os bonecos, os carrinhos, as gaitas, os peões, era, sobretudo a atenção dos adultos.

No mundo rural, todas as distracções andavam ligadas ao convívio entre os dois sexos. As feiras e as romarias eram normalmente assinaladas por bailes, cantares e desgarradas. O espírito da festa parece continuar vivo, para a maioria dos habitantes, enredado na diversidade da região e modulado no decurso dos anos que passam.

Em Cabeceiras de Basto, em torno da feira agregaram-se as “festas do concelho” e hoje, esta terra de características minhotas e frequentes costumes transmontanos, continua a ser durante dez dias, palco de um dos maiores pontos de encontro desta vasta região.

Fonte: Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto

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TEATRO E CIRCO ANIMAM CABECEIRAS DE BASTO

“De volta à praça” traz a magia do teatro e do circo a Celorico de Basto

Nos próximos dias 7 e 8 de agosto, a praça Albino Alves Pereira recebe o projeto saltimbanco “de volta à praça”, com espetáculos e oficinas de circo e marionetas, que prometem alegrar miúdos e graúdos numa mistura entre teatro e circo.

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Este projeto saltimbanco decorre neste concelho em parceria com o Município de Celorico de Basto por forma a dar alguma alegria às ruas e às gentes depois de meses de confinamento. O acesso aos espetáculos é gratuito, mas sujeito à lotação disponível, pelo que recomenda-se a reserva de bilhete para bilheteira@devoltaapraca.pt.

Os espetáculos serão apresentados por duas grandes companhias de teatro. No dia 7, pelas 21h00, será apresentado o “circlus” a mais recente criação teatral dos Palmilha Dentada, no formato que primeiro espetáculo que lhes granjeou fama - o café-teatro -, unindo temas do circo, música e humor, um espetáculo destinado a toda a família. Já no dia 8, às 18h00, será apresentado “Rasto” um show dos Erva Daninha que irá surpreender pelo arrojo de utilizar um trator como elemento cenográfico. O espetáculo desenha-se entre a dança e a acrobacia, centra-se no adereço invulgar para uma apresentação poética que quer pensar a relação entre o corpo e a máquina, mas também a forma como o rural e o urbano estão ligados, entre paisagens e imaginário.

Durante os dois dias, as oficinas de circo e de marionetas convidam todos os curiosos e interessados a familiarizar-se com as técnicas das artes de inventar e contar histórias. As oficinas estão pensadas para explorar as narrativas e tradições orais do concelho, numa lógica de ativação e valorização da identidade e especificidade da população.

Esta é uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa em parceria com o Município de Celorico de Basto. “De Volta à Praça” é um projeto cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

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CABECEIRAS DE BASTO DINAMIZA CAMPANHA "VIOLÊNCIA, NÃO!"

Iniciativa desenvolvida no âmbito do Projeto Laço Branco: Prevenção da Violência contra Pessoas Portadoras de Deficiência

O projeto “Laço Branco” é uma iniciativa da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha (Cabeceiras de Basto), financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE).

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Este projeto foi desenhado pela Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, uma IPSS que dirige a sua ação à população portadora de deficiência, sendo promotora de um Centro de Atividades Ocupacionais (CAO), de um Lar Residencial para Pessoas com Deficiência e de um Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS).

Sandra Neto, Psicóloga Clínica, foi a Oradora da Campanha de Sensibilização “Violência, NÃO!”, uma ação que se destinou a pessoas portadoras de deficiência.

A ação teve como objetivo estimular aquelas pessoas a não tolerar a violência e a denunciá-la, se isso se aplicar. Adaptando a linguagem à população alvo, pretendeu-se demonstrar que, de uma lista de atitudes e comportamentos referidos, há uma série deles que configuram o crime violência doméstica. Assim, “explicou-se que a presença de um ou mais destes comportamentos pode significar que é vítima de violência física, psicológica e/ou sexual e que a violência doméstica é crime e, por conseguinte, deve ser denunciada (ex: aos/às técnicos/as que o/a acompanham)”, referiu a Psicóloga Clínica, Sandra Neto.

A Campanha “Violência, NÃO!” é dirigida a 50 pessoas portadoras de deficiência, dos concelhos de Celorico de Basto e de Cabeceiras de Basto.

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ISMAI e AEISMAI. INSTITUIÇÕES SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS PARTICIPAM NO PROJETO LAÇO BRANCO

Prevenção da Violência contra Pessoas Portadoras de Deficiência

O projeto “Laço Branco” é uma iniciativa da Fundação António Joaquim Gomes da Cunha (Cabeceiras de Basto), financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE). A Associação de Estudantes do ISMAI (AEISMAI), em estrita articulação com o Projeto Laço Branco, impulsionou um Concurso de Fotografia cujo mote é a prevenção da violência doméstica contra pessoas portadoras de deficiência.

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Blogue do Minho : Como Presidente da AEISMAI, considera que o envolvimento da Associação de Estudantes no Projeto Laço Branco teve repercussões ao nível académico e societal?

Frederico Freitas (AEISMAI): Esta participação reflete um novo posicionamento das Associações de Estudantes, na sociedade.

Blogue do Minho : Esse novo posicionamento em que se caracteriza?

Frederico Freitas (AEISMAI): Cada vez mais há critérios éticos que impelem as Associações de Estudantes a adotar uma postura proativa relativamente ao contexto envolvente. Há uma relação de reciprocidade e de interdependência entre as Associações de Estudantes e a sociedade. A própria AEISMAI, ao estar envolvida nesta iniciativa, demonstra clara e objetivamente a referida reciprocidade e interdependência. Esta relação de dualidade, ou até mesmo de dialética, pode ser aferida pelos efeitos e repercussões em diferentes prismas: económico, humanitário, social e ambiental. A AEISMAI quer marcar a diferença, ao nível do impacto gerado pela sua intervenção.

Blogue do Minho : Sendo assim, o próprio papel das Associações de Estudantes também tem evoluído?

Frederico Freitas (AEISMAI): Sem dúvida. Hoje, mais do que nunca, as Associações de Estudantes têm vindo a repensar e reestruturar a sua posição e função na sociedade. Tem havido uma preocupação em oferecer aos seus estudantes o melhor serviço: ao serem socialmente responsáveis, as Associações de Estudantes estão a elevar não só o nível de exigência, como também de desempenho. Aliás, Portugal integra o Espaço Europeu de Ensino Superior, o que pressupõe a assunção de novas responsabilidades perante a sociedade.

Blogue do Minho : Considera que uma Universidade socialmente ativa preparará melhor os seus estudantes, em todos os aspetos?

Frederico Freitas (AEISMAI): Sim. Uma Universidade não pode estar fechada sobre si própria, porquanto não detém a exclusividade na produção do conhecimento. Há outras instituições que também estão envolvidas na produção de conhecimento, sendo que a dialética com estas é determinante. O ISMAI, ao aderir a esta iniciativa (bem como a outras similares) demonstra a sua enorme responsabilidade social, proporcionando aos estudantes oportunidades únicas, como é o caso do Concurso de Fotografia, dinamizado em parceria com o Projeto Laço Branco.

Blogue do Minho : O ISMAI e a AEISMAI marcam a diferença?

Frederico Freitas (AEISMAI): Sim, toda a diferença. O ISMAI e a AEISMAI são um exemplo vivo deste «novo compromisso» com a sociedade. A adoção de uma posição estratégica, baseada no princípio da reciprocidade, aporta àquela (sociedade) um valor acrescentado. Aqui fazemos toda a diferença, sem dúvida.

CABECEIRAS DE BASTO PREPARA CANDIDATURA DO JOGO DO PAU A PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE PORTUGAL

O futuro passa pela criação do Centro Interpretativo do Jogo do Pau

Na sequência da aprovação de uma candidatura a fundos comunitários, através do NORTE 2020 – PROVERE, apresentada pela Comunidade Intermunicipal do Ave, que visa destacar a Identidade do Minho, foram vários os projetos apresentados pelos Municípios minhotos, designadamente por Cabeceiras de Basto que, entre outros, avançou para a realização do Estudo Científico do Jogo do Pau em Cabeceiras de Basto, com vista à sua classificação como Património Cultural Imaterial de Portugal.

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No passado sábado, dia 10 de julho, decorreu na Casa do Tempo, uma sessão de apresentação pública do referido Estudo Científico, estudo que se encontra em fase de conclusão. Esta sessão proporcionou uma reflexão sobre a candidatura e destacou a relevância da iniciativa no âmbito do turismo e da valorização do património imaterial, permitindo elencar o conjunto de estudos, investigações, recolha de informação, entrevistas executadas e a desenvolver, apresentação da rede de parceiros e as linhas de força de um futuro plano de salvaguarda.

Na abertura da sessão, o Presidente da Câmara Municipal referiu que se pretende com esta iniciativa, conhecer melhor, promover e divulgar a atividade lúdica do jogo do pau que tanto diz a Cabeceiras de Basto, especialmente às freguesias de Bucos e de Abadim. O edil deixou uma certeza, “depois de concluído o estudo, iremos avançar com a criação de um Centro Interpretativo do Jogo do Pau e fazer dele um novo Núcleo Museológico integrado no Museu das Terras de Basto”.

O Presidente da Assembleia Municipal, no encerramento do evento, referiu que “não se trata de mais um estudo, mas sobretudo, o aprofundar da nossa identidade, daquilo que fomos e daquilo que somos enquanto coletivo, num campo de acontecimentos que é, simultaneamente, produto da nossa própria metamorfose e da artificialidade das intervenções humanas que a todo o momento procuram impor e marcar a nossa vivência”. E a terminar referiu que “a prática defensiva e de proteção que estava na origem da utilização do pau por parte dos homens do mundo rural deu, mais tarde, lugar a uma componente mais lúdica, desportiva e recreativa que importa valorizar e manter viva”.

Coube ao responsável pelo acompanhamento técnico deste projeto, Manuel Oliveira, também presidente da Associação Cultural S. João Baptista de Bucos e jogador do pau, falar sobre o ‘Jogo do Pau como património imaterial, importância para a comunidade de Cabeceiras de Basto’, enquanto que as investigadoras e docentes universitárias, Otília Lage e Lídia Aguiar, responsáveis pela realização do projeto, falaram sobre os objetivos e metodologias do estudo científico e dos passos para a elaboração do mesmo e memória futura, respetivamente. Na oportunidade, o Dr. João Ribeiro da Silva, representante da Direção Regional da Cultura do Norte, que participou também nesta sessão, salientou o elevado número de candidaturas em análise na Direção Geral do Património Cultural, a morosidade do processo, mas incentivando os promotores a não desistirem de continuar a aprofundar o conhecimento dos valores patrimoniais identitários das comunidades locais.

De salientar que, para a concretização deste projeto, a Câmara Municipal conta com a colaboração da Faculdade de Letras da Universidade do Porto através do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar, Cultura, Espaço e Memória, do ISCET – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, da Direção Regional da Cultura do Norte, das Juntas de Freguesia, das Associações S. João Baptista de Bucos e ARDCA – Associação Recreativa, Desportiva e Cultural de Abadim – as duas associações que têm escola do jogo do pau – e, ainda, do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, da Escola Bento de Jesus Caraça, e de outras pessoas que têm contribuído com o seu saber e conhecimento para a recolha de testemunhos fundamentais para o projeto.

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CABECEIRAS DE BASTO: MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS FOI UM DOS FINALISTAS NOMEADOS PARA DUAS CATEGORIAS DO PRÉMIO NACIONAL DE REABILITAÇÃO URBANA 2021

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto orgulha-se de ver a Recuperação e Reabilitação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos finalista do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, cujos vencedores foram ontem, dia 7 de julho, anunciados.

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A candidatura, apresentada pelos projetistas Paulo Freitas e Maria João Marques, responsáveis pelas intervenções que têm decorrido nos últimos anos no Mosteiro de S. Miguel de Refojos, foi uma das três finalistas nomeada para a categoria Melhor Reabilitação Estrutural e uma das quatro finalistas nomeada para a categoria Melhor Intervenção de Impacto Social.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é uma iniciativa da revista mensal Vida Imobiliária que conta com o Alto Patrocínio do Governo da República Portuguesa, através da Direção Geral do Património Cultural, e com o apoio de diversas empresas, designadamente, e entre outras, da SECIL. Este prémio tem como objetivo premiar a excelência na reabilitação e regeneração urbanas das cidades portuguesas e distingue todos os anos alguns dos melhores projetos nacionais bem como o trabalho dos promotores, arquitetos, engenheiros e construtores que participaram na conceção e construção.

No corrente ano de 2021, concorreram 87 projetos, oriundos de 23 concelhos de norte a sul do país, que foram avaliados pelo júri constituído por académicos de várias áreas, arquitetos, engenheiros, dirigentes de várias organizações ligadas à construção e reabilitação e, ainda, por personalidades de reconhecido mérito e excelência.

A candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos incluiu os projetos de recuperação do rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho – entrada, tesouraria e SAU/Espaço do Cidadão – , a reabilitação das coberturas e fachadas do Mosteiro e da Igreja, o restauro da antiga livraria e do antigo refeitório (ex-auditório Ilídio dos Santos).

A Câmara Municipal congratula-se com a distinção e felicita os arquitetos Paulo Freitas e Maria João Marques, autores dos projetos de restauro e reabilitação do NOSSO MOSTEIRO que mereceram o reconhecimento do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, através das nomeações, sempre muito meritórias e honrosas, para Melhor Reabilitação Estrutural e Melhor Intervenção de Impacto Social.

De referir que o Prémio de Melhor Reabilitação Estrutural foi atribuído à reabilitação do edifício Castilho 203, em Lisboa, e o Prémio Melhor Intervenção de Impacto Social foi ganho pela recuperação das Termas Romanas de S. Pedro do Sul.

Antiga Livraria do Mosteiro de S. Miguel de Refojo

Antigo refeitório do Mosteiro de S. Miguel de Ref

SAU-Espaço do Cidadão - Mosteiro de S. Miguel de

Teto da Entrada dos Paços do Concelho - Mosteiro

CABECEIRAS DE BASTO: GINÁSIO TERAPÊUTICO DE REABILITAÇÃO INTEGRADO EM PLANO DE CAPACITAÇÃO

A Fundação AJGomes da Cunha, em Cabeceiras de Basto, tem na criação de um Ginásio Terapêutico de Reabilitação, através de terapias holísticas e medicinais, o seu mais recente projeto.

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A iniciativa assume caráter inovador, cobrindo um défice existente em toda a região de Basto, e tem como objetivo promover a empregabilidade de adultos portadores de deficiência física.

O plano de capacitação desenvolve-se em cinco domínios: «análise económica do modelo de negócio, análise estratégica do mercado, plano de comunicação, capacitação dos recursos humanos, e planeamento dum sistema de informação integrado».

De acordo com Gualter Machado, fisioterapeuta e membro da equipa técnica que elabora este plano, com o cumprimento do plano de capacitação «pretende-se criar todas as condições para que a iniciativa seja bem-sucedida».

O trabalho já realizado permitiu, assim, identificar potenciais clientes, analisar a concorrência ao nível da oferta e dos preços praticados, as instalações, bem como os fornecedores.

«Face aos dados recolhidos, procurou-se projetar o volume de negócios estimado, os preços a praticar, assim como as diferentes necessidades de cada serviço. A análise económica refletiu-se também no levantamento de necessidades ao nível do investimento em equipamentos, capazes de responder a uma dinâmica mais competitiva no mercado. Por fim, foram desenvolvidos diferentes cenários de forma a compreender a elasticidade financeira do Ginásio Terapêutico, face a possíveis variações nas projeções», explica.

A Fundação AJGomes da Cunha é uma “instituição particular de solidariedade social” que tem em funcionamento um Centro de Atividades Ocupacionais, dinamizando o acompanhamento social de famílias carenciadas das freguesias de Cabeceiras de Basto (São Nicolau), Bucos, Painzela, Outeiro, Passos e Alvite. Dispõe, igualmente de um lar residencial para pessoas com deficiência.

Esta iniciativa conta com o apoio do Programa Portugal Inovação Social, POISE, Portugal 2020 e União Europeia (Fundo Social Europeu).

PRESIDENTE DA CÂMARA DE CABECEIRAS DE BASTO VISITOU OBRA DE REQUALIFICAÇÃO DE AVENIDA EM ARCO DE BAÚLHE

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, visitou esta manhã, dia 24 de junho, as obras de requalificação da Avenida Capitão Elísio de Azevedo, na vila do Arco de Baúlhe. Acompanharam o presidente da Câmara nesta visita a vereadora Carla Lousada, o presidente da Junta de Freguesia, Carlos Teixeira, e técnicos do Município.

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Na oportunidade, o presidente da Câmara contactou com os moradores e comerciantes daquela Avenida, trocando impressões sobre o desenvolvimento da obra.

Apesar dos constrangimentos que uma obra desta natureza acarreta, o sentimento da população é de compreensão e boas expectativas, ansiando pela conclusão da empreitada. O presidente da Câmara agradeceu a colaboração de todos, referindo que os incómodos de hoje se traduzirão no bem-estar de amanhã.

Esta intervenção vai trazer benefícios não só em termos da circulação de pessoas e veículos, como também no que diz respeito ao embelezamento do espaço público, melhoria das infraestruturas, instalação de mobiliário urbano, valorizando, assim e desta forma, muito significativamente, não só a Praça (nó viário) e a Avenida, como também todo o edificado (lojas e residências). A obra compreende intervenções no Nó Viário e na Avenida até ao entroncamento com a Rua da Cerca Nova.

Com um montante global de investimento superior a 2,2 milhões de euros, a obra insere-se no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS), sendo financiada por Fundos comunitários, através do Norte 2020.

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PRESIDENTE DA CÂMARA DE CABECEIRAS DE BASTO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE BORDADOS

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado da vereadora Carla Lousada e da diretora do Centro de Emprego do Médio Ave, Helena Chaves, inaugurou esta manhã, dia 23 de junho, a exposição ‘A Arte dos Bordados’ composta por um conjunto de peças que resultaram das ações de formação na área dos bordados, ações enquadradas no âmbito da ‘Medida Vida Ativa – Emprego Qualificado’ promovida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) com o objetivo de potenciar o regresso ao mercado de trabalho e/ou criação do próprio emprego dos desempregados/as, através da participação em ações de Formação Modular Certificada.

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Os trabalhos realizados pelas formandas e pela equipa formativa são o resultado “do empenho, da dedicação e do gosto pelas artes e tradições”.

Para além das 19 formandas e formadoras, estiveram também presentes na inauguração desta mostra de bordados, na Casa do Tempo, a coordenadora da Ação, Marcela Duarte, e o coordenador do Núcleo de Gestão da Qualificação do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, Domingos Araújo.

Na oportunidade, as formandas receberam também os Certificados referentes à formação anterior, curso ao qual será dado continuidade.

Note-se que os percursos de formação decorreram no Pólo de Formação Profissional de Basto e foram desenvolvidos pelo Serviço de Formação Profissional de Braga, em articulação com o Centro de Emprego do Médio Ave – Serviço de Emprego de Basto, e contaram com a colaboração da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.

Nas suas intervenções, o presidente da Câmara e a vereadora deram os parabéns às formandas e restante equipa técnica do IEFP pelo trabalho desenvolvido, desafiando as formandas a serem empreendedoras, canalizando as diversas competências adquiridas para projetos com retorno financeiro.

A diretora do Centro de Emprego do Médio Ave, Helena Chaves, manifestou publicamente o seu “agrado e carinho neste fim de ciclo que é também início de um novo ciclo”, incentivando também as formandas “a encontrarem soluções com rentabilidade económica”.

Elogiando o percurso realizado e as competências adquiridas, Domingos Araújo, do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, enalteceu “o potencial destas formandas” espelhado na exposição ‘A Arte dos Bordados’. Deixou também uma palavra de agradecimento à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que tem vindo a colaborar com o IEFP.

Também as formandas expressaram a sua satisfação pela conclusão de mais uma etapa do percurso de formação.

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO VISITOU BARRAGENS DE DAIVÕES E ALTO TÂMEGA

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do vereador Pedro Sousa e de técnicos do Município, visitou no passado dia 21 de junho as obras de construção das barragens de Daivões e Alto Tâmega.

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A visita foi efetuada no âmbito da preparação da reunião da Comissão de Acompanhamento Ambiental do Sistema Eletroprodutor do Tâmega que integra os presidentes de Câmara da área de intervenção da construção das barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, responsáveis da empresa concessionária IBERDROLA, técnicos da APA, do ICNF, da CCDR-N, da DRCN e representantes de organizações ambientalistas.

Estes equipamentos integram o Sistema Eletroprodutor do Tâmega.

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D. ANTÓNIO RIBEIRO – NATURAL DE CABECEIRAS DE BASTO – FOI NOMEADO CARDEAL PATRIARCA DE LISBOA HÁ 50 ANOS!

Passam hoje 50 anos sobre a nomeação de D. António Ribeiro como Cardeal Patriarca de Lisboa.

Nasceu a 21 de maio de 1928, no lugar de Pereira, freguesia de S. Clemente de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto, filho de José Ribeiro e de sua mulher Ana Gonçalves, ambos naturais da mesma freguesia do nosso concelho.

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Estudou no Seminário de Braga, na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, na Faculdade Teológica em Innsbruck e na Faculdade Teológica de Munique. Foi nomeado Cardeal Patriarca de Lisboa a 5 de maio de 1971, exercendo essa função até 1998.

Faleceu a 24 de março de 1998, estando sepultado no Panteão dos Patriarcas em Lisboa.

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO INCENTIVA RESTAURANTES A FIDELIZAREM CLIENTES

Na sua última reunião que decorreu na sexta-feira, dia 7 de maio, o Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto aprovou, por unanimidade, as normas de funcionamento dos ‘Cartões de Fidelização para a Restauração’, medida que decorre da implementação do Programa Cabeceiras Turismo ON – Programa Municipal de Apoio à Fileira Turística, aprovado pelo órgãos municipais em dezembro de 2020 para o corrente ano.

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Através dos ‘Cartões de Fidelização para a Restauração’, a Câmara Municipal quer incentivar os restaurantes do concelho a criarem uma ementa diária associada a um programa de fidelização, incentivando, de igual modo, à criação de uma ementa de fim-de-semana para famílias/grupos. Para o efeito, o Município vai distribuir pelos estabelecimentos aderentes dois tipos de cartões de fidelização: o Cartão-Ementa Diária e o Cartão-Fim de Semana (Família/Grupo).

O Cartão-Ementa Diária oferecerá ao cliente, após o consumo de nove refeições, a décima refeição. O Cartão-Fim-de-Semana, dirigido a famílias ou grupos, oferecerá aos clientes uma refeição à família/grupo após o consumo de nove refeições.

Estes Cartões de Fidelização são um benefício dirigido aos clientes dos restaurantes aderentes a esta iniciativa da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, desenvolvidos e administrados pelos responsáveis dos estabelecimentos de forma a fidelizarem os seus clientes, oferecendo-lhes uma refeição como bónus.

Todos os proprietários dos restaurantes interessados em obter os Cartões de Fidelização devem enviar o seu pedido para o endereço eletrónico pturismo@cabeceirasdebasto.pt até ao próximo dia 24 de maio, para que depois a autarquia possa promover a sua distribuição.

Esta iniciativa criada no âmbito do Programa Cabeceiras Turismo ON, no qual está inserido o Programa de Apoio à Fileira Turística - Eixo 3 - Ação 3.2 - programa de apoio à restauração – vem juntar-se a outras medidas já desenvolvidas pela Câmara Municipal como a oferta de 40 mil embalagens para serviço de take away e a oferta de 30 mil individuais de mesa aos restaurantes do concelho num investimento global de 25 mil euros, bem como a concessão de apoios a fundo perdido a empresas/empresários, sendo que, até ao momento, foram já deliberados pela autarquia apoios no montante global de 208 mil euros a um total de 182 empresas/empresários que representam 277 postos de trabalho.

Estas medidas servem de apoio ao setor da restauração e à sua progressiva retoma, no atual momento de pandemia que vivemos.

CABECEIRAS DE BASTO: FALECEU ADRIANO VALENTE PEREIRA – NATURAL DE ARCO DE BAÚLHE – DINÂMICO CIDADÃO PELAS CAUSAS DO SEU CONCELHO

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Nota de Pesar

Adriano Valente Pereira

1962 - 2021

É com profundo pesar que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tomou conhecimento da morte ocorrida hoje, dia 5 de maio, do ilustre cidadão arcoense e cabeceirense Adriano Valente Pereira.

Natural do Arco de Baúlhe, Adriano Valente era um homem bom que dedicou a sua vida ao Arco de Baúlhe e às suas gentes como autarca – exercia atualmente o cargo de Secretário da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune – e como cidadão empenhado em muitas causas públicas e comuns aos cabeceirenses em geral e, muito particularmente, aos arcoenses através da sua participação nas atividades da Paróquia de S. Martinho do Arco de Baúlhe ou da Comissão de Festas da Senhora dos Remédios da qual era Presidente.

A morte prematura e nefasta do cidadão Adriano Valente, aos 58 anos de idade, deixa-nos a todos consternados.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto exprime as mais sentidas condolências à esposa, filha e demais familiares e amigos.

A partida do amigo Adriano Valente representa para o Arco de Baúlhe e para Cabeceiras de Basto uma perda irreparável.

CABECEIRAS DE BASTO RECUPERA ESPAÇOS FLORESTAIS

Presidente da Câmara e responsáveis da Iberdrola visitam espaços florestais recuperados

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, e Sara Hoya responsável da Iberdrola pelo Meio Ambiente e Socioeconomia do Sistema Electroprodutor do Tâmega, visitaram ontem, dia 21 de abril, em Gondiães, os espaços florestais recuperados no âmbito do protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e a Iberdrola para a valorização da fauna e flora em território Cabeceirense, enquadrado no Programa de Medidas de Compensação pela construção da Barragem de Daivões.

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Nesta visita participaram também Jorge Cosme, em representação da Diretora Regional do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas do Norte, o presidente da Junta de Freguesia de Gondiães e Vilar de Cunhas, Manuel Ramos, o presidente do Conselho Diretivo de Baldios de Gondiães, Domingos Alves, os técnicos da Iberdrola, Juan José Dapena e Eugénio Carvalho, assim como demais técnicos do ICNF e o responsável pelo Gabinete Técnico Florestal do Município, Luís Freitas.

Nos termos do referido protocolo, assinado em novembro de 2018 e que vigora até 2023, as intervenções de valorização da fauna e flora em espaço florestal são da responsabilidade da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, financiadas pela Iberdrola e contam com a colaboração do ICNF, das Juntas de Freguesia, dos Baldios e das comunidades locais.

Durante esta visita a comitiva pode apreciar e tomar conhecimento ‘in loco’ do desenvolvimento das atividades relativas à fauna e flora, nomeadamente das plantações e respetiva manutenção e demais melhorias florestais, que aconteceram entre 2018 a 2020. Com efeito, foram intervencionados 113 hectares nos Baldios de Gondiães e nos Baldios da Uz e Vilar de Cunhas, no perímetro Florestal da Serra da Cabreira, com a instalação de povoamentos de sobreiros, castanheiros, pereiras bravas, medronheiros entre outras folhosas, num total de 29500 árvores autóctones plantadas. De referir que, para além dessas plantações, algumas das medidas ambientais foram pensadas e implementadas tendo em vista a melhoria do habitat da fauna local e da caça, pelo que se procedeu também à sementeira de campos de centeio, à plantação de árvores de fruto e à desmatação das linhas de água. O investimento realizado neste período ascendeu a 230 mil euros.

Relativamente aos trabalhos para 2021, entretanto já adjudicados pelo Município, num investimento de cerca de 70 mil euros, está previsto continuar a arborização, numa área de mais de 18 hectares, com a plantação de 12.200 árvores e a manutenção da área intervencionada nos anos anteriores.

Na oportunidade, o presidente da Câmara realçou que o sucesso destas intervenções se deve muito “à boa cooperação que tem existido entre todos os intervenientes neste processo, desde a Iberdrola, o ICNF, os Baldios, as Juntas de Freguesia e as comunidades locais e que a satisfação de todos resulta também deste plano prever não só a plantação, mas também, o que é muito importante, a manutenção das mesmas”. A este respeito destacou o “excelente trabalho que está a ser feito no terreno”. Francisco Alves falou também da importância da reflorestação das áreas ardidas, recordando os incêndios de 2016 que devastaram uma valiosa mancha florestal em Gondiães. “Estamos todos a trabalhar em prol do mesmo objetivo” que é a valorização da floresta, finalizou o presidente da Câmara Municipal.

A responsável da Iberdrola, pelo Meio Ambiente e Socioeconomia do Sistema Electroprodutor do Tâmega, Sara Hoya, disse que “a Câmara Municipal soube aproveitar, desde o primeiro momento, as medidas compensatórias da Iberdrola, bem como a possibilidade de executar ações de grande proveito para o concelho”, sublinhando que o “trabalho está a correr muito bem”. Fazendo referência às intervenções feitas em termos das medidas socioeconómicas implementadas em benefício dos territórios e das pessoas, Sara Hoya acrescentou: “começámos com um projeto em papel e agora temos barragens que estão a encher, o que é uma enorme satisfação. As populações veem hoje o projeto com outros olhos, como uma nova oportunidade, como uma mais-valia”, realçando os impactos positivos para a economia local designadamente para o turismo.

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CABECEIRAS DE BASTO: GINÁSIO TERAPÊUTICO CONCEBE SISTEMA INOVADOR DE TRATAMENTO DE DADOS

A Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, com o apoio da Junta de Freguesia de Cabeceiras de Basto, encontra-se a dinamizar um Plano de Capacitação para criação de um Ginásio Terapêutico de Reabilitação, com Terapias Holísticas e Medicinais. Esta iniciativa conta com o apoio do Programa Portugal Inovação Social, POISE, Portugal 2020 e União Europeia (Fundo Social Europeu).

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No âmbito do Plano de Capacitação acima referido foi construído um sistema de recolha de informação e de gestão de outputs/ informação estratégica. A intervenção do consultor dirigiu-se aos dirigentes da Fundação, responsável do Ginásio Terapêutico e restantes recursos humanos, sendo que aquele foi um "facilitador" do processo de intervenção, construindo, conjuntamente com aqueles elementos, um espaço de «saberes comuns».

Na atualidade a gestão das redes é preponderante para as empresas, uma vez que a sua organização, os fluxos de informação e os métodos de trabalho adotados, dependem da fluidez dos canais de comunicação. A disponibilidade e o desempenho ao nível da gestão da informação/ dados constitui um fator de diferenciação e de sucesso. A rápida evolução neste domínio tem imposto o desenvolvimento acelerado de mecanismos de configuração padronizados, para que a gestão dos dados seja realizada de uma forma eficaz e célere. “Aquela evolução veio suscitar novas oportunidades de exploração dos Sistema de Informação: a informação tem de estar rápida e consistentemente disponível, sendo que os referidos sistemas devem facultar um fácil acesso e têm de salvaguardar a sua total confidencialidade, numa perspetiva de proteção de dados. Tal só é possível se houver uma infraestrutura de comunicação robusta e estruturada”, acrescentou.

De acordo com o Fisioterapeuta Gualter Machado “o sistema de informação é responsável pela recolha, processamento, armazenagem, análise e distribuição de informações, neste caso concreto do Ginásio Terapêutico”. Esta iniciativa surgiu da necessidade de apostar na “disponibilidade e confiabilidade das informações que são emitidas pelos sistemas de informação. De facto, a velocidade com que as informações fluem gera uma vantagem competitiva, já que as decisões ocorrerão com mais rapidez e a ação do Ginásio Terapêutico superará os seus concorrentes”, adiantou.

A última intervenção do Ginásio Terapêutico assentou no pressuposto de que as instituições que apostam na adoção de sistemas informatizados “tornam-se mais concorrentes, pois por um lado despendem menos tempo a verificar e analisar dados e, por outro lado, cometem menos erros e salvaguardam mais eficazmente a proteção dos seus dados, terminou o Terapeuta Gualter Machado.

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO APROVOU HOJE APOIO A FUNDO PERDIDO A 70 EMPRESAS

Em processo de análise encontram-se mais de 100 outras candidaturas

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto aprovou, por unanimidade, hoje, dia 12 de março, em reunião camarária, 70 candidaturas ao Programa #CabeceirasCuida (Medida de Apoio a Fundo Perdido - Eixo 1 – Apoio Extraordinário às Empresas), apoio este que se traduz na atribuição de um montante global de 84 mil euros a um total de 70 empresas e empresários em nome individual, com sede ou domicílio fiscal no concelho Cabeceirense.

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Este programa de apoio a fundo perdido é concedido por uma única vez a uma sociedade comercial/empresário em nome individual. O apoio financeiro é calculado em função dos postos de trabalho, sendo que 1 posto de trabalho equivale a um apoio de 1.000 euros, até 5 postos de trabalho um apoio de 1.500 euros e mais de 5 postos de trabalho 2.000 euros.

A Câmara Municipal realça a grande adesão a esta medida que contabiliza já um total de cerca de 170 candidaturas, tendo sido aprovadas, hoje, 70 encontrando-se as restantes em processo de análise no âmbito das Normas de Acesso e Critérios de Atribuição a Apoio a Fundo Perdido do Programa Municipal Extraordinário de Apoio Económico e Social #CabeceirasCuida.

Este Programa Municipal Extraordinário de Apoio Económico e Social, previsto no Plano e Orçamento Municipal para o corrente ano, surge no contexto da pandemia que o País atravessa, provocada pelo coronavírus COVID-19, em consequência dos efeitos financeiros muito negativos que a pandemia acarretou. Note-se que a atividade empresarial sofreu um decréscimo acentuado, o que originou dificuldades a diversos níveis, designadamente nos estabelecimentos de comércio e restauração. São, deste modo, fundamentais os apoios por parte da Câmara Municipal, designadamente com vista à manutenção dos negócios e do emprego, acautelando a ocorrência de repercussões negativas no mercado de trabalho.

O Programa Municipal de Apoio #CabeceirasCuida tem, assim, como objetivo minimizar as consequências da pandemia, acudindo a situações de emergência económica e empresarial.

A Câmara Municipal espera entregar os cheques aos beneficiários já na próxima semana.

CABECEIRAS DE BASTO: FORMAÇÃO DE SERVIÇO DE APOIO AO CLIENTE, NO ÂMBITO DO PROJETO GINÁSIO TERAPÊUTICO

A Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, com o apoio da Junta de Freguesia de Cabeceiras de Basto, encontra-se a dinamizar um Plano de Capacitação para criação de um Ginásio Terapêutico de Reabilitação, com Terapias Holísticas e Medicinais. Esta iniciativa conta com o apoio do Programa Portugal Inovação Social, POISE, Portugal 2020 e União Europeia (Fundo Social Europeu).

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No âmbito do Plano de Capacitação, a Fundação dinamizou uma ação de formação sobre Serviço de Apoio ao Cliente.

De acordo com Gualter Machado “a velocidade com que a informação circula, a facilidade de acesso a bens e serviços, o aumento da agressividade da concorrência para conquista de quota de mercado, leva a que o serviço de apoio ao cliente tenha assumido um papel cada vez mais importante no desenvolvimento da atividade de qualquer organização”, adiantou o técnico.

No âmbito da formação em questão foi desenvolvido um manual que visa apoiar no serviço de apoio ao cliente, “disponibilizando um conjunto de técnicas para um atendimento eficiente e que se traduza na total satisfação do cliente em todos os momentos de interação com a organização. Com este instrumento de apoio pretende-se disponibilizar uma agregada relação de informações não só direcionadas para a prestação de serviços, mas também para a comercialização de produtos (venda e pós-venda)”, terminou Gualter Machado.

Poder-se-á encontrar, no manual, indicações relativas ao atendimento ao cliente e às competências dos colaboradores da linha da frente, bem como é explicada a importância da qualidade na garantia da satisfação dos clientes e nos bons resultados da empresa.

No presente manual encontram-se explanadas diferentes dinâmicas de grupo, que se apresentam como ferramentas capazes de desenvolver as competências individuais dos colaboradores de qualquer organização, permitindo desta forma, catapultar a mesma para um patamar de destaque no mercado.

CABECEIRAS DE BASTO JÁ VACINA

Processo de vacinação arrancou hoje em Cabeceiras de Basto

Arrancou hoje, dia 16 de fevereiro, em Cabeceiras de Basto, o processo de vacinação da Covid-19 para os maiores de 80 anos, bem como para pessoas com idade igual ou superior a 50 anos com doenças associadas (pelo menos uma das seguintes patologias: (doença coronária, insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou doença pulmonar obstrutiva crónica). Nesta fase estima-se que venham a ser vacinadas 1.300 pessoas.

Processo de vacinação arrancou hoje em Cabeceira

Durante esta semana espera-se que a vacinação abranja 210 pessoas, estando prevista na próxima semana a vacinação de mais 400 pessoas.

De referir que a convocatória para o processo de vacinação da Covid-19 é feita pelo telefone e é da responsabilidade da USF O Basto e da USF Arco/Cavez, nas suas respetivas áreas de abrangência. Neste processo, as Unidades de Saúde Familiar (USF) contam com a colaboração das Juntas de Freguesia para contactarem as pessoas cujas chamadas telefónicas não sejam possíveis de estabelecer.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto está a apoiar o processo de vacinação da Covid-19 através da instalação de uma tenda junto ao Centro de Saúde de Cabeceiras de Basto, com todas as condições de comodidade e climatização, que funciona como sala de recobro.

As Juntas de Freguesia e a Câmara Municipal estão também a disponibilizar apoio ao nível do transporte para quem tiver necessidades, transporte este que será também realizado em articulação com os Bombeiros Cabeceirenses e com a Delegação do Arco de Baúlhe da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) tendo em conta as especificidades de cada pessoa, designadamente ao nível da sua condição física/mobilidade reduzida.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto apela aos Cabeceirenses para que aguardem até serem contactados pelas referidas autoridades de saúde, informando a população que o processo de vacinação irá decorrer ao longo do ano de 2021.

“Ser vacinado contra a COVID-19 permite proteger-nos individualmente contra a doença e suas complicações, bem como contribuir para a proteção da saúde pública, através da imunidade de grupo”, informa a Direção Geral da Saúde.