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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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HOTÉIS RURAIS DE PORTUGAL PROPORCIONAM EXPERIÊNCIAS RURAIS A DELEGAÇÃO DO BRASIL

Hotéis Rurais de Portugal proporcionam experiências rurais a delegação do Brasil

Visita decorre de 11 a 15 de fevereiro na Região Norte e Centro de Portugal

A Associação de Hotéis Rurais de Portugal organiza de 11 a 15 de fevereiro a primeira missão inversa internacional no âmbito da campanha “Portuguese Rural Experiences 360º”, que tem como objetivo a promoção e divulgação do turismo rural enquanto destino de excelência com experiências inesquecíveis durante todos os dias do ano.

Ao longo de 5 dias, uma delegação oriunda do Brasil constituída por jornalistas, bloggers, agentes e operadores turísticos, terá a oportunidade de explorar a Região Norte e Centro do país e vivenciar autênticas experiências rurais (alojamento, gastronomia e animação turística) no Alto Minho, Alto Tâmega, Área Metropolitana do Porto, Cávado Douro e Montanhas Mágicas.

A missão inversa terá início no dia 11 de fevereiro, pelas 10h15, com uma receção do Presidente do presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, no Porto Welcome Center (Palácio da Cardosas).

A campanha de internacionalização “Portuguese Rural Experiences 360º” associa as quatro estações do ano com os elementos ar, água, terra e fogo e relaciona-as com quatro conceitos de experiências: explorar, sentir, viver e saborear. É possível encontrar-se todas estas experiências durante todos os dias do ano na Rede de Hotéis Rurais de Portugal.

REAL GABINETE PORTUGUÊS DE LEITURA DO RIO DE JANEIRO: UM BALUARTE DA CULTURA LUSÓFONA

  • Crónica de Daniel Bastos

O Real Gabinete Português de Leitura, fundado em 14 de maio de 1837, por cerca de 40 emigrantes portugueses do Rio de Janeiro, assume-se desde a sua génese até aos dias de hoje como um incontornável baluarte da cultura lusófona.

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Localizado no centro da “Cidade Maravilhosa”, o Real Gabinete Português de Leitura visou numa primeira fase a criação de uma biblioteca para ampliar os conhecimentos dos seus sócios, e dar oportunidade aos portugueses residentes na então capital do Império do Brasil de ilustrar o seu espírito. No entanto, ainda no alvorecer do séc. XX transformou-se uma biblioteca pública, tornando-se num polo dinamizador de cultura, um centro de socialização e um espaço de fruição aberto a todos os povos.

No decurso da inauguração do sublime edifício do gabinete, projetado pelo arquiteto português Rafael da Silva e Castro, e erguido no último quartel do séc. XIX em estilo neomanuelino, o escritor Ramalho Ortigão, um dos vultos mais destacados da Geração de 70 que foi convidado como orador oficial da solenidade, atestou no seu discurso a magnitude do Real Gabinete Português de Leitura: “Se um dia o nome de Portugal houver de desaparecer da carta política da Europa, esta Casa será ainda como a expressão monumental do cumprimento da profecia: (…) não se acabe a Língua, nem o nome português na terra”.

Esta escala imponente de magnitude cultural lusófona encontra-se patente no valioso acervo bibliográfico do Real Gabinete Português de Leitura, que contém cerca de 350 mil volumes entre obras raras, manuscritos, cartas e primeiras edições. Ainda nos primeiros anos da sua fundação, o Real Gabinete Português de Leitura adquiriu milhares de obras, algumas raras, entre os quais se destaca a primeira edição ou edição prínceps de “Os Lusíadas”, o clássico maior da língua portuguesa, escrito por Luís de Camões, que viu a luz do dia em março de 1572, e que pertenceu à Companhia de Jesus.

Mais recentemente, nomeadamente em 2014, o Real Gabinete Português de Leitura foi considerado pela revista Time, uma das mais conhecidas revistas de notícias semanais do mundo, publicada nos Estados Unidos da América, como uma das bibliotecas mais bonitas do mundo, destacando a sua história, arquitetura e acervo bibliográfico que a entronizam como um incontornável baluarte da cultura lusófona.

Fotos: Wikipédia

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MUSEU BERNARDINO MACHADO EM FAMALICÃO RECEBE NOVO CICLO DE CONFERÊNCIAS COM CASA CHEIA

Próxima conferência realiza-se no dia 15 de fevereiro com o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”

Foi com “casa cheia” que o Museu Bernardino Machado acolheu a primeira conferência do ciclo dedicado às “Relações Portugal – Brasil na I República (1910-1926)”, que decorreu na passada sexta-feira à noite.

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A abrir a maratona de conferências que vai decorrer mensalmente, ao longo de todo o ano de 2019, esteve o professor catedrático Paulo Ferreira da Cunha, com o tema da “Lei fundamental brasileira e a Constituição Portuguesa de 1911”. De acordo com o orador convidado “na conferência apresentou-se uma tentativa de estabelecimento de pontes entre as “magnas cartas” das chamadas primeiras repúblicas ou “repúblicas velhas” dos países irmãos de Língua portuguesa nos dois lados do Oceano Atlântico. Primeiramente fez-se um enquadramento geral sobre o sentido, papel e noção de Constituição, porque frequentemente existem muitos mal-entendidos, depois fez-se ainda um enquadramento histórico-social e político de ambos os complexos normativos constitucionais. E finalmente desceu-se ao concreto do clausulado das constituições formais, para comentar alguns aspetos considerados mais salientes, não apenas para a época, como para o nosso próprio tempo, em Portugal e no Brasil.”

A próxima conferência decorre já no próximo dia 15 de fevereiro, com a professora Heloísa Paulo a debater o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”.

Refira-se que ao todo irão decorrer nove conferências com a participação de investigadores e académicos especialistas na temática. Os encontros, de entrada livre, vão decorrer nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro, outubro e novembro, habitualmente às sextas-feiras, pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, situado na rua Adriano Pinto Basto, na cidade famalicense.

Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal por duas vezes durante a I República, o Museu Bernardino Machado tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores, assumindo uma vocação de estudo académico.

O Museu Bernardino Machado que completou em 2017, 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

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FAMALICÃO DEBATE RELAÇÕES ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

As relações entre Portugal e o Brasil dão o mote para o novo ciclo de conferências. Iniciativa do Museu Bernardino Machado arranca já no próximo dia 25 de janeiro, pelas 21h30 com o tema da “Lei fundamental brasileira e a Constituição Portuguesa de 1911”.

Depois de um ano inteiro dedicado à investigação e ao debate sobre “As Relações entre Portugal e os Estados Unidos da América entre o século XVIII e o século XX”, o Museu Bernardino Machado de Vila Nova de Famalicão, prepara-se agora para abordar a fundo e de uma forma transdisciplinar, ao longo de 2019, a questão das “Relações Portugal – Brasil na I República (1910-1926).

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Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal por duas vezes durante a I República, o Museu Bernardino Machado tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores, assumindo uma vocação de estudo académico.

Neste âmbito, estão já agendadas nove conferências com a participação de investigadores e académicos especialistas na temática. Os encontros, de entrada livre, vão decorrer nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro, outubro e novembro, habitualmente às sextas-feiras, pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, situado na rua Adriano Pinto Basto, na cidade famalicense.

A primeira conferência acontece já no próximo dia 25, com a participação do professor catedrático Paulo Ferreira da Cunha, que irá abordar o tema da “Lei fundamental brasileira e a Constituição Portuguesa de 1911”.

Para além das conferências, a temática das relações Portugal – Brasil vai também alicerçar a próxima edição do colóquio dos Encontros de Outono, em finais de 2019.

Para o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, o tema escolhido é de grande pertinência. “Há muito que sabemos que a “identidade” do nosso país se fez de fora para dentro, ou seja, foram os Descobrimentos que acabaram por configurar e dar unidade ôntica (língua, usos, costumes, história, etc.) a esta região da “Hispânia”. E neste processo, o Brasil foi fundamental, não apenas por via dos milhares de emigrantes que o “aportuguesaram”, mas pelas riquezas imensas que fluíram para Portugal e aqui vicejaram (pelas remessas dos emigrantes e dos “brasileiros” de torna viagem, por exemplo), que alteraram a paisagem urbana e rural do país e contribuíram, decisivamente, para a sua modernização.”

Por outro lado, o responsável destaca que “o arco temporal das Conferências e do Colóquio inclui, em grande parte, o acume do percurso político de Bernardino Machado que, além de ter nascido no Brasil, foi ministro de Portugal neste país, de 1912 até ao fim de 1913, fez nele um excelente trabalho diplomático e económico junto da comunidade portuguesa e, ao longo da sua vida política sempre lhe mereceram especial atenção as relações e problemas entre as duas “Pátrias irmãs” (é sempre deste ponto de vista que aborda as relações entre ambas).”

Para Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, “o Museu Bernardino Machado já nos habituou à excelência dos temas selecionados para as suas atividades”, sendo que as relações entre Portugal e o Brasil “constituem um tema muito interessante e de grande atualidade”, salientou.

Em fevereiro, a conferência será sobre “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”. A oradora convidada será Heloísa Paulo. Em março debate-se o “Luso-brasileirismo – algumas referências de um movimento cultural”, com Jorge Alves. “Encontros e Desencontros luso-brasileiros no primeiro quartel do século XX” é o tema da conferência de abril, com Arnaldo Saraiva e em maio debate-se “O projeto cultural luso-brasileiro da revista Atlântida”, com Luís Crespo de Andrade. “Carlos Malheiro Dias e a ideia de um mar atlântico”, com Teresa Nunes é o tema da conferência agendada para junho. Os debates regressam depois em setembro com “A viagem aérea ao Brasil de Gago Coutinho e Sacadura Cabral”, com o Coronel Luís Alves de Fraga. “Veiga Simões e os interesses de Portugal na Amazónia” será o tema do debate programado para outubro e, finalmente, em novembro debate-se “A viagem Presidencial de António José de Almeida ao Brasil (1922)”, com Luís Reis Torgal.

O Museu Bernardino Machado que completou em 2017, 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

PONTE DE LIMA EVOCA RODRIGUES ALVES - FILHO DE LIMIANOS FOI PRESIDENTE DO BRASIL

Município de Ponte de Lima relembra o Presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves

O Município de Ponte de Lima vai assinalar o centenário da morte de Francisco de Paula Rodrigues Alves (1919-2019) com uma exposição evocativa da vida e percurso político desta notável figura, de ascendência limiana, que foi duas vezes Presidente da República do Brasil.

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Intitulada “Presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves: Legado e memórias de um filho de limianos no Brasil”, a mostra de tributo - patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima de 16 de janeiro a 30 de abril de 2019 - possibilitará aos visitantes o contacto com informação, fotografias e documentação alusivas a este distinto advogado e notável político, que conseguiu alcançar nobres cargos e exercer funções como Vereador, Deputado, Conselheiro do Império, Ministro, Senador e Presidente da República do Brasil.

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Associada à exposição dinamizar-se-á uma palestra intitulada “Brasileiros” de Ponte de Lima: histórias de afortunados no Brasil e de beneméritos em Portugal” orientada pela Professora Doutora Alexandra Esteves, a realizar no dia 16 de janeiro, pelas 18h30, no auditório da Biblioteca Municipal.

Associe-se as estas ações evocativas ao Presidente Francisco Rodrigues Alves, assista à palestra e visite a exposição que preparámos para si!

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HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS PARTICIPA EM OBRA SOBRE HOSPITAIS E SAÚDE

Daniel Bastos participa em obra coletiva sobre Hospitais e Saúde entre Brasil e Portugal

No final do ano passado, a editora Fiocruz, que concentra a maior parte dos lançamentos da Fundação Oswaldo Cruz, a mais importante instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, e uma das principais instituições mundiais de pesquisa em saúde pública, localizada no Rio de Janeiro, lançou o livro “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal”. 

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A obra coletiva de referência na área da História e Saúde é o resultado de um conjunto de trabalhos elaborados por investigadores luso-brasileiros sobre arquitetura, urbanismo, património cultural e saúde no séc. XIX. Ao longo dos sete capítulos do livro, os cientistas sociais luso-brasileiros revisitam a benemérita rede de dezenas de associações de beneficência, que emigrantes portugueses na transição do séc. XIX para o séc. XX construíram em várias cidades brasileiras, principal destino da emigração lusa na época, que originalmente se destinavam à ajuda mútua entre os sócios, membros da comunidade portuguesa, e que ainda hoje são instituições de referência no Brasil e na América do Sul.

Um desses capítulos, designadamente “O Hospital da Misericórdia de Fafe e a Contribuição da Benemerência Brasileira em Portugal no Século XIX” , é assinado, pelo historiador fafense Daniel Bastos, cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas.

No decurso do seu contributo historiográfico, Daniel Bastos destaca o concelho de Fafe como uma construção contemporânea dos “brasileiros de torna-viagem”, enquadrando o Hospital da Misericórdia de Fafe, que desempenha e ocupa um papel estruturante no campo social local, como uma obra paradigmática da benemerência brasileira na segunda metade do século XIX, gizada a partir do modelo arquitetónico da “Beneficência Portuguesa do Rio de Janeiro”.

Refira-se que Daniel Bastos é autor do livro “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 anos ao Serviço da Comunidade”, e que a obra  “Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal” tem previsto ao longo do ano sessões de apresentação no território brasileiro e português.

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MORDOMA DA ROMARIA DA SENHORA D’AGONIA BRILHA NO BRASIL NAS COMEMORAÇÕES DOS 64 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO MARIA DA FONTE DA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO

A comunidade minhota radicada no Brasil esteve em festa no passado dia 8 de Dezembro – o Rancho Folclórico Maria da Fonte comemorou 64 anos de existência e a Casa do Minho do Rio de Janeiro foi pequena para receber todos os que pretendiam festejar!

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A jovem vianense Maria João Soares que este ano foi a mordoma do cartaz da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, foi especialmente convidada para participar nas comemorações e, juntamente com Mariana, do Rancho das Lavradeiras da Meadela, levaram aos nossos conterrâneos e portugueses em geral um abraço fraterno da cidade de Viana do Castelo e das suas gentes.

As comemorações que incluíram o jantar, contaram com um momento de fados, com Karina Duque Estrada e Victor Lopes, a transmitir a saudade que lhes vai na alma.

O Presidente da Casa do Minho, Agostinho dos Santos, falou acerca da importância da representação do Rancho Folclórico Maria da Fonte no folclore minhoto do Brasil e agradeceu o muito que contribuem para a Casa do Minho e a preservação da cultura portuguesa desde há 95 anos por parte desta instituição regionalista.

Fotos: alexcamelofotografia

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MINHOTOS NO BRASIL VÃO AMANHÃ RECEBER EM FESTA A MORDOMA DA ROMARIA DA SENHORA D'AGNONIA NA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO

Mordoma da Romaria d’Agonia 2018 no Brasil a convite da Casa do Minho do Rio de Janeiro

A mordoma do cartaz oficial da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia 2018, Maria João Soares, visita amanhã a Casa do Minho do Rio de Janeiro. A jovem que foi o rosto da edição deste ano da rainha das romarias marcará assim presença, como convidada especial, nas comemorações dos 64 anos da fundação do Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho da cidade brasileira.

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O Presidente da Casa do Minho no Rio de Janeiro, Agostinho da Rocha Ferreira dos Santos, que foi convidado pelo autarca de Viana do Castelo para ser Presidente da Comissão de Honra da Romaria d’Agonia 2018, refere que “em agosto deste ano, estive com a jovem Maria João em Viana do Castelo, durante as Festas da Agonia, e foi muito interessante ver como o público respeita a figura que dá vida ao cartaz oficial”.

“É, por isso, e também porque sabemos da imagem renomada que o nosso rancho tem no Brasil e em Portugal, que decidimos convidá-la para estar connosco no Rio de Janeiro para a festa do Maria da Fonte. Iremos celebrar mais um aniversário do nosso grupo, que soma muitos fãs e que é motivo de orgulho para a comunidade portuguesa e luso-brasileira. Pretendemos promover, mais uma vez, os costumes e as tradições culturais do Minho na cidade maravilha", assegurou Agostinho dos Santos.

As comemorações vão acontecer no dia 8 de dezembro, a partir das 20h00, na Casa do Minho do Rio de Janeiro. O evento irá contar com uma programação especial, com a apresentação do Rancho Folclórico Maria da Fonte e momentos de fado.

Com mais de seis décadas de existência, o Rancho Folclórico Maria da Fonte constitui um autêntico porta-estandarte da Casa do Minho e das tradições minhotas no Brasil e, muitas vezes, além-fronteiras, divulgando e perpetuando a cultura minhota.

Para além da exibição dos trajes e das danças e cantares da região do Minho, o Rancho Maria da Fonte reconstitui, habitualmente, quadros etnográficos, como a Desfolhada do milho, as Vindimas e a Espadelada do Linho. Em maio de 2019, a história e os principais momentos do Rancho Maria da Fonte vão ser foco de um livro sobre os 65 anos de fundação desse grupo, como resultado de uma pesquisa histórica do jornalista luso-brasileiro Ígor Lopes.

JORNAL “MUNDO LUSÍADA” DESTACA PARTICIPAÇÃO DA MORDOMA DA ROMARIA DA SENHORA D’AGONIA NA FESTA DO RANCHO MARIA DA FONTE DA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO

Jovem minhota vem ao Brasil celebrar aniversário do rancho Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio

A portuguesa Maria João Soares, mordoma do cartaz oficial da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia 2018, em Viana do Castelo, está no Rio de Janeiro para participar das comemorações dos 64 anos da fundação do tradicional Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho. O evento, que acontece no dia 8 de dezembro, a partir das 20h, vai contar com uma programação especial, incluindo a apresentação do grupo aniversariante e momentos de fado.

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Em entrevista exclusiva ao Mundo Lusíada, Maria João, que tem 23 anos e que foi o rosto da edição deste ano da festa da Agonia, garantiu que a sua presença no Rio de Janeiro vai servir como um momento de aprendizado e de celebração.

“O Rancho Folclórico Maria da Fonte tem 64 anos, o que simboliza o seu amor pelo folclore. Pelo que sei, é um grupo que trabalha de forma exímia para perpetuar as nossas tradições e costumes. Nota-se a chieira das raparigas enquanto dançam e espero aprender muito com eles. Tenho a certeza de que vai ser um tempo bem passado com estes amantes da cultura minhota e tenho a certeza de que vou construir memórias muito felizes durante a minha estadia no brasil”, sublinhou Maria João, que se diz orgulhosa em poder representar a figura feminina da sua região em terras brasileiras.

“Quando recebi o convite, foi uma agradável surpresa. Além disso, representar a mulher minhota fora de terras lusas torna-se uma responsabilidade ainda maior, uma vez que existem inúmeros admiradores dos nossos trajes, danças e cantares. Fiquei genuinamente feliz pelo convite e tenho a certeza de que vai ser uma experiência única vivenciar, através de outra perspectiva, o valor que o Minho tem na vida do povo luso-brasileiro, que tanto se dedica para perpetuar as nossas tradições”, comentou esta jovem, que defendeu ainda que “o folclore é um modo de vida e que, quem está neste meio, tem a chieira de demonstrar, com a maior veracidade possível, a forma como os nossos antepassados envergavam o traje, cantavam, dançavam, faziam as suas lides agrícolas, e como passavam os serões no adro na igreja”.

Maria João, que é componente de um rancho folclórico português, recordou que se dedica à essa arte há 13 anos e revelou ainda ter deixado de lado outras atividades para se dedicar à dança folclórica.

“Na verdade, posso dizer que troquei a patinagem artística pelo folclore. Para mim, fazer parte do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela é um privilégio. É uma segunda família. Tanto os ensaios como as atuações pelo País, e a representação do nosso Minho no estrangeiro, permitiu-me crescer enquanto pessoa. É com prazer que, muitas vezes, e principalmente no verão, abdico de ir à praia ou ir passear para ir às atuações. Quando subo no palco o objetivo é sempre representar, o melhor possível, as nossas tradições, desde o traje, às danças e cantigas. Quando as pessoas, no final, vêm ter com a gente e nos parabenizam é sinal de que o nosso dever foi cumprido”, completou Maria João, que fica no Brasil até dia 11 deste mês.

Casa do Minho orgulhosa

Agostinho da Rocha Ferreira dos Santos, presidente da Casa do Minho no Rio de Janeiro, foi o autor do convite que levou Maria João ao Brasil. Segundo este responsável, “conhecer a jovem este ano, durante a festa da Agonia, no último mês de agosto, em Viana, e testemunhar a forma como o público respeita a figura que dá vida ao cartaz oficial, foi muito interessante”.

“É, por isso, e também porque sabemos da imagem renomada que o nosso rancho tem no Brasil e em Portugal, que decidimos convidá-la para estar com a gente no Rio de Janeiro para a festa do Maria da Fonte. Iremos celebrar mais um aniversário do nosso grupo, que soma muitos fãs e que é motivo de orgulho para a comunidade portuguesa e luso-brasileira. Pretendemos promover, mais uma vez, os costumes e as tradições culturais do Minho na cidade maravilha”, assegurou Agostinho dos Santos, que foi presidente da Comissão de Honra da Romaria d’Agonia 2018.

História de sucesso

Com mais de seis décadas de existência, o Rancho Folclórico Maria da Fonte se destaca por ser um autêntico porta-estandarte da Casa do Minho e das tradições minhotas no Brasil e, muitas vezes, além-fronteiras, divulgando e perpetuando a cultura minhota. Para além da exibição dos trajes e das danças e cantares da região do Minho, o Rancho Maria da Fonte reconstitui, habitualmente, quadros etnográficos, como a Desfolhada do milho, as Vindimas e a Espadelada do Linho.

Em março de 2019, a história e os principais momentos desse rancho folclórico vão ser foco de um livro jornalístico sobre os seus 65 anos de fundação.

Fonte: Igor Lopes / https://www.mundolusiada.com.br/

MINHOTOS NO BRASIL VÃO RECEBER EM FESTA A MORDOMA DA ROMARIA DA SENHORA D'AGNONIA NA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO

Mordoma da Romaria d’Agonia 2018 no Brasil a convite da Casa do Minho do Rio de Janeiro

A mordoma do cartaz oficial da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia 2018, Maria João Soares, vai visitar Casa do Minho do Rio de janeiro, no mês de dezembro. A jovem que foi o rosto da edição deste ano da rainha das romarias marcará assim presença, como convidada especial, nas comemorações dos 64 anos da fundação do Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho da cidade brasileira.

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O Presidente da Casa do Minho no Rio de Janeiro, Agostinho da Rocha Ferreira dos Santos, que foi convidado pelo autarca de Viana do Castelo para ser Presidente da Comissão de Honra da Romaria d’Agonia 2018, refere que “em agosto deste ano, estive com a jovem Maria João em Viana do Castelo, durante as Festas da Agonia, e foi muito interessante ver como o público respeita a figura que dá vida ao cartaz oficial”.

“É, por isso, e também porque sabemos da imagem renomada que o nosso rancho tem no Brasil e em Portugal, que decidimos convidá-la para estar connosco no Rio de Janeiro para a festa do Maria da Fonte. Iremos celebrar mais um aniversário do nosso grupo, que soma muitos fãs e que é motivo de orgulho para a comunidade portuguesa e luso-brasileira. Pretendemos promover, mais uma vez, os costumes e as tradições culturais do Minho na cidade maravilha", assegurou Agostinho dos Santos.

As comemorações vão acontecer no dia 8 de dezembro, a partir das 20h00, na Casa do Minho do Rio de Janeiro. O evento irá contar com uma programação especial, com a apresentação do Rancho Folclórico Maria da Fonte e momentos de fado.

Com mais de seis décadas de existência, o Rancho Folclórico Maria da Fonte constitui um autêntico porta-estandarte da Casa do Minho e das tradições minhotas no Brasil e, muitas vezes, além-fronteiras, divulgando e perpetuando a cultura minhota.

Para além da exibição dos trajes e das danças e cantares da região do Minho, o Rancho Maria da Fonte reconstitui, habitualmente, quadros etnográficos, como a Desfolhada do milho, as Vindimas e a Espadelada do Linho. Em maio de 2019, a história e os principais momentos do Rancho Maria da Fonte vão ser foco de um livro sobre os 65 anos de fundação desse grupo, como resultado de uma pesquisa histórica do jornalista luso-brasileiro Ígor Lopes.