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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PINTORA MARINA MOURÃO HOMENAGEIA VIANA DO CASTELO

A pintora Marina Mourão acaba de produzir um quadro na qual se autoretrata, trajada de mordoma vianense e tendo como fundo a capela de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo.

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A artista é originária do Brasil. Mais precisamente do Estado de Minas Gerais. Mas escolheu Portugal para viver onde constituiu família. Em Ourém exerce a sua profissão como médica dentista, distinguindo-se ainda como directora da empresa Aliança Médica Ldª – Clínicas Dentárias onde, para além do seu elevado profissionalismo colhe ainda o afecto e a simpatia dos seus pacientes.

Como ela própria se identifica, Marina Mourão é “Portuguesa e brasileira… com certeza!” E, relativamente a este quadro, limitamo-nos a transcrever a sua dedicatória nas suas próprias palavras:

“Hoje Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, eu dedico esta ilustração ao País que me acolheu com carinho e que adoptei como segunda Pátria.

Eu trajei-me de mordoma em homenagem às festas tradicionais portuguesas, especialmente a Romaria de Nossa Senhora da Agonia, Viana do Castelo, que se realiza todos os anos em meados de Agosto. Na ilustração abaixo um dos trajes típicos da região do Minho. Utilizei para criar esta ilustração...aguarela, tinta acrílica, ouro e flakes. Viva portugal!”

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FALECEU EM FÃO O MAESTRO MANUEL MARQUES

De seu nome completo Manuel Marques Pereira d’Oliveira, faleceu ontem em Fão, concelho de Esposende, o maestro e guitarrista Manuel Marques. Contava 92 anos de idade e era natural de Milheirós, no concelho da Maia. Viveu no Brasil durante mais de 50 anos onde contribuiu de forma notável para a divulgação da guitarra portuguesa. Foi autor de inúmeras bandas sonoras para o cinema e programas televisivos.

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MANUEL MARQUES – O ÚLTIMO MAGO DA GUITARRA PORTUGUESA

Notas da vida de um artista

Manuel Marques Pereira d’ Oliveira nasceu na rua da Arroteaça, em Milheirós, segundo o próprio artista: - “…o lugar mais bonito do Mundo…”, às 2h30 do dia 11 de Janeiro de 1926.

Quando tinha apenas 10 anos de idade, foi descoberto por René da Silva, também músico, para quem o, então miúdo, revelava qualidades artísticas, musicais e, mormente, um enorme potencial de talento para desenvolver.

É provável que o facto de ser conhecido em criança por Neca e ainda ser um artista de pouca idade, ainda “garoto”, o levou a ficar célebre na sua terra natal como o “Neca Garoto”, o menino prodígio que, apesar da sua tenra idade, já arrebatava o aplauso do público.

O seu amor à música, as suas qualidades inatas e fervorosa dedicação aos estudos, fez com que Manuel Marques, aos 13 anos, se apresentasse já em espectáculos, nos teatros do Porto.

Aos 15 anos, iniciava os estudos de harmonia, contraponto e composição. O talento inato e os conhecimentos adquiridos possibilitaram a Manuel Marques leccionar música e sustentar a família, constituída por cinco irmãos, que tal como ele ficaram órfãos muito cedo.

Alunos não faltavam e convites para participar em concertos, também não rareavam, bem pelo contrário, o jovem guitarrista não tinha, literalmente, mãos a medir.

Com 20 anos, escrevia as primeiras partituras e participava em programas na rádio, com especial destaque para as suas frequentes actuações na Rádio Clube do Norte e na Rádio Renascença.

Em 1947, durante a vida militar, em Santarém, actuou no Orfeão Escalabitano, percorrendo o Sul do País como primeiro guitarrista. De volta ao Norte, depois de uma marcante participação num concerto de guitarras, passou a ensaiar a Orquestra de Tangos da Universidade do Porto.

Numas das inúmeras visitas que fazia ao seu amigo Joaquim Alves de Sousa, em Gueifães da Maia, conheceu Ana da Silva Oliveira. Uma troca de olhares, o namoro, o noivado. Por fim, o casamento, na pitoresca igreja da freguesia, em 15 de Fevereiro de 1953. 

Do seu matrimónio nasceu Nelito, em Outubro de 1954, na Rua da Arroteia, em Milheirós. E para manter a tradição da família, mostrando realmente que “filho de peixe, sabe nadar”, Nelito também seguiu a carreira de músico.

A necessidade de conhecer outras terras e outros centros superou a vontade de ficar em Milheirós. Por isso, atendendo à carta de chamada que lhe enviara o cunhado, António de Oliveira, já morador em Vila Maria, São Paulo, Manuel Marques decide imigrar para o Brasil.

Em Outubro de 1955, Manuel Marques, Ana e Nelito embarcavam no navio “Salta”. A bordo realiza-se a festa de aniversário do filho do casal.

No Brasil – um imigrante com talento

Depois de dar aulas, durante um certo período, na Casa de Portugal, Manuel Marques resolve fundar a sua própria Academia, onde oferece aulas de canto, violão, piano, acórdeão, bandolim, cavaquinho, teoria musical e, naturalmente, guitarra portuguesa. Para facilitar a vida aos alunos, a escola mantém cursos de guitarra por correspondência, com aulas gravadas em suporte magnético, atingindo quase todas as capitais brasileiras e alguns países das Américas, África e Europa.

O regresso às origens

Manuel Marques voltou a Portugal em 1986, com o patrocínio e apoio de várias entidades luso-brasileiras (Instituto de Apoio à Imigração e às Comunidades Portuguesas, Conselho da Comunidade Portuguesa do Estado de São Paulo e Centro de Turismo de Portugal no Brasil) obtendo imenso sucesso nos inúmeros espectáculos que deu. A imprensa deu ampla cobertura a esta tournée,  órgãos de comunicação como o “Jornal de Notícias”, “O Comércio do Porto”, “O Primeiro de Janeiro”, “O Diário de Lisboa” e o “Correio da Manhã”, sem contar os jornais editados no eixo São Paulo-Rio (“Voz de Portugal”, “O Mundo do Português”, “Duas Nações” e “Portugal em foco”) registaram com destaque e regularidade, a participação do artista em terras lusas, acompanhado do filho Nelito e do viola Bonfim.

Dois reencontros memoráveis

Ao descer do avião em Pedras Rubras, depois de uma escala em Lisboa, o músico registou duas agradáveis e memoráveis surpresas: a presença da consagrada Amália Rodrigues (que embarcara em Lisboa, mas o maestro não notara) tendo-o  cumprimentado calorosamente, dada a sua relação de amizade travada no Brasil, aquando das digressões da diva do Fado por terras de Vera Cruz. Para além deste momento histórico, Manuel Marques viveu emocionado o acolhimento carinhoso que as gentes de Milheirós lhe dispensaram logo à chegada.

Até 1989 já tinha gravado a módica cifra de 16 álbuns com composições da sua autoria, do repertório da música tradicional de raíz popular portuguesa, do fado de Lisboa e fado de Coimbra e do repertório internacional de música clássica, sempre com primorosos arranjos para guitarra escritos por si.

Considerado pela crítica musical do Brasil como um perfeccionista, por vezes até aclamado como um genial intérprete do mais português dos instrumentos, participou em incontáveis programas de televisão nos diversos canais do Brasil e em Portugal, sendo o autor de música original para as telenovelas “As Pupilas do Senhor Reitor” (TV Record), António Maria (TV Tupi) e “Os imigrantes” (TV Bandeirantes) e de alguns filmes brasileiros entre os quais se destaca “Sertão em festa”.

O mestre de Roberto Leal

Pelas salas da sua Academia, onde Portugal está presente até nas paredes, representado por quadros, objectos diversos e posters, entre estátuas de alguns génios da música e várias dedicatórias, passaram milhares de alunos, muitos deles, hoje donos de conservatórios. Um dos mais aplicados e atenciosos aos ensinamentos do mestre era António Joaquim Fernandes, um loirinho de 12 anos, nascido em Trás-os-Montes. Ao perceber o seu grande amor à música e pressentindo uma carreira repleta de sucesso, Manuel Marques tratou logo de arranjar-lhe um nome radiofonicamente mais sonante. Nascia assim, devidamente “baptizado”, para o mundo artístico, o cantor Roberto Leal.

De entre as centenas e centenas de composições que criou aquela que é sem qualquer sombra de dúvida a mais popular, é a celebérrima canção intitulada (Cana Verde) “Verde, Verdinho”, tema que já foi interpretado ou reproduzido milhões de vezes, por todo o mundo Português e faz hoje parte do nosso imaginário musical, continuando a ser trauteado e a passear de boca-em-boca em espectáculos, festas e arraiais por toda a parte.

O mago da guitarra portuguesa, porventura, o único  que logrou alcançar um método muito próprio de tocar e interpretar todo os géneros musicais, danddo ao instrumento uma nova projecção que permitiu desenvolver o seu potencial melódico e harmónico por caminhos nunca antes trilhados, tendo sido o grande responsável pela demonstração inequívoca de que não há limites para a sua guitarra.

As suas mãos fazem soar uma música timbrada pela guitarra portuguesa, com uma suavidade e doçura ímpar que só os mestres da sua craveira algum dia experimentaram.

Victor Dias

Fonte: http://cultura.maiadigital.pt/

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CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO INAUGURA ESTÁTUA A D. AFONSO HENRIQUES

A Casa do Minho do Rio de Janeiro vai no próximo dia 10 de Junho – Dia de Portugal – proceder à inauguração da estátua de D. Afonso Henriques, junto às suas instalações naquela cidade.

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A cerimónia está marcada para as 9h30 e contará com a presença do escultor António Mendanha e, naturalmente, do Presidente daquela Instituição regionalista, sr. Agostinho dos Santos.

Refira-se que era minhoto D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.

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POVEIROS DANÇAM NA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO

O Rancho Eça de Queirós atuou anteontem na Quinta do Santoinho da Casa do Minho do Rio de Janeiro em representação da Casa dos Poveiros, sediada naquela cidade do Brasil.

O Rancho Folclórico Eça de Queirós deu entrada com a dança “Sou poveira, sou poveirinha”, seguindo-se o “Fandango”, “Vira de Proa”, “Rosa Branca (música pertencente ao reportório do Rancho Tricanas da Lapa – Bairro Sul) e saindo de palco com a Marcha de São Pedro. A noitada de São Pedro realiza-se a 28 de Junho e, na Póvoa de Varzim, cada bairro faz um trono dentro das suas cores, do tipo altar e lembrando que cada bairro tem suas cores específicas para homenagear o santo. Durante essa festa onde não falta a sardinha, vinho e música, ocorrem os desfiles e as rusgas dos Ranchos dos bairros.

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Desde 1930 a Casa dos Poveiros tem sido um pedacinho da Póvoa de Varzim no Rio de Janeiro, divulgando com muito amor as tradições e cultura poveira.

De acordo com o seu historial oficial, “A ideia da criação de uma "Casa dos Poveiros" nasceu em 1929 na casa do alfaiate João Figueiras. No início pensou-se em criar grupos pró-Póvoa, tal como acontecia em Manaus, interligando os grupos de poveiros espalhados pelos estados do Brasil. Seria uma forma de unir as colônias poveiras e fazer propaganda da sua terra no país onde canta o sabiá. Dada a sua imensidão e a dificuldade de contactar os poveiros residentes nos mais recônditos lugarejos do país irmão, a ideia abortou. Na altura, era grande o surto de emigração para o Brasil. Gente nova à procura da árvore das patacas; fugindo dum país sem futuro, afogado em tristeza, desemprego e más condições de vida.

Nessa avalanche de jovens emigrantes poveiros, fervilhava urna sadia rivalidade desportiva entre o Varzim e o Sporting Clube da Póvoa, dois clubes que traziam colados ao coração. Habituados a conviver alegremente com as suas derrotas e vitórias, não podiam desabafar o fervor clubista por falta de lugares de convívio. Esse fervilhar do perde-e-ganha era "despejado" esporadicamente em qualquer esquina ou na mesa de um botequim em redor de um "chope" geladinho. Sabia a pouco, esse afiar de língua. Havia que se topar um local certo para se falar da Póvoa, dos amigos e dos clubes. Numa palavra faltava uma sede própria para matar saudades. Por outro lado, o caso do repatriamento dos pescadores poveiros chocou a jovem colônia emigrante. Se muitos pescadores regressaram à Póvoa para não se naturalizarem, outros por lá ficaram "vegetando" pelas praças com dificuldades econômicas. Era necessária e urgente uma instituição que lhes fizesse o cadastro e lhes tratasse das suas preocupações e necessidades. Esses dois itens, um local mata-saudades e uma instituição que zelasse pelos pescadores menos afortunados, foram o gatilho para a criação da "Casa dos Poveiros no Rio de Janeiro".

Por essa altura tinha regressado ao Rio, onde já estivera, João Figueiras (de seu nome João Joaquim Marques), que montou atelier de Alfaiataria na Rua Costa, 128. Como a casa era espaçosa, era lá que se reuniam alguns conterrâneos para falar dos assuntos da sua terra e da necessidade de se criar urna associação que conseguisse das autoridades brasileiras alguns benefícios para os pescadores poveiros que se fixaram no Rio. Reunião atrás de reunião, a certa altura os visitantes já não cabiam na sala de corte-e-cose de João Figueiras.

O entusiasmo e bairrismo era de tal ordem que se lançou a urgência de se criar uma "Casa dos Poveiros do Rio", custasse o que custasse. As reuniões passaram a ser diárias, João Figueiras desdobrava-se em contatos e os poveiros interessados multiplicavam-se. Finalmente, em 8 de Janeiro de 1930 era criada a "Casa dos Poveiros do Rio de Janeiro", tendo como patronos o herói "Cego do Maio" e o escritor "Eça de Queirós". Os fins vinham explícitos nos estatutos aprovados: promover a união entre poveiros; fazer a máxima propaganda da Póvoa, como a mais bela praia do norte de Portugal e por ela trabalhar em todos os sectores; prestar assistência aos nossos irmãos mais necessitados e concorrer para o progresso do Brasil, dignificando assim Portugal. Para começar, a Associação dos Empregados do Comércio do Rio cedeu o seu salão Nobre. Seguiram-se salas na Rua da Misericórdia, Mercado de São José e Constituição. Finalmente, no Conselho Diretor de Álvaro Silva foi adquirido o bonito palacete da Rua do Bispo, atual sede.

Na primeira Assembleia-geral de 8 de Janeiro de 1930 foram eleitos e empossados os seguintes poveiros: Presidente' David Martins; Vice-Presidente Vicente Gonçalves; 1º Secretário - António Fernandes e 2" Secretário - Modesto Rodrigues Maio; Tesoureiro Eusébio Marques Torres; Vogais - João Gumes Cruz e Arnaldo Miranda; Assembleia Geral - Presidente, Adelino Macieira; secretários - Manuel Francisco Marques e Américo Rodrigues, Maio; Conselho Fiscal - Dionísio Moreira Ribeiro, António Monte Novo e José Ferreira.”

Em relação ao seu rancho folclórico, “Os poveiros já tinham se instalado no palacete da Rua do Bispo e já possuíam um lugar para lembrarem da sua Cidade Natal, a Póvoa de Varzim. Mas ainda assim faltava algo para recordar suas danças e assim em 1952 foi fundado foi fundado o Rancho Folclórico da Casa com o nome, na época, de Rancho Folclórico da Casa dos Poveiros. Esse Rancho contribuiu para que ao longo dos anos, através da formação de casais, namoros e casamentos entre seus componentes.

Mas em 1985, através de uma resolução do Presidente na época, o nome do grupo foi alterado para RANCHO FOLCLÓRICO EÇA DE QUEIRÓS, em homenagem ao importante e ilustre escritor português e ilustre filho da Póvoa de Varzim, José Maria Eça de Queirós.”

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VIANA DO CASTELO ESCOLHE O PRESIDENTE DA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO PARA PRESIDIR À COMISSÃO DE HONRA DAS FESTAS DA SENHORA D'AGONIA

Presidente da Casa do Minho no Rio de Janeiro na Comissão de Honra

O Presidente da Casa do Minho no Rio de Janeiro, Agostinho da Rocha Ferreira dos Santos, foi escolhido pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, para a Comissão de Honra da Festa em Honra de Nossa Senhora da Agonia.

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O autarca elegeu o responsável pela Casa do Minho tendo em conta a tradição de delegar a função numa personalidade local, nacional ou internacional que contribua para a preservação do património cultural, etnográfico e artístico de Viana do Castelo. Para o edil vianense, a Casa do Minho tem sido um garante da preservação das tradições minhotas no Brasil.

Agostinho Ferreira dos Santos emigrou para o Rio de Janeiro a 20 de abril de 1959, ano em que viu pela primeira vez uma atuação do Rancho Casa do Minho, onde entrou como dançarino no mesmo ano. Até ao ano de 1975, altura em que assumiu a vice-presidência da Casa do Minho, foi dançarino, acordeonista e ainda diretor do grupo. Em 1980, foi eleito Presidente da Casa do Minho, cargo que ocupa até aos dias de hoje, é também Presidente da Obra Portuguesa de Assistência, tem o título de Comendador do Governo Português por serviços prestados à pátria, é diretor do Real Gabinete de Leitura e Sócio Conselheiro de diversas instituições luso-brasileiras.

"TURMA DA MÔNICA" VIAJA A PORTUGAL... E MOSTRA OS NOSSOS TRAJES TRADICIONAIS!

Embaixada de Portugal recebe lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal”

Brasília vai receber o lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal. As diferenças do português falado no Brasil e em Portugal” do escritor José Santos.

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O Camões – Centro Cultural Português em Brasília, a Editora IMEPH, e o escritor José Santos convidam para o lançamento no dia 11 de junho, às 19h, no auditório do Camões, I.P., seguida de uma sessão de autógrafos com o autor.

A obra é uma divisão editorial da Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a editora IMEPH. O lançamento oficial ocorreu na XVII Bienal Internacional do Livro de 2017, no Rio de Janeiro.

Em 13 capítulos, o livro mistura diversão com aprendizado da cultura portuguesa. Numa parceria com a Turma da Mônica e o desenhista Mauricio de Sousa, o escritor de família de origem portuguesa José Santos revela o significado de muitas palavras do português falado, até então desconhecidas pela maioria dos brasileiros.

Em “Uma Viagem a Portugal”, a Turma da Mônica acompanha o miúdo António Alfacinha, personagem criado por Mauricio de Sousa em 2007, em uma viagem pelas terras portuguesas.

O leitor conhecerá de perto como é a vida em Portugal, percorrendo mercados, escolas, estádios. Andará por praças e atravessará ruas e pontes. Será convidado a entrar nas casas, saber como é a sala, o quarto, a cozinha e até o banheiro.

Além desse passeio, o livro conta com mais de 250 palavras típicas do português de Portugal que foram destacadas, como matraquilhos, peúgas, esferovite, chávena e osga. E, a cada página, os personagens da Turma mostram ao leitor o significado de cada um desses termos no português falado e escrito no Brasil.

AUTORES

José Santos Matos é graduado em Comunicação pela UFJF (1983) e pós-graduado em Jornalismo Latino-Americano pelo Instituto de Periodismo José Marti, Havana, Cuba (1990). Mineiro de Santana do Deserto, onde nasceu em 1959, vive em São Paulo desde 1991. Escreve livros para crianças e jovens. Já publicou quinze livros, atingindo uma tiragem de 350 mil exemplares. Teve quatro de seus títulos selecionados para o catálogo da Bologna Children’s Books Fair. E cinco de seus livros foram escolhidos pelo Ministério da Educação para fazer parte do PNBE – Programa Nacional Biblioteca na Escola. Seus projetos foram feitos em parceria com importantes ilustradores como Alcy, Laurabeatriz, Girotto, Guazzelli, Jô Oliveira e Eliardo França.

Como diretor do Museu da Pessoa, organizou Memórias de brasileiros – uma história em todo canto e recontou depoimentos de infância concedidos ao museu no livro Crianças do Brasil – suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos, ambos lançados pela Peirópolis. Atualmente coordena o projeto Memória da Literatura InfantoJuvenil, que já entrevistou dezenas de escritores, ilustradores e editores. José Santos realiza também oficinas de rimas com seu filho Jonas, um escritor precoce e amante da poesia.

Maurício de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Maurício de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.

SERVIÇO

11 Junho – 19h

Lançamento do livro “Turma da Mônica: Uma Viagem a Portugal. As diferenças do português falado no Brasil e em Portugal”

Local: Auditório do Camões, I.P. em Brasília – Embaixada de Portugal

SES – Av. das Nações, Quadra 801 – Lote 2 – Brasília / DF

Entrada franca.

Informações: +55 61 3032-9636

Fonte:

https://www.mundolusiada.com.br/

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CENTENAS DE MINHOTOS AFLUÍRAM ONTEM À CASA DO MINHO NO RIO DE JANEIRO

Ontem foi dia de Arraial Minhoto na Quinta do Santoínho, no Rio de Janeiro. Houve caldo verde, sardinha assada, frango, febras e vinho verde a jorrar nas malgas. A animar este o Rancho Folclórico Maria da Fonte, o Grupo Folclórico Guerra Junqueiro e o grupo musical Amigos do Alto Minho. E, como estão no Brasil onde entre os irmãos brasileiros não faltam amigos do Minho – e da Casa do Minho do Rio de Janeiro – a festa contou ainda com a participação do Trio Josevaldo e Enio Baronne.

Centenas de pessoas encheram por completo o recinto da festa que durou cerca de 5 horas com muita animação, alegria e saudades da nossa região.

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PATRICK DIEGO É UM DOS RESPONSÁVEIS PELA CONTINUIDADE DO FOLCLORE MINHOTO NO RIO DE JANEIRO

O nosso Patrick frequentava as festas portuguesas da Igreja de Nossa Senhora da Penha, junto com os seus pais, onde já dançava e participava das brincadeiras, que lá aconteciam. Sendo assim a amiga da família, Sra Celeste, convenceu os seus pais a permitirem que ele frequentasse o Rancho Juvenil da Casa do Minho do Rio de Janeiro em 1993, aos 6 anos de idade.

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Com 10 anos, viajou pela primeira vez a Portugal com seus pais, e lá teve seu primeiro contato com o instrumento que mais tarde seria a sua grande paixão, a concertina. Começou com uma Hohner bem velhinha, que um amigo o emprestara para brincar e passar o tempo. Nos primeiros dedilhados dos botões, percebeu que conseguia tirar as músicas "de ouvido". Foi presenteado pela sua saudosa e querida avó Maria, com a sua primeira concertina. Com o passar do tempo, foi-se aprimorando com o instrumento e atualmente além de tocador, é professor de Concertina, já tendo ensinado mais de 50 pessoas essa belíssima arte.

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Aos 15 anos foi convidado pelo ensaiador Carlos Alberto para fazer parte do Rancho Folclórico Maria da Fonte, onde está até hoje.

Aos 16 anos, passou a ser ensaiador do Rancho Juvenil, ficando 6 no cargo.

No período em que esteve no Juvenil, teve o prazer de ir à Portugal por duas vezes com o Rancho Folclórico Português do RJ, em 1999 e 2000, Rancho da saudosa Sra Benvinda Maria.

Em 2014 teve a honra de viajar com o inigualável Rancho Maria da Fonte, e diz que foi uma viajem incrível e inesquecível.

Em 2005 passou à frequentar o CADEG para participar da festa portuguesa que ali se realizava, e mais tarde foi convidado pelos fundadores Hilário e Conceição Caridade à integrar a Banda Amigos do Alto Minho. Teve que enfrentar a sua timidez e, aos poucos, além de tocar passou à cantar e a liderar a Banda.

Patrick Diego, folclorista, ensaiador, dançarino, cantador, artista, tocador e professor de concertina, é um dos grandes responsáveis pela continuidade da cultura portuguesa, através da dança e da música.

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MONÇÃO CELEBRA DIA DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA

Amanhã, vai decorrer nas instalações da EPRAMI (Escola Profissional Alto Minho Interior), em Monção o Colóquio Portugal / Brasil – A descoberta continua, a partir de Monção, evento no qual a Casa Museu de Monção/Universidade do Minho também colabora.

Neste colóquio pretende-se celebrar o Dia da Comunidade Luso-Brasileira e o momento histórico em que Pedro Álvares Cabral avista terra do Brasil, onde é hoje Porto Seguro, a 22 de abril de 1500. Foi essa a data que o Senado Brasileiro aprovou como “Dia da Comunidade Luso Brasileira” - iniciativa que viria a ser ratificada por Portugal. A efeméride é celebrada em todo o Brasil, com grande empenho dos Portugueses, mas passa quase despercebida em Portugal. Esta iniciativa dará oportunidade de debate em torno de questões de Emigração, Cidadania e Lusofonia, a nível nacional, com particular enfoque para o Minho e, em especial, para Monção.

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MONÇÃO ESTÁ NO CENTRO DAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA

20 de abril, sexta-feira, pelas 9h30, na Escola Profissional de Monção. A sessão de encerramento será presidida pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luis Carneiro.

Convite

Monção comemora o Dia da Comunidade Luso-Brasileira com a realização do colóquio “Portugal/Brasil – A descoberta continua, a partir de Monção”, marcado para o dia 20 de abril, sexta-feira, pelas 9h30, na Escola Profissional de Monção. A sessão de encerramento será presidida pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luis Carneiro.

Promovida pela Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade “Mulher Migrante” com a colaboração da Câmara Municipal de Monção e apoio de várias entidades, esta iniciativa pretende celebrar o momento histórico em que Pedro Álvares Cabral avista terra no Brasil, onde é hoje Porto Seguro, no dia 22 de abril de 1500.

O colóquio dará a oportunidade de debate em torno de questões de emigração, cidadania e lusofonia a nível nacional, com particular enfoque no nosso concelho, através da apresentação de duas conferências proferidas por Ernesto Português e José António Barreto Nunes, dois ilustres cidadãos de mérito do concelho de Monção.

Com a presença de palestrantes especializados no estudo e investigação das relações entre Portugal e Brasil, o colóquio presta homenagem a Ruth Escobar, a primeira mulher eleita deputada à Assembleia do Estado de São Paulo e a primeira representante do Brasil nas Nações Unidas.

Além de promover a história da emigração junto da comunidade educativa, a presente iniciativa pretende reforçar o papel da língua e da literatura portuguesa na diáspora lusa, debater aspetos da história da emigração em termos nacionais e regionais e valorizar testemunhos que fazem parte da nossa realidade cultural e social.

MONÇÃO ESTÁ NO CENTRO DAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA

20 de abril, sexta-feira, pelas 9h30, na Escola Profissional de Monção. A sessão de encerramento será presidida pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luis Carneiro.

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Monção comemora o Dia da Comunidade Luso-Brasileira com a realização do colóquio “Portugal/Brasil – A descoberta continua, a partir de Monção”, marcado para o dia 20 de abril, sexta-feira, pelas 9h30, na Escola Profissional de Monção. A sessão de encerramento será presidida pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luis Carneiro.

Promovida pela Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade “Mulher Migrante” com a colaboração da Câmara Municipal de Monção e apoio de várias entidades, esta iniciativa pretende celebrar o momento histórico em que Pedro Álvares Cabral avista terra no Brasil, onde é hoje Porto Seguro, no dia 22 de abril de 1500.

O colóquio dará a oportunidade de debate em torno de questões de emigração, cidadania e lusofonia a nível nacional, com particular enfoque no nosso concelho, através da apresentação de duas conferências proferidas por Ernesto Português e José António Barreto Nunes, dois ilustres cidadãos de mérito do concelho de Monção.

Com a presença de palestrantes especializados no estudo e investigação das relações entre Portugal e Brasil, o colóquio presta homenagem a Ruth Escobar, a primeira mulher eleita deputada à Assembleia do Estado de São Paulo e a primeira representante do Brasil nas Nações Unidas.

Além de promover a história da emigração junto da comunidade educativa, a presente iniciativa pretende reforçar o papel da língua e da literatura portuguesa na diáspora lusa, debater aspetos da história da emigração em termos nacionais e regionais e valorizar testemunhos que fazem parte da nossa realidade cultural e social.

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MONÇÃO DEBATE RELAÇÕES ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

Colóquio Portugal / Brasil – A descoberta continua, a partir de Monção, dia 20 de abril, na EPRAMI

No próximo dia 20 de abril (6ª feira), vai decorrer nas instalações da EPRAMI (Escola Profissional Alto Minho Interior), em Monção o Colóquio Portugal / Brasil – A descoberta continua, a partir de Monção, evento no qual a Casa Museu de Monção/Universidade do Minho também colabora.

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Neste colóquio pretende-se celebrar o Dia da Comunidade Luso-Brasileira e o momento histórico em que Pedro Álvares Cabral avista terra do Brasil, onde é hoje Porto Seguro, a 22 de abril de 1500. Foi essa a data que o Senado Brasileiro aprovou como “Dia da Comunidade Luso Brasileira” - iniciativa que viria a ser ratificada por Portugal. A efeméride é celebrada em todo o Brasil, com grande empenho dos Portugueses, mas passa quase despercebida em Portugal. Esta iniciativa dará oportunidade de debate em torno de questões de Emigração, Cidadania e Lusofonia, a nível nacional, com particular enfoque para o Minho e, em especial, para Monção.

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