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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DE MIRANDA APOSTA NA ROBÓTICA

O nosso agrupamento está a desenvolver um projeto Erasmus, no âmbito da robótica. O projeto chama-se Sociable Robots e envolve 5 países: Portugal, Espanha, Letónia, Roménia e Polónia.

Este projeto, que tem a duração de dois anos, apresenta como objetivos a criação de contextos práticos para o desenvolvimento de competências digitais e linguísticas, a consciência das ameaças online aquando da utilização da internet, o desenvolvimento das competências pessoais e educacionais na elaboração de apresentações multimédia, a programação de robôs, e a promoção da interculturalidade, entre outros.

Na próxima semana (entre os dias 25 e 29 de outubro) decorrerá uma das mobilidades deste projeto, aqui em Braga. Ao longo desta semana são várias as atividades e iniciativas que serão levadas a cabo: desde apresentações multimédia sobre o tema e o trabalho de programação e robótica , workshops e contatos variados com as universidades (Uminho) e tecido empresarial ( DST), assim como visitas culturais de forma a dar a conhecer o país, a sua identidade e cultura (Braga, Guimarães e Porto).

É neste sentido que convidar V. Exas a estarem presentes e a fazerem a cobertura desta iniciativa. Muito nos honraria a vossa presença no agrupamento, informamos ainda que estarão asseguradas todas as medidas de segurança.

Seguem as atividades que consideramos mais significativas:

Dia 25: Apresentação do agrupamento (Sá-10h); Apresentação do clube de robótica da Universidade do Minho (Sá-11h); visita à Câmara e receção pela assessora da Vereadora da Educação (14h30),  

Dia 26: Apresentação do país e Programação de robôs humanoides com funções de discurso.(Sá- manhã); visita a Guimarães (tarde)

Dia 27: Trabalho com Robots (Sá-manhã)

Dia 28: Visita ao Porto

Dia 29: Apresentação DST - Mosaic (Sá- 9h30): Encerramento com concerto da Orquestra de Cordofones (Sá- 20h)

MILITANTES DE BRAGA DO CHEGA EXIGEM DEMOCRACIA E TRANSPARÊNCIA NO IV CONGRESSO

Democracia e transparência é a única forma de fazer política e esperar resultados que promovam um rumo certo e seguro, quer para Portugal, quer para o Distrito de Braga.

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É sob esta visão que um grupo de militantes, de gente simples, mas séria, vem trabalhando desde 2019 ao aderir às propostas do Partido CHEGA, por defender em sua génese e em seu manifesto valores fundamentais como: a liberdade, a pluralidade de opinião e a democracia: “O Chega promoverá uma verdadeira cultura de liberdade política e cultural, insurgindo-se fortemente contra os condicionamentos que persistem em manterse no espaço público e na discussão política em Portugal…”

Portanto, os denominados “ORIGINAIS”, decidiram continuar a defender o ADN do CHEGA, e mais uma vez, ao concorrer ao IV Congresso Nacional do Partido com uma lista independente (dita independente por não estar ligada aos cargos oficiais da distrital ou concelhia), pretendem ser a voz de uma política interna, de todo e qualquer militante, sem discriminação, sem “amiguismo e nepotismo”. A lista “Democracia e Transparência”, já apresentada a Mesa Nacional, é formada por 44 militantes dos vários concelhos do Distrito de Braga, encabeçada pela militante e empresária bracarense Mónica Lopes.

Para ela, “só garantimos a liberdade política quando honramos a democracia. Só somos democratas se assumirmos a transparência de todos os actos.”. Assim sendo, este grupo de militantes, defende que haja eleições para Distritais e Concelhias por considerar ser este um processo democrático de fazer política regional, e não concordam com nomeações por não garantir a TRANSPARÊNCIA e DEMOCRACIA, “nunca seremos favoráveis a essa forma de fazer política. Queremos fazer a diferença!”, ressalta Mónica Lopes. É nesta perspetiva que são convocados todos os militantes do Distrito de Braga a votarem, de forma agregadora, na lista “Democracia e Transparência” para delegados do Congresso CHEGA, no dia 06 de novembro entre as 10:00h e as 18:00h na sede do CHEGA Braga, Largo da Senhora Branca, no 56 – Piso

BRAGA: RICARDO RIO PARTICIPOU NA CIMEIRA ANUAL DO GLOBAL PARLIAMENT OF MAYORS

Cidades devem ter capacidade para “valorizar talento” dos migrantes

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, participou hoje, dia 21 de Outubro, numa sessão dedicada ao tema da migração climática integrada na Cimeira Anual do Global Parliament of Mayors (GPM), que se realiza entre os dias 21 e 23 deste mês.

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O Edil defendeu que os migrantes e refugiados representam um conjunto de talentos, ideias e empreendedorismo com o potencial de impulsionar as comunidades e economias dos territórios onde se inserem. “Sabemos que a crise climática levará a mais migrações e deslocamentos. As cidades necessitam que os organismos nacionais e as instituições internacionais reconhecem esta realidade como uma oportunidade, e não como uma ameaça, para o desenvolvimento dos territórios e ajudem a financiar e dar condições para que a integração na sociedade dos migrantes seja possível, garantindo o acesso adequado dos mesmos à habitação, saúde, educação e ao mercado de trabalho”, referiu.

Assumindo que o talento e potencial dos migrantes continua por explorar, tal como foi identificado no relatório ´Talento em movimento´, da UNICEF, Ricardo Rio lembrou que esta é ainda uma oportunidade para contrariar as ameaças inerentes ao envelhecimento demográfico dos territórios.

O GPM adoptou a iniciativa denominada ´Talent Cities´, com o objectivo de aumentar a capacidade dos responsáveis políticos das cidades para garantirem a criação e captação de talentos. Braga, que tem Ricardo Rio como membro da Comissão Executiva do GPM, está a liderar esta iniciativa, que se insere na criação de um Hub Internacional de Talento que agregará diferentes Cidades do planeta.

BRAGA: JUNTA DA UNIÃO DAS FREGUESIAS DE NOGUEIRA, FRIÃO E LAMAÇÃES PROMETE CONVERGÊNCIA

Cumprindo as regras sanitárias, o auditório da Freguesia de Nogueira encheu-se hoje à noite para testemunhar a instalação dos novos órgãos de poder local da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, cabendo a José A. Pinto Matos a presidência do executivo e a Luís Carlos Fernandes a presidência da Mesa da Assembleia.

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Apenas o PS — com cinco mandatos — apresentou listas para os dois órgãos, tendo a Junta de Freguesia sido eleita com 6 votos a favor, quatro abstenções e três votos nulos. A Junta é constituída por Pinto de Matos (presidente), Ana Margarida Carvalho, André Matos, Susana Leite e Rui Pedro Ramos.

O novo presidente da Junta da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães agradeceu a presença dos eleitores na sala e dos eleitos para a Assembleia de Freguesia e para a a Junta. Prometeu um mandato “em diálogo” em que “saberemos encontrar pontos de convergência, com total disponibilidade e proximidade”.

Pinto de Matos prometeu uma Junta “aberta e incentivadora da participação dos cidadãos”, assumindo os compromissos assumidos na campanha eleitoral. Na Mesa da Assembleia de Freguesia, Luís Carlos Fernandes, Sandra Fernandes e Inês Oliveira Fernandes foram eleitos com seis votos a favor, cinco brancos e dois nulos.

Goreti Machado, anterior presidente da União, saudou o novo ciclo democrático, agradeceu aos elementos que trabalharam consigo ao longo dos últimos oitos anos, incluindo a Câmara Municipal, e seus técnicos, PSP, Polícia Municipal, Ministério Público e Segurança Social.

Concluiu com votos de “coragem, perseverança e dedicação aos vencedores das eleições de 26 de Setembro”.

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BRAGA: FINANCIAMENTO COMUNITÁRIO DEVE CORRESPONDER À "QUALIDADE E AMBIÇÃO" DOS PROJECTOS DESENVOLVIDOS NO TERRITÓRIO

Ricardo Rio participou na Conferência ‘Fundos Europeus: o Minho e a Galiza’

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, defendeu hoje, dia 18 de Outubro, durante a Conferência ‘Fundos Europeus: o Minho e a Galiza’, que o financiamento comunitário - seja através do Plano de Recuperação e Resiliência ou do novo Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - deve corresponder à qualidade dos projectos e iniciativas desenvolvidas no território.

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“Sabemos o caminho que queremos traçar, os objectivos que queremos atingir e uma certeza que partilhamos é a de que é justo canalizar recursos para concretizar essas mesmas ambições, pelo que esperamos que os fundos sejam suficientes e cheguem da forma mais transparente possível aos destinos”, afirmou o Autarca, adiantando que o ´pior erro´ que a região poderia cometer seria seguir a logica de primeiro identificar as oportunidades de financiamento e só depois pensar na sua própria estratégia de desenvolvimento.

O Edil lembrou que as instituições do Minho têm sabido assumir uma logica de colaboração, contribuindo para um desenvolvimento mais integrado e conectado às autoridades públicas e à sociedade civil. “Essa capacidade tem sido determinante para alimentar a capacidade inovadora do território e ajudá-lo a ser o verdadeiro motor de desenvolvimento do nosso país, com a criação de novas empresas, emprego qualificado e o reforço da capacidade exportadora”, disse, elogiando a relação cada vez mais próxima com a Galiza e salientando as oportunidades que dai resultam: “Tanto a CCDR-N como o Governo Regional da Galiza têm dado um forte impulso a esse espirito de colaboração com a identificação de áreas concretas de trabalho que permitem fortalecer a euro-região”,

A Conferência, realizada no Altice Forum Braga, foi organizada pela Confederação Empresarial da Região do Minho, que tem a Associação Empresarial de Braga (AEB) como uma das suas parceiras.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a ministra da Coesão, Ana Abrunhosa, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e o ministro do Planeamento, Nelson de Souza, foram algumas das personalidades que participaram na conferência para debater os fundos europeus para o Minho e a Galiza.

Para além das entidades já referidas, nesta conferência foram também oradores, entre outros, Alberto Núñez Feijóo, presidente do Governo Regional da Galiza; António Cunha, presidente da CCDR-N; o eurodeputado minhoto José Manuel Fernandes; Miguel Alves, presidente do Conselho Regional do Norte da CCDR-N; Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP - Associação Empresarial de Portugal; João Vieira Lopes, presidente da CCP - Confederação do Comércio e Serviços de Portugal; e António Saraiva, presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal.

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BRAGA: ODS DEVEM TRADUZIR-SE EM ACÇÕES CONCRETAS E ADAPTADAS ÀS NECESSIDADES DOS TERRITÓRIOS

Ricardo Rio sublinhou importância dos ODS em conferência sobre sustentabilidade

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, participou ontem, dia 14 de Outubro, no Seminário “Dia da Sustentabilidade: limpeza verde e serviços circulares”, organizado pela ´EFCI - European Cleaning and Facility Services Industry´.

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Na ocasião, Ricardo Rio sublinhou que os Objectos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) devem ser encarados como prioritários, adiantando que o Comité das Regiões tem trabalhado lado-a-lado com os governos locais e regionais de toda a Europa no esforço de aproximar dessa forma a Agenda 2030 dos territórios, dos indústria e dos cidadãos.

“Os ODS precisam de ser traduzidos em políticas e acções concretas que devem ser adaptadas às especificidades e necessidades territoriais, bem como a diferentes indústrias e sectores”, afirmou, saudando o compromisso assumido pela EFCI em contribuir para os ODS, particularmente nas áreas da saúde, saneamento, emprego, direitos laborais e igualdade de género: “Têm nas mãos o importante papel de continuar a fornecer serviços essenciais ao mesmo tempo que reduzem o impacto ambiental das actividades e mantêm uma responsabilidade social elevada”.

Para se alcançarem os ODS, referiu o Autarca, é fundamental uma verdadeira parceria multinível que envolva governo, sector privado, sociedade civil e cidadãos. “Em conjunto podemos alcançar resultados bastante mais favoráveis do que se actuarmos individualmente”, garantiu, salientando que a inovação proveniente do sector privado é essencial para impulsionar a mudança.

Segundo Ricardo Rio, os ODS desempenham ainda um papel essencial no processo de formulação de políticas públicas. “Nos últimos anos temos assistido a uma diminuição da atenção aos ODS no nível da União Europeia, em contraciclo com o crescimento envolvimento de sectores, regiões e cidades nos mesmos. Corre-se o risco de termos um desencontro entre as prioridades da UE e o Acordo Verde Europeu e as iniciativas locais para implementar os ODS”, disse.

Por estes motivos, o Autarca finalizou a sua intervenção apelando a uma abordagem integrada dos ODS pela Comissão Europeia e a uma estratégia abrangente, com metas claras, que conduza à sua implementação efectiva a nível da União Europeia. “Este é o momento de agirmos e reconstruirmos para melhor as nossas economias e sociedades, até porque, devido à pandemia, temos assistido pela primeira vez em 20 anos a regressões na taxa global de pobreza extrema e nível educativo. A Covid-19 foi responsável pelo equivalente a 255 milhões de empregos em tempo integral em todo o mundo e a crise climática continua a ser uma enorme ameaça que necessita de ser enfrentada”.

RICARDO RIO, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGA PARTICIPOU NA CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DA EUROPA WORKSHOP DIGITAL "EDC-LOCAL SOBRE EMPREENDEDORISMO NOS MUNICÍPIOS

Proximidade e participação cívica são elementos determinantes para alcançar Desenvolvimento Sustentável

A proximidade entre as autoridades locais e os cidadãos, a consciencialização cívica e o alinhamento estratégico com as diversas instituições, são os principais factores para que as cidades possam alcançar os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e corresponder aos desafios impostos pelas alterações climáticas. A ideia foi defendida por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a conferência sobre o Futuro da Europa, que decorreu esta Quinta-feira, no âmbito da Semana Europeia das Regiões e das Cidades.

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Segundo o Autarca Bracarense, a Europa tem de saber fortalecer o seu compromisso com o Desenvolvimento Sustentável e valorizar o papel das autoridades locais, dando o exemplo de Braga no fomento da participação cívica de cidadãos e instituições.

“Quando falamos de sustentabilidade e alterações climáticas, e de acordo com um estudo da OCDE, 65% dos ODS só podem ser atingidos a nível local e é a nível local que podemos verificar a ponderação e implementação desses mesmos objectivos, tendo em conta o conforto económico e o bem-estar dos cidadãos”, referiu Ricardo Rio num painel onde os participantes foram convidados a dar testemunho das iniciativas desenvolvidas a nível local de forma a fomentar a democracia a nível urbano.

Projectos de nível ambiental como ‘Florestar Braga’, de estímulo ao uso eficiente de energia juntos dos mais jovens como o ‘A minha Escola é Eficiente’, de mobilidade como o ‘School Bus’, ou de intervenção das zonas fluviais como o ‘Projecto Rios’ e a valorização da biodiversidade e dos espaços verdes, foram alguns dos exemplos partilhados pelo Autarca, aos quais os parceiros europeus deram especial atenção. “Precisamos de uma mobilização colectiva para alcançar os objectivos e em Braga temos desenvolvido vários projectos envolvendo jovens, menos jovens, instituições e escolas, E é, principalmente, nas escolas que devemos apostar se queremos construir uma Cidade melhor para o futuro”.

Contributo dos cidadãos no desenvolvimento de políticas é “uma questão cultural”

Questionado sobre quais os aspectos que levam os cidadãos a sentirem-se parte integrante das políticas adoptadas pelas autoridades locais, Ricardo Rio considerou que essa mesma participação tem de ser estimulada colocando todas as ferramentas ao alcance de todos.

“A participação cívica é uma questão cultural. Desde que este Executivo foi eleito, em 2013, sempre incentivamos a participação dos cidadãos através dos diversos Conselhos Municipais de forma a alinharmos planos e perspectivas de futuro. Criámos também o Orçamento Participativo e desenvolvemos várias iniciativas e projectos provenientes da sociedade civil e, assim, conseguimos chegar ao cidadão”, explicou o Autarca, dando ainda o exemplo da estratégia de Braga para ser Capital Europeia da Cultura em 2027, através de um plano de acção com um horizonte temporal até 2030, elaborado em conjunto com as mais variadas instituições.

Para o futuro, Ricardo Rio aponta a sustentabilidade do modelo de governação como um dos principais desafios, sustentando que essa governação terá de ser uma espécie de “contrato de confiança assinado entre as autoridades e os cidadãos, onde eles devem ser ouvidos e, mesmo não estando de acordo com os seus contributos, eles têm de saber que são ouvidos e tidos em consideração e nós, autoridade local, temos a obrigação de prestar contas e darmos a conhecer os resultados das nossas políticas, para que elas possam ser permanentemente avaliadas”.

Além de Ricardo Rio, o painel contou com a participação de Antje Grotheer, vice-presidente do Parlamento de Bremen, na Alemanha, Pehr Granfalk, membro do Conselho Municipal de Solna, na Suécia, e Juhana Vartiainen, presidente da Câmara de Helsínquia, capital da Finlândia.

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CUPERTINOS REALIZAM CONCERTO EM BRAGA

No dia 21 de Outubro, pelas 21h30, na Basílica dos Congregados, realiza-se um concerto pelo Grupo Vocal Cupertinos. A entrada é livre.

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Um dos aspectos mais ricos e fascinantes da música sacra na Europa das primeiras décadas do século XVIII decorre da simultaneidade, à primeira vista paradoxal, entre a continuidade e a renovação dos repertórios.

Neste concerto apresenta-se um programa que põe em relevo distintos matizes da confluência destas aparentemente antagónicas dinâmicas na prática performativa do nosso país, por meio de um alinhamento integralmente presente em fontes manuscritas setecentistas.

A par das composições em stile antico da autoria de Pedro Vaz Rego (1673-1736), Domenico Scarlatti (1685-1757) e João Rodrigues Esteves (c1701-1752), sublinham-se os acrescentos e arranjos de Manuel Soares (m1756) a obras de Manuel Mendes (c1547-1605) e Fernando de Almeida (c1600-1660). São ainda evocadas duas efemérides assinaladas ao longo do ano de 2021: o 5º centenário do desaparecimento de Josquin des Prez (c1450-1521) e o provável 450º aniversário natalício de Filipe de Magalhães (c1571-1652).

O concerto conta com direcção musical de Luís Toscano.

BRAGA: LABORATÓRIOS VIVOS SÃO OPORTUNIDADES PARA CIDADES TESTAREM SOLUÇÕES INOVADORAS AO NÍVEL DA SUSTENTABILIDADE

Ricardo Rio destacou papel da ciência na transição verde durante sessão da Semana Europeia das Regiões e das Cidades

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, participou hoje, 13 de Outubro, numa sessão dedicada ao tema ´O papel das regiões no processo de recuperação de pesquisa e inovação´. A iniciativa inseriu-se na Semana Europeia das Regiões e das Cidades, que decorre até esta Quinta-feira.

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Sendo as regiões e as cidades os principais intervenientes na resolução dos desafios sociais e ambientais que a União Europeia enfrenta para alcançar um futuro verde e digital, neste painel discutiu-se o papel catalisador da pesquisa e da inovação para alcançar essas transições – desempenhando os órgãos de poder local e regional um papel crucial.

O Autarca realçou a importância da ciência, dos centros de investigação, da produção de conhecimento e dos laboratórios vivos nas Cidades para construir soluções a uma escala reduzida que possam posteriormente, em caso de sucesso comprovado, ser replicadas em contextos de maior dimensão.

“Em Braga temos o caso do BUILD - Braga Urban Innovation Laboratory Demonstrator, que através de parcerias com a Universidade do Minho, o Centro de Computação Gráfica e o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) desenvolve e valida novas tecnologias, serviços e aplicações com vista a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e a intensidade carbónica”, afirmou, destacando ainda o projecto ´Baterias 2030´, um consórcio dedicado à investigação na área da produção, armazenamento e gestão de energia que conta com a colaboração do Município de Braga.

Neste contexto, Ricardo Rio destacou ainda que o Pacto Ecológico Europeu deve ser encarado como uma oportunidade económica capaz de criar crescimento, novas empresas e trabalho qualificado, defendendo que as Cidades tenham a possibilidade de acesso a financiamento para concretizar projectos inovadores e mobilizadores que reúnam vários parceiros. Já sobre os fundos Plano de Recuperação e Resiliência, o Autarca afirmou a necessidade de ´descentralização, transparência e ambição´ na sua aplicação.

Ricardo Rio destaca contributo do poder local na concretização dos ODS

Ainda no âmbito da Semana Europeia das Regiões e das Cidades, Ricardo Rio interveio numa sessão de trabalho sobre o contributo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na recuperação dos territórios.

Destacando o papel crucial dos líderes locais na concretização destes objectivos, Ricardo Rio referiu que Braga está empenhada em fazer progressos nesta área e que tem conseguido incorporar os ODS e a Agenda 2030 em todas as áreas da atuação municipal. Um dos projetos a concretizar nos próximos quatro anos é a implementação do BRT – Bus Rapid Transit, uma solução que terá um impacto transformador ao nível da promoção de uma mobilidade urbana mais sustentável na Cidade.

Na mesma linha, o Autarca deu também conta da promoção do crescimento económico inclusivo e da industrialização através do Innovation Eco-Village, que será ser desenvolvido em estreita cooperação com a Universidade do Minho e com parceiros privados. “Estes e outros projetos, como o MedTech, que visa a promoção das indústrias relacionadas com tecnologia e medicina, vão contribuir decisivamente para o avanço dos ODS 8 (Trabalho Digno e Crescimento Económico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestruturas) ou 12 (Produção e Consumo Sustentáveis), por exemplo”, referiu o Edil.

Recorde-se que Ricardo Rio foi escolhido pelo Comité das Regiões como relator para este tema, em função do seu envolvimento pessoal na temática e pelo papel liderante que Braga tem assumido a nível nacional e internacional. Também no Comité das Regiões, Ricardo Rio é o representante português no Grupo de Trabalho para o “Green Deal”, assumindo a responsabilidade de ser um dos Embaixadores do Covenant of Mayors para o Clima e Energia.

PCP ASSINALA CENTENÁRIO DE VICTOR DE SÁ, CONSTRUTOR MILITANTE DA CULTURA E DA LIBERDADE

A 14 de Outubro de 2021, assinala-se o Centenário do nascimento de Victor de Sá, destacado antifascista do concelho e do distrito de Braga, livreiro, escritor e editor, historiador, investigador e professor universitário, que foi também o primeiro deputado do PCP eleito no distrito de Braga, entre 1980 e 1981.

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A sua personalidade multifacetada é a de um lutador coerente e persistente, divulgando a cultura, sistematizando reflexão e conhecimento, intervindo para transformar a realidade do seu tempo, pela liberdade, a democracia e o socialismo.

A DORB do PCP evoca e homenageia a grande contribuição de Victor de Sá para a luta dos comunistas, de todos os democratas e patriotas, constituindo um exemplo e um legado que perdurará bem para lá do seu Centenário.

Dando sequência ao conjunto de iniciativas que assinalam o Centenário de Victor de Sá, anunciamos a realização da sessão de apresentação pública da reedição da obra “Fascismo no quotidiano”, a ter lugar no sábado, 16 de Outubro, pelas 17h30, no Museu Nogueira da Silva (Avenida Central, 61, Braga), com a presença de Francisco Melo, da editora “Página a Página”, Fernanda Ribeiro, Professora na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e autora do prefácio a esta edição, e de Manuel Rodrigues, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP e Diretor do jornal “Avante!”

Este conjunto de iniciativas teve início com a Conferência “Victor de Sá: uma vida de acção cívica, política e cultural”, no dia 2 de Junho, no Theatro Circo. Incluiu também uma exposição evocativa no espaço da Organização Regional de Braga na edição deste ano Festa do Avante!.

Depois de ter apresentado em sede da Câmara de Braga um conjunto de propostas alusivas ao Centenário de Victor de Sá, o PCP continuará a bater-se pela concretização das iniciativas então aprovadas unanimidade no Executivo Municipal, nomeadamente:

  • A colocação de uma placa alusiva ao Centenário de Victor de Sá no passeio frente ao local onde funcionou a livraria Victor, na rua dos Capelistas, em Braga;
  • A atribuição do nome de Victor de Sá a uma sala de leitura da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva;
  • A promoção do Roteiro da Resistência, dirigido à população estudantil do município de Braga e a turistas, visando a identificação dos espaços de encontro dos democratas e antifascistas de Braga, explicando a sua atividade e o seu papel na luta pela liberdade e democracia;
  • A promoção de um concurso de ideias para elaboração de peça escultórica alusiva à Resistência e Luta pela Democracia, com vista à sua colocação em espaço público junto ao Theatro Circo, local de manifestações pela liberdade;
  • A realização de uma sessão evocativa da vida e obra de Victor de Sá;
  • A reedição, através da Fundação Bracara Augusta, da obra de Victor de Sá intitulada “Testemunho de um Tempo de Mudança” e a sua disponibilização gratuita em formato e-book na página do município na Internet.

A DORB do PCP saúda ainda as iniciativas evocativas do Centenário de Victor de Sá organizadas em Braga, Porto e Lisboa, e as respetivas entidades organizadoras: Universidade do Minho, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Universidade do Porto e Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, entre outras.

Joaquim Victor Batista Gomes de Sá nasceu em 14 de outubro de 1921, na freguesia de Cambeses, em Barcelos, mas cedo se transferiu para Braga, cidade onde viveu grande parte da sua vida e desenvolveu o seu percurso profissional, cívico e político. Estudou no Liceu de Sá de Miranda e dedicou-se à atividade cultural em Braga. Em 1942, criou a “Biblioteca Móvel”, levando a leitura a cidadãos sem recursos nas cidades ou nos meios rurais. Em 1947, abriu em Braga a Livraria Victor, à qual, mais tarde, juntou o nome “Centro Cultural do Minho”. Esta foi um verdadeiro centro de difusão do livro e ponto de encontro de muitos leitores, em especial do Norte do País. Fruto da sua atividade cultural e política, foi por oito vezes detido pela PIDE, acusado de integrar o Partido Comunista Português. É autor de inúmeras publicações, tendo ao longo da vida mais de 600 títulos de artigos e mais de 30 livros.

A sua atividade de publicista iniciou-se publicamente em 1937, no jornal Correio do Minho, do qual viria a ser, após o 25 de Abril de 1974, diretor provisório. Participou ativamente nas candidaturas presidenciais de Norton de Matos (1948), Arlindo Vicente e Humberto Delgado (1958). Dinamizou as candidaturas da Oposição pelo distrito de Braga à Assembleia Nacional, integrando as respetivas listas em várias delas. Participou nos Congressos Republicanos de Aveiro. Em 1959 terminou a sua licenciatura em Ciências Históricas e Filosóficas na Universidade de Coimbra e concorreu a professor do ensino secundário. Foi nomeado professor da Escola Comercial e Industrial de Braga, mas foi impedido, por “desnomeação”, de tomar posse do lugar, por ação direta de alguns próceres bracarenses do regime e decisão do Conselho de Ministros. Na Universidade de Sorbonne desenvolveu o aprofundamento científico que lhe permitiu apresentar a sua tese e obter o grau de doutoramento em História pela Universidade de Paris. O seu doutoramento só foi reconhecido em Portugal em 1975. Foi Professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1974-1991), Universidade do Minho e Universidade Lusófona, de cuja Biblioteca foi obreiro e diretor, e que hoje leva o seu nome. Doou o seu espólio documental à Biblioteca Pública de Braga. Tomou a iniciativa mecenática do Prémio de História Contemporânea, que hoje leva o seu nome e é promovido pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho) e vai já na sua 30ª edição.

Agiu num grupo de democratas que, a partir de Braga, trabalharam incansavelmente para as movimentações da Oposição com vista ao derrube do fascismo. No “Verão Quente” de 1975 foi vítima de ameaças dos terroristas do MDLP, tendo a sua livraria sido objeto, em várias noites, de apedrejamento e tiros. Foi o primeiro deputado à Assembleia da República eleito pelo PCP no círculo eleitoral de Braga, tendo desempenhado essa função entre 1980 e 1981, onde presidiu à Comissão Parlamentar de Cultura e Ambiente e subscreveu vários projetos de lei, entre os quais um de defesa do património arqueológico, outro sobre as associações de defesa do património cultural e outro ainda sobre os direitos dos trabalhadores-estudantes.

Em 1990 recebeu do Presidente Mário Soares a Comenda da Ordem da Liberdade. Faleceu em Braga, em 31 de Dezembro de 2003.

BRAGA: AGERE ACCIONOU PLANO DE LIMPEZA NA FALPERRA

Após o FIA Hill Climb Masters empresa municipal colocou em marcha plano de acção

O FIA Hill Climb Masters, que teve lugar no passado fim-de-semana, juntou em Braga milhares de aficionados do desporto automóvel que tiveram a oportunidade de ver ao vivo um evento de nível mundial e de comprovar a capacidade de organização da Cidade e das suas instituições.

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Como habitualmente para este tipo de eventos, a AGERE colocou em marcha um plano de acção e está a recolher os resíduos que foram depositados ao longo de toda a área. Durante a prova a empresa municipal mobilizou cerca de 20 colaboradores e colocou 12 papeleiras de 140 litros de capacidade junto ao paddock e 20 contentores com capacidade de 3.750 litros espalhados ao longo de todo o percurso e junto às zonas de público e dos locais de venda ambulante de bebidas e comida.

“Desde o início da prova que tivemos uma equipa permanente para tratar da limpeza de toda a zona. Logo que a prova terminou, mobilizamos as nossas equipas e meios para a Falperra que começaram a percorrer o terreno numa extensão de 4 km. A limpeza está a ser feita a uma média de 1 km por dia, o normal neste tipo de eventos, uma vez que a limpeza de uma Rampa da Falperra demora normalmente entre 4 a 5 dias”, explica Rui Morais, presidente do Conselho de Administração da AGERE, sublinhando que mesmo com uma frequente utilização dos contentores por parte do público, “ainda assim houve lixo depositado fora dos equipamentos e estes não esgotaram a sua capacidade de recolha”.

Para o FIA Hill Climb Masters, foram ainda disponibilizadas viaturas equipadas com sopradores e varredeiras que estiveram em permanente funcionamento durante 12 horas no Sábado e 12 horas no Domingo. Foi também mobilizado um camião de 15 metros de recolha de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), e um camião de recolha traseira para o lixo que foi depositado fora dos contentores.

“Com os diversos meios mobilizados para o efeito, estivemos mais uma vez à altura de um evento que atraiu milhares a Braga. A nossa preocupação é garantir que os locais onde a prova se realizou fiquem rapidamente limpos e com o mínimo impacto possível”, conclui Rui Morais.

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A MAÇONARIA NO MINHO EM 1935

Grande Oriente Lusitano dispunha de lojas e triângulos em Braga, Viana do Castelo, Âncora, Afife, Barcelos e Arcos de Valdevez

A Maçonaria viveu durante o Estado Novo um dos seus momentos mais difíceis. O deputado à Assembleia Nacional apresentou um projecto-de-lei sobre sociedades secretas visando a dissolução da Maçonaria.

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Em 27 de Março de 1935, a Câmara Corporativa, através de um extenso e detalhado relatório, emite o seu parecer favorável, documento que é publicado no Diário das Sessões da Assembleia Nacional em 2 de Abril de 1935. O documento veio subscrito por Domingos Fezas Vital, Afonso de Melo, Gustavo Cordeiro Ramos, José Gabriel Pinto Coelho e Abel de Andrade (relator).

A proposta de Lei é aprovada por unanimidade na Assembleia Nacional em 6 de Abril de 1935 e publicada em Diário do Governo, I Série, em 21 de Maio de 1935.

Em 31 de Janeiro de 1935, o General Norton de Mattos – à altura Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano – endereçou o seu protesto junto de José Alberto dos Reis, presidente da Assembleia Nacional e antigo maçon. Em 4 de Abril desse ano, apresenta a sua demissão de Grão-Mestre e a Maçonaria entra em triangulação ou seja, a sua organização em células com um número mínimo de três obreiros.

À altura da sua ilegalização, o Grande Oriente Lusitano contava no Minho com a seguinte organização:

Em Braga a loja Luz e Liberdade com 47 membros.

Em Viana do Castelo a loja Fraternidade com 75 membros.

Em Âncora a loja Vedeta do Norte com 12 membros.

Em Afife um triângulo com 6 membros.

Em Barcelos um triângulo com 4 membros.

Em Arcos de Valdevez um triângulo com 6 membros.

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BRAGA: INSCRIÇÕES PARA O MERCADO DAS FLORES 2021

A Praça do Município, em Braga, irá acolher nos dias 30 e 31 de Outubro e na manhã do dia 1 de Novembro, o tradicional ‘Mercado das Flores’, que decorre da celebração religiosa relativa ao Dia dos Fiéis Defuntos e Dia de Todos os Santos.

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As inscrições para os comerciantes decorrem nos dias 20 e 22 de Outubro mediante o seguinte calendário:

  • 20 de Outubro– Para comerciantes de flores, com banca no mercado municipal, estabelecimento no Concelho de Braga ou produtor ocasional de flores residente em Braga.
  • 22 de Outubro– Para outros comerciantes e/ou produtores ocasionais de flores (fora de Braga), limitado aos lugares sobrantes.

De referir que os comerciantes devem apresentar o comprovativo do Início de actividade, declaração da respectiva Junta de Freguesia comprovando que o requerente é um pequeno produtor de flores e, reside em Braga, ou do recibo de pagamento do lugar no Mercado Municipal.

O espaço de realização do Mercado das Flores será em talhões individuais de 2mx2m, devidamente identificados e escolhidos por ordem de inscrição, com o limite de 2 talhões por cada comerciante. O valor da taxa por cada talhão de 26,80€, de acordo com a tabela de taxas 2021.

Na Praça do Comércio apenas deverão estar as floristas com loja/residentes em Braga, enquanto no cemitério, a venda apenas será autorizada aos quiosques de flores aí instalados durante todo o ano e aos estabelecimentos comerciais, devidamente licenciados para o efeito.

A montagem do espaço poderá ser efectuada a partir das 07h00 do dia 30 de Outubro, sendo que a venda decorre entre as 07h30 e as 19h30, com a excepção do dia 1 de Novembro, último dia do Mercado, onde a venda encerra às 13h00.

As inscrições deverão ser efectuadas entre as 9h00 e as 17h30, no Balcão Único de atendimento, localizado no edifício do Convento do Pópulo. Excepcionalmente, nos dias de inscrição no Mercado das Flores 2020, o atendimento presencial será efectuado por ordem de chegada, não sendo por isso sujeito a marcação prévia.

O edital pode ser consultado no site da Câmara Municipal de Braga em: https://bit.ly/3mQJfbc

MEIA MARATONA DE BRAGA VOLTA À ESTRADA A 17 DE OUTUBRO

Depois de um ano e meio de interregno devido ao contexto pandémico vivido em todo o mundo, a Meia Maratona de Braga vai voltar à estrada a 17 de Outubro. A prova, com o carimbo de qualidade da Runporto, vai ainda contar com uma Mini Maratona de 6 km sem fins competitivos.

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Para esta prova, que marca o regresso de Braga às grandes provas nacionais de atletismo, são esperados mais de 2 mil participantes que vão fazer deste evento mais um ponto alto das competições desportivas do Concelho.

Uma prova recebida com todo o entusiasmo por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e que cumpre com um dos pilares estratégicos da actuação deste Executivo Municipal de promoção da actividade desportiva junto de todos os Bracarenses.

“Recebemos esta prova com emoção pelo seu regresso após todos os problemas que ultrapassamos devido à pandemia; com ambição de voltar em grande aos grandes eventos; com gratidão a quem participa organiza e continua a acreditar nestas iniciativas e, também, pedindo compreensão a todos os Bracarenses pelos constrangimentos que uma organização desta natureza acarreta”, referiu o Autarca, sustentando que esses mesmos constrangimentos, apesar de pontuais, “fazem parte da vida de uma cidade com o dinamismo que Braga apresenta em todos os sectores da sociedade”.

Para esta prova estão assegurados todos os procedimentos de segurança, sendo exigido o certificado de vacinação ou um teste negativo no momento de levantamento do dorsal. Antes da partida é obrigatório o uso de máscara e, após o final do percurso, será fornecida uma máscara a cada participante.

O percurso desta quinta edição da Caravela Seguros Meia Maratona de Braga mantém-se inalterado, com início marcado para as 10h00 de Domingo, com partida e chegada na Av. João Paulo II.

A apresentação da prova decorreu esta Segunda-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho e, além de Ricardo Rio, marcaram presença a nesta sessão a vice-presidente da Autarquia Bracarense, Sameiro araújo, Jorge Teixeira da Runporto, Davide Castro da Caravela Seguros, e José Teixeira da BMCar, empresas patrocinadoras da Meia Maratona de Braga.

As inscrições decorrem online no site da Runporto em www.runporto.com

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BRAGA NA FASE FINAL DO PRÉMIO "CIDADE INOVADORA EM ASCENÇÃO NA EUROPA"

Defesa da candidatura decorreu hoje no Theatro Circo

Braga é uma das Cidades semifinalistas do prémio “Cidade inovadora em ascensão na Europa”, uma iniciativa promovida pelo Conselho Europeu de Inovação e pela Agência Executiva das PME para destacar o trabalho feito nesta área por Municípios com uma população entre 50 mil e 250 mil habitantes.

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Seleccionadas por um conjunto de especialistas independentes entre um total de 39 candidaturas, Braga irá disputar este título europeu com Cascais, Castellón de la Plana (Espanha), Haarlem (Holanda), Leeuwarden (Holanda), Ludwigsburg (Alemanha), Trondheim (Noruega) e Vantaa (Finlândia).

No âmbito desta candidatura, realizou-se hoje, 11 de Outubro, no Theatro Circo, a defesa da candidatura de Braga diante de um júri de peritos independentes de alto nível por uma equipa constituída por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal, António Cunha, presidente da CCDR-N, Luís Rodrigues, Director da Start-Up Braga, e Carlos Santos, membro da Human Power Hub.

Os membros do júri seleccionarão três finalistas. O vencedor e os dois segundos classificados por categoria serão anunciados na Cimeira do Conselho Europeu de Inovação, nos dias 24 e 25 de Novembro. O vencedor da categoria “Cidade inovadora em ascensão na Europa” receberá 500 mil euros, com as duas cidades vice-campeãs a receberem 50 mil euros cada.

Todos os semifinalistas serão convidados a participar num grupo de cidades pioneiras que expandem activamente os limites da inovação urbana.

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BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO "TERRA DE SONHOS - SER MULHER NA ÍNDIA RURAL"

Terça-feira, dia 12 de Outubro, pelas 18h00, na Praça da República

O Município de Braga convida o vosso órgão de comunicação social a acompanhar a inauguração da Exposição ´Terra de Sonhos – Ser Mulher na Índia Rural´, que terá lugar amanhã, Terça-feira, dia 12 de Outubro, pelas 18h00, na Praça da República. A iniciativa contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

A exposição, promovida pela Fundação “la Caixa” em colaboração com o Município de Braga e a BPI, estará patente até dia 9 de Novembro. Pela mão de Cristina García Rodero, apresenta a singularidade e assimetria do mundo rural da Índia. Através do seu trabalho, a fotógrafa propõe-nos uma forma particular de ver a Índia, um mundo complexo e fragmentado.

Cada fotografia constrói um código visual coerente e, acima de tudo, transcendente. A imagem transforma-se em arte e derrubam-se as barreiras territoriais em prol dos direitos humanos. Neste âmbito inserem-se várias acções da Fundação ”la Caixa”, que mostram a influência das imagens na sensibilidade contemporânea e destacam o papel dos grandes criadores visuais do século XXI na nossa forma de ver o mundo.

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