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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA RECEBE I FÓRUM EUROPEU DE TURISMO DE FRONTEIRA E V EXPOCIDADES

Iniciativas decorrem entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho

Decorreu hoje, dia 20 de Maio, a apresentação da Semana de Turismo de Fronteira. O evento, que irá decorrer de 30 de Maio a 2 de Junho em Braga, inclui a realização do I Fórum Europeu de Turismo de Fronteira e a V Expocidades - Feira de Turismo de Proximidade do Eixo Atlântico.

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Segundo Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, este conjunto de iniciativas é uma excelente demonstração da importância da participação no Eixo Atlântico no que se refere à promoção turística da cidade e ao desenvolvimento de políticas em interacção com agentes relevantes do território.

“Se hoje Braga já é um destino turístico muito relevante à escala global, naturalmente que é dentro deste contexto de proximidade que temos a base de visitante mais consolidada e a participação na euro região é uma alavanca para aumentar o turismo na cidade”, referiu, salientando que este é espaço de cooperação liderante que marca a diferença no território e se destaca no contexto europeu. Já Xoán Mao, secretário-geral do Eixo Atlântico, afirmou que Braga será, durante os dias do evento, a capital do turismo da euro-região. “A organização destas iniciativas na cidade é também um reconhecimento do trabalho que Braga tem desenvolvido nesta área”, disse.

Fórum reúne especialistas de toda a Europa

O Fórum, que se realizará dia 30 no Theatro Circo, irá reunir especialistas em turismo de toda a Europa e pretende englobar todos os sectores da euro-região implicados no desenvolvimento do turismo transfronteiriço. Na ocasião serão abordadas temas como o diagnóstico e o desenvolvimento de um plano estratégico de turismo de fronteira; o efeito da fronteira no desenvolvimento de turismo e a confluência com programas europeus de turismo nos seus diferentes âmbitos (patrimonial, histórico, natural ou cultural).

Também serão analisadas as experiências de outras fronteiras europeias com uma revisão às denominadas “boas práticas” em países como Estónia, Grécia, Hungria, República Checa ou Roménia através dos sócios do Eixo Atlântico no projecto europeu EPICAH, liderado pela entidade transfronteiriça.

Em paralelo, o Eixo Atlântico lidera o projecto “Destino Frontera”, que promove a identificação de fontes para o desenvolvimento económico e o repovoamento da fronteira baseada num turismo sustentável centrado no património natural, cultural e monumental da fronteira luso-espanhola.

Este conceito desenvolve uma estratégia baseada na preservação do património natural e cultural dos territórios de fronteira para o seu aproveitamento económico através de um turismo sustentável. A ideia que promove é a de convidar as pessoas que percorram a fronteira e que não se limitem a atravessá-la, pois são territórios com uma grande riqueza histórica, cultural e natural.

V Expocidades realiza-se em simultâneo com o Vinho Verde Fest

A par deste I Fórum de Turismo de Fronteira a Semana Turismo de Fronteira inclui a realizada da V Expocidades - Feira de Turismo de Proximidade do Eixo Atlântico, que decorrerá entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho, na Praça da República.

Na Expocidades poderá percorrer-se num único espaço a diversidade da oferta das cidades que integram o Eixo Atlântico, os seus atractivos, a sua cultura, património e gastronomia.

São 25 os stands que ocuparão a feira que mostrará as possibilidades turísticas de mais de 30 cidades do Eixo Atlântico. O acesso à Expocidades é livre e gratuito, sendo que o evento decorre ao mesmo tempo que o Vinho Verde Fest, ajudando a dar maior dimensão a ambas as iniciativas.

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BRACARENSES DEBATEM NOVA LEI DA SEGURANÇA PRIVADA

Nova lei de segurança privada será comentada em Braga. O 2.º Fórum Segurança vai debater o estado da arte e o futuro da Segurança Privada em Portugal em 30 de maio

A nova lei da Segurança Privada, que foi aprovada há poucos dias pelo Parlamento, será o tema central do terceiro e último dia do 2.º Fórum Segurança.  A principal novidade que a nova Lei vem introduzir consiste na possibilidade das forças de segurança, sempre que se justifique, poderem ter acesso às imagens captadas em tempo real pelos sistemas de videovigilância, desde que ligados a centrais de receção e monitorização de sinais de alarme e videovigilância.

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Esta e outras novidades serão apresentadas e debatidas nos dois painéis temáticos que compõem o programa do dia 30 de maio. De manhã terá lugar o painel temático “Os próximos 10 anos da Segurança em Portugal”, que ficará a cargo do diretor do Departamento de Segurança Privada da PSP, Pedro Gouveia, do director de segurança do Sport Lisboa e Benfica, Rui Carlos Pereira, e do diretor de segurança da Auchan, Silvestre Machado. Serão apresentadas as principais alterações à legislação de segurança privada pelo diretor do Departamento de Segurança Privada.

Da parte da tarde, segue-se o painel “Segurança Pública vs Segurança Privada” com a presença de Mário Ferreira, empresário e empreendedor português, presidente do grupo Mystic Invest e mais conhecido como CEO da Douro Azul. O restante painel de oradores será constituído por Rui Pereira, antigo Ministro da Administração Interna, Ana Paula Brandão, professora e investigadora da Universidade do Minho e Nuno Poiares, diretor do Instituto de Ciências Policiais e Segurança Interna. A segurança da informação, a cibersegurança, a cooperação público-privada, a importância da segurança como fator estratégico da continuidade de negócio, serão alguns dos tópicos a abordar.

O encerramento do Fórum Segurança ficará a cargo da Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto. Estão também confirmadas as presenças do Diretor Nacional da PSP, Luís Farinha e do Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio. O dia termina com a Comemoração do 142.º Aniversário do Comando Distrital da PSP de Braga.

A inscrição no evento é gratuita, mas requer inscrição obrigatória no website www.forumseguranca.pt .

A 2.ª edição do Fórum Segurança é organizada pela BC DIID e pela Sinalux. Segundo Ricardo Costa, fundador do Fórum Segurança e administrador do Grupo Bernardo da Costa (ao qual pertence a BC DIID) “A preocupação primeira da organização do Fórum Segurança é entregar aos profissionais de segurança um evento de qualidade no Norte do país, com oradores de renome e com uma perspetiva integradora das várias vertentes da segurança: segurança eletrónica e segurança privada, segurança no trabalho e segurança contra incêndio.

MUNICÍPIO DE BRAGA ATRIBUI BOLSAS DE ESTUDO

Município atribui Bolsas de Estudo para aulas de Dança e Música. Candidaturas até dia 14 de Junho

O Município de Braga, com o objectivo de fomentar o desenvolvimento do ensino da dança e da música no Concelho e de permitir uma utilização activa e participativa das instalações do Mercado Cultural do Carandá, celebrou com a Arte Total – Centro de Educação pela Arte e com o Conservatório Bomfim, tutelado pela Fundação Bomfim, um protocolo de colaboração de onde resulta a atribuição de bolsas de estudo para aulas de dança e música, respectivamente, a estudantes do ensino público, residentes no concelho de Braga.

As bolsas correspondem à frequência de aulas durante o ano lectivo 2019/2020 nas instalações das duas escolas reconhecidas pelo seu valor artístico e pedagógico e sediadas no Mercado Cultural do Carandá.

O processo de candidatura decorre até ao dia 14 de Junho, devendo os interessados dirigir-se ao Balcão Único da Câmara Municipal de Braga para proceder à apresentação da candidatura.

Para mais informações está disponível o seguinte endereço electrónico: cultura@cm-braga.pt.

Os formulários e as normas de candidatura encontram-se disponíveis no portal www.cm-braga.pt.

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INAUGURAÇÃO DO PÓLO DO BRAGA DA BIENAL DE GAIA FOI UM SUCESSO!

A BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE DE GAIA, na sua terceira edição, é já um marco no panorama artístico nacional e internacional. Com uma história mais recente do que outras iniciativas semelhantes, a Bienal de Gaia afirma-se já como uma das maiores em número de artistas e de obras expostas, mas sobretudo, na qualidade que seleciona e apresenta. Não é de estranhar esta rápida afirmação no panorama nacional e internacional, porque, por trás desta organização está a Cooperativa de Artistas de Gaia, a maior associação constituída exclusivamente por artistas (com currículo e trabalhos apresentados a um júri de admissão) do país, essa sim, com um longo e prestigiado histórico.

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Consciente de que não se deve confinar a um evento local e com o intuito de criar mais laços entre artistas e públicos, a Bienal Internacional de Arte de Gaia tem-se expandido por vários concelhos com a criação de polos.

Bienal de causas, a Bienal de Gaia reforça esta ideia de encontro, porque as causas só ganham voz no encontro, no diálogo aberto, no espaço público.

Mais, a criação do Polo de Braga, sob a curadoria de Teresa Ricca, para além de trazer à Casa dos Crivos duas dezenas de artistas selecionados, convidou artistas/valores locais tornando a exposição num evento do mais alto significado para a cidade de Braga.

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O Polo de Braga, na Casa dos Crivos, abre também uma porta entre as duas instituições, permitindo um alargamento a futuras iniciativas que tanto podem trazer à cidade grandes nomes da arte contemporânea como alargar caminhos para os artistas bracarenses. Vila Nova de Gaia acolhe o maior número de exposições, quer temáticas quer de grandes causas. Ao propor a criação do Polo de Braga, a 3ª Bienal Internacional de Arte de Gaia, dirigida pelo Dr. Agostinho Santos, está a levar mais longe e a mais públicos a arte.

A participação da Tuna da Universidade do Minho e o clima de convívio gerado por cerca de uma centena de artistas e convidados na sessão de abertura, fizeram da inauguração um momento marcante na vida cultural da cidade de Braga.

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BRAGA REVELA VENCEDORES DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA "A SEMANA SANTA DE BRAGA"

Ocorreu ontem, dia 17 de maio, pelas 21h, na loja FNAC do shopping Braga Parque, em Braga, o anúncio dos premiados da 11ª edição do Concurso de Fotografia “A Semana Santa de Braga”.

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Sobre a iniciativa

Esta é uma iniciativa da Comissão da Semana Santa de Braga que visa sensibilizar todos os amantes da fotografia para o tema em particular, e em geral para esta época tão especial da cidade de Braga, bem assim como estimular e difundir a criatividade na arte da fotografia.

Tem como patrocinador exclusivo a reputada marca CANON. Conta com o apoio à divulgação da entidade regional de turismo do Porto e Norte de Portugal e da loja FNAC de Braga e tem ainda como media partner o jornal “Diário do Minho”.

Sobre a edição e resultados deste ano

Abel Rocha, membro da Comissão responsável por esta iniciativa, comentou no momento da conferência de imprensa “Este concurso já leva onze anos de existência. Tendo presente esta contextualização, é muito natural que alguns dos concorrentes, e até premiados, se vão repetindo anualmente. Para a organização, é um orgulho – e não visto como uma menos valia – esta participação continuada e sempre interessada. Encaramos esta frequência de participação como sinal de credibilidade e confiança nesta iniciativa e, arriscaríamos alvitrar, de tentativa de superação pessoal dos concorrentes, que vão tentando, ano após ano, ver os seus trabalhos reconhecidos. Há fotógrafos com muita qualidade que, por via desse acreditar e

Por outro lado, apraz-nos constatar a participação de novos concorrentes. Em todas as edições, há  concorrentes que chegam ao concurso pela primeira vez, e este é o outro “lado bom” que há que reconhecer a esta iniciativa: é que, apesar da sua já (algo) longa existência, ela continua a despertar interesse e participação e é ainda relevante para muitos.

Há ainda que reconhecer que o concurso pode e deve merecer o reforço da sua comunicação, de modo a poder chegar a cada vez mais pessoas e a um círculo mais vasto de território, visando aumentar a participação de mais concorrentes.

Dois aspetos ainda de sublinhar e que se referem com a envolvência da comunidade e o aumento do espólio de fotografia, objectivos iniciais desta iniciativa e que são desideratos alcançados, sem dúvida nenhuma.

Palavra final para a qualidade global dos trabalhos apresentados a concurso, o que foi realçado pelos membros do júri. Dir-se-á inclusive que esta (a qualidade) tem vindo a aumentar em cada ano, o que torna este concurso renhido, desafiante e com uma reputação crescentemente reconhecida.”

A diversidade de participação é também um aspeto a destacar com participantes de todas as idades (dos 19 aos 67 anos) e das mais variadas localidades do país: Amares, Braga, Barcelos, Caminha, Corroios (Seixal), Esposende, Fafe, Guimarães, Moreira da Maia, Penamacor, (Castelo Branco), Porto, Póvoa de Lanhoso, Travanca (Amarante), Viana do Castelo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Vila Verde e Vizela.

Podemos adiantar alguns dados estatísticos referentes a esta edição:

  • 73 concorrentes
  • 418 fotos a concurso
  • 24 fotos premiadas
  • média de idades: 43 anos (mais novo: 19 anos / mais velho: 67 anos)
  • participantes masculinos: 54 = 86%
  • participantes femininos: 19 = 14%

O júri deste ano foi composto pelas seguintes personalidades:

  • Presidente: Hugo Delgado
  • Representante da Comissão: José Alberto de Sousa Ribeiro
  • Representante da Canon: João Salvador
  • Representante do Diário do Minho: Luis Carlos Lopes Fonseca
  • Representante da Porto e Norte: Marco Sousa
  • Maria Francisca Xavier, convidada

Os prémios a concurso foram atribuídos aos seguintes concorrentes:

1º prémio: João Felipe da Silva Barbosa, 31 anos, de Braga

EOS M50 BLK 15-45 IS STM VUK (no valor de 749€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

2º prémio: Vítor Nuno Gomes Pinto Ferreira, 50 anos, de Caminha

EOS 2000D 18-55 IS II VUK (no valor de 479€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

3º prémio: José Pedro Apolinário Teixeira Pinto, 24 anos, de Braga

PowerShot G9 X Black Pack (no valor de 449€) + assinatura digital anual do Diário do Minho (no valor de 60€)

As 10 Menções Honrosas (com direito a uma assinatura digital anual do Diário do Minho, no valor de 60€) foram atribuídas a:

André Paulo Renato Pereira Borges, 48 anos, de Braga

Carlos Manuel Cunha Ferreira, 46 anos, de Braga

José Pedro Apolinário Teixeira Pinto, 24 anos, de Braga

Jorge Manuel Rocha Pimenta, 50 anos, do Braga

José Rodrigo de Carvalho Faria Lima, 45 anos, de Braga

Luís Filipe Gomes Vilaça, 28 anos, de Braga

Nuno Álvaro Santos Sousa, 46 anos, de Barcelos

Pedro Manuel Pimenta Gonçalves Ferreira, 45 anos, de Braga

Silvino Jorge Rodrigues, 50 anos, de Braga

Sofia Carolina Rodrigues Brandão Bahia, 25 anos, de Braga

Todos os premiados recebem ainda um Certificado de Participação.

As fotos premiadas estão disponíveis no sítio oficial da Semana Santa, neste link.

A quase totalidade dos prémios e certificados foi entregue na ocasião. Para os não presentes, informa-se que estes estão disponíveis para levantamento, mediante apresentação do BI ou Cartão de Cidadão, até ao dia 30 de junho, ao balcão da secção de fotografia da FNAC de Braga.

A assinatura digital do Diário do Minho será disponibilizada diretamente, via email, pelo Diário do Minho.

Para além dos premiados, todos os concorrentes que manifestarem vontade de obter um Certificado de Participação, devem informar a organização, que o remeterá via email ou em papel (para levantamento na Sé Catedral de Braga). Todos os pedidos serão atendidos no máximo até ao dia 30 de maio. Os Certificados serão disponibilizados, de uma só vez, no dia 31 de maio.

Todos os trabalhos premiados (um total de 24 fotos) serão alvo de exposição, esta inserida no programa cultural da Semana Santa de Braga de 2020.

A organização endereça os votos de parabéns a todos os premiados e, em geral, a todos quantos se inscreveram e submeteram fotos ao concurso.

ISAVE DÁ MAIS ALEGRIA AO CORTEJO ACADÉMICO EM BRAGA

O Instituto Superior de Saúde (ISAVE), com os seus estudantes, protagonizou momentos de singular alegria e cor no Cortejo Académico do Enterro da gata que ao longo da tarde de ontem encheu as ruas de Braga.

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Os caloiros e finalistas do ISAVE arrancaram do cemitério de Monte D’Arcos, entre os primeiros carros do Cortejo, logo a seguir à Universidade Católica de Braga. A tradição trouxe esta quarta-feira à tarde de Semana do Enterro da Gata milhares de estudantes da Universidade do Minho e de outras escolas superiores UCP, IPCA e ISAVE) ao centro da cidade de Braga.

Mafalda Duarte, Presidente do ISAVE disse à imprensa que, "para o ISAVE, enquanto projeto educativo de ensino superior situado em Amares, faz todo o sentido que esteja integrado nas festividades académicas do Enterro da Gata, e é com muito orgulho que cá estamos". "Cada vez mais temos um grupo coeso, que gosta de estar no ISAVE e que vive o espírito académico, que é inevitavelmente percetível" – prosseguiu a Presidente do ISAVE porque, “neste sentido, a instituição vinca a sua base da sua atuação pautada pelos valores, a proatividade e o empenho e dedicação de todos os envolvidos na academia” — destacou Mafalda Duarte, presente na tribuna de honra, na Avenida Central, ao lado do Presidente do Conselho de Direção.

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João Luís Nogueira, Presidente do Grupo Amar Terra Verde — que integra a EPATV (Escola Profissional Amar Terra Verde) e ISAVE - destacou a importância das parcerias, frisando que elas tornam cada instituição também mais forte. "Cada vez que nós participamos neste evento sentimos que estamos a contribuir para a coesão e é com muito orgulho que, de facto, e muita satisfação vejo os nossos alunos defender a instituição ISAVE, defender o seu projecto de vida académica, no sentido de também exigir de nós o melhor para eles”

É nesse sentido que ISAVE “colabora também no Enterro da Gata, que só valoriza e credibiliza os estudantes quando o fazem com civismo, com urbanidade e com esta alegria de elogiar as instituições onde eles estudam. É muito bom porque desenvolve os seus sentimentos de gratidão" — concluiu João Luís Nogueira.
Este ano a Associação Académica da Universidade do Minho escolheu como tema “A Gata procura compromisso”, alertando assim para algumas das principais necessidades dos estudantes e exigindo das entidades responsáveis lealdade e compromisso com essas mesmas reivindicações.
Os estudantes da Universidade do Minho exigiram hoje um “compromisso sério” por parte dos governantes nacionais e locais para concretizar o sonho da nova sede da AAUM.
A sede da AAUM está há décadas num edifício da Rua D. Pedro V. A nova sede é referida há quase vinte anos como uma necessidade. Nuno Reis avisa que é cada vez mais urgente tomar uma atitude conjunta. "A nova sede é o compromisso que nos falta a nível local. Precisamos de facto de um espaço, identificamos aquele local junto ao antigo Hospital Psiquiátrico, mas uma vez mais falta um compromisso político claro do reitor da Universidade do Minho e do presidente da Câmara Municipal de Braga", vincou hoje Nuno Reis.
Até ao final da tarde o Cortejo com mais de meia centena de carros passou pelo Areal de Baixo, Largo Monte de Arcos, Rua D. António Bento Martins Júnior, Rua Professor Dr. Elísio de Moura, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor, Largo da Senhora-a-Branca, Avenida Central e Rua dos Chãos.

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ALUNOS BRACARENSES COM FORTE PARTICIPAÇÃO NO PROJECTO “UP CÁVADO”

Empreendedorismo nas Escolas foi o tema da 2.ª edição

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva acolheu, esta Quinta-feira a final do concurso municipal da 2.ª edição do projecto ‘UP Cávado: Empreendedorismo nas Escolas’, do qual saíram vencedores dois projectos. ‘Viagem no Tempo’, da Escola Secundária Carlos Amarante e ‘MultiPro’, da Escola Secundária Sá de Miranda, foram os projectos escolhidos para representar Braga no concurso intermunicipal, que irá decorrer a 7 de Junho, em Amares.

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Neste concurso foram apresentados 12 projectos que envolveram 42 alunos do secundário e do ensino profissional em torno de uma iniciativa que tem como objectivo promover uma cultura empreendedora, a pró actividade, a cooperação e criatividade junto das comunidades educativas, permitindo aos jovens em idade escolar o desenvolvimento de projectos empreendedores.

Trata-se de um projecto que resulta da parceria entre a CIM do Cávado e o Município de Braga, resultando num programa de educação e sensibilização para o empreendedorismo, destinado aos alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário regular e profissional. “Esta é uma oportunidade para os alunos envolvidos estimularem uma cultura empreendedora, exercitando a capacidade de desenvolver projectos e promover a aquisição de conhecimento, fortalecendo uma identidade regional de pertença para com o território”, refere Lídia Dias, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, sublinhando que “para ser empreendedor não basta apenas ter uma boa ideia e querer transformá-la numa empresa sem antes trabalhar e estudar muito”.

“Conhecer o que se quer é o primeiro passo de um longo caminho e o projecto ‘UP Cávado’ permite aos nossos alunos a aquisição de competências que, mais tarde, lhes permitirão tomar decisões profissionais mais conscientes e ponderadas”, salienta a vereadora.

O ‘UP Cávado’ encontra-se a ser desenvolvido nos seis Municípios e Agrupamentos de Escola, Escolas não Agrupadas e Escolas de Ensino Profissional da NUT III do Cávado, reunindo um total de 28 escolas, cerca de 1600 alunos e 65 professores, de um universo de 65 turmas, 32 do 3º ciclo do ensino básico e 33 do ensino secundário e profissional.

O Concelho de Braga vê a participar no projecto oito Agrupamentos de Escola e a Escola Profissional de Braga, envolvendo um total 26 turmas, 21 Professores e 596 alunos.

O programa contempla ao longo do ano lectivo o desenvolvimento de oficinas de formação creditadas pelo Ministério da Educação para os professores envolvidos, sessões de acompanhamento e de preparação dos alunos em contexto educativo, culminando com um conjunto de eventos finais organizados por nível de ensino e escala territorial.

São seis Concursos de Ideias Municipais dos projectos desenvolvidos pelos alunos do 3º ciclo, Ensino Secundário e Profissional com ideias de negócio inovadoras. As duas equipas vencedoras de cada concurso municipal são seleccionadas para a fase intermunicipal.

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ISAVE DÁ MAIS ALEGRIA AO CORTEJO ACADÉMICO EM BRAGA

O Instituto Superior de Saúde (ISAVE), com os seus estudantes, protagonizou momentos de singular alegria e cor no Cortejo Académico do Enterro da gata que ao longo da tarde de ontem encheu as ruas de Braga.

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Os caloiros e finalistas do ISAVE arrancaram do cemitério de Monte D’Arcos, entre os primeiros carros do Cortejo, logo a seguir à Universidade Católica de Braga. A tradição trouxe esta quarta-feira à tarde de Semana do Enterro da Gata milhares de estudantes da Universidade do Minho e de outras escolas superiores UCP, IPCA e ISAVE) ao centro da cidade de Braga.

Mafalda Duarte, Presidente do ISAVE disse à imprensa que, "para o ISAVE, enquanto projeto educativo de ensino superior situado em Amares, faz todo o sentido que esteja integrado nas festividades académicas do Enterro da Gata, e é com muito orgulho que cá estamos". "Cada vez mais temos um grupo coeso, que gosta de estar no ISAVE e que vive o espírito académico, que é inevitavelmente percetível" – prosseguiu a Presidente do ISAVE porque, “neste sentido, a instituição vinca a sua base da sua atuação pautada pelos valores, a proatividade e o empenho e dedicação de todos os envolvidos na academia” — destacou Mafalda Duarte, presente na tribuna de honra, na Avenida Central, ao lado do Presidente do Conselho de Direção. 

João Luís Nogueira, Presidente do Grupo Amar Terra Verde — que integra a EPATV (Escola Profissional Amar Terra Verde) e ISAVE - destacou a importância das parcerias, frisando que elas tornam cada instituição também mais forte. "Cada vez que nós participamos neste evento sentimos que estamos a contribuir para a coesão e é com muito orgulho que, de facto, e muita satisfação vejo os nossos alunos defender a instituição ISAVE, defender o seu projecto de vida académica, no sentido de também exigir de nós o melhor para eles”

É nesse sentido que ISAVE “colabora também no Enterro da Gata, que só valoriza e credibiliza os estudantes quando o fazem com civismo, com urbanidade e com esta alegria de elogiar as instituições onde eles estudam. É muito bom porque desenvolve os seus sentimentos de gratidão" — concluiu João Luís Nogueira.

Este ano a Associação Académica da Universidade do Minho escolheu como tema “A Gata procura compromisso”, alertando assim para algumas das principais necessidades dos estudantes e exigindo das entidades responsáveis lealdade e compromisso com essas mesmas reivindicações.

Os estudantes da Universidade do Minho exigiram hoje um “compromisso sério” por parte dos governantes nacionais e locais para concretizar o sonho da nova sede da AAUM.

A sede da AAUM está há décadas num edifício da Rua D. Pedro V. A nova sede é referida há quase vinte anos como uma necessidade. Nuno Reis avisa que é cada vez mais urgente tomar uma atitude conjunta. "A nova sede é o compromisso que nos falta a nível local. Precisamos de facto de um espaço, identificamos aquele local junto ao antigo Hospital Psiquiátrico, mas uma vez mais falta um compromisso político claro do reitor da Universidade do Minho e do presidente da Câmara Municipal de Braga", vincou hoje Nuno Reis.

Até ao final da tarde o Cortejo com mais de meia centena de carros passou pelo Areal de Baixo, Largo Monte de Arcos, Rua D. António Bento Martins Júnior, Rua Professor Dr. Elísio de Moura, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor, Largo da Senhora-a-Branca, Avenida Central e Rua dos Chãos.

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BRAGA ANUNCIA VENCEDORES DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Premiados da edição do Concurso de Fotografia “A Semana Santa de Braga” são anunciados esta sexta-feira

A Comissão da Semana Santa de Braga informa que decorre, amanhã, sexta-feira, dia 17 de maio, pelas 21h, na FNAC de Braga (centro comercial Braga Parque), o anúncio dos premiados da 11ª edição do Concurso de Fotografia subordinado ao tema “A Semana Santa de Braga”.

Entre todos os presentes na ocasião será sorteada uma assinatura digital anual do jornal Diário do Minho.

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BRAGA: RICARDO RIO VISITOU O BAIRRO SOCIAL DO PICOTO

Município vai desenvolver projecto de requalificação para candidatura a fundos europeus

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, visitou esta Quarta-feira, 15 de Maio, o Bairro Social do Picoto respondendo ao convite lançado pela associação de moradores. Acompanhado por vários membros do Executivo Municipal, o Autarca ficou a conhecer as aspirações dos residentes e as condições actuais de habitabilidade do bairro.

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Resolvida a questão da propriedade do terreno, com a sua aquisição à Arquidiocese de Braga, Ricardo Rio explicou que esta visita serviu fundamentalmente para avaliar a situação de forma a encontrar soluções concretas e adequadas. “Esta é uma situação inaceitável do ponto de vista da dignidade destas famílias e das condições em que habitam. A intervenção que aqui será feita terá que abranger as casas, mas também todo o espaço público que terá de ser totalmente qualificado e muito melhorado”, começou por explicar Ricardo Rio, sublinhando que na altura de construção do bairro “não houve o mínimo de cuidado com a dignidade das condições de habitação dos moradores”.

Durante a visita às habitações e a toda a zona envolvente, o Autarca conversou com os moradores e ficou a conhecer os problemas que afectam as famílias que lá habitam. “Temos consciência que esta situação que não pode continuar durante muito tempo. É preciso avaliar todas as questões e perceber qual a melhor solução para o Picoto”, referiu Ricardo Rio, explicando que existe a possibilidade de candidaturas a fundos comunitários com vista à elaboração de um projecto de requalificação.

Em relação às habitações, o Autarca adiantou que “sempre estiveram dois cenários em cima da mesa”: um de promover o realojamento dos moradores e outro de dotar o próprio bairro de condições condignas. “Infelizmente, face ao número de famílias que aqui habitam e à falta de disponibilidade de imóveis na Cidade de Braga, não é possível promover uma estratégia alargada de realojamento. Por isso, não podemos deixar continuar esta situação e iremos trabalhar em conjunto com os técnicos municipais, com a Bragahabit e com os moradores para encontrar uma solução que seja viável”, concluiu Ricardo Rio.

Recorde-se que o Bairro Social do Picoto foi construído na década de 90 sendo composto por 50 habitações. Actualmente, a Câmara Municipal de Braga está a finalizar o processo de aquisição dos terrenos à Arquidiocese de Braga, uma condição necessária para a apresentação de uma candidatura a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação de todo o espaço.

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BRACARENSES PRESERVAM MEMÓRIA DO POVO

Espetaculo «Memórias Dum Povo» 25 Anos Rancho Foclórico S. João Baptista de Nogueira

No passado sábado dia 11 de Maio o Rancho Folclorico S. João Baptista de Nogueira realizou um dos momentos mais marcantes das comemorações dos 25 Anos com a realização de um espetáculo teatral «Memórias dum Povo» no Auditorio Vita que esgotou.

Enquadrado nas comemorações dos 25 Anos do Rancho Folclórico S.João Baptista de Nogueira , o espetáculo " Memórias dum Povo" pretendia apreender o tema das comemorações “25 Anos de Histórias, 25 Anos de Memórias”.

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Este espectáculo musical e teatral, contou uma narrativa que nos remeteu à memória de um personagem do final do séc.XIX, fortemente destacada, desde a infância ao casamento, passando ainda por vários quadros regionais que encenam uma realidade de outrora e característica de uma geração.

O evento contou com a participação ativa de vários grupos convidados, dando um realce intercultural e contemporâneo, reafirmando a cultura tradicional e as memórias do povo.

A cultura e as tradições são a identidade de um povo, que se manifesta através da Língua, da Dança, do Canto, do Vestuário, da Religião e mesmo da Gastronomia.

Desta forma o espetáculo deu inicio com uma viagem pelo mundo através da atuação de alunos do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio que apresentaram as danças e musicas originárias de alguns países, seguido de uma apresentação de danças de salão e da atuação do grupo musical Dvicios, que transmitiu a todos os presentes que, embora a história se tenha alterado ao longo de séculos, a identidade mantém-se a mesma adaptando o tão característico “João Barandão” para música contemporânea.

Com a sala do auditório vita repleta, todos os que se encontravam a assistir deixaram-se levar pelas memórias e pelas historias que foram recriadas em palco.

Foram vários cenários apresentados.

Iniciado pela “Casa de Família”, fazendo recordar os longos serões, no final dos dias de trabalho. Trocando as bonecas pela enchada, seguiu-se o cenário de “Trabalho” com a escolha dos feijões, a apanha da erva e a tradicional malhada. Num terceiro quadro apresentaram-se as “Lavadeiras”, que lavavam a roupa na ponte de S. João com os seus cantares e conversas sobre tudo e todos.

A questão pedagógica esteve presente também na recriação do ritual do vestir, dando ênfase à mulher que simultaneamente era lavradeira e tecedeira, bordadeira, esposa e mãe. Não poderia faltar a recriação do dia do casamento.

Estiveram presentes no espetáculo fazendo parte dos convidados do casamento elementos representativos dos grupos convidados, nomeadamente, Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega - Lisboa, Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa, Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio, Associação Cultural ”Os sinos da Sé” e o Rancho Folclórico de Seroa – Paços de Ferreira e Grupo da Casa do Povo de Cacia – Aveiro.

E como a religiosidade do povo era uma das características mais vincadas de outrora, terminou este espetáculo com a Tradicional Romaria a Santa Marta, estando presentes os grupos de zés pereiras, os vendedores ambulantes com os seus pregões e as características danças e cantares.

A realização deste evento teve cariz solidário, para angariação de um equipamento de Proteçao Individual a favor dos Bombeiros Voluntários de Braga.

Marcaram presença no público várias Entidades, nomeadamente, a Sr.ª Vereadora da Cultura do Municipio de Braga, Dr.ª Lidias Dias; a Presidente da Junta da União de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães, Dr.ª Goreti Machado; o Sr. Vice-Presidente da Federação de Folclore Português, Dr. Fernando Faria; o Sr. Presidente dos Bombeiros Voluntarios de Braga, Sr. Capitão Ferreira, entre outros, que no final teceram elogios e felicitaram o Rancho S. João Baptista de Nogueira pela comemoração das suas bodas de Prata e magnificado espetaculo apresentado.

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BRAGA REVIVE BRACARA AUGUSTA

Braga Romana celebra a memória e identidade de Bracara Augusta

A Cidade de Braga volta a vestir-se a rigor para recriar o quotidiano de Bracara Augusta, com a 16.ª edição da Braga Romana. De 22 a 26 de Maio, a Braga Romana convida Bracarenses e visitantes a conhecer as origens de Bracara Augusta e a partilhar a paixão pela história de Braga.

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Este ano, a Braga Romana apresenta-se com diversas novidades, desde logo com a relocalização do Acampamento Militar no Largo Paulo Orósio (frente aos Bombeiros Voluntários), e da área pedagógica no Largo de Santiago. Nesta edição, os principais espectáculos – Concílio dos Deuses, Casamento Romano e Funeral Romano – terão lugar no palco instalado no átrio do Museu D. Diogo de Sousa.

A vereadora da Cultura, Lídia Dias, explica as alterações com a necessidade de levar o evento para o local onde Bracara Augusta tinha a sua área delimitada pela muralha romana. Esta será também uma oportunidade para atrair mais visitantes a espaços como as Termas da Cidade, ao Largo de S. Paulo, Largo de Santiago e até ao Museu D. Diogo de Sousa.

“Queremos que as pessoas consigam vivenciar ao máximo a Braga Romana. Ao longo de cinco dias, os Bracarenses debruçam-se particularmente sobre este pedaço da sua história, através da recriação do contexto social e das actividades económicas. Queremos continuar a fazer da Braga Romana uma grande festa da memória e da identidade”, referiu Lídia Dias na apresentação do evento que decorreu esta Terça-feira, 14 de Maio.

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Também o mercado será distribuído pela rua Francisco Sanches, Largo de S. João do Souto, rua de S. João, Rua do Forno, Rua de Nossa Senhora do Leite, Rua Gonçalo Pereira. Já a Praça da Alimentação continua instalada nas Carvalheiras e no Largo de S. Paulo.

A 16.ª edição coloca à disposição do grande público oportunidades para um contacto mais efectivo com a memória da civilização romana no território Bracarense, com a recriação do quotidiano romano nas suas mais diversas áreas. A Braga Romana dá ainda a oportunidade ao público para visitar museus e espaços arqueológicos que, nestes dias, se enchem de vida e novas experiências.

Números

  • 200 actuações
  • 5 palcos: Rossio da Sé; átrio Museu D. Diogo; Largo de S. João do Souto; Largo de Santiago, Termas Romanas
  • 80 actividades pedagógicas
  • 139 mercadores
  • 90 entidades (associações e escolas)
  • 39 agentes artísticos

Espaços

  • Lyceus Romanus(Área Pedagógica) | Seminário de Santiago
  • Domus Camalus(Casa Camalus) | Largo de Santiago
  • Bestiarum Locus(Exposição e Demonstrações de Cetraria, Cavalos e Cães) | Largo Paulo Orósio
  • Ars Monetae(Cunhagem de Moeda) | Largo S. João do Souto e Largo Paulo Orósio
  • Spatium Ludicum(Espaço Lúdico para criança e famílias) | Sala da Pedra do Museu Pio XII
  • Castra Leg. VI Victrix(Acampamento Militar) | Largo Paulo Orósio
  • Locus Artium et Officiorum “Sol-a- Sol” (Escola de Artes e Ofícios) | Rossio da Sé
  • Villa(Quinta com animais e Animais Exóticos) | Termas Romanas do Alto da Cividade
  • Domus Officiorum(Casa de Ofícios) | Termas Romanas do Alto da Cividade
  • Mercatus Romanus(Artesãos e Mercadores) | Ruas do Centro Histórico
  • Domus Ciborum(Áreas de Alimentação):

Platea Apicii - Praça do Apício | Largo das Carvalheiras

Platea Gari - Praça do Garum | Largo de S. Paulo

Programa Completo pode ser consultado no portal do Município ou através do link http://bit.ly/2Q1lZX4

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ASSOCIAÇÕES FAZEM “REVOLUÇÃO” NO CAMINHO BRAGA-SANTIAGO

- Afirma professor espanhol, especialista em história da arte

Um professor catedrático de história da arte espanhol comparou o trabalho desenvolvido pelas associações envolvidas na valorização do Caminho da Geira Minhoto Ribeiro (ou dos Arrieiros) “à revolução” provocada pelo padre do Cebreiro que começou a pintar os trajetos jacobeus com setas amarelas na década de 1980.

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“Estamos a falar de uma revolução que estão a pôr em marcha”, disse Xavier Limia de Gardón durante a conferência “Berán no Caminho”, que decorreu no sábado, 11, nesta freguesia do município de Leiro, em Espanha, explicando: um dia perguntaram ao padre Elias Valiña Sampedro, quando pintava setas amarelas, o que andava a fazer? Ao que “O Cura do Cebreiro”, como gostava de ser chamado, respondeu: “Estou a pôr em marcha uma revolução”.

Na perspetiva professor especialista em história da arte, o trajeto que liga Braga a Santiago de Compostela na distância de 240 quilómetros “é de recuperar porque se baseia em caminhos diretos e indiretos muito antigos e possui de maravilhoso o maior conjunto romano do mundo cheio de miliários, que o norte de Portugal e a Galiza devem reivindicar como um lugar patrimonial a nível da UNESCO”.

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Quanto à passagem de peregrinos, procurou sensibilizar a audiência para a necessidade dos acolher sem receio: “Não são uns arruaceiros ou uns ladrões, são gente de cultura, que movimenta muito dinheiro, podem ser médicos ou advogados. São como pioneiros, gente que tem tempo e ter tempo é ser rico, ter tempo para fazer o caminho e descobrir-se”.

O diretor da revista espanhola “Vinos y Caminos”, Antón Alonso, referiu que “ter pessoas a passar à porta é uma oportunidade de negócio fabulosa, porque é complicado ir buscar os clientes, mas “é preciso valorizar o património e facilitar o acesso aos recursos, porque há pessoas que querem vir, que pagam para os conhecer”.

“O impacto económico de cada peregrino é equivalente ao de dois ou três turistas”, salientou Antón Alonso,  explicando que não resulta apenas da sua passagem, mas de voltar com a família e os seus amigos, e da divulgação que fazem pelo mundo. Estatisticamente, cada peregrino gasta em média 45 euros por dia.

“O nosso petróleo é este, temos que o valorizar. Temos de aproveitar esta oportunidade: a de ter um cliente que passa por diante da nossa casa, o que constitui uma oportunidade única”, adiantou o diretor da “Vinos y Caminos”.

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Esta ideia também foi defendida pelo presidente da Associação Jacobeia do Caminho da Geira Minhoto Ribeiro (ACJMR), Abdón Fernández, segundo o qual “o importante agora é começar a prestar serviços, a estar atento e tomar consciência da existência deste caminho”. “Portanto, vamos assegurar-nos que os peregrinos nos passam à porta, porque a repercussão não vai ser só em Berán, mas também nas povoações à volta”, frisou.

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Ainda no decurso da conferência, o secretário da ACJMR, Darío Rodriguez, descreveu o traçado do Caminho da Geira Minhoto Ribeiro, destacando a existência de oito igrejas de Santiago, quatro das quais na área do Ribeiro; sete hospitais para peregrinos e seis estâncias termais, assim como de outros elementos documentados que provam a existência histórica deste caminho.

A iniciativa, organizada pela Entidade Local de Berán, com a colaboração da ACJMR, da associação Plan B e da Deputacion Provincial de Ourense, estendeu-se por dois dias, o segundo dos quais, domingo, 12, foi dedicado a uma caminhada num troço do caminho que passa por Berán, que envolveu 70 pessoas, e a espetáculos.

O objetivo das diferentes organizações que investigam a história, património, traçado e outros recursos necessários à validação deste caminho [ainda não possui albergues, nem está marcado, pelo que deve usar-se GPS] é a oficialização do itinerário até ao Ano Santo Jacobeu de 2021.

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'CATÓLICA' DE BRAGA HOMENAGEIA COSTA SANTOS

“Estima dos outros é única cédula da nossa existência”

O auditório Isidro Alves, no Campus Camões, Universidade Católica Portuguesa (UCP Braga) esteve, sábado, cheio para a homenagem ao padre doutor Manuel Moreira da Costa Santos, professor de teologia, mas sobretudo um «humanista afável e pensador» e uma “sentinela permanente” porque “a estima dos outros é a única cédula da nossa existência”.

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Nesta cerimónia que incluiu a apresentação do livro "Igreja - Comunhão", com textos de quinze antigos alunos seus, o homenageado mostrou-se sensibilizado, mas principalmente «agradecido» aos ex e atuais alunos que se deram ao trabalho de reconhecer que deixou marcas nas suas vidas e na vida da Igreja de Braga.

De facto, mais do que o lançamento do livro em si, uma coletânea de textos de ex-alunos da Universidade Católica, a cerimónia foi toda ela de gratidão àquele que mais do que professor de teologia, «foi amigo, acolhedor, pedagogo e homem de fé», como destacou o padre José da Silva Lima, coordenador do livro. 

A obra resulta de uma decisão tomada em 2017, quando o Padre Costa Santos celebrou 50 anos de sacerdócio e os participantes nessa jornada sentiram que “faltava alguma coisa” — como lembrou José da Silva Lima, até porque “não é o livro que nos une, mas o professor que nos fez gostar dele”

Recorde-se que Manuel da Costa Santos acompanhou ao longo da sua vida de professor centenas de alunos no Seminário Conciliar, mas tarde no Instituto Superior de Teologia e depois na Faculdade de Teologia de Braga.

“Muitas gerações foram abanadas pela sua singular sabedoria e ele atraía os alunos com os livros da literatura que citava abundantemente” — reforçou José da Silva Lima acrescentando que ele “fazia muitos admiradores pela actualidade do estudo e pela nobreza das relações que alimentava. É uma graça conhecê-lo”.

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NINGUÉM TE PODE TIRAR AQUILO QUE METERES NA CABEÇA

O coordenador de “Igreja Comunhão” agradeceu também à Editora Paulus por se associar a esta homenagem a um Padre que “ensina a honrar a palavra como sempre excelentemente a honrou connosco”, como mestre “sempre atento às nossas garatujas de liberdade”.

“Foi imenso o que nos legou como imensa é a fonte de saber de que si emana” — lembrou José da Silva Lima, dirigindo-se ao homenageado, porque “o seu estar connosco foi muito fecundo, pois ninguém era colocado de lado ou atirado para fora”.

“Quem não se lembra dos jogos de futebol” quando “nos ensinava que se aprende a jogar, jogando em equipa” ou então advertindo-nos que “pensar oxigena o cérebro e vale bem o tempo que dedicamos à leitura porque ninguém te pode tirar aquilo que meteres na cabeça”. José da Silva Lima não esqueceu a paixão de Costa Santos por Miguel Torga e outros escritores contemporâneos portugueses e europeus.

Por sua vez, Frei Tiago, da Editora Paulus, começou por dar conta da sua “inveja pelos alunos do professor Costa Santos” depois de ler algumas páginas deste livro: “não é só um livro, mas um marco pelo que o senhor professor deixou na vida dos seus alunos, na Universidade, na Igreja e em Portugal”.

Na sessão estiveram muitos ex e atuais alunos, professores, sacerdotes, amigos e familiares, responsáveis do Seminário Conciliar de Braga e da UCP, que também quiseram homenagear o padre Costa Santos, com a sua presença.

A cerimónia começou com a atuação do Coro do Seminário Conciliar de Braga que, sob orientação do maestro Carlos Miranda, cantaram os hinos do Seminário e da Faculdade de Teologia.

O primeiro a intervir foi o cónego Luís Miguel Rodrigues, diretor da Faculdade de Teologia de Braga, também ele ex-aluno. E ele próprio não escondeu alguma emoção pela presença do homenageado, avesso a estes gestos. Aliás, as intervenções que se seguiram foram todas no mesmo sentido: isto é, o agrado por o doutor Costa Santos ter aceite a homenagem, por estar presente, numa sessão em que a emoção e a gratidão foram sentidas e proferidas.

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PENSAR E AGRADECER

Na sua intervenção, o doutor Costa Santos mostrou serenidade, mas muito «agradecido». Ao redor das palavras "pensar" e "agradecer", que, segundo ele, em alemão, têm a mesma raiz e se pronunciam de forma muito parecidas, o homenageado construiu um texto, precisamente para agradecer e ensinar a pensar. Aliás, pensar foi uma das marcas que incutiu nos seus alunos ao longo dos 50 anos. Na sua intervenção citou várias vezes os pensadores Karl Rahner, Yves Congar e Martin Heidegger.

Os ex-alunos Susana Vilas Boas e o padre Vítor Sá foram  deram os seus testemunhos. A ex-aluna preferiu falar da forma como o padre Costa Santos punha em prática a eucaristia para o dia-a-dia. «Porque só assim fazia sentido».

Susana Vilas Boas destacou a sua “arte de deixar-se amar, uma arte que aprendemos com ele” porque ele “tem sempre o livro muito bom e nos coloca ao nosso dispor”.

Ele foi “pioneiro no ensino da Teologia, para todos, e um marcador humilde que deixou marcas em tanta gente como se fosse uma sentinela permanente. Ele é alguém que procura sempre mais. Sem si, seríamos irremediavelmente mais pobres” — destacou Vítor Pereira Sá

Vítor Novais, actual reitor do Seminário Conciliar, começou por definir Costa Santos como “insigne mestre com uma pedagogia profunda” que honrou “sempre o seminário” e nos “incentivou a escutar o mudo para percebermos a grande dimensão da Teologia”.

O prof. Costa Santos colocou-se ao serviço da Igreja “para promover uma sabedoria teológica, propor um Seminário em saída para uma Igreja em saída ao encontro dos Homens, com uma profunda sensibilidade cultural”.

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PENSAR E AGRADECER

Socorrendo-se da semelhança entre as palavras pensar e agradecer em alemão — denken e danken —, o prof. Costa Santos encerrou a homenagem argumentando que “agradecemos pelo que devemos, pelo que nos foi dado. Enquanto pensamos no que nos dá que pensar, nós agradecemos”. “A estima dos outros é a única cédula da nossa existência” — sublinhou o homenageado, agradecendo que “a minha forma de estar vos dado que pensar”.

Citando alguns dos seus autores favoritos, como Karl Rahner, Yves Congar ou Martin Heidegger, porque “para ver mais longe temos de ir aos ombros dos outros”, como aconteceu com Rahner que aprendeu com Heidegger o “método de procurar os fundamentos e o fio condutor das verdades”.

“As vossas vidas e a vossa gratidão aqui celebrada hoje dão me que pensar, agradecer” — concluiu o prof. Manuel Moreira da Costa Santos, nascido em Ribeirão, Famalicão, em 1944 e doutorado em Teologia há 50 anos.

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