O ‘Tulipeiro da Virgínia’, localizado no jardim do Museu dos Biscainhos, em Braga, é uma das árvores finalistas para representar Portugal no concurso europeu ‘Tree of the Year 2021’.
«Plantado no reinado de D. João V, o Tulipeiro faz jus à grandeza da nossa história. Da América do Norte, chegou em plena época de expansão, anunciando ideias e exotismo do novo mundo. Ao gosto da época foram plantados 2 tulipeiros, mas só 1 ficou como guardião de memórias…E que memórias! As do contacto com grandes mestres da arquitectura Bracarense: Manuel Fernandes da Silva e André Soares, cuja obra ainda hoje distingue o carácter da Cidade. Outras estarão guardados nas raízes, tronco e ramos ancestrais.»
A nível nacional, o concurso é organizado pela UNAC – União da Floresta Mediterrânica, que habilita a árvore portuguesa vencedora a concorrer à votação para a Árvore Europeia do Ano.
O concurso da Árvore Europeia do Ano surgiu em 2011 e foi inspirado no popular concurso da República Checa, Árvore do Ano, organizado pela Czech Environmental Partnership Foundation. Desde então, o número de países envolvidos no concurso tem vindo a aumentar, sendo que o concurso europeu uma final constituída pelos vencedores dos diferentes concursos nacionais.
O concurso pretende destacar a importância das árvores antigas na herança cultural e natural, não se focando apenas na beleza, no tamanho ou na idade da árvore, mas sim na sua história e relações com a comunidade.
Exposição de fotografia “As flores que a natureza nos oferece” para visitar no Posto Turismo Vila Praia de Âncora
A mostra dá a conhecer as flores silvestres existentes no concelho de Caminha e pode ser visitada até final de outubro, de segunda a sexta-feira, das 9H30 às 13H00 e das 14H00 às 17H30. Esta exposição é organizada pela Câmara Municipal de Caminha em parceria com Carlos Venade.
Workshop - Identificação e gestão de plantas invasoras
No âmbito do Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas: o EcoVoluntariado do Vez, o Município de Arcos de Valdevez está a promover um workshop - Identificação e gestão de plantas invasoras direcionado para os voluntários e para o público em geral, no próximo dia 22 de agosto.
As plantas invasoras são uma das principais ameaças à biodiversidade e consideradas uma das principais causas de extinção de espécies nos últimos séculos, pelo que este workshop pretende alertar para este tema.
No workshop serão abordadas as plantas invasoras em Portugal, e em particular em Arcos de Valdevez, o seu enquadramento legal, os impactos nos ecossistemas e os métodos disponíveis de controlo a utilizar para cada espécie. O workshop contempla uma parte teórica e uma parte prática demonstrativa dos métodos de controlo usados para as diferentes espécies.
Gostaria de descontrair no meio da natureza? Então a Casa das Infusões é o local ideal para passar uns dias relaxados. A Quinta de Soalheiro, primeiro produtor de Alvarinho de Melgaço, passa a disponibilizar esta casa de alojamento local que está perfeitamente integrada na paisagem que a rodeia. A harmonia entre a vinha, o vale e a montanha convidam, por si só, a uma visita. A proximidade do único Parque Nacional português, a Peneda-Gerês, e a descoberta de tradições, como a gastronomia típica da região do Alto Minho e a prova de alvarinho e de infusões, criam o ambiente ideal para uma estadia com a família ou entre amigos.
A Casa das Infusões conta com três quartos com capacidade para cinco pessoas (um quarto com cama de casal, um com duas camas individuais e um com uma cama individual). A casa de traço rústico transporta, através do imaginário e da decoração, para o tema das infusões. Cada quarto está inspirado em três ervas-aromáticas perfeitamente adaptadas ao território: Perpétua Vermelha, Hortelã-Verde e Alfazema. Esta casa de alojamento local dispõe de duas casas de banho, sala, cozinha equipada, lareira, aquecimento, ar acondicionado, internet, televisão por cabo e um espaço exterior com zona para churrasco. O pequeno almoço, preparado com produtos locais, está incluído. Dele faz parte a prova de infusões da coleção Soalheiro Herbal Tea Selection.
UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA ATRAVÉS DA DESCOBERTA DA HISTÓRIA E DAS TRADIÇÕES DO TERRITÓRIO
A casa está inserida num espaço onde crescem as infusões e os visitantes terão a possibilidade de ter um contacto mais próximo com a atividade agrícola, onde se recorre a conceitos de produção sustentável que promovem a biodiversidade da fauna e da flora local, ligada à produção das infusões, proporcionando uma experiência única através da descoberta da história e das tradições do território. Toda a plantação é realizada em agricultura biológica e a aposta na convergência entre o terroir do vinho e das ervas aromáticas é uma aposta pioneira na região.
Longe do rebuliço citadino, é, ainda, o local ideal para desfrutar de uma experiência de Enoturismo. Com um circuito de visitas reformulado, onde a experiência é feita, maioritariamente, na parte exterior, no Soalheiro tem ainda a possibilidade de visitar as vinhas e ter um contacto privilegiado com a natureza numa descoberta do terroir da origem do Alvarinho – Monção e Melgaço – onde a gastronomia, a natureza e a hospitalidade nunca desiludem.
A casa está aberta ao público, a partir de 1 de agosto, e as reservas já podem ser feitas através do site www.soalheiro.com/enoturismo. Toda a experiência está desenhada de acordo com as recomendações da Direção-Geral de Saúde e do Turismo de Portugal, estando atribuído à Casa das Infusões o certificado "Clean & Safe".
Em tempo de pandemia, a empresa municipal Esposende Ambiente, através do Centro de Educação Ambiental, vai realizar mais uma ação de formação à distância, que terá lugar no próximo dia 16 de maio, entre as 15h00 e as 16h30.
Trata-se da sessão “Webinar Hoje é dia de: Ervas Aromáticas”, que será orientada pelo Eng.º Luís Alves, da empresa Cantinho das Aromáticas. Os participantes terão oportunidade de ficar a conhecer as principais plantas aromáticas, medicinais e condimentares e suas utilizações. Poderão também aprender como propagar cada uma das espécies, bem como as melhores técnicas de colheita, secagem e armazenamento.
A participação nesta ação é gratuita, contudo carece de inscrição, a efetuar através do email cea@esposendeambiente.pt, para que os interessados possam receber as instruções de participação.
Esta ação enquadra-se nas linhas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, cujo cumprimento foi assumido pelo Município e pelas suas empresas municipais. Face ao atual quadro de saúde pública, a Esposende Ambiente tem vindo a apostar na sensibilização e formação à distância, garantindo, deste modo, o acesso dos interessados a estas formações de caráter ambiental.
NSI - Natureza Sob Investigação está de volta ao Parque de S. João da Ponte
No próximo dia 30 de Junho, pelas 11h00, a Ciência está de regresso à Estufa do Parque de S. João da Ponte com o tema “Plantas: do jardim à farmácia”.
O projeto NSI – Natureza Sob Investigação é dirigido às crianças da faixa etária entre os 4 e os 12 anos e à Família enquanto um dos principais agentes na vida da criança.
O projeto tem como objetivo estimular o gosto das crianças e jovens pela ciência, através da realização de atividades e experiências científicas num contexto lúdico.
Recordamos que este projeto é uma iniciativa promovida pelo Município de Braga através do Serviço Educativo Integrado – SEI do Pelouro da Cultura em parceria com ‘O Laboratório da Li’.
Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos dá a conhecer “Plantas que Curam”
“Plantas que Curam” é como se designa a atividade que o Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos dinamizou junto de utentes do Centro Social e Paroquial de S. Gens de Calvos para dar a conhecer plantas aromáticas e medicinais (PAM´s), que eram utilizadas por diversos povos para proteger a saúde, devido à sua ação antimicrobiana que ajudava a evitar infeções, mas também para atrasar a deterioração dos alimentos frescos.
Muitas PAM´s têm propriedades medicinais que ajudam em diversos problemas de saúde, por exemplo, a nível digestivo, respiratório ou ao nível da regeneração celular.
De lembrar que o edifício do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos está circundado no seu exterior por um canteiro de plantas aromáticas e medicinais: alecrim, salva-ananás, hipericão do Gerês, alfazema, absinto, pelargónio limão, hortelã chocolate, erva de caril, santolina, funcho, milefólio.
A atividade desenvolvida com utentes do Centro Social e Paroquial de S. Gens de Calvos permitiu dar-lhes a conhecer a forma, o aroma e as principais características e utilidades das diversas PAM´s, que existem na bordadura do já referido edifício. Muitas das pessoas participantes recordaram conhecimentos antigos, transmitidos de geração para geração. Quem visitar o Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos, para além de ficar a conhecer as PAM’s, pode ainda levar uma estaca ou sementes das variedades e assim ter à disposição na sua casa plantas que curam.
Os segredos das Plantas aromáticas, condimentares e medicinais
No âmbito da iniciativa “Acontece no Parque”, a ARDAL – Porta do Mezio, vai organizar a atividade “Os segredos das plantas aromáticas, condimentares e medicinais”, nos dias 25 e 26 de Novembro de 2017, das 15h00 às 17h00.
Esta atividade consistirá num pequeno percurso pela Porta do Mezio, onde terá oportunidade de descobrir, observar e identificar as várias espécies de plantas existentes e as suas utilizações. Por aqui encontram-se plantas para fazer chás, ervas aromáticas que acrescentam um sabor único à cozinha e outras utilizadas em mezinhas caseiras. Venha conhecer, tocar, provar, cheirar a diversidade destas plantas e deslumbrar-se com a multiplicidade de usos que as plantas têm para nos oferecer.
Tomilho, hipericão, rosmaninho, hortelã menta, alecrim... são tantas e de tantos aromas, que o difícil é apenas escolher o que plantar ou semear.
Venha aprender a cuidar e utilizar as plantas aromáticas, condimentares e medicinais. No final haverá um lanche onde poderá provar chás e outras iguarias destas plantas.
Esta atividade irá decorrer na Porta do Mezio e é direcionada ao público em geral. Os interessados devem inscrever-se em portadomezio@ardal.pt ou através do telefone n.º 258 510 100.
O Município de Terras de Bouro, conjuntamente com a ATAHCA, Associação de Compartes da Freguesia de Campo do Gerês, com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e com outras instituições, vai realizar as “III JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS ” a ter lugar nos próximos dias 25 e 26 de novembro no Museu de Vilarinho da Furna no Campo do Gerês Terras de Bouro.
As III Jornadas técnicas sobre os Carvalhos, a decorrer nos dias 25 e 26 de novembro de 2016, agora com realização bienal, nos anos pares, dão continuidade a um projeto iniciado em 2013 como corolário do objetivo partilhado por várias entidades de promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes. Com a duração de 2 dias, estas jornadas decorrem no Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Minho e do único Parque Nacional, o da Peneda-Gerês, onde se encontra a Mata de Albergaria de uma riqueza natural única. Os participantes, oradores, convidados e escolas são recebidos nos Museus de Vilarinho das Furnas e da Geira, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didáticos. Como a floresta não se vive em sala, são programadas saídas à floresta para conhecer o espaço mas também para darem o seu contributo ao legado deste património coletivo, através de ações de plantação e colheita de sementes. Se na floresta se geram uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se quer com estas jornadas é que cada um experiencie isso mesmo.
Para as III Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos foi eleita a “Natureza e Turismo” como tema principal, em duas abordagens: a) a gestão dos recursos naturais; e b) a gestão dos produtos turísticos e dos seus consumidores. De facto, há que refletir-se sobre as políticas e os modelos de gestão e de organização do território bem como do desenvolvimento dos produtos turísticos, tomando em conta os interesses dos proprietários e gestores de propriedades com elevado valor natural e as dinâmicas verificadas no âmbito do produto turismo de natureza. Por outro lado, interessará procurar pistas para identificar encargos na preservação e valorização dos ecossistemas e formas de os repartir por quem deles usufrui ou promove a sua utilização.
Árvore “filha” do Carvalho de Calvos no Jardim Botânico da UTAD
Oferecida pelo Município da Póvoa de Lanhoso à Universidade de Trás os Montes e Alto Douro (UTAD), um jovem carvalho alvarinho, uma árvore “filha” do centenário Carvalho de Calvos, foi recentemente plantada no Jardim Botânico da UTAD, em Vila Real.
A cerimónia realizou-se no passado dia 18 de março. Esta plantação foi efetuada pelo Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, pelo Reitor, António Fontainhas Fernandes, e pelo Presidente da CCDR-N, Emídio Gomes.
O Município da Póvoa de Lanhoso esteve representado pela técnica do Centro de Interpretação Carvalho de Calvos, local onde nasceu o carvalho oferecido e onde foi envasado para oferta em abril de 2015.
Esta cerimónia enquadrou-se no âmbito do programa de comemoração dos 30 anos da UTAD, envolvendo, de entre outros momentos, a assinatura de protocolos entre aquela Universidade e Autarquias.
Junto à árvore foi colocada uma placa descritiva, que será uma importante forma de divulgação do Carvalho de Calvos da Póvoa de Lanhoso e do seu legado de preservação de espécies autóctones.
De lembrar que o conhecido carvalho de Calvos (Quercus robur) foi classificado, em 1997, como Árvore de Interesse Público. Estima-se que, pela sua idade (cerca de 500 anos), seja o Carvalho mais antigo da Península Ibérica e o segundo mais antigo da Europa. Trata-se, provavelmente, do maior carvalho existente no nosso país, apresentando um perímetro do tronco na sua base de 12 metros, uma copa com o diâmetro de cerca de 40 metros e uma altura aproximada de 30 metros. Esta plantação irá contribuir para o seu conhecimento, preservação e multiplicação.
Dia 25 de agosto, através de uma exposição, conferência e cinema de Manoel de Oliveira
“Passagem – Pasaxe: O Ensino Jesuíta e a Revista Brotéria entre Portugal e a Galiza” é o nome do evento científico que a Câmara Municipal de Caminha vai realizar no próximo dia 25 de agosto e que permitirá conhecer um importante capítulo da história dos Jesuítas. Caminha fez parte integrante desse capítulo, enquanto local de passagem não apenas dos padres mas dos alunos que estudaram no colégio de A Guarda, alguns deles nomes importantes da cultura portuguesa, como Manoel de Oliveira ou António Pedro. A “história” vai ser contada através de uma conferência, exposição e cinema.
A relação entre Caminha e o Colégio Jesuíta da Paxase vai ficar a cargo de Paulo Bento Torres. O historiador caminhense recorda que, “entre 1916 e 1932, os padres portugueses da Companhia de Jesus dirigiram o Instituto Nun’Alvres no sítio da Pasaxe (Camposancos, A Guarda) nas margens do rio Minho, defronte de Caminha”, após terem sido expulsos na sequência do 5 de Outubro e após breve passagem pela Bélgica.
E foram muitos os estudantes que os seguiram: “centenas de jovens portugueses de elite, oriundos de famílias abastadas, conservadoras e católicas, fizeram os seus estudos primários e secundários no Colégio da Pasaxe, como era conhecido localmente, onde cumpriam um programa pedagógico que aliava a disciplina e a rigidez de valores com a prática da ciência e a fruição desportiva e cultural — entre muitos outros, por aqui passaram figuras como António Pedro e Manoel de Oliveira”.
Caminha, na margem portuguesa do Rio Minho, era “estação de chegada ou de partida”, chegando, ainda que simbolicamente, a acolher a sede da administração da revista Brotéria entre os anos de 1924 e 1928.
Com a proclamação da República em Espanha, em 1931, Caminha volta a ter um lugar de destaque na história dos Jesuítas. Foi o porto de abrigo para os alunos e padres jesuítas quando, em fevereiro do ano seguinte, a proibição do ensino religioso no país vizinho os forçou a abandonarem precipitadamente a margem galega”, conta Paulo Bento.
A história do Instituto Nun’Alvres — bem como da revista Brotéria não ficou por aqui e perdura até aos dias de hoje. “Seria em breve retomado nas Caldas das Saúde (Santo Tirso), aí permanecendo até aos nossos dias”, diz ainda Paulo Bento.
Durante os trabalhos, vai ainda falar-se da relação de A Guarda e da forma como os guardeses conviveram com o colégio jesuíta da Paxase. O tema estará a cargo do historiador galego José António Uris.
“As Coleções científicas dos jesuítas exilados” será abordada por Francisco Malta Romeiras, investigador do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia da Universidade de Lisboa. Durante o dia vai ainda falar-se da educação dos jesuítas hoje. José Manuel Martins Lopes, S. J., diretor geral do Instituto Nun’Alvares, nas Caldas da Saúde, será o orador.
No âmbito do evento será possível revisitar as “Memórias do Colégio de A Guarda (1916 – 1932)”, através de uma exposição, e ver o último filme de Manoel de Oliveira, “Visita ou Memórias e Confissões”, com apresentação de Roma Torres.
PROGRAMA
Passagem – Pasaxe: O Ensino Jesuíta e a Revista Brotéria entre Portugal e a Galiza
Caminha, 25 agosto de 2015
Edifício dos Paços do Concelho - Teatro Municipal Valadares
17h30 – Abertura da Exposição
Memórias do Colégio de A Guarda (1916 – 1932)
Rodrigo Pita Meireles (comissário)
Economista - Consultor de Desenvolvimento Regional e Local
Biblioteca / Museu do Instituto Nun’Alvres
Apoio e cedência de espólio
18h00 – Comunicações
Caminha e o Colégio Jesuíta da Pasaxe — apontamentos
Paulo Torres Bento
Historiador, Caminha
As coleções científicas dos jesuítas exilados
Francisco Malta Romeiras
Investigador do CIUHCT, Universidade de Lisboa
A Guarda, os guardeses e o Colégio Jesuíta da Pasaxe
José António Uris
Historiador, A Guarda
A Educação dos Jesuítas Hoje
José Manuel Martins Lopes, S.J.
Diretor Geral do Instituto Nun’Alvres, Caldas da Saúde
Encerramento
Miguel Alves
Presidente da Câmara Municipal de Caminha
21h30 - Cinema
Visita ou Memórias e Confissões (1982) de Manoel de Oliveira 1982 (68 min)
Câmara Municipal de Caminha promove oficina temática sobre plantas silvestres comestíveis no dia 11 de abril
As plantas silvestres vão estar em destaque em Orbacém. No dia 11 de abril, a Câmara Municipal de Caminha vai promover a oficina temática “Plantas Silvestres Comestíveis”, entre as 14h e as 18h. A inscrição tem o valor de 10 euros.
Esta atividade insere-se na programação anual do Centro de Interpretação da Serra d’Arga (CISA). Sob orientação de Carlos Venade, os participantes vão ter a oportunidade de aprender a identificar diferentes espécies de plantas aromáticas e a caraterizar o seu potencial medicinal e gastronómico. Também será proporcionada a degustação de algumas infusões e especialidades gastronómicas aromatizadas com ervas aromáticas.
A inscrição custa 10 euros e os interessados podem proceder à respetiva inscrição através do email cisa@cm-caminha.pt ou dos telefones 258 721 708 / 914 476 461.
A oficina temática é organizada pela Câmara Municipal de Caminha e conta com o apoio da União de Freguesias de Gondar e Orbacém.
Município promove segunda edição da formação sobre plantas aromáticas e medicinais. Sexta-feira, dia 13 de março, no Estádio Cidade de Barcelos
A Câmara Municipal de Barcelos, através do Pelouro do Ambiente, promove no próximo dia 13 de março, no auditório do Estádio Cidade de Barcelos, mais uma formação dirigida ao público em geral, intitulada “Plantas Aromáticas e Medicinais”.
Pretende-se, com esta formação, que vai na segunda edição, dar a conhecer os recursos naturais endógenos que temos à nossa disposição diariamente e o potencial das plantas aromáticas e medicinais em diversas áreas como a medicina, a culinária, a beleza, os espaços verdes, a agricultura biológica e a decoração.
Na formação, com a duração de sete horas, serão abordados os seguintes pontos: breve resenha histórica; exemplos de aromáticas e medicinais; o seu cultivo - localização, exposição, necessidades hídricas; cuidados na colheita e preparação; exemplos de aplicação culinária; aplicação prática - preparação de um lanche.
A formação em plantas aromáticas e medicinais, orientada por José Pedro Fernandes, decorre entre as 10h00 e as 18h00.
A participação é gratuita e limitada a 30 formandos.
Para efetuar a inscrição, os interessados deverão enviar email com nome, morada e contacto telefónico para o seguinte endereço eletrónico: gambiente@cm-barcelos.pt. Serão aceites as 30 primeiras inscrições.
Participantes em congresso sobre plantas medicinais e produtos naturais recebidos na Câmara de Guimarães. Receção oficial decorreu esta terça-feira
Congressistas em encontro internacional conheceram claustros da Autarquia. Receção oficial foi presidida por Domingos Bragança, Presidente do Município, ao início da noite desta terça-feira.
A Câmara Municipal de Guimarães recebeu, oficialmente, nos claustros dos Paços do Concelho, os participantes no 62º Congresso Internacional e Encontro Anual da Sociedade de Plantas Medicinais e Investigação em Produtos Naturais, que decorre até esta quinta-feira, 04 de setembro, no Campus de Azurém da Universidade do Minho e no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.
Realizado sob os auspícios da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, com o envolvimento da Escola de Ciências da UMinho e do Município de Guimarães, este é um dos maiores eventos do género a nível mundial (fitoquímica, fitofarmacêuticos, OTCs, produtos naturais, bioatividades, farmacologia, entre outros), sendo a primeira vez, em 62 anos de história, que se realiza em Portugal.
«Para Guimarães, é uma honra e um orgulho receber mais um evento desta dimensão. O nosso património material e imaterial faz do nosso concelho uma referência a vários níveis. Estamos já a trabalhar em projetos futuros e um deles é a instalação de uma incubadora de empresas de base agrícola e alimentar», disse Domingos Bragança, Presidente da Autarquia, ladeado por Matthias Hamburger, Presidente da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research.
Esta terça-feira, um grupo de investigadores apresentou os resultados da aplicação de cremes inovadores que ajudam no tratamento de queimaduras, feridas profundas e psoríase. Os cremes, que atuam por vezes em algumas horas, já estão disponíveis no mercado. «São dermacosméticos com funcionalidade hidratante e coadjuvantes para o tratamento de queimaduras, psoríase e feridas recalcitrantes (profundas e de difícil cura), que atuam em algumas horas ou em alguns meses, consoante a gravidade dos casos», explicou Alberto Dias, coordenador do polo do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) da UMinho, que também esteve presente na receção oficial realizada na Câmara Municipal de Guimarães.
Além da apresentação dos efeitos destes produtos, está prevista a divulgação de mais de 800 trabalhos científicos, alguns dos quais poderão vir a dar origem a novos fármacos para o tratamento de algumas das doenças com as maiores taxas de mortalidade em Portugal e no mundo. O CITAB é um centro de investigação multidisciplinar nas áreas agroalimentar, ambiental e florestal. Está sediado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e detém um polo na UMinho, além de contar com dezenas de investigadores inseridos noutras instituições de ensino superior nacionais e internacionais.
A Câmara Municipal de Barcelos, através do Pelouro do Ambiente, promove no próximo dia 16 de maio, no auditório do Estádio Cidade de Barcelos, mais uma formação dirigida ao público em geral, intitulada “Plantas Aromáticas e Medicinais”. Pretende-se, com esta formação, dar a conhecer os recursos naturais endógenos que temos à nossa disposição diariamente e o potencial das plantas aromáticas e medicinais em diversas áreas como a medicina, a culinária, a beleza, os espaços verdes, a agricultura biológica e a decoração.
Na formação, com a duração de sete horas, serão abordados os seguintes pontos: Breve resenha histórica; Exemplos de aromáticas e medicinais; O seu cultivo - localização, exposição, necessidades hídricas; Cuidados na colheita e preparação; Exemplos de aplicação culinária; Aplicação prática - preparação de um lanche.
A formação em plantas aromáticas e medicinais, orientada por José Pedro Fernandes, decorre entre as 10h00 e as 18h00 e é dirigida ao público em geral.
Com a chegada do espírito primaveril, a Íris Inclusiva, com a colaboração do Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) e sob a orientação de Carlos Venade, dinamizou, durante a manhã do dia 10 de Maio, uma atividade de exploração botânica no Parque da Cidade.
Neste ambiente foram exploradas, para além das questões da relação homem/natureza, várias espécies de plantas, expondo os seus potenciais modos de utilização culinária e medicinal.
Com a presença de um grupo bastante intergeracional, com perto de 30 participantes, esta experiência pretendeu trazer uma nova leitura sobre o que nos rodeia e promover a valorização do meio natural no quotidiano.
Dia 14 de Dezembro (próximo Sábado), pelas 15h00, terá lugar na Casa Nichos – Núcleo Museológico de Arqueologia (Rua de Viana), a atividade “Produção e Conservação de Aromáticas, Condimentares e Medicinais”, promovida pela Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, integrada no evento “Sentir Viana – Os Seis Sentidos”.
A Serra d’Arga foi contemplada pelo projeto da Quercus que visa a conservação e o restauro de habitats prioritários
A Serra d’Arga foi contemplada pelo projeto da Quercus “HIGRO - Ações demonstrativas para a conservação de habitats prioritários de montanha no Norte de Portugal”, cuja ação de apresentação dos resultados decorreu no último sábado, dia 31, em Arga de Cima. Este projeto é cofinanciado a 75% pelo programa Life+ da União Europeia e está a ser desenvolvido também na Serra de Montemuro e Alvão-Marão, igualmente sítios da rede Natura 2000.
O projeto HIGRO tem a duração de 40 meses, sendo que começou em setembro de 2010 e termina em dezembro deste ano. A intervenção incide essencialmente sobre baldios comunitários distribuídos pelos Municípios de Caminha, Viana do Castelo, Vila Pouca de Aguiar, Mondim de Basto, Castro Daire e Resende, numa área total de cerca de 160 hectares.
O principal objetivo do projeto é promover a conservação e o restauro dos habitats prioritários urzais-tojais higrófilos e cervunais.
Sendo a Serra d’Arga, mais propriamente a sua região biogeográfica Atlântica, uma das zonas de implementação do projeto, foi desenvolvida uma ação de apresentação dos resultados em Arga de Cima, uma vez que o Conselho Diretivo de Baldios e a respetiva Junta de Freguesia aderiram ao projeto.
Assim, realizou-se um percurso pedestre de 1,5 Km na área abrangida pelo HIGRO para observação dos habitats prioritários a conservar e restaurar. Foram ainda apresentados os trabalhos desenvolvidos e alguns aspetos interessantes da dinâmica dos habitats naturais e dos ciclos biológicos de invertebrados ameaçados, como a borboleta-azul-das-turfeiras (Phengaris alcon). Tanto que, durante o percurso foram mesmo identificados ovos desta borboleta de espécie rara e ameaçada de extinção, na genenciana-das-turfeiras que é a flor escolhida para a postura dos ovos.
No final do percurso decorreu uma breve apresentação do HIGRO na sede da Junta de Freguesia de Arga de Cima e a inauguração da exposição interpretativa sobre os habitats e espécies a conservar. A exposição estará patente no Centro de Interpretação da Serra d'Arga (CISA), a partir do dia 3 até 26 de setembro.
Este é um projeto da Quercus, em que a Câmara Municipal de Caminha integra a Comissão de Acompanhamento e apoia por considerar fundamental a preservação da biodiversidade na Serra d’Arga, para o equilíbrio daquela área classificada como Sítio de Interesse Comunitário – Rede Natura 2000.
É de salientar que no âmbito das ações de gestão dos habitats estão previstas medidas como o controlo mecânico da vegetação arbustiva e herbácea, o restauro da hidrologia natural, a instalação de vedações e a promoção do pastoreio de percurso através da celebração de contratos com diversos produtores de gado locais, uma vez que a gestão deste tipo de habitats está diretamente ligado à atividade tradicional de pastorícia em regime extensivo, algo que se encontra em franca regressão nas áreas montanhosas abrangidas pelo projeto.