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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TERRAS DE BOURO LEVA AO MÉXICO ARTESANATO DO MINHO

Terras de Bouro presente na Exposição Variações sobre uma Tradição dos Lenços de Amor aos Bordados com Poesia

No passado dia 23 de novembro foi inaugurada no Museu Regional de Guadalajara, México, a exposição “Variações sobre uma Tradição dos Lenços de Amor aos Bordados com Poesia”.

CAPA

O certame pautou-se pela exibição de trabalhos da etnografia portuguesa de grande qualidade e diversidade, do tradicional ao contemporâneo e no qual estiveram presentes três trabalhos de Terras de Bouro: das senhoras Filomena Araújo, Aldina Loureiro e Florinda Antunes do Grupo Cultural Desportivo e Recreativo de Rio Caldo.

O Município de Terras de Bouro felicita as três artesãs terrabourenses pela participação nesta exposição de museografia inovadora que se traduziu num espaço de grande impacto, acompanhado que foi da elaboração de um catálogo internacional de grande qualidade onde ficará perpetuado a participação do nosso concelho.

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CABECEIRAS DE BASTO ENSINA A CONFECIONAR A LÃ

Casa da Lã acolhe curso de ‘Confeção da Lã’

Arranca amanhã, dia 18 de dezembro, uma ação de formação de 200 horas de ‘VA Confeção de Lã – cultura e empreendedorismo’, um curso que será ministrado na Casa da Lã em Bucos e promovido pelo Centro de Emprego do Médio Ave – Serviço de Emprego de Basto e Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga – Serviço de Formação.

Casa da Lã acolhe curso de ‘Confeção da Lã’

Esta iniciativa, pensada pelo Município de Cabeceiras de Basto com o objetivo de preservar o ofício tradicional do trabalho da lã que atualmente é executado pelas Mulheres de Bucos, na Casa da Lã – um verdadeiro núcleo museológico vivo, foi organizada pelo Centro de Emprego do Médio Ave – Serviço de Emprego de Basto, procurando dar seguimento ao trabalho daquelas Mulheres que têm na estilista Dra. Helena Cardoso, desde há 9 anos, uma parceira que muito tem contribuído para dinamização, modernização e inovação desta arte.

Neste curso participam 16 formandas desempregadas que, com o apoio das formadoras – artesãs da Casa da Lã – e da orientação da estilista Dra. Helena Cardoso, vão aprender a trabalhar a lã, quer no desenvolvimento de peças de vestuário, quer na criação de peças decorativas e outras para a casa.

PONTE DE LIMA EXPÕE PRESÉPIOS

Exposição de Presépios no Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima

O Museu do Brinquedo Português assinala a quadra natalícia com uma exposição alusiva à celebração do nascimento de Jesus.

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Trata-se de uma exposição que apresenta uma diversidade de presépios ímpares e originais, elaborados nos mais variados tipos e tamanhos, com diversificados materiais, autênticas raridades e obras de arte, alguns com genuínas miniaturas, outros parecidos com os tradicionais e mais clássicos, outros mais irreverentes, mas todos eles criados com muito empenho e dedicação.

Uma variedade de presépios elaborados pelas instituições com valências para idosos – IPSS’s – do concelho de Ponte de Lima, designadamente o Centro Social e Paroquial Santa Maria dos Anjos, Casa de Caridade Nossa Senhora da Conceição, Centro Comunitário de Refoios, Centro Paroquial e Social da Correlhã, Centro Paroquial e Social de Calheiros, Centro Paroquial e Social de Beiral do Lima, Centro Paroquial e Social de Fornelos, Centro de Dia de Vitorino dos Piães, Centro Paroquial e Social de Santa Cruz do Lima, Centro Paroquial e Social de Rebordões de Santa Maria, Centro Paroquial e Social de S. Martinho da Gandra, ALTI – Cepões, Lar Casa de Magalhães, Centro Paroquial e Social de Fontão e Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, que se empenharam e criaram sinergias para enriquecer esta exposição com sublimes trabalhos.

A exposição conta também com inúmeros presépios oriundos da coleção particular do Sr. Padre Jorge Ramos, que vão deleitar os amantes deste género de arte pela sua preciosidade, singularidade, originalidade, autenticidade, inovação e raridade.

Complementarmente exibe-se ainda um conjunto de fotografias associadas à temática da natividade incluindo figuras em barro policromo da escola Machado de Castro, presépios de Estremoz - classificados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela produção dos "Bonecos de Estremoz", em barro, uma arte popular com mais de três séculos – entre outas imagens de notáveis presépios.

A mostra inaugura-se no dia 30 de novembro de 2018, pelas 16h, na Sala de Exposições Temporárias e fica patente até 06 de janeiro de 2019.

Associe-se a esta celebração e visite-nos!

PONTE DE LIMA EXPÕE PRESÉPIOS

Exposição de Presépios no Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima

O Museu do Brinquedo Português assinala a quadra natalícia com uma exposição alusiva à celebração do nascimento de Jesus.

Exposição Presépios 2018 Final

Trata-se de uma exposição que apresenta uma diversidade de presépios ímpares e originais, elaborados nos mais variados tipos e tamanhos, com diversificados materiais, autênticas raridades e obras de arte, alguns com genuínas miniaturas, outros parecidos com os tradicionais e mais clássicos, outros mais irreverentes, mas todos eles criados com muito empenho e dedicação.

Uma variedade de presépios elaborados pelas instituições com valências para idosos – IPSS’s – do concelho de Ponte de Lima, designadamente o Centro Social e Paroquial Santa Maria dos Anjos, Casa de Caridade Nossa Senhora da Conceição, Centro Comunitário de Refoios, Centro Paroquial e Social da Correlhã, Centro Paroquial e Social de Calheiros, Centro Paroquial e Social de Beiral do Lima, Centro Paroquial e Social de Fornelos, Centro de Dia de Vitorino dos Piães, Centro Paroquial e Social de Santa Cruz do Lima, Centro Paroquial e Social de Rebordões de Santa Maria, Centro Paroquial e Social de S. Martinho da Gandra, ALTI – Cepões, Lar Casa de Magalhães, Centro Paroquial e Social de Fontão e Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, que se empenharam e criaram sinergias para enriquecer esta exposição com sublimes trabalhos.

A exposição conta também com inúmeros presépios oriundos da coleção particular do Sr. Padre Jorge Ramos, que vão deleitar os amantes deste género de arte pela sua preciosidade, singularidade, originalidade, autenticidade, inovação e raridade.

Complementarmente exibe-se ainda um conjunto de fotografias associadas à temática da natividade incluindo figuras em barro policromo da escola Machado de Castro, presépios de Estremoz - classificados Património Cultural Imaterial da Humanidade pela produção dos "Bonecos de Estremoz", em barro, uma arte popular com mais de três séculos – entre outas imagens de notáveis presépios.

A mostra inaugura-se no dia 30 de novembro de 2018, pelas 16h, na Sala de Exposições Temporárias e fica patente até 06 de janeiro de 2019.

Associe-se a esta celebração e visite-nos!

MONÇÃO PROMOVE OLARIA TRADICIONAL

Cervães recebeu mais uma edição ‘Tradição dos Nossos Avós’ e a Olaria foi protagonista!

Na reta final da Rota das Colheitas, Cervães celebrou a ‘Tradição dos Nossos Avós’ com uma iniciativa que gozou de adesão e vários momentos de grande animação. Em três dias consecutivos, de 17 a 19 de novembro, o Centro Social e Paroquial da freguesia recebeu centenas de pessoas que chegaram a Cervães para conhecer e apreciar os saberes da genuína tradição minhota. O ‘Ciclo do Pão de Milho e a Olaria’ foram os temas da edição deste ano, sendo a arte de trabalhar o barro a grande novidade do cartaz.

Integrada na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, a iniciativa contou com um programa vasto e diversificado programa, composto pela celebração de uma eucaristia, exposição temática, degustação de iguarias típicas da região, animação musical ao vivo, trabalho com a roda do oleiro e visita dos alunos e idosos, entre outras atividades. O evento tem crescido de forma gradual ao longo dos anos, mobilizando várias pessoas, das crianças aos mais adultos, que mostram o interesse e curiosidade pelas tradições locais. A organização resulta de uma força conjunta entre o Centro Social e Paroquial de Cervães e a cervaense Maria Amélia Oliveira com a colaboração da Junta de Freguesia de Cervães, associações locais e centro escolar de Cervães.

Muita juventude em Cervães para recordar a ‘Tradição dos Nossos Avós’!

A celebração da missa das colheitas, com a participação dos vários elementos dos escuteiros e alunos da catequese, deu o pontapé de saída na iniciativa. Com a sala bem composta, seguiu-se a intervenção do presidente da Junta da Freguesia de Cervães, Hélder Forte, da professora Maria Amélia Oliveira e da Vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes. Todos mostraram a sua satisfação com o evento e frisaram a importância de preservar e divulgar as tradições da região. Posto isso, foram vários os curiosos que espreitaram a exposição ‘Oleiros e Barreiras de Cervães – O antigo e o moderno‘. A professora Júlia Barbosa destacou o grande envolvimento dos seus estudantes e acredita que “foi uma experiência muito positiva para eles!”. “Depois de fazerem um trabalho de conceções alternativas, ou seja, ver aquilo que os meninos sabiam antes de começarmos a trabalhar propriamente no tema, percebi que não tinham grandes conhecimentos sobre a matéria. Para eles, o barro só servia para fazer vasos. Posteriormente, partimos para a investigação com o apoio das novas tecnologias e conheceram o mundo da olaria desde a origem até aos dias de hoje. Viram muitas imagens. Só depois é que meteram as mãos na massa e elaboraram cartazes com breves explicações sobre esta arte”, explicou Júlia Barbosa.

“Vou ter sempre a paixão do barro comigo!”

Quem não deixou de visitar o espaço foi Amaro Silva, um amante do barro. Natural de Barcelos, mas residente há vários anos em Cervães, Amaro Silva não esconde o amor pela olaria e diz que é uma atividade que o acompanha desde pequeno. “Vou ter sempre a paixão do barro comigo. Quando era miúdo ia com o meu pai para o trabalho dele e ajudava-o. Adorava. Era engraçado. Uma boa forma de passar o tempo e de me entreter”, conta. Apesar de ser a arte da família e um emprego frequente na altura, não foi a profissão que seguiu. “Era o que havia na época, não há a fartura que há hoje. Por acaso, não segui essa atividade, mas sempre que vejo cerâmica, barro, fico a apreciar”, vincou.

Para as crianças aprenderem e os mais velhos recordarem

No domingo, 18 de novembro, realizou-se uma caminhada com visita a dois fornos de oleiro tradicionais na freguesia, a fim de mostrar aos interessados como se fazia e processava o barro, uma iniciativa promovida pelos escuteiros e associações locais. Na parte da tarde, as pessoas tiveram a oportunidade de saborear a tradicional broa de milho e as famosas sopas de burro cansado, duas iguarias que foram confecionadas pelas mãos experientes das cozinheiras locais. No decorrer da tarde, houve um magusto típico e tempo para um especialista de olaria demonstrar como era feito o processo do barro. A animação musical inundou depois o espaço com a atuação o grupo folclórico de Cervães. Hoje é o último dia e foca-se mais nas crianças da escola e nos idosos da freguesia. Desta forma, os mais pequenos ficam a conhecer melhor a vida dos tempos dos seus avós e os mais velhos recordam as tradições da sua juventude.

“Muitos parabéns pela atividade, parabéns por integrarem a Rota das Colheitas, parabéns por recuperarem as tradições dos nossos avós!”

Presente na sessão de abertura do evento, a Vereadora da Cultura sublinhou a importância de preservar e divulgar as tradições, felicitando a organização pelo empenho e dedicação. “Muitos parabéns pela atividade, parabéns por integrarem a Rota das Colheitas, parabéns por recuperarem as tradições dos nossos avós!”, referiu Júlia Fernandes, acrescentando que desta forma é possível chegar aos mais novos. “É muito importante para nós, para as nossas gerações, termos aqui esta exposição que nos recorda aquilo em que muito de nós trabalharam, mas ainda mais importante para as nossas crianças e as nossas escolas”, afirmou.

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FAMALICENSES VIVEM A ARTE DO BARRO

Cerâmica e barro inspiram novo mural de arte urbana em Bairro

A forte ligação da comunidade de Bairro à cerâmica e ao barro está agora espelhada no novo mural de arte urbana desta freguesia famalicense. A intervenção artística foi apresentada no passado sábado, 17 de novembro, e pode agora ser vista por todos no parque infantil das Camélias.

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O mural, com cerca de 24 metros de comprimento, envolveu a participação de 15 jovens do concelho e é já o quarto pintado no âmbito do projeto Urban Youth, promovido pela autarquia, através do pelouro da Juventude, em parceria com o centro artístico A Casa ao Lado, depois dos trabalhos inaugurados em Vila Nova de Famalicão, Requião e Jesufrei.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, elogiou o trabalho feito nesta nova intervenção do Urban Youth, salientando a importância do projeto não só na valorização dos espaços públicos, como também pelo trabalho que tem conseguido fazer na divulgação das tradições e características próprias de cada uma das freguesias por onde já passou.

Recorde-se que o Urban Youth é um projeto de intervenção artística com recurso a técnicas como o grafite e a azulejaria. A primeira intervenção deste projeto decorreu na cidade, no Parque de Sinçães, com a ilustração de escritores famalicenses, seguindo-se depois o polidesportivo de Requião, onde foi retratada uma lenda antiga da freguesia, e Jesufrei, com a pintura de um mural inspirado no protetor da freguesia - o Arcanjo S. Miguel.

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PONTE DA BARCA EXPÕE SOBRE ARTES DA TECELAGEM

Exposição “Do Fio ao Linho” na Loja Interativa de Turismo patente até ao dia 5 de janeiro de 2019

A Loja Interativa de Turismo tem patente a exposição “Do Fio ao Linho”. Uma visão sobre o processo de transformação, desde a sua origem até à confeção do tecido.

Esta exposição tem como espólio os utensílios utilizados na sua transformação, transmitindo a todas as gerações o “saber fazer” do linho e contou, no dia inaugural, com a colaboração da Associação Cultural os Canários de Bravães.

Até 5 de janeiro de 2019 passem por lá e apreciem!

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BARCELOS OFERECE GALOS

Câmara oferece galos de Barcelos para apelar à inclusão do novo hospital no OE2019

A Câmara Municipal continua a defender a construção de um novo hospital público em Barcelos e a reivindicar a inclusão da obra no Orçamento do Estado para 2019. Nesse sentido, o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, fez chegar na passada sexta-feira à Assembleia da República e ao Governo uma carta a apelar à inclusão da construção do novo hospital no Orçamento do Estado.

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A missiva foi enviada para o Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças, Ministro da Saúde, Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Líderes dos Grupos Parlamentares, Presidente da Comissão de Saúde e a todos os deputados pertencentes à Comissão de Saúde.

A carta foi acompanhada por um Galo de Barcelos, ícone do artesanato da cidade e símbolo de Portugal, em cuja base está escrito o apelo: “Pela construção do novo hospital - Barcelos”. O objetivo passa por chamar a atenção para a necessidade da realização desta importante obra que iria servir 153 mil utentes da sua área de influência, correspondente aos concelhos de Barcelos e Esposende.

O documento sublinha a aprovação, a 12 de julho de 2018, na Assembleia da República, de quatro Projetos de Resolução que pugnavam pela construção de um novo hospital público em Barcelos, através dos quais “todos os Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República reconhecem que seria fundamental a inclusão, no Orçamento do Estado para 2019, de um modelo de financiamento conducente à construção do Novo Hospital em Barcelos”, o que permitiria à Câmara Municipal “avançar com a aquisição do terreno”.

Na carta, a Câmara Municipal lembra, ainda, o “Acordo Estratégico para o lançamento de um Novo Hospital em Barcelos” assinado com o Ministério da Saúde em 2009 e nota que o atual Governo, em várias iniciativas públicas, “também reconheceu a importância da construção de um Novo Hospital em Barcelos”.

O Município de Barcelos refere que o atual edifício, propriedade da Santa Casa da Misericórdia, “apresenta uma estrutura física antiquada, funcionalmente desequilibrada e desarticulada, estando longe de dispor das condições apropriadas para prestar cuidados de saúde de acordo com os melhores padrões de qualidade e segurança do Serviço Nacional de Saúde, e assim assegurar um atendimento e acolhimento adequados aos seus utentes”.

O texto sublinha, ainda, que “a atividade realizada nas várias linhas assistenciais ilustra a imprescindibilidade de um novo hospital, num modelo de proximidade”, sendo que, de acordo com os dados do Relatório de Gestão e Contas do Hospital Santa Maria Maior, referente a 2016, foram realizadas 71 312 consultas externas, na atividade cirúrgica foram intervencionados 4 561 doentes e o serviço de urgência registou 69 751 episódios.

“Assim sendo, seria fundamental a abertura da dotação orçamental em sede de Orçamento de Estado para 2019”, conclui a Câmara Municipal de Barcelos, destacando “a urgência e justeza desta obra”.

RANCHOS FOLCLÓRICOS PRIVILEGIAM BUGIGANGAS EM ACRÍLICO EM DETRIMENTO DO ARTESANATO TRADICIONAL - CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU!

O folclore é a História não escrita de um povo. Confundindo-se com a Etnografia, ela contempla o traje, a dança, o artesanato, os cantares, os métodos de trabalho, a gastronomia, os jogos tradicionais, a religião, os contos e as lendas, a medicina popular e tudo o mais que constituiu a vivência dos povos a uma época pré-industrial. Por outras palavras, o folclore não se restringe a um pequeno cancioneiro de músicas populares e a um reportório de danças típicas… o artesanato será porventura a forma que melhor caracteriza psicologicamente o grau de desenvolvimento e o talento artístico de um povo!

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Vem isto a propósito das lembranças com que muitos ranchos folclóricos presenteiam os seus convidados nos festivais que organizam, preterindo geralmente o artesanato tradicional face a umas bugigangas de cartão e acrílico que entraram na moda, executadas através de meios informáticos – peças sem alma que nada representam do valor artístico do nosso povo!

Fazem parte do património artístico do nosso povo e, por conseguinte, do nosso folclore, uma tão rica e variada panóplia de peças do nosso artesanato, desde a cerâmica e a cestaria, a latoaria e a ourivesaria, a tecelagem e a carpintaria, as rendas e os bordados, os curtumes e a cutelaria e uma infinidade de variantes essenciais ao quotidiano das nossas gentes.

Porém – desconhece-se qual o entendimento que certas pessoas têm do folclore! – distribuem às carradas uma série de bugigangas sem qualquer valor artístico, produzidas em série por uma máquina e não pelo Homem! E não há “avaliadores” que lhes chamem a atenção para a necessidade de valorizarem o nosso folclore como se aqueles “cacos” fizerem parte da nossa cultura tradicional…

E desta forma despreza-se o talento artístico do nosso povo, não se contribui para a promoção das respectivas regiões e transmite-se uma ideia errada do que é realmente o folclore… é caso para dizer, em casa de ferreiro, espeto de pau!

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BARCELOS EXPÕE ARTESANATO NA TORRE MEDIEVAL

Exposição coletiva de artesanato na Torre Medieval

A Torre Medieval recebe sexta-feira, 26 de outubro, às 17h00, a exposição coletiva de Artesanato “Bestas, Diabos e Figuras Fantasmagóricas do Artesanato de Barcelos”.

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Esta é uma exposição que abarca todas as artes e ofícios locais, mas com uma maior representatividade do figurado de Barcelos, e pretende retratar peças fantásticas fruto da imaginação e criatividade os artesãos acerca do sobrenatural.

Apesar de uma maior representatividade na produção de figurado, pretende-se alargar esta exposição a todas as produções artesanais locais, desde os ofícios mais tradicionais às artes contemporâneas, de forma a incentivar e desafiar todos os artesãos à criatividade e inovação, sem prejuízo da tradição e da identidade local.

Num território em que impera a criatividade nos mais variados domínios artísticos, a integração de Barcelos na Rede Mundial das Cidades Criativas da UNESCO é considerada como uma consequência positiva dessa mesma criatividade. Assim, artesãos e entidades locais assumem uma maior responsabilidade quanto à continuidade de um processo criativo dinâmico e multifacetado, pelo que o objetivo da presente exposição é potenciar novos desafios criativos a todos os atores da comunidade criativa.

A exposição pode ser vista até 25 de novembro de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, e ao sábado, domingos e feriados, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30.

ALFAIATARIA DESTACA-SE EM FAMALICÃO NA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Mais de 200 mil pessoas passaram pela Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão. Evento despede-se com saldo muito positivo

A alfaiataria foi a arte que saiu premiada da 35.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão que terminou, este domingo, depois de dez dias de promoção dos melhores e mais genuínos saberes e sabores nacionais. A toga “Becas” elaborada pelo artesão famalicense Manuel Campos conquistou o júri do concurso arrecadando o prémio de “Melhor Peça de Artesanato”. Foram ainda entregues três menções honrosas aos artesãos Marta Cruz de Amarante com tecelagem, às rendas de Bilros de Vila do Conde e a José Falcão pela capa em burel - L’Pardo.

Paulo Cunha mostrou-se satisfeito com sucesso da feira

De resto, todos os artesãos e expositores acabaram por sair vencedores desta edição, tendo em conta a forte adesão de visitantes à feira, que ultrapassou largamente a fasquia dos 200 mil, o que deixou a organização muito satisfeita. A noite do concerto do rapper Piruka foi a mais concorrida com a presença de mais de 20 mil pessoas.

“Foi uma excelente edição da Feira de Artesanato e Gastronomia, com números de adesão fantásticos que demonstram bem o sucesso e o interesse que este evento desperta nas pessoas. Estamos muito satisfeitos e esta satisfação estende-se também aos artesãos e gastrónomos que aqui estiveram ao longo dos últimos 10 dias”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, em jeito de balanço.

Recorde-se que o certame contou com a participação de cerca de uma centena de artesãos, que ofereceram aos visitantes a oportunidade de assistir ao vivo ao trabalho por eles desenvolvido. À beleza e originalidade do artesanato, a feira juntou ainda os verdadeiros e genuínos sabores da gastronomia nacional, com cerca de uma dezena de restaurantes e tasquinhas. Tudo isto, num ambiente marcadamente popular, com um programa de animação dirigido a todas as gerações.

Peça vencedora da Feira de Artesanato e Gastronomia

Piruka atraiu milhares à feira

ARTESANATO E GASTRONOMIA LEVA MILHARES DE VISITANTES A FAMALICÃO

Enorme afluência nos primeiros dias da Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão. Paulo Cunha visitou o evento este domingo e mostrou-se muito satisfeito

Largos milhares de visitantes encheram neste fim de semana o recinto da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão. O evento que arrancou na sexta-feira registou até ao final do dia de domingo, a visita de mais de 30 mil pessoas, provocando verdadeiras enchentes, e deixando os expositores muito satisfeitos.

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Isso mesmo constatou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que aproveitou a tarde de domingo para visitar o certame e cumprimentar os artesãos e todos os participantes. Para o autarca, o êxito da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão resulta essencialmente do prestígio e da qualidade que o evento tem alcançado nos últimos anos. “Estamos a falar de uma Feira que se realiza  ininterruptamente há 35 anos e que tem conseguido atrair artesãos de todo o país, apresentando uma enorme diversidade e uma grande qualidade”“A Feira de Famalicão é muito conceituada, todos os anos temos mais candidatos do que espaços disponíveis, temos artesãos que participam desde o início do evento, mas também temos muitos a participar pela primeira vez. Temos muitos famalicenses e outros que fazem muitos quilómetros para estarem aqui presentes”, salientou Paulo Cunha, acrescentando que“visitar a Feira de Artesanato e Gastronomia é como fazer uma viagem pelo país, pela sua cultura e tradições, sem sair de Famalicão”.

A Feira de Artesanato e Gastronomia abriu portas na passada sexta-feira e prolonga-se até ao próximo domingo, 9 de setembro, dando a conhecer o trabalho ao vivo de cerca de 100 artesãos.

À beleza e excelência do artesanato, a feira junta ainda os verdadeiros sabores e aromas da gastronomia nacional. Nas tasquinhas provam-se os tradicionais chouriços e presuntos, ricos queijos, os melhores doces, compotas, vinhos e licores. Tudo isto, num ambiente marcadamente popular animado pela presença de grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa, que irá animar as noites do evento.

Ao nível da animação, destaque para os concertos de Augusto Canário & Amigos, amanhã, terça-feira, e  do rapper Piruka que promete atrair as gerações mais novas até ao recinto da Feira, na noite de quinta-feira, 6 de setembro. Além disso, o evento garante animação diária e constante através da participação de quase três dezenas de artistas musicais.

Esta noite, a animação estará entregue a Helena Fernandes e Banda Jazz e à Banda Medusa. O resto da semana segue ainda com Ronda dos Quatro Caminhos (dia 5) e Charles Band Dickens e Rosamate (dia 7).

No próximo fim-de-semana destaque para as tardes de folclore, para o projeto cultural Vozes do Minho, as danças urbanas e para a atuação de Costinha (no sábado) e de Carina Amarante e Patricia Costa (no domingo), com a noite de fado. Todos os espetáculos são de entrada livre.

A Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão vai já na sua 35.ª edição, é de entrada gratuita e decorre no antigo campo da feira semanal.

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FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DE FAMALICÃO ABRE AO PÚBLICO COM NOVIDADES E ANIMAÇÃO

Presidente da Câmara Municipal visita o certame no domingo, 2 de setembro, pelas 16h00

Abrem amanhã, sexta-feira, 31 de agosto, pelas 18h00, as portas da 35ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão, um dos maiores eventos do género da região Norte, que todos os anos atrai milhares de visitantes à cidade na descoberta pelo artesanato mais genuíno, pela gastronomia tradicional e de qualidade, mas também pela grande animação popular.

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O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, visita o certame este domingo, dia 2 de setembro, a partir das 16h00, altura em que já será possível perceber sobre a força da adesão do público ao evento. 

À riqueza do artesanato nacional juntam-se os sabores inconfundíveis da gastronomia numa conjugação de saberes e sabores únicos e genuínos. No recinto do antigo campo da feira semana reúnem-se ao longo de dez dias mais de 100 artesãos – muitos deles a trabalhar ao vivo – representantes das várias regiões do país e perto de uma dezena de restaurantes e tasquinhas com as iguarias mais tradicionais. Por aqui, há ainda espaço para os produtores que trazem consigo os vinhos, queijos, presuntos e doces mais puros oriundos de todo o país.

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Duas mãos cheias de novos artesãos estreiam-se este ano. São artistas da bijuteria, da malha, da cerâmica, do vidro, da tecelagem, mas também do gesso e dos bordados, entre outros, que vêm de vários pontos do país mostrar a sua arte, naquela que já é considerada “a maior Feira de Artesanato e Gastronomia do Minho e um cartaz turístico-cultural de referência nacional”, como refere o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

Tudo isto animado com um programa de animação diária e constante através da participação de quase três dezenas de artistas musicais, donde se destaca a presença de Augusto Canário & Amigos no dia 4 de setembro. O espetáculo de música popular juntará a tradição das concertinas, cavaquinhos, violões e bandolins à modernidade da bateria e do baixo, com o calor e sabor dos instrumentos de percussão latinos, criando um ambiente vivo, colorido, cheio de ritmo e alegria.

Uma noite para a juventude desfrutar do certame é a principal novidade ao nível da animação da edição deste ano com um concerto do rapper Piruka, na noite de 6 de setembro.

A entrada é gratuita em todos os dias do certame.

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BARCELOS É A CAPITAL DO ARTESANATO POPULAR – QUEM DIZ ARTESANATO DIZ BARCELOS!

36ª Mostra de Artesanato de Barcelos foi um sucesso – Blogue do Minho dá a conhecer algumas peças da exposição

A 36.ª Mostra Nacional de Artesanato e Cerâmica em Barcelos decorreu de 3 a 15 de agosto e foi um sucesso como oportunamente registámos. Para o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, “esta 36.ª Mostra pretendeu evidenciar o respeito que a cidade tem pelos artesãos”, num ano em que o Município de Barcelos foi agraciado com o Prémio Nacional de Artesanato, poucos meses depois da consagração como Cidade Criativa da UNESCO.

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O artesanato é porventura a manifestação artística que melhor reflecte o talento artístico de um povo, os seus traços psicológicos e formas de observar o mundo Homem – ao contrário  da máquina – com todas as imperfeições que lhe são inerentes mas que reproduzem os afectos, ideias e sentimentos de quem os produziu com as suas próprias mãos. O artesanato faz parte do nosso folclore!

Desde há algum tempo, em lugar de promoverem o nosso artesanato genuíno, muitos grupos folclóricos têm vindo a optar pelos acrílicos produzidos com recurso a aplicações informáticas, pirogravuras e outras peças estranhas ao artesanato popular para produzir as lembras que oferecem a outros grupos folclóricos e entidades – não divulgam a sua região, não promovem o emprego baseado na cultura popular e prestam um mau serviço ao folclore!

A Mostra de Artesanato de Barcelos é um exemplo a seguir – uma fonte de inspiração para os grupos folclóricos!

Fotos: José Carlos Vieira

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CORRIGIR A ORTOGRAFIA DOS LENÇOS DE NAMORADOS É COMO CANTAR AO DESAFIO SEM PRONÚNCIA DO MINHO

Remonta ao século XVII a origem dos “lenços de namorados, fazendo parte do vestuário feminino, tendo apenas função decorativa.

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Com o tempo, passaram a ser utilizados como uma forma de conquistar o namorado: uma vez bordado, o lenço era oferecido ao “conversado” e, caso este decidisse usá-lo em público, estabelecia-se o namoro. Para tal, o rapaz trazia-o por cima do seu casaco domingueiro, colocava-o ao pescoço com o nó voltado para a frente, usava-o na aba do chapéu ou mesmo atado na ponta do pau que costumava trazer consigo.

Os lenços, representam o sentimento da rapariga em relação ao rapaz, no qual ela escreve pequenos versos de amor, ou símbolos. Damos conta muitas vezes, de erros ortográficos nestes lenços, que denunciam a falta de instrução da época.

Procurar imitar os tradicionais lenços de namorados corrigindo a ortografia é, como diz o povo, vender gato por lebre… uma vez que se está a adulterar um dos aspectos que mais caracterizam aquelas peças do nosso artesanato tradicional. Neste caso, manter a tradição é conservar os erros ortográficos!

Fotos: https://www.facebook.com/citpontedelima/

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FAMALICÃO REALIZA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Uma dezena de artesãos estreia-se na Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão. Evento decorre entre 31 de agosto e 9 de setembro, com mais de 100 artesãos e perto de uma dezena de restaurantes e tasquinhas tradicionais

Duas mãos cheias de novos artesãos estreiam-se, este ano, na Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão, que decorre entre 31 de agosto e 9 de setembro. São artistas da bijuteria, da malha, da cerâmica, do vidro, da tecelagem, mas também do gesso e dos bordados, entre outros, que vêm de vários pontos do país mostrar a sua arte, naquela que já é considerada “a maior Feira de Artesanato e Gastronomia do Minho e um cartaz turístico-cultural de referência nacional”, como refere o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

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De acordo com o autarca a Feira tem ganho qualidade e prestígio de ano para ano, o que faz com que seja cada vez mais concorrida. Tudo isto é, em grande parte, “fruto de uma forte aposta da autarquia na organização e promoção do evento, que tem levado a uma natural seleção do melhor e mais autêntico artesanato nacional a par dos mais genuínos sabores da nossa gastronomia”, acrescenta.

Este ano, realiza-se a 35.ª edição da Feira, “35 anos de crescimento, consolidação e elevação da qualidade”, sublinha o autarca.

À riqueza do artesanato nacional juntam-se os sabores inconfundíveis da gastronomia numa conjugação de saberes e sabores únicos e genuínos. No recinto do antigo campo da feira semana reúnem-se ao longo de dez dias mais de 100 artesãos – muitos deles a trabalhar ao vivo – representantes das várias regiões do país e perto de uma dezena de restaurantes e tasquinhas com as iguarias mais tradicionais. Por aqui, há ainda espaço para os produtores que trazem consigo os vinhos, queijos, presuntos e doces mais puros oriundos de todo o país.

Tudo isto animado com um programa cultural repleto de música tradicional, com o folclore, as concertinas, os cavaquinhos e os cantares ao desafio, mas também rap, fado, jazz, e pop rock.

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UNESCO CONSAGRA BARCELOS CIDADE CRIATIVA DO ARTESANATO

36.ª edição da Mostra de Artesanato foi um sucesso e evidenciou Barcelos Cidade Criativa da UNESCO

Chegou ao fim com balanço positivo a 36.ª Mostra Nacional de Artesanato e Cerâmica em Barcelos, que decorreu de 3 a 15 de agosto. Para o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, “esta 36.ª Mostra pretendeu evidenciar o respeito que a cidade tem pelos artesãos”, num ano em que o Município de Barcelos foi agraciado com o Prémio Nacional de Artesanato, poucos meses depois da consagração como Cidade Criativa da UNESCO.

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Foram 13 dias em que o destaque foi para o que de melhor se faz em Barcelos, desde a cestaria e vime, à olaria, barro figurativo, trabalhos em madeira, ferro e derivados e bordados. Foram muitas as produções artesanais que puderam ser apreciadas no decorrer do certame, uma iniciativa promovida pelo Município de Barcelos, onde participaram mais de uma centena de artesãos.

Este evento permitiu aos visitantes o contacto com as artes tradicionais e o trabalho ao vivo e promoveu a riqueza da arte e do trabalho tradicional barcelense, reafirmando a aposta do Município no apoio ao trabalho desenvolvido pelos artesãos.

A Mostra contou com um vasto programa de animação diária, onde se incluíram diversos espetáculos musicais ao vivo, arruadas dos grupos folclóricos do concelho de Barcelos e atuações de grupos estrangeiros participantes no Festival do Rio, entre outras atividades que animaram quem visitou a cidade  de Barcelos por estes dias.

Destaque para o envolvimento das associações do concelho que assumiram a animação cultural do certame e para os  workshops com os artesãos que  fizeram, uma vez mais, as delícias dos visitantes.

A Gala do Artesanato, que se realizou no último sábado, à noite, foi um dos pontos altos da Mostra e contou com um espetáculo único protagonizado em exclusivo por artistas barcelenses, marcando a cerimónia de entrega dos habituais galardões anuais para os melhores artesãos do certame.

Na categoria principal – Prémio Carreira – foi distinguido Abílio Pereira, artesão da freguesia de Viatodos, por toda uma vida dedicada à cestaria, uma arte que constitui um elemento indispensável para o conhecimento e fruição do artesanato regional, e que, segundo o artesão, “quase já não tem seguidores”. Os prémios Revelação foram entregues a Irene Salgueiro e a Hélder Ferreira, respetivamente, nas subcategorias de Artesanato Tradicional e Contemporâneo. A artesã Fátima Miranda arrecadou o Prémio Inovação.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, “Barcelos tem talento, tem querer, tem criatividade e o nosso dever é incentivá-los”.

Com um programa diversificado a Mostra voltou a atrair, por estes dias, milhares de visitantes ao concelho, uma adesão que espelha o sucesso de um certame que já se realiza há 36 anos.

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POLÍCIA E SEGURANÇA PRIVADA VIGIAM 30 MILHÕES EM OURO NAS FESTAS D’AGONIA

Não é fácil calcular com rigor o valor do ouro que às 16 horas de sexta-feira vai sair às ruas de Viana do Castelo, ao peito de 636 mulheres, no Desfile da Mordomia das Festas d'Agonia. Mas o ourives Vítor Coutinho, descendente de uma família que já vai na sexta geração dedicada à ourivesaria naquela cidade, assegura que vale "30 milhões de euros".

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Uma cifra calculada a partir do preço actual de mercado (28 euros a grama) e do peso médio carregado pelas cada vez mais mordomas. O desfile será vigiado por um "exército" de polícias fardados e à paisana, seguranças privados e também familiares e amigos, zelosos dos valiosos dotes das "raparigas".

Fonte: Ana Peixoto Fernandes / https://www.jn.pt/

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Viana do Castelo: Romaria da Agonia 2017

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