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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS: MUSEU DA OLARIA EXPÕE PRESÉPIOS DE NATAL

Nesta quadra natalícia, visite o Museu de Olaria. Duas exposições temporárias e mostra de presépios

Aproveite a quadra natalícia para visitar o Museu de Olaria, onde, além das duas exposições temporárias: “Binde à Festa” de Delfim Manuel e “Santo António p`Artes de mim”, coleção de Alexandre Correia, estão patentes duas novas mostras, uma de presépios de vários barristas, pertencentes à coleção do Museu de Olaria e a exposição “Olaria Norte de Portugal”.

Entretanto, está a decorrer a montagem da nova exposição permanente, que deverá reabrir ao público no primeiro trimestre de 2023, com peças únicas do singular acervo do Museu.

Vão estar expostas produções do norte ao sul do país, dos arquipélagos e ainda dos PALOP's. O figurado também marcará presença, bem como a louça decorativa e a contemporânea.

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BARCELOS APRESENTA “PRESÉPIO A 7 ARTES”

Na Sala Gótica dos Paços do Concelho

Não deixa ninguém indiferente. Pela dimensão, pelo enquadramento e sobretudo pela quantidade e diversidade artística das peças que o compõe. Trata-se do “Presépio a 7 Artes”, que está patente na Sala Gótica dos Paços do Concelho, uma “obra” que reúne criações de 39 artesãos de Barcelos, das mais variedades artes e ofícios populares do território barcelense.

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No texto de apresentação desta iniciativa -  patente no edifício da Câmara Municipal, até ao dia 6 de janeiro -  lê-se que “o “Presépio a 7 Artes” é uma homenagem ao Natal e aos artesãos barcelenses. Nele estão criações que representam o sentido criativo de cerca de quatro dezenas de artesãos barcelenses, de múltiplas produções e gerações. A cada uma destas peças singulares, o Município adicionou composições de elevado valor histórico, pertencentes ao espólio do Museu de Olaria, de alguns dos grandes vultos do artesanato local que fazem parte da galeria dos notáveis da identidade da arte popular local e nacional”.

Composto por cerca de uma centena de peças este presépio constitui um “retrato da vida quotidiana popular de um passado não muito longínquo, porém profundamente marcado pela expressão característica do Minho e das suas gentes, mas, mais do que isso, reflete um sentimento coletivo de outros tempos e momentos de uma identidade e de um imaginário local”.

Como é de reconhecimento geral, o concelho de Barcelos foi, desde sempre, um terreno fértil para a criatividade, particularmente no panorama das artes e ofícios tradicionais e, como tal, o presépio tornou-se também numa das criações mais relevantes do figurado local.  Assim, a ideia de criar um “Presépio a 7 Artes” é antes de mais um elogio ao artesanato local, não só patente nas produções barristas, mas também nos trabalhos em madeira, ferro, cestaria, bordado de crivo e em expressões de artesanato contemporâneas como é o caso da pasta de papel.

O presépio é uma das mais relevantes tradições natalícias. Foi no século XIII que São Francisco de Assis fez nascer este costume, quando decidiu recriar a efeméride dentro daquele que era o ideal cristão de apologia à humildade. Esta ação foi de tal forma bem acolhida que, da floresta de Greccio, na atual Itália, saltou para todo o mundo cristão e, através dos séculos, a sua dimensão não parou de crescer. Chegou até nós como mais do que uma alegoria ao simbolismo que a época encerra, pois hoje trata-se sobretudo de uma representação de dimensão cultural e histórica do advento.

Neste presépio encontram-se criações de: (por ordem alfabética) Agostinho Coelho, Alberto Pinto, António Ramalho, António Salgueiro, Bernardino Coelho, Carlos Dias, Carolina André, Cidália Trindade, Conceição Messias, Conceição Sapateiro, Daniel Alonso, Domingos Ferreira, Eduardo Barbosa, Eduardo & Jesus Pias, Ermelinda Rodrigues, Fernando “Russo”, Inês Machado, Irene Salgueiro, Irmãos Baraça, Irmãos Mistério, João Ferreira, João Rêgo, Joaquim Messias, Joaquim Pinto, Júlia Côta, Júlia Martins , Júlio Ferreira, Laurinda Pias(28), Lourdes Ferreira, Luísa Pereira, Manuel Carvalho, Manuel Macedo, Mina Gallos, M. S. Cordeiro, Nelson Oliveira, Prazeres Côta, Renato Mendanha, Rosa Portela e Telmo Macedo.

BARCELOS: DESIGN A BRINCAR EM PORTUGUÊS NA CASA DO VINHO ATÉ 4 DE MARÇO

Isto não é uma exposição, é uma brincadeira!

É inaugurada, na próxima quarta-feira, pelas 18h00, na Casa do Vinho, na Praceta Rogério Calás de Carvalho, centro histórico de Barcelos, a exposição “Design a Brincar em Português”, resultado de uma seleção de brinquedos do colecionador Paulo Parra. Nas palavras deste designer e professor de Belas-Artes, “esta exposição está organizada segundo o conceito de que “O Design também Brinca”. Nessa perspetiva, a exposição permite não só “Brincar com o Artesanato”, mas também “Jogar para Brincar”.

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A propósito desta iniciativa, a vereadora da Cultura, Elisa Braga, pergunta: “Quem nunca olhou para trás e rebuscou no baú da memória aqueles brinquedos que fizeram as delícias da nossa infância?”, e acrescenta:  “Considerados importantes no processo de aprendizagem e fundamentais na formação da personalidade, os brinquedos eram (e continuam a ser), sobretudo na época natalícia, o sonho de qualquer criança e motivo de fascínio do desembrulhar um presente. Ter um brinquedo possibilita ascender ao mundo de realidades imaginárias, jogar, brincar ao faz de conta, interagir, socializar, aprender. Esse é o mundo mágico dos brinquedos. E é um pouco desse mundo, que o colecionador Paulo Parra nos permite reviver, ao brindar-nos com a exposição: “O Design também Brinca”.

Esse será, com toda a certeza, um dos aliciantes desta exposição. Até porque, como realça Paulo Parra, a mostra elucida como «Educar as Raparigas a Brincar com Bonecos e Bonecas» qual “O Grande Sonho dos Rapazes: Os Carros”, e permite “Brincar e Jogar com Brinquedos da Nossa Escala”. Além disso, possibilita “Brincar às Surpresas” e até “Brincar ao Carnaval”. Entretanto, pode-se “Estudar para Brincar”, assim como “Poupar para Brincar”, e ainda descobrir os principais “Brinquedos na História do Design Industrial” ou saber como “Coleccionar Brinquedos”. “Tudo isto teremos de procurar dentro de umas fantásticas bolas de Natal gigantes! É que esta exposição também é para aprender a brincar com o Design!”, sublinha o colecionador.

A exposição vai ficar patente, na Casa do Vinho, até ao dia 4 de março e pode ser vista de terça a sexta-feira das 10.00h às 12.30h e das 13.30 às 17.00h. Aos sábados e domingos das 14h00 às 17h30.

Textos do cartaz da exposição

UMA EXPOSIÇÃO DE DESIGN A BRINCAR

O design sempre teve uma atitude educativa e pedagógica. Está presente na maior parte dos seus produtos. Ensinar a utilizá-los do melhor modo, embuti-los de atitudes éticas, sociais e ambientais são algumas das suas funções. Daí que os brinquedos e jogos sejam uma forma de educação, importantíssima não só na formação das crianças, como também na dos adultos.

De facto, a carga emocional, estética e lúdica presente num brinquedo ou num jogo é imensa e pode contribuir de um modo muito importante para a formação da criança e até do adulto. Dos jogos, de carácter amplamente social, às miniaturas que representam uma realidade em escala menor, os valores de uma de uma cultura estão presentes de uma forma muito assumida. Poder-se-á conhecer uma sociedade pelos seus brinquedos?

Portugal, como outros países, tem uma enorme tradição na produção de brinquedos. Os jogos fazem parte do nosso colectivo e, se no início eram uma tradição oral, mais tarde, com o desenvolvimento dos meios de produção, passaram a ser um elemento importante para o desenvolvimento e bem-estar da criança. Com efeito, traduzem-se numa forma de entretenimento e também um modo sublimado de dar a conhecer os valores da sociedade.

E nos brinquedos temos de tudo: jogos, figura humanas e animais, representação de casas e até de cidades, transportes. Enfim, de tudo conseguimos miniaturizar. Por exemplo, os automóveis em miniatura. Na perspectiva do design, quando se decide reproduzir um determinado modelo de automóvel existente, como é sabido, normalmente este já foi desenhado na realidade e, portanto, assistimos comummente a uma redução para uma escala determinada do design original. As dimensões inclusive muitas vezes são determinadas através dos desenhos originais, fornecidos pelas marcas de automóveis, elas próprias também muitas vezes comercializadoras de miniaturas, para brincar ou para coleccionar.

Embora os veículos sejam a maior produção de brinquedos, outro exemplo paradigmático são os bonecos e animais. Estes são mais produtos de um processo escultório, que pode ser feito também por designers de modelação, mas que normalmente será atribuído aos escultores. Depois de esculpido o modelo, são feitos os moldes, para depois iniciar a reprodução e comercialização.

Outro dos exemplos mais difundidos é o dos jogos. Estes são normalmente produto do trabalho de ilustradores ou designers gráficos, que concebem todos os elementos gráficos do jogo, de modo a comunicarem com a criança ou crianças, motivando-as para a participação no jogo. Algumas ilustrações destes, como no caso das construções modulares, são de grande complexidade e requerem conhecimentos técnicos aprofundados.

Este processo de concepção é característico das grandes marcas como a Matchbox, a Steiff, a Mattel, a Meccano ou a Lego. Mas progressivamente foi estendido às marcas mais pequenas. Em Portugal para referir alguns exemplos, temos a Augusto Poitier, a Majora, a Pepe, a Vitesse, a Ancasil, ou a Fabrinca, fábrica que sempre se apoiou nos valores nacionais, pelo que se destacaram na sua capacidade de inovação do brinquedo nacional.

Se inicialmente os brinquedos eram feitos com os materiais que existiam perto do sítio onde se brincava, com o desenvolvimento tecnológico e industrial estes começaram também a sua viagem pela globalização. Devido a essas circunstâncias, os materiais são os mais variados, pois quase todos estão presentes nos jogos e brinquedos, com raras excepções para os mais perigosos, mesmo assim alguns presentes em épocas especiais como o Carnaval.

Esta exposição pretende ser um alerta para a importância que estes brinquedos tiveram e têm na sociedade, enquanto elementos lúdicos, mas também pedagógicos, de transmissão de valores e de formação estética. E todos estes vectores fazem parte de um projecto de design. Podemos referir que, normalmente, os projectos de arquitectura e design começam com miniaturas, as maquetas, porque estas são o melhor modo de representar a futura realidade.

De modo muito simples propomos uma viagem pelos brinquedos e jogos portugueses, que cheios de design subtil promovem os seus valores. Apresentamos os tradicionais automóveis ou bonecas, elementos clássicos nos brinquedos, mas também as construções e os jogos em que a complexidade e interacção aumentam, constituindo um verdadeiro motor de formação.

Crescemos ou gostaríamos de ter crescido com todos aqueles brinquedos e jogos com que nos íamos cruzando e apaixonando. Começando por serem nossos, foram também partilhados com os amigos, ou até, em circunstâncias muito especiais, foram emprestados ou cedidos para os mais novos. Deste modo estes objectos lúdicos são, seguramente, um veículo importante na comunicação e formação de muitas crianças portuguesas, por vezes em diferentes gerações, passando de pais para filhos.

Esta mostra de parte da produção nacional inclui alguns dos brinquedos e jogos nacionais, que, na nossa opinião, têm uma dinâmica próxima do design. A forma segue a função, e aqui a função é lúdica, mas também é educativa e formativa da personalidade do futuro adulto. Certamente que quem brincou e jogou teve mais facilidade em se integrar na sociedade onde vive, daí a importância que estes elementos de cultura material têm na nossa cultura. E na óptica do design estes maravilhosos objectos foram evoluindo ao longo dos tempos, representando também a evolução da humanidade, dos seus valores e das suas preocupações com questões primordiais, como, por exemplo, a segurança do e no acto de brincar.

Design, vem de “desígnio com intenção”, ou seja, antecipar; também os brinquedos e jogos antecipam muitas das que serão as preocupações do futuro adulto. E certamente este estará mais preparado se brincou. E nesse percurso o design industrial e de comunicação foram cruciais. E nesta exposição temos Portugal a brincar!

Vamos brincar, querem?

Paulo Parra

Quem nunca olhou para trás e rebuscou no baú da memória aqueles brinquedos que fizeram as delícias da nossa infância?

Considerados importantes no processo de aprendizagem e fundamentais na formação da personalidade, os brinquedos eram (e continuam a ser) sobretudo na época natalícia, o sonho de qualquer criança e motivo de fascínio do desembrulhar um presente.

Ter um brinquedo possibilita ascender ao mundo de realidades imaginárias, jogar, brincar ao faz de conta, interagir, socializar, aprender.

Esse é o mundo mágico dos brinquedos. E é um pouco desse mundo, que o colecionador Paulo Parra nos permite reviver, ao brindar-nos com a exposição: “O Design também Brinca”.

Agradecendo a sua disponibilidade para organizar esta iniciativa, apropriamo-nos das suas próprias palavras para expressarmos a alegria de podermos brincar juntos, percebendo a importância que estes elementos de cultura material têm na nossa cultura”.

E se, como bem refere, “na óptica do design estes maravilhosos objectos foram evoluindo ao longo dos tempos, representando também a evolução da humanidade, dos seus valores e das suas preocupações com questões primordiais, como, por exemplo, a segurança do e no ato de brincar”, então aproveitemos esta excelente oportunidade para ficar a conhecer um pouco da produção destes brinquedos, no contexto do design português no período do pós-guerra e na sua democratização pelos efeitos da produção industrial, a partir do 1o quartel do século XX, embora a exposição também inclua brinquedos mais antigos que remontam a finais de século XIX.

Aceitando o desafio de Paulo Parra; vamos aprender e conhecer, brincando.

A vereadora do Pelouro da Cultura,

Elisa Braga.

CASCAIS EXPÕE OBRAS DA ARTESÃ BARCELENSE ROSA RAMALHO

Intitula-se "As escolhas de um colecionador". É a exposição de Rosa Ramalho que acaba de ser inaugurada na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela e que pode ser visitada de 13 de novembro a 2 de abril de 2023.

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A Fundação Dom Luís I e a Câmara Municipal de Cascais mostram pela primeira vez ao público um notável conjunto de obras de Rosa Ramalho (1888-1977), uma das mais conhecidas bonecreiras portuguesas do século XX. São mais de uma centena de peças propriedade dos herdeiros do colecionador Tito Iglésias, apresentadas numa mostra com curadoria de Isabel Maria Fernandes.

Nesta exposição evidenciam-se os aspetos em que Rosa Ramalho explora a imitação de peças que aprendeu a fazer ainda em menina, no final do séc. XIX, e aquelas em que é notória a sua reconhecida criatividade figurativa, através da qual evoca o surrealismo, o real e o fantástico.

Fonte: Câmara Municipal de Cascais

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CASCAIS EXPÕE SOBRE A ARTESÃ BARCELENSE ROSA RAMALHO

ROSA RAMALHO: As Escolhas de um Colecionador, mostra pela primeira vez ao público um notável conjunto de obras de Rosa Ramalho (1888-1977), uma das mais conhecidas bonecreiras portuguesas do século XX.

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A exposição, que reúne mais de uma centena de peças propriedade dos herdeiros do colecionador Tito Iglésias, decorre na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela, de 13 de novembro a 2 de abril de 2023, no âmbito da programação do Bairro dos Museus. A curadoria é de Isabel Maria Fernandes.

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CIDADES E VILAS CERÂMICAS PORTUGUESAS REUNIRAM-SE EM BARCELOS

… EM ASSEMBLEIA GERAL

A cidade de Barcelos acolheu hoje a Assembleia Geral da APTCVC - Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Após a vereadora, Elisa Braga, em representação do município de Barcelos, ter dado as boas-vindas aos representantes de cada cidade, os elementos da Assembleia elegeram o novo Conselho Consultivo e aprovaram o plano Anual de Atividades e Orçamento 2023. Na agenda de trabalhos também constou a aprovação  das normas de atribuição de condecorações e o valor da quota ordinária anual.

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Aprovada a adesão de Coimbra, Albergaria-a-Velha e Loulé
Criada em 2018, a Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica (APTCVC) tem vindo a crescer em número de adesões, sendo agora constituída por 26 municípios portugueses, já que hoje mesmo foi aprovada a adesão das cidades de Coimbra, Albergaria-a-Velha e Loulé.

De entre os principais objetivos desta associação, destacam-se promover e incentivar o desenvolvimento económico, turístico e patrimonial dos territórios com larga expressão de cerâmica, contribuindo assim para o reforço da identidade cultural e preservação da memória coletiva. A entidade visa também promover nacional e internacionalmente a defesa, preservação e promoção do património cultural associado à atividade cerâmica.

A Associação Cidades e Vilas Cerâmicas Portuguesas teve como fundadores, em 2018, 14 municípios, a saber: Alcobaça, Aveiro, Barcelos, Batalha, Caldas da Rainha, Ílhavo, Mafra, Montemor-o-Novo, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Tondela, Viana do Alentejo, Viana do Castelo e Vila Nova de Poiares. Posteriormente foram integrados os municípios de Oliveira do Bairro, Porto de Mós, seguidos de Leiria e Condeixa, em 2021. Em 2022 foi a vez da adesão dos municípios de Estremoz, Fundão, Loures e Vila Real.

 A APTCVC integra o Agrupamento Europeu de Cidades Cerâmicas (AeuCC), que engloba mais de 120 cidades em sete países europeus: Alemanha (10 cidades); Espanha (29); França (10); Itália (46); Portugal (18); Roménia (12) e República Checa (três). Este agrupamento visa desenvolver intercâmbios e a cooperação transnacional no domínio da arte e do artesanato cerâmico, principalmente para criar coesão social e económica, desenvolvendo projetos e serviços para os interlocutores deste sector, no quadro das novas políticas europeias para os territórios.

ARTESÃOS E MERCADORES JÁ SE PODEM INSCREVER NO MERCADO DE NATAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA

Inscrições podem ser efetuadas até 11 de novembro.

De 7 a 11 de dezembro, o Mercado de Natal de Vila Nova de Cerveira está de regresso ao centro histórico. Os artesãos e mercadores interessados em participar podem inscrever-se até ao dia 11 de novembro.

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A iniciativa enquadra-se na vasta e diferenciadora programação de Natal que o Município está a preparar e que contará com muitas novidades e tem como objetivo dinamizar o comércio, o artesanato e o associativismo local. Inspirado e desenhado a partir do imaginário da época, contará com expositores que abrangem desde as áreas do artesanato, dos brinquedos e da cerâmica, até à gastronomia típica.

Com uma oferta cultural e de lazer diversificada, vai ainda permitir a quem o visitar usufruir de momentos de contemplação, onde o som, as cores, as texturas, os cheiros e os sabores se vão conjugar com a diversão e com o entretenimento. Neste contexto, o Mercado de Natal contará com a parceria de algumas pastelarias e confeitarias que trarão um conceito de food court com demonstrações, workshops e confeção no local. As crianças não serão esquecidas, estando previstas várias atividades direcionadas a este público.

Destinado à comercialização de produtos que se enquadrem na época natalícia de base artesanal, o Mercado de Natal é mais uma oferta cultural do Município de Vila Nova de Cerveira para dinamizar o centro histórico da vila, atraindo visitantes ao concelho nesta época festiva. Ao mesmo tempo, pretende ser um apoio à dinâmica comercial, contribuindo para o desenvolvimento das artes e ofícios e das microempresas artesanais do concelho.

Todos os interessados devem consultar as normas de participação disponíveis no site da autarquia e efetuar a sua inscrição junto dos serviços da cultura da autarquia, presencialmente, via correio postal ou eletrónico (cultura@cm-vncerveira.pt).

FILIGRANA CERTIFICADA DA PÓVOA DE LANHOSO COM PALCO EXCLUSIVO NA OURIVESARIA MAIS EMBLEMÁTICA DE LISBOA – A JOALHARIA DO CARMO

No dia 27 de Outubro, o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, assinou em Lisboa, na Joalharia do Carmo, um protocolo de cooperação para a promoção e divulgação da Filigrana de Portugal Certificada. Este protocolo, assinado com a empresa Valor do Tempo, que é detentora desta joalharia antiquíssima e emblemática de Lisboa, envolve também o Município de Gondomar e a A.Certifica, empresa responsável pela certificação da Filigrana da Póvoa de Lanhoso.

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No evento, além do Presidente, do Vereador responsável pelo Turismo e Eventos, Ricardo Alves e do deputado povoense na Assembleia da República, Gilberto Anjos, estiveram presentes os artesãos e ourives da Póvoa de Lanhoso, para testemunhar a assinatura deste protocolo que os coloca em destaque e ao seu trabalho - a filigrana, num espaço que lhes é exclusivamente dedicado, pois só será comercializada filigrana certificada.

Sendo opção desta joalharia comercializar exclusivamente filigrana certificada, a oferta ao público será de 100% de peças que exibam uma punção e uma etiqueta de certificação que comprovam a sua singularidade e autenticidade.

A associação desta Ourivesaria, uma “Loja com História”, que conta já com quase 100 anos de existência e mantém intacta a sua fachada e características originais, à nossa filigrana, é a parceria perfeita para levar ainda mais longe o produto mais identitário da Póvoa de Lanhoso. Acresce ainda a mais-valia da sua localização, pois sediada na zona mais central da cidade de Lisboa é dos espaços pedonais mais movimentados e de maior afluência turística, tornando-se uma janela para o mundo.

Para a Póvoa de Lanhoso, a Filigrana, secular arte de trabalhar o ouro, sendo um recurso endógeno de excelência é um legado a manter vivo, preservando todas as suas particularidades, que deverá ser transmitido às gerações vindouras.

Pretende-se com esta parceria dar um sopro encorajador aos ourives e artesãos povoenses, estimulando a sua produção e criatividade, com base no potencial que a filigrana teve, tem e sempre terá para a economia e cultura do concelho da Póvoa de Lanhoso.

CELORICO DE BASTO REALIZA WORKSHOP DE “COSTURA CRIATIVA”

Decorreu, no dia 26 de outubro, o workshop de Costura Criativa, no Atelier de “Artes e Saberes”. A iniciava decorreu na sequência de outras ações semelhantes anteriormente desenvolvidas no atelier e contou com um “grupo de participantes interessados e muito empenhados em realizar as peças”.

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Para a Coordenadora do CLDS 4G Celorico+Social, Elisabete Coelho, “esta é mais uma ação que visa dar aos nossos participantes, pessoas desempregadas, a hipótese de adquirir novas habilidades, com experiências diferentes e atrativas e que possam acrescentar e melhorar as competências”.

Este workshop foi orientado por Anabela Machado, do atelier de costura “Begui”, que ensinou os presentes a fazer uma bolsa para colocar os óculos, desde o molde até à produção final, técnicas fundamentais na arte da costura.  

Segundo a Vereadora da Ação Social do Município, Maria José Marinho, “aprender é importante, mas aprender com alegria, com gosto, com vontade, torna tudo mais fácil e certamente mais produtivo. Estamos a caminhar para que as pessoas desenvolvam as suas capacidades inatas e novas habilidades para que estejam cada vez mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida”.

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SABERES E PRÁTICAS TRADICIONAIS DE CONSTRUÇÃO DO CAVAQUINHO JÁ FAZEM PARTE DO INVENTÁRIO NACIONAL DO PATRIMÓNIO IMATERIAL

A Direção-Geral do Património Cultural, através do Anúncio n.º 229/2022, de 25 de outubro, publicado em Diário da República n.º 206/2022, Série II, torna pública a inscrição da manifestação «Saberes e práticas tradicionais de construção do cavaquinho» no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

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VIANA DO CASTELO: TECEDEIRAS E BORDADEIRAS DO ALTO MINHO – CRIADORAS DO TRAJE TRADICIONAL

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Fonte: Arquivo Municipal de Viana do Castelo

A aldeã do distrito de Viana é, por via de regra, tecedeira. É preciso não se confundir o que no Minho se chama tecedeira com o que geralmente se entende por teceloa. A tecedeira de Viana não se emprega numa fábrica nem tem propriamente uma oficina. Sabe simplesmente tecer como a menina de Lisboa sabe fazer crochet; e junto da janela engrinaldada por um pé de videira o seu pequenino tear caseiro, como o da casta Penépole, tem o aspecto decorativo de um puro atributo familiar, como um cavalete de pintura ou um órgão de pedais no recanto de um salão. A tecedeira trabalha mais para si do que para os outros nesse velho tear herdado e transmitido de geração em geração, e não tece servilmente e automaticamente, como nas fábricas, sobre um padrão imposto pelo mestre da oficina, mas livremente, como artista, ao solto capricho da sua fantasia e do seu gosto, combinando as cores segundo os retalhos da lã de que dispõe, contrastando os tons e variando os desenhos ao seu arbítrio. Tecer em tais condições é educar a vista e o gosto para a selecção das formas num exercício infinitamente mais útil que o de todas as prendas de mãos com que nos colégios se atrofia a inteligência e se perverte a imaginação das meninas de estimação, ensinando-lhes ao mesmo tempo como se abastarda o trabalho e como se desonra a arte.

(…) O marido minhoto, por mais boçal e mais grosseiro que seja, tem pela mulher assim produtiva um respeito de subalterno para superior, e não a explora tão rudemente aqui como em outras regiões onde a fêmea do campónio se embrutece de espírito e proporcionalmente se desforma de corpo acompanhando o homem na lavra, na sacha e na escava, acarretando o estrume, rachando a lenha, matando o porco, pegando à soga dos bois ou à rabiça do arado, e fazendo zoar o mangual nas eiras, sob o sol a pino, à malha ciclópica da espiga zaburra.

- Ramalho Ortigão, in As Farpas

Quando nos começos do século XX, a Singer Corporation começou a vender as suas máquinas de costura no nosso país, escolheu precisamente a vianense como alvo da sua publicidade, apresentando-a, laboriosa, com o seu traje domingueiro de lavradeira, sentada junto da máquina de coser da mesma maneira que poderia estar frente ao tear. A Singer conhecia bem as qualidades da mulher de Viana do Castelo!

“MONSTROS E DIABOS NO ARTESANATO DE BARCELOS” NO POSTO DE TURISMO

“Monstros e Diabos no Artesanato de Barcelos” é a exposição de Figurado de Barcelos que vai estar patente no Posto de Turismo, a partir de 14 de outubro, composta de cerca de 80 peças de artesanato de 25 artesãos barcelenses.

O figurado representa o quotidiano, o imaginário religioso e o fantástico assumindo um papel muito especial na cultura concelhia, quer pela sua dimensão na produção, quer pelo seu simbolismo e identidade. As peças, fruto da imaginação e da visão que os artesãos têm sobre o sobrenatural, representam maioritariamente monstros, bichos informes, animais com cornos e seis pernas, cavaleiros garbosos, gigantones e cabeçudos, figuras com corpo de gente e cabeça de bicho, entre outras. Mas é o Diabo a peça mais representada pelos artesãos barcelenses.

Pretende-se que esta exposição seja uma mostra daquilo que é a criatividade dos artistas locais, potenciando o envolvimento de mais produções neste processo criativo ligado ao imaginário dos artistas composto por monstros e diabos, assim como outras figuras conexas.

Esta é mais uma ação de promoção da criatividade das gentes de Barcelos, a qual potenciou a adesão, por mérito próprio, à Rede Mundial das Cidades Criativas.

A exposição “Monstros e Diabos no Artesanato de Barcelos” vai estar patente até 20 de novembro, no Posto de Turismo de Barcelos, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 17h30; e aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30. A entrada é livre.

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BARCELOS: MUSEU DE OLARIA RECEBE EXPOSIÇÃO “BINDE À FESTA” DE DELFIM MANUEL

Exposição na Sala da Capela até 8 de janeiro de 2022

A Sala da Capela do Museu de Olaria recebe, de 5 de outubro a 8 de janeiro de 2023, a exposição “Binde à Festa” de Delfim Manuel. A mostra é o resultado de um processo criativo que integra uma das temáticas favoritas de Delfim Manuel – a Festa. É o perfeito cruzamento da tradição popular do território minhoto, com a sua própria identidade, essência e sentido estético. Aqui, as suas raízes aliam-se à constante inovação que imprime nas suas composições, conferindo-lhes uma capacidade de comunicação que contagia, todas elas explodem de alegria, de festa e de muito folclore.

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A exposição é uma afirmação da excelência artística deste artesão nacional, que há 43 anos desenvolve produções únicas inspiradas, mormente, em situações do quotidiano, suportadas pelo imaginário popular ou erudito, quase sempre providas de um sentido estético onde abundam composições de linhas delicadas, porém perpetuamente sinuosas, onde frequentemente predominam cenários algo bucólicos ou de cariz popular, e onde as personagens representadas não são estáticas, antes pelo contrário, parecem estar em pleno movimento, a conversar, a trabalhar, a dançar, a beber ou a jogar, homens, mulheres, jovens e crianças parecem passar uns pelos outros, trocar olhares, conversas e até segredos. Esta exposição é o reflexo da excelência da sua linguagem criativa muito própria e de um domínio estético que torna Delfim Manuel inconfundível.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Sobre o autor – Delfim Manuel

Nasceu há precisamente 54 anos, no dia 23 de julho de 1968, na freguesia de Bairro, em Vila Nova de Famalicão, no seio de uma família numerosa, onde era 1 de 12 irmãos. Até aos 10 anos de idade, o artesanato foi um absoluto desconhecido na sua vida. No entanto, durante as suas férias escolares do verão de 1979, contactou pela primeira vez com a matéria que lhe viria a moldar em absoluto a vida – o Barro. Nesse ano, integrou o primeiro grupo da Escola de Cerâmica da atual Fundação Castro Alves, e a paixão nasceu. Pouco depois, após concluir o 6ºano, e embora contra a vontade de seus pais, abandona a escola para se dedicar integralmente à sua recém-descoberta paixão pela produção em barro, na referida Escola de Cerâmica, local onde irá permanecer os 18 anos seguintes. Tempo que Delfim reconhece como tendo sido fundamental na sua aprendizagem de técnicas e no desenvolvimento da expressão artística integralmente dedicada à produção de figurado.

QUINTA PEDAGÓGICA DE BRAGA PROMOVE FEIRA DE ARTESÃOS

A Quinta Pedagógica de Braga promove no próximo dia 24 de setembro a I Feira de Artesãos – Artes e Ofícios Tradicionais. Esta é a primeira vez que a Quinta realiza este certame que visa a promoção das diversas artes e ofícios através da recriação de tradições rurais minhotas relacionadas com o ciclo do pão.

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Assim, nesta primeira edição desta feira de artesãos, estarão presentes os mestres artesãos que desenvolveram atividades com crianças nas áreas da cestaria, olaria, ferro e madeira e também teremos novos artesãos que desenvolvem a sua atividade em outras áreas como a construção de instrumentos musicais artesanais, elaboração dos faricocos artesanais ou ainda sabonetes e velas artesanais, para além da presença do cartoonista Adão Silva.

Nesta feira, haverá a oportunidade única dos visitantes poderem contactar diretamente com os artesãos, ver e adquirir os seus produtos e trocar experiência sobre diferentes artes e ofícios.

A entrada é livre e o evento decorrerá entre as 14h00 e as 18h00.

TERRAS DE BOURO ORGANIZA TERTÚLIA "LENÇO DOS NAMORADOS

Tertúlia "Lenço dos Namorados"  a 22 de setembro - CLDS 4GEIRA de Terras de Bouro

O Município De Terras de Bouro informa que a Equipa do CLDS 4GEIRA irá promover uma Tertúlia subordinada ao tema “Lenço dos Namorados”.

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É no âmbito de intervenção do Eixo III – Promoção do envelhecimento ativo e apoio à população idosa, em concreto na atividade nº. 24 - “Conversas Contadas”, que esta Tertúlia se insere, tendo como destinatários/as a população mais idosa (+65 anos) do concelho de Terras de Bouro, que já bordam ou queiram aprender a bordar.

Vamos reviver o passado, relembrando e partilhando as técnicas e truques para a criação de um “Lenço dos Namorados”, típicos do artesanato Minhoto.

Não é necessária experiência. Todos os materiais estão incluídos.

Realizar-se-á no próximo dia 22 de setembro de 2022 (quinta-feira), com início à 14h00, na sede do Projeto CLDS 4GEIRA (Edifício dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, n.º 21).

A inscrição é gratuita (mas obrigatória) e poderá ser feita online até ao dia 21 de setembro do corrente ano através do seguinte link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdq3_kf3bVYUaHwWqlMgTQDiiJudhNlNJB-5iGTJtvAXZVviA/viewform?fbclid=IwAR2JzVWb21Z1f0Rs_3IRTz4Vp1kQ-p3GjdPhIplJ1Vj02kXsZhAgcFp0qR8

FAMALICÃO: MAIS DE 100 MIL PESSOAS PASSARAM PELA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

37.ª Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão terminou ontem

Mais de 100 mil pessoas passaram pela Feira de Artesanato e Gastronomia

Mais de uma centena de milhar de pessoas pisaram o recinto da Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão ao longo das últimas semanas. O certame fechou portas este domingo, dia 11 de setembro, depois de dez dias de encontros e reencontros com as tradições, usos e costumes mais ancestrais de Portugal, com espetáculos musicais diários para todos os gostos, na renovada Praça Mouzinho de Albuquerque.

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Esta foi a 37.ª edição da iniciativa, um dos principais produtos turísticos do concelho famalicense e da região minhota, e contou com a presença de setenta expositores, entre artesãos, produtores, restaurantes e tasquinhas.

“Foi mais uma edição de sucesso, de uma das maiores feiras de artesanato e gastronomia do Norte de Portugal” comenta o Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos. “É um certame que se mantém como um evento de referência na divulgação do trabalho dos artesãos e produtos nacionais, este ano com o incremento de um palco renovado e aprazível, uma evidência constatada pelos milhares de visitantes de dentro e de fora do concelho que passaram por Famalicão nos últimos dez dias” acrescenta.

Recorde-se que a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão aconteceu de 2 a 11 de setembro na Praça Mouzinho de Albuquerque, também conhecida como o antigo campo da feira semanal. A iniciativa já não se realizava desde 2019, devido à pandemia, e 2022 marca o regresso deste histórico certame.

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