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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VILA VERDE INAUGURA EXPOSIÇÃO DE SÍLVIA MOTA LOPES

Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela de Vila Verde inaugura no próximo sábado Exposição da artista plástica e escritora Sílvia Mota Lopes.

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"Pintar com Poesia: devaneios, palavras, traços e cor" é o título da exposição que a artista plástica, mas também poeta e autora de literatura para a infância Sílvia Mota Lopes inaugura no próximo dia 10 de abril, às 15h00, na Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela, em Vila Verde.

A partir dos textos de poetas lusófonos, Sílvia Mota Lopes criou um mundo de cor e sensações que mostram como a poesia é uma porta para a livre criação e permite sempre expandir os horizontes das palavras. Assim, a exposição ilustra e recria os trabalhos de 32 poetas, a que se juntam cinco autores Vilaverdenses vivos e uma das maiores figuras da História do concelho, uma surpresa que será desvelada na inauguração e poderá ser também devidamente apreciada no excelente catálogo que a acompanha.

De acordo com a Vereadora da Educação, Cultura e Ação Social, Dra Júlia Rodrigues Fernandes, esta mostra visa "dar voz e conceder o devido relevo à arte e à poesia e promover o acesso das pessoas a uma grande diversidade de manifestações artísticas", no contexto de uma política cultural empenhada em "fomentar o dinamismo cultural dos territórios e potenciar uma efetiva democratização e descentralização da cultura".

A exposição insere-se no programa "25 anos - 25 ações", comemorativo dos 25 anos da Biblioteca Municipal Prof. Machado Vilela, que percorrerá todo o ano de 2021.

Devido às contingências do período que atravessamos, a participação na cerimónia de inauguração terá lugares limitados e todos os presentes deverão cumprir as regras de distanciamento físico, uso de máscara e desinfeção à entrada.

O ato conta com a colaboração da Academia de Música de Vila Verde e do grupo de teatro da Escola Secundária, "Verde em Cena".

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VIANA DO CASTELO APRESENTA A ARTE DE MARCO ROOTH

Está patente na Galeria da Santa Casa de Misericórdia de Viana, sita na Praça da República, e ali vai permanecer até 12 de Setembro. Tem duas componentes pouco usuais em exposições, tanto mais que estamos perante um artista consagrado. Marco Rooth procurou enquadrar-se no período pandémico que vivemos, daí que, sem abdicar do seu estilo tradicional, que é a pintura abstrata de grande dimensões, apostou em atender e chegar a todos os públicos, criando uma espécie de mercado de arte, com pintura figurativa de pequeno formato, onde patenteia segurança e destreza, por valores acessíveis a todas as bolsas.

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Se os formatos maiores nos tocam, já que, apesar do seu abstratismo, são trabalhados com harmonia e cores fortes, não são menos interessantes os formatos menores, porque o artista prova bem que o abstrato não é próprio de gente que não tendo sentido nem habilidade para pintar, esconde-se fugindo para uma arte menos compreendida. Este também é, por isso, um desafio que o artista faz a quem o visita.

Marco Rooth nasceu em Haia, Holanda, em 1952, e estudou História da Arte e Arqueologia na Universidade de Amesterdão. Iniciou a sua carreira artística como ceramista, tendo trabalhado em Paris, em 1978, com Albert Diàtó, onde fez quadros de cerâmica e experimentou, numa primeira fase, pintura em painéis de madeira e, posteriormente, em tela. Sendo ceramista, usa óxidos e areia para obter uma estrutura invulgar nas suas pinturas; e o seu trabalho enquadra-se no expressionismo abstrato, com elementos figurativos.

Marco Rooth tem exposto a sua arte em praticamente todo o mundo, com destaque para  Amsterdão, 1993 – 2017; Harlém, 2007; IJmuiden, 2003; Delft, 1998; Paris, 1994; Moscovo, 1991; Florença, 1990; e agora Portugal, com muita regularidade.

É designer de produção e diretor de arte. Participa, desde 1990, em várias produções nacionais e internacionais de cinema e televisão. Em 2004 obteve um globo de ouro, a premiar o seu design de produção para o filme De Dominee. Atualmente só participa em projetos de filmes artísticos.

Como se sente verdadeiramente apaixonado pela Costa Verde e norte de Portugal, Marco Roth reside e trabalha permanentemente em Riba de Âncora desde Setembro de 2017.

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ARTISTA VIANENSE JOSÉ PASSOS RETRATA COM ALMA MOTIVOS RELIGIOSOS E ETNOGRÁFICOS

José Artur Rodrigues Passos de seu nome completo, nasceu em 1969, na freguesia de Monserrate, em Viana do Castelo.

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Licenciado em Design do Produto, o autor destas e outras obras, desde cedo demonstrou o gosto pelo desenho e pela pintura. Qualquer folha de papel em branco era preenchida pelo o que se lhe passava na alma.

Aqui retrata sobretudo um olhar do designer sobre o religioso, temática que sempre o fascinou. Aliás, à semelhança da etnografia e tradições populares em geral, da qual a região de Viana do Castelo é bem rica e portadora de todo um espólio único e exclusivo.

Nas duas exposições que realizou pode sempre ler-se o mesmo lema: “ Entrem... porque as pinturas também falam! Escutem... porque as pinturas também se expressam! Vejam...porque um quadro é um espelho da nossa imagem interior”.

E nós aqui estamos para contemplar a obra magnífica de José Passos!

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METRO DE LISBOA REATIVA PAINÉIS DO ARTISTA VIMARANENSE JOSÉ DE GUIMARÃES NA ESTAÇÃO DE CARNIDE

Metro reativa painéis de néon de José de Guimarães na Estação Carnide | 18h00

O Metropolitano de Lisboa concluiu um conjunto de trabalhos técnicos que permitiram a reposição e a ligação dos painéis artísticos de néon existentes na estação de Carnide, de autoria do artista plástico José de Guimarães.

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Estes painéis, que serão ligados a partir das 18h00 de hoje, encontram-se desativados desde 2011, tendo o Metropolitano de Lisboa procedido aos trabalhos necessários à reposição do seu funcionamento, os quais vêm sendo desenvolvidos desde novembro de 2019.

Os painéis de néon, que serão agora reativados, encontram-se nos dois topos do átrio e do cais da estação que foi inaugurada em 1997, aquando do prolongamento da linha Azul entre as estações  do Colégio Militar e da Pontinha,  e conta com arquitetura de Sérgio Gomes e intervenção plástica de José de Guimarães.

Assim, quem passar pela estação Carnide poderá regressar ao passado e à origem do mundo, através de um conjunto de cores, linhas e luzes, que se acendem e apagam a um ritmo cadenciado.

Estes trabalhos evidenciam o compromisso do Metropolitano de Lisboa junto das populações que habitam e/ou trabalham na Área Metropolitana de Lisboa e o seu empenho para a melhoria progressiva da qualidade do serviço que diariamente presta aos seus clientes.

QUEM É JOSÉ DE GUIMARÃES?

Nascido em 25 de Novembro de 1939, em Guimarães, José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de arte contemporânea, tendo uma vasta e notável obra na pintura, escultura e outras atividades criativas, o que faz com que seja dos mais galardoados artistas portugueses. Muitas das suas obras estão expostas em diversos museus europeus, bem como nos Estados Unidos da América, Brasil, Canadá, Israel e Japão.

Mais recentemente, em Portugal, José de Guimarães teve um forte envolvimento com a Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, que viu nascer o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), integrado na Plataforma das Artes e da Criatividade. A própria Imprensa Nacional-Casa da Moeda assinalou a Capital Europeia da Cultura através da cunhagem de uma moeda comemorativa da autoria do artista plástico. Já em 1990 foi-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Ingressou na Academia Militar e no curso de Engenharia na Universidade Técnica em Lisboa em 1957. Iniciou a sua formação artística no ano seguinte assistindo a aulas de pintura com Teresa Sousa e Gil Teixeira Lopes e estudando gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Entre 1961 e 1966, viajou pela Europa, conhecendo de perto a obra de antigos mestres (entre os quais Rubens) e concluiu a licenciatura de Engenharia. A sua carreira "definir-se-ia pela descoberta de regiões distantes e incomuns, de África ao Japão, do México à China. Cada uma destas culturas estimulou-o a desenvolver uma linguagem universal e a transmitir um universo imaginário que, afinal, reaviva a memória da própria História portuguesa, feita de enriquecedoras relações com países longínquos".

Fonte: Wikipédia

PINTOMEIRA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO “OBRAS SOBRE PAPEL”

A exposição vai acontecer na Ordem dos Médicos de 12/Julho – 31/Agosto/2019.

Entre 1966 e 2018, usando variados materiais e técnicas diferenciadas, o artista produziu um vasto conjunto de obras sobre papel e cartão, encontrando-se a maioria delas em coleções privadas, públicas ou institucionais. A partir da década de 1970, para coleção própria, Pintomeira começou a guardar alguns desses trabalhos, em número muito reduzido, representando grande parte da sua diversificada temática produzida ao longo dos anos. Estes trabalhos, considera, constituem hoje pequenas relíquias de tempos já longínquos, de elevado valor simbólico e que enquadram experimentalismos, ensaios ou um simples sketch para a produção de uma obra sobre tela de grandes dimensões.

Nesta mostra são apresentados cerca de duas dezenas de obras sobre papel ou cartão, elaboradas entre 1973 e 2014. O seu conjunto exibe trabalhos do seu período surrealista, monotypes sobre papel de fotografia, contornismo, faces, nova linha, posters de cinema e outros. Algumas delas serão apresentadas ao público pela primeira vez, já que nunca fizeram parte de exposições.

Trata-se, por isso, de uma exposição a despertar elevado interesse, não só pelas obras em si, mas especialmente pelo longo currículo do artista.

A inauguração faz-se, amanhã, sexta –feira, pelas 21,30 horas e o espaço pode ser visitado durante o período em que decorre a exposição . A Galeria da Ordem do Médicos, sita na Rua da Bandeira, 472, está aberta ao público às terças e quintas-feiras, das 17, 30 às 19, 30 horas e aos sábados, das 9,00 às 13,00 horas.

Gonçalo Fagundes Meira

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ADÃO CRUZ – O MÉDICO PINTOR

Exposição na Ordem dos Médicos de Viana

É uma realidade bem evidente, os médicos, normalmente, têm uma acentuada tendência para a escrita, para as artes e para a cultura em geral: Abel Salazar, Miguel Torga, e Fernando Namora, no seu tempo, eram médicos e foram grandes escritores, tal como hoje o é Lobo Antunes, que também já exerceu a medicina. Nas artes, entre vários, podem-se destacar, Abel Salazar, uma figura eminente da medicina e da cultura portuguesa, Celestino Gomes e Mário Botas. E a atestar que a arte toca muito de perto os médicos, a Ordem dos Médicos, através das suas diversas delegações regionais, promove regularmente exposições de médicos artistas. No ano em curso, em Viana, a OM quase só vai fazer exposições com médicos, em várias especialidades artísticas.

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E foi aqui que, no sábado passado, dia 01, mais uma mostra foi inaugurada, desta vez com Adão Cruz, um médico cardiologista, com um longo percurso ligado às artes e à escrita, com inúmeras exposições realizadas, particularmente em Portugal e Espanha, representado em oito países, com 12 livros publicados, na área da literatura e da pintura. Segunda afirma, pinta e escreve com a mesma paixão com que exerceu a medicina, que ainda hoje pratica de forma voluntária, apesar de dez bem sentidas décadas de vida. Como a justificar o seu percurso pelos caminhos da arte diz “que sempre amou a liberdade de pensamento e da razão, a verdadeira riqueza do ser humano e que foi com este amor que sempre sonhou libertar-se ao longo da vida, também pelos caminhos da ciência, da escrita e da pintura”.

Adão cruz apresenta 22 quadros com pintura em acrílico, com laivos expressionistas, predominância de cores quentes e onde perpassa, em muitos deles, uma acentuada crítica social. Diz que nem sequer gosta de atribuir títulos para os seus quadros, com a preocupação de que seja o observador a interpretar o que passou para a tela. Atribuir nomes aos quadros pode não se conjugar com a visão de quem os aprecia, afirma. Presente na cerimónia, Emerenciano, um pintor de referência no contexto da arte em Portugal, salientou o facto de Adão Cruz, apesar de não ser um pintor de escola, ter feito uma carreira de permanente aprendizagem na pintura, sempre com a preocupação de ver para além da estética em cada quadro que produz.

A exposição vai estar patente até a o dia 30 do corrente mês na Galeria da Ordem dos Médicos, sita na Rua da Bandeira, 472, aberta ao público às terças e quintas-feiras, das 17, 30 às 19, 30 horas e aos sábados, das 9,00 às 13,00 horas.

Gonçalo Fagundes Meira

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PINTOMEIRA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO “FACES DAS MADONAS DO RENASCIMENTO"

Exposição encontra-se patente na Galeria da Santa Casa da Misericórdia de Viana

A cerimónia de abertura desta mostra vai acontecer no próximo sábado, dia 4 de Abril, pelas 17,30 horas, estando desde já a despertar forte expectativa, dado a mesma integrar apenas quadros do seu novo tema, o décimo quinto, numa demonstração de que a insubmissão e a procura da diferença foi sempre a sua melhor característica ao longo de uma carreira de 52 anos de pintura.

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Pintomeira é natural de Deocriste, concelho de Viana do Castelo, e um dos mais conceituados artistas plásticos, sobretudo nas áreas da pintura, fotografia e ilustração.

Em Amesterdão, capital da Holanda, durante a década de 1970 e, ainda, no seu período surrealista, Pintomeira foi fortemente influenciado pelos temas dos pintores do Renascimento, principalmente os alusivos à mitologia greco-romana. Salientamos as obras Leda e o Cisne de 1977, Apollo e Daphne e Júpiter e Antiope, de 1978.

Com este novo trabalho, Faces de Madonas do Renascimento, o seu 4º tema relacionado com o rosto feminino (Faces 2003, Outras Faces 2010 e Novas Faces 2016), Pintomeira revisita a obra renascentista, sendo, agora, influenciado pelas devotas e piedosas faces das Madonas produzidas durante esse admirável período da história da arte. Se a sua expressão devota e contemplativa nos remete para as obras de temática religiosa produzidas durante o renascimento, estas faces são interpretações individuais de desenho simples e de ausência da lógica nas proporções, portanto, já de estilo maneirista.

Com o título “Faces de Madonas do Renascimento”, Pintomeira apresenta trabalhos em técnica mista sobre tela, sobre papel de fotografia colado em placa de PVC e sobre cartão. Ele usa tintas acrílicas, grafite e pastel para a preparação de um fundo de linguagem abstracta. O seu enérgico e marcante estilo continua presente no desenho das faces das madonas, utilizando o seu, já característico, forte e denso contorno. São recorrentes as figuras geométricas, o tracejado, os drippings e o design gráfico.

A pintura é, na sua quase totalidade, monocromática, onde predominam o preto e o branco e as respectivas gradações de tons cinza. Algumas obras apresentam-se com pequenas manchas de cores primárias.

A Faces de Madonas do Renascimento conduziram assim Pintomeira à produção do seu 15º tema, numa já longa e multifacetada carreira, onde se encontram, também, a fotografia a arte digital e a ilustração.

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PONTE DE LIMA EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Exposição de Artes Plásticas “Confronto”. APPACDM de Ponte de Lima. Torre da Cadeia Velha de 4 a 26 de maio

A Torre da Cadeia Velha em Ponte de Lima recebe a partir do dia 4 de maio, às 18 horas uma exposição de artes plásticas sob o tema “Confronto”.

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São trabalhos da autoria dos utentes da APPACDM – Centro de Reabilitação de Ponte de Lima da APPACDM de Viana do Castelo, que nos mostram que A vida é uma sucessão de confrontos: com os outros, connosco, com a realidade.

Ultrapassando barreiras, combatendo os nossos medos, as nossas limitações, aprendemos a viver e a conviver e a redefinir os nossos pontos de partida.

É sobre estes confrontos vividos por diversos autores que esta exposição se baseia. Confrontos individuais, únicos e irrepetíveis, onde as intenções rumam à construção de projetos de vida que se debatem em diversos confrontos, materializados em trabalhos recorrendo à pintura, à cerâmica e diversas técnicas mistas.

Visite a exposição que vai estar patente até ao dia 26 de maio na Galeria da Torre da Cadeia Velha, de segunda a domingo, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NO PORTO

Arcuense Mutes e colegas, expõe na Galeria Days Are,  Miguel Bombarda, Porto

Foi inaugurada no passado dia 1 de Dezembro, na Galeria Days Are, situada na rua Miguel Bombarda 124 sala A, no Porto, uma exposição de pintura denominada (Coletiva de arte).

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Esta exposição é composta por pintores de diferentes linguagens pictóricas, onde cada um se diferencia do seu trabalho, seguindo uma linhagem muito própria.

Os pintores que se expõe  nesta coletiva, com a curadoria de Aurelina Dias, são: Carla Pinheiro, Dagoberto Silva, Damião Vieira, Denis Oudet, Francesco Pluma, Jorge Marques, José Soares, Mariza Miguelez, Mutes, Odete Pinheiro, Tozé Pais.

A exposição pode ser visitada durante o funcionamento da Galeria, e estará patente ao público até ao dia 9 de Janeiro.

CARLOS PIMENTA EXPÕE EM PONTE DA BARCA

God Have Mercy” de Carlos Pimenta. Exposição patente até ao dia 15 de setembro

O átrio dos Paços do Concelho de Ponte da Barca tem patente a exposição “God Have Mercy”, de Carlos Pimenta.

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A infância, as primeiras aprendizagens e a “criança que ainda levamos dentro” são o fio condutor das obras apresentadas, numa forma muito particular que o autor tem de olhar o mundo através da arte.

A cerimónia de abertura decorreu no passada sexta-feira, dia 17 de agosto, e contou com a presença do Presidente da Câmara, Augusto Marinho e restante executivo municipal, para além de  familiares, amigos e convidados do autor, que tiveram a oportunidade de ouvir, do próprio, uma breve explanação acerca da coleção exposta.

A mostra pode ser visitada até ao dia 15 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

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OBRA PLÁSTICA DE MÁRIO CESARINY ESTÁ EXPOSTA NA CASA DOS CRIVOS EM BRAGA

Selecção de obras da colecção da Fundação Cupertino de Miranda

Está patente na Casa dos Crivos a exposição “A Origem das Pequenas Invenções” de Mário Cesariny, com curadoria de António Gonçalves. A presente exposição da obra plástica de Mário Cesariny oferece-nos uma visão antológica com base numa selecção de obras da colecção da Fundação Cupertino de Miranda.

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Embora Mário Cesariny tenha sido mais referenciado no âmbito da sua criação poética, não é contudo possível descurar a sua prestação plástica e este núcleo de obras é um testemunho do que foi essa sua intervenção. Trata-se de um autor que desenvolveu uma obra que demonstra uma enorme liberdade, leva-nos para territórios criativos onde o carácter experimental e informalista defendem a sua acção dentro do movimento surrealista. 

Esta mostra contempla, entre outros, os núcleos da pintura, desenho e colagens. No que concerne à Pintura, as obras assumem um carácter experimental e informalista, onde são apresentados os aquamotos e peças com as experiências de tinta-da-China e vernizes. Uma conjugação desse informal com intervenção do autor numa articulação do acaso com um sentido mais objectivo.

No Desenho, as linhas vão-nos denunciando algumas das figuras que preenchem a sua obra, como o exemplo a “Menina Poesia”.

Na Colagem, revela-se a articulação da palavra com a imagem numa constante estruturação poético/visual num sentido mais provocatório.

O documentário “Autografia: um Retrato de Mário Cesariny” encontra-se disponível para visualização no auditório da Casa dos Crivos, através de marcação emcultura@cm-braga.pt.

Trata-se de um documentário que retrata a vida, do percurso e individualidade do poeta e pintor surrealista Mário Cesariny. Documentário realizado por Miguel Gonçalves Mendes, vencedor do Prémio de Melhor Documentário Português no Festival DocLisboa 2004, Autografia pretende retratar, não o poeta e pintor Mário Cesariny, mas sim a sua vida, o seu percurso e a sua individualidade.

Realizam-se Visitas Guiadas à exposição, às Quartas-feiras, às 17h00, ou em outro dia e horário mediante marcação prévia em cultura@cm-braga.pt. A visita poderá ser feita em português ou inglês.

A exposição estará patente até dia 9 de Setembro e a entrada é livre!

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PINTOR FAFENSE ORLANDO POMPEU EXPÕE NO CANADÁ

Toronto acolhe exposição de pintura “Con-Textos de Criatividade”

No âmbito do programa das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Canadá, o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugura a 5 de julho (quinta-feira) às 18h00, em Toronto, a exposição de pintura “Con-Textos de Criatividade”, na Peach Gallery, que ficará patente à comunidade luso-canadiana durante todo o mês de julho.

A curadoria da exposição, composta por quarenta aguarelas sobre papel que refletem um estilo pictórico pessoal, heterogéneo, criativo, original e contemporâneo, estará a cargo do historiador e escritor Daniel Bastos, que tem divulgado os trabalhos do artista plástico junto das Comunidades Portuguesas.

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Orlando Pompeu (à esquerda) acompanhado do historiador Daniel Bastos no atelier do consagrado artista plástico

 

A convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, Daniel Bastos, que se encontra na maior cidade do Canadá a apresentar o seu último livro “Terras de Monte Longo”, desvendará junto da numerosa comunidade luso-canadiana a obra e percurso de um dos mais conceituados pintores portugueses da atualidade.

Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, em Cepães - Fafe / Portugal. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris. Nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir viver para os Estados Unidos da América, primeiramente, e depois, Japão. A sua obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Itália, Croácia, Áustria, Brasil, México, Dubai, Canadá, Estados Unidos da América e Japão.

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MONÇÃO APRESENTA EXPOSIÇÃO “E SE FOSSES TU?”

A exposição “E se fosses tu?”, do artista plástico José Silva, natural do Porto, onde nasceu em 1953, decorre entre 13 de janeiro e 28 de fevereiro, na galeria de arte do Cine Teatro João Verde. A sessão de abertura está marcada para o próximo sábado, pelas 16h00.

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Esta exposição reúne cerca de 25 trabalhos, onde o artista faz uma reflexão impulsiva sobre os dramas do nosso tempo, seja a questão dos refugiados, seja a questão do envelhecimento ou a questão dos sem-abrigo, que o autor vive de perto em horas de voluntariado.

José Silva frequentou a Licenciatura de Artes Plásticas, ramo Pintura e Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, sendo associado e membro da Direção dos Artistas de Gaia, Cooperativa Cultural C.R.L. A sua primeira exposição individual teve lugar em 1977, tendo realizado, a partir dessa data, mais de 180 exposições (individuais e coletivas) em Portugal, Holanda e Espanha.

Está representado no Museu de Fafe, na Fundação Eng. António de Almeida, na Casa Museu Teixeira Lopes, na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, na Câmara Municipal de Aveiro, na Câmara Municipal de Caminha, na Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, na instalação Terzo Paradiso (Michelangelo Pistoletto) - Horta Pedagógica em Guimarães e em coleções particulares em Portugal e no estrangeiro.

MÁRIO ROCHA EXPÕE ARTES PLÁSTICAS EM VIANA DO CASTELO

Decorre em Viana do Castelo, a partir do próximo dia 13 de Outubro, uma exposição de pintura, ilustração e outras artes plásticas, da autoria do artista vianense Mário Rocha. A exposição estará patente na sede da Ordem dos Médicos, sita na rua da Bandeira, e prolonga-se até ao dia 13 de Novembro.

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Natural de Perre, Mário Rocha tem um percurso artístico intenso e variado. Nos anos 80/90, por exemplo, a cerâmica foi uma das vertentes que mais o absorveu e apaixonou, especialmente na formação de futuros ceramistas, em parceria com diversas empresas cerâmicas, instituições ligadas à juventude e escolas.

Porém, esta intensa actividade formativa jamais o arredou de outras intervenções artísticas, em especial a actividade expositiva. A sua presença em exposições de artes plásticas, quer individuais, quer colectivas, em Portugal e noutros países europeus, foi uma constante, ao longo dos seus 40 anos de envolvimento profundo com a arte.

Destaque especial merece o convite que lhe foi dirigido para se fazer representar, em 1999, na Sala Damião de Góis, na embaixada de Portugal, em Bruxelas, com uma exposição subordinada ao tema, “Olhares do Rio”. Tal convite aconteceu na sequência da pintura do quadro comemorativo da assinatura do Contrato do Projecto de Metro Ligeiro da Área Metropolitana do Porto, entregue ao Primeiro-ministro Eng. António Guterres.

A ilustração de livros, embora de forma esporádica, é uma outra variante da actividade de Mário Rocha. Merece referência, entre outras, o tratamento artístico das seguintes obras: 2001, em parceria, “Contos de Caça”, de Marques Vidal; 2002, poesia, “Folhas Soltas, de Maria Noémia; 2003, poesia, capa, “Densidade do Silêncio”; 2007, Etna no Vendaval da Perestroika, de Miguel Urbano Rodrigues e Ana Catarina Almeida.

A obra de Mário Rocha está representada em Portugal e no estrangeiro, em várias colecções particulares e públicas, com destaque para as Câmaras de Ponte do Lima, Caminha e Campo Maior, Caixa de Crédito agrícola do Alentejo e Assembleia da República.

Apresentação do PowerPoint

PINTOR GALEGO ZACARIAS EXPÕE EM MONÇÃO CUJAS PAISAGENS INSPIRAM A SUA OBRA

Encontra-se patente ao público, desde hoje e até ao dia 31 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura do artista galego Zacarias, intitulada "Últimos trabalhos".

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Com mais de 50 anos dedicados à pintura, Zacarias escolheu a freguesia de Pias, Monção, para o local de refúgio, usando as paisagens monçanenses como inspiração.

Não perca esta exposição composta por cerca de três dezenas de trabalhos!!

A entrada é livre!

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

Galeria do Theatro Club acolhe XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas

Até ao próximo dia 27 de agosto, a Galeria do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso apresenta a XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas, que abriu no passado sábado, dia 5 de agosto.

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Esta mostra integra a programação Verão com(n) vida. O Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, a quem coube entregar os certificados de participação, destacou o nível desta exposição. “Temos quadros com autores de diversos pontos do país, mas a qualidade é algo assinalável e que torna esta exposição bastante atrativa”, referiu André Rodrigues.

Esta exposição, na sua 21ª edição, é já uma referência cultural da Póvoa de Lanhoso. “Fazemos exposições nesta Galeria durante todo o ano. Esta é, por assim dizer, o ponto alto, que é quando reunimos muitos expositores, muitos artistas numa mostra coletiva, dando uma outra vida e uma dimensão ainda maior à galeria do Theatro Club”, salienta o mesmo responsável, lançando o repto: “Convido todas as pessoas que passarem pela Póvoa a visitarem o Theatro Club e a aproveitarem para visitar a exposição aberta”.

Os artistas participantes nesta edição são os seguintes: A. Dias Machado, Alfredo Soares, Anabela Rodrigues, António Augusto Nunes de Carvalho, Artur Oliveira Martins, Carlos Teixeira, Mutes, José Augusto Costa Araújo, Diamantino Torres Pereira, Dila Moniz, Germano, Zé Maria, Karla Neves, Helena Romão, Jorge Campos, Maria José Machado de Castro, Miguel Moreira e Silva, Maria da Conceição Fernandes Antunes, Fernanda Aguiar, Milita Marinho, Olga Giraldes, Olga Gonçalves, Paulo Gonçalves (Fonseca), Pedro Migueis, Roberta Veloso, Rosa Vaz, Sabina Figueiredo, Sandra Matos, Santiago Belacqua e Susana Ribeiro.

Grande parte dos trabalhos expostos é para venda, mas outros pertencem a coleções privadas.

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LUZ COUTO EXPÕE EM VIZELA

1 a 31 de agosto: Exposição ‘Fragmentos’, de Luz Couto na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘Fragmentos’, de Luz Couto na Loja Interativa de Turismo, de 1 a 31 de agosto.

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Título‘Fragmentos’

Luz Couto nasceu em Santa Marta, Penafiel e reside em Valongo.

Possui o curso geral de formação Feminina e o curso de Estilismo do CITEM que completou na década de 90. Frequentou o atelier do Mestre Curval, e é membro da ARGO (Associação Artística de Gondomar).

Participou em várias exposições individuais e colectivas e em paralelo à sua atividade artística dedica-se ao artesanato.

Esta série de trabalhos é o resultado de uma aprendizagem contínua na área das artes plásticas e desenho em paralelo com a atividade que exerço ligada à moda e confeção. De conteúdo mais significativo do que simbólico, tocando o abstracto e utilizando para tal efeito uma delimitada variedade de materiais. Pretendendo esvaziar o olhar daquilo que se apreende e é qualificável e atribuir-lhe um outro sentido mais subjectivo e intimista. Retirada a carga simbólica e viajo para um universo mais nobre e poético tanto da obra em si como do artista enquanto sujeito.

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE ARTES PLÁSTICAS

XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas realiza-se de 5 a 27 de agosto

De 5 a 27 de agosto, a Galeria do Theatro Club acolhe a XXI Exposição Aberta de Artes Plásticas. A abertura está marcada para as 17h00. Esta iniciativa integra a programação do Verão com(n) vida.

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“Dando continuidade ao modelo implementado desde a sua primeira edição, a Exposição Aberta de Artes Plásticas visa promover e divulgar a produção das artes plásticas, bem como o reconhecimento dos seus criadores. Afirmando-se como o evento de referência para a cultura artística da Póvoa de Lanhoso, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso congratula-se pela constância desta mostra, agradecendo e parabenizando todos os artistas que, ao longo dos anos, escolheram a galeria do Theatro Club para exporem a sua arte”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Participarão cerca de 40 artistas provenientes de locais como Póvoa de Lanhoso, Braga, Lisboa, Angra do Heroísmo, Seia, Guimarães, Fafe, Barcelos, Famalicão, Porto e Vieira do Minho.

Em exposição estarão 80 obras nas áreas de pintura, escultura, desenho e técnica mista.

São objetivos desta iniciativa, promovida anualmente pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, divulgar os novos valores emergentes das artes plásticas, bem como artistas com carreiras firmadas e,  ao mesmo tempo, reforçar a proximidade entre o público e a fruição plástica, estética e simbólica da produção artística.

FAFE RECEBE ECO-FESTIVAL

Terra Mãe sensibiliza para causas ambientais. Mais de 15 concertos e diversas actividades num fim de semana dedicado à sustentabilidade ambiental

Este fim de semana, de 21 a 23 de Julho, a freguesia de Fornelos, em Fafe, recebe a segunda edição do Festival “Terra Mãe”. Organizado pela Associação Cultural e Recreativa “Movimento Amigos de St.ª Comba de Fornelos”, Comunidade “Gomos da Tangerina”, a Junta de Freguesia de Fornelos e o Município de Fafe, este Eco Festival pretende ser uma grande sala de exposição das artes tradicionais, ligado a grandes causas ambientais e com uma forte componente social.

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Sob o mote “Três dias para mudar o mundo, três dias para mudar de vida”, o festival Terra Mãe alia-se às causas ambientais e traz a Fafe um conjunto de concertos e workshops que promovem a sensibilização ecológica e alertam para a necessidade de proteger o ambiente, numa freguesia – Fornelos – considerada a sétima mais ecológica do país.

Durante o dia, as actividades são direccionadas para os mais novos e para as famílias, com caminhadas, jogos tradicionais, oficinas de nutrição, showcooking, eco construção, yoga, conversas em círculo, teatro, palestras de sensibilização e sustentabilidade, entre muitas outras actividades.

À noite, as actividades de cariz pedagógico dão lugar a diversos concertos. Cerca de 18 artistas nacionais e internacionais vão marcar presença neste festival que vai decorrer nos terrenos contínuos à Quinta do Minhoto, com cerca de dois hectares.

O grande destaque do Festival é a banda Olive Tree Dance a atuar no sábado, 22, seguindo-se Terrakota, Progeto Aparte, Yawal, Allantantou e Teresa Gabriel.

Na sexta, o grupo Terra Livre dá as boas vindas aos festivaleiros, a partir das 20h00. Noite dentro, podem contar ainda com a atuação de Criatura, Cabra Çega, Bob Figurante, Selecta Jahbruzzy and Guests e Bugalhos.

O festival termina no Domingo, com os concertos de Samba sem Fronteiras, Krioll’Art, Grupo de Danças do Mundo e Elisabete Almeida.

A boa comida também não vai faltar, com várias tasquinhas de comes e bebes e comida vegetariana. Quem passar pelo festival, poderá também apreciar o artesanato regional e assistir a momentos de animação e artes circenses.

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