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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO ESTIMULA TALENTOS ARTÍSTICOS

No âmbito do Mart.eDESIGN - Mostra de Arte e Design do Subdepartamento de Artes do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, irão realizar-se, no dia 26 e 27 de abril de 2019, nos espaços da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, inúmeras atividades que tencionam impulsionar o desenvolvimento das capacidades artísticas de cada aluno, através de formas alternativas de formação e de aprendizagem.

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As diversas atividades que se encontram englobadas no programa destes dois dias enquadram-se, sobretudo, em conferências e workshops sobre Arte e Design. O objetivo é a promoção do debate e discussão a respeito das problemáticas do universo das Artes Plásticas, Design, Ilustração e Animação. Paralelamente, numa perspetiva de formação integral e global, os alunos dos Cursos de Artes Visuais e dos Cursos Profissionais de Técnicos de Design Gráfico e Design de Moda, serão convidados a participarem em oficinas práticas nos domínios das Artes Plásticas, do Design, da Ilustração e Animação.

De realçar as Mesas-redondas com alunos e ex-alunos do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco sobre os percursos académicos e profissionais que cada um, numa perspetiva vivenciada e pessoal, vai explorando e desenvolvendo.

BARCELOS TEM PROJETO ARTÍSTICO

Abertas as inscrições para o P. A. - Projeto Artístico 2019

A Câmara Municipal de Barcelos, através do pelouro da Juventude, abriu as inscrições para a primeira fase do Projeto Artístico (PA) Barcelos 2019, uma iniciativa de educação pela arte que pretende criar condições de realização, revelação e valorização das capacidades artísticas dos jovens barcelenses.

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O Festival da Canção decorre nos dias 21 e 22 de junho, às 21h30, no Largo da Porta Nova, e tem duas categorias: versão original e versão de artista/ cover. Os candidatos deverão inscrever-se até ao dia 8 de maio e comparecer no casting, no dia 18, às 16h, na Casa da Juventude. Destina-se a jovens dos 12 aos 30 anos, inclusive, a participação em grupo admite elementos até aos 12 anos e dos 13 aos 35 anos, sendo que a média de idades do grupo não pode ultrapassar os 30 anos.

Já em julho, no dia 18, decorre o Festival de Bandas de Barcelos, às 21h30, na Alameda das Barrocas, onde também decorrerá, no dia 21, às 18h00, o Festival de Dança. As inscrições para estas duas iniciativas estão abertas até dia 28 de junho.

O projeto regressa com o Encontro de Coros no Teatro Gil Vicente, nos dias 22 e 23 de novembro, às 21h30, e cujas inscrições estarão abertas até dia 31 de outubro. O auditório do Teatro receberá ainda até ao final do ano a Noite de Fados, no dia 30 de novembro, às 21h30, cujas inscrições decorrem até ao dia 23 de outubro e o casting de seleção no dia 26 de outubro, às 14h30, na Casa da Juventude.

O Projeto Artístico é uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Barcelos e pela Casa da Juventude decorre entre junho e dezembro e tem como objetivos criar, incentivar e proporcionar a realização, revelação e a valorização dos jovens barcelenses em diferentes áreas artísticas.

As inscrições devem ser feitas na Casa da Juventude (Rua da Madalena, n.º 37, Barcelos), pelo telefone 253 814 307 ou 253 814 308, fax: 253 814 309 ou email: casadajuventude@cm-barcelos.pt.

Mais informações em www.cm-barcelos.pt

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE MOSTRA PINTURA DE FERNANDO ROSÁRIO

Abriu esta sexta-feira ao público, no Museu Municipal de Esposende, a exposição "Vita Christi", do pintor esposendense Fernando Rosário. A mostra é complementada com peças de arte sacra de autores consagrados, inserindo-se nas solenidades da Semana Santa, mas a exposição estará patente até 31 de maio.

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Segundo o presidente da Câmara Municipal de Esposende, "o apoio à cultura local é uma obrigação do Município", razão pela qual há um projeto para o concelho que passa pela valorização do espólio de Ventura Terra, Viana de Lima, Henrique Medina, Manuel Boaventura e Belemino Ribeiro, entre outros, mas que contempla o apoio a artistas contemporâneos.

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"As medidas adotadas visam o benefício da comunidade. As políticas são direcionadas na educação para a cultura e preservação do património que é nosso", sublinhou Benjamim Pereira, agradecendo a Fernando Rosário por disponibilizar a sua obra à fruição da população.

O pintor revelou o seu sonho de ver as suas obras "reunidas num local próprio, principalmente as que versam temas locais".

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BRAGA LEVA ARTE PÚBLICA AO MEIO RURAL

Município de Braga e Fundação EDP levam arte pública ao meio rural. ‘Energizarte’ constitui compromisso para com o território

O Município de Braga e a Fundação EDP apresentaram esta Sexta-feira, 12 de Abril, o ‘Energizarte’, um projecto que visa a implementação de intervenções artísticas de arte pública em meio rural, particularmente em territórios de baixa densidade, como instrumento de inclusão social.

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Enquadrado na Arte Pública Fundação EDP, o projecto irá decorrer nas freguesias do Concelho: Padim da Graça; Merelim S. Paio, Panoias e Parada de Tibães; Palmeira e Crespos e Pousada.

Juntando artistas consagrados (João Martinho Moura, Sebastião Peixoto e José Pedro Santos) com artistas locais, o ‘Energizarte’ prevê um processo participativo com a população local, de forma a dar corpo a um conjunto de intervenções artísticas, tendo por base o património cultural, as tradições locais e as situações sociais concretas.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o ‘Energizarte’ constitui “um compromisso com o território”. “Esta é uma iniciativa que vai reinventar o mobiliário urbano que a EDP possui nas Freguesias que integram este projecto que deixará marcas no território”, salientou o Autarca na sessão que contou ainda com a presença da vereadora da Cultura, Lídia Dias.

A par da intervenção num conjunto de cabines eléctricas da EDP existentes nas referidas freguesias, o projecto vai possibilitar intervenções na Escola Básica de Crespos e no muro da praia fluvial de Merelim S. Paio.

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Assembleias comunitárias recolhem contributos

O primeiro passo para a concretização do ‘Energizarte’ passa pela realização de assembleias comunitárias que se iniciam já esta Sexta-feira, 12 de Abril, às 21h30, no Centro Cívico de Palmeira.

Seguem-se sessões no dia 13 de Abril, às 15h00, na Sede da Junta de Freguesia de Parada de Tibães e às 17h00 na Sede da Junta de Freguesia de Crespos e 14 de Abril, às 10h30, na Sede da Junta de Freguesia de Padim da Graça.

Com estas assembleias pretende-se criar um espaço de diálogo entre os artistas e a população local, resultando, no final, na definição de um roteiro de arte e dos espaços públicos a intervencionar, que inclui também postos de transformação e armários da EDP Distribuição.

Após estas assembleias, os artistas irão reflectir e elaborar as suas propostas criativas, de acordo com o feedback obtido neste contacto inicial com a comunidade, e serão realizadas novas assembleias no mês de Junho para apresentação final das intervenções artísticas a executar.

De referir que a Arte Pública Fundação EDP já realizou projectos similares em Campo Maior (Mayor.art), no Algarve (WATT?), em Trás-os-Montes (Voltagem), no Ribatejo (UniArt) e em Vila Nova da Barquinha (ARTEJO).

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ARCOS DE VALDEVEZ ENCERRA "DESENCAMINHARTE 2018"

Desencaminharte 2018 - Evento de encerramento

O DESENCAMINHARTE é um projeto de arte pública no território do Alto Minho que propõe novas leituras sobre a paisagem através de uma dinâmica em rede, criando sinergias entre território, arte, cultura e população. A edição de 2018 desafiou dez autores a intervir nos dez municípios do Alto Minho, em lugares situados fora dos centros urbanos, potenciando novos percursos por recurso a peças de arte e arquitetura.

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O evento de encerramento do  DESENCAMINHARTE 2018  terá início com a apresentação pública de um filme de Miguel C. Tavares, uma construção visual e sonora a partir das obras realizadas nesta edição. Seguir-se-á uma conversa com os autores dos projetos moderada por Laura Castro. Estarão presentes Fernanda Fragateiro, FAHR 021.3, depA, STILL urban design + Miguel Seabra, Dalila Gonçalves, Pablo Pita, André Banha, Barão-Hutter, João Mendes Ribeiro e Gabriela Albergaria.

O evento terminará com o lançamento do livro “Arte aplicada ao lugar - DESENCAMINHARTE 2018”. Este livro, mais do que um catálogo de apresentação de resultados, pretende ser uma viagem pelo território e uma oportunidade de reflexão sobre as premissas lançadas. Neste sentido, foram convidados Laura Castro, Mariana Pestana e Valter Hugo Mãe para que, com contributos distintos, mas complementares, escrevessem os ensaios que completam assim o retrato desta edição.

Detalhes evento:

Desencaminharte 2018 – Evento de encerramento

Casa das Artes de Arcos de Valdevez

7 de abril (domingo); 16h00

Entrada livre

Programa:

16:00 / Filme de Miguel C. Tavares

17:00 / Conversa com os autores dos projetos

18:00 / Lançamento do livro

Autores, obras e Lugares:

Fernanda Fragateiro - “A paisagem é” / Arcos de Valdevez — Paisagem Cultural de Sistelo

FAHR 021.3 - “Abrigo” / Caminha — Lanhelas

depA - “Sulco” / Melgaço — Porta de Lamas de Mouro

STILL urban design + Miguel Seabra – “A Torre”/ Monção — Castro de São Caetano, Longos Vales

Dalila Gonçalves - “Ver através da árvore”/ Paredes de Coura — Caminho das Piçarras, Romarigães

Pablo Pita – “Barca” / Ponte da Barca — Choupal de Ponte da Barca

André Banha - “Pedro Sobre Rocha” / Ponte de Lima — Miradouro dos Socalcos de Labrujó e Rendufe

Barão-Hutter - “Porta-caça do Mosteiro de Sanfins” / Valença — Mosteiro de Sanfins

João Mendes Ribeiro - “Janela” / Viana do Castelo — Miradouro da Senhora do Crasto, Deocriste

Gabriela Albergaria - “Rasgo no Solo do Parque de Lazer do Castelinho” / Vila Nova de Cerveira — Parque de Lazer do Castelinho

Mais informações

 SITEFACEBOOK ou INSTAGRAM

Desencaminharte 2018

Promotor: CIM Alto Minho

Cofinanciamento: Norte 2020 – Programa Operacional Regional do Norte

Coordenação geral: FAHR&AF

Programação e Gestão de projetos: HODOS 

Produção: Andreia Faria

Comunicação e Design Gráfico: Ana Resende + Degrau 

Fotografia: Filipa Frois Almeida

Vídeo: Miguel C. Tavares

Assessoria de imprensa: MEDIAsounds + Andreia Fernandes 

Execução: Retail Concept S.A. e MAOS Carpintaria

LABIRINTO CRIATIVO EM FAMALICÃO DÁ A "VOLTA AO MUNDO" DA HISTÓRIA DO GRAFISMO

O Centro Artístico - A CASA AO LADO abriu esta manhã as portas do Labirinto das Artes, um projeto que convida os visitantes a dar a "volta ao mundo" da História do Grafismo ao longo de 10 salas em forma de labirinto criativo que proporcionam uma viagem por diferentes épocas - desde a arte rupestre até à arte do século XXI -, conhecer costumes e descobrir técnicas guardadas como segredo durante séculos.

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Situado na Quinta d'A Casa, na freguesia de Requião, o Labirinto das Artes pretende abranger o público escolar durante a semana e famílias e público em geral durante os fins de semana.

"O Labirinto das Artes é um espaço de aprendizagem onde movimentos artísticos, estéticas e estilos são apresentados num percurso criativo. Tem como objetivo reforçar alguns dos contéudos abordados nos currículos escolares, mas introduzindo conceitos que habitualmente se encontram mais ausentes da esfera curricular, o que permite, de forma extremamente apelativa, criar pontes duradouras e estimulantes entre aprendizagens escolares e não-escolares", explica Joana Brito, diretora artística d'A CASA AO LADO.

Cada uma das 10 salas do Labirinto das Artes é dedicada a um período histórico, num percurso que tem início no Paleolítico. A esta era, seguem-se as salas onde são desvendados os segredos e ténicas artísticas utilizadas na Idade dos Metais, antigo Egito, Grécia antiga e Império Romano. A segunda metade do percurso do Labirinto explora as artes gráficas desenvolvidas na Idade Média, no Renascimento, no Neoclassicismo e no Impressionismo, num percurso que culmina num espaço dedicado aos movimentos artísticos do século XX, também conhecidos como arte moderna.

Ao terminarem a visita ao Labirinto, sempre com monitorização e na companhia de uma voz narradora, os visitantes poderão complementar a experiência com a realização de diversas atividades práticas (que depois podem levar para casa), a executar nas Oficinas do Labirinto que se encontram no final do percurso.

"Este espaço procura potenciar fatores como a criatividade, a expressão individual e a capacidade de representação, fomentando a descoberta do Grafismo nos movimentos artísticos através de explicações teóricas e trabalhos práticos relacionados com cada época apresentada", resume Joana Brito, reforçando que, "por definição, A CASA AO LADO desenvolve intervenções artísticas em conjunto com as comunidades. Com o projeto do Labirinto das Artes quisemos demonstrar que as técnicas a que recorremos, como a pintura mural ou o graffiti, não são novas ou sequer recentes. O recurso ao grafismo remonta aos primórdios da humanidade e acompanhou as mais diversas épocas históricas".

Para que o conhecimento de todos os grafismos apresentados no Labirinto das Artes possa ser adquirido com a devida profundidade, cada tema (sala) será explorado durante um ano em todas as atividades teóricas e práticas.

Assim, até abril de 2020, o Paleolítico será o primeiro registo gráfico a ser interpretado pelos visitantes nas Oficinas do Labirinto, onde serão desenvolvidos trabalhos práticos de linogravura, cravação, pirogravura, pintura mural e modelação.

Refira-se que o projeto Labirinto das Artes tem já parcerias firmadas com entidades nacionais e internacionais, como a Comissão Nacional da UNESCO, o MuPAI - Museo Pedagógico de Arte Infantil (Madrid) e o CMA - Children's Museum of the Arts (Nova Iorque).

Situado no centro de Vila Nova de Famalicão, o Centro Artístico A CASA AO LADO procura o envolvimento em projetos que, partindo de uma educação/formação artística de base, permitam assegurar o cunho artístico interventivo nas comunidades, consagrando a sua marca e primando pela autenticidade.

A CASA AO LADO desenvolve as suas valências de ensino, experimentação e intervenção numa ação intergeracional promotora do conhecimento e sensibilização artística articulada à responsabilidade social, focando diferentes temáticas e disciplinas das artes plásticas e visuais.

Para tal, trabalha com formadores de áreas específicas, como o desenho, pintura, joalharia, cinema de animação, decoração de interiores, conservação e restauro, fotografia, ilustração, realização de cinema, vídeo, multimédia, entre outros.

MUNICÍPIO DE BRAGA E FUNDAÇÃO EDP PROMOVEM ARTE URBANA EM MEIO RURAL

Assembleias comunitárias previstas para os dias 12,13 e 14 de Abril

O Município de Braga e a Fundação EDP, no âmbito da Arte Pública Fundação EDP, vão iniciar o projecto ´Energizarte´, que visa a implementação no Concelho de intervenções artísticas de arte pública em meio rural, particularmente em territórios de baixa densidade, como instrumento de inclusão social. O projecto irá realizar-se nas freguesias do Concelho: Padim da Graça; Merelim S. Paio, Panoias e Parada de Tibães; Palmeira e Crespos e Pousada.

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Juntando artistas consagrados (João Martinho Moura, Sebastião Peixoto e José Pedro Santos) com artistas locais, o projecto consistirá num processo participativo com a população local, de forma a dar corpo a um conjunto de intervenções artísticas, tendo por base o património cultural, as tradições locais e as situações sociais concretas.

O primeiro passo para a concretização deste projecto passa pela realização de assembleias comunitárias de acordo com a seguinte calendarização: 12 de Abril, às 21h30, no Centro Cívico de Palmeira; 13 de Abril, às 15h00, na Sede da Junta de Freguesia de Parada de Tibães e às 17h00 na Sede da Junta de Freguesia de Crespos e 14 de Abril, às 10h30, na Sede da Junta de Freguesia de Padim da Graça.

Nestas assembleias pretende-se criar um espaço de diálogo entre os artistas e a população local, resultando, no final, na definição de um roteiro de arte e dos espaços públicos a intervencionar, que inclui também postos de transformação e armários da EDP Distribuição. Após estas assembleias os artistas irão reflectir e elaborar as suas propostas criativas, de acordo com o feedback obtido neste contacto inicial com a comunidade, e serão realizadas novas assembleias no mês de Junho para apresentação final das intervenções artísticas a executar.

Desta forma, incorporam-se diferentes estímulos numa nova relação com o espaço e o contexto envolventes, únicos e intransmissíveis. O ´Energizarte´ funcionará como instrumento de inclusão social, envolvendo a população local, em particular quem se encontre em situações de risco e/ou de exclusão, promovendo o acesso à arte e aumentando, desta forma, a auto-estima das comunidades.

A Arte Pública Fundação EDP já realizou projectos similares em Campo Maior (Mayor.art), no Algarve (WATT?), em Trás-os-Montes (Voltagem), no Ribatejo (UniArt) e em Vila Nova da Barquinha (ARTEJO).

PONTE DE LIMA APRESENTA PROJECTO ARTÍSTICO DE FREDERICO DINIS

Igreja dos Terceiros recebe Perhaps Only as a Memory de Frederico Dinis

A Igreja dos Terceiros será o cenário, no próximo sábado, 30 de março, pelas 18h00, da apresentação do projeto de Frederico Dinis, Perhaps Only as a Memory. Este trabalho surge no seguimento do desenvolvimento do trabalho artístico do autor, que se enquadra na área da performance sonora e pretende explorar a natureza diversa do som e sua relação com o espaço, na recriação de sensações e emoções.

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Frederico Dinis, doutorando em Estudos Artísticos, membro do Grupo de Investigação “Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais” e do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra, reflete sobre a importância dos contextos locais (site-specific) e do sentido de lugar (sense of place), tendo como ponto de partida a interação com os espaços e a apropriação de memórias e de discursos.

Para as apresentações públicas do seu trabalho, Frederico Dinis joga com espaços diferentes, inusitados, onde o público possa usufruir de uma experiência simples, honesta e, principalmente, pessoal. Tem percorrido diversos espaços singulares, de norte a sul de Portugal, como museus e monumentos históricos, que aliam a riqueza patrimonial, a experiência estética e a memória.

Sábado, dia 30 de março, Ponte de Lima terá a oportunidade de assistir a esta combinação de experiências sonoras e visuais. Será na igreja barroca da Ordem Terceira de S. Francisco (Museu dos Terceiros).

“Hoje, as memórias do tempo que deixamos de esquecer levam-nos por caminhos nunca antes percorridos.

Talvez tudo passe com o propósito de nos fazer esquecer o tempo que não nos traz memórias.

Somente no caminho do tempo, que nunca existiu, controlamos as memórias que não queremos esquecer.

Porque afinal as memórias que o tempo nos traz acontecem no caminho que queremos percorrer.”

FAMALICÃO VAI TER "LABIRINTO DAS ARTES"

Na próxima segunda-feira, 1 de abril, pelas 10h00, em Requião, Paulo Cunha inaugura Labirinto das Artes em mais um roteiro pela inovação

Ao longo de 10 salas, o projeto “Labirinto das Artes”, um Centro Interpretativo de Grafismo com conteúdo educativo, convida os visitantes a dar a "volta ao mundo" da História do Grafismo, através de um percurso em forma de labirinto criativo que proporciona uma viagem por diferentes épocas – desde a arte rupestre até à arte do século XXI –, conhecer costumes e descobrir técnicas guardadas como segredo durante séculos.

O Labirinto das Artes é um projeto do Centro Artístico - A CASA AO LADO que vai ser inaugurado na próxima segunda-feira, 1 de abril, pelas 10h00, na Quinta d'A CASA, em Requião, Vila Nova de Famalicão, inserindo-se em mais um roteiro pela inovação, promovido pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

LOCALIZAÇÃO DO LABIRINTO DAS ARTES:

  • Quinta d'A CASA | Rua Dr. Francisco Alves, 1058 - Requião, VN Famalicão
  • Coordenadas GPS: 41º24'35.8"N   8º29'32.0"W

PONTE DE LIMA MOSTRA ARTE CONTEMPORÂNEA

Art’in Lima – Mostra de Arte Contemporânea em Ponte de Lima

Dando seguimento a outros projetos anteriores promovidos pelo Município em anos pretéritos, Ponte de Lima pretende manter-se na rota da arte contemporânea, que é cada vez mais um campo sem fronteiras, lugar de experimentação de novas técnicas e linguagens.

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O novo projeto, intitulado Art’in Lima, este ano de 2019 consagrado ao tema Sob o Signo de Baco, reunirá em Ponte de Lima artistas nacionais e estrangeiros, representados pelos seus trabalhos nas áreas da pintura, escultura, ilustração, fotografia e em outros domínios como a arquitetura e design, o vídeo e a instalação de arte, a expor entre 30 de junho e 30 de setembro, em diversos espaços museológicos e monumentos históricos da vila.

O período de submissão de candidaturas vai estender-se desde o dia 01 de março até 12 de abril deste ano, podendo cada artista apresentar o máximo de três obras.

Para mais informações deve ser consultado o site www.artinlima.com

ALEXANDRE CONEFREY EXPÕE DESENHO EM FAMALICÃO

“Anima Mea” de Alexandre Conefrey mostra-se na Ala da Frente. Exposição é inaugurada a 9 de fevereiro e fica patente até 18 de maio

A galeria de arte contemporânea Ala da Frente, de Vila Nova de Famalicão, já habituou o seu público à inovação e à modernidade artística. O espaço localizado no Palacete Barão da Trovisqueira, no centro da cidade famalicense, inaugura no dia 9 do próximo mês de fevereiro a exposição “Anima Mea” de Alexandre Conefrey. Os trabalhos do artista lisboeta chegam à Ala da Frente depois de apreciados em espaços culturais de referência, como a Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves ou a Andrew Mummery Gallery, em Londres.

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Comissariada por António Gonçalves, a exposição explora o confronto do artista com uma cadeia de impossibilidades do mundo interior e exterior, material e espiritual. Composta por 28 desenhos, a mostra remete para um universo da pintura de Brueghel, pintor Flamengo do Séc. XVI.

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Segundo António Goncalves, “o uso da linguagem do desenho e a exploração das expressividades do carvão suscitam uma particular atenção para as formas que surgem e se organizam em cada plano da folha de papel. Formas que partem das estruturas da torre e dos moinhos. Alusões, parecenças, revelações, aproximações, são repostas que se propõem nas manchas, nas linhas, nas texturas que Alexandre Conefrey plasma na folha de papel. É partir das quais que somos levados ao universo da simbologia, da presença do fazer histórico, em que cada autor deu por meio da imaginação sentido às formas que nos são familiares, mas nem sempre percetíveis.”

Alexandre Conefrey nasceu em Lisboa em 1961, onde vive e trabalha. Fez o curso de desenho no Ar.Co, em Lisboa entre 1993 e 95 e foi bolseiro no Royal College of Art, em Londres. As suas obras estão presentes em diversas coleções: AR.CO; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção António Cachola; Ministério dos Negócios Estrangeiros; Fundação Carmona e Costa; Coleção de Arte Fundação EDP; e diversas coleções privadas.

A exposição que vai estar patente até 18 de maio propõe, assim, uma atenção à simplicidade do gesto e às suas potencialidades de expressão e investigação enquanto meio para reter as possibilidades da representação.

Com entrada livre, as portas estão abetas de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30.

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CÃO DANADO ESCOLHE FAMALICÃO PARA CRESCER E INOVAR NA CULTURA E NA ARTE

Paulo Cunha conheceu projeto artístico em mais um roteiro pela inovação de Famalicão

É já no próximo sábado, 19 de janeiro, que a companhia artística Cão Danado inaugura, em Vila Nova de Famalicão, a sua nova sede, no Complexo Industrial da antiga fábrica de Relógios A Reguladora, com o espetáculo multidisciplinar Visões.2.

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A companhia que surgiu há quase duas décadas em Braga, assentou agora os arraiais na cidade famalicense, com novas ambições e novos projetos, apoiados na inovação e nos cruzamentos disciplinares. Foi neste âmbito, que o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, visitou o projeto na passada sexta-feira, em mais uma jornada do roteiro pela inovação.

Com vocação por ocupar antigas fábricas e espaços emblemáticos do património industrial devoluto, a Cão Danado que se estreou em 2001, com o espetáculo “O Psychosis”, na antiga fábrica Confiança de Braga, parece ter encontrado agora o seu lugar. “Temos um percurso em que passamos por vários locais e já temos capacidade e maturidade para escolher o lugar onde queremos ficar, e que reúne para nós as condições ideias de trabalho”, afirmou o diretor da companhia, Pedro Barbosa.

Para o responsável, a escolha deve-se “acima de tudo à movimentação cultural e artística que se assiste em Famalicão com a fixação aqui de uma escola de circo, uma escola de interpretação e uma série de artistas que passam por cá. Por outro lado, temos ainda Casa das Artes que dá um apoio imenso aos projetos e, foi esta movimentação toda que nos conquistou e atraiu para cá.”

O ambiente artístico e cultural efervescente que se vive em Vila Nova de Famalicão já não passa despercebido a ninguém e o território apresenta-se cada vez mais como um viveiro de projetos culturais emergentes.

Paulo Cunha não tem dúvidas que a vinda da Cão Danado para Famalicão vem enriquecer esta dinâmica cultural e artística que se vive no concelho. “É muito gratificante para o município perceber que conseguimos atrair este tipo de projetos com muita qualidade, que têm já um histórico e uma dimensão nacional, e isso engrandece-nos, deixa-nos num patamar superior àquele que estamos hoje”, destacou acrescentando que “nos últimos anos, vários projetos culturais têm crescido aqui em Famalicão, uns que já cá estavam eoutros que vieram de fora para aqui terem o seu palco”.

O autarca não esconde que “Famalicão tem uma ambição cultural arrojada e audaz, e há sempre espaço para bons contribuintes assentes nesta diversidade artística”. “É importante para os territórios conseguirem atrair empresas, industrias e comércio, mas não é menos importante cativar projetos culturais e artísticos” afirmou, salientando que“Famalicão é um concelho atrativo em todas as dimensões”.

Em palco, o Cão Danado apresenta-se em Vila Nova de Famalicão com a estreia de Visões .2, um espetáculo multidisciplinar que confronta a dança, a música, a palavra e a imagem. Para Eliana Veríssimo, diretora musical, a peça aborda a Revolução Russa numa perspetiva de “trabalhar estas nossas heranças afetivas e estéticas e procurar trazê-las para o espetáculo de forma a levantar questões, como em que ponto estamos dos nossos valores e em que ponto estamos das nossas revoluções pessoais e não só”.

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VIZELA INAUGURA CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

Inaugurado o Centro Interpretativo do Barroco em Arcos de Valdevez

  • Porta de entrada para o Barroco no Alto Minho permitirá lançar conhecimentos sobre este período da cultura na região.
  • Deixem-se levar pelo Anjo “Asinhas” e partam à descoberta deste magnífico monumento e do barroco do Alto Minho”, João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez inaugurou no passado sábado, 15 de Dezembro, o Centro Interpretativo do Barroco, numa cerimónia que contou com a presença do Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira e do Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte.

A Igreja do Espírito Santo, imóvel de interesse público do século XVII e um dos mais importantes exemplares do Barroco no Alto Minho (dos mais significativos do país) alberga agora o Centro Interpretativo do Barroco, o qual incorpora novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para interpretar os monumentos da região, o período do Barroco e o próprio monumento; Os conteúdos interativos permitem ao visitante fazer uma visita guiada pelo espaço, tendo como guia o anjinho Asinhas.

“Criamos um novo paradigma na fruição de património e cultura, através do recurso a novas tecnologias”, adiantou o presidente da Câmara Municipal, João Esteves, frisando que “Esta é mais uma aposta da Câmara Municipal na recuperação de património de grande valor cultural e arquitetónico, devolvendo-o renovado, valorizado, com inovação e modernidade para nosso usufruto e das gerações futuras.”

João Esteves, realçou também que “Este é mais um momento de celebração do orgulho que os arcuenses têm na sua História, na sua Cultura e na sua identidade milenar. São milhares de anos de História a olhar para o Futuro”, fazendo alusão ao facto de “Numa experiência completamente nova em Portugal, recorrendo a novas tecnologias, como a realidade aumentada, o visitante, através de óculos "de última geração", será guiado pelo Asinhas, o "anjinho barroco" numa viagem inovadora por esta Igreja do Espírito Santo e pelo fascinante período histórico, o Barroco.”

 De referir, que esta descoberta também pode ser realizada com tablets ou aplicações para telemóvel. Como porta de entrada no Alto Minho da Rota do Barroco do Norte existe, igualmente, a possibilidade de, a partir de um ecrã interativo de 2 metros, conhecer 40 monumentos do Barroco da nossa região.

A Câmara Municipal procedeu à recuperação do edifício e do seu valioso espólio artístico, tendo sido investido mais de 1 milhão de euros, com apoio de fundos europeus.

Na sua intervenção João Esteves destacou também que tem havido uma crescente aposta na área da Cultura, que ao nível da valorização do património cultural se traduz em investimento realizado e a realizar no valor global de 6 milhões de euros e envolve a realização de ações como, a recuperação da Igreja do Espírito Santo para Centro Interpretativo do Barroco ou a requalificação do Paço de Giela e envolvente.

“É assim que a Câmara Municipal tem prosseguido uma estratégia de promoção e valorização do património cultural, ciente que desta forma está a avançar no desenvolvimento do concelho que conjuga história com modernidade, passado com futuro.”, disse o autarca, apelando a todos os presentes para que se deixem “levar pelo Anjo “Asinhas” e partam à descoberta deste magnífico monumento e do barroco do Alto Minho.”

Tanto o Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira como o Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte, enalteceram a importância do projeto, o qual releva a parte cultural, realçando a interesse que o mesmo terá para a comunidade local e turística, como também ao nível da reabilitação e conservação do património para os vindouros.

CÂMARA DE CAMINHA INAUGURA OBRA DE ARTE ‘ABRIGO’ NA BEIRADA DO RIO EM LANHELAS

Cerimónia terá lugar sábado, dia 15 de dezembro, pelas 11H00

A Câmara Municipal de Caminha e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho vão inaugurar a peça artística ‘Abrigo’, da dupla FAHR 021.3, no âmbito do projeto DESENCAMINHARTE (DES 18), no dia 15 de dezembro, pelas 11H00, na beirada do rio, em Lanhelas.Esta obra pertence a um conjunto de 10 projetos propostos pelo DESENCAMINHARTE, que tem como missão criar sinergias entre território, arte, cultura e população, numa dinâmica de envolvimento intermunicipal. A cerimónia conta com a presença de Guilherme Lagido Domingos, presidente em exercício do Município de Caminha, e de Josefina Covinha, presidente da Junta de Freguesia de Lanhelas.

Desencaminharte

Segundo os autores, que são também coordenadores da edição deste ano do DESENCAMINHARTE, “Abrigo” é um “objeto pousado na margem, um banco, um abrigo, um barracão vazio, um recorte na paisagem. Este direciona o olhar para as águas do Minho e para a outra margem, gerando na sua forma um espaço sagrado de contemplação e de retiro. A sua modelação sugere a maturação de uma pedra que se moldou ao tempo daquele lugar, onde tudo parece ser mais lento, mais calmo, mais emocional.”

O DESENCAMINHARTE é um programa que visa promover a criação artística no Alto Minho através de uma dinâmica em rede que estimule o reconhecimento da sua identidade. A edição de 2018, com programação a cargo do coletivo HODOS, centra-se no desenvolvimento de dispositivos que contribuem para a valorização do património cultural e natural da região. Dez autores relevantes no panorama artístico e arquitetónico contemporâneo foram desafiados a intervir na paisagem singular de cada um dos dez municípios. A partir de uma leitura sensível e afetiva do lugar, estas obras serão construídas até ao final do ano, num diálogo aberto entre território, arte, cultura e população.

HODOS é um coletivo constituído por FAHR 021.3, depAArchitects e StillUrban Design, com o objetivo de valorizar os percursos pedestres em Portugal, afirmando-os como elementos de integração ou dissociação na paisagem. Através da identificação e tratamento de pontos de interesse nesses percursos, HODOS pretende reformular a experiência da caminhada com recurso à criação de peças de arte e arquitetura.

FAHR 021.3 é um coletivo fundado em 2012 por Filipa Frois Almeida e Hugo Reis. Ambos formados em arquitetura pela Escola Superior Artística do Porto, os seus percursos foram sendo marcados por interseções da arte com a arquitetura. O estúdio FAHR 021.3 assume-se assim pelo cruzamento dos seus fundadores, em procura de uma identidade evolutiva e inquietante em torno de processos experimentais com especial foco no cruzamento entre a arte e a arquitetura em espaço público. Esta dupla tem sido distinguida nacional e internacionalmente por um conjunto de projetos que se caracterizam pela sua abordagem formal e provocadora como Hairchitecture, Metamorfose, Eclipse e NAPPE (2016-19 em Taiwan).

ARTISTA DALILA GONÇALVES ENSINA A “VER ATRAVÉS DA ÁRVORE” EM PAREDES DE COURA

Paredes de Coura dá as boas-vindas aos peregrinos no ponto em que o Caminho de Santiago atravessa o concelho

“Ver através da árvore”, da artista plástica Dalila Gonçalves, é o novo elemento na paisagem de Paredes de Coura, precisamente no ponto em que o Caminho de Santiago atravessa o concelho.

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A instalação passou a residir no Caminho das Piçarras, junto à Casa Florestal, em Romarigães, e de acordo com o vereador Vitor Silva “não é apenas uma referência ao Caminho, mas também à paisagem que encontramos no local”. Ainda de acordo com este elemento do executivo responsável pelas Obras Públicas, Conservação dos Edifícios Municipais e Espaços Verdes, aquela instalação “serve também como cartão de boas-vindas aos peregrinos” que atravessam o concelho de Paredes de Coura, num dos trajetos mais concorridos em direção a Santiago de Compostela.

“Ver através da árvore”, de Dalila Gonçalves, faz parte de um conjunto de projetos propostos pelo Desencaminharte à CIM-Alto Minho (Comunidade Intermunicipal do Alto Minho), que tem como missão criar sinergias entre território, arte, cultura e população, numa dinâmica de envolvimento intermunicipal.

Na perspetiva da artista, com esta obra poder-se-á imaginar um “fole a correr e a desenhar a paisagem como um portão sobre a calha da sua base. Vemos através dele como se espreitássemos com um olho cerrado por detrás de uma árvore”, acrescentando que se trata de “um jogo de contato com a natureza, de refúgio, de aparição e esconderijo como um qualquer jogo de crianças quando ao mesmo tempo que se escondem e avançam, procuram, através de um olhar curioso, descobrir o que está para lá da montanha.”

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GALO POP JÁ CANTA EM BARCELOS

As luzes de Natal, em Barcelos, acenderam-se hoje num espetáculo único, caloroso e brilhante cujo protagonista foi o POP GALO, uma interpretação contemporânea pela artista Joana Vasconcelos de um dos maiores símbolos da cultura popular portuguesa, o Galo de Barcelos, e que se apresenta pela primeira vez na cidade cuja lenda lhe deu origem.

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A cerimónia de inauguração contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, da artista Joana Vasconcelos, do Presidente da Câmara Municipal, entre outros.

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ALVARINHO E ARTE: UMA LIÇÃO DE VIDA

Um final de tarde apaixonante. Entre o Alvarinho de Anselmo Mendes e a Arte de Manuel Malheiro. Dois monçanenses de excelência. Provaram-se cinco vinhos de caraterísticas distintas. Olharam-se igual número de obras inspiradas naquele néctar precioso. Colhido num território de eleição. Monção e Melgaço.

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A apresentação esteve a cargo de Ricardo de Campos. Falou de arte, vinho, amizade e criatividade. Um brinde a tudo isso. António Barbosa sublinhou a ligação perfeita entre o Alvarinho e a Arte. E agradeceu a demonstração de amor à terra de Anselmo Mendes e Manuel Malheiro. Grandes talentos que primam pela diferença, disse.

A história do Alvarinho foi contada por Anselmo Mendes. Romanos, monges, enólogos, empresários. Um trajeto que fez do vinho muito mais que uma simples bebida. Trata-se, acentuou, de um produto cultural gerado com esforço, paixão e cumplicidade.

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Manuel Malheiro não falou. Deixou que fosse Helena Mendes Pereira, curadora com ligações à Bienal de Arte de Cerveira, a traduzir com palavras assertivas, as pinturas expostas na sala do território do Museu do Alvarinho.

Enalteceu o relacionamento apertado, quase umbilical, entre o Alvarinho e a Arte. A profundidade, o aroma, a acidez de um lado “aconchegada” no espaço, colorido e textura do outro. Olhamos melhor. Abanamos a cabeça. Na vertical.

Vieram os copos de pé alto. Com Alvarinho dentro. Para mais uns minutos de conversa e aprendizagem. Sobre Alvarinho e Arte, claro. Aqui está mais uma das Expressões do Alvarinho. Saímos a saber mais do que entramos. Afinal de contas, tanto um como outra são uma lição de vida.

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BARCELOS LEVA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS ÀS ESCOLAS

Escolas básicas do concelho vão ter aulas de música, dança e teatro através de residências artísticas

As escolas do ensino básico do concelho de Barcelos vão ser abrangidas por residências artísticas de sete organismos de música, teatro e bailado, em 2019, num projeto desenhado pelo Ministério da Cultura e pelo Ministério da Educação, de que Barcelos faz parte.

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As residências artísticas deverão realizar-se no 2.º e 3.º períodos escolares, e abrangem quatrocentos alunos de 19 escolas pertencentes aos agrupamentos de escolas dos municípios de Viana do Castelo, Barcelos, Vila do Conde, Freixo de Estada à Cinta, Moimenta da Beira, Viseu, Penela, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Idanha-a-Nova, Torres Vedras, Loures, Sintra, Lisboa, Cascais, Almada, Sines, Moura e Loulé.

Na cerimónia de lançamento do projeto “Residências Artísticas nas Escolas”, o Secretário de Estado da Educação, João Costa, assinalou que “uma educação sem arte é incompleta. A fruição estética e a educação artística são condições essenciais para um desenvolvimento integral”. João Costa acrescentou ainda que “a arte faz-nos sentir bem. A educação deve gerar bem-estar e, por isso, a arte faz-nos falta”.

Por sua vez, a Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, afirmou que “é no cruzamento destes dois mundos que se promove a criatividade e o pensamento livre e, mais do que tudo, que se permite às crianças e aos jovens olharem para si mesmos e descobrirem a imprevisível aventura da vida”.

Para a Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, “Barcelos, Cidade Criativa da UNESCO e Cidade Educadora, combina na perfeição estas duas áreas essenciais no desenvolvimento harmonioso das nossas crianças e jovens”.

Este projeto tem como objetivo a aproximação das escolas às artes, contribuindo para o desenvolvimento do perfil dos alunos ao nível da escolaridade obrigatória, através da promoção da sensibilidade estética e artística, enquadrada por uma vivência de cidadania que se quer inclusiva.

Trata-se da segunda edição das residências artísticas nas escolas, de que fazem parte, em 2019, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, a Companhia Nacional de Bailado, o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional de São João, a Casa da Música e a Orquestra Clássica do Sul.

No ano letivo 2017 / 2018, músicos da Orquestra Sinfónica Portuguesa deram aulas durante uma semana a alunos dos municípios de Barcelos, Loulé, Sines, Viseu e Freixo de Espada à Cinta. O projeto-piloto realizou-se em 2017, no Agrupamento de Escola de Caxinas, Vila do Conde.

ARTISTAS PORTUGUESES EXPÕEM EM PARIS

Cláudia Nair e Victor Escaleira levam a Paris exposição «Mémoires d'une Identité»Os artistas plásticos portugueses Cláudia Nair (autora das MARIAS PAPERDOLLS ) e Victor Escaleira vão expor«Mémoires d'une Identité» - trabalho artístico conjunto inspirado na azulejaria portuguesa - na 10ª Bienal do Carrousel des Métiers d'Art et de Créations que decorre, entre 6 e 9 de Dezembro, em Paris.

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A dupla de criativos do Porto participa nesta exposição internacional com o apoio da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), integrando um grupo de 13 marcas que foram selecionadas para representar Portugal.

Considerada a mostra mais importante da França dedicada à Arte, Design, Decoração e Artesanato, conta, nesta 10ª edição, com a participação de mais de 250 artistas, mais de 300 expositores, espalhados por uma área de exposição de 6 000m2, e onde são esperados mais de 30.000 visitantes.

De acordo com a organização, este ano, Portugal é o país convidado de honra: “Para celebrar a sua 10ª edição, a Chambre Régionale de Métiers et de l’Artisanat de Île de France (CRMA) convidou Portugal para país de destaque no Carrousel des Métiers d’Art et de Création 2018.”

A participação de Portugal está a cargo da AICEP, que organiza o espaço coletivo permitindo, desta forma, promover internacionalmente a oferta portuguesa de artesanato e aumentar a sua notoriedade junto de compradores, prescritores, jornalistas e líderes de opinião franceses e internacionais.

Cláudia Nair | Designer e Autora do projeto artístico MARIAS PAPERDOLLS:

Abraça a arte de reciclar papel para construir bonecas artesanais que retratam cultura, património e personalidades. Cada peça conta uma história, defende uma causa, passa uma mensagem, tem ‘Alma e Identidade’.

As MARIAS PAPERDOLLS enquadram-se num conceito criativo, contemporâneo e ambiental (material reciclado), e têm no ADN uma essência que gira em torno do universo feminino. Através das variadas e criativas ilustrações, as MARIAS PAPERDOLLS contam histórias, são rosto e voz de mensagens pelo mundo. Espalhadas um pouco por todo o país, as MARIAS PAPERDOLLS também já se internacionalizaram em países como Espanha, França, Itália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Áustria e Japão.

Victor Escaleira | Escultor

Abraça a arte de esculpir madeira, criando obras inspiradas no que o rodeia. Depois de uma passagem de cinco anos a trabalhar ao vivo a madeira numa companhia de teatro, no âmbito de feiras temáticas em Portugal e no estrangeiro, faz um interregno em 2010, voltando ao ativo em 2016, iniciando uma nova fase nos seus trabalhos.

Em 2017, onde foi co-autor da obra artística intitulada “Cápsula do Tempo” que foi concebida no âmbito das comemorações dos 180 anos do Município de Valongo.

Em abril de 2018, em parceria com as MARIAS PAPERDOLLS, expôs na Dinamarca a sua criação artística inspirada na azulejaria portuguesa. Em maio, as suas peças chegam ao Japão através da exposição "Interior Lifestyle" que decorreu em Tóquio. A participação resultou de uma parceria de colaboração entre a Associação Selectiva Moda, a marca Valongouro e as MARIAS PAPERDOLLS.