Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BRAGA BARROCA ESTÁ DE REGRESSO COM UM PROGRAMA CHEIO DE ESPLENDOR E EXUBERÂNCIA

De 28 de setembro a 2 de outubro

Ao longo de cinco dias, entre 28 de setembro e 2 de outubro, Braga vai celebrar todo o esplendor e exuberância do período Barroco, com um programa único e diversificado, que vai permitir aos bracarenses e visitantes partir à descoberta de uma das heranças culturais mais fortes e autenticas da cidade.

Braga Barroca_.jpg

Braga é a “Capital do Barroco” em Portugal, mantendo até aos dias de hoje marcas indeléveis na monumentalidade e sumptuosidade da arquitetura e escultura dos edifícios, nos imponentes jardins, na talha dourada dos interiores de igrejas e palacetes, entre outras. Mas o Barroco não constituiu apenas um estilo artístico, mas todo um período histórico e um movimento sociocultural, onde se exprimiram novos modos de entender o mundo e o homem.

Concertos de música da época, visitas guiadas, oficinas para os mais novos, encenações, animação de rua, teatro, conferência e apresentação de livro são alguns dos momentos do programa que tem como objetivo primordial reforçar os laços de pertença á comunidade e sensibilizar a população para a salvaguarda do património.

O Ciclo de concertos “Joias do Barroco”, a cargo da Sinfonietta de Braga, que decorre todos os dias do evento, percorrendo espaços como o Museu dos Biscainhos, a Casa Cunha Reis, a Igreja da Misericórdia, o Mosteiro de Tibães e a Biblioteca Pública de Braga é um dos pontos altos do programa. Mas a música estará ainda presente com os concertos do Grupo Coral Cupertinos na Basílica dos Congregados e com o Com.Cordas Ensemble na Igreja de S. Paulo.

A exuberância e opulência das personagens da nobreza dos séculos XVII/XVIII irão percorrer as ruas de Braga, num momento de grande animação, com a iniciativa “Nobreza em Festa”, que decorre logo no primeiro dia do evento, 28 de setembro, pelas 17h00.

Destaque também para a visita encenada “Vida no Paço Episcopal no Século XVIII” que vai realizar-se na Biblioteca Pública de Braga, no dia 29 de setembro, pelas 21h30 e pelas 22h30.

No sábado, 1 de outubro, o Mosteiro de Tibães vai reviver as “Vivências da ruralidade na cerca de Tibães”, com uma encenação que vai decorrer durante toda a tarde, entre as 14h00 e as 19h00. Centrando-se nas vivências na cerca de Tibães enquanto espaço de produção e de fruição do povo, lugar de trabalho, em tempo de colheitas, mas igualmente de festa, com danças, cantares e jogos tradicionais, as vastas terras em torno do Mosteiro são o palco onde se pretende recriar o ambiente de ruralidade ali vivido no século XVIII.

No último dia do evento, referência para a peça de teatro “Guerras do Alecrim e Manjerona”, pela Nova Comédia Bracarense, que vai decorrer no auditório de S. Frutuoso, pelas 17h00. 

Diariamente haverá ainda durante as manhãs visitas e oficinas sobre Arte Setecentista, em vários locais da cidade, para o público infantil e famílias. As tardes serão preenchidas com visitas guiadas pelas “Maravilhas do Barroco Bracarense”, com jornadas culturais onde se dá a conhecer algumas das obras mais originais da expressividade barroca na arquitetura religiosa na cidade.

O teatro também marcará presença diária no evento com a iniciativa “Tratado das pequenas coisas”, um espetáculo da Confederação, que irá decorrer no auditório Sebastião Alba, para o público juvenil.

Mas há ainda muito mais para descobrir e reviver ao longo destes dias na Braga Barroca. O programa completo está disponível na integra no portal do município em www.cm-braga.pt.

A Braga Barroca insere-se no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias do Património que se assinalam a 23, 24 e 25 setembro.

Recorde-se que Braga teve no século XVIII quatro homens fundamentais para o impulso construtivo da arte barroca, nomeadamente na arquitetura e escultura, quer em pedra quer em talha dourada. Foram eles os arcebispos D. Rodrigo de Moura Teles (1704-1728), D. José de Bragança (1741-1756) e D. Gaspar de Bragança (1757-1789) que, como mecenas, idealizaram e financiaram várias obras arquitetónicas, urbanísticas e escultóricas. Destaque ainda para André Soares (1720-1769), que foi um notável artista bracarense, famoso pela excelência das suas obras e criador de uma versão muito pessoal do estilo barroco.

Braga BARROCA (2).jpg

ARTISTA FAFENSE ORLANDO POMPEU DISTINGUIDO PELA ACADEMIA FRANCESA DAS ARTES, CIÊNCIAS E LETRAS

  • Crónica de Daniel Bastos

O mestre-pintor Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Austrália, Brasil, México, Dubai, Canadá, Itália, EUA e Japão, recebe a 16 de outubro, em Paris, o Diploma de Membro e a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.

Orlando Pompeu (2).jpg

O pintor Orlando Pompeu no seu atelier em Cepães (Fafe)

Fundada em 1915, a academia francesa distingue personalidades de todas as nacionalidades, que se tenham destacado nos campos artístico, literário e científico, sendo que este ano o reconhecimento incidiu num dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, afamado pelo seu estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo.

Com uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, na freguesia de Cepães, no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio.

EMPREITADA ‘CERVEIRA – PALCO DAS ARTES’ JÁ ARRANCOU

Trata-se de um dos maiores auditórios da região do Alto Minho e um dos maiores investimentos na cultura nas últimas décadas.

Um dos maiores auditórios da região do Alto Minho – ‘Cerveira – Palco das Artes’ – começa a nascer em Vila Nova de Cerveira. A intervenção, a desenvolver-se na praça superior do Mercado Municipal, confrontando com o edifício do Palácio da Justiça e a Praça da Galiza, consiste na construção de um grande auditório polivalente com capacidade para 408 lugares (com oito destinados a pessoas com deficiência motora). A empreitada, que representa um dos maiores investimentos na cultura nas últimas décadas, já arrancou e prevê-se concluída até ao final do Verão de 2023.

1087b342-de17-400a-8bf0-c0b202ec02d1 (2).jpg

A realização da empreitada assegurará a criação de um espaço polivalente que criará condições para a promoção de atividades multiculturais: da música clássica ao jazz, do teatro à dança, da ópera à literatura, da arquitetura ao cinema. Será, ainda, um espaço preparado para figurar como um centro para a realização de conferências, palestras e reuniões profissionais de âmbito nacional e internacional. Para o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira “o novo espaço foi dimensionado e concebido para responder às necessidades dos dias de hoje, assumindo-se tecnológico, digital e inovador. Com estas valências promover-se-á uma nova geração na programação cultural do concelho, do Alto Minho e da região Galiza – Norte de Portugal”.

Esta empreitada representa, ainda, para Rui Teixeira, a oportunidade de “dar continuidade a um projeto do Partido Socialista interrompido em 2013, que à data, significaria que Vila Nova de Cerveira envergaria o maior palco cultural fechado de todo o distrito de Viana do Castelo”. Um compromisso eleitoral assumido e que já se encontra em curso. “Com este auditório vai ser possível implementar uma estratégia de captação de turismo e de agendamento de eventos para todo o ano, e não só durante a época de verão, contribuindo para uma maior atratividade” conclui.

Com um valor contratual global na ordem dos 2.7ME, trata-se de um investimento que corresponde a uma prioridade do Plano de Ação de Reabilitação Urbana de Vila Nova de Cerveira (PARU) e é cofinanciado, em cerca de 1.8ME, pelo Programa Operacional Regional do Norte 2020 através de um fundo FEDER.

c43398c5-0bbd-441d-ab4e-974743416747.jpg

ESCOLAS PNA DE BRAGA NA NOITE BRANCA 2022

Exposição Indisciplin’arte 2.2 está patente na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e conta com trabalhos de 5 agrupamentos de escolas.

No âmbito da “Noite Branca, Braga 22”, as escolas de Braga que integram o PNA foram desafiadas pelo Município de Braga a apresentar à comunidade uma seleção de trabalhos dos seus alunos realizados no âmbito dos seus Projetos Culturais de escola, surgindo a exposição coletiva intitulada Indisciplin’arte 2.2, que foi inaugurada na sexta-feira dia 2, integrando as atividades culturais da noite Branca.

IMG_3140 (1).jpg

Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida.

O PNA incorpora três princípios estratégicos, recaindo no “Eixo C. Educação e Acesso”, no programa “Indisciplinar a Escola”, o desenvolvimento do Projeto Cultural de Escola de cada Agrupamento que foi o mote para o título dado a esta exposição.

No ano 2019/2020 o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda e o Agrupamento de Escolas André Soares aderiram ao Plano Nacional das Artes, fazendo parte do conjunto de escolas que iniciaram este projeto. No ano seguinte juntaram-se o Agrupamento de Escolas de Maximinos e o Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em 2021/2022 o Agrupamento de Escolas D. Maria II e, já nos finais do corrente ano letivo, o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches.

A exposição coletiva Indisciplin’arte 2.2 retrata algum do trabalho desenvolvido pelos diferentes agrupamentos de escolas da cidade de Braga no âmbito dos seus Projetos Culturais de Escola (PCE). Os Agrupamentos de escolas envolvidos são: André Soares, Sá de Miranda, Alberto Sampaio, Maximinos e D. Maria II.

Do Barroco às Media Arts é o tema do Projeto Cultural de escola do André Soares, que pretende contribuir para um perfil de aluno/cidadão que olhe para a arte nas suas múltiplas manifestações como algo natural e espontâneo.
As Media Arts resultam do cruzamento entre arte, comunicação e tecnologia digital e é nesse encontro que nos propomos promover a presença das expressões artísticas na escola de forma diversificada, incluindo a sua utilização como recurso pedagógico, criativo e transversal.

No âmbito da adesão ao Plano Nacional das Artes, o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda encontra-se a implementar o Programa Indisciplinar a Escola construindo um Projeto Cultural de Escola (PCE), adaptado ao contexto territorial, social e cultural em que o Agrupamento se insere, cujo tema, sob o mote +Cultura +Arte +Escola, é Tradições e lendas em memória.  

No Agrupamento de Escolas Sá de Miranda pretende-se utilizar o poder criativo e indisciplinador das artes para alterar o status quo vigente e deste modo promover o acesso às artes de toda a comunidade educativa incentivando a participação ativa e distinta de cada um.

O grande Plano Nacional das Artes propõe, entre outros eixos de ação, a ideia maior de Indisciplinar a escola através das artes. Com alunos de 50 nacionalidades distintas, Escola: Crisol de Culturas foi o mote dado ao Projeto Cultural de Escola (PCE) do AE Alberto Sampaio que pretende promover o diálogo intercultural e explorar esta riqueza que existe no agrupamento e na cidade.

Educar pela Arte, Criar um Mundo Melhor é o tema do Agrupamento de Escolas de Maximinos. Com o compromisso PNA pretende-se fazer valer o primado da democracia cultural e criar condições para que a vivência artística chegue o mais longe possível. Para o agrupamento a experiência cultural participada permite a criação de condições para a constituição de comunidades mais integradoras, por isso a adesão ao Plano.

O tema do projeto cultural de escola do Agrupamento de escolas D. Maria II é Polinizarte. Organizar equipas e espaços, estimular a aplicação de pedagogias centradas no aluno e promover a sustentabilidade é o objetivo primordial do PCE. Pretende-se assim que as linguagens das artes, do património e da cultura, contaminem o currículo e a comunidade, tornando-as veículo para múltiplas aprendizagens e novas soluções.

A exposição estará patente na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva até ao dia 9 de setembro.

Suzana Leite

Coordenadora Intermunicipal do Plano Nacional das Artes

63fd0f4e-b21d-4678-92fe-c29cb975d0b9.JPG

1236d5ab-66c0-4821-ab81-865f726ddd49.JPG

IMG_3139 (1).jpg

INTERVENÇÕES DO FENDA – FESTIVAL DE ARTE URBANA SERÃO INAUGURADAS NA NOITE BRANCA DE BRAGA

Segunda edição do Festival reúne artistas locais e internacionais

Braga acolhe pela segunda vez o FENDA - Festival de Arte Urbana, iniciativa que reúne artistas locais e internacionais para disseminar a arte urbana na Cidade e cujas obras serão inauguradas na Noite Branca de Braga 2022.

branoibranca (5) (1).jpg

Com direcção artística do colectivo Cosmic Burger, curadoria artística da Circus Network e co-organizado com o Município de Braga, a segunda edição do Festival conta com a participação de oito artistas de renome: Mantraste, SpiderTag, Sebastião Peixoto, Monika Reut, Darren John, RA.SO.AL, Mots e Soraia Oliveira.

As intervenções estão localizadas na Escola Carlos Amarante, Edifício do Castelo, Campo das Carvalheiras, Centro Comercial Santa Bárbara, Associação Creche de Braga, Largo Barão S. Martinho, Mercado Municipal e Instituto D. João Cândido de Novais e Sousa.

“Este é um conjunto de trabalhos extremamente interessante que surge do desafio que temos lançado aos artistas, sejam Bracarenses ou não, para, através da arte urbana concretizarem os objectivos do Município de potenciar a sua capacidade e talento de expressão e de regeneração urbana através da arte”, referiu esta Terça-feira Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, acrescentando que o Município pretende estender esta forma de “qualificar o espaço público” para outras intervenções, lembrando o projecto ‘ENERGIZARTE’, desenvolvido em parceria com a Fundação EDP, que utilizou o mobiliário urbano para transformar elementos em factores de atractividade e de valorização para o Concelho.

Ao todo, a Cidade usufruirá de cinco pinturas murais, uma pintura de vidros, uma intervenção de materiais reutilizados e um mural de néon interactivo. O festival coloca artistas locais em contacto com criativos consolidados no panorama internacional, integrando os emergentes e inspirando os inovadores.

Com a intenção de envolver a comunidade, o colectivo artístico, em parceria com a E-Redes, lançou uma ‘open call’ para embelezar 12 caixas de distribuição de energia eléctrica. Os seis vencedores, que usufruirão de um prémio de 400€, intervencionarão na Rua de São Marcos e na Rua do Souto.

Estas intervenções vêm reforçar e dar continuidade ao investimento feito em arte urbana por parte do Município em todo o Concelho e que tem vindo a dar uma nova vida a edifícios privados, escolas e espaços do município, não só através do FENDA, mas também através de outros projectos, como o ‘ENERGIZARTE’ ou o ‘M.A.P.A – Artes Visuais’.

Geradora de uma valorização do espaço público, a arte urbana funciona também como um atractivo turístico.

branoibranca (1).jpg

branoibranca (2).jpg

branoibranca (3).jpg

branoibranca (4).jpg

ARTE NA LEIRA REGRESSA EM 2023 COM EDIÇÃO ESPECIAL “BODAS DE PRATA”

24ª edição da Arte na Leira terminou ontem, contando largas centenas de visitantes

A 24ª edição da Arte na Leira terminou ontem, contando largas centenas de visitantes, que subiram até à Casa do Marco, em Arga de Baixo, em busca da arte que durante cerca de um mês lá esteve patente, mas também para visitar o dono da casa e promotor da mostra, o artista plástico Mário Rocha, que recebe amigos ou desconhecidos com a mesma cordialidade, no ambiente informal que o anfitrião imprimiu a um evento que, há 24 anos, parecia não fazer sentido e estar condenado ao fracasso. Ao contrário do que pensavam os reticentes, a Arte na Leira vingou, fez e faz sucesso e em 2023 chega às 25 edições ininterruptas, uma espécie de “boas de prata” que vão começar a ser preparadas nos próximos meses, depois de um curto interregno.

Arte na Leira (2).jpg

A pandemia interrompeu vidas e obrigou a Cultura a pausas indesejadas e às vezes definitivas, mas nem o “vírus” foi capaz de interromper a Arte na Leira, que continuou a acontecer nos últimos dois anos, beneficiando da circunstância de decorrer maioritariamente em espaços ao ar livre e outros bastante arejados, lá no topo da Serra d’Arga.

A determinação do pintor Mário Rocha foi sempre correspondida pelo público, mas este ano excedeu as espetativas e mesmo no domingo, último dia da edição 2022, dezenas de pessoas visitaram a Casa do Marco durante todo o dia. Desde 23 de julho, passaram pela Casa do Marco algumas figuras públicas, entre elas os amigos de sempre do pintor, como é o caso de Toy, ou Pedro Abrunhosa.   

Mário Rocha confessa-se satisfeito e motivado para começar já a pensar na edição dos 25 anos, que começou a ser desenhada em conversa com o Presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, entre uma ou outra ideia que já surgiu, mas que terá ainda de ser amadurecida, lá para outubro.

Entretanto, Mário Rocha fará uma curta pausa, só de alguns dias, porque da Leira, a Arte segue novamente para a Bouça, mais um evento protagonizado pelo pintor vianense que, tal como acontece com a Arte na Leira, convidará outros artistas para o acompanhar numa mostra, desta vez no Solar das Bouças, em Amares.  

Arte na Leira regressará em 2023 com edição especial “bodas de prata” e outros convidados, sendo certo que a parceria com o Município de Caminha se manterá. Uma presença certa é já a do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, porque a Arte na Leira não tem preconceitos e há vários anos abre as portas aos novos talentos, também através desta instituição de ensino.

Arte na Leira 1.jpg

Arte na Leira 2.jpg

Arte na Leira 3.png

VIANA DO CASTELO: GENTES DA RIBEIRA ENFEITAM AS RUAS COM TAPETES DE SAL – REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DE CARLOS VIEIRA

A Ribeira de Viana despertou ontem com as suas ruas enfeitadas com tapetes de sal colorido alusivos à romaria, à pesca e a Viana do Castelo. As suas gentes trabalharam noite inteira para dar mais dignidade ao percurso por onde a sua padroeira – a Senhora d’Agonia – deverá passar. São mais de 30 toneladas de sal espalhados por seis ruas da Ribeira para criar magníficos quadros de arte efémera.

No cais, são os pescadores que engalanam as suas embarcações de pesca com magníficos arranjos florais para transportarem os andores em procissão ao mar.

É uma das grandes atracções da festa. Milhares de pessoas afluem à Ribeira de Viana noite dentro para ver a azáfama com que enfeitam as ruas. É a faina das gentes do mar!

IMG_6655.JPG

IMG_6656.JPG

IMG_6657.JPG

IMG_6659.JPG

IMG_6660-001.JPG

IMG_6664.JPG

IMG_6666.JPG

IMG_6671.JPG

IMG_6672.JPG

IMG_6687.JPG

IMG_6689.JPG

IMG_6693.JPG

IMG_6696.JPG

IMG_6700.JPG

IMG_6717.JPG

IMG_6744.JPG

ESTE FIM-DE-SEMANA HÁ MEL – PIQUENIQUE DAS ARTES EM FAMALICÃO

6.ª edição da iniciativa decorre nos dias 19 e 20 de agosto no Parque da Devesa. Entrada gratuita.

O Mel – Piquenique das Artes está de regresso nos dias 19 e 20 de agosto, tendo como palco o Parque da Devesa. O festival, que vai na 6.º edição, arranca esta sexta-feira pelas 16h00 com a «Câmara Obscura», serviço de aprendizagem que vai funcionar durante os dois dias do evento, e termina no sábado com a atuação da banda Killimanjaro, pelas 23h15. A entrada é gratuita.

mel (1).jpg

“Evento artístico, multicultural, interdisciplinar e inclusivo, tendo a consciência, ecologia e cidadania como valores centralizadores de todo o projeto”, é assim que o Mel – Piquenique das Artes é descrito pela organização, a associação cultural famalicense, Elogio Vádio.

Fazendo jus à sua denominação, haverá piquenique em ambos os dias do evento a partir das 20h00, seguido de programação cultural heterógena nas duas noites do festival.

Na sexta-feira, a programação arranca com a projeção do documentário «Às de Espadas» de Rúben Marques, pelas 21h30, seguido do concerto de Luiz Caracol, pelas 22h30. Já no sábado, dia 20, há a apresentação do projeto audiovisual «Bem-Vindos ao Antropoceno», pelas 21h, seguido do grupo musical Baleia, Baleia, Baleia , que atua às 22h, terminando com o concerto dos Killimanjaro, pelas 23h15, que fecha a edição deste ano.

Destaque também para o serviço de aprendizagem «Câmara Obscura», que funcionará durante todo o festival, uma atividade em torno da experimentação do fenómeno do aparelho ótico que está na base da fotografia e que propõe uma viagem ao interior de uma câmara escura.

Refira-se que o Mel – Piquenique das Artes conta com o apoio do Município de Vila Nova de Famalicão desde a primeira edição, que aconteceu no primeiro fim-de-semana de agosto de 2017, tendo-se repetido nos mesmos períodos de 2018 e 2019. Este ano marca o regresso do festival ao seu formato original após duas edições (2020 e 2021) integradas na programação do ANIMA- TE, o programa de animação sociocultural de verão promovido pela autarquia.

MEL :: PIQUENIQUE DAS ARTES – Programa

Sexta-feira, 19’agosto

16:00 | Serviço de Aprendizagem: CÂMARA OBSCURA | (fotografia)

20:00 | Piquenique

21:00 | ÁS DE ESPADAS, de Rúben Marques (cinema)

22:30 | LUÍZ CARACOL (música)

Sábado, 20’agosto

16:00 | Serviço de Aprendizagem: CÂMARA OBSCURA (fotografia)

20:00 | Piquenique

21:00 | BEM-VINDOS AO ANTROPOCENO (música e vídeo)

22:00 | BALEIA, BALEIA, BALEIA (música)

23:15 | KILIMANJARO (música)

Mais informações em www.melpiquenique.com

MEL3.jpg

CAMINHA: ARTE NA LEIRA, “MORDOMAS”, POLO DA BIENAL E EXPOSIÇÃO DE ARQUEOLOGIA PATENTES NO CONCELHO E DE ACESSO LIVRE

Várias exposições e instalação de arte moderna são propostas para um itinerário de cultura e lazer

Subir a Serra d’Arga ou ficar pelo Centro Histórico da Vila de Caminha, por estes dias, é também sinónimo de aceder a exposições e instalações de excelência, que poderão ser bem uma alternativa para um verão agora mais sisudo. Começar por Arga de Baixo, e concretamente pela Casa do Marco, é provavelmente o primeiro ponto de um itinerário que se recomenda vivamente. Isto porque a Arte na Leira, na sua 23ª edição, já só está patente até 21 de agosto. O Museu Municipal de Caminha tem mesmo de ser visitado mais do que uma vez, isto se se pretender demorar um pouco mais em cada uma das exposições e na instalação que ali se encontram, porque são três as propostas. Em qualquer dos casos, o acesso é gratuito.

Mordomas.jpg

A Arte na Leira abriu portas a 23 julho e fica, como referimos, até 21 de agosto. É a 23ª edição, com organização do artista plástico Mário Rocha e apoio da Câmara Municipal de Caminha. O local é a Casa do Marco, na freguesia de Arga de Baixo e o ambiente é o do costume: reina a informalidade, num lugar em que a arte moderna tem como cenário a natureza da serra e o aconchego de uma casa genuína, como eram as casas e as suas leiras há muitos anos.

A invasão da Ucrânia é um dos temas presentes este ano e logo à entrada da Casa do Marco, a obra “O Fracasso da Gravata” dá as boas vindas aos visitantes e convida a uma reflexão. O painel, de grandes dimensões, é composto por seis partes, inspiradas por imagens que o pintor Mário Rocha foi captando desde que a invasão russa do território ucraniano começou, a 24 de fevereiro. Conforme refere Mário Rocha, “O fracasso da gravata” será suscetível de múltiplas interpretações, quase tantas quantas as pessoas que vão ter oportunidade de a ver, mas para o artista é praticamente um grito de revolta pelo que as “pessoas engravatadas”, os burocratas, fizeram, ou melhor, não fizeram ou deixaram que outros fizessem.

Mas há muito mais para ver na Casa do Marco, que juntou cerca de duas dezenas os artistas convidados este ano, incluindo dois espanhóis, um holandês e uma alemã. Como é também habitual, a pintura é a presença mais forte, mas há um reforço da escultura, com mais peças do que é costume.

No Museu Municipal de Caminha há três propostas. Uma delas é o polo descentralizado da XXII Bienal Internacional de Arte de Cerveira. A exposição pode ser visitada até 11 de setembro. O tema é o da própria Bienal, “We must take action / Devemos agir” e através dele “pretende-se refletir sobre questões urgentes como o ambiente e a sustentabilidade, um desafio que lançamos à comunidade artística e ao público em geral”, diz a organização.

Os artistas representados em Caminha são Elsa César, Graça Martins, Henrique do Vale, José Emídio, Júlia Pintão, Margarida Santos, Maria Melo, Rafael Ibarra, Rui Aguiar, Serafim Sousa e Manuela Bronze.

Até 30 setembro está também patente “Mordomas”, de Cristina Rodrigues. Trata-se de um documentário e instalação de Arte Contemporânea sobre as danças populares e rituais de Caminha, Badajoz e Huelva, no âmbito do Projeto PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho – Apoio ao Processo de Valorização dos Caminhos de Peregrinação. É uma parceria com a Acción Cultural Española.

Estão expostas dezasseis esculturas de grande dimensão e pode ser visto um documentário sobre as danças rituais em territórios dos Caminhos de Santiago. “Mordomas”, da autoria da artista portuense Cristina Rodrigues, abriu a 11 de junho e é também uma homenagem aos bailarinos portugueses e espanhóis de algumas localidades do Caminho de Santiago. Apoiada e dinamizada pelo Município de Caminha, “Mordomas” tem curadoria de Mateo Feijóo, diretor artístico espanhol nascido no Gerês em 1968.

Quanto ao documentário, que reúne elementos de vários grupos etnográficos do território de Caminha, conta as histórias de várias gerações de bailarinos, tendo sido gravado no Valadares Teatro Municipal e no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora. Participam os grupos caminhenses Etnográfico de Vila Praia de Âncora, Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho, Rancho Folclórico das Lavradeiras de Orbacém, Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar, Cantares Tradicionais da Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense e Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra D'Arga.

A instalação ficará patente no Museu Municipal de Caminha até 30 de setembro, como referimos, mas pode-se “espreitar” o projeto online, no sítio na Internet: https://mordomas.com/

No Museu Municipal de Caminha está ainda patente a exposição “Arqueologia do Concelho de Caminha”.

Polo Bienal 1.jpg

Polo Bienal.jpg

Arte Leira 1.jpg

Arte Leira 2.jpg

Mordomas 1.jpg

ARCOS DE VALDEVEZ: SOAJO REALIZA FEIRA DAS ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS

Feira das Artes e Ofícios Tradicionais de Soajo regressa nos dias 22,23 e 24 de julho

A Feira de Artes e ofícios Tradicionais Soajo regressa a Soajo a partir da próxima sexta-feira, dia 22 de julho, e até domingo.

FAOT Cartaz - Cópia.png

Este certame conta com a organização da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, da ARDAL – Associação Regional para o Desenvolvimento do Alto Lima e da Junta de Freguesia de Soajo, e o apoio da Assembleia de Compartes dos Baldios de Soajo, do Rancho Folclórico da Associação de Vilarinho das Quartas – Soajo e do Rancho Folclórico Camponesas de Soajo.

Com este evento pretende-se promover os produtos, as artes e ofícios tradicionais, o folclore, os usos e costumes tradicionais e as manifestações espontâneas da cultura popular.

O certame é composto por uma exposição de produtos locais e artesanato, associado a um vasto programa de animação. Na componente exposição, há um espaço ocupado para as tasquinhas e os restaurantes da localidade que terão à disposição dos visitantes um sem número de petiscos e iguarias de sabores excecionais, acompanhados pelo vinho verde da região.

O programa de animação é variado, assente na música tradicional, com destaque para a atuação de Ranchos Folclóricos; a encenação da peça de teatro “O Juiz de Soajo”; o encontro de rusgas populares; a atuação dos Sons do Minho; dos cantares ao desafio, o desfile da Tradição e a malhada do milho tradicional.

É de destacar ainda a realização do Festival de Atividades de Natureza, que disponibiliza gratuitamente aos visitantes a possibilidade de realizarem passeios de charrete, batismo a cavalo, visitas guiadas pelo centro de Soajo, jeep tour pela serra do soajo, caminhadas noturnas para observação de estrelas e trilhos.

A vila de Soajo é um dos destinos concelhios mais divulgados e conhecidos e é famoso pelo vasto conjunto de espigueiros erigidos sobre uma enorme laje granítica. Integrante do Parque Nacional da Peneda Gerês é um dos ex-libris da região, declarado como Reserva Mundial da Biosfera pela Unesco, chamando à atenção pela sua riqueza cultural e natural.

Venha a Soajo e fique a conhecer melhor a nossa cultura, as nossas tradições, a nossa gastronomia e desfrute.

CAMINHA: ARTE NA LEIRA ALERTA PARA “O FRACASSO DA GRAVATA”

24ª edição a partir do dia 23 de julho, sábado, na Casa do Marco, em Arga de Baixo

“O Fracasso da Gravata” é o título da obra que, à entrada da Casa do Marco, vai dar as boas vindas aos visitantes que este ano se irão deslocar à Serra d’Arga para ver a Arte na Leira, que terá a sua 24ª edição a partir do dia 23 de julho, sábado. Na verdade, o tema relaciona-se com a guerra na Ucrânia e é uma chamada de atenção.

291268082_5191926937528460_5698277482443522199_n.jpg

O painel de grandes dimensões, que ainda se encontra em execução, será composto por seis partes, inspiradas por imagens que o pintor Mário Rocha foi captando desde que a invasão russa do território ucraniano começou, a 24 de fevereiro. O promotor da Arte na Leira explica que, como qualquer obra de arte, “O fracasso da gravata” será suscetível de múltiplas interpretações, quase tantas quantas as pessoas que vão ter oportunidade de a ver. Vai adiantando que, para ele, é praticamente um grito de revolta pelo que as “pessoas engravatadas”, os burocratas, fizeram, ou melhor, não fizeram ou deixaram que outros fizessem.

Para Mário Rocha, que assistiu atónito, como milhões de pessoas por todo o mundo, à evolução de um conflito de proporções ainda inimagináveis, é “vergonhoso”, “inacreditável” que “as pessoas engravatadas descurassem o essencial e não fossem capazes de avaliar as consequências” desta guerra na Europa.    

Quais são essas pessoas é uma questão que a que o painel, de 4,80 x 2,30 metros, poderá dar resposta, mas que essencialmente será respondida por cada uma das pessoas que visitarem a Arte na Leira.

A mostra que há 24 anos, ininterruptamente, transforma a Casa do Marco e a sua leira, em Arga de Baixo, numa galeria de arte moderna, abre as portas sábado e fica por lá até 21 de agosto, para aquelas visitas informais impossíveis noutras galerias, em plena Serra d’Arte, com toda a magia da serra como cenário.

São cerca de duas dezenas os artistas convidados este ano, incluindo dois espanhóis, um holandês e uma alemã. Como é habitual, a pintura será a maior presença, mas haverá este ano um reforço da escultura, com mais peças do que é habitual.

Sobre a longevidade e a afirmação do evento, o Presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, afirma: “a Arte na Leira é uma inspiração, um exemplo de resiliência. E se mais motivos não nos ocorressem, teríamos desde logo o número de edições: 24. São muitos anos a levar a arte à Serra d’Arga, quando subir até Arga de Baixo era, por si só, uma aventura. Que dizer de organizar uma exposição numa leira e esperar que alguém se desse ao trabalho de serpentear os montes para ver arte”.

Miguel Alves sublinha ainda a resiliência e a força de Mário Rocha, que não interrompeu as Arte na Leira mesmo em tempo de pandemia, quando tantos eventos deixaram de se realizar: “olhando para os anos de pandemia que nos impuseram tantas restrições, percebemos que o ‘monstro’ que abalou o mundo não foi sequer capaz de interromper a Arte na Leira. É verdade, são 24 edições ininterruptas. Que orgulho. Parabéns Mário Rocha”. 

ARTISTA MAFALDA GONÇALVES APRESENTA MURAL EM FAFE

“Café Cultural Residências Artísticas 2022”: Artista portuguesa Mafalda Gonçalves apresenta mural no Parque da Cidade de Fafe

Edição 2022 do projeto contou já com o português Nek, a brasileira Mura e o mexicano Spike. No início de julho, esteve em Fafe o brasileiro Eder Grassi

Amanhã, quarta-feira, 13 de julho, às 9h00, Mafalda Gonçalves, artista portuguesa que se encontra em residência artística em Fafe, apresenta o trabalho que está a desenvolver a graffiti num mural do Parque da Cidade de Fafe. Trata-se de uma presença na cidade no âmbito da edição 2022 do projeto “Café Cultural Residências Artísticas”. No local, estará igualmente Vicente Coda, curador e criador do projeto, e Paula Nogueira, vereadora da Cultura do Município.

293249005_907819330165628_3207298261509611405_n.jpg

PONTE DE LIMA: Art’in LIMA ABRE AO PÚBLICO

2 de julho – 16h30

É já no próximo sábado, dia 2 de julho, que abre a Mostra de Arte Contemporânea Art'In Lima, este ano consagrada aos Elementos Naturais. A cerimónia de abertura terá lugar na Capela das Pereiras, às 16h30.

O Museu dos Terceiros, o Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde e a Torre da Cadeia Velha são outros dos edifícios históricos de Ponte de Lima que vão acolher a exposição. Até 25 de setembro estarão patentes ao público 120 obras em representação de cerca de 80 artistas, nacionais e internacionais, que lançam ao olhar do público muitos dos seus trabalhos mais recentes, em domínios tão múltiplos como a pintura, o desenho, a fotografia, o vídeo a escultura e a instalação de arte.

Continua a aposta do Município em fazer de Ponte de Lima um importante ponto de encontro para a arte contemporânea, transformando o Centro Histórico desta importante vila num espaço para onde convergem muitas das últimas tendências da criação artística.

O público que vai acorrer a Ponte de Lima nos próximos meses terá neste evento mais uma relevante manifestação da vasta e diversificada oferta cultural do Município de Ponte de Lima.

AIL2022_cartaz-A3.jpg

NOITES DE VERÃO COM CINEMA AO AR LIVRE EM FAMALICÃO

Cinema Paraíso decorre de 6 de julho a 17 de agosto

O novo “Top Gun” e a versão portuguesa do filme de animação “Cantar 2” são algumas das propostas para o regresso das noites de cinema ao ar livre a Vila Nova de Famalicão. O Cinema Paraíso chega-nos mais uma vez pela mão do Cineclube de Joane que, de 6 de julho a 17 de agosto, sugere muitos e bons filmes para animar as noites de verão dos famalicenses.

DSC_0938.jpg

Este ano, para além das habituais sessões às quartas no anfiteatro do Parque da Devesa, a iniciativa vai manter a marca da itinerância fazendo também chegar a sétima arte a duas freguesias do concelho: Castelões e Telhado.

O cartaz da 22.ª edição do Cinema Paraíso arranca a 6 de julho, na Devesa, com a exibição do filme “Duna”. Segue-se a primeira noite de cinema nas freguesias, no dia 10 de julho, no Centro Social e Paroquial de Castelões com o filme “Ladrões de Bicicletas”.

Dia 13, o cinema ao ar livre prossegue na Devesa com a exibição da versão portuguesa do filme “Cantar 2”, com as vozes de Aurea, Vasco Palmeirim, entre outros. Dia 17 de julho, há cinema em Telhado, no Largo da Junta de Freguesia, com a exibição do filme inspirado na vida e carreira das Doce – “Bem Bom”.

A partir desta data todas as sessões têm lugar na Devesa. Dia 20 de julho, passa o filme “A vida extraordinária de Louis Wain”. Agosto arranca com a exibição do mais recente êxito de bilheteira em Portugal, o novo “Top Gun: Maverick”, no dia 3. Seguem-se os filmes “Belle”, no dia 10, e a encerrar esta edição do Cinema Paraíso, o filme “Conto de Verão”, no dia 17.

Todas as sessões estão marcadas para as 22h00 e têm entrada gratuita.

Recorde-se que o Cineclube de Joane organiza desde 1999 o Cinema Paraíso em Famalicão. A iniciativa é promovida em parceria com o município e a Casa das Artes.

Top Gun.jpg

CÂMARA DE BRAGA E GALERIA MÁRIO SEQUEIRA PREPARAM PARCERIA CULTURAL

A Câmara Municipal de Braga e a Galeria Mário Sequeira estão a preparar a formalização de um acordo de colaboração na área cultural. O assunto foi discutido durante a visita que o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, realizou recentemente à galeria situada na Freguesia de Parada de Tibães.

GaleriaMarioSequeira2022_023.JPG

Segundo Ricardo Rio, o objetivo passa por estabelecer uma parceria que permita “estreitar os laços entre a Cidade e este notável espaço cultural e paisagístico”, reforçando assim os níveis de visitação desta galeria situada nas proximidades do Mosteiro de S. Martinho de Tibães.

“As duas entidades ficaram de desenvolver futuros contactos no sentido de formalizar esta colaboração o mais cedo possível, envolvendo também outras entidades nacionais e internacionais que, de uma forma descentralizada, aqui possam promover os seus eventos culturais”, salientou o Autarca Bracarense.

Para Ricardo Rio, esta parceria cultural pode constituir-se como uma enorme mais-valia no quadro da candidatura de Braga a Capital da Cultura em 2027, “não apenas pelo cariz inovador, como também pela dimensão internacional que a galeria ostenta”.

Sobre a Galeria Mário Sequeira

Situada numa quinta em Parada de Tibães, a Galeria Mário Sequeira é composta por três espaços expositivos: um edifício histórico datado dos finais do século XIX; um edifício contemporâneo de 900 metros quadrados; e um parque de esculturas numa ampla área verde.

O edifício principal de exposições foi projetado pelo arquiteto Carvalho Araújo. Ao longo da sua história, a galeria realizou a primeira apresentação individual de Andy Warhol em Portugal, exposições individuais de Richard Long, Franz West e Nan Goldin, além de algumas grandes exposições coletivas como Gerhard Richter, Sigmar Polke, Georg Baselitz, Noble and Webster e Gilbert&George.

GaleriaMarioSequeira2022_005.JPG

GaleriaMarioSequeira2022_006.JPG

GaleriaMarioSequeira2022_010.JPG