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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA MOSTRA ARTE CONTEMPORÂNEA

Art’in Lima – Mostra de Arte Contemporânea em Ponte de Lima

Dando seguimento a outros projetos anteriores promovidos pelo Município em anos pretéritos, Ponte de Lima pretende manter-se na rota da arte contemporânea, que é cada vez mais um campo sem fronteiras, lugar de experimentação de novas técnicas e linguagens.

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O novo projeto, intitulado Art’in Lima, este ano de 2019 consagrado ao tema Sob o Signo de Baco, reunirá em Ponte de Lima artistas nacionais e estrangeiros, representados pelos seus trabalhos nas áreas da pintura, escultura, ilustração, fotografia e em outros domínios como a arquitetura e design, o vídeo e a instalação de arte, a expor entre 30 de junho e 30 de setembro, em diversos espaços museológicos e monumentos históricos da vila.

O período de submissão de candidaturas vai estender-se desde o dia 01 de março até 12 de abril deste ano, podendo cada artista apresentar o máximo de três obras.

Para mais informações deve ser consultado o site www.artinlima.com

ALEXANDRE CONEFREY EXPÕE DESENHO EM FAMALICÃO

“Anima Mea” de Alexandre Conefrey mostra-se na Ala da Frente. Exposição é inaugurada a 9 de fevereiro e fica patente até 18 de maio

A galeria de arte contemporânea Ala da Frente, de Vila Nova de Famalicão, já habituou o seu público à inovação e à modernidade artística. O espaço localizado no Palacete Barão da Trovisqueira, no centro da cidade famalicense, inaugura no dia 9 do próximo mês de fevereiro a exposição “Anima Mea” de Alexandre Conefrey. Os trabalhos do artista lisboeta chegam à Ala da Frente depois de apreciados em espaços culturais de referência, como a Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves ou a Andrew Mummery Gallery, em Londres.

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Comissariada por António Gonçalves, a exposição explora o confronto do artista com uma cadeia de impossibilidades do mundo interior e exterior, material e espiritual. Composta por 28 desenhos, a mostra remete para um universo da pintura de Brueghel, pintor Flamengo do Séc. XVI.

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Segundo António Goncalves, “o uso da linguagem do desenho e a exploração das expressividades do carvão suscitam uma particular atenção para as formas que surgem e se organizam em cada plano da folha de papel. Formas que partem das estruturas da torre e dos moinhos. Alusões, parecenças, revelações, aproximações, são repostas que se propõem nas manchas, nas linhas, nas texturas que Alexandre Conefrey plasma na folha de papel. É partir das quais que somos levados ao universo da simbologia, da presença do fazer histórico, em que cada autor deu por meio da imaginação sentido às formas que nos são familiares, mas nem sempre percetíveis.”

Alexandre Conefrey nasceu em Lisboa em 1961, onde vive e trabalha. Fez o curso de desenho no Ar.Co, em Lisboa entre 1993 e 95 e foi bolseiro no Royal College of Art, em Londres. As suas obras estão presentes em diversas coleções: AR.CO; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção António Cachola; Ministério dos Negócios Estrangeiros; Fundação Carmona e Costa; Coleção de Arte Fundação EDP; e diversas coleções privadas.

A exposição que vai estar patente até 18 de maio propõe, assim, uma atenção à simplicidade do gesto e às suas potencialidades de expressão e investigação enquanto meio para reter as possibilidades da representação.

Com entrada livre, as portas estão abetas de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30.

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CÃO DANADO ESCOLHE FAMALICÃO PARA CRESCER E INOVAR NA CULTURA E NA ARTE

Paulo Cunha conheceu projeto artístico em mais um roteiro pela inovação de Famalicão

É já no próximo sábado, 19 de janeiro, que a companhia artística Cão Danado inaugura, em Vila Nova de Famalicão, a sua nova sede, no Complexo Industrial da antiga fábrica de Relógios A Reguladora, com o espetáculo multidisciplinar Visões.2.

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A companhia que surgiu há quase duas décadas em Braga, assentou agora os arraiais na cidade famalicense, com novas ambições e novos projetos, apoiados na inovação e nos cruzamentos disciplinares. Foi neste âmbito, que o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, visitou o projeto na passada sexta-feira, em mais uma jornada do roteiro pela inovação.

Com vocação por ocupar antigas fábricas e espaços emblemáticos do património industrial devoluto, a Cão Danado que se estreou em 2001, com o espetáculo “O Psychosis”, na antiga fábrica Confiança de Braga, parece ter encontrado agora o seu lugar. “Temos um percurso em que passamos por vários locais e já temos capacidade e maturidade para escolher o lugar onde queremos ficar, e que reúne para nós as condições ideias de trabalho”, afirmou o diretor da companhia, Pedro Barbosa.

Para o responsável, a escolha deve-se “acima de tudo à movimentação cultural e artística que se assiste em Famalicão com a fixação aqui de uma escola de circo, uma escola de interpretação e uma série de artistas que passam por cá. Por outro lado, temos ainda Casa das Artes que dá um apoio imenso aos projetos e, foi esta movimentação toda que nos conquistou e atraiu para cá.”

O ambiente artístico e cultural efervescente que se vive em Vila Nova de Famalicão já não passa despercebido a ninguém e o território apresenta-se cada vez mais como um viveiro de projetos culturais emergentes.

Paulo Cunha não tem dúvidas que a vinda da Cão Danado para Famalicão vem enriquecer esta dinâmica cultural e artística que se vive no concelho. “É muito gratificante para o município perceber que conseguimos atrair este tipo de projetos com muita qualidade, que têm já um histórico e uma dimensão nacional, e isso engrandece-nos, deixa-nos num patamar superior àquele que estamos hoje”, destacou acrescentando que “nos últimos anos, vários projetos culturais têm crescido aqui em Famalicão, uns que já cá estavam eoutros que vieram de fora para aqui terem o seu palco”.

O autarca não esconde que “Famalicão tem uma ambição cultural arrojada e audaz, e há sempre espaço para bons contribuintes assentes nesta diversidade artística”. “É importante para os territórios conseguirem atrair empresas, industrias e comércio, mas não é menos importante cativar projetos culturais e artísticos” afirmou, salientando que“Famalicão é um concelho atrativo em todas as dimensões”.

Em palco, o Cão Danado apresenta-se em Vila Nova de Famalicão com a estreia de Visões .2, um espetáculo multidisciplinar que confronta a dança, a música, a palavra e a imagem. Para Eliana Veríssimo, diretora musical, a peça aborda a Revolução Russa numa perspetiva de “trabalhar estas nossas heranças afetivas e estéticas e procurar trazê-las para o espetáculo de forma a levantar questões, como em que ponto estamos dos nossos valores e em que ponto estamos das nossas revoluções pessoais e não só”.

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VIZELA INAUGURA CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

Inaugurado o Centro Interpretativo do Barroco em Arcos de Valdevez

  • Porta de entrada para o Barroco no Alto Minho permitirá lançar conhecimentos sobre este período da cultura na região.
  • Deixem-se levar pelo Anjo “Asinhas” e partam à descoberta deste magnífico monumento e do barroco do Alto Minho”, João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez inaugurou no passado sábado, 15 de Dezembro, o Centro Interpretativo do Barroco, numa cerimónia que contou com a presença do Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira e do Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte.

A Igreja do Espírito Santo, imóvel de interesse público do século XVII e um dos mais importantes exemplares do Barroco no Alto Minho (dos mais significativos do país) alberga agora o Centro Interpretativo do Barroco, o qual incorpora novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para interpretar os monumentos da região, o período do Barroco e o próprio monumento; Os conteúdos interativos permitem ao visitante fazer uma visita guiada pelo espaço, tendo como guia o anjinho Asinhas.

“Criamos um novo paradigma na fruição de património e cultura, através do recurso a novas tecnologias”, adiantou o presidente da Câmara Municipal, João Esteves, frisando que “Esta é mais uma aposta da Câmara Municipal na recuperação de património de grande valor cultural e arquitetónico, devolvendo-o renovado, valorizado, com inovação e modernidade para nosso usufruto e das gerações futuras.”

João Esteves, realçou também que “Este é mais um momento de celebração do orgulho que os arcuenses têm na sua História, na sua Cultura e na sua identidade milenar. São milhares de anos de História a olhar para o Futuro”, fazendo alusão ao facto de “Numa experiência completamente nova em Portugal, recorrendo a novas tecnologias, como a realidade aumentada, o visitante, através de óculos "de última geração", será guiado pelo Asinhas, o "anjinho barroco" numa viagem inovadora por esta Igreja do Espírito Santo e pelo fascinante período histórico, o Barroco.”

 De referir, que esta descoberta também pode ser realizada com tablets ou aplicações para telemóvel. Como porta de entrada no Alto Minho da Rota do Barroco do Norte existe, igualmente, a possibilidade de, a partir de um ecrã interativo de 2 metros, conhecer 40 monumentos do Barroco da nossa região.

A Câmara Municipal procedeu à recuperação do edifício e do seu valioso espólio artístico, tendo sido investido mais de 1 milhão de euros, com apoio de fundos europeus.

Na sua intervenção João Esteves destacou também que tem havido uma crescente aposta na área da Cultura, que ao nível da valorização do património cultural se traduz em investimento realizado e a realizar no valor global de 6 milhões de euros e envolve a realização de ações como, a recuperação da Igreja do Espírito Santo para Centro Interpretativo do Barroco ou a requalificação do Paço de Giela e envolvente.

“É assim que a Câmara Municipal tem prosseguido uma estratégia de promoção e valorização do património cultural, ciente que desta forma está a avançar no desenvolvimento do concelho que conjuga história com modernidade, passado com futuro.”, disse o autarca, apelando a todos os presentes para que se deixem “levar pelo Anjo “Asinhas” e partam à descoberta deste magnífico monumento e do barroco do Alto Minho.”

Tanto o Sr. Bispo de Viana, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira como o Sr. Diretor Regional Da cultura do Norte, Dr. António Ponte, enalteceram a importância do projeto, o qual releva a parte cultural, realçando a interesse que o mesmo terá para a comunidade local e turística, como também ao nível da reabilitação e conservação do património para os vindouros.

CÂMARA DE CAMINHA INAUGURA OBRA DE ARTE ‘ABRIGO’ NA BEIRADA DO RIO EM LANHELAS

Cerimónia terá lugar sábado, dia 15 de dezembro, pelas 11H00

A Câmara Municipal de Caminha e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho vão inaugurar a peça artística ‘Abrigo’, da dupla FAHR 021.3, no âmbito do projeto DESENCAMINHARTE (DES 18), no dia 15 de dezembro, pelas 11H00, na beirada do rio, em Lanhelas.Esta obra pertence a um conjunto de 10 projetos propostos pelo DESENCAMINHARTE, que tem como missão criar sinergias entre território, arte, cultura e população, numa dinâmica de envolvimento intermunicipal. A cerimónia conta com a presença de Guilherme Lagido Domingos, presidente em exercício do Município de Caminha, e de Josefina Covinha, presidente da Junta de Freguesia de Lanhelas.

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Segundo os autores, que são também coordenadores da edição deste ano do DESENCAMINHARTE, “Abrigo” é um “objeto pousado na margem, um banco, um abrigo, um barracão vazio, um recorte na paisagem. Este direciona o olhar para as águas do Minho e para a outra margem, gerando na sua forma um espaço sagrado de contemplação e de retiro. A sua modelação sugere a maturação de uma pedra que se moldou ao tempo daquele lugar, onde tudo parece ser mais lento, mais calmo, mais emocional.”

O DESENCAMINHARTE é um programa que visa promover a criação artística no Alto Minho através de uma dinâmica em rede que estimule o reconhecimento da sua identidade. A edição de 2018, com programação a cargo do coletivo HODOS, centra-se no desenvolvimento de dispositivos que contribuem para a valorização do património cultural e natural da região. Dez autores relevantes no panorama artístico e arquitetónico contemporâneo foram desafiados a intervir na paisagem singular de cada um dos dez municípios. A partir de uma leitura sensível e afetiva do lugar, estas obras serão construídas até ao final do ano, num diálogo aberto entre território, arte, cultura e população.

HODOS é um coletivo constituído por FAHR 021.3, depAArchitects e StillUrban Design, com o objetivo de valorizar os percursos pedestres em Portugal, afirmando-os como elementos de integração ou dissociação na paisagem. Através da identificação e tratamento de pontos de interesse nesses percursos, HODOS pretende reformular a experiência da caminhada com recurso à criação de peças de arte e arquitetura.

FAHR 021.3 é um coletivo fundado em 2012 por Filipa Frois Almeida e Hugo Reis. Ambos formados em arquitetura pela Escola Superior Artística do Porto, os seus percursos foram sendo marcados por interseções da arte com a arquitetura. O estúdio FAHR 021.3 assume-se assim pelo cruzamento dos seus fundadores, em procura de uma identidade evolutiva e inquietante em torno de processos experimentais com especial foco no cruzamento entre a arte e a arquitetura em espaço público. Esta dupla tem sido distinguida nacional e internacionalmente por um conjunto de projetos que se caracterizam pela sua abordagem formal e provocadora como Hairchitecture, Metamorfose, Eclipse e NAPPE (2016-19 em Taiwan).

ARTISTA DALILA GONÇALVES ENSINA A “VER ATRAVÉS DA ÁRVORE” EM PAREDES DE COURA

Paredes de Coura dá as boas-vindas aos peregrinos no ponto em que o Caminho de Santiago atravessa o concelho

“Ver através da árvore”, da artista plástica Dalila Gonçalves, é o novo elemento na paisagem de Paredes de Coura, precisamente no ponto em que o Caminho de Santiago atravessa o concelho.

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A instalação passou a residir no Caminho das Piçarras, junto à Casa Florestal, em Romarigães, e de acordo com o vereador Vitor Silva “não é apenas uma referência ao Caminho, mas também à paisagem que encontramos no local”. Ainda de acordo com este elemento do executivo responsável pelas Obras Públicas, Conservação dos Edifícios Municipais e Espaços Verdes, aquela instalação “serve também como cartão de boas-vindas aos peregrinos” que atravessam o concelho de Paredes de Coura, num dos trajetos mais concorridos em direção a Santiago de Compostela.

“Ver através da árvore”, de Dalila Gonçalves, faz parte de um conjunto de projetos propostos pelo Desencaminharte à CIM-Alto Minho (Comunidade Intermunicipal do Alto Minho), que tem como missão criar sinergias entre território, arte, cultura e população, numa dinâmica de envolvimento intermunicipal.

Na perspetiva da artista, com esta obra poder-se-á imaginar um “fole a correr e a desenhar a paisagem como um portão sobre a calha da sua base. Vemos através dele como se espreitássemos com um olho cerrado por detrás de uma árvore”, acrescentando que se trata de “um jogo de contato com a natureza, de refúgio, de aparição e esconderijo como um qualquer jogo de crianças quando ao mesmo tempo que se escondem e avançam, procuram, através de um olhar curioso, descobrir o que está para lá da montanha.”

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GALO POP JÁ CANTA EM BARCELOS

As luzes de Natal, em Barcelos, acenderam-se hoje num espetáculo único, caloroso e brilhante cujo protagonista foi o POP GALO, uma interpretação contemporânea pela artista Joana Vasconcelos de um dos maiores símbolos da cultura popular portuguesa, o Galo de Barcelos, e que se apresenta pela primeira vez na cidade cuja lenda lhe deu origem.

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A cerimónia de inauguração contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, da artista Joana Vasconcelos, do Presidente da Câmara Municipal, entre outros.

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ALVARINHO E ARTE: UMA LIÇÃO DE VIDA

Um final de tarde apaixonante. Entre o Alvarinho de Anselmo Mendes e a Arte de Manuel Malheiro. Dois monçanenses de excelência. Provaram-se cinco vinhos de caraterísticas distintas. Olharam-se igual número de obras inspiradas naquele néctar precioso. Colhido num território de eleição. Monção e Melgaço.

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A apresentação esteve a cargo de Ricardo de Campos. Falou de arte, vinho, amizade e criatividade. Um brinde a tudo isso. António Barbosa sublinhou a ligação perfeita entre o Alvarinho e a Arte. E agradeceu a demonstração de amor à terra de Anselmo Mendes e Manuel Malheiro. Grandes talentos que primam pela diferença, disse.

A história do Alvarinho foi contada por Anselmo Mendes. Romanos, monges, enólogos, empresários. Um trajeto que fez do vinho muito mais que uma simples bebida. Trata-se, acentuou, de um produto cultural gerado com esforço, paixão e cumplicidade.

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Manuel Malheiro não falou. Deixou que fosse Helena Mendes Pereira, curadora com ligações à Bienal de Arte de Cerveira, a traduzir com palavras assertivas, as pinturas expostas na sala do território do Museu do Alvarinho.

Enalteceu o relacionamento apertado, quase umbilical, entre o Alvarinho e a Arte. A profundidade, o aroma, a acidez de um lado “aconchegada” no espaço, colorido e textura do outro. Olhamos melhor. Abanamos a cabeça. Na vertical.

Vieram os copos de pé alto. Com Alvarinho dentro. Para mais uns minutos de conversa e aprendizagem. Sobre Alvarinho e Arte, claro. Aqui está mais uma das Expressões do Alvarinho. Saímos a saber mais do que entramos. Afinal de contas, tanto um como outra são uma lição de vida.

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BARCELOS LEVA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS ÀS ESCOLAS

Escolas básicas do concelho vão ter aulas de música, dança e teatro através de residências artísticas

As escolas do ensino básico do concelho de Barcelos vão ser abrangidas por residências artísticas de sete organismos de música, teatro e bailado, em 2019, num projeto desenhado pelo Ministério da Cultura e pelo Ministério da Educação, de que Barcelos faz parte.

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As residências artísticas deverão realizar-se no 2.º e 3.º períodos escolares, e abrangem quatrocentos alunos de 19 escolas pertencentes aos agrupamentos de escolas dos municípios de Viana do Castelo, Barcelos, Vila do Conde, Freixo de Estada à Cinta, Moimenta da Beira, Viseu, Penela, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Idanha-a-Nova, Torres Vedras, Loures, Sintra, Lisboa, Cascais, Almada, Sines, Moura e Loulé.

Na cerimónia de lançamento do projeto “Residências Artísticas nas Escolas”, o Secretário de Estado da Educação, João Costa, assinalou que “uma educação sem arte é incompleta. A fruição estética e a educação artística são condições essenciais para um desenvolvimento integral”. João Costa acrescentou ainda que “a arte faz-nos sentir bem. A educação deve gerar bem-estar e, por isso, a arte faz-nos falta”.

Por sua vez, a Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, afirmou que “é no cruzamento destes dois mundos que se promove a criatividade e o pensamento livre e, mais do que tudo, que se permite às crianças e aos jovens olharem para si mesmos e descobrirem a imprevisível aventura da vida”.

Para a Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, “Barcelos, Cidade Criativa da UNESCO e Cidade Educadora, combina na perfeição estas duas áreas essenciais no desenvolvimento harmonioso das nossas crianças e jovens”.

Este projeto tem como objetivo a aproximação das escolas às artes, contribuindo para o desenvolvimento do perfil dos alunos ao nível da escolaridade obrigatória, através da promoção da sensibilidade estética e artística, enquadrada por uma vivência de cidadania que se quer inclusiva.

Trata-se da segunda edição das residências artísticas nas escolas, de que fazem parte, em 2019, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, a Companhia Nacional de Bailado, o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional de São João, a Casa da Música e a Orquestra Clássica do Sul.

No ano letivo 2017 / 2018, músicos da Orquestra Sinfónica Portuguesa deram aulas durante uma semana a alunos dos municípios de Barcelos, Loulé, Sines, Viseu e Freixo de Espada à Cinta. O projeto-piloto realizou-se em 2017, no Agrupamento de Escola de Caxinas, Vila do Conde.

ARTISTAS PORTUGUESES EXPÕEM EM PARIS

Cláudia Nair e Victor Escaleira levam a Paris exposição «Mémoires d'une Identité»Os artistas plásticos portugueses Cláudia Nair (autora das MARIAS PAPERDOLLS ) e Victor Escaleira vão expor«Mémoires d'une Identité» - trabalho artístico conjunto inspirado na azulejaria portuguesa - na 10ª Bienal do Carrousel des Métiers d'Art et de Créations que decorre, entre 6 e 9 de Dezembro, em Paris.

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A dupla de criativos do Porto participa nesta exposição internacional com o apoio da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), integrando um grupo de 13 marcas que foram selecionadas para representar Portugal.

Considerada a mostra mais importante da França dedicada à Arte, Design, Decoração e Artesanato, conta, nesta 10ª edição, com a participação de mais de 250 artistas, mais de 300 expositores, espalhados por uma área de exposição de 6 000m2, e onde são esperados mais de 30.000 visitantes.

De acordo com a organização, este ano, Portugal é o país convidado de honra: “Para celebrar a sua 10ª edição, a Chambre Régionale de Métiers et de l’Artisanat de Île de France (CRMA) convidou Portugal para país de destaque no Carrousel des Métiers d’Art et de Création 2018.”

A participação de Portugal está a cargo da AICEP, que organiza o espaço coletivo permitindo, desta forma, promover internacionalmente a oferta portuguesa de artesanato e aumentar a sua notoriedade junto de compradores, prescritores, jornalistas e líderes de opinião franceses e internacionais.

Cláudia Nair | Designer e Autora do projeto artístico MARIAS PAPERDOLLS:

Abraça a arte de reciclar papel para construir bonecas artesanais que retratam cultura, património e personalidades. Cada peça conta uma história, defende uma causa, passa uma mensagem, tem ‘Alma e Identidade’.

As MARIAS PAPERDOLLS enquadram-se num conceito criativo, contemporâneo e ambiental (material reciclado), e têm no ADN uma essência que gira em torno do universo feminino. Através das variadas e criativas ilustrações, as MARIAS PAPERDOLLS contam histórias, são rosto e voz de mensagens pelo mundo. Espalhadas um pouco por todo o país, as MARIAS PAPERDOLLS também já se internacionalizaram em países como Espanha, França, Itália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Áustria e Japão.

Victor Escaleira | Escultor

Abraça a arte de esculpir madeira, criando obras inspiradas no que o rodeia. Depois de uma passagem de cinco anos a trabalhar ao vivo a madeira numa companhia de teatro, no âmbito de feiras temáticas em Portugal e no estrangeiro, faz um interregno em 2010, voltando ao ativo em 2016, iniciando uma nova fase nos seus trabalhos.

Em 2017, onde foi co-autor da obra artística intitulada “Cápsula do Tempo” que foi concebida no âmbito das comemorações dos 180 anos do Município de Valongo.

Em abril de 2018, em parceria com as MARIAS PAPERDOLLS, expôs na Dinamarca a sua criação artística inspirada na azulejaria portuguesa. Em maio, as suas peças chegam ao Japão através da exposição "Interior Lifestyle" que decorreu em Tóquio. A participação resultou de uma parceria de colaboração entre a Associação Selectiva Moda, a marca Valongouro e as MARIAS PAPERDOLLS.

BARCELOS ACENDE ILUMINAÇÃO DE NATAL COM O POP GALO

Sexta-feira, dia 7 de dezembro, às 18h00, na Avenida da Liberdade

O Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, inaugura na próxima sexta-feira, dia 7 de dezembro, às 18h00, a iluminação de Natal em simultâneo com a obra Pop Galo, de Joana Vasconcelos.

Este galo, com cerca de dez metros de altura, já percorreu cidades como Lisboa, Pequim, Bilbau e agora assenta em Barcelos.

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DESENCAMINHARTE 2018 EM PONTE DE LIMA: PROJETO ARTÍSTICO QUE ENVOLVE TERRITÓRIO, ARTE, CULTURA E POPULAÇÃO

O Miradouro dos Socalcos de Labrujó e Rendufe em Ponte de Lima recebe no próximo dia 16 de dezembro a obra artística da autoria de André Banha.

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Trata-se de uma obra de arte criada no âmbito do DESENCAMINHARTE (DES18), projeto realizado em dez municípios do Alto Minho, e que envolve dez autores relevantes no programa artístico e arquitetónico contemporâneo.

A edição 2018 (DES´18) procura enraizar as sementes lançadas em 2017 e desenvolver um projeto forte e coeso, explorando a vertente mais artística, permanente e funcional do DESENCAMINHARTE, numa aproximação a outros projetos europeus da mesma natureza.

Pedra sobre Rocha – A proposta do autor para o marcador de paisagem na encosta sobranceira à Senhora de Fátima do Monte em Ponte de Lima, traduz-se num volume implantado sobre uma enorme rocha impar aí existente.

A peça é composta por vários módulos triangulares, de diferentes dimensões e ângulos, unidos e estrategicamente orientados, de forma a conseguir uma imagem que no seu conjunto é orgânica – assemelhando-se a uma rocha construída sobre a rocha local.

Tem a particularidade de se poder aceder ao seu interior, sentar e repousar, ao mesmo tempo que se pode observar a paisagem – o vale circundante – através de espaços vazios/janelas, colocadas estrategicamente nas paredes e teto da peça, ou ainda pelas janelas de acrílico colorido, que funcionam como filtros ou marcadores de cor, tingindo o que é observado através deles, quer seja a vermelho, amarelo ou azul - as três cores primárias partir das quais podemos construir uma infinita paleta de cores, tal como na natureza.

Pedra sobre Rocha é um piscar de olho a um legado muito particular: faz alusão aos primórdios da marcação no terreno pelo homem, como as ancestrais referências de orientação e de abrigos feitos pelos pastores na transumância do gado no nosso território.

Um espaço de contemplação da paisagem, de abrigo, de espera…

O (DES´18) é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e programado pelo coletivo HODOS, tem como objetivo valorizar os roteiros pedestres em Portugal, afirmando-se como elementos de integração ou dissociação na paisagem. O HODOS, constituído pelas equipas FAHR 021.3, depA e Still Urban Design, pretende reestruturar a experiência da caminhada, recorrendo à criação de peças de arte e arquitetura.

Tal como no ano anterior, o DESENCAMINHARTE é cofinanciado pelo programa Norte 2020 - Programa Operacional Regional do Norte.

FAMALICÃO: “ENVOLVARTE” REGRESSA AOS PALCOS

Espetáculo final do projeto realiza-se na próxima terça-feira, 4 de dezembro, às 10h30, na Casa das Artes de Famalicão

Mais de meia centena de pessoas portadoras de deficiência vão subir ao palco da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, na próxima terça-feira, 4 de dezembro, para apresentarem um espetáculo único que assinala o encerramento do terceiro ano do projeto “EnvolvAr-te”, promovido pela Câmara Municipal de Famalicão em parceria com o Instituto Nacional das Artes do Circo (INAC) pelo segundo ano consecutivo.

Espetáculo final do projeto volta a realizar-se na Casa das Artes

O espetáculo, intitulado “Um Por Todos” e inserido no âmbito das comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinala a 3 de dezembro, está marcado para as 10h30 e conta com a participação de 70 utentes das seguintes instituições de solidariedade social do concelho famalicense: APPACDM, ACIP, AFPAD, Associação Teatro Construção, Centro Social de Landim e Centro Social e Paroquial de Ribeirão.

Este ano, diz a formadora do INAC, Ana Dora Borges, “surgiu a ideia de convidar quatro artistas de circo para que estes incluíssem algumas das pessoas que participam no ‘EnvolvAr-te’ nas suas criações. Vão entrar no imaginário artístico do artista convidado, como se se tratasse de uma personagem nova”.

E acrescenta: “Finalizamos mais um ano do projeto de uma maneira mais ousada, corajosa e inclusiva”.

Os ensaios decorrem desde o passado mês de abril, nas instalações do INAC, no Lago Discount, em Ribeirão.

Recorde-se que o “EnvolvAr-te” pretende através das artes circenses e da sua capacidade de estímulo à liberdade e de abertura ao infinito, envolver e integrar cidadãos portadores de deficiência do concelho famalicense numa missão artística repleta de novos desafios, mas também muito convívio e alegria.

Incentivar o respeito por si próprio e pelos colegas; socializar e integrar; desenvolver a coordenação motora; praticar atividade física através do trabalho muscular e de alongamento; aprender a noção de espacialidade e concentração; ganhar consciência corporal e despertar o interesse e a perceção artística, fomentando um acréscimo na formação como cidadão e público artístico-circense são os objetivos específicos deste projeto, cujas sessões são coordenadas pelos formadores do INAC, Ana Dora Borges e Fábio Constantino.

MONÇÃO PROMOVE INSTALAÇÃO ARTÍSTICA “A TORRE” DE LONGOS VALES

No âmbito do projeto “Desencaminharte`18”, a instalação artística “A Torre”, de Still Urban Design e Miguel Seabra, localizada no Castro de S. Caetano, em Longos Vales, foi inaugurada no passado sábado, dia 24 de novembro, pelas 16h00, com a presença do autarca monçanense, António Barbosa, e do vereador da Ação Social, Cultura e Turismo, João Oliveira.

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Antes da cerimónia de inauguração estava prevista uma visita guiada ao Castro de S. Caetano que, devido à intempérie, não se realizou. Como alternativa, Odete Barra, arqueóloga do Município, fez uma comunicação sobre a importância histórica do Castro, na Capela de S. Caetano.

“A Torre” convida a uma reinterpretação do património arqueológico e natural, numa intrigante relação observador-objeto-paisagem. Uma peça única, limpa e despojada que sugere recolhimento e expansão, assemelhando-se a um leitor da paisagem próxima (castreja e medieval) e longínqua (vinhateira).

De acordo com os autores, presentes na inauguração, procurou-se, a nível construtivo e histórico, estabelecer uma ligação formal com as circulares construções castrejas, projetando o círculo como algo associado ao divino e à eternidade, bem como ao relacionamento existente entre o céu e a terra.

A entrada da luz natural (céu) aproxima-nos do espiritual. Por sua vez, o óculo na superfície lateral, permite enquadrar a paisagem (terra), colocando em evidência a sua beleza. Após a inauguração, os presentes tiveram ainda a oportunidade de conhecer o Centro Interpretativo do Castro de S. Caetano, onde foi servido um Alvarinho de Honra.

Fotos: Filipa Frois Almeida.

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MONÇÃO INAUGURA INSTALAÇÃO ARTISTICA “A TORRE” NO CASTRO DE S. CAETANO

Dia 24 de novembro, sábado, pelas 16h00, sendo precedida por uma visita orientada ao castro, pela arqueológa Odete Barra, com início às 15h00.

No âmbito do projeto “Desencaminharte`18”, a instalação artística “A Torre”, de Still Urban Design e Miguel Seabra, localizada no Castro de S. Caetano, em Longos Vales, é inaugurada amanhã, dia 24 de novembro, pelas 16h00, com a presença dos autores. Em caso de chuva, a cerimónia decorrerá no Centro Interpretativo de S. Caetano.

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A peça artística convida a uma reinterpretação do património arqueológico e natural, numa intrigante relação observador-objeto-paisagem. Uma peça única, limpa e despojada que sugere recolhimento e expansão, assemelhando-se a um leitor da paisagem próxima (castreja e medieval) e longínqua (vinhateira).

A nível construtivo e histórico, pretende-se estabelecer uma ligação formal com as construções castrejas (circulares) enquanto, na sua dimensão simbólica, o circuito aparece associado ao divino e à eternidade, sendo associado à relação do céu com a terra.

A entrada da luz natural (céu) aproxima-nos do espiritual. Por sua vez, o óculo na superfície lateral, permite enquadrar a paisagem (terra), colocando em evidência a sua beleza. Antes do ato inaugural, realiza-se, com inicio às 15h00, numa coorganização com o projeto “Sente a História”, uma visita orientada ao Castro de S. Caetano, pela arqueóloga Odete Barra.

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A escolha do Castro de S. Caetano

A escolha do Castro S. Caetano teve como objetivo potenciar a leitura da paisagem vinhateira de Monção. A partir de um dos pontos mais altos do monte, onde existe um cruzeiro, trabalhou-se, de forma artística, na relação física e visual com os restantes pontos de interesse, criando-se condições adequadas para a leitura do território percorrido.

Desta forma, sendo o castro um dos primeiros assentamentos humanos de Monção, permite-se que os visitantes deste lugar tenham contacto com a ancestralidade da ocupação deste território pelo homem e a própria evolução da paisagem ao longo dos tempos.

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O Projeto “Desencaminharte”

“Desencaminharte” é um projeto que visa promover a criação artística no Alto Minho, através de uma dinâmica em rede que estimule o reconhecimento da sua identidade. A edição de 2018, com programação a cargo do coletivo HODOS, centra-se no desenvolvimento de dispositivos que contribuem para a valorização do património cultural e natural da região.

Dez autores, relevantes no panorama artístico e arquitetónico contemporâneo, foram desafiados a intervir na paisagem singular de cada um dos dez municípios. A partir de uma leitura sensível e afetiva do lugar, estas obras serão construídas e inauguradas até ao final do ano, num diálogo aberto entre território, arte, cultura e população.

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VIANA DO CASTELO: ATELIÊ SAMTHIAGO TRABALHA PARA O VATICANO

Ateliê de restauro de Viana do Castelo entra na lista oficial de fornecedores do Vaticano

O Atelier Samthiago, sediado em Viana do Castelo, especializado em trabalhos de conservação e restauro, foi incluído na lista oficial de empresas prestadoras de serviços autorizadas pelo Vaticano, informou esta quinta-feira o sócio gerente.

O processo da certificação agora alcançada, válida até 2020, foi iniciado em 2014 e implicou "um rigoroso escrutínio da capacidade técnica e financeira".

"Foi processo longo e complicado. Candidatámo-nos e fomos aceites na lista de empresas que podem prestar serviços ao Vaticano por cumprirmos uma série de requisitos. Digamos que é o primeiro passo para poder trabalhar no Vaticano", disse.

Fonte: https://24.sapo.pt/

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FAFE DÁ A CONHECER O BARROCO E O ROCOCÓ

Município de Fafe apresenta Exposição de Fotografia dedicada ao ‘ Barroco e ao Rococó’ no concelho. III Fascículo "Património Religioso – Memória e Identidade"

O Município de Fafe inaugurou, esta tarde, mais uma Exposição de Fotografia em torno do "Património Religioso – Memória e Identidade", desta feita dedicada aos estilos Barroco e o Rococó em Fafe.

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As 37 fotografias em exposição dão a conhecer os vários elementos dos estilos Barroco e Rococó em nove templos fafenses: as Igrejas de Paços, Quinchães, Cepães, Vinhós, Aboim e Estorãos; e ainda as capelas de N. Sra. dos milagre (S. Gens), Capela de Sto. António (Arões Sta. Cristina) e S. José (Fafe).

A par da inauguração da exposição, foi também apresentado o terceiro fascículo "O Barroco e o Rococó em Fafe - PARTE I", que vem, assim, dar continuidade à coleção "Património Religioso: memória e identidade", que se iniciou com um fascículo dedicado aos templos de cunho românico, ao qual se seguiram os templos de influência Maneirista e Barroca, no fascículo número dois.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe, explicou que “Quando decidimos lançar este projeto de levantamento e divulgação do património religioso do concelho de Fafe, fizemo-lo estando conscientes de que era um dos aspetos culturais muito importantes que o nosso concelho possui e que deveria ser, em primeiro lugar, do conhecimento dos fafenses. Depois, como um elemento referenciador, com potencial turístico, para quem nos visita ter mais esta opção nas visitas que faz a Fafe.

Um agradecimento especial ao Professor do Instituto de Estudos Superiores de Fafe, José Carlos Meneses, e ao Arqueólogo João Nuno que trabalham juntos neste projeto.”

Recorde-se que a entrada na Exposição, que permanece na Biblioteca Municipal durante todo o mês, é livre. Posteriormente, a Exposição estará presente em todas as freguesias contempladas neste fascículo.

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FAFE DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO

Município de Fafe apresenta Exposição de Fotografia dedicada ao ‘ Barroco e ao Rococó’ no concelho. III Fascículo "Património Religioso – Memória e Identidade"

A Câmara Municipal de Fafe inaugura no próximo dia 12 de novembro mais uma Exposição de Fotografia em torno do "Património Religioso – Memória e Identidade", desta feita dedicada aos estilos Barroco e o Rococó em Fafe.

O evento terá lugar na Biblioteca Municipal de Fafe, na próxima segunda-feira, 12 de novembro, às 14:30.

As 37 fotografias em exposição dão a conhecer vários elementos dos estilos Barroco e o Rococó em 9 templos fafenses: as Igrejas de Paços, Quinchães, Cepães, Vinhós, Aboim e Estorãos; e ainda as capelas de N. Sra. dos milagre (S. Gens), capela de Sto. António (Arões Sta. Cristina) e S. José (Fafe).

A exposição será acompanhada pelo lançamento do terceiro fascículo "O Barroco e o Rococó em Fafe - PARTE 1", que vem assim dar continuidade á coleção "Património Religioso: memória e identidade", que se iniciou com um fascículo dedicado aos templos de cunho românico aos quais se seguiram os templos de influência Maneirista e Barroca, no fascículo número 2.

Esta Iniciativa pretende dar continuidade ao roteiro do "Património Religioso: memória e identidade", no qual se pretende dar a conhecer todas as igrejas e capelas do concelho de Fafe, ao longo de vários fascículos que se desenvolverão em torno de diferentes temáticas.

Recorde-se que a entrada na Exposição, que permanece na Biblioteca Municipal durante todo o mês, é livre.