Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE DISPONIBILIZA ONLINE ARQUIVO DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA

_DSC0100.jpg

Treze meses após a assinatura do Contrato de Depósito da documentação do Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Esposende no Arquivo Municipal de Esposende, foi hoje apresentado o resultado do trabalho desenvolvido.

Na sessão, que integrou as comemorações dos 445 anos da Santa Casa da Misericórdia de Esposende, a técnica responsável pelo Arquivo Municipal, Marília Capitão, referiu que fruto do amplo trabalho realizado estão agora disponíveis online, em https://arquivo.cm-esposende.pt/, 7.000 documentos e 10.000 imagens. Notou, contudo, que se trata de um trabalho contínuo e que há ainda informação que irá sendo disponibilizada. Deu nota de que a instituição dispõe de um importante e valioso arquivo, fruto da preservação que garantiu ao longo do tempo. Na sua apresentação, a técnica destacou alguns dos documentos já disponíveis, sendo que o mais antigo data de 1597, que possibilitam perceber a orgânica da instituição e a sua intervenção no seio da comunidade, por exemplo no que refere à prestação de cuidados de saúde nos hospitais da sua alçada, o extinto Hospital S. Manuel e o ainda existente Hospital Valentim Ribeiro. A concluir destacou que este arquivo constitui uma porta aberta para eventuais estudos.

“Com este trabalho vamos preservar e divulgar aquilo que é o património, tanto da instituição como do concelho”, afirmou a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Esposende, Maria Emília Vilarinho, notando que a instituição a que preside foi capaz de perceber a mais-valia que tinha, possibilitando que hoje esse legado esteja disponível para todos. Assumindo ser este um dia extremamente importante, regozijou-se com a parceria estabelecida com o Município, reconhecendo que a instituição, por si só, não tinha recursos nem capacidade para assumir a tarefa. Agradeceu, por isso, aos técnicos que têm trabalhado no projeto, vincando que tal só foi possível porque o Presidente da Câmara Municipal e a Vereadora da Cultura, Alexandra Roeger reconhecem a importância da preservação e divulgação do património.

A Provedora da Santa Casa da Misericórdia sublinhou a vantagem de qualquer cidadão poder aceder fácil e rapidamente a este arquivo, podendo trabalhar a partir daí em várias vertentes. Concluiu, reiterando os agradecimentos ao Município por acolher este arquivo que “é a memória de todos nós”.

Depois de, no período da manhã, ter estado presente na missa e na sessão solene da comemorativa do aniversário da Santa Casa da Misericórdia, o Presidente da Câmara Municipal usou novamente da palavra para expressar satisfação pelo trabalho efetuado ao nível do arquivo da instituição, vincando que, apesar de ser uma aspiração antiga, só foi possível concretizar quando o Município conseguiu dispor das condições necessárias e adequadas para executar o tratamento daquele acervo, de modo a “preservar a memória coletiva e do passado”. Destacando que estes documentos “permitem cruzar informação e obter uma boa perceção do nosso passado e da história”, Benjamim Pereira saudou o “magnifico trabalho” realizado pelos técnicos do Arquivo Municipal.

Benjamim Pereira deixou claro que “há uma intencionalidade do Municipio em criar sinergias, trabalhando em rede, na certeza de que juntos chegamos mais longe”. Aludiu à estratégia cultural do Município, onde se integram diversos projetos, um dos quais está em vias de concretização, em parceria com a Universidade do Minho, no Forte de S. João Baptista, para o qual o Município conseguiu obter financiamento de 2,5 milhões de euros. Será neste espaço que nascerá o Museu dedicado ao Rei D. Sebastião, que concedeu a autonomia administrativa a Esposende.

_DSC0049.jpg

_DSC0050.jpg

_DSC0053.jpg

_DSC0060.jpg

_DSC0078.jpg

_DSC0086.jpg

_DSC0089.jpg

_DSC0126.jpg

_DSC0152.jpg

_DSC0169.jpg

_DSC0175.jpg

ARQUIVO MUNICIPAL DE ESPOSENDE DISPONIBILIZA 23.500 DOCUMENTOS PARA CONSULTA

DigitArquivo_3.jpg

O Arquivo Municipal de Esposende tem disponíveis para consulta 23 500 documentos, fomentando a transparência, a decisão informada e a preservação da cultura propaladas pelo Conselho Internacional de Arquivos (ICA) a propósito do Dia Internacional dos Arquivos, comemorado a 9 de junho.

De acordo com esta premissa, o Arquivo Municipal continua a assegurar o acesso público à informação, disponibilizando online, no site https://arquivo.cm-esposende.pt/, as atas da Câmara Municipal desde 1639 até 2022, para consulta de investigadores e munícipes. No total, são 20 000 imagens digitalizadas e registadas, onde é possível saber, por exemplo, como foi realizada a primeira comemoração do Dia de Camões, celebrada em 10 de junho de 1880.

No seguimento da exposição “Vistos pela Censura. A inspeção em Esposende. 1950-1970”, que esteve patente no âmbito da Catraia de Livros, no Largo Rodrigues Sampaio, em Esposende, encontram-se em acesso aberto mais de 400 programas, convites e cartazes de espetáculos, filmes, jogos de futebol e teatro autorizados pelo Delegado da Inspeção de Espetáculos de Esposende.

Estão igualmente disponíveis o fundo do Couto de Apúlia, com documentação incorporada no arquivo da Câmara Municipal de Esposende no decorrer da extinção e integração do concelho de Apúlia, em 1836, enquanto freguesia do concelho de Esposende; o “Registo de receitas, despesas e termos de arrematação das obras da Igreja Matriz de Esposende”, em que as obras seriam financiadas por um imposto especial concedido pela rainha D. Maria, após petição dos moradores de Esposende; e documentação proveniente da Escola Amorim Campos, reunindo alguns documentos referente ao ensino primário masculino e feminino em Fão. Neste particular, os documentos mais antigos antecedem a criação das Escolas Amorim Campos, em 1899, e os registos permitem acompanhar o funcionamento da instituição ao longo do século XX.

O tratamento e disponibilização da documentação em custódia tem potenciado um número crescente de trabalhos de investigação sobre Esposende, tanto a nível nacional como internacional. A apresentação do Arquivo Municipal à comunidade escolar continua a ser mais uma das dinâmicas essenciais através da realização de visitas e mostra de documentos e espaços que normalmente não estão acessíveis.

Por esta via, o Município contribui para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere aos ODS 11.4 - fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo; ODS 16.10 - assegurar o acesso público à informação e proteger as liberdades fundamentais, em conformidade com a legislação nacional e os acordos internacionais; e ODS 4.7 -promoção de uma cultura de paz e da não violência, cidadania global e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável.

DigitArquivo_1.jpg

PortalArquivo.png

ARQUIVO MUNICIPAL DE BRAGA JÁ COMEÇOU A SER TRANSFERIDO PARA AS NOVAS INSTALAÇÕES

CMB07052024SERGIOFREITAS30223759.jpg

Documentos serão disponibilizados para consulta a partir de Setembro, na antiga Escola Francisco Sanches

A Câmara de Braga já deu início ao processo de transferência do Arquivo Municipal para as novas instalações, situadas na antiga Escola Francisco Sanches, em S. Victor.

A documentação, incluindo o arquivo histórico até agora instalado no edifício dos Paços do Concelhos, será alvo de tratamento por anoxia (quarentena) e estará inacessível para consulta durante o processo de tratamento e higienização. O arquivo será disponibilizado progressivamente para consulta, interna e externa, a partir do mês de Setembro.

De referir que o arquivo de urbanismo, o último a ser transferido, estará inacessível durante o seu processo de transferência. A partir da segunda quinzena de Julho, a consulta interna e externa desta documentação passará a ser feita nas novas instalações do Arquivo Municipal.

Durante uma visita realizada ao futuro arquivo, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, destacou o enorme potencial daquele equipamento que “será uma referência para a dinâmica cultural da Cidade”.

“Este edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, o espólio do Museu da Imagem, da Casa dos Crivos e de outros espólios culturais do Município. Foram criadas salas de consulta, uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos, salas de leitura, espaços para exposições, entre outras valências, que farão deste um espaço de referência não apenas para a Cidade, mas para toda a Região”, salientou Ricardo Rio.

Já para a vereadora Olga Pereira, que tutela o pelouro da gestão e conservação dos equipamentos municipais, “foram criadas condições de preservação dos documentos e outros suportes que permitem a interpretação da nossa história. Os historiadores e outros investigadores terão aqui um espaço de excelência”.

Recorde-se que o projecto da antiga Escola Francisco Sanches implica a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar funções culturais. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do espaço e aproveitar a sua centralidade. Com um investimento superior a 1.7 milhões de euros, o projecto está alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030.

CMB07052024SERGIOFREITAS30223751.jpg

CMB08052024SERGIOFREITAS30223761.jpg

CMB08052024SERGIOFREITAS30223766.jpg

CMB08052024SERGIOFREITAS30223772.jpg

PONTE DE LIMA RECEBE ESPÓLIO DOCUMENTAL DOADO PELO DR. NUNO PIMENTA

Chegou a Ponte de Lima o espólio doado pelo Dr. Nuno Manuel Perestrelo Marinho Pereira de Araújo Pimenta ao Município de Ponte de Lima.

Trata-se de um valiosíssimo espólio constituído por uma vasta biblioteca com cerca de 17.000 livros, entre os quais se encontram obras raras de autores limianos, para além de grandes clássicos portugueses, desde a antiguidade até à atualidade. Salienta-se, ainda, uma coleção de jornais editados em Ponte de Lima e uma coleção de cerca de 700 postais de Ponte de Lima.

O Dr. Nuno Manuel Perestrelo Marinho Pereira de Araújo, natural de Ponte de Lima, cedo rumou para Coimbra onde concluiu os estudos de medicina e onde exerceu a sua profissão de psiquiatra. Residiu, em Condeixa-a-Velha, numa acolhedora casa de família, e aí concentrou a sua biblioteca e as várias coleções que foi organizando ao longo da sua vida, que agora se encontram em Ponte de Lima, cumprindo-se, desta forma, a sua vontade.

O espólio, cujo valor informativo é incalculável para todos aqueles que se dedicam ao estudo sobre o concelho de Ponte de Lima, será objeto de tratamento técnico de modo a estar disponível à comunidade com a maior brevidade possível.

espolio__arquivo_municipal_1_1024_800.jpg

ESPÓLIO DOCUMENTAL DOADO PELO DR. NUNO PIMENTA CHEGA A PONTE DE LIMA

Espólio_ Arquivo Municipal.jpg

Chegou a Ponte de Lima o espólio doado pelo Dr. Nuno Manuel Perestrelo Marinho Pereira de Araújo Pimenta ao Município de Ponte de Lima.

Trata-se de um valiosíssimo espólio constituído por uma vasta biblioteca com cerca de 17.000 livros, entre os quais se encontram obras raras de autores limianos, para além de grandes clássicos portugueses, desde a antiguidade até à atualidade. Salienta-se, ainda, uma coleção de jornais editados em Ponte de Lima e uma coleção de cerca de 700 postais de Ponte de Lima.

O Dr. Nuno Manuel Perestrelo Marinho Pereira de Araújo, natural de Ponte de Lima, cedo rumou para Coimbra onde concluiu os estudos de medicina e onde exerceu a sua profissão de psiquiatra. Residiu, em Condeixa-a-Velha, numa acolhedora casa de família, e aí concentrou a sua biblioteca e as várias coleções que foi organizando ao longo da sua vida, que agora se encontram em Ponte de Lima, cumprindo-se, desta forma, a sua vontade.

O espólio, cujo valor informativo é incalculável para todos aqueles que se dedicam ao estudo sobre o concelho de Ponte de Lima, será objeto de tratamento técnico de modo a estar disponível à comunidade com a maior brevidade possível.

ALFREDO PIMENTA – PATRONO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES

ALFREDO PIMENTA, vimaranense, nasceu a 3 de dezembro de 1882, faleceu a 15 de outubro 1950 em Lisboa e jaz na Capela da Madre de Deus (Azurém, Guimarães).

alfredpim (1).jpg

Organizou (1931) e dirigiu até à sua morte o Arquivo Municipal de Guimarães (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, a partir de 1952), em comissão de serviço, sem remuneração, desempenhando ao mesmo tempo as funções de Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo e de seu Director (1949). O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta tem categoria de Arquivo Distrital. Engloba um vasto fundo documental que inclui o fundo da Colegiada da N.ª Sr.ª da Oliveira, os documentos do antigo Recolhimento do Anjo, os processos crimes, cíveis e orfanológicos dados por findos havia mais de cinquenta anos, tal como os livros dos tabeliães extintos, os livros paroquiais do concelho, livros de usos e costumes, registos de visitações, de subsino e todos os documentos, livros, processos e estatutos provenientes de irmandades, corporações e repartições extintas, testamentos, registos orfanológicos, etc. Nele criou o Boletim de Trabalhos Históricos para a publicação do seu riquíssimo fundo documental, facto, à época, inovador.

Apoiou Alfredo Guimarães na organização e desenvolvimento do Museu de Alberto Sampaio, com o seu saber e a influência politica, de que então desfrutava, para a resolução de problemas de vária ordem.

Escritor, conhecedor profundo da língua portuguesa, desenvolveu em estilo próprio, de grande clareza e rigor científico, uma vasta bibliografia que se espraia pela História, teorização politica, crítica filosófica, literária, géneros que muitas vezes tomaram a feição de polémica, em que era exímio, pela defesa intransigente dos seus pontos de vista e argúcia de argumentos. Cultivou também a poesia. Em crónicas descreveu os costumes do povo minhoto e a paisagem desta província que tinha um lugar profundo no seu coração.

A sua bibliografia apoiou-se numa interessante biblioteca por si reunida, hoje pertença da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) por doação dos seus filhos após a sua morte e que integra o Fundo Geral da Biblioteca daquela instituição.

A bibliografia pode ser consultada neste Arquivo, onde também se encontra seu espólio epistolar, vasto e diversificado, pois inclui cartas de um largo espectro de correspondentes, desde figuras reais, nomes da cultura até ao povo simples a que atendia.

Bibliografia seleccionada

Alfredo Pimenta é autor de uma vasta bibliografia, constituída por mais de 167 obras editadas e numerosos escritos que se encontram esparsos por jornais de natureza e tendência vária, no espaço da geografia portuguesa do seu tempo, e ainda em revistas e dicionários portugueses e estrangeiros.

A sua bibliografia completa é apresentada na Cronologia e Obra de Alfredo Pimenta, por Maria Teresa Pimenta, e pode ser consultada no AMAP.

Vários foram os géneros que cultivou, entre os quais:

Filosofia

Factos Sociais; Estudos Filosóficos e Críticos (3 volumes); A Evolução de um pensamento.

História

Elementos de História de Portugal; D. João III; Subsídios para a História de Portugal (Textos e Juízos Críticos); Fuero Real de Afonso X, O Sábio – Versão Portuguesa do século XIII (publicada e comentada por A.P.); Idade-Média (Problemas & Soluções); Fontes Medievais da História de Portugal; Guimarães; Livro dos Roubos. os franceses e vassalos del Rei de França fizeram aos Moradores desta Vila de Guimarães e seu Termo (editado por A.P.); Os Forais Medievais Vimaranenses. E uma série de 25 «Estudos Históricos», nomeadamente: A Data da Fundação da Nacionalidade – 24 de Junho de 1128; Onde Nasceu Portugal; A Propósito do Paço dos Duques de Bragança; A Doação de Vila do Conde a Maria Paes, a Ribeirinha.

Política

As Igrejas e o Estado no Regimen da Separação; Politica Portuguesa; Nas Vésperas do Estado Novo; A Igreja e os Regimes Políticos; Paiva Couceiro; Em Defesa da Portugalidade; Três Verdades Vencidas: Deus, Pátria, Rei.

Literatura

Poesia: Alma Ajoelhada; Paisagem de Orquídeas; Na Torre da Ilusão; Últimos Echos de Um Violino Partido.

Ensaio: Palavras de Arte; Cartas a um Estheta; Sombras de Príncipes; Pretextos e Reflexões; Breves Notas ao Soneto Alma Minha Gentil...; Coelho da Rocha e Camilo Castelo Branco; Guerra Junqueiro.

Crónicas

Páginas Minhotas.

Crítica

Tratado de Versificação Portuguesa; Os Vimaranis Monumenta Historica e a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães; A Concordata; Frei Luís de Sousa (introdução, selecção e notas de A.P.); Teófilo Braga; Eugénio de Castro na poesia portuguesa.

Fonte: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta - Guimarães

ARQUIVO MUNICIPAL DE ESPOSENDE RECEBE DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA

O Município de Esposende vai receber, no Arquivo Municipal, a documentação do Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Esposende. 

A cedência será formalizada no próximo dia 9 de junho, Dia Internacional dos Arquivos, com a assinatura, pelas duas entidades, do Contrato de Depósito da documentação do Arquivo Histórico da Santa Casa, a ter lugar na Igreja da Misericórdia de Esposende, pelas 18h30.

O ato incluirá um momento musical com o Bando do Surunyo e será seguido de uma visita guiada ao edifício do Arquivo Municipal, instalado no antigo posto da GNR de Esposende desde julho de 2022, e que nesse dia estará de portas abertas até às 22h00, como forma de assinalar a efeméride.

A iniciativa de depósito da documentação da Santa Casa da Misericórdia decorre do projeto “Preservação dos Arquivos Locais de Esposende”, que o Arquivo Municipal tem vindo a desenvolver, com vista à salvaguarda da memória social e coletiva. Construir instrumentos de promoção do conhecimento e de acesso à documentação através de um repositório de informação para a historiografia local, transmitindo memórias e valorizando a identidade, são outros objetivos desta ação, que se enquadra no cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável “Cidades e Comunidades Sustentáveis” da Agenda 2030 da ONU, mais especificamente do ODS 11.4, que pretende fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo.

O Dia Internacional dos Arquivos é celebrado anualmente a 9 de junho e procura sublinhar a importância dos arquivos e o seu papel fundamental na sociedade. Proclamado na Assembleia Geral do Conselho Internacional de Arquivos (ICA), em novembro de 2007, no Québec, foi escolhido por ter sido a 9 junho de 1948 que a UNESCO criou o Conselho Internacional de Arquivos (ICA).

Planta_Igreja Misericórdia (10).jpg

ESPOSENDE TEM MAIS DE 7 MIL DOCUMENTOS HISTÓRICOS DISPONÍVEIS ONLINE

AQUALIBRI - Biblioteca Digital do Cávado reconhecida por Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais

Esposende disponibiliza online mais de 7 000 documentos históricos sobre o concelho através da AQUALIBRI – Biblioteca Digital do Cávado, que foi distinguida a nível nacional com uma Menção Honrosa no Prémio “Maria José Moura – Boas Práticas em Bibliotecas Públicas 2021” e cuja candidatura foi apresentada pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas de Leitura Pública do Cávado.

1940-Autocarro (1).jpg

O júri considerou que se trata de “um projeto com um grau de complexidade elevado, com uma forte componente na valorização do património e no envolvimento das comunidades”. Valorizou, ainda, o facto de se tratar de “um projeto desenvolvido por uma rede de bibliotecas que poderá servir de incentivo a outros projetos de rede”.

A AQUALIBRI, online desde março de 2022, em aqualibri.cimcavado.pt, conta, atualmente, com 13.940 documentos, divididos em “Comunidades” e “Coleções”, e regista cerca de mil acessos por mês diretamente no site.

No que se refere a Esposende, estão disponíveis 7.028 documentos, onde se incluem obras impressas de autores e da história local, com coleções destacadas para o escritor Manuel de Boaventura, o poeta António Correia de Oliveira e o editor/tipógrafo Silva Vieira.

As coleções de fotografias e postais apresentam mais de 500 imagens raras sobre Esposende, desde os finais do século XIX até meados da década de 80 do Século XX, onde é possível ver e estudar a evolução social, geográfica, paisagística, hábitos e costumes, sem esquecer as alterações na orla costeira, bem como os primórdios do turismo. De referir que estas coleções são particulares e foram especialmente cedidas para este fim.

De destacar também a grande coleção de 6.047 jornais, que vão desde os finais do século XIX e XX como “O Povo Esposendense” [1893-1906], “O Esposendense” [1906-1968], o semanário republicano “A Verdade” [1919 - 1922] até ao presente. Ainda no que se refere a jornais, está igualmente disponível uma assinalável coleção de “Recortes de Imprensa” relativos a Esposende, publicados nos jornais nacionais, desde 1945 até ao presente.

Outra valiosa coleção da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura é o Arquivo Fotográfico Municipal, constituída por fotografias de natureza institucional, correspondendo a 400 atos públicos relevantes do Município de Esposende, desde 1955 até à atualidade. Esta coleção inclui protocolos assinados, inaugurações ou visitas de Estado, com descrição dos atos e identificação dos intervenientes.

De salientar, ainda, os registos de vídeo e Memorabilia, composta por um conjunto de objetos e documentos, como selos, carimbos, medalhas, bandeiras e condecorações, de valor histórico para o concelho de Esposende.

“Embora o espólio disponibilizado seja, em grande parte, da Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, o espírito colaborativo da comunidade foi extraordinário permitindo tornar públicos muitos documentos inéditos e raros, a quem o Município agradece reconhecidamente, na medida em que só deste compromisso e envolvência é possível disponibilizar este espólio, em acesso aberto ao mundo”, refere o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira.

O autarca refere que “a Menção Honrosa atribuída à AQUALIBRI expressa o reconhecimento do empenho e do trabalho que é desenvolvido no seio da Rede Intermunicipal de Bibliotecas de Leitura Pública do Cávado, onde se integra a nossa Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, equipamento que, além de se apresentar com instalações renovadas, regista uma assinalável dinâmica cultural, em linha com as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Avenida Barros lima.jpg

Avenida_Marginal.jpg

Cais 1913 (1).jpg

Colónia de férias_Fão_1907.jpg

CruzamentoFozNeiva-1920 (1).jpg

Foto da Inaguração 2-7-1916.jpg

HOTEL OFIR (5).jpg

igreja matriz (2379 x 1554).jpg

Inauguração Biblioteca 1992.jpeg

Inauguração do Abrigo de Pesca desportiva - Bandeira.jpg

Lavadouro-min.jpg

Minante 1950.jpgPortugal. Fão. Chá na praia.jpg

postal3.jpg

Homenagem e busto ao poeta Correia d'Oliveira.jpg

ESTUDANTES DE VALENÇA VISITAM O ARQUIVO MUNICIPAL

O Arquivo Municipal de Valença Alberto Pereira de Castro está a receber a visita de várias turmas de alunos do Agrupamento de Escolas Muralhas do Minho.

ArquivoValença.jpg

Cerca de 60 alunos, do 11º e 12º ano, estão a fazer visitas guiadas às instalações do Arquivo, para conhecer a sua funcionalidade e os serviços que presta à comunidade.

O processo de receção de documentos, a digitalização, a conservação, a preservação, o depósito e a consulta por parte dos investigadores e demais cidadãos foram alguns dos passos que os jovens alunos ficaram a conhecer. Ao longo da visita tiveram a oportunidade de manusear documentos históricos de vários tipos e proveniências, desde o séc. XVI até à atualidade.

O Arquivo Municipal de Valença - Alberto Pereira de Castro, foi criado em 1997 e teve por primeiro espaço a Casa das Varandas. Este equipamento tem por objetivo a proteção e preservação do património cultural arquivístico do Concelho de Valença.

Desde 7 de maio de 2022 recebe o nome de Arquivo Municipal - Alberto Pereira de Castro .

BARCELOS: DOAÇÃO DE CARTA DE RAMALHO ORTIGÃO AO PRESIDENTE DA CÂMARA - 1896

Arquivo Municipal de Barcelos enriquecido com documento histórico

A família de João Carlos Cruz doou hoje ao Município a carta de agradecimento de Ramalho Ortigão ao então presidente da Câmara Municipal de Barcelos (1896), João Carlos da Cruz.

ORTIGAO1 (2) (1).JPG

Na missiva entregue pelos seus netos, hoje, nos Paços do Concelho, lê-se o agradecimento de Ramalho Ortigão ao então presidente da Câmara, por aquele lhe ter oferecido uma coleção de paliteiros de barro colorido. Tudo isto porque o escritor, indo a um restaurante de Barcelos, ficou encantado com um paliteiro de barro, colocado na sua mesa. Não tendo, na hora, oportunidade para lhe oferecer algum, o então edil João Carlos da Cruz visitaria mais tarde alguns dos oleiros de Barcelos, a quem encomendou uma coleção de paliteiros de barro colorido que depois ofereceu a Ramalho Ortigão.

Esta é a história da carta que a partir de agora passa a fazer parte do espólio do Arquivo Histórico de Barcelos. A vereadora da cultura, Elisa Braga, agradeceu a doação à família e considerou este “gesto muito feliz e muito importante para Barcelos.

Quer saber mais sobre esta história? Leia o artigo de um dos netos do antigo presidente do Município de Barcelos. vozdapovoa.com/noticias/opiniao/ramalho-ortigao-e-o-paliteiro-de-barro

ORTIGAO1 (9).jpg

ARQUIVO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO DISPONIBILIZA DOCUMENTAÇÃO AO PÚBLICO HÁ 110 ANOS

O Arquivo Municipal de Viana do Castelo assinala hoje os 110 anos da data em que começou a disponibilizar documentação ao público. O arquivo vianense é o primeiro do século passado e o segundo no contexto nacional, dado que o de Lisboa data de 1863, a disponibilizar a sua documentação ao público, desde 3 de novembro de 1912, agregado à Biblioteca Pública Municipal.

CapturarARQUIVOVC (1).JPG

O seu documento mais antigo data de 1262 e corresponde a um pergaminho que regista a troca com o Bispo de Tui para a fundação de Viana.

No seu valiosíssimo espólio possui dois documentos assinados por Fernão Lopes, patriarca dos nossos historiadores, guardador das escrituras do tombo e chaves delas, de quem se conhecem apenas vinte certidões por ele emitidas: 1437, junho, 25, Lisboa - Treslado das Inquirições de 1258 referentes a Viana; e 1437, junho, 26, Lisboa - Treslado do foral que o rei D. Afonso III concedeu ao concelho de Viana.

Júlio de Lemos (1878-1960), que dirige esta unidade administrativa e cultural entre 1911 e 1938, ordenou e catalogou cerca de 2.360 livros, testemunha que este arquivo é, entre os seus congéneres, um dos mais importantes do país, como reconheceu Herculano, quando por lá passou em setembro de 1854 e dele levou para a Torre do Tombo documentos que não voltaram ao seu lugar. 

O notável diplomatista Dr. João Pedro Ribeiro, que em 1790 também visitou este cartório comunal, não o excluindo do número daqueles em que notara que "tudo se achava em confusão", regista que no Arquivo Municipal de Viana do Castelo viu Cartas Régias e Provisões desde o reinado de D. João II e, entre elas, uma de D. António, datada de Lisboa a 24 de julho de 1580.

Recorde-se que, desde há cerca de um mês, está disponível para consulta gratuita dos cidadãos, a página do Arquivo Municipal de Viana do Castelo. A plataforma tem já disponíveis para consulta alguns milhares de documentos, sendo constantemente alimentada e atualizada com nova informação.

Assim, está disponível na página https://arquivo.cm-viana-castelo.pt/ um conjunto de informação variado, que inclui 2.000 postais, 1.600 fotografias e cerca de 300 livros de atas.

A página do arquivo municipal encontra-se dividida em secções, como Fotografia, Atas da Câmara Municipal e Arquivos Pessoais. Para consulta, em destaque, encontra-se uma Coleção de Postais, o Foral de Viana e uma Coleção de Iluminuras.

ARQUIVO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO DISPONIBILIZA MILHARES DE DOCUMENTOS ON-LINE

Acaba de ser colocada on-line, disponível para consulta gratuita dos cidadãos, a página do Arquivo Municipal de Viana do Castelo. A plataforma tem já disponíveis para consulta alguns milhares de documentos, sendo constantemente alimentada e atualizada com nova informação.

arquivo municipal viana (4).jpg

Assim, está disponível na página https://arquivo.cm-viana-castelo.pt/ um conjunto de informação variado, que inclui 2.000 postais, 1.600 fotografias e cerca de 300 livros de atas.

A página do arquivo municipal encontra-se, assim, dividida em secções, como Fotografia, Atas da Câmara Municipal e Arquivos Pessoais. Para consulta, em destaque, encontra-se uma Coleção de Postais, o Foral de Viana e uma Coleção de Iluminuras.

O Arquivo Municipal de Viana do Castelo é o primeiro do século passado e o segundo no contexto nacional, dado que o de Lisboa data de 1863, a disponibilizar a sua documentação ao público, desde 3 de novembro de 1912, agregado à Biblioteca Pública Municipal. 

O seu documento mais antigo data de 1262 e corresponde a um pergaminho que regista a troca com o Bispo de Tui para a fundação de Viana. 
No seu valiosíssimo espólio possui dois documentos assinados por Fernão Lopes, patriarca dos nossos historiadores, guardador das escrituras do tombo e chaves delas, de quem se conhecem apenas vinte certidões por ele emitidas: 1437, Junho, 25, Lisboa - Treslado das Inquirições de 1258 referentes a Viana; 1437, Junho, 26, Lisboa - Treslado do foral que o rei D. Afonso III concedeu ao concelho de Viana.

Júlio de Lemos (1878-1960) que dirige esta unidade administrativa e cultural entre 1911 e 1938, ordenou e catalogou cerca de 2.360 livros, testemunha que este arquivo é, entre os seus congéneres, um dos mais importantes do país, como reconheceu Herculano, quando por aqui passou em setembro de 1854 e dele levou para a Torre do Tombo documentos que não voltaram ao seu lugar. 

PRIMEIRAS PÁGINAS DO PROCESSO DE CADASTRO DO PATRIMÓNIO NO ALTO MINHO À GUARDA DO ARQUIVO HISTÓRICO DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

“O Castelo de Monção foi demolido há 300 anos, quando D. João IV mandou proceder a novas obras de defesa na fortaleza de Monção. As ruínas da Citânia Velha de Santa Luzia estão afectas à Direcção Geral dos Monumentos Nacionais. Os cruzeiros existentes em São Pedro de Arcos, em Ponte de Lima, não são vários mas apenas um, estando afecto à Junta de Freguesia de São Pedro. O Pelourinho de Vila Nova de Cerveira está afecto à Direcção Geral dos Monumentos Nacionais. Quanto aos marcos miliários, estes existem nos concelhos de Paredes de Coura, freguesia de Rubiães (dois numa propriedade de Belmira Ferreira Guerreiro, sita no lugar do Crasto, há 60 anos; quatro no adro da Capela de São Bartolomeu, desde a sua construção, que data de longos anos; um no adro da Igreja da freguesia de Rubiães, desde que foi descoberto há 48 anos, quando ali se procedeu a uns aterros), Paredes de Coura, freguesia de São Martinho de Coura (um na propriedade de Manuel da Silva, sita no lugar de Fonte de Olho há 20 anos; um na propriedade de Gracinda de Seia, há 20 anos, data em que a adquiriu), Vila Nova de Cerveira, freguesia de Sapardos (dois considerados Património Municipal, por a respectiva Câmara os ter mandado retirar do local onde se encontravam, a servir de suporte de trave de uma adega e de esteio de uma ramada), Ponte de Lima, freguesia de Arcozelo (um no quintal de Júlia Pereira da Cunha, no lugar dos Pinheiros, servindo de pilar a uma varanda, ignorando-se a que título e desde quando; um na quinta do Ante Paço, sita no lugar de Além da Fonte, ignorando-se desde quando) e Ponte de Lima, freguesia de Adriano (um dentro do terreiro da casa dos herdeiros do falecido conselheiro António Maria Vieira Lisboa, por oferta do antigo proprietário da casa do Ante Paço, supondo-se que esta oferta foi feita há 20 anos). Direcção de Finanças de Viana do Castelo.”

Processo de Cadastro do Património no Distrito de Viana do Castelo, produzido entre 15 de Dezembro de 1941 e 7 de Novembro de 1942.

Capturarmarcosmil1.JPG

Capturarmarcosmil2.JPG

Capturarmarcosmil3.JPG

BARCELOS: ESPÓLIO DO PADRE ABEL VARZIM ESTÁ DIGITALIZADO

A sessão de apresentação da digitalização do espólio do padre Abel Varzim vai realizar-se no dia 06 de novembro nas instalações do Centro Social Cultural e Recreativo Abel Varzim em Cristel, no concelho de Barcelos.

Abel-Varzim.jpeg

A apresentação do espólio digitalizado do padre Abel Varzim, realizado com o apoio do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, vai ter, às 14h00, intervenções dos professores Paulo Fontes e Nuno Estevão, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

A atividade começa com uma romagem à campa do padre Abel Varzim (1902-1964) e após as intervenções dos docentes universitários vai decorrer, 15h00, uma homenagem a João Gomes, recentemente falecido, que foi o fundador do Fórum Abel Varzim.

A sessão de homenagem conta com intervenções de Manuel Vilas Boas (jornalista) e testemunhos de amigos e familiares que conviveram e trabalharam com João Gomes.

O Fórum Abel Varzim e o Centro Social Cultural e Recreativo Abel Varzim são as entidades promotoras desta iniciativa.

LFS

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/

ARQUIVO DISTRITAL DE VIANA DO CASTELO ASSINALA DIA MUNDIAL DAS BIBLIOTECAS

Neste Dia Mundial das Bibliotecas partilhamos a memória sobre o tipo e dimensão do fundo bibliográfico existente (1987) na Biblioteca Municipal (de Viana do Castelo).

Este documento é parte integrante do processo de pedido de financiamento feito, em 1987, pela Câmara Municipal de Viana do Castelo para "adaptação do edifício destinado a Biblioteca Municipal" Pertence ao fundo da Direcção de Urbanização de Viana do Castelo.

208348393_332323158539138_2691239702445617072_n.jp

209519443_332323211872466_430658986555642985_n.jpg

207984594_332323168539137_7822933168785205787_n.jp

ARQUIVO DISTRITAL DE VIANA DO CASTELO ENCONTRA-SE DESDE 1983 INSTALADO NA ANTIGA VEDORIA

Neste Dia Mundial dos Arquivos recuámos até 1983, ao início da adaptação do edifício da antiga Vedoria a Arquivo Distrital de Viana do Castelo. O processo que levou a que a Casa da Vedoria passasse ser a “nossa” casa.

O processo encontra-se integrado no fundo da Direcção de Urbanização de Viana do Castelo.

[CÓDIGO DE REFERÊNCIA - PT/ADVCT/DURBVCT/001/00251 - https://digitarq.advct.arquivos.pt/details?id=1050234 ]

Fonte: https://www.facebook.com/ArDVCT/

198385651_317719236666197_2686878380030021867_n.jp

197439567_317719243332863_3689479612431107727_n.jp

199413147_317719239999530_3254930579049952984_n.jp

199669266_317719226666198_586288444062662425_n.jpg

197513535_317719229999531_6791161811698853567_n.jp

197745849_317719233332864_2574976243109374511_n.jp

BIBLIOTECA DO EXÉRCITO EM LISBOA POSSUI A OBRA ORIGINAL DO ESCRITOR LIMIANO MANUEL GOMES DE LIMA BEZERRA

187518757_10219464095938399_3087193534426200274_n.

Manuel Gomes de Lima Bezerra. " Os estrangeiros no Lima, ou Conversações eruditas sobre os vários pontos de história eclesiástica, civil, literária, natural, genealógica, antiguidades, geografia, agricultura, comércio, artes, e ciências ..." . ( III volumes. Fac-símile da 1.ª edição. O 3.º volume é um opúsculo suplementar de estudos à edição ) . Viana, 1992 .

Durante muito tempo, esta obra encontrava-se na Biblioteca do então Ministério da Guerra, instalada no terraço do antigo Convento dos Paulistas, em Lisboa. Disso o autor do Blogue do Minho fez notícia no jornal “O Povo do Lima” há cerca de 30 anos!

PONTE DE LIMA APRESENTA CATÁLOGO ONLINE DO ARQUIVO DA CASA DA LAGE

No próximo dia 29 de maio, às 15h00, será apresentado, na Casa da Lage, o catálogo online do seu arquivo.

safe_imagecasadalage.jpg

Esta iniciativa, que resulta do tratamento técnico e digitalização levados a cabo no âmbito do protocolo entre o proprietário do Arquivo da Casa da Lage, Eng.º José Adolfo Azevedo, e o Município de Ponte de Lima, surge pela consciencialização do papel importante que as fontes de informação contidas nos arquivos de família desempenham para o estudo da história local, regional e até mesmo nacional, sendo fundamental garantir a sua divulgação, valorização e preservação a longo prazo, para além de torná-lo acessível a toda a comunidade.

A apresentação do catálogo estará a cargo do Arquivo Municipal de Ponte de Lima, e do Eng.º José Adolfo Azevedo, proprietário da Casa da Lage.

O Arquivo da Casa da Lage passará a estar disponível para consulta através do catálogo do Arquivo Municipal de Ponte de Lima.

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE ORGANIZA ARQUIVO PARA VALORIZAR A MEMÓRIA E A IDENTIDADE

Enquanto decorrem as obras de adaptação do antigo quartel da GNR de Esposende para acolher o novo Arquivo Municipal, o Município de Esposende está a proceder ao tratamento arquivístico de toda a sua documentação.

Carta Régia .jpg

Trata-se de um processo moroso que contempla, numa primeira fase, o estudo orgânico-funcional das instituições cuja documentação o serviço de arquivo da Câmara Municipal preserva, desde a sua fundação até aos dias de hoje, e que se torna essencial para a identificação e compreensão dos fundos, dado que, intimamente ligado à história das instituições, está a sua documentação.

Paralelamente a este processo, encontra-se em fase de conclusão o recenseamento da documentação do arquivo histórico, etapa que se irá estender à restante documentação do arquivo intermédio.

A criação do novo Arquivo Municipal, que corresponde a um investimento de 526 mil euros, possibilitará conferir melhores condições de acomodação do acervo que se encontra disperso por diversos espaços municipais, sendo que a mudança de instalações implicará também a implementação de novos modelos de gestão documental. O futuro espaço estará dotado com valências tecnológicas que facilitem a consulta, a pesquisa, a investigação e contribuam para o melhor conhecimento da História local.

O Município pretende, assim, continuar a valorizar a memória e a identidade locais e nacionais, difundindo o seu património arquivístico e promovendo o acesso à educação, cultura e conhecimento, contribuindo para a construção de uma cidadania participativa e democrática. Constituindo os arquivos municipais um papel importante na disponibilização e acesso da informação e conhecimento à sociedade, esta estratégia encontra-se intrinsecamente relacionada com as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com os quais o Município se comprometeu.

Dos documentos presentes no arquivo histórico destacam-se a Carta Régia que elevou Esposende a Vila (1572); a Carta de Vizinhança com Barcelos (1573); a Carta de Almotaces (1574); o Livro de Registo de todas as Obrigas (desde 1611); o Livro de Registo dos Acórdãos da Câmara (desde 1639); Expostos (desde 1774); os Livros de registo de passaportes (desde 1839); os Livros de Recenseamento Militar (desde 1850); Educação (desde 1840); Recenseamento Eleitoral (desde 1822), Impostos do pescado (desde 1931); entre outros.

Para além do tratamento técnico da documentação, e apesar de todos os constrangimentos motivados pela atual situação pandémica, o serviço de atendimento registou, em 2020, cerca de 2000 pedidos, maioritariamente realizados em regime presencial, distribuídos por buscas, consultas e digitalização de documentação. 

Encontra-se também disponível no portal do Município, através da hiperligação https://www.municipio.esposende.pt/pages/1530, a agenda de marcações para consulta de documentação associada a Obras Particulares, fatia mais expressiva das solicitações realizadas ao Serviço de Arquivo.

VALENÇA PRESERVA 400 ANOS DE MEMÓRIA HISTÓRICA

Município de Valença já digitalizou mais de 20 mil documentos

Valença digitalizou 20 mil documentos trazendo para o mundo digital as atas das reuniões da Câmara Municipal de Valença entre 1607 e 1970. Documentos com mais de 400 anos foram digitalizados, em alta resolução e conteúdos preservados para memória futura.

6964digitvalenç.jpg

Este trabalho pretende preservar, em formato digital, parte da documentação do Arquivo Municipal de Valença e futuramente tornar mais acessível e rápido um grande volume de informação histórica a historiadores, investigadores, estudantes ou simples curiosos.

Este trabalho foi financiado pelo programa de cooperação INTERREG V A Espanha-Portugal (POCTEP), através do GEOARPAD.

A digitalização da documentação do histórica do Arquivo Municipal de Valença é para continuar, no sentido de tornar acessível um amplo volume de informação que tem já mais de 1600 metros lineares de documentos do arquivo histórico, intermédio e corrente, que guardam a memória histórica de Valença.

Milhares de documentos históricos podem ser consultados no Arquivo Municipal de Valença. De toda a documentação destaca-se o Foral Manuelino de 1512, o documento mais antigo. Do espólio existente merecem especial referência os documentos da Administração do Concelho (1834-1928), do Antigo Colégio Português (1932-1972), da Assembleia Valenciana (1635; 1851-1975), da Associação Valenciana de Socorros Mútuos (1864-1970), do Couto de Sanfins (1747-1835), do Juízo dos Resíduos (1680-1821), bem como de muitas irmandades e serviços públicos extintos em Valença, ao longo dos tempos.

O Arquivo Municipal está aberto ao público, a todos os interessados, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.