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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FUTEBOL DE PRAIA REGRESSA AO AREAL DE APÚLIA

Amanhã, dia 25 de maio, a Praia da Couve, em Apúlia, vai ser palco da segunda jornada da Divisão de Elite de Futebol de Praia, com a presença das melhores equipas nacionais.

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Assim, pelas 10h00 será realizado o jogo entre as equipas do Leixões SC e CD Nacional, seguindo-se, pelas 11h15, o desafio entre as equipas do GRAPE e do Sporting CP e, por último, pelas 12h30, jogam as equipas do SC Braga e da Casa Benfica Loures. 

O Campeonato Nacional de Futebol de Praia será disputado nos dias 7, 14 e 21 de junho e 4 de agosto.

Esta jornada, assim como os jogos do Campeonato Nacional de Futebol de Praia são organizados pela Federação Portuguesa de Futebol e pela Associação de Futebol de Braga.

Apoiando esta iniciativa, o Município de Esposende prossegue o projeto que visa posicionar o concelho como destino de referência para a prática e organização de eventos e desportos de praia.

"O TEATRO VAI A... APÚLIA" NO DIA 18 DE MAIO

“O Teatro vai a… Apúlia”, no próximo dia 18 de maio. Integrado na política de descentralização cultural e no programa CREARTE (Crescimento da Arte Teatral em Esposende), a Câmara Municipal de Esposende vai promover a apresentação da peça de teatro “Aqui há Gato” pelo Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa (GARFO). O espetáculo está agendado para as 21h30, na Casa do Povo de Apúlia, e terá entrada livre.

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“Aqui há Gato” é uma peça cómica da autoria de Joaquim Graça do Vale, que abre uma janela sobre a complexidade das relações amorosas e suas aventuras, abordando-as sob perspetivas etária, estrato social ou simplesmente de ordem cronológica. As personagens encontram-se em constante aprendizagem daquilo que é ser-se feliz. As loucuras e peripécias ao longo de dois atos conduzem os espetadores numa viagem de dois sentidos entre a perfeição e a imperfeição enquanto humanos, quanto ao amar e ser amado. Uma comédia divertida onde o amor impera, diverte e surpreende.

Recorde-se que, em parceria com os grupos folclóricos do concelho, o Município vai levar a efeito a iniciativa “O Folclore vai a… Rio Tinto”, no dia 19 de maio, a partir das 15h00, no Largo da Igreja.

A política cultural do município proporciona o cumprimento Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, que o Município de Esposende assumiu no seu plano de gestão, no que se refere às metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

COROS PEQUENOS CANTORES DE ESPOSENDE E ARS VOCALIS APRESENTAM CONCERTO DA PÁSCOA

17 abril, 22h00 – Igreja de Apúlia

Integrado na programação cultural da Semana Santa de Esposende, a Câmara Municipal de Esposende vai promover a realização de um concerto de Páscoa com o Coro de Pequenos Cantores de Esposende e Coro Ars Vocalis. Intitulado “SALMO”, o concerto vai decorrer no dia 17 de abril, Quinta-feira Santa, às 22h00, na Igreja de Apúlia, e tem entrada livre.

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A Semana Santa de Esposende associa-se, assim, à estreia da obra, com o mesmo nome, de Telmo Marques, uma obra para grande coro juvenil, soprano e decateto de metais. Neste contexto, juntam-se aos coros esposendenses, com Helena Venda Lima como Diretora Coral, Diogo Zão ao Piano e comentários de Nuno Jacinto, nomes grandes do panorama musical nacional como os Portuguese Brass, a Soprano Dora Rodrigues e o Maestro Fernando Marinho.

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O Coro de Pequenos Cantores de Esposende (CPCE) foi criado em 2009, no âmbito de uma parceria entre a Escola de Música de Esposende e a Câmara Municipal de Esposende. Pretende ser uma fonte de formação de músicos do futuro e, simultaneamente, do público do presente. Desta forma, pretende-se promover a produção nacional de obras dedicadas ao ambiente Pueri Cantores englobando a composição nacional contemporânea, a música para infância e a sonoridade coral. O CPCE editou dois CD’s, o primeiro em julho de 2013, intitulado “Mudam-se os Tempos”, e “É tempo de Natal”, em setembro de 2014, encontrando-se a preparar o seu terceiro disco, inteiramente dedicado à música sacra.

O Coro Ars Vocalis nasceu em 2009 no seio da Escola de Música de Esposende e do seu projeto educativo, tendo como base o trabalho realizado durante cinco anos com alunos da Escola Básica de Forjães, no âmbito do ensino articulado de música. Numa primeira fase, com 35 alunos, o grupo desenvolveu um trabalho musical dedicado à construção de hábitos vocais e corais, recorrendo sobretudo aos compositores portugueses que compuseram para este trabalho pedagógico, como Fernando Lopes-Graça e Sérgio Azevedo. Atualmente constituído por 55 cantores dos 15 aos 20 anos de idade, todos do concelho de Esposende, o grupo trabalha em formação de coro júnior, pretendendo desenvolver este conceito na prática coral portuguesa, com a perspetiva de “escola”.

O Coro Ars Vocalis gravou o seu primeiro disco em 2016, que integrou a publicação “Mare Nostrum”, do Município de Esposende, com obras originais encomendadas ao compositor Telmo Marques, sob poesia de autores portugueses ligada ao mar. Do mesmo compositor, estreou na Semana Santa de 2018 a obra “Procura”.

O Coro Ars Vocalis representa a continuidade do projeto de formação do Coro de Pequenos Cantores de Esposende. Os dois projetos estão, portanto, intimamente relacionados, numa lógica de sequencialidade etária e formativa. Sob a coordenação artística da Escola de Música de Esposende, o Coro Ars Vocalis é financeiramente apoiado, desde 2013, pelo Município de Esposende.

Estes projetos e o trabalho artístico que desenvolvem encontram-se refletidos no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, que o Município de Esposende assumiu no seu plano de gestão, nomeadamente no que concerne ao ODS 4 - Educação de Qualidade, ODS 5 – Igualdade de Género e ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE FINANCIA PARQUE INFANTIL PARA A ASSOCIAÇÃO ASCRA DE APÚLIA

A Câmara Municipal de Esposende vai apoiar a ASCRA – Associação Social, Cultural e Recreativa de Apúlia na instalação de um parque infantil para usufruto das crianças utentes da instituição.

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De acordo com deliberação aprovada, por unanimidade, em reunião do executivo, o Município atribuiu um apoio financeiro, no montante de 19.416 euros, destinado a financiar o equipamento.  

Considerando o valor do equipamento, e não dispondo a ASCRA de recursos financeiros para fazer face a tal investimento, o Município, no âmbito do apoio às instituições do concelho, entendeu conceder esta verba atendendo também ao papel da Associação Social, Cultural e Recreativa de Apúlia no contexto da Rede Social concelhia.

A ASCRA é uma entidade sem fins lucrativos que há 27 anos atua no apoio a crianças e idosos e respetivas famílias. Além das valências de Creche, Jardim de Infância, ATL, Centro de Dia e Apoio Domiciliário, a ASCRA tem também em funcionamento, desde janeiro de 2003, um Centro de Acolhimento Temporário, com capacidade para acolher até 20 crianças em situação de risco.

A instalação de um parque infantil irá valorizar o espaço exterior da instituição, contribuindo para potenciar, a par do trabalho desenvolvido no espaço sala, o desenvolvimento e aprendizagem das crianças.

ESPOSENDE: APÚLIA VAI TER MUSEU DO SARGAÇO

Já arrancou obra do Museu do Sargaço em Apúlia. Investimento do Município eleva-se a 275 584 euros

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense.

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A obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia.

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No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”. O Autarca realça a mais-valia destes projetos, lembrando ainda que o Município tem na forja outros importantes investimentos que posicionarão Esposende tanto no plano cultural como turístico, bem como a nível económico.

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ESPOSENDE QUER REPOR LEGALIDADE NA APÚLIA

ESCLARECIMENTO

Cedovém/Pedrinhas

No seguimento das notícias vindas a público acerca do encerramento e correspondente demolição dos restaurantes de Cedovém, em Apúlia, o Município de Esposende vem esclarecer o seguinte:

A zona em questão constitui-se há décadas, maioritariamente, como um aglomerado de génese ilegal. Os diferentes planos existentes para o local previam a demolição total de todas as edificações.

Não foi possível, até à data, apesar de algumas tentativas, levar por diante uma ação que, por um lado, permitisse a reposição da legalidade e, por outro, avançar com um projeto de requalificação de toda essa zona.

O Município decidiu, assim, dar início, às notificações dos proprietários dos restaurantes em causa, com vista a espoletar este processo, tomando como base, por um lado, as alterações em curso ao POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) e ao Plano de Ordenamento do Parque Natural Litoral Norte, assim como a expetativa real de financiamento dessa ação, e por outro, esclarecer que há outras entidades com jurisdição nesta área, nomeadamente a APA – Agência Portuguesa do Ambiente, que terá um papel determinante em toda esta situação.

As iniciativas tomadas são do conhecimento e estão concertadas com a APA, estando em preparação um protocolo entre esta entidade e o Município, no sentido de definir as ações concretas a desenvolver legitimando, por sua vez, o Município na contratação e gestão do projeto de intervenção para o local.

O Município defende a reposição da legalidade, comprometendo-se a respeitar os direitos de todos, reconhecendo, desde logo, a importância daquele núcleo de ponto de vista da economia local e dinamização turística do Município e de Apúlia em particular.

Nos últimos dias foram recebidos todos os proprietários dos restaurantes, a quem foi explicada a posição e intenção do Município.

O Município pretende desenvolver uma solução que salvaguarde ainda outras realidades existentes, mais concretamente o núcleo piscatório de Cedovém, a análise da situação das famílias que aí residem, assim como observar o valor arquitetónico que algumas edificações possam ter.

O Município empenhar-se-á, ainda, para que este seja um processo participado por todos os interessados, conduzido com total espírito de colaboração e transparência na defesa dos interesses da população e do Município em geral.

FOLKLOURES’18: QUE GRANDE ESPETÁCULO!

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18 – É JÁ NO PRÓXIMO DOMINGO, 7 DE JULHO, EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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ESTUDANTES DE ESPOSENDE CAMINHAM A S. LOURENÇO

Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira fez caminhada a S. Lourenço

Decorreu no dia 13 de junho, a “XXVI Marcha de Montanha " organizada pelo Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira e que contou com a participação de mais de 300 alunos da Escola Básica António Correia de Oliveira e da Escola Básica de Apúlia.

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Destinada a todos os alunos do 6.º ano e envolvendo o corpo docente, assistentes operacionais e familiares dos alunos, é uma iniciativa que remonta a 1992, quando um grupo de estagiários de Educação Física da Escola António Correia de Oliveira lançou o repto que se mantém, de forma ininterrupta, até aos nossos dias. A Marcha de Montanha é uma atividade que pretende promover a defesa do meio ambiente e a divulgação do património cultural, bem como desenvolver a responsabilidade pessoal e social.

Realiza-se em percursos naturais, durante os quais os participantes terão de realizar um trajeto entre a E.B. António Correia e o Castro de S. Lourenço assinalado num mapa, descobrindo e identificando alguns postos (locais) de controlo. Tal como nas edições anteriores, a iniciativa do presente ano contou o apoio do Município de Esposende, através da equipa do Centro Interpretativo de S. Lourenço e da disponibilização de um conjunto de oficinas, que proporcionaram verdadeiros momentos de experimentação e experienciação, com o objetivo de dinamizar o Castro de S. Lourenço através da educação patrimonial.

ALUNOS DA APÚLIA APRENDEM A POUPAR

Escola do Facho (Apúlia) vence concurso “No Poupar Está o Ganho”

A Escola Básica do Facho (Apúlia) venceu o primeiro prémio do concurso nacional do Projeto de Educação Financeira “No Poupar Está o Ganho”, na categoria do 1º Ciclo do Ensino Básico, instituído pela Fundação Dr. António Cupertino de Miranda. O prémio foi entregue pela ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques. que, nesta oitava edição, contou com 70 candidaturas.

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O Projeto de Educação Financeira "No Poupar Está o Ganho" visa elevar a literacia económica, revestindo-se de profundo alcance social, contribuindo para melhorar os comportamentos no uso do dinheiro e no combate à exclusão social.

Atendendo a que o tema da Educação Financeira nas escolas é essencial para ensinar as crianças sobre o uso do dinheiro e de respeitarem e o respeito por um orçamento, o Município de Esposende aderiu, no presente ano letivo, à implementação do Projeto “No Poupar Está o Ganho”, abrangendo alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, em articulação com os Agrupamentos de Escolas António Correia de Oliveira e António Rodrigues Sampaio.

Nesta oitava edição, chegaram à final 29 projetos, entre as 70 candidaturas que representaram 34 municípios. Na sessão de encerramento, a ministra destacou que a “educação financeira não conta para a nota, mas conta para a vida” e convidou os municípios das turmas vencedoras a apoiarem estas na deslocação a Lisboa para apresentarem e debaterem, numa “Reunião de Conselho de Ministros”, as suas propostas para o Orçamento de Estado.

O Projeto tem como objetivo promover a literacia financeira junto dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico e integra-se no Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Cávado (PIICIE), da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado), aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020.

Este ano letivo está a ser implementado, neste concelho, em 8 turmas do 1º Ciclo do Ensino Básico, sendo dinamizado pelos professores titulares de turma, com o apoio e a monitorização técnica do Serviço de Educação da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, que disponibiliza uma plataforma e-learning com vários vídeos de formação sobre os diferentes temas a abordar e exemplos práticos sobre a abordagem em contexto de sala de aula.

A Escola Básica do Facho venceu na categoria de 1º ciclo de ensino básico, com o projeto “No poupar está o ganho, literatura financeira”.