Antropóloga Clara Saraiva apresenta comunicação sobre práticas religiosas e rituais da Guiné Bissau
No próximo dia 22 de março, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, tem lugar a quarta conferência do Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, iniciativa do Centro de Estudos Regionais. Clara Saraiva apresenta a comunicação “Panos, oferendas e deuses: práticas religiosas e rituais da Guiné Bissau”.
Clara Saraiva é investigadora do Centro de Estudos Comparatistas (CEC), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e colaboradora do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA-FCSH). Foi também professora convidada na Brown University (EUA) e na University of California-Berkeley (EUA). Especializada na área de Antropologia da Religião e do Ritual, tem pesquisa sobre as conceções da morte e os rituais funerários em diversos contextos culturais. Dirigiu o projeto “A invisibilidade da morte entre as populações migrantes em Portugal” (FCT). Desde 2004 trabalha sobre transnacionalismo religioso e a expansão das religiões afro-brasileiras em Portugal, com trabalho de campo em Portugal e no Brasil. Tem várias publicações em revistas nacionais e estrangeiras sobre a temática da morte, migrações, religiões e terapias transnacionais. É presidente da Associação Portuguesa de Antropologia (APA), Vice-Presidente do SIEF (International Society for Ethnology and Folklore) e membro da Ethics Task Force of the World Council of Anthropological Associations (WCAA).
O Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, integrado no plano de atividades do Centro de Estudos Regionais, é uma iniciativa aberta a todos os interessados.
Antropóloga Clara Saraiva apresenta comunicação sobre práticas religiosas e rituais da Guiné Bissau
No próximo dia 22 de março, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, tem lugar aquarta conferência do Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, iniciativa do Centro de Estudos Regionais. Clara Saraiva apresenta a comunicação “Panos, oferendas e deuses: práticas religiosas e rituais da Guiné Bissau”.
Clara Saraiva é investigadora do Centro de Estudos Comparatistas (CEC), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e colaboradora do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA-FCSH). Foi também professora convidada na Brown University (EUA) e na UniversityofCalifornia-Berkeley (EUA). Especializada na área de Antropologia da Religião e do Ritual, tem pesquisa sobre as conceções da morte e os rituais funerários em diversos contextos culturais. Dirigiu o projeto“A invisibilidade da morte entre as populações migrantes em Portugal” (FCT). Desde 2004 trabalha sobre transnacionalismo religioso e a expansão das religiões afro-brasileiras em Portugal, com trabalho de campo em Portugal e no Brasil.Tem várias publicações em revistas nacionais e estrangeiras sobre a temática da morte, migrações, religiões e terapias transnacionais. É presidente da Associação Portuguesa de Antropologia (APA), Vice-Presidente do SIEF (InternationalSociety for EthnologyandFolklore) e membro da EthicsTask Force oftheWorldCouncilofAnthropologicalAssociations (WCAA).
O Ciclo de Estudos “Crenças religiosas e mudanças culturais”, integrado no plano de atividades do Centro de Estudos Regionais, é uma iniciativa aberta a todos os interessados.
Terras e Gentes de Monte Longo revisitadas em novo livro
No próximo dia 23 de Janeiro (sexta-feira), o investigador na área da antropologia e arqueologia, Manuel Ribeiro João, apresenta às 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, o livro Terras e Gentes de Monte Longo, Fafe (Portugal).
A obra com chancela da Editora CONVERSO, conta com prefácio de Daniel Bastos, historiador que fará a apresentação do livro.
Resultado do seu percurso académico durante a década de 2000 na Universidade de Santiago de Compostela, o livro assinado por Manuel Ribeiro João, empregado bancário durante vários anos no concelho de Fafe, incide sobre as origens do atual território local, que no decurso do processo de romanização foi alcunhado de Mons Longus (Monte Longo). Indagando as origens do concelho através do recurso à história oral, às inquirições medievais e às memórias paroquiais setecentistas, o antropólogo revisita a riqueza etnográfica, paisagística, arqueológica e cultural de Fafe.
Segundo Daniel Bastos, investigador de História Local, conquanto o autor se tenha debruçado sobre “uma temática que mereceu já a análise e estudo de vários investigadores, Manuel Ribeiro João aproveita o ensejo desta nova incursão historiográfica sobre as origens do território municipal para aprofundar a problemática do significado e as etapas do ancestral concelho de Monte Longo”.