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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GUIMARÃES HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES

Caldas das Taipas inaugurou memorial em homenagem aos antigos combatentes. A Cerimónia decorreu este sábado e contou com a presença da Secretária de Estado do Antigo Combatente, Catarina Sarmento e Castro, do Presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, do Presidente da Liga dos Combatentes, Chito Rodrigues e do Presidente da Junta de Caldelas, Luís Soares.

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A proposta de construção do memorial aos combatentes foi uma iniciativa de um grupo de antigos combatentes de Caldas das Taipas (Luís Miguel Rodrigues, José Oliveira, Cirilo Silva), concretizada pela Junta de Freguesia de Caldelas - Caldas das Taipas.

Fonte: Município de Guimarães

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MONUMENTOS AOS COMBATENTES DA GUERRA DO ULTRAMAR NAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso do mês de fevereiro assinalam-se os 60 anos do início da Guerra do Ultramar (1961-1974), um período de confrontos bélicos entre as Forças Armadas Portuguesas e os Movimentos de Libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, que constitui um dos acontecimentos mais marcantes da história nacional e africana de expressão portuguesa do séc. XX.

Um conflito bélico dramático, trágico e traumatizante para mais de um milhão de portugueses, que prestaram serviço militar nas três frentes de combate, onde tombaram cerca de 8.300 soldados, assim como para as populações angolanas, guineenses e moçambicanas, cujo número total de vítimas, entre guerrilheiros e civis, terá sido superior a 100 mil mortos.

A densidade vivencial e o impacto da também conhecida como Guerra Colonial na sociedade portuguesa têm sustentado ao longo das últimas décadas a inauguração no território nacional de inúmeros monumentos de homenagem aos militares mortos, e que rondam já cerca de três centenas.

No cômputo da lista de monumentos alusivos aos Combatentes da Guerra do Ultramar, que se encontram assinalados pela Liga dos Combatentes (LC) no livro “Monumentos Aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar”, grande parte deles construídos no séc. XXI, e que segundo o tenente-general Chito Rodrigues, Presidente da LC, são “a expressão de um sentimento profundo nacional acerca do que foi a guerra colonial e dos sacrifícios que o povo português fez nesse conflito", destaca-se ainda a existência de quatro monumentos construídos no seio das comunidades portugueses no Canadá e nos Estados Unidos.

No Canadá, onde se estima que na atualidade vivam mais de meio milhão de luso-canadianos, o primeiro monumento a ser erigido em memória dos combatentes que tombaram na guerra do Ultramar foi inaugurado em 2009, na cidade de Winnipeg, capital da província de Manitoba.

Projetado pelo arquiteto português Varandas dos Santos, o memorial impulsionando pela Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra de Manitoba e Núcleo da Liga dos Combatentes de Portugal em Winnipeg, e concretizado com o apoio da Província de Manitoba, da Liga dos Combatentes, da Comunidade Luso-Canadiana, da Associação Portuguesa de Manitoba e da Chapel Lawn Memorial Gardens, invoca os militares do passado, presente e futuro.

Em 2012, a cidade de Oakville, junto a Toronto, capital da província de Ontário onde se estima que vivam mais de 20 mil antigos combatentes da Guerra do Ultramar, assistiu à inauguração, no cemitério Glen Oak Memorial Garden, de uma estátua em homenagem aos militares portugueses e canadianos mortos em situações de guerra.

O monumento, concebido em conjunto pelo arquiteto Varandas dos Santos e pelo comendador José Mário Coelho, e impelido pela Associação dos Ex-combatentes do Ultramar Português no Ontário, foi instalado no talhão denominado “Nossa Senhora de Fátima”. O monumento, que contou com apoios financeiros da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e da Liga de Combatentes de Portugal, sobressai pela existência de vários elementos, dos quais se destacam uma Cruz de Cristo e um capacete de um soldado, tendo ainda a inscrição: “Sacrificados em vida, respeitados na morte”.

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O historiador Daniel Bastos (dir), com um percurso alicerçado no seio das Comunidades Portuguesas, visitou em 2019 o monumento de homenagem aos antigos combatentes da Guerra do Ultramar na cidade de Oakville, junto a Toronto, na companhia do ex-combatente e Presidente da Assembleia Geral da Associação Cultural 25 de Abril em Toronto, Artur Jesus (esq.)

 

Também no território canadiano, designadamente em Laval, cidade da província do Quebeque, região onde o número total de portugueses e lusodescendentes deverá ser superior a 60.000 pessoas, foi inaugurado, no dia 1 de Novembro de 2014, o Monumento aos Combatentes Portugueses. Erigido num espaço fornecido pela Associação Portuguesa de Laval, e impulsionado pelo Núcleo do Quebeque da Liga dos Combatentes, antiga Associação Ex-Combatentes do Ultramar (Angola, Guiné e Moçambique) do Quebeque, o monumento invoca singelamente a memória dos militares caídos no cumprimento do dever.

Ainda na América do Norte, mas já nos Estados Unidos, mais concretamente em Lowell, cidade do condado de Middlesex em Massachusetts, estado que alberga uma grande comunidade luso-americana de origem açoriana, foi inaugurado em 2000 um monumento em memória dos falecidos e ex-combatentes do ultramar português e dos participantes da Revolução de 25 de Abril de 1974. Impulsionado pela numerosa comunidade luso-americana, com especial destaque para Dimas Espínola, uma referência no mundo comunitário luso de Lowell, o monumento teve o apoio resoluto, entre outros, do Portuguese American Center, do Portuguese American Civic League e da Associação de Veteranos de Lowell.

Disseminados pelo território nacional e pelas comunidades portuguesas no mundo, mormente na América do Norte, os Monumentos aos Combatentes da Guerra do Ultramar, observam um dever de memória, pois como relembra o ensaísta francês Joseph Joubert “A memória é o espelho onde observamos os ausentes”.

VILA NOVA DE FAMALICÃO: VERMOIM HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES

Em dia de aniversário Vermoim reconheceu os seus heróis

Foi com uma homenagem aos seus antigos combatentes que Vermoim assinalou no passado domingo, dia 28 de junho, o Dia da Freguesia, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

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A freguesia aproveitou a comemoração da efeméride para inaugurar o novo Largo dos Combatentes, prestando assim uma homenagem àqueles que “no seu tempo lutaram por algo que não pediram e ofereceram a cada um de nós um recomeço com a liberdade e com um sonho de esperança numa nova comunidade”, referiu a propósito o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Carvalho, que também não esqueceu os “heróis” dos tempos atuais.

“No passado, no presente e no futuro, o importante é que a comunidade se una em torno da valorização dos valores humanos. Esta tem de ser uma hora de solidariedade e nos últimos tempos temos assistido a comportamentos exemplares de cidadania no seio da nossa comunidade”, referiu o autarca de freguesia, que elogiou ainda o “enorme pacote de apoios” lançado pela Câmara Municipal para reduzir o impacto provocado pela pandemia da Covid-19 na vida dos famalicenses.

Paulo Cunha felicitou a comunidade de Vermoim por mais um aniversário e apesar do “tempo de provações e desafios” mostrou-se otimista quando ao futuro.

“Em múltiplas circunstâncias já mostramos que sabemos vencer as dificuldades e lidar com as contingências. Sou otimista pelo que conheço do território, porque sei o que foi feito num passado recente que me dá garantias que isso vai voltar a acontecer no presente e no futuro”, referiu.

O autarca garantiu ainda que não haverá cedências nos compromissos assumidos com os famalicenses: “Teremos condições para dar continuidade aos nossos projetos e não haverá nenhum retrocesso nos planos sociais e económicos. Aquilo que estava planeado poderá ser executado porque vivemos num território que converge no mesmo sentido”, disse.

MUNICÍPIO DE LOURES HOMENAGEIA LIMIANO ANTÓNIO DA SILVA CAPELA - COMBATENTE NO ULTRAMAR ESTÁ CONSAGRADO NA TOPONOMIA

Guiné 61/74 - P18334: (De)Caras (104): Onde fica a Rua António da Silva Capela?... Fica em Lousa, Loures... Quem foi? Um herói limiano, esquecido na sua terra natal, Ponte de Lima (Mário Leitão / Adelino Silva)

Localização da Rua António da Silva Capela, Lousa, Loures. Fonte: © Google (2018)  (com a devida vénia...)

Freguesia: Lousa

Concelho: Loures

Distrito: Lisboa

GPS: 38.867017, -9.213068

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  1. Como chegar à Rua António da Silva Capela, em Lousa, Loures ?  O portal Moovitapp dá-te uma ajuda...

E sabes quem foi o António da Silva Capela? Não sabes, como ninguém sabe... tanto em Loures (onde está sepultado) como em Ponte de Lima (onde nasceu)... Ninguém sabe, nem está sequer interessado em saber... Para ter nome de rua, é alguém que já morreu...

É verdade, é alguém que já morreu. Um jovem minhoto, que morreu em combate, numa guerra já esquecida, e que ninguém quer lembrar: guerra do ultramar, para uns, guerra colonial, para outros... Em suma, um camarada nosso cuja memória temos a obrigação de honrar...

Foi homenageado em 1971, dois anos depois da sua morte, com um nome de rua no município onde foi sepultado (e onde deveria residir ao tempo em que fora chamado a prestar o serviço militar obrigatório)... Era então presidente da câmara municipal de Loures (1970-1974) um tal Luís Filipe da Cunha de Noronha Demony (nascido em Moçambique, em 1928)... Estávamos no "tempo do fascismo", dirão alguns…

Hoje já ninguém se lembra dessa simples homenagem do município de Loures ao soldado limiano... Felizmente, há quem se recuse em deixar este nosso camarada, morto em combate na Guiné, no setor de Bula, em 18 de outubro de 1969, ficar "sepultado na vala comum do esquecimento"... Conterrâneos seus como Mário Leitão, nosso grã-tabanqueiro, ou o jornalista Adelino da Silva, fazem questão de resgatar a sua memória.

Sobre o herói limiano António da Silva Capela (Cabaços,. Ponte de Lima), escreveu o  nosso Mário Leitão:

(...) "Soldado Atirador 72441868. Este jovem deixou-nos algumas das mais lancinantes e emotivas imagens que se conhecem de toda a filmografia da Guerra do Ultramar, divulgadas pelo Institut National de l’Audiovisuel francês (...) Trata-se de um filme chocante sobre a agonia de António Capela, nascido em Cabaços no dia 25 de Outubro de 1947 e recenseado em Loures, onde está sepultado no Cemitério da Lousa. Foi mobilizado para a Guiné pelo Regimento de Cavalaria 7, extinto em 1975, como membro da Companhia de Cavalaria 2487, pertencente ao Batalhão de Cavalaria 2868, que embarcou no dia 23/02/1969 e regressou a 30/12/1970. Era filho de Gabriel dos Santos Capela e de Rosa Araújo da Silva." (...)

Adelino da Silva, por sua vez, escreveu, em 18 de julho de 2016, no portal "Vale Mais" um vibrante e brilhante artigo de opinião ("As lavadeiras do rio Lima e a guerra colonial") que merece ser conhecido dos amigos e camaradas da Guiné que aqui se sentam sob o poilão da Tabanca Grande.

  1. AS LAVADEIRAS DO RIO LIMA E A GUERRA COLONIAL

Opinião > Adelino Silva > Jornal Vale Mais, 18 Julho, 2016

[Texto e foto: reproduzidos com a devida vénia, ao autor e ao editor]

Estávamos em 18 de outubro de 1969, era um sábado de outono, morno e soalheiro. Vivíamos no “Portugal Maior” — assim batizado por Norton de Matos, o nosso General —, aquele Portugal, real e utópico, cujos territórios se estendiam do Minho a Timor.

Na Guiné-Bissau — uma das parcelas desse “Portugal Maior” —, os jovens soldados portugueses combatiam, há alguns anos, contra uma guerrilha “invisível”, mas vivamente determinada em derrotar o exército colonial, com emboscadas ferozes e minas insidiosas.

Em Ponte de Lima, na centenária vila, as mães desses soldados — as airosas e risonhas “lavadeiras do Lima” —, engalanavam o pitoresco areal, ainda doirado e luminoso, com fulgentes estendais, em cenário policromático matizado por incontáveis peças de roupa.

Na Guiné, nas rústicas tabancas, circundadas por verdes matas gementes, as mães dos guerrilheiros pilavam arroz e milho, de forma ritmada e vagarosa, em mais um dia longo e sonolento.

Perto de Bula, nos bosques viridentes e adversos, um jovem limiano de Cabaços (António da Silva Capela), integrava como soldado atirador, uma patrulha da “Operação Ostra Amarga” (*), precisamente aquela que Spínola — o enigmático comandante-chefe —, escolheu, como palco improvisado, para promover mais um episódio de propaganda inútil, levando, para os “trilhos da morte”, uma equipa de repórteres franceses, ao serviço da rádio e da televisão ORTF e da revista Paris-Match.

“Ostra Amarga” viria a tornar-se, nesse dia, num doloroso e gélido malogro para as nossas tropas e num invulgar batismo de guerra para os jornalistas franceses.

Em “direto”, a cores e debaixo de “fogo cerrado”, aquela equipa de ousados repórteres registou, em película, num longo travelling dantesco, o clímax dramático e apocalítico, tingido de rostos de dor, horror e tragédia, de uma das operações de combate mais desumanas, alguma vez filmada nas frentes da guerra colonial e que viria a ser fatal para o jovem limiano.

As imagens ácidas, cortantes e pungentes, resultantes de mais uma emboscada impiedosa, correram mundo; a televisão francesa emitiu-as em 11/11/1969; e a revista “Paris Match” publicou, em 15/11/1969, uma reportagem, sob o título, “Guiné: a estranha guerra dos Portugueses”.

UM POVO QUE LAVA NO RIO E A ESTRANHA GUERRA DA GUINÉ

Mas, para mostrar o contraste, entre essa “estranha guerra dos Portugueses” (a cores) e o “Portugal real” (a “preto e branco”), o realizador francês, um génio criativo sabedor da força da tessitura da cor e do poema “povo que lavas no rio”, de Pedro Homem de Mello (PHM), inseriu, no meio do caos cénico, alguns fotogramas pincelados de beleza extrema, onde brota o gracioso areal limiano, esmaltado por infindas peças de roupa a flutuar ao vento, em suaves bailados coreográficos, e vigiadas, com denodo, por duas mãos cheias de generosas mulheres — as míticas “lavadeiras do Lima#.

[Vd. INA.fr., vídeo  "Guerre en Guinée",  minuto 8, 47º segundo...]

São imagens expressivas, a “preto e branco”, onde sobressai o quotidiano simples dessas “mulheres-lavadeiras”, que o atento realizador francês, utilizando o efeito catalisador da arte cinematográfica, exibiu ao mundo, simbolicamente, como sendo as “mães de Portugal”, que sustentavam a “estranha guerra” da Guiné, com a seiva mais valiosa da juventude.

Hoje, na sempre vetusta e renovada vila, as “mães de Portugal” — as “lavadeiras do Lima” — deixaram de ser a imagem icónica do “povo que lava no rio” e, no pictórico areal do Lima, os lençóis de alvura reluzente já não tremulam, em animada sinfonia visual, com a pureza das brisas que passam. Na Guiné, as mães dos antigos guerrilheiros, continuam a viver nas tabancas, envolvidas por cortinados de paisagens de ruínas e de silêncio, e a pilar arroz e milho, em tardes sempre quentes e intermináveis.

Em 31/10/1971, António Capela foi homenageado com o nome de uma rua em Loures (onde se encontra sepultado), evento noticiado com grande brilho, em 15/11/1971, no jornal “Mirante”.

Mães que lavam no rio ou que pilam arroz nas tabancas, jovens soldados ou guerrilheiros que combatem ou morrem em “estranhas guerras”, são os laços traumáticos que unem dois povos, num véu de mágoa e de mistério, e que só serão suavizados pelas teias do tempo que passa. O resto, já o havia escrito, de forma sublime, PHM [Pedro Homem de Melo, 1904-1984], o tal poeta esquecido: “Pode haver quem te defenda; Quem compre o teu chão sagrado; Mas a tua vida não”.(**)

Notas do editor:

(*) Vd. poste de 19 de fevereiro de 2018 >  Guiné 61/74 - P18333: O nosso blogue como fonte de informação e conhecimento (49): Quem são os camaradas da CCAV 2487 / BCAV 2862 (Bula, 1969/70), que assistiram aos últimos minutos de vida do trágico herói limiano António da Silva Capela (1947-1969), uma das vítimas mortais da emboscada, em 18/10/1969, no último dia da Op Ostra Amarga ? Estou a fazer a biografia deste filho de Ponte de Lima, que não pode ficar sepultado na vala comum do esquecimento na sua terra natal... (Mário Leitão)

(**)  Último poste da série > 10 de janeiro de 2018 > Guiné 61/74 - P18197: (De)Caras (103): Patrício Ribeiro, "pai dos tugas" ou o "último improvável herói tuga" na Guiné-Bissau?... Recordando o seu ato de heroísmo e altruísmo em Varela, em 1998, ao "pôr a salvo", na fragata Vasco da Gama, um grupo de portugueses e outros estrangeiros... 18 milhas / c. 33 km pelo mar dentro, numa canoa nhominca...

Fonte: https://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/

VIANA DO CASTELO RECEBE ENCONTRO DE ANTIGOS COMBATENTES DO ULTRAMAR

Almoço Convívio e Comemoração do 52.º Aniversário do Regresso da Companhia de Caçadores 816

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«JUSTIÇA E LUTA» - «SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS». Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné,

em Bissorã, Olossato e Mansoa

no período de 26 de Maio de 1965 a 8 de Fevereiro de 1967

Informação de Armando Santos

DATA DA REALIZAÇÃO DO EVENTO: 11 de Maio de 2019

HORA DE INICIO: Concentração às 10H00 na Igreja da Nossa Senhora da Agonia, Viana do Castelo

LOCAL DO EVENTO: Igreja da Nossa Senhora da Agonia, Viana do Castelo

DISTRITO DO EVENTO: Viala do Castelo

INSCRIÇÃO (TELEFONE, E-MAIL OU OUTRO CONTACTO): Telefone: 965060090

NOME DO RESPONSÁVEL PELO EVENTO: Armando Santos

TEXTO DO EVENTO: 25.º Almoço de Confraternização e Comemoração do 50.º Aniversário da Partida do Batalhão de Artilharia 2865 (CCS, CArt2476, CArt2477 e CArt2478) «BRAVOS E SEMPRE LEAIS». Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné, em Catió, Cufar, Cabedú e Gadamel, no período de 11 de Fevereiro de 1969 a 23 de Dezembro de 1970

Fonte: http://ultramar.terraweb.biz/

VIEIRA DO MINHO HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DO CONCELHO

A Câmara Municipal de Vieira do Minho do leva a efeito as Comemorações do Dia do Município, a realizar quinta-feira, dia 15 de novembro, de acordo com o seguinte programa:

9h30 – Hastear das Bandeiras;

09h45– Homenagem aos Fundadores do Concelho;

10h00 – Homenagem aos combatentes com a presença de uma força militar do RC6 – Braga

10h15 – Sessão Solene no Auditório Municipal com as intervenções da Presidente da Assembleia Municipal, Drª Neli Pereira, do Presidente da Câmara Municipal, Eng.º António Cardoso e do Tenente – General Chito Rodrigues (alusiva ao fim da 1ª Guerra Mundial);

11h00 -  Entrega da Bandeira Escola Empreendedora “ Ter ideias para Mudar o Mundo” ao Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo”;

11h30 – Visita à exposição alusiva à 1ª Guerra Mundial – Casa de Lamas

FAMALICÃO HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES

Brufe lembrou ex-combatentes no Dia da Freguesia

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão participou este domingo, 11 de novembro, nas comemorações do Dia da Freguesia de Brufe, que ficaram marcadas pela homenagem da comunidade brufense aos ex-combatentes da freguesia.

Homenagem aos ex-combatentes em Brufe

Depois da Eucaristia presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, celebrativa do Armistício da I Guerra Mundial e em honra do padroeiro da freguesia – São Martinho -, o edil famalicense aproveitou a ocasião para reforçar a necessidade do respeito pela diferença e a importância de se cultivar “a capacidade de compreensão e de promover compromissos”, de forma a evitar todo o tipo de conflitos.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Brufe, Carlos Gomes, sublinhou que o ex-combatentes “são merecedores de todo o respeito”, pela forma “honrosa” como lutaram por Portugal.

Refira-se ainda que a homenagem deste domingo contou também com a participação de um pelotão militar do quartel do exército da Póvoa de Varzim e do Regimento de Cavalaria de Braga – RC6.

CABECEIRAS DE BASTO HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES DO ULTRAMAR

Distinguidos 39 ex-Combatentes Cabeceirenses em 5º Encontro. Presidente da República fez-se representar pelo Tenente Coronel Pedro Cruz da Casa Militar

Centenas de pessoas participaram ontem, dia 21 de outubro, no V Encontro de ex-Combatentes, onde foram entregues medalhas a 39 ex-combatentes de Cabeceiras de Basto.

Distinguidos 39 ex-Combatentes Cabeceirenses em 5.º Encontro (1)

Na cerimónia que decorreu na Casa do Tempo marcaram presença os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, Francisco Alves e Eng. Joaquim Barreto, respetivamente, os vereadores Dr. Mário Machado, Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa, o Comandante do RC6 de Braga, Coronel José Talambas, o presidente Liga dos Combatentes – Núcleo de Braga, Coronel Amado Vareta. De salientar que o Presidente da República se fez representar nesta cerimónia pelo Tenente Coronel Pedro Cruz da Casa Militar.

Neste V Encontro de ex-Combatentes estiveram também presentes ex-militares e seus familiares, entre outros convidados e público em geral.

O encontro anual promovido pelo Núcleo de ex-Combatentes Cabeceirenses em colaboração com o Regimento de Cavalaria nº6 (RC6) de Braga contou com a realização de uma missa na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, celebrada pelo capelão do RC6 de Braga, seguida da cerimónia de entrega de medalhas de campanha a 39 ex-combatentes. No final, decorreu o cerimonial de deposição de coroas de flores junto ao Monumento aos Combatentes, na Rotunda dos Combatentes em Cabeceiras de Basto.

Nas suas palavras, o presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, depois de felicitar a organização do evento, disse que esta iniciativa “é o perpetuar do esforço de todos aqueles que lutaram pela Pátria”, sublinhando, ainda, que a presença em Cabeceiras de Basto do representante do Presidente da República é “um sinal de reconhecimento pelos ex-combatentes”.

Depois de saudar os presentes e de prestar a sua homenagem aos ex-combatentes, o Comandante de RC6 destacou que “Portugal é obra de soldados”.

Após o almoço, seguiu-se uma tarde de convívio com animação musical.

Distinguidos 39 ex-Combatentes Cabeceirenses em 5.º Encontro (2)

Distinguidos 39 ex-Combatentes Cabeceirenses em 5.º Encontro (3)

FAMALICÃO REQUALIFICA PRACETA DE RORIGO EM CALENDÁRIO E HOMENAGEIA EX-COMBATENTES

Inauguração este sábado, às 18h30, com a presença do edil famalicense

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, inaugura este sábado, dia 20 de outubro, pelas 18h30, as obras de requalificação da Praceta de Rorigo, na freguesia de Calendário, cerimónia na qual será também inaugurado um momento de homenagem aos ex-combatentes.

A obra amanhã inaugurada surge da vontade da Junta de Freguesia de Calendário e da comunidade local de recordar aqueles que serviram Portugal no período da Guerra Colonial.