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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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OS ANIMAIS SÃO NOSSOS AMIGOS – MAS A CONSTRUÇÃO DE ECODUTOS NÃO RENDE VOTOS!

A construção de ecodutos serve a segurança rodoviária e a protecção da vida selvagem

A construção de auto-estradas e outras vias rodoviárias um pouco por todo o país, atravessando frequentemente áreas florestais e de parques naturais, não tem registado qualquer preocupação com a preservação da vida selvagem nem da segurança rodoviária.

A construção de estradas representa frequentemente o isolamento das espécies, a restrição de acessos a recursos naturais que garantam a sua subsistência como água e alimentos, à destruição de refúgios, a limitações à sua capacidade de reprodução pela dificuldade de encontrar parceiros, submetendo-os ao mesmo tempo à poluição sonora e atmosférica, à fragmentação e destruição de habitats naturais e à sua mortalidade.

Impedidos de circular livremente no seu próprio habitat, muitos animais atravessam as estradas arriscando quase sempre a sua vida e, não raras as vezes, causando sérios riscos de segurança aos automobilistas que circulam nessas estradas.

O Minho é uma das regiões particularmente sensíveis visto a enorme riqueza florestal e faunística. Importa, pois, que se construam ecodutos para o atravessamento das grandes vias rodoviárias ou seja, passagens subterrâneas e superiores para que os animais possam atravessar em segurança e, ao mesmo tempo, zelar pela segurança rodoviária.

A protecção da vida animal não pode continuar a ser utilizada como um pretexto para angariação de votos mas para a defesa efectiva da natureza e da vida selvagem.

MUNICÍPIO DE BRAGA ESTERILIZOU 876 GATOS E 150 CÃES NOS ÚLTIMOS 3 ANOS

Integrada no Plano Estratégico para o Bem-Estar Animal, que visa a melhoria das condições de bem-estar animal em diversos eixos de intervenção, o Município de Braga está na linha da frente, no que diz respeito à esterilização de animais.

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Neste desígnio, foram estabelecidos protocolos com associações de protecção animal do Concelho (Abandoned Pets, a Associação para a Protecção de Animais Errantes de Braga (APPANIBRAG) e a Bragatos), para a implementação do programa CED (Captura, Esterilização e Devolução) de gatos de rua, resultando, desde 2018, na esterilização de 620 gatos errantes, dos quais, 173 gatos e 447 gatas, capturados em todo o território do Concelho de Braga. Estima-se que o trabalho desenvolvido tenha permitido o controlo de cerca de 1400 ninhadas e o nascimento de mais de 7000 crias.

No decorrer do processo de esterilização, todos os animais são simultaneamente identificados electronicamente, desparasitados, vacinados e registados na base de dados SIAC. Posteriormente são devolvidos ao local de origem ou encaminhados para a adopção.

Outra dimensão do projecto CED, é dar resposta às questões de limpeza nas colónias, tendo, por isso, o Município implementado alguns abrigos para gatos. Esta medida proporciona melhores condições para os animais e facilita a limpeza dos pontos de alimentação, evitando assim a proliferação de pragas, não colocando em causa a saúde pública e a segurança das pessoas.

Ainda no ano de 2020, foi lançado um programa extraordinário de apoio à esterilização de animais de companhia para detentores ou associações que representou um acréscimo de 406 esterilizações em 256 felídeos e também 150 canídeos. O programa que decorreu entre os meses de Julho a Novembro, pressuponha um reembolso financeiro aos detentores de animais que realizassem as esterilizações neste período.

O Município de Braga está dedicado não só a promover políticas de controlo da população animal, mas também o desenvolvimento de campanhas activas de adopção de medidas para o controlo da população animal existente no Concelho. Além de promover a esterilização de todos os animais abandonados, outro objectivo importante é o de sensibilizar os detentores de animais acerca da importância da esterilização, aumentando-lhes a saúde e a esperança média de vida, permitindo ainda diminuir o número de ninhadas, combatendo o abandono e sobrepopulação animal.

QUEM NÃO QUER SER LOBO NÃO LHE VISTA A PELE!

É frequente ouvirmos que o lobo ibérico é uma espécie animal em vias de extinção. Na realidade, é muito provável que ainda sobrevivam algumas espécimes deste animal na nossa região… a dificuldade de coexistência com o ser humano ditou o seu quase desaparecimento. Aliás, à semelhança da cabra geresã que já foi extinta nos começos do século XX em virtude das caçadas e do urso em relação ao qual apenas restam alguns exemplares nas serranias das Astúrias.

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A relação do Homem com o lobo nunca foi pacífica e deu origem a inúmeras lendas nas quais o lobo aparece quase sempre associado a uma personagem demoníaca, sugerindo algo mais relacionado com ancestrais ritos pagãos. Quanto à sua identificação como “ibérico”, surge para mim que sou leigo nessas matérias como uma novidade – com tal designação apenas conhecia o porco de Barrancos!

Sucede que outrora os povos possuíam enormes rebanhos comunitários que apascentavam nos montes, devorando praticamente tudo quanto aí nascia. Porém, em meados do século passado, o regime do Estado Novo adoptou uma nova política florestal, incrementando a plantação de pinho bravo com vista nomeadamente à obtenção de madeira e resina, esta fundamental para a produção de colas e tintas. Ainda não tinham inventado as sintéticas…e, com o seu aparecimento, extinguiu-se praticamente o ofício de resineiro e a floresta ficou mais inflamável!

Grande parte dos baldios transitaram para a tutela governamental e muitas pessoas foram contratadas pelos serviços florestais para proceder à plantação de pinheiros. Mas, havia que proceder à sua protecção a fim de que os rebanhos caprinos não os devastassem. E, eis que as florestas passaram a ser povoadas por uma nova espécie de “lobo”, quais cães tresmalhados que, ainda não habituados a sobreviver no novo habitat, desciam aos povoados, cercavam as habitações, fustigavam os animais domésticos e até atacavam os pobres camponeses. E, todo esse corportamento dos cães lançados ao monte veio contribuir ainda mais para a má-fama de um animal que é actualmente denominado por “lobo ibérico”… mas, é caso para dizer, quem não quer ser lobo não lhe vista a pele!

CELORICO DE BASTO INAUGURA CENTRO DE RECOLHA OFICIAL DE ANIMAIS DE COMPANHIA

Espaço moderno e com todas as condições para acolher animais errantes/vadios

“Este centro de recolha oficial de animais de companhia de Celorico de Basto é um espaço com todas as condições para o acolhimento, promoção do bem-estar e adoção dos animais de companhia. Ao mesmo tempo, assegura a segurança e tranquilidade das populações, um importante passo em termos de saúde pública, numa interligação próxima entre os serviços e a população, reforçando também, a promoção e sensibilização para o respeito dos direitos dos animais” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

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De facto, este é um serviço complementar à inerente missão das populações que devem cuidar devidamente dos seus animais dando-lhes os cuidados devidos, salvaguardando os seus direitos. Importa observar que todos os animais recolhidos pelo CRO são devidamente tratados, higienizados e registados ficando, dentro do prazo definido na lei, disponíveis para adoção.

Este CRO irá funcionar numa primeira fase para a recolha e proteção dos animais, com zonas de exercício e sociabilização e área de tosquia e higienização, e prevê-se, a curto prazo, a instalação de equipamentos para a prestação de outros serviços como um bloco cirúrgico para esterilização de cães e gatos e sala de enfermagem independente para tratamento e acompanhamento clínico dos animais alojados.

Esta obra decorreu de um parecer favorável da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e foi adjudicada no valor de 101 161,10€. Contou com um apoio de 43 782,24€, financiado pelo Orçamento de Estado, através de um contrato-programa assinado entre o Município de Celorico de Basto, a Direção-Geral das Autarquias Locais e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

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MUNICÍPIO DE BARCELOS CRIA DOIS NOVOS ABRIGOS PARA CONTROLAR COLÓNIAS DE GATOS

São dois os novos abrigos criados para acolher os gatos abandonados no concelho de Barcelos, com o objetivo de controlar esta população e garantir o bem-estar animal. Esta medida, que facilita a captura dos gatos para esterilização e integra a política do Município de controlo das colónias de gatos existentes, faz parte do acordo de colaboração entre o Município de Barcelos e a Strettdogs – Associação de Proteção Animal.

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O acordo prevê que o Município de Barcelos cumpra os objetivos de aplicação de um programa de esterilização para animais errantes, de programas de captura, esterilização e devolução de gatos silvestres e assilvestrados aos locais de origem, vulgarmente designados por Programas CED (capturar, esterilizar e devolver), e, desta forma, controlar as colónias de gatos e reduzir a população felina silvestre, através de um método ético e eficaz.

Assim, ontem,o Município inaugurou dois novos abrigos para as colónias de gatos.

Cada colónia terá um conjunto de responsáveis, que irão zelar pela qualidade do bem-estar animal. O primeiro abrigo situa-se na Urbanização S.José, numa colónia com 10 gatos e tem como responsável os cuidadores Joana, André, Graça, Filomena e Ana; o segundo abrigo situa-se em Tamel S.Veríssimo, numa colónia com 15 gatos e tem como responsável a cuidadora Cândida, ambos voluntários na Streetdogs.

Estes abrigos situam-se em áreas devidamente especificadas e que não ponham em causa a salubridade, a saúde pública e a segurança de pessoas, animais e bens.

Com estes, são já quatro os abrigos colocados no nosso Concelho. O ano passado foram colocados dois (um na EMEC em Abade de Neiva e outro na Quinta do Aparício), num projeto piloto que se revelou um sucesso.

ARCOS DE VALDEVEZ DÁ A CONHECER O CAVALO GARRANO

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Oficina do Garrano na Porta do Mezio

Conheces o garrano?

Se alguma vez foste passear pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês já os deves ter visto. São cavalos muito robustos, dóceis e ágeis.

A Porta do Mezio vai proporcionar-te um maior contacto com o garrano, através da observação e experimentação do mesmo.

Esta atividade decorrerá no próximo domingo, dia 25 de Abril, das 11h00 às 12h00 e será gratuita.

Atividade desenvolvida no âmbito da candidatura “Estábulo do Garrano – Oficina Lúdico-Pedagógica”, aprovada pelo POSEUR - Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Para mais informações contactar a Porta do Mezio através do 258 510 100 ou portadomezio@ardal.pt

ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA OFICINA DO GARRANO

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Oficina do Garrano na Porta do Mezio

Conheces o garrano?

Se alguma vez foste passear pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês já os deves ter visto. São cavalos muito robustos, dóceis e ágeis.

A Porta do Mezio vai proporcionar-te um maior contacto com o garrano, através da observação e experimentação do mesmo.

Esta atividade decorrerá no próximo domingo, dia 18 de Abril, das 11h00 às 12h00 e será gratuita.

Atividade desenvolvida no âmbito da candidatura “Estábulo do Garrano – Oficina Lúdico-Pedagógica”, aprovada pelo POSEUR - Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Para mais informações contactar a Porta do Mezio através do 258 510 100 ou portadomezio@ardal.pt

ARCUENSES VÃO ALIMENTAR AS AVES!

Nesta atividade vamos ajudar as aves granívoras, como os chapins, os pardais ou os pintassilgos, em encontrar alimento.

Local: Porta do Mezio – Arcos de Valdevez

Data: 17 de Abril de 2021

Horário: 10h30 - 12h00

Público-alvo: crianças a partir dos 6 anos

Preço: Atividade gratuita na compra do bilhete de entrada na Porta do Mezio*
* 2€/pessoa (gratuito até aos 6 anos)

Para mais informações:

Email: portadomezio@ardal.pt

Telefone: 258 510 100

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CÂMARA MUNICIPAL DE VIZELA RETOMA CAMPANHA MUNICIPAL DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA A PARTIR DE 19 DE ABRIL

Ao longo dos últimos meses, e tendo em atenção a situação do surto epidémico, a Câmara Municipal implementou o Programa de Apoio Municipal  VIZELA COVID-19, um conjunto de medidas para assegurar o combate ao surto, o estímulo à recuperação económica e a proteção social, para ajudar quem mais precisa e para retomar, tão rapidamente quanto possível, o fulgor que caracteriza o concelho de Vizela, mas que apenas se tornaram possíveis pela abertura da sociedade civil e a respetiva colaboração em torno desta causa.

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Assim, e tendo em atenção a evolução da situação epidemiológica do Covid-19, a Câmara Municipal elaborou em janeiro um novo Plano de Contingência, definindo medidas preventivas, de acompanhamento e monitorização da situação evolutiva, divididas em três áreas de ação - medidas de saúde pública, medidas de mitigação económica e social e medidas de vacinação.

No seguimento deste Plano de Contingência, a Câmara Municipal de Vizela suspendeu a realização da Campanha da Vacinação Antirrábica e de Identificação Eletrónica Municipal, contudo, tendo em atenção a evolução da situação epidemiológica no nosso Concelho, assim como o Plano de Desconfinamento do Governo, a Câmara Municipal de Vizela retoma a Campanha da Vacinação Antirrábica e de Identificação Eletrónica Municipal, a partir do dia 19 de abril, salvaguardando, contudo, as medidas de precaução sanitárias obrigatórias relativas à COVID-19, a saber:

- É obrigatório fazer marcação antecipada, através da linha telefónica da Câmara Municipal de Vizela ou pedindo ajuda nas Juntas de Freguesia;

- É obrigatório o uso de máscara pelo detentor do animal;

- É obrigatória a desinfeção das mãos antes e depois da realização dos atos;

- É obrigatório manter o distanciamento social e a etiqueta respiratória.

- Os detentores dos animais devem fazer-se acompanhar de cartão de cidadão e dos documentos que possuam do animal.

O desrespeito por estas regras será motivo para não poder usufruir do serviço.

De destacar que a Vacinação Antirrábica e Identificação Eletrónica é agora efetuada no veículo de socorro móvel animal, inserido no programa Vizela ProAnimal, um plano integrado para este setor que a Câmara Municipal se encontra a desenvolver no sentido de estruturar, dinamizar e dignificar as políticas municipais relativas aos animais errantes.

O atendimento é efetuado individualmente no interior do novo veículo de socorro móvel animal, com condições físicas semelhantes a um consultório, melhorando substancialmente a qualidade no serviço.

Para enorme benefício dos munícipes, a periodicidade da campanha, que era anteriormente mensal, é agora semanal (1 vez por semana - 48 vezes/ano) no centro urbano (S. Miguel e S. João), e anteriormente anual, é agora mensal (1 vez por mês - 12 vezes/ano) nas restantes freguesias, nos dias e horas indicados no calendário em anexo.

Assim, o novo veículo apoia na Campanha Municipal de Vacinação Antirrábica e Identificação Eletrónica, através da deslocação às freguesias – 1 vez por mês (12 vezes/ano) e ao centro urbano – 1 vez por semana (48 vezes/ano).

O objetivo deste Executivo passa assim por colocar Vizela na primeira linha das autarquias no que toca às políticas municipais relativas aos animais errantes, em contraponto com o que acontecia até agora, em que se verificava uma total ausência de estratégia nesta matéria.

ASSOCIAÇÃO CIDADÃOS DE ESPOSENDE DENUNCIA A MORTE DE DEZENAS DE ANIMAIS

Depois de no passado dia 10 de Março ter alertado para os poços a céu aberto em Esposende a associação foi “inundada” com imagens e vídeos que chocaram os seus responsáveis.

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Dezenas de animais mortos, muitos deles em elevado estado de putrefação caíram nos poços a céu aberto em Esposende, a associação já tinha alertado para a existência de 432 poços numa união de freguesias em Esposende mas depois de receber as imagens e vídeos chocantes a associação pretende apurar quantos são no total os poços a céu aberto no concelho de Esposende.

Não se pode admitir que dezenas de animais tenham uma morte lenta em poços ilegais que se sabe estão espalhados por todo o concelho, isto deve terminar à que assumir uma postura diferente e passar para o terreno solucionando um problema que se arrasta há demasiado tempo, alertam os responsáveis da associação.

A associação que já tinha apresentado queixa junto do SEPNA e fase à gravidade do que se verifica no concelho de Esposende procedeu a queixa junto da IGAMAOT , da Comissão Europeia e da World Animal Protection,  pretendendo assim que várias entidades nacionais e internacionais tenham conhecimento da dimensão do problema que já tirou a vida a pessoas e animais e que até aos dias de hoje não teve uma intervenção de fundo que possibilite uma resolução definitiva.

Para os responsáveis da associação cidadão de Esposende o tempo de esperar terminou, é hora de agir é hora de defender a população e os animais das “armadilhas”existentes e é hora de apurar responsabilidades, não se entende que um concelho que recebe milhares de visitantes, que pretende ser uma referência em turismo tenha nos dias de hoje centenas de poços ilegais projetando uma imagem negativa a nível nacional.

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MUNICÍPIO DE VIEIRA DO MINHO ENTREGOU LEITORES DE MICROCHIPS À ASSOCIAÇÃO PATINHAS ABANDONADAS

O Município de Vieira do Minho cedeu à Associação Patinhas dois leitores de microchips.

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Com estes aparelhos, a Associação que gere o canil local passa a ter possibilidade de identificar o proprietário, a morada, os contactos, o registo da vacina da raiva, a esterilização ou se o animal já agrediu alguém.

 O microchip conta com um código que só pode ser lido através de um leitor, possibilitando assim a sua identificação imediata - caso o animal esteja registado com “microchip”.

A medida está integrada numa estratégia de combate ao abandono e maus tratos aos animais, e vai permitir uma identificação mais rápida por parte das autoridades e dos responsáveis do canil, no caso dos animais abandonados.

Este é mais um passo determinante para se promover o bem-estar animal e, em simultâneo o reforço no apoio concedido à Associação Patinhas Abandonadas.

A entrega destes equipamentos à responsável da Associação, Narcisa Rodrigues, foi realizada pelo presidente do Município, António Cardoso, e pelo veterinário municipal, José Vieira Leite.

DEPUTADA CRISTINA RODRIGUES PEDE MAIOR PROTECÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA E DOS ANIMAIS NA CAÇA

A Deputada Cristina Rodrigues submeteu um projecto que recomenda ao Governo que proceda à estimativa anual das populações de espécies cinegéticas em todas as zonas de caça; o calendário venatório passe a ser anual e regional; seja elaborado um Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, no âmbito da medida da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030; determine a comunicação prévia da realização de montarias ao ICNF E DGAV, com uma antecedência de 10 dias antes do acto venatório; determine a obrigatoriedade da presença de um inspector sanitário nas montarias, bem como a necessidade de que a carne proveniente das mesma seja consumida após a devida inspecção numa sala de desmancha; e, por último, institua um regime uniforme de dois dias de caça para terrenos cinegéticos ordenados e não ordenados.

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A Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade para 2030, reconhece que o património natural contribui para a concretização de um modelo de desenvolvimento assente na valorização do território, baseando-se em três pilares: melhorar o estado de conservação do património natural; promover o reconhecimento do valor do património natural; e fomentar a apropriação dos valores naturais e da biodiversidade pela sociedade.

Visto que, a actividade cinegética tem impactos nas espécies e no território, esta actividade deve ser monitorizada e os seus impactos estudados e publicitados.

A gestão cinegética é feita como medida de controlo populacional das espécies cinegéticas sedentárias com o alegado objectivo deste controlo corrigir os excedentes da população, por forma a que não se verifiquem desequilíbrios nos ecossistemas. Ora, para se determinar o número de animais excedentários é preciso que se tenha conhecimento efectivo das populações existentes, o que actualmente não acontece.

Também o calendário venatório é elaborado tendo por base o número de animais abatidos na época venatória anterior, pelo que a densidade populacional das espécies pode estar a ser sobrestimada, o que por sua vez pode levar a que a determinação dos limites diários de abate por caçador de cada espécie cinegética também não esteja correcto.

Contudo, esta situação de falta de controlo é especialmente preocupante nas zonas de caça não ordenadas que são constituídas por terrenos sem qualquer gestão cinegética, mas onde pode haver caça.”, adianta a parlamentar.

A informação sobre a abundância, demografia e tendências populacionais é determinante para uma devida avaliação dos efeitos e impactos que a exploração cinegética pode ter na dinâmica das populações. Veja-se o exemplo da rola comum (Streptopelia turtur), cuja população sofreu um decréscimo populacional de 79% desde 1980, acompanhando a tendência de declínio da europa.

Acresce que o estado das populações de espécies cinegéticas deveria ser aferido anualmente, ao invés de três em três anos, como acontece actualmente, uma vez que isso permitiria um maior acompanhamento do estado das populações e em caso de necessidade de correcção a actuação poderia ser mais imediata.”, refere a Deputada.

Assim, o Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas deveria ter informação concreta sobre o estado das populações, e esses dados deveriam ser utilizados na elaboração do calendário venatório anualmente por cada região/distrito do País. Para além disso, toda a informação relativamente às estimativas das populações bem como ao número de abates deve ser tornada pública e facilmente acessível a qualquer pessoa.

Outro ponto relevante diz respeito aos dias de caça. Segundo o Decreto-Lei n.º 167/2015, de 21 de Agosto, os dias de caça referentes à caça maior, à caça menor sedentária e à caça menor migratória estão fixados em três, sendo que tanto na caça menor sedentária como na caça menor migratória ainda acrescem os dias concernentes aos feriados nacionais obrigatórios. Em relação aos terrenos cinegéticos não ordenados, são dois os dias de caça, aos quais acrescem os feriados nacionais obrigatórios.

Ora, tendo por base a actual conjuntura face ao acentuado decréscimo da densidade populacional de várias espécies cinegéticas, os dias de caça mencionados são excessivos.

Veja-se que a própria Federação Nacional de Caçadores e Proprietários tem alertado, em variados meios de comunicação social, para a crescente degradação do património cinegético, onde várias espécies têm sido extintas por um sistema de caça excessiva.

Consideramos mais favorável instituir um regime uniforme de dois dias de caça para terrenos cinegéticos ordenados e não ordenados, por forma a assegurar a subsistência de um sistema sustentado e equilibrado da actividade cinegética.”, afirma a parlamentar.

Por fim, é também recomendável a intensificação do controlo sanitário das carnes provenientes de actos venatórios, uma vez que existe possibilidade de transmissão aos seres humanos de várias enfermidades presentes em várias espécies. Com esta proposta pretende-se aumentar o nível de segurança alimentar no consumo destas carnes.

Legalmente o regime instituído para a produção e consumo de animais proveniente da indústria da carne é muito mais exigente que o relativo ao consumo de animais provenientes de caça selvagem. Por exemplo, no primeiro caso é necessário um controlo da rastreabilidade dos animais em causa. No caso da caça obviamente que a rastreabilidade não é possível, mas precisamente por isso deveria haver maior cuidado na disponibilização para consumo dessa carne, só dessa forma se salvaguardando a saúde pública.”, conclui a Deputada.

É de referir, por último, que actualmente apenas é obrigatória a presença de um inspector em 19 concelhos, que correspondem às zonas identificadas como sendo de risco para a tuberculose. Nos restantes casos, que são claramente a maioria, não existe qualquer controlo sanitário.

Link de acesso ao Projecto de Resolução 1129/XIV/2 - Por uma maior protecção da saúde pública e dos animais na caça:

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=110549

VIZELA PROANIMAL – BALANÇO 2020 – 230 ADOÇÕES – 380 VACINAS – 930 ANIMAIS CHIPADOS

Resultado da campanha de incentivo à adoção, integrante no programa Vizela ProAnimal, a Câmara Municipal registou 230 adoções em 2020, tendo acolhido cerca de 350 animais.

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De realçar que a adoção dos animais albergados no Centro de Recolha Oficial de Vizela beneficia de uma campanha promovida pela Autarquia, gratuita e ilimitada no tempo, de oferta de microchip, registo, vacina da raiva e esterilização.

Também fruto das Campanhas Municipais de Esterilização Solidária (Gratuita) e de Reembolso, a Câmara Municipal de Vizela esterilizou, no ano passado cerca de 400 animais.

De destacar ainda, que em 2020, resultado da alteração do calendário de Campanha de Vacinação Antirrábica e Identificação Eletrónica de Animais, com aumento da periodicidade de deslocação a todas as freguesias do Município e que, em 2020, assumiu um carácter gratuito, a Câmara Municipal chipou de 930 animais e vacinou cerca de 380.

Desde que este Executivo tomou posse, a Câmara Municipal entregou uma maior atenção à área veterinária municipal, em especial a vertente dos animais de companhia, cuja ação tem importância fulcral naquela que é, atualmente, a situação preocupante relativa à preservação do bem-estar animal.

Assim, a Autarquia criou o programa Vizela ProAnimal, um plano estratégico integrado direcionado exclusivamente para os animais de companhia, que a Câmara Municipal se encontra a desenvolver no sentido de estruturar, dinamizar e dignificar as políticas municipais relativas aos animais errantes.

No intuito de cumprir 3 grandes objetivos (reduzir o número de animais errantes, promover o bem estar animal e promover a cidadania), implementaram-se uma série de medidas, das quais se destacam: a compra de medicamentos e alimentos; a criação de uma equipa de recolha de animais errantes; a recuperação de uma viatura e aquisição da Viatura de Apoio Animal; a aquisição de meios de captura; a construção de um abrigo provisório e construção de Canil e Gatil Municipal; a contratação de um Veterinário; a aposta em campanhas e ações de sensibilização municipal animal; a implementação de uma campanha, gratuita e ilimitada no tempo, de adoção dos animais albergados com oferta de microchip, registo, vacina da raiva e esterilização; a instalação de Eco Dogs; a alteração do calendário de Campanha de vacinação antirrábica e identificação eletrónica de animais, com aumento da periodicidade de deslocação a todas as freguesias do município e que, em 2020, assumiu carácter gratuito; as Campanhas Municipais de Esterilização Solidária (Gratuita) e de Reembolso; o programa CED (Captura, Esterilização e Devolução) de gatos de colónias de rua.

Assim, e depois de ter construído um abrigo provisório no início do mandato, a Câmara Municipal inaugurou, em janeiro deste ano, o novo CRO (Centro de Recolha Oficial) de Vizela, um projeto no valor de €259.850,00, acrescido de IVA, e que teve uma comparticipação estatal de 50.000,00€, num total de capacidade de cerca de 160 animais, criando desta forma, condições condignas de alojamento dos animais abandonados no Município.

Assim, com estes números fica comprovado que, desde que este Executivo tomou posse, entregou uma maior atenção a esta matéria, que é, sem dúvida, uma área de importância preponderante no desenvolvimento e crescimento humanitário do concelho de Vizela.

O objetivo deste Executivo passa assim por colocar Vizela na primeira linha das autarquias no que toca às políticas municipais relativas aos animais errantes.

CENTRO DE RECOLHA ANIMAL DE FAMALICÃO PROMOVEU A ADOÇÃO DE 565 ANIMAIS EM 2020

Dados constam do relatório anual 2020 da DGAV relativo aos animais nos Centros de Recolha Oficial

O Centro de Recolha Animal (CROA) de Vila Nova de Famalicão promoveu durante o ano de 2020 a adoção de 565 animais de companhia, um número muito positivo que demonstra bem o dinamismo e a eficiência das ações desenvolvidas por este equipamento municipal focado no acolhimento e tratamento de animais errantes.

Número de adoções em Famalicão tem aumentado1.

Este dado foi revelado através do relatório anual 2020 da DGAV relativo aos animais nos Centros de Recolha Oficial e coloca Vila Nova de Famalicão no pódio dos CROA com mais animais adotados a nível nacional, posicionando-se em segundo lugar, logo atrás de Lisboa que conseguiu promover a adoção de 863 animais.

De resto, nos últimos anos o CROA de Famalicão tem vindo registar um aumento do número de animais adotados, sendo que passou de 433 animais adotados em 2017 para 565 em 2020.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta preocupação cada vez maior da comunidade com a proteção dos animais do CROA “demonstra por um lado o excelente trabalho que está a ser desenvolvido por este serviço municipal e por outro reflete bem uma maior sensibilidade dos famalicenses para as questões dos animais”.

Ainda no que diz respeito ao trabalho desenvolvido pelo CROA, o relatório anual 2020 da DGAV destaca o número de animais vacinados em 2020, que chegou aos 1287 e o número de animais recolhidos, 802.

Segundo o autarca “a proteção dos animais tem sido uma aposta estratégica do município que desde o início deste mandato dedica um pelouro à Defesa dos Animais e tem desenvolvido um conjunto de ações no âmbito da sensibilização, acolhimento, responsabilidade e dedicação animal”.

“Mas o trabalho da proteção dos animais em Famalicão não se esgota na Câmara Municipal há voluntariado, há dever cívico e há grupos informais, associações e até cidadãos neste setor com desempenho de exemplaridade nesta matéria”, acrescentou o autarca.

Refira-se que o município tem a decorrer a bom ritmo as obras de construção do novo Centro de Recolha Oficial Animal de Vila Nova de Famalicão que vai nascer junto às instalações atuais do Canil Municipal, numa área de cerca de 5500 metros quadrados.

Será um equipamento de qualidade que dotará o concelho de um espaço com condições para acolhimento e tratamento de animais errantes. Estará equipado com cerca de 80 boxes para cães, 45 para gatos e 4 para outras espécies. 

Melhorar os objetivos sanitários, controlar doenças, melhorar o bem-estar animal e segurança da população, melhorar as condições de trabalho e a funcionalidade do espaço atualmente existente são preocupações que estão na base da construção deste novo equipamento. 

Entretanto, a autarquia inaugurou em junho de 2019 o Parque Canino em Sinçães, junto à Casa das Artes. Um espaço com uma área de 288 metros quadrados e um investimento de 12.100 euros.

Número de adoções em Famalicão tem aumentado3.

MINHOTOS: ADOPTAI O CÃO “CASTRO LABOREIRO” – RAÇA AUTÓCTONE DO MINHO!

Na área montanhosa limitada pelos rios Minho e Lima e as agrestes penedias das serras do Soajo e da Peneda situa-se a região do Castro Laboreiro, no Concelho de Melgaço, atingindo alguns pontos quase mil e quinhentos metros de altitude. Aqui, o cão de Castro Laboreiro tem o seu solar, guardando os rebanhos comunitários na pastagem de transumância de curta distância que ainda ali se verifica.

Considerada uma das raças caninas mais antigas da Península Ibérica, o cão de Castro Laboreiro é dócil e sociável com os animais de outras raças, afetuoso com as crianças e dedicado ao dono, sendo um excelente cão de guarda e de companhia.

MUNICÍPIO DE VIEIRA DO MINHO ENTREGOU 500 KG DE RAÇÃO AO CANIL

O Município de Vieira do Minho entregou, hoje, 500 kg de ração à Associação Patinhas Abandonadas, que gere o canil local.

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Esta oferta traduz a preocupação do Município para com a Associação que trata dos animais abandonados, e que também estão a sofrer os efeitos negativos provocados pela Covid-19.

O presidente da Câmara, António Cardoso, deslocou-se esta manhã ao canil para se inteirar das intervenções que necessitam ser realizadas nesta estrutura, por forma a melhorar as condições dos animais.

Refira-se, ainda que para além destas ajudas, o Município de Vieira do Minho tem com a Associação um protocolo anual de colaboração financeira no valor de 9 mil euros, para apoio ao seu plano anual de atividades. O protocolo destina-se a apoiar a associação no que diz respeito ao acolhimento de canídeos e felídeos errantes nas suas instalações.

VACA “PISCA” É IMAGEM DE MARCA DO MINHO – FOTOS DE JOSÉ MARIA PYRRAIT

A vaca de raça barrosã – no Minho vulgarmente conhecida por “pisca” – constitui uma espécie de bovinos que se tornou emblemática da nossa região, muito embora também exista a minhota ou galega como espécie autóctone.

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Dócil mas robusta e corpulenta, com a sua grande barbela e os enormes chifres que a distinguem de outras raças, tem na região da Peneda, do Gerês e do planalto do Barroso o seu habitat de origem, tendo-se disseminado pelo Minho inteiro a partir das feiras de Cabeceiras de Basto e outros concelhos em redor.

A ela deve o agricultor a produção do leite e, após o abate, a carne e o couro. E, ainda, graças à sua imensa força e pujança, a possibilidade de conduzir o carro de bois por leiras e veredas em encostas íngremes onde jamais se atreveria com o tractor, algo inimaginável para aqueles que, a partir dos gabinetes do poder, tentam decidir acerca do país real os mais ínfimos pormenores baseados nas suas crenças ideológicas.

A sua domesticação – do gado bovino, bem entendido! – remonta há mais de 6 mil anos com origem na Europa e Ásia, acreditando-se que as raças existentes entre nós tenham origem no auroque ou “Bos primigenius”, uma espécie extinta em meados do século XVII.

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CAVALO GARRANO É RAÇA AUTÓCTONE DO MINHO QUE URGE PRESERVAR! – FOTOS DE JOSÉ MARIA PYRRAIT

Nas montanhas do Minho, desde o Gerês à Serra d’Arga, de Ponte de Lima a Paredes de Coura, no Soajo e na Cabreira, o cavalo de raça garrana é criado em liberdade e a sua espécie constitui um património da nossa região que importa proteger.

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De cor acastanhada e crinas pretas, trata-se de uma das mais antigas raças de equídeos domesticadas pelo Homem, constitui um animal bastante resistente às intempéries e escassez de alimento, sendo a montanha o seu habitat natural. Dele descende o “baixadeiro brasileiro”, assim designado por ser criado no Maranhão, muito provavelmente resultante do cruzamento dos garranos levados pelos portugueses com o cavalo berbere.

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CÂMARA MUNICIPAL DE BARCELOS ADJUDICA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO CANIL E GATIL MUNICIPAL

A Câmara Municipal de Barcelos vai avançar com a construção do Canil e Gatil Municipal, num investimento de 391.444,88€ (IVA incluído), totalmente assegurado pelo Município. A obra, já adjudicada, irá nascer na freguesia de Gamil.

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A intervenção prevista contempla limpeza do local e trabalhos de movimento de terras necessários ao nivelamento pretendido para a colocação das plataformas, e a criação de infraestruturas de apoio e de acessos.

Numa primeira fase, o Canil e Gatil Municipal irá contemplar 20 celas individuais, duas de grupos duplas, duas de isolamento, e um gatil, com espaço para quarentena. Haverá, também, uma cela para outras espécies. Num edifício independente, irá nascer uma sala de tratamento e de apoio à triagem, sala de esterilização, espaço de recobro, instalações sanitárias, serviços administrativos, gabinete de apoio técnico e veterinário. No exterior, serão garantidas zonas arborizadas nos espaços disponíveis entre as construções e nas zonas envolventes.

Este equipamento irá permitir responder às necessidades de proteção dos animais. A preocupação da Câmara Municipal com o bem-estar animal havia já sido expressa com a criação de abrigos para acolher os gatos abandonados, numa lógica de controlo de colónias. Esta medida, nascida de um protocolo entre o Município e a Streetdogs – Associação de Proteção Animal, centra-se num programa de esterilização para animais errantes, através de captura, esterilização e devolução dos gatos aos locais de origem. Os abrigos foram colocados na EMEC e na Quinta do Aparício.

CÂMARA DE FAMALICÃO TRIPLICOU VERBA DESTINADA AO CHEQUE-VETERINÁRIO

Apoio destina-se a famílias carenciadas e comparticipa vacinação, desparasitação e esterilização, entre outras despesas

A Câmara Municipal de Famalicão triplicou a verba destinada ao cheque-veterinário, um apoio para as famílias famalicenses com cães ou gatos que não têm condições financeiras para os tratamentos médico-veterinários dos seus animais de companhia.

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A proposta que foi aprovada na última reunião do executivo municipal, que decorreu na semana passada, permitiu a renovação do protocolo com a Ordem dos Médicos Veterinários para a atribuição de cheques veterinários até ao montante de 45 mil euros, sendo que no ano passado foram disponibilizados 15 mil euros.

“Decidimos reforçar esta verba, porque percebemos que temos que ir mais além nas necessidades dos famalicenses com os seus animais de estimação”, explicou o vereador da Defesa dos Animais, Pedro Sena, acrescentando que “não quer dizer que vamos gastar os 45 mil euros, mas temos esta disponibilidade”.

Refira-se que o “Cheque Veterinário” arrancou em 2018 e tem como objetivo criar uma rede de cuidados primários médico-veterinários para animais em risco, nomeadamente no que se refere à vacinação, desparasitação e esterilização, bem como outros tratamentos e urgências 24 horas. A esta parceria juntou seis clínicas veterinárias do concelho.

Os interessados em beneficiar deste apoio devem contactar o Balcão Único do município, que através dos serviços de ação social fará a comprovação da carência económica.

A medida abrange também as pessoas que adotarem animais no Centro de Recolha Oficial (CRO) de Famalicão e a própria população animal residente no CRO, nomeadamente na vacinação, desparasitação e esterilização para controlar a reprodução.

No ano passado, beneficiaram deste apoio cerca de 400 famílias famalicenses.

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