A Área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Arcos está prestes a celebrar um marco histórico, 25 anos de existência. No dia 11 de dezembro de 2000 foi promulgado o Decreto Regulamentar n.º 19/2000 que classificou, a pedido da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a Zona Húmida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Arcos como Área Protegida de Âmbito Regional.
Os valores imensuráveis desta área singular, aliados com a visão e o esforço coletivo de vários agentes, sempre numa relação próxima com a população e com os proprietários locais, marcaram o início do que é hoje um grande projeto de conservação da natureza, de educação ambiental, de construção social, de desenvolvimento rural e do território.
O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, ao longo dos últimos 25 anos e nas suas diferentes áreas de atuação, elevam o nome da Área Protegida e de Ponte de Lima, que se afirmam como uma referência a nível local, regional, nacional e, até mesmo, internacional.
Para assinalar esta efeméride tão relevante, será promovido um programa alargado de atividades comemorativas, que terá início a 11 de dezembro de 2025 e que se estenderá até ao dia 11 de dezembro de 2026.
Na data de aniversário, 11 de dezembro, serão realizadas, no Auditório do Centro de Interpretação Ambiental, duas mesas redondas para promover a partilha de conhecimento e o debate sobre o impacto da atividade da Área Protegida para as instituições de ensino do concelho e para o desenvolvimento das freguesias que a compõe.
O dia 12 de dezembro será dedicado aos projetos de conservação da natureza e dos serviços dos ecossistemas, com a apresentação, por diversas entidades, dos projetos em curso e a implementar no território, também no Auditório do Centro de Interpretação Ambiental.
Para explorar os valores e a beleza natural da Área Protegida serão promovidas visitas guiadas, com diferentes extensões, nos dias 13 e 14 de dezembro, terminando com o percurso interpretativo "25 anos > 25 km". Simultaneamente, decorrerão Ateliers para Pais e Filhos tanto no Centro de Interpretação Ambiental, como na Quinta Pedagógica de Pentieiros.
Participe! Junte-se a nós para celebrar o aniversário da Área Protegida!
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, representada pelo Presidente Olegário Gonçalves, e a APA – Agência Portuguesa do Ambiente, representada pelo Presidente do Conselho Diretivo, José Carlos da Silva, celebraram um protocolo de colaboração técnica e financeira, no valor de mais de 475 mil euros para promover a recuperação das margens do rio Vez e áreas adjacentes afetadas pelas intempéries.
Esta intervenção, com um valor estimado de 500mil euros, vai desenvolver-se ao longo de 15 km e tem como principais objetivos melhorar a segurança, acessibilidade e sustentabilidade da ecovia, através da requalificação dos pavimentos, substituição das passagens hidráulicas degradadas e outras intervenções que garantam uma melhor drenagem e estabilidade do caminho
O momento contou com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, a Vice-presidente da Câmara Municipal, Emília Cerdeira e o vereador João Carlos Taveira.
Considerando a necessidade premente de higienizar e lavar os contentores de recolha de resíduos, de forma a evitar maus odores e situações de insalubridade, foi aprovada a abertura de procedimento concursal para a lavagem e higienização de 830 contentores de superfície e 103 contentores semienterrados, pelo preço base de 31.500,00 euros.
Estas intervenções enquadram-se nas boas práticas de higiene e salubridade, contribuindo para manter o concelho limpo, saudável e convidativo.
O respeito pelo meio ambiente e pela Natureza tem sido, ao longo dos anos, uma prioridade para o Município, que procura preservar um concelho cuidado e com um ambiente acolhedor. Nesse sentido, a Câmara Municipal tem investido na rede de recolha de resíduos, assegurando a sua acessibilidade a toda a população e melhorando continuamente as infraestruturas e equipamentos disponíveis.
A higiene e a salubridade continuam a ser temas de grande atenção por parte da autarquia, que aposta na modernização dos equipamentos de recolha de resíduos, bem como no aumento da oferta e da periodicidade da recolha.
O Município apela à colaboração de todos:
Ajude-nos a manter o nosso Concelho limpo!
Separe corretamente os resíduos, colocando-os nos respetivos ecopontos, e deposite o restante dentro dos contentores, devidamente ensacados.
Pequenos gestos fazem a diferença — juntos, podemos garantir um ambiente mais limpo e acolhedor para todos.
Em execução projeto Rede de Recolha Seletiva de Resíduos no Concelho de Caminha, financiado pelo programa NORTE2030, com investimento previsto de 624 mil euros
O Município de Caminha adquiriu uma nova viatura elétrica para apoio à recolha de biorresíduos, no valor de 68 mil euros (acrescido de IVA). A aquisição resulta de uma candidatura apresentada, com sucesso, ao programa RecolhaBio do Fundo Ambiental, que visa financiar projetos municipais de recolha seletiva de biorresíduos.
Para além da nova viatura elétrica, o projeto, com um investimento previsto de cerca de 125 mil euros, permitiu ainda a aquisição de contentores para deposição de resíduos verdes e equipamentos de apoio à recolha de resíduos orgânicos.
O investimento concretizado inclui-se nas medidas estratégicas previstas para concretização das metas nacionais e comunitárias para a valorização de biorresíduos, e pretende dar continuidade à melhoria da prestação de serviços na área da gestão de resíduos.
Constitui ainda um importante contributo para a valorização dos resíduos enquanto recursos, promoção da economia circular, para a diminuição dos resíduos em aterros sanitários, a redução de gases com efeito de estufa, e ainda consciencialização dos cidadãos para o impacto ambiental e económico dos resíduos urbanos.
No âmbito dos investimentos na área da recolha seletiva de resíduos, o Município de Caminha está ainda a executar o projeto Rede de Recolha Seletiva de Resíduos no Concelho de Caminha, financiado pelo programa NORTE2030, com um investimento previsto de 624 mil euros.
Ainda no âmbito deste projeto, está prevista a aquisição de duas viaturas elétricas adicionais para recolha de bioresíduos, compostores comunitários e biotriturador de resíduos verdes, ecocentros móveis, equipamentos de contentorização, equipamentos de deposição de resíduos de construção e demolição, e ainda campanhas de comunicação e sensibilização destinadas a promover a prevenção na produção de resíduos, a preparação para a reutilização e reciclagem e o desvio de aterro.
Já teve início a Empreitada de Recuperação Ambiental da Antiga Área Mineira da Freguesia de Covas, desativada na década de 1980. Esta intervenção, promovida pela Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM), visa complementar as soluções implementadas há cerca de 15 anos, assegurando a correção e melhoria dos sistemas de tratamento passivos e reforçando as medidas de proteção ambiental e de segurança da população local.
Com uma duração estimada de um ano e um investimento na ordem dos 3 milhões de euros, a empreitada enquadra-se no contrato de concessão da EDM para a recuperação ambiental das antigas áreas mineiras degradadas, representando mais um passo significativo na reabilitação e valorização ambiental do território.
O Projeto de Fase Complementar da Remediação Ambiental da Antiga Área Mineira de Covas contempla, entre outros objetivos, a redução do volume de lixiviados produzidos, o desvio e controlo de águas limpas, e o confinamento e controlo dos focos de poluição, de modo a minimizar o potencial de formação de águas ácidas e otimizar o sistema de tratamento existente.
Recorde-se que as antigas minas de volfrâmio de Covas foram oficialmente encerradas e seladas em 2008, após uma intervenção de requalificação conduzida igualmente pela EDM, num investimento de 1,6 milhões de euros. Contudo, a necessidade de resolver novas ocorrências e de assegurar o bom funcionamento dos sistemas instalados motivou a presente intervenção.
Situada na bacia hidrográfica do rio Minho, concretamente na unidade hidromorfológica do Baixo Coura, a área mineira é atravessada por diversos cursos de água, nomeadamente o Ribeiro da Ponte Brasil e o Ribeiro do Poço Negro, afluentes do rio Coura. O perímetro mineiro inclui ainda as antigas explorações de Fervença e Cerdeirinha, que integravam o antigo “Couto Mineiro de Valdarcas nº 58”, explorado entre 1952 e 1984.
Esta nova fase de reabilitação ambiental representa um compromisso conjunto entre a EDM, a autarquia e as entidades competentes, orientado para a proteção do ambiente, a segurança das populações e a valorização sustentável da Freguesia de Covas e de todo o concelho de Vila Nova de Cerveira.
As Organizações Não-Governamentais de Ambiente que compõem a Coligação C7 receberam com profunda preocupação as notícias veiculadas pela comunicação social sobre uma possível intenção do governo de extinguir o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), transferindo as suas competências para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
Ainda que o governo não tenha, até ao momento, confirmado esta possibilidade, a Ministra do Ambiente e Energia infelizmente também não a afastou completamente quando confrontada pelos jornalistas. Mais, a redução drástica da verba a transferir do Fundo Ambiental para o ICNF, prevista na atual proposta de Orçamento de Estado, reforça esta preocupação face às responsabilidades do ICNF, nomeadamente com a implementação da Estratégia para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 (revista), o Programa Alcateia, a conclusão dos planos de gestão das Zonas Especiais de Conservação da Rede Natura 2000 e o Plano Nacional de Restauro da Natureza. Portanto, a C7 considera fundamental manifestar desde já o seu completo repúdio a qualquer ação que venha a ser tomada no sentido do desmantelamento do órgão nacional de conservação da natureza. Isto representaria um retrocesso grave na política de conservação da natureza em Portugal, com impactos negativos previsíveis na capacidade do país de cumprir compromissos internacionais, proteger a biodiversidade e garantir uma gestão eficaz e estratégica do seu património natural.
O ICNF, enquanto Autoridade Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade, tem desempenhado um papel essencial na execução das políticas públicas de conservação da natureza e das florestas, na gestão de áreas protegidas e na articulação com redes europeias e internacionais. A sua extinção fragmentaria competências críticas, dificultando a coordenação nacional e estratégica.
A redução da prioridade política da conservação da natureza já foi concretizada pelos dois mais recentes governos , e consideramos que dar mais um passo para o enfraquecimento de uma área tão relevante comprometeria ainda mais a capacidade do país em dar respostas à atual crise de perda de biodiversidade. A gestão eficaz da natureza exige uma visão integrada, estratégica e especializada, que só pode ser garantida por uma entidade nacional com conhecimento técnico acumulado e presença territorial. Transferir responsabilidades para entidades com vocações distintas pode configurar um risco de conflito de interesses, como no caso dos processos de licenciamento ambiental, e colocar em risco o cumprimento de compromissos assumidos e a credibilidade internacional do país.
Relembramos que a conservação da natureza é um pilar fundamental da sustentabilidade, da resiliência territorial e da qualidade de vida das populações. Enfraquecer esta missão é comprometer o futuro.
Assim, apelamos ao Governo que não avance com nenhuma proposta nesta direção, promova um debate público alargado e transparente, e reforce — em vez de desmantelar — a capacidade institucional do ICNF.
As organizações da C7 estão disponíveis para colaborar na construção de soluções que fortaleçam a proteção ambiental em Portugal, com base na ciência e na participação democrática.
“Ambientar-se” assinala 10 anos com debate sobre “a Era do Lixo”
O Município de Vila Nova de Famalicão, através da Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa e em parceria com associações locais ligadas ao ambiente e à sustentabilidade, promove nos dias 21 e 22 de novembro uma nova edição da conferência ambiental “Ambientar-se”, que este ano assinala o seu 10.º aniversário.
Sob o tema “A Era do Lixo”, o encontro pretende alertar a população e os decisores para a excessiva produção de resíduos, as baixas taxas de separação e reciclagem e o consumismo crescente da sociedade atual. O objetivo é promover a reflexão e incentivar mudanças nos estilos de vida e nas políticas de consumo e gestão de resíduos, que continuam a representar um desafio em Portugal e no mundo.
As conferências do “Ambientar-se” têm como ponto de partida a exibição de um filme para que depois seja promovido o debate, sendo que este ano a iniciativa arranca no dia 21 de novembro com uma visita guiada ao Centro de Tratamento de Resíduos Urbanos de Riba de Ave, gerido pela RESINORTE.
No dia 22 de novembro, as atividades concentram-se no Centro de Estudos Camilianos, em Seide, onde será feita a exibição de filmes temáticos — “Lixo Fora de Lugar”, de Nikolaus Geyrhalter, “Oceanos de Plástico” (versão curta), “Upstream: Microplastics in UK Rivers” e o vídeo “Lowsumerism – O Consumismo Consciente”. Após as projeções, terão lugar dois painéis de debate com especialistas, dedicados aos temas dos “Resíduos: o lixo que fazemos”, “Microplásticos: a água da vida contaminada” e sobre “Redução do consumo: menos é melhor”.
As inscrições para a edição deste ano do “Ambientar-se” podem ser efetuadas através do site www.parquedadevesa.com
Aos participantes o Município disponibiliza, mediante inscrição, transporte gratuito entre a Estação Rodoviária e o Centro de Estudos Camilianos, bem como almoço vegano e inclusivo.
Recorde-se que o projeto “Ambientar-se” teve início precisamente a 16 de outubro de 2015, e ao longo da última década tem promovido a educação ambiental e a reflexão sobre a sustentabilidade em Vila Nova de Famalicão, afirmando-se como uma referência no panorama nacional.
No âmbito do projeto “Proteção e Conservação da Natureza e da Biodiversidade – Projetos de erradicação e controlo de espécies invasoras prioritárias”, a Câmara Municipal de Ponte da Barca está a realizar uma intervenção para combater a erva‑pinheirinha (Myriophyllum aquaticum), uma planta invasora que ameaça o equilíbrio dos ecossistemas, em troços do rio Lima e também do rio Froufe.
Os trabalhos estão a ser executados durante o corrente mês de outubro, abrangendo uma área de 22,91 hectares, num investimento de 71 500 € + IVA, com cofinanciamento do Fundo Ambiental de 85 %.
A equipa responsável utiliza uma plataforma flutuante para percorrer cuidadosamente o leito e as margens dos rios, removendo a planta invasora, e o material recolhido é posteriormente deposto em local preparado para o efeito, afastado das galerias ripícolas de maneira a precaver a sua dispersão novamente para a água.
No coração da natureza que envolve Ponte da Barca, esta iniciativa é fundamental para a preservação e recuperação dos ecossistemas locais.
No próximo dia 25 de outubro, pelas 15h30, realiza-se, no Centro Ciência Viva dos Arcos – Oficinas de Criatividade Himalaya, uma tarde dedicada à descoberta do património natural e à reflexão sobre o impacto ambiental.
O evento terá início com uma atuação musical do Grupo Coral dos Professores do Porto, seguida da inauguração da exposição “Tesouros da Terra II”, do colecionador José Silva Ferreira, médico de profissão, arqueólogo e geólogo por paixão, e um dos impulsionadores do espaço Minerais e Rochas – Coleção Silva Ferreira.
Durante a inauguração, José Silva Ferreira apresentará uma seleção representativa de 634 minerais da coleção do Eng. Norberto Caria, adquiridos ao longo da sua vida por vários continentes. Algumas destas peças são tão raras e valiosas que poderiam integrar os espólios dos museus mais prestigiados, enriquecendo agora o património geológico que o Centro Ciência Viva dos Arcos tem o prazer de exibir.
A tarde culminará com a conferência intitulada “Exploração de Recursos Naturais e Impacto Ambiental”, apresentada pelo Professor Alexandre Lima, do Departamento de Geociências, Ambiente e Ordenamento do Território da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Nota Biográfica: Alexandre Lima - Geólogo e académico com experiência em investigação internacional e que tem publicado extensivamente sobre prospeção de vários tipos de depósitos minerais. Atual Diretor do Mestrado em Geologia da FCUP.
A CDU esteve hoje em Prado em contacto com a população, levando as suas propostas para o concelho e ouvindo as preocupações dos vilaverdenses.
Um dos temas que mais inquieta a população é a recolha do lixo. O atual contrato, mais uma vez, não cumpre os mínimos exigíveis, deixando acumular resíduos pelas ruas, com consequências evidentes para a saúde pública e para a qualidade de vida no concelho.
O candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila Verde, Sérgio Sales, sublinhou no encontro que é inaceitável continuar a gastar dinheiro do erário público para pagar um serviço que não é prestado com eficiência nem responde às necessidades da população. Defendeu, por isso, a necessidade urgente de reavaliar o contrato em vigor e de ponderar a re-municipalização da recolha de resíduos, garantindo eficácia, transparência e proximidade à população.
A CDU considera que esta solução é a única que pode assegurar que o serviço de recolha de lixo seja prestado com regularidade e respeito pelos cidadãos, preservando simultaneamente o rigor das contas públicas.
A CDU reafirma, assim, o seu compromisso em bater-se por uma solução que traga respeito, dignidade e qualidade de vida aos vilaverdenses.
Autarquia está a instalar equipamentos coletivos de deposição de resíduos
O Município de Famalicão vai instalar equipamentos coletivos de deposição de resíduos nas áreas habitacionais e comerciais do concelho, cujos edifícios não dispõem de casas do lixo.
O primeiro dos 45 equipamentos que vão ser instalados ao longo do próximo ano já se encontra à disposição da população e está localizado na Rua Luís Barroso. Servirá os moradores do Edifício Camilo e os comerciantes dos pisos inferiores do Shopping Town, ou seja, cerca de 30 utilizadores domésticos e 30 comerciantes.
Com esta medida, que implica um investimento de 450 mil euros com financiamento do Fundo Ambiental e Norte 2030, a autarquia pretende evitar aglomerados de resíduos na rua.
“É uma solução que vai permitir que os moradores e os comerciantes possam ter onde colocar o lixo, tirando-o das ruas e evitando assim problemas de insalubridade”, disse o presidente da autarquia Mário Passos.
Os equipamentos, com sistema de água e saneamento para permitir todas as condições de salubridade, vão ser instalados em todo o concelho e de acesso condicionado aos moradores dos edifícios.
A gestão dos equipamentos será feita em colaboração com os condomínios ou representantes de moradores, para promover a correta utilização e limpeza, com reforço da sensibilização e fiscalização junto dos utilizadores dos equipamentos.
Aos utilizadores domésticos abrangidos pela recolha de biorresíduos estão também a ser fornecidos baldes de 10 litros para separação de resíduos orgânicos.
Recorde-se que o projeto piloto implementado em 2023 pelo Município para recolha de resíduos orgânicos será ampliado a partir de 2026 a todo o perímetro urbano e às vilas de Joane, Ribeirão e Riba de Ave, implicando um investimento superior a meio milhão de euros. Só em 2024, foram recolhidas 1142 toneladas de biorresíduos, entre utilizadores domésticos, restaurantes, cafés, cantinas industriais, IPSS, serviços de saúde e cemitérios.
A DKC de Viana apela: - Não depositem lixo e aterro nas margens do Lima!
- DKC expõe mostra fotográfica “Como é bonita Stª Luzia (em 2025), ou The Dark(ue) side” na página do Facebook do clube.
Lethes, “Lete”, Rio da Mitologia Grega...
Na margem esquerda do Rio Lima, entre pontes (Eiffel e auto estrada), há quem esteve, e esteja a depositar pequenos e grandes aterros, assim como lixo, eletrodomésticos, sofás, sanitas, roupas, sacos de lixo, plásticos, que por aí ficam a poluir as margens.
Contaminando o Rio Lima e o solo.
Como o acumular de dejetos tem aumentado, a Darque Kayak Clube, através do seu departamento de ambiente, decidiu apelar à consciência cívica das pessoas para não depositarem lixo e aterro nas margens do Rio Lima.
Plena de ironia, pretende sensibilizar as pessoas a não depositar aterro ou lixo na margem do Rio Lima.
Também vão ser expostas outras fotografias, sem “filtros”, na página, recentes, para sensibilizar à conservação das margens do Rio Lima.
Na sua génese, em 1994 e 1995, a Darque Kayak Clube, através de campos de trabalho com jovens, com o apoio do então Instituto Português da Juventude, e os serviços Municipalizados de Viana, à época, retirou da margem esquerda do Rio Lima cerca de 12 toneladas de lixo em dois anos, eletrodomésticos, sofás, plásticos... que deu origem a uma reportagem na RTP1, à época, e nos jornais nacionais.
Nessa altura houve preocupação de ir mantendo limpas as margens, já lá vão 3 décadas...
Hoje, o panorama vai-se repetindo:
- A origem do Rio Lethes é grega: O Rio Lete é um dos cinco rios do Hades (o mundo dos mortos) na mitologia grega, não o transformemos “no mundo do lixo”
- Nessa mitologia, o poder do rio: As suas águas fazem as almas esquecerem as suas vidas anteriores, para que possam prosseguir o seu caminho no além ou, em algumas tradições, para que possam regressar ao mundo dos vivos.
A Esposende Ambiente comunica a renovação dos certificados atribuídos ao Sistema de Gestão Empresarial ao nível da Qualidade, Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho, e Responsabilidade Social da empresa municipal
Decorrente da realização de um ciclo de auditorias externas, a entidade certificadora APCER – Associação Portuguesa para a Certificação atesta que “a Esposende Ambiente demonstra capacidade de fornecer, de modo consistente, produtos e serviços que cumprem com os requisitos do Cliente, das partes interessadas, os requisitos normativos e os legais”. As auditorias foram realizadas, por amostragem, a atividades, processos, produtos e serviços, documentos e entrevistas aos seus colaboradores, tendo as várias equipas de auditores tido a oportunidade de acompanhar no terreno a realização de trabalhos pela empresa, nomeadamente no controlo operacional das redes de água, águas residuais e pluviais, limpeza pública e gestão de espaços verdes.
A implementação de um Sistema de Gestão Empresarial, que pretende sustentar a definição de estratégias determinantes para o bom desempenho da empresa com base em premissas fundamentais como a qualidade, o ambiente, a saúde e segurança no trabalho e a responsabilidade social, proporciona à gestão um conjunto de informação relevante para a tomada de decisão. De facto, as várias equipas de auditores que acompanharam as práticas adotadas pela empresa referiram que “a Esposende Ambiente realiza diariamente todas as suas tarefas numa perspetiva de aperfeiçoamento contínuo no que concerne à prestação de serviços a todos os utilizadores, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população do concelho de Esposende, sempre numa perspetiva de preservação e valorização dos recursos naturais”.
A auditoria decorreu em todos os espaços da empresa, tendo sido acompanhados os trabalhos realizados no edifício Sede, no Armazém, no Parque de Resíduos, no Centro de Educação Ambiental, no Horto Municipal, no Parque de Compostagem e na Base de Apoio ao Setor de Limpeza Pública.
Tendo subjacente o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, a Esposende Ambiente mantém a estratégia de qualidade de serviço, respeito pelo ambiente e garantia de boas condições de trabalho.
O Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, é o convidado de honra ás Feiras Novas de 2025, respondendo assim ao convite formulado pela autarquia liderada por Vasco Ferraz. O governante será recebido hoje, sábado, 13 do corrente mês, ao início da tarde no salão nobre dos Paços do Concelho, dirigindo-se seguidamente para a Tribuna instalada na Avenida António Feijó, onde assistirá ao Cortejo Etnográfico das Festas, com início às 15,30 horas.
Acompanha o ex-Presidente do vizinho do município de Arcos de Valdevez, o seu sucessor e actual candidato à liderança da edilidade, Olegário Gonçalves, até então o número dois da vereação.
Com o desenrolar do programa a meio da sua realização, o desfile de usos e costumes do Entre Lima e Neiva, é um marco das Feiras Novas, e autêntica montra viva das tradições agropecuárias da região, com destaque para algumas representações agrícolas: malhada, vindima, linho, semeadura, além de outras representações, como a Páscoa em Vitorino das Donas, a cantaria em Arcozelo, e o Jogo do cântaro na vila de Ponte de Lima.
No decorrer da sua estada em terras limianas, o titular da pasta do ambiente, terá encontros com os líderes da autarquia, Vasco Ferraz, e seu vereador das obras particulares e desporto, e Presidente das Feiras Novas, Gonçalo Rodrigues.
João Manuel Esteves, ex-presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, acaba de ser nomeado secretário de Estado do Ambiente do XXV Governo Constitucional.
O Dr. João Manuel Esteves manteve-se nos últimos anos tem estado à frente dos destinos do seu concelho de Arcos de Valdevez, contribuindo para o seu desenvolvimento e projecção muito para além dos seus limites geográficos.
De seu nome completo João Manuel do Amaral Esteves, o autarca arcuense é natural de Arcos de Valdevez. Nasceu em 1968, é casado e pai de dois filhos.
Gestor de profissão, é licenciado em Matemática e Ciências de Computação pela Universidade do Minho (1993) e mestre em Gestão de Empresas pela Universidade do Porto (2003).
De janeiro de 1994 a outubro de 2009, João Esteves foi vereador tendo assumido a Vice-Presidência da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e a responsabilidade pelas áreas da educação, turismo, desporto, cultura, associativismo, planeamento, urbanismo e desenvolvimento económico.
Em 2009 foi docente convidado pelo Instituto Politécnico de Viana Castelo (IPVC) e pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) para ministrar as áreas das tecnologias de informação e comunicação, empreendedorismo, planeamento e gestão de sistema de informação.
De novembro de 2009 a outubro de 2011 assumiu o cargo de Tesoureiro da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez e a responsabilidade pela Gestão e Coordenação dos Serviços nas áreas da saúde, ação social e educação.
De novembro de 2011 a setembro de 2013 assumiu a Coordenação do Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica.
Em outubro de 2017 foi novamente eleito para exercer um segundo mandato como Presidente de Câmara no Município de Arcos de Valdevez, onde assume os pelouros: Coordenação Geral, Juntas de Freguesia, Cultura, Desenvolvimento Económico (Rural, Comercial, Industrial e Turismo), Planeamento e Ordenamento, Obras Públicas Municipais; Diáspora e Relações Internacionais e Justiça.
Com efeito, o Dr. João Manuel Esteves apresenta um currículo que revela uma larga experiência nomeadamente a nível autárquico.
Dr. José Manuel Esteves, em Lisboa, com Carlos Gomes, administrador do Blogue do Minho, numa ação de divulgação do Torneio de Valdevez
O Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, é o convidado de honra ás Feiras Novas de 2025, respondendo assim ao convite formulado pela autarquia liderada por Vasco Ferraz. O governante será recebido amanhã Sábado, 13 do corrente mês, ao início da tarde no salão nobre dos Paços do Concelho, dirigindo-se seguidamente para a Tribuna instalada na Avenida António Feijó, onde assistirá ao Cortejo Etnográfico das Festas, com início às 15,30 horas.
Acompanha o ex-Presidente do vizinho do município de Arcos de Valdevez, o seu sucessor e actual candidato à liderança da edilidade, Olegário Gonçalves, até então o número dois da vereação.
Com o desenrolar do programa a meio da sua realização, o desfile de usos e costumes do Entre Lima e Neiva, é um marco das Feiras Novas, e autêntica montra viva das tradições agropecuárias da região, com destaque para algumas representações agrícolas: malhada, vindima, linho, semeadura, além de outras representações, como a Páscoa em Vitorino das Donas, a cantaria em Arcozelo, e o Jogo do cântaro na vila de Ponte de Lima.
No decorrer da sua estada em terras limianas, o titular da pasta do ambiente, terá encontros com os líderes da autarquia, Vasco Ferraz, e seu vereador das obras particulares e desporto, e Presidente das Feiras Novas, Gonçalo Rodrigues.
A construção de autoestradas e outras vias rodoviárias um pouco por todo o país, muitas vezes atravessando áreas florestais e de parques naturais, não tem observado na maior parte dos casos a necessidade de proteger a vida selvagem.
A construção de estradas representa frequentemente o isolamento das espécies, a restrição de acessos a recursos naturais que garantam a sua subsistência como água e alimentos, à destruição de refúgios, a limitações à sua capacidade de reprodução pela dificuldade de encontrar parceiros, submetendo-os ao mesmo tempo à poluição sonora e atmosférica, à fragmentação e destruição de habitats naturais e à sua mortalidade.
Impedidos de circular livremente no seu próprio habitat, muitos animais atravessam as estradas arriscando quase sempre a sua vida e, não raras as vezes, causando sérios aos automobilistas que circulam nessas estradas.
O Minho é uma das regiões particularmente afetadas por esta situação em virtude da sua enorme riqueza florestal e faunística. Importa, pois, que se construam ecodutos para o atravessamento das grandes vias rodoviárias ou seja, passagens subterrâneas e superiores para que os animais possam atravessar em segurança e, ao mesmo tempo, zelar pela segurança rodoviária.
Ricardo Rio participou na Cimeira Europeia de Viena
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou hoje no European Climate Resilience Summit, cimeira que decorre até amanhã em Viena, reunindo líderes políticos, cientistas e jovens de toda a Europa para debater estratégias de adaptação às alterações climáticas e a promoção de sociedades mais sustentáveis.
Na mesa-redonda dedicada ao tema “Challenges and Best Practices for Resilience – Mayors and Local Leaders”, moderada por Joachim von Braun, presidente da Pontifícia Academia das Ciências, Ricardo Rio partilhou a experiência de Braga e destacou a importância do papel das cidades na implementação de políticas de mitigação e adaptação climática.
O painel contou ainda com a participação de Henriette Reker, presidente da Câmara de Colónia; Nina Abrahamczik, membro do Conselho Municipal de Viena; Ada Ámon, directora executiva da Agência Climática de Budapeste; e Alastair Hannaford, co-presidente do Conselho da Juventude da OMS.
Enquanto presidente do comité executivo do Global Parliament of Mayors (GPM), Ricardo Rio sublinhou que “as cidades estão na linha da frente das respostas às alterações climáticas, funcionando como laboratórios de inovação e resiliência. É nas comunidades locais que as políticas ganham vida e se transformam em soluções concretas para melhorar a qualidade de vida das pessoas”.
Ricardo Rio destacou ainda a importância da ligação aos centros de conhecimento e à ciência, em articulação com a sociedade civil e o sector empresarial, defendendo um modelo de governação inclusivo que envolva todos os sectores da sociedade. O Autarca apresentou a realidade de Braga, onde o Pacto de Mobilidade Empresarial (PMEB) tem sido implementado para enfrentar o principal desafio da cidade. Referiu o investimento no transporte público, a renovação da frota dos TUB para veículos eléctricos, a implementação do projecto Bus Rapid Transit (BRT) e o alargamento das zonas pedonais, medidas que visam estimular os cidadãos a usar meios de transporte suaves.
Ricardo Rio salientou ainda o programa School Bus, destinado aos jovens em idade escolar, bem como a aplicação eficaz dos fundos europeus para a concretização de projectos transformadores da sociedade. Como presidente do comité executivo do GPM, sublinhou o compromisso da rede em promover iniciativas conjuntas que reforcem a resiliência climática e acelerem a transição sustentável nas cidades de todo o mundo.
“Braga tem procurado ser um território pioneiro na implementação de políticas de mobilidade sustentável, na valorização dos espaços verdes urbanos e na promoção de projectos de participação pública. Estas iniciativas demonstram que, mesmo em cidades de média dimensão, é possível desenvolver soluções inovadoras que inspiram outras comunidades na Europa e no mundo”, referiu o Ricardo Rio, acrescentando que “a cooperação internacional é fundamental para partilhar boas práticas e acelerar a transição para sociedades resilientes e inclusivas”.
O European Climate Resilience Summit é promovido pelas Academias Pontifícias das Ciências e das Ciências Sociais, em parceria com a Bertelsmann Stiftung, a Academia Austríaca de Ciências e o European Academies Science Advisory Council (EASAC). O encontro destacou a importância de redes colaborativas para acelerar a transição para sociedades mais resilientes e inclusivas.
Nesta cimeira europeia, Braga evidenciou o seu papel como uma cidade de referência internacional no domínio da sustentabilidade e da inovação urbana, colocando-se lado a lado com outras grandes cidades europeias na definição de soluções para o futuro das próximas gerações.
O Município de Terras de Bouro vai implementar um projeto de recolha seletiva de biorresíduos no setor doméstico, no âmbito do programa Norte mais Verde e Hipocarbónico, com o objetivo de promover a economia circular e uma gestão de resíduos mais eficiente e sustentável.
Designada "Recolha Seletiva de Biorresíduos em Terras de Bouro", esta operação está alinhada com o objetivo específico Economia Circular, integrando-se na tipologia de intervenção de Gestão de Resíduos Urbanos: Subinvestimentos em Baixa.
O projeto está dividido em três ações principais:
Ação 1: Aquisição e distribuição de contentores de 660 litros e sacos de 7 litros para recolha seletiva de biorresíduos no setor doméstico, abrangendo os cerca de 6.358 habitantes do concelho. O objetivo é facilitar a separação dos resíduos orgânicos na origem e contribuir para a valorização e reciclagem destes resíduos, reduzindo a sua deposição em aterro.
Ação 2: Aquisição de uma viatura 100% elétrica, dedicada à recolha seletiva de biorresíduos, garantindo uma operação eficiente e ambientalmente sustentável.
Ação 3: Elaboração de um estudo e implementação piloto de um sistema tarifário “Pay-As-You-Throw” (PAYT), que visa responsabilizar e incentivar os cidadãos na redução e separação dos resíduos, dissociando a tarifa de resíduos da fatura da água. Será ainda implementado um Sistema Inteligente de Gestão de Resíduos Urbanos (SIGRU) e realizadas ações de sensibilização e comunicação focadas no combate ao desperdício alimentar e na promoção da economia circular.
O projeto pretende ainda contribuir para as metas europeias de preparação para reutilização e reciclagem até 2030 e 2035, consolidando os princípios da hierarquia de resíduos e da prevenção na origem.
O investimento total da operação é de 350.181,00 euros, integralmente elegível e financiado por apoio público. Com uma taxa de cofinanciamento de 85%, o projeto contará com um financiamento comunitário de 297.653,85 euros, através do FEDER, sendo os restantes 52.527,15 euros assegurados por contrapartida nacional. Não está previsto financiamento privado. Este apoio insere-se nos objetivos definidos pelo PNGR 2030 e pelo PERSU 2030, reforçando a transição de Terras de Bouro para um modelo de gestão de resíduos mais sustentável, eficiente e orientado para a economia circular.
Promovido pelo Município de Monção, no âmbito do programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas do IPDJ - Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P., o projeto "Guardiões da Ecovia do Rio Minho" junta jovens do concelho empenhados em proteger o ambiente e valorizar o território.
Com o apoio da Associação Transfronteiriça de Educação Ambiental RAIA, os voluntários dedicam-se à limpeza e manutenção da Ecovia do Rio Minho, no troço entre Lapela e Bela, e participam em ações de reflorestação com espécies nativas, mais resilientes e favoráveis à biodiversidade. Em anexo, registo do terceiro grupo deste projeto ecológico.
Este programa tem como objetivo sensibilizar e envolver a juventude na preservação da natureza, fortalecendo a sua consciência ecológica e promovendo uma relação mais próxima e responsável com o meio ambiente.
A empresa @corpowerocean vai instalar, ao largo da costa de Viana do Castelo, um novo projeto de energia das ondas chamado VianaWave. Este projeto vai produzir eletricidade a partir do movimento do mar e recebeu um apoio de 40 milhões de euros do Fundo para a Inovação da União Europeia.
Com início previsto para 2028/2029, o VianaWave vai usar 30 equipamentos especiais para transformar as ondas do mar em energia elétrica. Esta energia será suficiente para abastecer cerca de 7.500 casas por ano, ajudando a reduzir a poluição e a combater as alterações climáticas.
Este é um passo importante para que Portugal aproveite melhor o seu potencial no mar e se afirme na produção de energia limpa e renovável.
A CCDR NORTE continuará a apoiar projetos que promovam o desenvolvimento sustentável, a inovação e o bem-estar das comunidades da região.