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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE TERRAS DE BOURO EXIGE À "ÁGUAS DO NORTE" PRIORIDADE NO TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS EM VILAR DA VEIGA, RIO CALDO E VALDOZENDE

Exigido “caráter prioritário” à ligação do saneamento em alta no Vale do Cávado

O Município de Terras de Bouro reclama cumprimento de responsabilidade da ‘Águas do Norte’ para o tratamento de águas residuais em Vilar da Veiga, Rio Caldo e Valdozende.

O presidente do Município de Terras de Bouro, Manuel Tibo.

A Câmara Municipal de Terras de Bouro pretende assegurar com caráter de urgência a concretização do plano programado pela ‘Águas do Norte’ para a rede de saneamento em alta no Vale do Cávado.

O presidente do Município, Manuel Tibo, defende que “tem de ser assumido como prioritário” o investimento para a construção da ligação do saneamento das freguesias de Vilar da Veiga, Rio Caldo e Valdozende ao sistema intermunicipal do Cávado-Homem, que abrange os concelhos de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde.

O investimento faz parte dos compromissos de investimento da ‘Águas do Norte’ enquanto responsável, em regime de exclusivo, pela concessão da exploração e da gestão do sistemamultimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte de Portugal.

A urgência da construção da ligação de saneamento em alta para Vilar da Veiga, Rio Caldo e Valdozende é um dos assuntos que o presidente do Município de Terras de Bouro pretendediscutir na reunião com os responsáveis da ‘Águas do Norte’ agendada para o próximo dia 28.

Na mesma reunião, será igualmente discutida a oposição do Município ao projeto da ‘Águas do Norte’ para a construção de uma nova estação de tratamento de águas residuais (ETAR), na margem rio Homem na freguesia de Souto, conforme posição conjunta já assumida pelos presidentes das Câmaras Municipais de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde.

Cabe à Águas do Norte cumprir o estipulado com os municípios, nomeadamente ao nível dos investimentos previstos e programados, incluindo com recurso a fundos públicos, para resolver problemas de saneamento e saúde pública nos vales do Cávado e Homem.

Conforme defendem os três municípios, a ‘Águas do Norte’ deve cumprir com oscompromissos assumidos no que toca à ligação dos efluentes provenientes de várias freguesias de Terras de Bouro, Amares e Vila Verde, à estação de Tratamentos de Águas Residuais do Cávado-Homem (ETAR), em Cabanelas, concelho de Vila Verde – inaugurada em junho de 2014.

Esta construção permite solucionar o saneamento em alta, servindo os concelhos de Vila Verde, Amares e uma parte de Terras de Bouro. O investimento rondou os oito milhões de euros e foi destinado a servir uma população de cerca de 50 mil habitantes dos três concelhos, à qual corresponde um caudal médio de cerca de 7.617 m3/dia.

Com a construção da ETAR do Cávado-Homem, os municípios de Amares, de Terras de Bouro e de Vila Verde pretendem que os efluentes provenientes dos três concelhos sejam diretamente direcionados para a ETAR sita em Cabanelas.

A concretização deste investimento sempre foi sustentada na necessidade de eliminar pequenas ETAR’s que, implantadas ao longo deste território, se revelaram como potenciais focos de poluição, nomeadamente dos rios Homem e Cávado.

foto da Câmara Municipal de Terras de Bouro.

PÓVOA DE LANHOSO GARANTE QUALIDADE DA ÁGUA DA PRAIA FLUVIAL DE VERIM

Praia Fluvial de Verim renova "Qualidade de Ouro" da água

Pelo quarto ano consecutivo, a Praia Fluvial de Verim, na Póvoa de Lanhoso, foi classificada pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza como tendo “Qualidade de Ouro”. Este local recebe anualmente milhares de veraneantes de toda a região.

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"Esta distinção é resultado de muito trabalho, realizado diariamente com diferentes intervenientes, para que Povoenses e forasteiros possam usufruir de uma praia fluvial acessível, com condições de segurança e com qualidade reconhecida”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva. O autarca destaca mesmo que, a par de outros projetos de cariz ambiental, é pretensão do Executivo que lidera a construção de dois Parques de Lazer, valorizando as margens do rio Ave e do rio Cávado, em Santo Emilião e na União de Freguesias de Verim, Friande e Ajude, se possível com apoio de fundos comunitários.

Este ano, a Quercus distinguiu 390 praias com Qualidade de Ouro, 342 zonas balneares costeiras, nove de transição e 39 interiores.

De entre os critérios para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro” está aquele que obriga a que água balnear tenha registado qualidade da água Excelente nas cinco últimas épocas balneares, ou seja, de 2012 a 2017.

O objetivo da Quercus é realçar as praias que, ao longo de vários anos (cinco), apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água.

A época balnear de 2018, que tem por base a Portaria n.º 118-A/2018 de 2 de maio, tem o seu arranque a partir do dia 15 de maio, sendo que a maioria das praias inicia a sua época balnear a partir de 1 de junho. No caso da praia Fluvial de Verim, de 15 de junho a 15 de setembro, esta terá vigilância de dois nadadores salvadores. 

TERRAS DE BOURO, AMARES E VILA VERDE NÃO QUEREM CONSTRUÇÃO DE NOVA ETAR NAS MARGENS DO RIO HOMEM

Presidentes dos Municípios de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde contra construção de nova ETAR em Souto

Os presidentes dos municípios de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde assumiram hoje a oposição ao projeto de construção de uma nova estação de tratamento de águas residuais (ETAR), na margem rio Homem na freguesia de Souto, concelho de Terras de Bouro.

Presidentes dos Municípios de Terras de Bouro, Amares,  e Vila Verde

O projeto, que é defendido pela “Águas do Norte”, vem contrariar todo o plano de tratamento de águas residuais que está programado e em implementação para o território do Vale do Homem nos três municípios, para além de representar um atentado aos projetos de valorização ambiental das margens do rio Homem.

Face à gravidade da situação, realizou-se hoje em Terras de Bouro uma reunião com a presença dos presidentes das Câmaras Municipais de Amares, Terras de Bouro e Vila Verde, respetivamente Manuel Moreira, Manuel Tibo e António Vilela, que manifestaram total discordância com a construção da ETAR, na freguesia de Souto.

A tomada de posição dos três municípios prende-se com o facto de as Águas do Norte não cumprir com o estipulado inicialmente, que passava por ligar diretamente os efluentes provenientes de várias freguesias de Terras de Bouro, Amares e Vila Verde, à estação de Tratamentos de Águas Residuais do Cávado-Homem, em Cabanelas, concelho de Vila Verde – inaugurada em junho de 2014.

Esta construção permite solucionar o saneamento em alta, servindo os concelhos de Vila Verde, Amares e uma parte de Terras de Bouro. O investimento rondou os oito milhões de euros e foi destinado a servir uma população de cerca de 50 mil habitantes dos três concelhos, à qual corresponde um caudal médio de cerca de 7.617 m3/dia.

Com a construção da ETAR do Cávado-Homem, os municípios de Amares, de Terras de Bouro e de Vila Verde pretendem que os efluentes provenientes dos três concelhos sejam diretamente direcionados para a ETAR sita em Cabanelas.

A concretização deste investimento sempre foi sustentada na necessidade de eliminar pequenas ETAR’s que, implantadas ao longo deste território, se revelaram como potenciais focos de poluição, nomeadamente do rio Homem.

A inquietação dos autarcas dos três concelhos é agravada pelo facto de a Águas do Norte

avançar com o projeto de uma nova ETAR em Souto quando já foi construído um intercetor na ponte de Caldelas, com ligação à ETAR de Cabanelas, e numa altura em que falta apenas a ligação de Souto a Caldelas, numa extensão de cerca de seis quilómetros.

Cabe à Águas do Norte cumprir o estipulado com os municípios, nomeadamente ao nível dos investimentos previstos e programados, incluindo com recurso a fundos públicos, para resolver problemas de saneamento e saúde pública nos vales do Cávado e Homem.

Os presidentes destes três municípios já solicitaram uma reunião à empresa Águas do Norte, no sentido de verem atendida esta pretensão ou uma alternativa que defenda os interesses das populações.

AMARES SENSIBILIZA PARA A PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE

Ecoconcerto sensibilizou para a importância da recolha seletiva dos resíduos domésticos e compostagem

O Auditório Conde de Ferreira foi o ponto de encontro para uma noite dedicada à sensibilização para a recolha seletiva e compostagem doméstica, promovida no âmbito da Missão 3R´s da agenda ambiental 2018 do Município de Amares.

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A noite arrancou com uma palestra dedicada à temática da separação dos resíduos e respetiva compostagem, ministrada pelo biólogo José Rodrigues, seguida de um concerto, protagonizado pela Gatuna - Tuna Feminina da Universidade do Minho.

A terminar, e com o intuito de capacitar as famílias amarenses com um equipamento doméstico que facilite a prática de separação dos resíduos e promova a correta deposição nos ecopontos, foram distribuídos ecopontos domésticos pelo público.

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Já durante a tarde o mesmo espaço tinha acolhido a peça de teatro "A Revolva dos Ecopontos",  encenada pela Academia de Teatro Tin.Bra, uma iniciativa destinada aos alunos do Centro Escolar D. Gualdim Pais, que pretendeu com recurso à encenação, de uma forma didáctica e interativa, trazer até aos mais novos alguma informação sobre a temática dos resíduos, da recolha selectiva e da valorização dos resíduos, sensibilizando-os para a importância da reciclagem como forma de valorização dos resíduos através da recolha seletiva.

Note-se que, no concelho de Amares, em 2017, foram produzidos cerca de 6.135,22 mil toneladas de lixo, mas apenas 12,4% desse lixo foi reciclado. Tendo consciência da importância de consciencializar a população para a importância de adotar medidas que reduzam o impacto negativo sobre o planeta Terra, a Câmara Municipal de Amares definiu o ano 2018 como o ano da separação dos resíduos e, nesse sentido, tem vindo a implementar uma série de ações de sensibilização no âmbito da Missão 3 R´s.

As ações implementadas no âmbito desta iniciativa são promovidas pelo pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Amares em colaboração com a CIM do Cávado, fruto de uma campanha de sensibilização intermunicipal para a recolha seletiva e compostagem doméstica a promover no território da CIM Cávado e financiada pelo PO SEUR.

Missão 3 R´s

A política dos 3 R´s consiste no ato de reduzir, reutilizar e reciclar consiste num conjunto de medidas de ação adotadas na conferência da Terra.

A reciclagem é um termo utilizado para assinalar o reaproveitamento ou a reutilização de um material visando transformar materiais usados em novos produtos. A partir da reciclagem conseguimos diminuir a quantidade de lixo que é depositado na natureza, e a quantidade de energia e de matéria-prima que é utilizada para a produção de novos produtos.

1º R: Reduzir – É essencial consumir menos produtos embalados, dar preferência aos que tenham maior durabilidade e que sejam de produção local, adquirir produtos a granel, e evitar usar sacos de plástico… É muito importante repensar os hábitos de consumo e descarte. Será que o que compramos é algo que realmente necessitamos?

2º R: Reutilizar – Ao reutilizar, estamos a aumentar a vida útil do produto, além de estarmos a economizar na extração de matérias-primas virgens.

3º R: Reciclar – Ao reciclar qualquer produto, estamos a reduzir o consumo de água, energia e matéria-prima.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE INCENTIVA À COMPOSTAGEM DOMÉSTICA

O Município de Esposende, através da empresa municipal Esposende Ambiente, está a promover sessões de esclarecimento sobre compostagem doméstica.

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A iniciativa integra a “Campanha de Sensibilização Intermunicipal para Recolha Seletiva e Compostagem Doméstica no Cávado”, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado) para o território da NUT III Cávado e financiada pelo PO SEUR.

Esta campanha visa sensibilizar a população em geral e a população escolar para a recolha seletiva e compostagem doméstica, fomentando a adoção de hábitos ambientalmente mais corretos e consequente redução da quantidade de resíduos passíveis de valorização encaminhados para aterro. Neste sentido, são entregues compostores domésticos aos munícipes interessados em reaproveitar os seus resíduos orgânicos, sendo que para receberem o dispositivo terão que participar, obrigatoriamente, numa ação de esclarecimento. Nestas sessões, orientadas por técnicos da Quercus, são prestados todos os esclarecimentos relativos à compostagem doméstica e são dadas as devidas orientações para o correto desenvolvimento deste procedimento.

Tendo em conta o número limitado de compostores disponíveis, os interessados em receber um dispositivo deverão manifestar o seu interesse na respetiva Junta de Freguesia ou através de envio de e-mail para cea@esposendeambiente.pt

Já decorreram sessões de esclarecimento nas sedes das Juntas de Freguesia em Fão, Antas, Rio Tinto e Fonte Boa. Amanhã, dia 11 de maio, às 19h00, será em Apúlia e, na próxima semana realizam-se mais três sessões, sendo que segunda-feira, dia 14, às 21h30, é em Forjães, no Centro Cultural “Escolas Rodrigues de Faria”, e, no dia 16, às 19h00, decorrerá no Atendimento da União das Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, em Marinhas, e, às 21h30, na Sede da Junta de Freguesia de Vila Chã.

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AGERE LANÇA EM BRAGA SISTEMA INOVADOR E ÚNICO EM PORTUGAL NA RECOLHA DE RESÍDUOS

Investimento de 6,2 milhões de euros coloca Braga na vanguarda internacional

A AGERE, Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, acaba de lançar no Concelho de Braga um sistema inovador e único em Portugal para a recolha de resíduos sólidos urbanos. O novo sistema, que representou um investimento de cerca de 6,2 milhões de euros, permite realizar de uma forma mais rápida, mais eficaz e mais sustentável a recolha de resíduos urbanos. Trata-se de um sólido investimento na modernização do sistema de recolha, com benefícios para o meio ambiente e para a saúde pública da população.

Rui Morais, Presidente da AGERE

“A introdução deste novo sistema, que não terá qualquer impacto na tarifa, só foi possível devido à gestão rigorosa da AGERE nos últimos anos. O investimento realizado coloca o Concelho de Braga na vanguarda internacional da recolha de resíduos. Permite, ainda, melhorar a eficiência e a qualidade do serviço, assim como as condições de trabalho dos nossos colaboradores”, refere Rui Morais, Presidente da AGERE.

Por sua vez, Ricardo Rio,  Presidente do Município de Braga, destaca que “este é o resultado claro de uma política cada vez mais amiga dos cidadãos e do ecossistema em que vivemos. Temos vindo a marcar a diferença na nova forma de governação da Cidade, com a AGERE a prestar um serviço social público relevante e ajustado às necessidades da população e com investimentos coerentes com uma cidade de referência europeia que hoje somos”. O autarca salientou ainda que “existem lacunas num sistema que está instituído há várias décadas em Braga, designadamente a colocação do lixo doméstico no chão das ruas da Cidade. Vamos avançar com este importante projecto de colocação de contentores subterrâneos para resíduos domésticos no centro de Braga, algo que nenhum anterior Executivo achou preocupante, uma vez que nada foi feito no passado para inverter essa situação e com isto mantermo-nos uma cidade de referência também a este nível”.

Superestrutura de lavagem de contentores-AGERE

Parte do investimento foi canalizado para a aquisição de superestruturas de recolha e de lavagem de contentores, que permitem concretizar o processo em apenas 1’20’’. Com sistema automático integrado, utilizam a tecnologia de infravermelhos para detetar e manejar os contentores sem que seja necessário o condutor sair da viatura.

Com o novo sistema, o lixo passa a ser depositado em contentores, substituindo o modelo de colocação de sacos na rua e eliminando assim este impacto negativo ambiental. Será também possível a colocação do lixo a qualquer hora do dia, sem constrangimentos de horário, e os contentores vão estar a uma distância máxima de 100 metros de cada casa. Recorrendo a viaturas específicas, os mesmos serão lavados e higienizados, regularmente, no próprio local.

O novo sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos indiferenciados está a ser implementado de forma faseada pela AGERE em todo o concelho de Braga, sendo adaptado às características de cada zona, nomeadamente os acessos e a densidade populacional.

Para 2018, a AGERE prevê ainda investir cerca de 1 milhão de euros em sistemas complementares, tais como a separação de resíduos urbanos biodegradáveis (RUB) no centro histórico.

A AGERE é detida maioritariamente pela Câmara Municipal de Braga e conta com um acionista privado, a empresa Geswater, que detém 49% do capital. Trata-se de uma das únicas empresas que trabalha transversalmente todo o ciclo urbano da água, abastecimento de água e drenagem de águas residuais (em alta e em baixa) e os resíduos urbanos. Em 2017 apresentou índices de desempenho superiores às outras entidades do país, com um lucro de cerca de 6 milhões de euros. Nos últimos dois anos conseguiu uma redução de 2,5% nas tarifas pagas pelos consumidores em cada um desses anos.

Pelo trabalho desempenhado na redução de perdas de água, a AGERE foi reconhecida pela APDA com a atribuição do prémio Tubos de Ouro pela melhor ação em prol da redução de perdas da água (27,3% em 2012 –13,88% em 2017).

Link para vídeo com demonstração do novo sistema:

https://www.dropbox.com/s/lsd8dprh4pixzgt/agere-video-nova-recolha-af.mp4?dl=0

Apresentação do novo sistema de recolha de resíduos-AGERE

Ricardo Rio, Presidente CM Braga

BRAGA ESTÁ NA VANGUARDA NO SISTEMA DE RECOLHA DE RESÍDUOS

AGERE lança sistema inovador e único em Portugal na recolha de resíduos. Investimento de 6,2 milhões traz benefícios para o meio ambiente e saúde da população

A AGERE, Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga está a implementar no Concelho de Braga um sistema inovador e único em Portugal para a recolha de resíduos sólidos urbanos. O novo sistema, que representou um investimento de cerca de 6,2 milhões de euros, foi apresentado hoje, dia 3 de Maio, e permite realizar de uma forma mais rápida, eficaz e sustentável a recolha de resíduos urbanos. Trata-se de um investimento na modernização do sistema de recolha, com benefícios para o meio ambiente e para a saúde pública.

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Com o novo sistema, o lixo passa a ser depositado em contentores - 4.400 contentores de superfície e subterrâneos - substituindo o modelo de colocação de sacos na rua e eliminando o impacto negativo ambiental.

Será também possível a colocação do lixo a qualquer hora do dia, sem constrangimentos de horário, e os contentores vão estar a uma distância máxima de 100 metros de cada casa. Recorrendo a viaturas específicas, os mesmos serão lavados e higienizados, regularmente, no próprio local, podendo esse processo decorrer em período diurno, reduzindo a emissão de ruído da operação no período nocturno. A renovação do parque de viaturas, com recurso a soluções tecnológicas sofisticadas, permitirá igualmente uma diminuição significativa das emissões de CO2. A informação pormenorizada pode ser consultada em recolha.agere.pt.

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“O investimento realizado coloca o Concelho de Braga na vanguarda internacional da recolha de resíduos. Permite, ainda, melhorar a eficiência e a qualidade do serviço, assim como as condições de trabalho dos nossos colaboradores”, referiu Rui Morais, Presidente da AGERE.

Por sua vez, Ricardo Rio, Presidente do Município de Braga, destaca que este é o resultado claro de uma política cada vez mais amiga dos cidadãos e do ecossistema em que vivemos. “Temos vindo a marcar a diferença na nova forma de governação da Cidade, com a AGERE a prestar um serviço social público relevante e ajustado às necessidades da população e com investimentos coerentes com uma cidade de referência europeia que hoje somos”, disse.

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Sistema irá abranger todo o território até Setembro

Parte do investimento foi canalizado para a aquisição de superestruturas de recolha e de lavagem de contentores, que permitem concretizar o processo em apenas 1m e 20s’. Com sistema automático integrado, utilizam a tecnologia de infravermelhos para detectar e manejar os contentores sem que seja necessário o condutor sair da viatura.

O novo sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos indiferenciados está a ser implementado de forma faseada pela AGERE em todo o Concelho de Braga, sendo adaptado às características de cada zona, nomeadamente os acessos e a densidade populacional. Até Setembro estará implementado em todo o território concelhio.

Este ano a AGERE prevê ainda investir cerca de 1 milhão de euros em sistemas complementares, tais como a separação de resíduos urbanos biodegradáveis (RUB) no centro histórico.

A introdução deste novo sistema não terá qualquer impacto na tarifa e só foi possível devido à gestão rigorosa da AGERE nos últimos anos. Relembre-se que nos últimos dois anos a AGERE conseguiu uma redução de 2,5% nas tarifas pagas pelos consumidores em cada um desses anos.

Pelo trabalho desempenhado na redução de perdas de água, a AGERE foi reconhecida pela APDA com a atribuição do prémio Tubos de Ouro pela melhor acção em prol da redução de perdas da água (27,3% em 2012 –13,88% em 2017).

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FAFE RECEBE ECO FESTIVAL EM JULHO

Lixo Zeron dá mote a terceira edição do Terra Mãe

Mais de 15 concertos e diversas actividades num fim de semana dedicado à sustentabilidade ambiental

A freguesia de Fornelos, em Fafe, recebe, no fim de semana de 20 a 22 de Julho, a terceira edição do Festival “Terra Mãe”. Este ano, o Festival compromete-se com três grandes objectivos: o ‘lixo zero’ - pretende-se que seja produzido o mínimo lixo possível nos três dias de Festival; a plantação de uma árvore por cada entrada no festival, num sistema de agrofloresta; a ideia de que se crie uma grande família nestes três dias de festa.

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Organizado pelo Movimento Terra Mãe, Associação Cultural e Recreativa “Movimento Amigos de Fornelos”, a Junta de Freguesia de Fornelos e o Município de Fafe, este Eco Festival pretende ser uma grande sala de exposição das artes tradicionais, ligado a grandes causas ambientais e com uma forte componente social.

Como acontece já desde 2016, este Eco Festival traz a Fafe um conjunto de concertos e workshops que promovem a sensibilização ecológica e alertam para a necessidade de proteger o ambiente, numa freguesia – Fornelos – considerada, o ano passado, a sétima mais ecológica do país.

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Durante o dia, as actividades são direccionadas para os mais novos e para as famílias, com jogos tradicionais, oficinas de nutrição, cozinha vegetariana, eco construção, yoga,teatro, danças do mundo, mercado biológico, palestras de sensibilização e sustentabilidade ambiental. Este ano, o Terra Mãe acolhe também a Feira AlterNativa do Minho,voltada para a promoção e divulgação de produtos locais.

À noite, as actividades de cariz pedagógico dão lugar a diversos concertos. Cerca de 15 artistas e bandas nacionais e internacionais vão marcar presença neste festival que vai decorrer nos terrenos contínuos à Quinta do Minhoto, com cerca de dois hectares.

Pelo Festival vão passar nomes como Mercado Negro, Dani Lança, Elephant Step, Terra Livre, Rosa Mimo e Sus Mariposas, Progeto Aparte, Radio Bomba, Cabra Çega, Anaidcram, Allantantou, Tropikaoz, Mariana Root, Tupimambo, Eye Color Dreams e Danças do Mundo.

A boa comida também não vai faltar, com várias tasquinhas de comes e bebes e comida vegetariana. Quem passar pelo festival, poderá também apreciar o artesanato regional e assistir a momentos de animação e artes circenses.

Recorde-se que, em Fevereiro deste ano, foram plantadas mais de 1500 árvores, num terreno baldio afectado pelos incêndios em Fafe, numa iniciativa que resultou da primeira edição do Festival Terra Mãe, na qual cada entrada correspondia à plantação de uma árvore no concelho.

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O festival foi apresentado esta manhã, em Fornelos, e Márcia Barros, Vereadora do Ambienta da Câmara Municipal de Fafe, destacou a importância deste festival na sensibilização ambiental.

Este é um festival com preocupações com o desenvolvimento sustentável, com a preservação do ambiente, e o Município deve estar ao lado destas iniciativas, porque é com este tipo de projectos que caminhamos e contribuímos para que se atinjam os objectivos de desenvolvimento sustentável previstos pela Organização das Nações Unidas.

Durante estes três dias, há uma especial preocupação com a preservação dos ecossistemas, com a reutilização dos recursos e com a sensibilização das famílias para a importância da proteção da natureza.”

Esta é mais uma oferta do cartaz cultural do concelho que não se esgota no próprio concelho, uma vez que vem gente de vários locais. É uma satisfação ver que estamos a criar um festival que ganha cada vez mais músculo e que é também um festival com reconhecimento, quer do ponto de vista da Cultura, quer do território.

Este não é um festival com retorno exclusivamente financeiro, até porque o conceito inerente a ele envolve-nos numa cultura pouco despesista e consumista, embora saibamos que quem cá vem para o Festival, poderá cá regressar, mais tarde, e usufruir do nosso turismo de habitação, gastronomia.”, revela Pompeu Martins, Vereador da Cultura e Turismo do Município de Fafe.

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O Presidente de Junta de Freguesia de Fornelos, David Fernandes, relembrou que “este é um festival para o país e para o mundo, mas queremos muito e, acima de tudo, que as pessoas de Fafe também nos visitem. O nosso objectivo é que também elas, mesmo estando perto de casa, venham para cá e acampem para passarem os três dias connosco.

É um Festival voltado para as famílias, algo que não vimos em muitos outros festivais. Aqui há segurança, animação, todos se sentem bem e vai no seguimento de um dos nossos objectivos de sermos uma só família.”

Sobre os restantes objectivos, David Fernandes, explicou que “o objectivo do ‘lixo zero’ acompanhou-nos nas duas edições passadas; no primeiro ano, produzimos apenas um saco de 50 kg de lixo; o ano passado, tivemos algumas dificuldades com os depósitos e contentores. Este ano, queremos que não se produza lixo e vamos incentivar as pessoas para isso. É algo ambicioso, mas esperamos conseguir.

A plantação de uma árvore por cada entrada no festival também é uma ideia que nos acompanha desde sempre e serve, essencialmente, para reduzir a nossa pegada ecológica.”

No que respeita à programação do Terra Mãe, Patrick Fernandes, membro da organização, revela que “À semelhança das outras edições, também este ano são as Músicas do Mundo que completam o cartaz. Haverá música africana, indiana, sul americana, sonoridades orgânicas. Nesta edição, apresentamos os Mercado Negro como cabeças de cartaz. Contaremos também com Dani Lança, um músico que viveu em Barcelona durante muitos anos e que, ultimamente, faz a abertura dos concertos de Manu Chao, entre muitos outros artistas de várias nacionalidades, uns que se estreiam no festival, outros que já são ‘da casa’.

Este ano, teremos um palco principal, onde tocarão as bandas e depois um espaço para os Dj’s terminarem a noite.”

Os bilhetes estão à venda a partir da próxima segunda-feira, na Loja Interactiva de Turismo (Praça 25 de Abril) e online.

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PAN QUESTIONA OLIVAIS INTENSIVOS

PAN quer análise do impacte dos olivais intensivos no ambiente e na saúde pública

  •       - Expansão de olival intensivo em regiões de maior escassez de água sem estudos de impacte prévios
  •       - Falta de regulação e monitorização na utilização de pesticidas e fertilizantes
  •       - Contaminação de solos e aquíferos com consequências na saúde pública
  •       - Relatórios do Grupo de Trabalho do Olival nunca foram publicados

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, acaba de dar entrada de uma iniciativa legislativa que visa a análise do impacte dos olivais intensivos nos recursos naturais, ecossistemas e saúde pública.

A crescente reconversão do olival tradicional em plantações intensivas de grande escala, recorrendo a métodos de cultivo dependentes de fertilizantes, pesticidas e de quantidades de água insustentáveis deveria ter sido devidamente acompanhada pelas entidades competentes, para que fossem identificados atempadamente os impactes negativos nos recursos naturais. A falta de regulação e monitorização na utilização de pesticidas e fertilizantes, com o sentido de aumentar a produtividade, induzem a contaminações dos solos e consequentemente dos recursos hídricos subterrâneos, que consequentemente terá impacto não só nos ecossistemas como na saúde das populações das áreas circundantes.

As plantações intensivas de única espécie, mesmo autóctones, implicam no ecossistema a diminuição de biodiversidade, diminuição da resiliência das culturas a infestações, e menor capacidade de adaptação às alterações climáticas por serem dependentes do regadio e dos pesticidas aplicados.

Sendo que a maioria das plantações de olival cultivado de modo intensivo estão localizadas maioritariamente a sul de Portugal, onde existe tendencialmente maior escassez de água, parece irrefletida a permissão da sua expansão sem estudos de impacte prévios, sustentando-se na existência de uma estratégia de regadio que irá suportar estes cultivos.

Face a estudos recentes referentes aos efeitos das alterações climáticas no território, verifica-se que fomentar um olival dependente deste método de rega tornar-se-á insustentável num futuro próximo, sendo que é inevitável a diminuição da precipitação e o crescimento de períodos de seca.

Em 2008, terá sido constituído por meio do despacho n.º 26873/2008, de 23 de outubro, o Grupo de Trabalho do Olival (GTO) com o objetivo de “realizar as análises consideradas necessárias ao acompanhamento constante da evolução das características e estado da fertilidade dos solos, e à apresentação anual de um relatório com as respetivas conclusões.” Contudo, nunca terão sido publicados estes relatórios.

Após interpelado com a inexistência dos relatórios de análise do impacte das plantações do olival intensivo nos recursos naturais, no debate quinzenal 15 de março, o Sr. Primeiro Ministro terá informado que iria disponibilizar os relatórios relativos aos anos de 2009,2010,2011 e que iria solicitar a elaboração de um atualizado, referente ao ano de 2017. No entanto, após vários requerimentos ao governo a solicitar os mesmos, até à data não foram facultados.

BANDEIRA AZUL ATRIBUÍDA A 4 PRAIAS DE ESPOSENDE

As praias de Apúlia, Ofir, Suave Mar e Cepães, voltam a figurar entre as galardoadas com a Bandeira Azul da Europa, para a época balnear 2018, repetindo a distinção dos anos anteriores. 

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Ao reunir todos os requisitos que permitem uma oferta turística e ambiental de qualidade, reforçando a condição de destino balnear de excelência, Esposende distingue-se, ainda, ao inscrever as praias de Apúlia e Cepães entre as poucas do país que estão preparadas para receber pessoas com mobilidade condicionada.

A atribuição do galardão Bandeira Azul às quatro praias de Esposende representa a confirmação do cumprimento de um vasto conjunto de critérios, nomeadamente de qualidade da água, de segurança e serviços, de gestão ambiental e equipamentos e de informação e educação ambiental. Neste último ponto, o município, com a colaboração a empresa municipal Esposende Ambiente, promoverá a realização de atividades de educação ambiental, reforçando a sensibilização para a defesa destes locais e dos seus ecossistemas.

Associado à qualidade das praias, o Município de Esposende aposta, ainda, no reforço da vigilância e salvamento marítimo através de meios humanos, mas também com inovações técnicas, como é o caso das boias de salvamento que permitem, em casos de pré-afogamento, que qualquer pessoa possa socorrer a vítima.

O programa Bandeira Azul para 2018 incide no tema “O Mar que Respiramos”, uma vez que 50% do dióxido de carbono lançado na atmosfera é absorvido pelos oceanos e 70% do oxigénio da Terra é produzido pelo plâncton marinho. O papel das florestas marinhas é, pois, fundamental e urge preservar e valorizar tal património natural.

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ARCOS DE VALDEVEZ: DIRETORES DA DGPC E DRCN VISITAM OFICIALMENTE A PAISAGEM CULTURAL DE SISTELO

A Diretora-Geral da DGPC, Direção Geral do Património Cultural, Paula Silva e o Diretor da DRCN, Direção Regional de Cultura do Norte, António Ponte visitarão oficialmente Sistelo no próximo dia 30 de Abril, pelas 11h00, num convite realizado pela autarquia de Arcos de Valdevez.

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Esta visita tem como objetivo assinalar no local, através da inauguração de dois totens informativos, a classificação de Sistelo como Paisagem Cultural e Monumento Nacional, a primeira do seu género em Portugal, fator de enorme orgulho para a identidade local e do concelho, mas igualmente marco de referência na Cultura e na proteção do Património a nivel nacional. Sistelo é igualmente portadora de uma outra distinção nacional, a das 7 Maravilhas de Portugal- Aldeia Rural.

No programa de visita está contemplada a inauguração dos dois elementos de informação e divulgação da área classificada, contendo a logomarca oficial criada especificamente para Sistelo, uma visita à povoação de Igreja e ao seu património, bem como um percurso pela zona abrangida pela classificação, num total de 228 hectares, incluindo os lugares de Padrão e Porta Cova.

Esta visita marca da melhor forma a ligação institucional realizada pelas três entidades, Município de Arcos de Valdevez, DRCN e DGPC, e que desde 2014 trabalharam no processo de classificação de Sistelo, culminando com o mais elevado reconhecimento obtido em Janeiro de 2018 com a publicação em DR da normativa de classificação, assinada pelo Ministro da Cultura Luis Castro Mendes.

FESTA DO ALVARINHO E DO FUMEIRO É O MAIOR ‘PRODUTOR’ DE VIDRO DO PAÍS

Ação de educação ambiental vai mostrar o porquê de reduzir, reutilizar e reciclar!

Cerca de 6 toneladas, foi a quantidade de vidro recolhida em 2017, durante a Festa do Alvarinho e do Fumeiro. «É um Ecoevento Nacional de referência, o maior produtor de vidro do país!», certifica a Valorminho, empresa de referência no setor ambiental a nível regional, responsável pelo tratamento e valorização de resíduos no Vale do Minho.

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Na edição deste ano (27 a 29 de abril), a empresa pretende maximizar o vidro e recolher também embalagens de plástico e metal e de papel e cartão. Mas as novidades não ficam por aqui, este ano a Festa acolherá a ação de educação ambiental ‘A NOSSA CASA É UM PLANETA’, aberta à participação de adultos e crianças, e a decorrer em diferentes horários, durante os três dias do certame. O projeto é resultado de um trabalho conjunto das empresas ALGAR, ERSUC, RESIESTRELA, RESINORTE, RESULIMA, SULDOURO, VALNOR e VALORMINHO, e contou com o apoio do Fundo Ambiental e da Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020.

As temáticas de Redução, Reutilização e Reciclagem serão assim abordadas de uma forma inovadora, utilizando como recursos planetários itinerantes e três filmes projetados em 360º, o que possibilitará uma dinâmica interativa com os alunos e participantes. «Esta ação contribui para uma cidadania ativa no domínio do desenvolvimento sustentável, na construção de uma sociedade de baixo carbono, racional e eficiente na utilização dos seus recursos.», afirma Dora Guterres, da Valorminho. Os filmes contam a história de dois irmãos, a Guida e o Rui, em versões adaptadas a várias idades, e que, consoante o filme que vão ver, desenvolvem uma ação que vai alertar e explicar o porquê de reduzir, reutilizar e reciclar os resíduos que todos fazem em casa.

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ALUNOS DE ESPOSENDE PROTEGEM ECOSSISTEMAS FLORESTAIS

Eco-escolas de Esposende realizaram “Rota pela Floresta”

Cerca de 120 alunos das três Eco-escolas concelhias participaram, no passado dia 24 de abril, na “Rota pela Floresta”, uma iniciativa proposta pela Associação Bandeira Azul da Europa, que foi operacionalizada localmente pela empresa municipal Esposende Ambiente, com a colaboração do Município de Esposende e da Esposende 2000.

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A “Rota pela Floresta” pretende criar sinergias entre as Eco-escolas e respetivas autarquias na proteção dos ecossistemas existentes no município, com particular enfoque na floresta, destacando o papel de cada um na preservação e proteção dos espaços florestais do concelho.

Esta atividade visa também promover a mobilidade sustentável, chamando a atenção para a importância de reduzir a pegada carbónica. Neste sentido, tendo presente a distribuição geográfica das Eco-escolas no concelho, foi organizada uma ação conjunta que incluiu a realização de um percurso desde a Escola Básica António Rodrigues Sampaio, em Marinhas, até ao espaço florestal envolvente ao Centro Interpretativo de S. Lourenço, em Vila Chã. Participaram neste percurso pedestre os alunos de duas turmas da Escola Profissional de Esposende e das turmas do 8.º ano das Escolas Básicas de Forjães e António Rodrigues Sampaio.

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Já no Monte de S. Lourenço, os alunos participaram em várias outras atividades, nomeadamente numa sementeira de espécies florestais e numa ação de recolha de resíduos, com o objetivo de fomentar uma cidadania mais atenta e participativa, bem como numa visita guiada à exposição permanente do Centro Interpretativo de S. Lourenço para conhecerem melhor a floresta que existia na zona envolvente do Castro de S. Lourenço.

No âmbito da “Rota pela Floresta”, representantes dos alunos das três Eco-escolas entregaram ao Presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Paulo Marques, um documento assinado pelos vários Delegados de Turma, um testemunho simbólico do compromisso de cada uma das escolas em contribuírem, na medida do possível, para a proteção e gestão sustentável dos ecossistemas em geral e da floresta em particular. Em nome da Esposende Ambiente, o Presidente do Conselho de Administração agradeceu o contributo das Eco-escolas nesta atividade dedicada à floresta, subscreveu o compromisso assumido pelos alunos - “Juntos vamos cuidar da nossa floresta”, e manifestou a disponibilidade da Esposende Ambiente para prestar apoio no âmbito das atividades que vierem a ser desenvolvidas.

Esta iniciativa, que faz parte do Programa Municipal de Educação para a Sustentabilidade, coincidiu também com a comemoração do Global Action Day pela Escola EB de Forjães, com ações inspiradas no mote “Do CO2 ao O2” e focadas na preservação da floresta.

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ARCOS DE VALDEVEZ CONSOLIDA MARGENS DO RIO VEZ

Protocolo com a APA para limpeza das linhas de água, consolidação e reflorestação das margens em Arcos de Valdevez

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez celebrou, com a Agência Portuguesa do Ambiente, no passado sábado, em Alijó, um protocolo no valor de 100 mil euros, numa sessão que contou com a presença do ministro do Ambiente, João Matos Fernandes e do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.

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Este protocolo visa investir em projetos de regularização fluvial, nomeadamente ao nível da limpeza de ribeiras, da garantia de condições de escoamento e da intervenção nas margens para diminuir o risco de erosão.

O investimento vai ser feito ao abrigo do Fundo Ambiental.

A APA celebrou protocolos com 18 municípios afetados pelos fogos florestais de 2017, sendo objetivo concretizar intervenções que permitam o bom funcionamento da rede hídrica afetada pelos incêndios, para prevenir constrangimentos de escoamento e arrastamento anormal de solos em período de chuvas.

A verba agora disponibilizada vai servir também para recuperar áreas afetadas e algumas infraestruturas. João Esteves, presidente da Câmara Municipal, avança que o Município irá aplicar o dinheiro “na limpeza das linhas de água, consolidação e reflorestação das margens, por causa da erosão dos solos que agora estão desprotegidos e na consolidação de taludes”.

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VIANA DO CASTELO É ESCOLA DA NATUREZA

Ao longo das últimas semanas, temos apelado ao voto no Projeto da “Escola Natureza” que se encontra na finalíssima dos Prémios Natura 2000 Award, promovido pela Comissão Europeia.

Descubra  AQUI um pouco sobre este projeto…

Exploração de 3 ecossistemas (Mar, Rio e Montanha)

+ de 85 visitas de estudos

+  de 2.000 alunos envolvidos

+ de 250 saídas de campo

BOAS RAZÕES  PARA VOTAR NO ÚNICO PROJETO PORTUGUÊS QUE SE ENCONTRA NA FINAL DOS PRÉMIOS NATURA 2000!!

VOTE AQUI (tem de validar o voto no seu email).

As votações terminam a 22 de abril de 2018!

O SEU CONTIBUTO É FUNDAMENTAL!!

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ESPOSENDE LIMPA PRAIAS DO LITORAL E ZONAS RIBEIRINHAS

Esposende recolhe 4,5 toneladas de resíduos das praias e zonas ribeirinhas do concelho

Cerca de 4,5 toneladas de resíduos foram recolhidas no litoral e zonas ribeirinhas do concelho de Esposende, na ação de voluntariado ambiental que o Município, através da empresa municipal Esposende Ambiente, levou a efeito nos dias 13 e 14 de abril.

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A ação envolveu a participação de mais de meio milhar de voluntários, tanto do concelho como de outras localidades, que procederam à limpeza de vários pontos do litoral, desde o limite norte do concelho, na Foz do Rio Neiva, até à Praia da Ramalha - Apúlia, já perto do limite com o concelho da Póvoa de Varzim. Foram alvo desta intervenção cerca de 8,8 km de praias, dunas e estuários, abrangendo cerca de 45% do litoral de Esposende.

No dia 13, quase uma centena de alunos da Escola Básica António Rodrigues Sampaio e da Escola Profissional de Esposende recolheram os resíduos do areal e espaço dunar entre a praia de Cepães e a praia da Redonda, bem como da praia junto à Torre Norte de Ofir.

No dia seguinte, as praias, dunas e zonas ribeirinhas de Esposende encheram-se de voluntários que dedicaram algumas horas do seu fim-de-semana ao ambiente, mais concretamente a recolher os resíduos que, ao longo do inverno, foram ficando depositados nas margens dos rios e nas praias do concelho.

Para além da Esposende Ambiente e da Câmara Municipal de Esposende, esta ação de voluntariado ambiental contou também com a colaboração e participação do Parque Natural do Litoral Norte, de várias Juntas de Freguesia, das Associações AssoBio e Rio Neiva, dos Agrupamentos de Escuteiros de Esposende, Marinhas e Mar, das Guias de Apúlia, de várias escolas de surf e kitesurf do concelho (LUHU Surf, Onda Magna, Element Fish, GKS Clube, Kook Proof e Esposende Surf Team), dos Clubes Náuticos de Gemeses e Fão, da Associação Desportiva, Cultural Recreativa e Social do Município de Esposende, da Associação Cívica Mais Esposende, da Associação Desportiva de Esposende, do Gandra Futebol Clube, de elementos do projeto AMAReMAR, e de vários voluntários que, individualmente, quiseram dar o seu contributo para a melhoria da qualidade das praias do concelho.

Os voluntários foram desafiados a separar os resíduos de plástico recolhidos durante a ação, com o objetivo de permitir a sua posterior valorização, seja através da integração dos resíduos na produção de calçado, projeto sob responsabilidade da Zouri Shoes, seja através do desenvolvimento de oficinas de expressão artística, onde serão criadas esculturas a partir do lixo marinho recolhido.

Com estas ações pretende-se alertar a população para a problemática dos resíduos nas praias e oceanos, reduzir o impacto dos plásticos descartáveis no ambiente marinho, contribuir para a preservação dos habitats abrangidos e fomentar o voluntariado ambiental junto dos munícipes.

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CABECEIRAS DE BASTO INVESTE EM ARCO DE BAÚLHE

Presidente da Câmara visita obra da nova ETAR do Arco de Baúlhe. Novecentos e um mil euros de investimento na melhoria da qualidade ambiental

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do vereador Pedro Sousa e do presidente da Junta do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Carlos Teixeira, visitou ontem, dia 17 de abril, as obras de construção da ETAR no Arco de Baúlhe, estação de tratamento que será totalmente renovada.

Presidente da Câmara visita obra da nova ETAR do Arco de Baúlhe

De salientar que a obra é financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), Portugal 2020.

A candidatura designada ‘Construção de ETAR no limite das freguesias do Arco de Baúlhe e Basto’ visa a substituição da ETAR do Arco de Baúlhe no mesmo local da atual; a construção de uma estação elevatória que fará a ligação das redes da ETAR de Alvite e da ETAR de Basto que vão ser seladas; dotar novas zonas com rede de drenagem de águas residuais para servir mais 300 habitantes, designadamente desde a Portela, Alvite, até Olela, Basto; e melhorar o nível de tratamento das mesmas. Com a reabilitação da ETAR do Arco de Baúlhe, que é “imprescindível”, fica assegurado um adequado tratamento das águas residuais da vila do Arco de Baúlhe, o segundo maior polo urbano do concelho, mas também de parte das freguesias de Basto, Refojos e Alvite.

As três redes de drenagem respeitantes às três ETAR’s atuais (Portela, Basto e Arco de Baúlhe) estão distanciadas por escassas centenas de metros, o que facilita a sua ligação e a existência de uma rede de drenagem única. A obra foi adjudicada por 901 mil euros, sendo a taxa de cofinanciamento de cerca de 65%.

Mais um importante financiamento para a melhoria e ampliação da rede de recolha e tratamento de efluentes, o que se traduzirá numa melhoria da qualidade ambiental e da qualidade de vida das populações.

VIZELA É O PRIMEIRO MUNICÍPIO DO AVE A COLOCAR NOVOS ECOPONTOS

No seguimento do reforço da rede de ecopontos da RESINORTE, prevista no Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos - PERSU 2020, Vizela foi o primeiro Município do Polo do Ave a ser contemplado com a colocação de ecopontos.

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Assim, esta manhã foram colocados dois ecopontos em Vizela: um na Rua do Pombal em Infias, e outra na Rua da Vista Alegre, na União das Freguesias de Caldas de Vizela (S. Miguel e S. João), num total de 24 ecopontos previstos para o Concelho, tendo já sido instalados 17, em todas as freguesias, após ouvidos os Presidentes das respectivas Juntas.

Neste momento existem 81 ecopontos no Concelho, sendo que esta estratégia está em linha de conta com a estratégia do Município para a recolha de resíduos entre 2018 e 2019 e que tem como objectivo a implementação de um sistema de recolha de resíduos por contentorização, através da colocação novos contentores semienterrados, enterrados e de superfície em todo o Concelho.

O objectivo do Município é aumentar a qualidade de vida dos munícipes, do ponto de vista higienossanitária, assim como a comodidade, permitindo a deposição do lixo a qualquer dia e hora.

Outro dos objectivos é aumentar a taxa de cobertura numa lógica de utilizador-pagador, permitindo que, durante o próximo ano, a Câmara Municipal possa baixar 10% a tarifa do lixo.

FUNDO AMBIENTAL APROVA CONCRETIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS VIVOS PARA A DESCARBONIZAÇÃO EM BRAGA

Financiamento será de 400 mil euros e representa 49% do investimento

O Fundo Ambiental aprovou um financiamento de 400 mil euros para o desenvolvimento em Braga do projecto Laboratórios Vivos para a Descarbonização. Esta é a segunda fase do concurso para a implementação do programa e o valor do co-financiamento representa 49,4% do investimento total.

Assinatura contrato

A assinatura do contrato do contrato de financiamento decorreu na semana passada, em Almada, numa cerimónia que contou com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques, e do ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

O programa tem múltiplos objectivos, nomeadamente fomentar a descarbonização das Cidades através de soluções tecnológicas que aumentem a eficiência e reduzam o consumo de energia e co-criar cidades inovadoras, sustentáveis e inclusivas que visem a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e das comunidades. Trata-se de um projecto-piloto que será desenvolvido em parceria com diversas entidades e que terá grande impacto no quotidiano dos Bracarenses.

O Laboratório Vivo para a Descarbonização, explica o vereador Miguel Bandeira, “será estabelecido como um ambiente urbano aberto de inovação, no qual as autoridades públicas, as empresas, a universidade, centros de I&D, cidadãos e comunidades locais estabelecidas, num modelo colaborativo e de co-criação, promovam o desenvolvimento, prototipagem, teste e validação de novas tecnologias, serviços e aplicações, com baixo impacte ambiental e em contexto real, trabalhando para a descarbonização a montante”.

Em Braga, este Laboratório terá a sua implementação na zona que abrange a Urbanização do Pachancho e o Areal de Baixo, estendendo-se ao nó de Infias e ao Bairro das Enguardas. A descarbonização e a redução do consumo energético são pilares essenciais deste projecto que prevê o envolvimento da população na persecução desses objectivos, sendo os próprios cidadãos parte activa da mudança.

A implementação de projectos-piloto de mobilidade escolar, de transferência de conhecimento da Universidade para o território, promoção e envolvimento dos cidadãos e monitorização da cidade são as principais áreas a implementar. A implementação no terreno estará concluída até final de 2018.

Braga é uma das 10 Cidades cuja candidatura irá receber este financiamento do Fundo Ambiental. As restantes são Almada, Maia, Matosinhos, Águeda, Loulé, Alenquer, Seixal, Mafra e Évora. O limite máximo de financiamento por candidatura é de 500 mil euros.

ESPOSENDE ORGANIZA AÇÃO DE VOLUNTARIADO AMBIENTAL

13 e 14 de abril

Esposende vai mobilizar-se, nos próximos dias 13 e 14 de abril, numa grande ação de voluntariado ambiental, com ações de limpeza do litoral e zonas ribeirinhas do concelho.

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O Município, através da empresa municipal Esposende Ambiente, associa-se a este projeto de voluntariado ambiental, apoiando as várias ações e convidando os estabelecimentos de educação e ensino, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), associações e comunidade em geral a participarem nesta ação de limpeza de praias e estuários.

Entre outros objetivos, pretende-se alertar a população para a problemática dos resíduos nas praias e oceanos, procurando reduzir o impacto de plásticos descartáveis no ambiente marinho. Os voluntários serão desafiados a separar os resíduos de plástico recolhidos durante a ação, com o objetivo de permitir a sua posterior valorização, seja através da integração dos resíduos na produção de calçado, seja através do desenvolvimento de oficinas de expressão artística, onde serão criadas esculturas a partir do lixo marinho recolhido.

Para além da Câmara Municipal e da Esposende Ambiente, estarão envolvidas nesta ação as Juntas de Freguesias, o Parque Natural do Litoral Norte, as associações de ambiente Rio Neiva e AssoBio, a Associação Desportiva, Cultural, Recreativa e Social do Município de Esposende, a Associação Cívica Mais Esposende, a Associação Desportiva de Esposende, o projeto AMAReMAR, os agrupamentos de Escuteiros de Esposende, Marinhas e Mar, as Guias de Apúlia, as ECO Escolas concelhias, a Zouri Shoes, as várias escolas de surf e kitesurf concelhias, o Clube Náutico de Fão, o Clube Náutico de Gemeses e a Surfrider Foundation Porto, para além de inúmeros particulares que já manifestaram a intenção de participar nesta campanha.

Está garantida uma forte mobilização da comunidade nesta campanha, com o envolvimento de várias centenas de participantes. O dia 13 é mais dirigido à participação das escolas, sendo que, no dia 14, os interessados deverão comparecer, em qualquer um dos pontos de encontro, nomeadamente nos locais designados por cada uma das freguesias, na Foz do Neiva, em Antas, na Praia de Rio de Moinhos, em Marinhas, no Centro de Atividades Náuticas, em Esposende, no Clube Náutico de Gemeses, na Praia de Ofir, em Fão, ou junto ao Parque de Estacionamento da Praia da Couve, de Apúlia.

Mais informações estão disponíveis nas páginas eletrónicas e redes sociais dos parceiros envolvidos.

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