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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS APOSTA NA RECOLHA DE BIORRESÍDUOS

Câmara Municipal e Resulima apostam na recolha de biorresíduos. Acordo de colaboração pretende reduzir deposição de resíduos em aterro

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou um acordo de colaboração com a Resulima para a recolha, tratamento e valorização dos resíduos orgânicos, tendo em vista reduzir a deposição destes materiais nos aterros.

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A Resulima, empresa concessionária da exploração e gestão do sistema multimunicipal de tratamento de resíduos sólidos urbanos dos concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, apresentou uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), tendo em vista o desenvolvimento de um projeto de valorização dos resíduos orgânicos que têm vindo a ser depositados em aterro.

A Estratégia Nacional de Redução de Resíduos Urbanos Biodegradáveis propõe a redução de 63% para 35% da deposição em aterro, seguindo as diretivas da União Europeia quanto à reciclagem de embalagens e aos aterros, sobressaindo a obrigação de recolha seletiva de biorresíduos a partir de 2023.

Para o sucesso da candidatura e do seu programa de execução, a Resulima está a criar as condições que assegurem a recolha seletiva de resíduos urbanos biodegradáveis nos municípios que integram a concessão e o consequente cumprimento das metas ambientais concelhias e nacionais.

O acordo de colaboração atribui à Resulima as responsabilidades de recolha e tratamento dos resíduos, a campanha de informação junto da população e a gestão das entregas dos materiais.

A Câmara Municipal tem como obrigações o apoio à candidatura e a promoção do programa de recolha dos resíduos.

A empresa vai adquirir duas viaturas de recolha para a remoção hermética dos materiais e uma viatura para lavar contentores; 327 contentores para colocação na rua, com capacidade aproximada de 800 litros, equipados com controlo de acesso e identificador; 33 contentores destinados ao pequeno comércio, com capacidade aproximada de 80 litros, equipados com controlo de acesso e identificador; 11.383 baldes com capacidade até cinco litros, com controlo de acesso ao contentor da rua, para separação dos resíduos orgânicos nas habitações.

Para efeitos de recolha e tratamento no âmbito deste programa são considerados os seguintes resíduos orgânicos: resíduos de agricultura, horticultura, aquacultura, caça e pesca e da preparação e processamento de produtos alimentares; resíduos da preparação e do processamento de frutos, legumes, cereais, óleos alimentares, cacau, café, chá e tabaco; resíduos da produção de conservas; resíduos da produção de levedura e da preparação e fermentação de melaços; resíduos da indústria de laticínios; resíduos da indústria de panificação, pastelaria e confeitaria; resíduos da produção de bebidas alcoólicas e não alcoólicas; resíduos urbanos e equiparados; resíduos biodegradáveis de cozinhas e cantinas; resíduos de mercado

ECOPONTOS "REVOLTAM-SE" EM TERRAS DE BOURO

A Revolta dos Ecopontos alertou para a importância da recolha seletiva de resíduos e compostagem doméstica

A Comunidade Intermunicipal do Cávado, em parceria com o Município de Terras de Bouro, apresentou a 22 e 26 de Fevereiro, no Centro de Convívio de Carvalheira, na EB1 de Rio Caldo e no Centro Social de Chorense, respectivamente, a peça de teatro A Revolta dos Ecopontos.

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Presente na dupla actividade, inserida na campanha de sensibilização sobre reciclagem dirigida à comunidade de Terras de Bouro, esteve a Vereadora do Município de Terras de Bouro, Dr.ª Ana Genoveva Araújo, além dos utentes do centro de convívio e alunos do jardim de infância de Carvalheira,  os alunos da EB1 de Rio Caldo e EB1 do Gerês e ainda os utentes do centro de dia e alunos do jardim de infância de Chorense.

De referir ainda que a peça foi encenada pela Academia de Teatro Tin.Bra, tendo por objetivos e com recurso à encenação, de uma forma didática e interativa, trazer até aos mais novos e público em geral, alguma informação sobre a temática dos resíduos, da recolha seletiva e da valorização dos resíduos, sensibilizando-os para a importância da reciclagem como forma de valorização dos resíduos através da recolha seletiva.

Este projeto tem como objetivo sensibilizar a população em geral e a comunidade escolar para as questões ambientais, em particular a importância da recolha seletiva dos resíduos e a valorização dos resíduos biodegradáveis, no sentido da construção de um sistema ambientalmente mais sustentável.

No dia 29 de Março realizar-se-ão as próximas sessões alusivas à mesma temática, mas desta vez no Centro de Solidariedade Social de Valdosende, de manhã, e de tarde na EBS de Terras de Bouro para os alunos do Centro Escolar de Terras de Bouro.

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FAMALICÃO SENSIBILIZA PARA O AMBIENTE ATRAVÉS DO CINEMA

Ambientar-se exibe “O homem que plantava árvores”

A sessão deste mês do “Ambientar-se” está agendada para o dia 15, sexta-feira, e volta a ir ao encontro do público estudantil. “O Homem que plantava árvores” é o filme escolhido para a sessão deste mês da iniciativa, cuja dinamização está a cargo da Associação Famalicão em Transição, na Escola Básica D. Maria II.

“O Homem Que Plantava Árvores” conta a história de Elzéard Bouffier, um pastor de ovelhas, que durante anos cultivou uma floresta num vale desolado nos Alpes franceses. O narrador é um jovem viajante, que um dia encontra este homem nas suas viagens e acompanha a mudança na paisagem no decorrer dos anos. O filme de animação, de Frédéric Back, é baseado no conto homónimo de Jean Giono, e ganhou o Óscar de Melhor Curta-Metragem de Animação.

O ciclo de cinema “Ambientar-se” é promovido pelo Município de Famalicão, através do Parque da Devesa, e pretende despertar a atenção dos famalicenses para as causas e consequências dos problemas ambientais que o planeta enfrenta.

Recorde-se que depois de algumas saídas do Parque da Devesa em 2017 e 2018, este ano as sessões do “Ambientar-se” vão passar a realizar-se também nas escolas, tentando captar a atenção dos jovens para esta problemática.

A iniciativa começa às 10h00 e tem entrada livre.

"OCEANOS" DÃO O MOTE AO DESFILE DE CARNAVAL FANTASIA E AMBIENTE EM ESPOSENDE

“Oceanos” dão o mote ao Desfile de Carnaval Fantasia Ambiente

1 de março – 10h00

Subordinado ao tema “Oceanos”, o Desfile de Carnaval “Fantasia Ambiente” do Município de Esposende sai à rua na próxima sexta-feira, dia 1 de março, espalhando cor, alegria e animação pelas principais artérias da cidade de Esposende.

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O cortejo carnavalesco contará com a participação de cerca de 600 figurantes, entre crianças, idosos, professores, auxiliares e utentes de 14 estabelecimentos de educação e ensino e instituições concelhias.

O desfile parte às 10h00 do Largo dos Bombeiros, segue pela Rua Santa Maria dos Anjos até à Rua 1.º de Dezembro, em direção à Praça do Município e Largo Dr. Fonseca Lima, seguindo depois pela Rua Conde Castro em direção ao Largo Rodrigues Sampaio e terminando no parque em frente às Piscinas Foz do Cávado. Caso as condições climatéricas sejam adversas, o desfile será adiado.

A iniciativa, que já vai na vigésima edição, integra o Programa de Educação para a Sustentabilidade, projeto desenvolvido anualmente pela empresa municipal Esposende Ambiente. 

O tema deste ano pretende chamar a atenção, quer dos participantes quer da comunidade em geral, para a importância da gestão sustentável dos recursos marinhos e para os problemas que afetam os oceanos. Simultaneamente pretende-se dar a conhecer a biodiversidade marinha, bem como as atividades económicas associadas ao mar. Mas porque se trata de um desfile ecológico, é também objetivo promover a criatividade e a expressão artística dos participantes e convidar a população a refletir sobre as inúmeras possibilidades de reutilização e reciclagem dos resíduos domésticos, incentivando desta forma a separação seletiva e a deposição voluntária dos resíduos nos ecopontos.

Esta iniciativa contribui para a concretização das metas inerentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que concerne à Produção e Consumo Sustentáveis e Proteger a Vida Marinha.

Durante o período de interrupção letiva de Carnaval, nos dias 4 e 6 de março, o Centro de Educação Ambiental (CEA) promove Oficinas de Férias do Carnaval, destinadas a crianças dos 4 aos 12 anos e aos utentes das IPSS’s, onde serão realizadas diversas atividades de natureza ambiental e lúdica. Os interessados devem proceder à inscrição via e-mail para cea@esposendeambiente.pt, através do telefone 253 967 147 ou diretamente na receção do CEA, em Marinhas.

PAN CONTRA GLIFOSATO

PAN avança com medidas para proteger a população portuguesa da contaminação com glifosato atestada em estudo

  • Divulgação de estudo de 2018 revela que a contaminação da população portuguesa com glifosato é generalizada
  • Herbicida classificado pela Organização Mundial de Saúde como carcinogéneo provável
  • PAN quer uma redução drástica da exposição dos portugueses ao glifosato
  • Proibição da venda deste herbicida para usos não profissionais e realização de um estudo mais abrangente
  • Apoio aos agricultores na transição para uma agricultura pós-glifosato e estímulo ao consumo de alimentos biológicos

No seguimento da divulgação do estudo realizado em 2018 e que revela que a contaminação da população portuguesa com glifosato é generalizada, o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresenta três iniciativas legislativas que pretendem uma redução drástica da exposição dos portugueses ao glifosato e que proíba a venda deste herbicida para usos não profissionais.

As análises aos voluntários que participaram neste estudo em 2018, dos quais fez parte o Deputado do PAN, André Silva, apresentaram uma exposição recorrente ao herbicida, quando comparadas com os resultados de 2016 e apontam para uma contaminação generalizada por glifosato, o herbicida mais usado em Portugal.

De acordo com os dados avançados pela Plataforma Transgénicos Fora, responsável pela realização do estudo, os resultados, comparativamente a outros países europeus, mostram valores acima da média: em 18 países, verificou-se que 50% das amostras estão contaminadas. Contudo, a nível nacional, nos testes levados a cabo em duas rondas, esse valor foi sempre superior e em Outubro de 2018 os valores de contaminação das amostras registaram valores de 100%. A Plataforma denunciou ainda os graves conflitos interesses, que envolvem a produtora Monsanto, espelhados na avaliação científica da Comissão Europeia e que esteve na origem da tomada de decisão que autorizou o herbicida na Europa em 2017, mesmo estando classificado pela Organização Mundial de Saúde como carcinogéneo provável para o ser humano.

Posto isto, as iniciativas legislativas que o PAN apresenta hoje pretendem uma análise obrigatória mensal da presença de glifosato em todas as captações de água de consumo, rede mineral para engarrafamento, a proibição de venda de herbicidas com glifosato para uso não profissional, ou seja, pretende-se que sejam retirados das prateleiras dos supermercados e drogarias e que sejam acessíveis apenas a agricultores, a realização de um estudo abrangente da exposição dos portugueses ao glifosato, o fim do uso de herbicidas sintéticos na limpeza urbana (já existem alternativas não sintéticas bem como outras técnicas tipo monda mecânica e térmica), o apoio aos agricultores na transição para uma agricultura pós-glifosato e o estimulo ao consumo de alimentos biológicos.

ESPOSENDE AMBIENTE RUMA "AO ENCONTRO DA INOVAÇÃO"

A apresentação dos resultados de um inquérito sobre inovação dirigido às entidades gestoras de abastecimento de água e drenagem de água residuais, promovido pela APDA (Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas), foi o mote para o Seminário “Ao Encontro da Inovação”, realizado em Tomar, no passado dia 12 de fevereiro.

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Tendo por finalidade “sentir o pulso” ao setor das águas, em matéria de inovação, o seminário foi organizado pela Comissão Especializada de Inovação da APDA, da qual a Esposende Ambiente faz parte, e contou com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.

Neste seminário, um evento de dimensão nacional, foram apresentados os resultados do inquérito, e divulgadas algumas iniciativas inovadoras promovidas por entidades gestoras dos setores da água e do saneamento, promovendo-se, ainda, a discussão sobre assuntos e visões relevantes relacionadas com esta temática.

A Esposende Ambiente participou neste seminário com o Presidente do Conselho de Administração, Paulo Marques e a técnica Zélia Fernandes, membro da Comissão Organizadora do evento.

A participação da empresa municipal neste evento converge nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, concretamente ODS 6 – Água Potável e Saneamento, ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos.

ESPOSENDE ESTIMULA BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Município de Esposende incentiva boas práticas ambientais e sociais no “Mercado E-Cool”

Com o objetivo de valorizar o Mercado Municipal, transformando-o num veículo dinamizador de boas práticas ambientais e socialmente responsáveis, o Município de Esposende vai implementar o projeto “Mercado E-Cool”.

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A iniciativa passa por fomentar o envolvimento e participação de comerciantes, clientes e forças da comunidade local, incentivando-os a aderirem a soluções amigas do ambiente, como seja a circularidade de materiais, a redução do uso indiscriminado de “soluções plastificadas”, a utilização partilhada de bens, a descarbonização da logística e a diminuição do desperdício alimentar e material.

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Para tal, serão desenvolvidas ações de sensibilização tanto junto da população como dos comerciantes, com o intuito de os informar e esclarecer sobre a necessidade e importância da mudança de hábitos e da adoção de procedimentos adequados. Além de fomentar a recolha seletiva de resíduos, especialmente orgânicos, pretende-se que os comerciantes adiram às iniciativas de redução do desperdício alimentar e de apoio à população carenciada, promovendo a economia social.

De modo a que possam cumprir os procedimentos sugeridos, o Município vai disponibilizar aos comerciantes ecopontos individuais para a recolha de resíduos orgânicos e fornecer expositores metálicos e embalagens de papel, apelando à entrega de bens alimentares excedentários que serão distribuídos à população local carenciada. Irá também equipar o Mercado Municipal com ecopontos comuns, triciclos elétricos para cargas e transportes de bens, e arcas frigoríficas para acondicionamento de bens alimentares excedentários.

Aos clientes serão disponibilizados meios de acondicionamento e transporte de produtos, nomeadamente sacos recicláveis e carrinhos de transporte de compras, com o propósito de reduzir o uso das embalagens descartáveis e de plásticos. Para aderir ao projeto, os interessados deverão efetuar o registo numa plataforma eletrónica que irá estar disponível brevemente.

O projeto “Mercado E-Cool” foi candidatado no âmbito do Fundo Ambiental, com o valor de investimento total cerca de 51.000,00€, a uma taxa de comparticipação de 90%.

Esta ação insere-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 da ONU, designadamente no que se refere aos ODS 1 - Erradicar a Pobreza, 2 - Erradicar a Fome, 8 – Trabalho digno e crescimento económico, 10 – Reduzir as desigualdades, 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, 12 – Produção e Consumo Sustentáveis, 13 – Ação Climática, 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes e 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos.

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ESPOSENDE É EXEMPLO NA GESTÃO DE RESÍDUOS

Esposende continua a ser exemplo na gestão de resíduos

Em 2018, Esposende reduziu a deposição de Resíduos Urbanos Indiferenciados em aterro sanitário e aumentou a recolha seletiva de resíduos nos ecopontos.

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Foram encaminhadas para o Aterro Sanitário do Vale do Lima e do Baixo Cávado 17.825 toneladas de Resíduos Urbanos Indiferenciados, o que se traduz numa média mensal de aproximadamente 1.485 toneladas. Agosto foi o mês com maior produção, com cerca de 2.219 toneladas, e fevereiro o mês com menor quantidade de resíduos recolhidos, atingindo 1.123 toneladas. Relativamente a 2017, registou-se uma diminuição de cerca de 3,6% destes resíduos.

A recolha seletiva de resíduos nos ecopontos apresentou, em 2018, um aumento de cerca de 6,2 % face ao ano anterior. No total foram recolhidas 1.445 toneladas de resíduos, sendo que 832 toneladas correspondem à fileira de vidro, 269 a embalagens de plástico e metal e 344 a papel/cartão.

Destaque ainda para o encaminhamento de cerca de 163 toneladas de resíduos para reciclagem, através do circuito de recolha dedicada implementado junto dos produtores comerciais e industriais, bem como para o envio para reciclagem de mais 95 toneladas de resíduos, fruto do trabalho de recolha e triagem realizado pela empresa municipal Esposende Ambiente no âmbito da sua atividade.

No âmbito do projeto de recolha seletiva de resíduos urbanos biodegradáveis junto dos grandes produtores (restaurantes, cantinas, associações), foram recolhidas 256 toneladas destes resíduos, que foram encaminhados para valorização orgânica e consequente produção de composto para agricultura. Também ao nível da compostagem, foram encaminhadas para o Parque de Compostagem Municipal cerca de 105 toneladas de resíduos verdes, provenientes de jardins e espaços verdes, através das recolhas levadas a cabo pela Esposende Ambiente.

O Município de Esposende, através da gestão integrada dos vários fluxos de resíduos, promoveu, ao longo de 2018, a valorização e reciclagem de um total de 2.064 toneladas de resíduos, contribuindo decisivamente para os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, adotados pelo Município e pela Esposende Ambiente, nomeadamente o ODS 12 - Produção e consumo sustentáveis. O concelho está equilibradamente servido ao nível de equipamentos, pelo que só depende da vontade de cada um participar numa melhor gestão dos resíduos. Existem cerca de 255 ecopontos disponíveis para a recolha seletiva de resíduos, o que corresponde a cerca de um ecoponto para cada 135 habitantes, e mais de 1.500 contentores para recolha de resíduos urbanos indiferenciados, para além de diversos vidrões e papelões individuais dispersos pelo concelho.

A Esposende Ambiente apela a que, individual e coletivamente, os cidadãos unam esforços para uma gestão adequada dos resíduos, que passa pela adoção de estratégias e ações de redução, reutilização e reciclagem.

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: PATRONATO NOSSA SENHORA DA BONANÇA RECOLHE TÊXTEIS USADOS

"O Patronato Nossa Senhora da Bonança e a empresa H. Sarah Trading, Lda. (empresa responsável pela recolha seletiva de têxteis) desde o ano de 2017 mantêm uma parceria, no âmbito da recolha de têxteis usados e/ou em fim de vida.

Esta parceria tem sido de extrema importância, uma vez que permite o encaminhamento correcto dos têxteis, promovendo assim a sustentabilidade ambiental.

Além disso, por cada tonelada recolhida a instituição recebe o valor de 50€ para apoio da sua missão na infância e na solidariedade.

Partilhamos o relatório do ano 2018, para conhecimento de todos: Num ano, só a nível institucional, recolhemos aproximadamente 3,5 toneladas!

JÁ SABE: Se tem roupas/têxteis que já não usa e que não sabe o que há-de fazer com eles.. faça-nos chegar, conseguimos dar-lhe o destino correcto! As suas roupas ganham uma nova vida... nós agradecemos e o meio ambiente também!"

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ALUNOS DE CELORICO DE BASTO PENSAM NO AMBIENTE

Parlamento Jovem do Agrupamento de Escolas de Celorico de Basto leva alunos à reflexão ambiental

“Opinião pública cada vez mais consciente deste problema”

“Educar para a cidadania é a melhor forma de contrariar as alterações climáticas”

Deputado da Assembleia da República, Joaquim Barreto, marcou presença num momento de reflexão e partilha de conhecimentos sobre as alterações climáticas, promovido pelo Agrupamento de Escolas, no âmbito do Parlamento jovem, no dia 28 de janeiro, no Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

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O tema estipulado para o Parlamento Jovem deste ano foram as alterações climáticas tendo como subtemas “Salvar os Oceanos” e “reverter o aquecimento global”.

A abrir a sessão a Diretora do Agrupamento de Escolas de Celorico de Basto, Eduarda Alves, formada em química no ramo de qualidade de matérias plásticas, e por isso, familiarizada com o tema, disse que “estas alterações climáticas, esta necessidade de salvar os oceanos e de reverter o aquecimento global está finalmente a chegar à perceção das populações. A tomada de consciência de que é urgente colocar o lixo nos contentores certos, de que é possível dar uma segunda vida a este lixo, reciclando-o, é fundamental e uma questão de cidadania. Só com atitudes de conservação e de preservação é que conseguimos salvar o nosso planeta”. Mas esta tomada de consciência deve começar desde cedo, em casa, na escola. Não me agrada quando chego à escola e vejo lixo no chão, ou plástico no contentor errado, por exemplo, também nós temos um longo trabalho de cidadania pela frente, cada um tem que fazer e fazer bem o seu papel.

Uma posição reiterada pela Câmara Municipal de Celorico de Basto que teve como porta-voz, nesta ação, a técnica de educação da Câmara Municipal, Maria José Marinho, que realçou a necessidade de comportamentos a montante onde se evidencie a preservação do meio ambiente. Um trabalho que o Município tem vindo a desenvolver.

A plateia mostrou-se atenta do princípio ao fim mas foi a intervenção do deputado da Assembleia da República que mais atenção despertou nos jovens estudantes. O deputado, formado em engenharia de Recursos Florestais, e Presidente da Comissão de “Agricultura e mar”, iniciou a sua intervenção com uma explicação do funcionamento dos órgãos de soberania nomeadamente da Assembleia da República a pedido da Coordenadora do Parlamento Jovem do Agrupamento de Escolas, Margarida Carvalho. Uma intervenção que esclareceu muitas dúvidas dos jovens presentes. Relativamente ao tema a abordar, o deputado disse que “estas alterações climáticas irão refletir-se muito brevemente na vida das pessoas. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera em pouco tempo deixaremos de ter as estações intermédias e passaremos a ter apenas 2 estações. Relembro, por exemplo os incêndios deste ano, incêndios de grandes proporções causados pelas altas temperaturas e pela velocidade dos ventos, condições que, com estas alterações climáticas, passarão a ser recorrentes. E isto deve levar-nos a refletir, devemos pensar na biodiversidade, criando uma relação favorável entre o meio ambiente e os seres vivos. Também os oceanos sofrem inúmeras descargas que prejudicam a sua sobrevivência, as fábricas libertam gases para a atmosfera e provocam efeito de estufa. É importante que se perceba que estas alterações climáticas estão a destruir-nos, porque estamos a destruir a natureza, o planeta”.

O deputado esclareceu ainda que “é urgente educar para a cidadania, a Assembleia da República e os restantes órgãos de soberania vão fazendo o seu papel mas é preciso que todos estejam envolvidos na mesma missão, começando pelos mais novos, pelas escolas, em casa, a responsabilidade desta situação é de todos, por isso todos têm que atuar no sentido de criar um ambiente mais saudável”.

O Presidente da Comissão de Agricultura e Mar terminou a sua intervenção com uma alusão ao Presidente da América, John F. Kennedy e é célebre frase “não perguntem o que o vosso país pode fazer por vocês, mas o que é que vocês podem fazer pelo vosso país” direcionando o sentido para o meio ambiente e para o que cada um pode fazer para o preservar.

A ação terminou com perguntas e respostas sobre o tema.

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ESPOSENDE AMBIENTE INCENTIVA CONSUMO DE ÁGUA DA TORNEIRA

Beber água da torneira é mais barato e ecológico e a água distribuída pela empresa municipal Esposende Ambiente é 100% segura, conforme atestam as análises realizadas regularmente segundo as normas da ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos

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Com o intuito de garantir a excelência da qualidade da água que distribui, a Esposende Ambiente, no âmbito do controlo da qualidade da água para consumo, realiza, semanalmente, colheitas de amostras de água nas torneiras de alguns dos seus consumidores, para caracterização analítica em laboratório externo. Este controlo é realizado de acordo com um Programa de Controlo da Qualidade da Água, devidamente aprovado pela autoridade competente, a ERSAR, que inclui, no ano de 2019, a monitorização de 108 pontos de amostragem, que se distribuem por todas as freguesias do concelho.

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A identificação destes pontos de amostragem por parte da população será agora mais fácil, uma vez que a Esposende Ambiente está a proceder à colocação de placas informativas de “Controlo da qualidade da água para consumo – Ponto de Amostragem” junto dos contadores de água instalados nas habitações dos consumidores cuja água será analisada.

De referir que o controlo da qualidade da água não se limita a análises na torneira dos utilizadores, sendo vários os locais onde se implementam procedimentos de controlo de qualidade. Neste âmbito é também de salientar medidas implementadas que melhoram o acesso e fomentam o consumo de água de qualidade no município de Esposende, como a instalação de fontes gratuitas em locais públicos.

Existem, presentemente, quase duas dezenas de bebedouros/fontenários, ligados à rede pública de abastecimento de água, distribuídos por todo o concelho. Nestes locais foram, também, colocadas placas identificativas de “Sistema Público de Distribuição de Água - Água Controlada”. No presente ano, a Esposende Ambiente vai implementar um plano de controlo e manutenção da qualidade da água nestes bebedouros e fontenários, disponibilizando os resultados obtidos nas sedes de Junta de Freguesia e página de internet.

Contribuindo para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a Esposende Ambiente procura aumentar a confiança dos consumidores e incentivar o consumo de água da torneira. Se a confiança na água da torneira melhorar, os cidadãos também podem contribuir para reduzir impacto no meio ambiente, reduzindo as emissões de CO2 e os resíduos de plástico de água engarrafada.

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CINEMA COM CAUSAS AMBIENTAIS VAI ÀS ESCOLAS EM FAMALICÃO

Primeira sessão do ano do ciclo “Ambientar-se” decorre esta sexta-feira, no INA

O cinema e o ambiente andam de mãos dadas nas sessões do ciclo “Ambientar-se”, uma iniciativa promovida pelo Município de Famalicão, através do Parque da Devesa, que todos os meses desperta a atenção dos famalicenses para as causas e consequências dos problemas ambientais que o planeta enfrenta, com recurso à sétima arte.

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Em 2019 a iniciativa vai continuar a colocar o dedo na ferida e tem já agendada a primeira sessão do ano com uma novidade. Depois de algumas saídas do Parque da Devesa em 2017 e 2018, neste novo ano as sessões “Ambientar-se” vão passar a realizar-se também nas escolas, tentando captar a atenção dos jovens para esta problemática.

É o que vai acontecer já nesta sexta-feira, dia 25, a partir das 09h30, com a exibição do filme “Oceanos de Plástico”, no INA – Instituto Nun’Alvres.

Tal como acontece em todas as sessões, esta vai também ser dinamizada por uma associação local – a AREA – Associação Amigos do Rio Este – que para além da escolha do filme, será também responsável pela moderação de um debate.

“Oceanos de Plástico” foi realizado em 2016 por Craig Lesson, “um jornalista australiano que numa investigação à procura da Baleia Azul, se deparou com grandes quantidades de plástico à superfície do oceano. Com o intuito de desvendar a influência que estes plásticos têm nos nossos oceanos, Craig Lesson auxiliou-se da mergulhadora Tanya Streeter e de uma equipa internacional de cientistas e investigadores, numa viagem durante quatro anos, explorando o frágil estado dos nossos oceanos, com o objetivo de desvendar a verdade acerca da poluição dos plásticos e revelar soluções que possam ter um efeito imediato afim de prever a continuidade da degradação dos oceanos”.

A iniciativa vai decorrer no Auditório Padre António Vieira e é de entrada livre, sujeita à lotação da sala.

DEPUTADO JOEL SÁ PRESENTE NO PARLAMENTO DOS JOVENS DAS ESCOLAS DO CONCELHO DE BARCELOS

Nas ultimas semanas, o deputado Joel Sá participou nos debates das Sessões Escolares do ensino básico e do ensino secundário do Parlamento dos Jovens nas escolas do concelho de Barcelos, com os temas: “ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS - SALVAR OS OCEANOS” e “ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS - REVERTER O AQUECIMENTO GLOBAL”. 

Nomeadamente na Escola Secundária de Barcelos em dezembro, Escola Secundária de Barcelinhos, Escola Básica e Secundária de Vale do Tamel, Escola Básica de Fragoso, Escola Básica e Secundária de Vila Cova em janeiro. 

Na próxima semana, dia 28 às 15 horas, Joel Sá finaliza a 1.ª Fase das Sessões Escolares na Escola Gonçalo Nunes.

Para mais informações acompanhe a actividade política e parlamentar do deputado Joel Sá em www.facebook.com/JoelSa.Barcelos

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SECRETÁRIO DE ESTADO DO AMBIENTE INAUGURA ETAR DA ZONA INDUSTRIAL DE PENSO EM MELGAÇO

Esta sexta-feira, 25 de janeiro, pelas 10h30

Um investimento de 649.262,02 euros (Fundo de Coesão: 551.872,71 EUR)

Na próxima sexta-feira, dia 25 de janeiro, o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, estará em Melgaço a inaugurar as obras de requalificação da ETAR da Zona Industrial de Penso, um momento de elevada importância socioeconómica para o concelho. Num investimento de 649.262,02 euros (Fundo de Coesão: 551.872,71 EUR), este projeto vai solucionar problemas de falta de capacidade da antiga ETAR. A ação terá lugar na ETAR pelas 10h30 (variante à N202).

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Este equipamento proporciona a Melgaço um tratamento do tipo biológico aeróbio por lamas ativadas, em modo descontínuo sequencial (SBR). Assim, o sistema de tratamento é constituído por:

- Tratamento Preliminar: inclui dois sistemas de gradagem para remoção de sólidos grosseiros e finos e um desarenador/desengordurador;

- Tratamento Primário: inclui a homogeneização do efluente, correção do pH e nutrientes;

- Tratamento Secundário: tratamento Biológico Aeróbio por lamas biológicas em modo SBR num reator com capacidade total para tratamento de 500 m3/dia de efluente;

- Tratamento Terciário: constituído por um leito de areia de fluxo ascendente.

O projeto contou com o financiamento dos FEEI - Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (em concreto do Fundo de Coesão), através do Portugal 2020, nomeadamente do POSEUR - Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos. Prevê-se que esta operação atinja os seguintes resultados (contributo para os indicadores do POSEUR):

- População adicional servida pelas melhorias do sistema de saneamento de águas em alta: 1.200 equivalente população (e.p.);

- ETAR remodelada para servir entre 500 e 15.000 (e.p.)1;

- Alojamentos abrangidos com avaliação satisfatória no cumprimento dos parâmetros de descarga: 100%.

1Equivalente de População (e.p.) ou um Habitante Equivalente (hab.eq) representa a quantidade de poluição orgânica de um efluente líquido que é gerada por uma pessoa, a qual corresponde a uma carga orgânica biodegradável com uma carência bioquímica de oxigénio ao fim de cinco dias (CBO5), de 60 g de oxigénio por dia. Este indicador permite ‘converter’ a carga orgânica de determinado efluente (bruto ou tratado), expressa em gramas de CBO5/dia, em habitantes ‘equivalentes’ e assim inferir sobre a quantidade de habitantes que determinado efluente representa em termos de carga orgânica, sabendo que 1 hab.eq = 60g CBO5/dia.

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PAN QUER PROIBIR COMBUSTÍVEIS COM ÓLEO DE PALMA

PAN apoia fim do uso de óleo de palma em combustíveis Portugueses e Europeus

  •        - Partido alia-se à iniciativa Europeia promovida por associações ambientalistas
  •        - Em 2018 mais de metade do óleo de palma usado na Europa acabou nos depósitos dos veículos
  •        - Devem ser traçadas na Europa estratégias urgentes para não usar óleo de palma nos biocombustíveis

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – defende que Portugal e a União Europeia deixem de usar óleo de palma em biocombustíveis como forma de transição energética no sector da mobilidade, acompanhando a iniciativa Europeia que decorre hoje, promovida por Organizações Não Governamentais de Ambiente (ONGA) da Bélgica, França, Alemanha Itália, Portugal, Espanha, Suécia e Países Baixos.

Atualmente a produção e comércio de óleo de palma é já uma das grandes ameaças à biodiversidade e um dos maiores promotores de desflorestação de vários países, nomeadamente no sudoeste asiático e na América do Sul, segundo o estudo da Universidade de Duke. Em Portugal, e segundo a associação ambientalista ZERO, o biodiesel a partir do óleo de palma é “três vezes pior para o clima do que o gasóleo fóssil”, sendo que em 2018 mais de metade do óleo de palma usado na Europa acabou nos depósitos dos veículos.

“A economia Europeia, e a transição energética promovida pelos biocombustíveis, tem impactos gravíssimos nos ecossistemas florestais da Indonésia e da Malásia, mas também se repercutem no Equador, Brasil e Peru” afirma Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019. “É necessária uma mudança no paradigma económico e ecológico privilegiando produtos e bens com reduzida pegada ambiental” conclui o candidato.

Ainda segundo a ZERO, “desde que foi introduzida a Diretiva das Energias Renováveis na União Europeia, em 2009, para a promoção dos biocombustíveis como alternativa aos combustíveis fósseis no sector dos transportes, o consumo de óleo de palma para produzir biocombustível aumentou, passando de 825.000 toneladas em 2008 para 3,9 milhões de toneladas em 2017.”

No que concerne à transição energética dentro da mobilidade, o PAN considera que todos os Estados Membros e a própria Comissão Europeia devem traçar estratégias urgentes para deixar de usar óleo de palma nos seus biocombustíveis, garantindo em alternativa que a aposta seja feita na mobilidade coletiva, na expansão do mercado de veículos elétricos e também no reforço da mobilidade ligeira (bicicletas em meio urbano).

 “O atual modelo económico Europeu, presente também nos acordos comerciais internacionais, desconsidera os mais básicos valores ambientais pelo que impera uma reordenação das prioridades da Comissão Europeia no que concerne à transição energética. Precisamos de uma revolução verde na economia e na Europa”, conclui o candidato.

ARCOS DE VALDEVEZ INVESTE NO AMBIENTE

Autarquia investe mais 40 mil euros na rede de recolha de resíduos sólidos urbanos

O respeito pelo meio ambiente e pela Natureza têm sido, ao longo dos anos, aspetos importantes por forma a preservar um concelho limpo e com “ambiente acolhedor”. A Câmara Municipal tem investido na rede de recolha de resíduos para que esta esteja acessível a toda a população do concelho e tem vindo a melhorar as suas infraestruturas e equipamentos.

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A rede de recolha indiferenciada de resíduos tem vindo a ser renovada e acrescentados novos pontos de recolha. Foram investidos mais 40 mil euros na colocação de mais 44 novos contentores, em 2018, nas freguesias, perfazendo, a nível global, um total de 820.

Estas melhorias nos equipamentos de recolha de resíduos inserem-se num plano de investimentos faseado que totaliza já mais de 110 mil euros.

Arcos de Valdevez é um dos melhores exemplos do distrito ao nível da separação do lixo, resultado da crescente consciência ambiental da sua população, das ações de sensibilização e do reforço do número de ecopontos no concelho. A este nível, todas as freguesias estão atualmente servidas de ecopontos, 168 no total, após a colocação recente de mais 20 ecopontos.

A Câmara Municipal, em articulação com a Resulima, tem reforçado os equipamentos de recolha seletiva e incrementado a recolha direta junto dos comércios, assim como a otimização das rotas e periodicidade de recolha dos próprios, com vista a uma melhoria gradual e consistente da qualidade ambiental do concelho.

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PAN PROPÕE CRIAÇÃO DE VISTOS GREEN

PAN quer facilitar autorização de residência a quem investe em atividades ecológicas e propõe criação de vistos Green

  • Autorização de residência assente em atividades de investimento em projetos ecológicos
  • Investimentos em agricultura biológica não intensiva
  • Contribuição ativa para a implementação do Roteiro para a Neutralidade Carbónica
  • Projetos que incidam no autoconsumo com energias oriundas de fontes renováveis e que promovam investimentos em ecoturismo
  • Dia 10 de janeiro parlamento discute atribuição de “vistos Gold”

No âmbito da discussão agendada para 10 de janeiro sobre a autorização de residência para atividade de investimento, comummente designada por “Golden Visa” ou “Visto Gold”, o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, propõe a instituição de um regime de autorização de residência assente em atividades de investimento em projetos ecológicos, os “Vistos Green”.

Desde a sua criação, em 2012, o investimento acumulado totalizou 4.155.454.320,27 euros, com a aquisição de bens imóveis a somar 3.769.059.383,67 euros e a transferência de capital no valor de 386.394.936,60 euros. Tem-se verificado um crescimento do investimento em Portugal nos últimos meses, com uma subida de 41% em Novembro de 2018 e 4% em Outubro, face ao período homólogo do ano anterior, de acordo com dados estatísticos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Até à data foram atribuídas 6.813 autorizações de residência para atividades de investimento: 2 em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016, 1.351 em 2017 e 1.260 em 2018. Por nacionalidades, a China lidera a atribuição de vistos (4.013), seguida do Brasil (625), Turquia (279), África do Sul (268) e Rússia (237).

Posto isto, o PAN propõe a criação de um regime de autorização de residência assente em atividades de investimento em projetos ecológicos (Vistos Green) respeitantes a qualquer atividade exercida pessoalmente ou através de uma sociedade que conduza à concretização de, pelo menos, uma das seguintes situações em território nacional e por um período mínimo de cinco anos, num montante igual ou superior a 250 000 euros, tais como, investimentos em agricultura biológica não intensiva; projetos que reforcem e contribuam ativamente para a implementação do Roteiro para a Neutralidade Carbónica; a criação de investimentos que incidam no autoconsumo com energias oriundas de fontes renováveis; projetos que apresentem manifestos e elevados padrões de eficiência energética com a obrigatoriedade de consumo de mais de 75% de energia oriunda de fontes 100% renováveis e que promovam investimentos em ecoturismo.

Tendo em conta estes dados e a importância de cimentar uma sociedade multicultural e aberta ao investimento estrangeiro, o PAN considera que este investimento exponencial deveria ser captado e canalizado para projetos de investimento estruturantes nomeadamente de cariz ecológico. Sendo que esta iniciativa terá um impacto significativo no audacioso compromisso assumido pelo Sr. º Primeiro-ministro António Costa, na COP-22, em Marraquexe, sobre a descarbonização da economia portuguesa até 2050, com o lançamento do “Roteiro Nacional de Baixo Carbono 2050” assumindo a urgência de, paulatinamente, se abandonar a dependência das energias fósseis, substituindo-as por outras fontes 100% limpas e renováveis.

PONTE DE LIMA RECEBE PRÉMIO NACIONAL DE PAISAGEM A DISTINGIR ÁREA PROTEGIDA

Área Protegida de Ponte de Lima distinguida com menção especial no Prémio Nacional da Paisagem 2018

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De acordo com a informação disponibilizada no site oficial do Prémio, O Prémio Nacional da Paisagem, criado no âmbito das ações de implementação da Convenção Europeia da Paisagem, detém como objetivos:

  1. a) Reconhecer a implementação de uma política da paisagem ou de medidas implementadas pelas autoridades locais ou regionais ou pelas suas associações ou agrupamentos, ou contribuições especialmente importantes de organizações não-governamentais, para a proteção sustentável, a gestão e ou o ordenamento das paisagens;
  2. b) Incrementar a sensibilização da sociedade civil para a importância das paisagens, quer enquanto fator de identidade e valor fundamental do quadro de vida das populações, quer enquanto fator potencial de desenvolvimento, e para as importantes funções culturais, ecológicas, ambientais e sociais desempenhadas pela paisagem;
  3. c) Preparar a candidatura nacional ao Prémio da Paisagem do Conselho da Europa.

Segundo o texto publicado na mesma fonte, “A Senhora Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza atribuiu, sob proposta do Júri, o Prémio Nacional da Paisagem 2018 à candidatura Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico (Região Autónoma dos Açores) ”, bem como três menções especiais, sendo que uma delas corresponde à candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Ponte de Lima no âmbito do projeto desenvolvido na Área Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos.

Para o Júri do Prémio, o Projeto de Conservação e Valorização do Património Natural das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos, destaca-se pelo envolvimento coletivo nas iniciativas de conservação da natureza, pelo contributo para o reforço da coesão social daquele território e para o desenvolvimento rural com base na valorização da paisagem e cultura rural minhotas.

A 2ª edição do Prémio Nacional da Paisagem registou 27 candidaturas, submetidas até 30 de novembro de 2018, com grande envolvimento dos municípios que correspondem a 70% do total de candidaturas apresentadas.

MUNICÍPIO DE VIZELA APELA AO PAGAMENTO DA TARIFA DO LIXO

A Câmara Municipal distribuiu por todo o Concelho uma carta dirigida a todos os vizelenses, dando a conhecer a nova política ambiental em vigor na Autarquia, nomeadamente o programa Vizela Mais Limpa, com o objetivo de melhorar de forma substancial a qualidade de vida de Vizela e dos vizelenses.

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Nesta missiva, a Câmara Municipal destaca a implementação do sistema por contentorização, que prevê a substituição do atual sistema de recolha de resíduos urbanos porta-a-porta, técnica e ambientalmente mais vantajoso face ao sistema atualmente existente, permitindo não só uma redução com os custos de recolha, mas, acima de tudo, proporcionar um ambiente mais limpo e agradável.

Assim, a Autarquia apela à colaboração de todos os munícipes em todo este processo, para estarem sensíveis para as questões ambientais e para que continuem empenhados em contribuir para um ambiente mais saudável, depositando os seus resíduos nestes novos equipamentos.

A Câmara Municipal de Vizela pede desculpa pelos incómodos que possam advir destas alterações, mas no futuro irá provar-se que este sistema se transformou numa mais-valia para o Concelho.

A adoção de comportamentos e hábitos ecológicos e a separação correta dos diferentes resíduos produzidos são pequenos gestos que farão toda a diferença para uma ‘Vizela Mais Limpa’, contribuindo para uma melhoria substancial da qualidade de vida de Vizela e dos vizelenses, hoje, e no futuro, para um desenvolvimento mais sustentado do Concelho.

Nesta carta, a Câmara Municipal apela ainda ao pagamento da tarifa do lixo por todos os munícipes, uma vez que atualmente apenas pagam a tarifa de lixo aqueles que têm água e saneamento. É intenção da Câmara Municipal que, a partir do início deste ano, o pagamento seja obrigatoriamente efetuado por todos os munícipes, numa lógica de utilizador – pagador e para que assim a Autarquia possa baixar ainda mais a todos os Vizelenses a tarifa de lixo.

Assim, a Câmara Municipal apela aos munícipes, que atualmente não pagam tarifa de lixo, que façam a sua inscrição nas respetivas Juntas de Freguesia ou na Câmara Municipal, até ao final do mês de janeiro de 2019.

De destacar ainda que, pela primeira vez, a Câmara Municipal de Vizela procedeu a uma redução do tarifário de resíduos urbanos de 5%, de 2017 para 2018, e mais 5%, de 2018 para 2019.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE ESTENDE CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO À ÁREA AMBIENTAL

Município de Esposende estende à área ambiental a certificação do Sistema de Gestão

Em resultado da Auditoria ao seu Sistema de Gestão, realizada, recentemente, pela entidade certificadora SGS, o Município de Esposende obteve a certificação na vertente Ambiental pela norma ISO 14001:2015 e a renovação no que concerne à Qualidade, de acordo com a norma ISO 9001:2015.

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Foi, deste modo, reconhecido o esforço desenvolvido nos últimos meses pelo Município e seus colaboradores, com vista à implantação do novo modelo de gestão, que pretende garantir aos cidadãos, e aos munícipes em particular, qualidade, eficiência, eficácia e economicidade no serviço prestado.

Neste propósito, e decorrente de uma alteração ao nível organizacional, o Município tem desenvolvido esforços no sentido de potenciar uma reflexão participada sobre os instrumentos integrados no Sistema de Gestão. Os objetivos são assegurar a consistente e constante utilização, por parte de todos os colaboradores, das ferramentas e metodologias definidas no Sistema, e fomentar uma cultura, atitude e comportamentos de mudança, necessários à imperiosa necessidade de empregar as novas metodologias de uma forma colaborativa e responsável.

Neste contexto, foi implementada uma nova estratégia, agora reconhecida pela SGS, com vista a transformar a cultura e o ambiente interno, assegurar a mobilização de todos, promover a mudança de comportamentos e atitudes, de forma a que, em conjunto, se garanta a evolução da Câmara Municipal como uma das melhores autarquias onde trabalhar, mas também no sentido de conduzir o Município a consolidar um modelo de gestão com melhor resposta aos desafios diários.

Neste âmbito, a Câmara Municipal, que retomou a certificação do seu Sistema de Gestão na sua vertente ambiental, compromete-se a assumir na sua gestão quotidiana a responsabilidade de garantir a preservação do ambiente, com vista à melhoria do seu desempenho ambiental e contribuir, na justa medida das suas possibilidades, para a construção de um futuro mais sustentável.

Esta postura enquadra-se, de resto, nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas, que o Município verteu para o seu Plano de Atividades e Orçamento para 2019, fazendo destes uma prioridade absoluta ao nível das suas atividades e áreas de intervenção.