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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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RANCHO FOLCLÓRICO DANÇAR É VIVER VAI À SIC AO PROGRAMA DE CRISTINA FERREIRA

Carina Alexandra é entrevistada em directo. E o tocador Daniel Sousa leva a sua concertina

O programa de Cristina Ferreira vai na próxima sexta-feira contar com a participação do Rancho Folclórico Dançar é Viver. Carina Alexandra, uma das pessoas responsáveis pelo grupo – sobrinha da fundadora, srª Isabel Cerqueira – será entrevistada em directo.

Também o exímio tocador arcuense Daniel Sousa vai participar neste programa, mostrando os seus dotes na concertina.

Entretanto, as gravações da actuação do rancho folclórico já foram feitas e tudo promete para que o programa que vai para o ar já na sexta-feira será do agrado de todos os telespectadores em geral e dos minhotos em particular.

Constituído há 28 anos por minhotos e seus descendentes radicados no concelho da Amadora, nos arredores da capital lisboeta, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem ao longo dos seus 25 anos de existência vindo a promover os usos e costumes das gentes do Minho.

Este grupo folclórico tem como principal objetivo preservar e divulgar os usos e costumes das gentes minhotas, mantendo assim a tradição das raízes do seu povo e, ao mesmo tempo, preservar a união e a identidade cultural dos minhotos que um dia tiveram de deixar as suas terras de origem à procura de melhores condições de vida.

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MADEIRA DANÇA O BAILINHO NO FOLKLOURES'19

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

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RANCHO FOLCLÓRICO DANÇAR É VIVER: MINHOTOS REPRESENTAM NA AMADORA O FOLCLORE DO MINHO DESDE HÁ 28 ANOS!

Rancho Folclórico Dançar é Viver é a "embaixada" do folclore do Minho no concelho da Amadora

O Rancho Folclórico Dançar é Viver celebra hoje 28 anos de existência, afirmando-se como o mais lídimo embaixador das tradições minhotas no concelho da Amadora. O BLOGUE DO MINHO endereça-lhe as melhores felicitações!

Constituído por minhotos e seus descendentes radicados no concelho da Amadora, nos arredores da capital lisboeta, o Rancho Folclórico Dançar é Viver, ao longo dos seus 28 anos de existência, tem vindo a promover os usos e costumes das gentes do Minho.

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Este grupo folclórico tem como principal objetivo preservar e divulgar os usos e costumes das gentes minhotas, mantendo assim a tradição das raízes do seu povo e, ao mesmo tempo, preservar a união e a identidade cultural dos minhotos que um dia tiveram de deixar as suas terras de origem à procura de melhores condições de vida.

Fundado a 12 de janeiro de 1991, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.

O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.

Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.

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AMADORA TEM MAIS ENCANTO TRAJADA À VIANESA

A 44ª edição da São Silvestre da Amadora realizou-se hoje, dia 31 de dezembro 2018, tendo alcançado, pela primeira vez, mais de 2.000 atletas inscritos na corrida de 10 km e na Corrida das Crianças.

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Rui Pinto, atleta do Sport Lisboa e Benfica, entrou para a história da prova: é o atleta masculino com mais triunfos na corrida (quatro vitórias).

Posicionadas na meta, segurando a faixa e saudando os atletas à chegada, as lindas minhotas conferiram àquela jornada desportiva um especial encanto e singular beleza bem característicos das mais belas moças da nossa região – mais uma vez, o Rancho Folclórico Dançar é Viver afirmou-se como o mais lídimo embaixador das tradições da nossa região naquele concelho dos arredores de Lisboa.

Fotos: HMS Sports | Walter Branco, Paulo Lopes e Luís Ferreira

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MINHOTAS LEVAM O SEU ENCANTO À CORRIDA DE S. SILVESTRE DA AMADORA

Dentro de poucas horas vai ser dado o sinal de partida para mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal uma das mais antigas do nosso país e seguramente a mais antiga que se realiza no continente.

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Posicionadas na meta de chegada, segurando a faixa e saudando os atletas, lá estarão as lindas moças do Minho trajadas à vianesa, conferindo àquela jornada desportiva um especial brilho e encanto.

Trata-se de jovens minhotas radicadas no concelho da Amadora e que, juntamente com as suas famílias, constituem o Grupo Folclórico Dançar é Viver, um lídimo embaixador das tradições da nossa região naquele concelho dos arredores de Lisboa.

Este ano, celebra a 44.ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00. Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinham-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.

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PADRE HIMALAYA NASCEU HÁ 150 ANOS EM ARCOS DE VALDEVEZ

O Padre Manuel Himalaya, um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viragem do século XIX, nascido em Arcos de Valdevez, faz este domingo, dia 9 de Dezembro, 150 anos. É uma figura de grande importância para o concelho arcuense e para a região, que deixou a sua marca por vários países do mundo, como França, EUA ou Argentina, sempre em busca de novas abordagens científicas e de conhecimento.

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Em Agosto, e de forma a homenagear o Padre Manuel Himalaya, no ano em que completaria 150 anos de vida, o Município de Arcos de Valdevez iniciou as obras de intervenção na antiga Escola do 1º Ciclo, onde serão criadas as “Oficinas de Criatividade Himalaya”, uma plataforma de promoção da ciência educativa, tendo nas crianças, jovens e famílias o seu principal público-alvo.

O percurso excecional deste homem, que culminou em 1904 com o Grande Prémio da Exposição Internacional de St. Louis, nos EUA, é a base de desenvolvimento do projeto, que incorporará um espaço documental e biográfico sobre o próprio Himalaya, recorrendo a tecnologia de última geração, e diversas salas e espaços dedicados à exploração e descoberta das Ciências, com destaque para o uso do Sol, com a fantástica máquina solar, o Pirelióforo, e das múltiplas áreas do Conhecimento abrangidas pelo investigador, como a Ecologia e a Eco sustentabilidade, numa visão verdadeiramente holística. O projeto global tem um investimento de 1,5 milhões de euros e será realizado com recurso a fundos comunitários.

Para o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, este é um projeto que também tem outra extensão, como o percurso na ecovia e pontos-chave conectados com a sua presença, como a casa onde nasceu, viveu e o cemitério que o alberga, todos na freguesia de Cendufe;

De referir também que, anteriormente a autarquia inaugurou a requalificação do Parque Infantil da Ponte Nova, que também se centra no Padre Himalaya.

Para João Esteves este é mais um investimento no concelho e na criação de um espaço de oportunidades, de conhecimento e aprendizagens, que irá contribuir para o desenvolvimento sustentável de Arcos de Valdevez.

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MINHOTOS LEVAM À AMADORA TRADIÇÃO DOS CANTARES AO MENINO

Alegrai-vos sempre no Senhor

O Senhor está a chegar!

Epístola de S. Paulo aos Filipenses: 4:4

Iniciativa do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho

Hoje foi dia de alegria na Igreja da Divina Misericórdia – Paróquia de Alfragide, no concelho da Amadora. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, sediado naquela localidade e constituído por gentes do Douro Litoral radicadas na região da grande Lisboa, levou a efeito o primeiro Encontro de Cantares ao Menino Jesus.

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Para o efeito, contou com a disponibilidade e colaboração do Pároco de Alfragide, Padre Nélio Rodrigues Tomás, que acolheu os paroquianos e outros visitantes com uma simpatia que apenas contribui para aproximar os fieis.

O anfitrião – Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho –  convidou para participar neste evento o Rancho Folclórico Verde Minho, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, digno representante das gentes arganilenses na região de Lisboa.

Os cantares ao menino Jesus constituem um costume onde se cruzam tradições cristãs e pagãs que estiveram na sua origem, convindo não confundir estas com festividades profanas – o paganismo foi a religião dos camponeses e, tal como outras formas de espiritualidade, também ela constituiu uma maneira de entendermos a nossa religação ao divino!

Estas manifestações de carácter religioso e etnográfico têm vindo a reproduzir-se sobretudo na região de Lisboa por iniciativa de grupos folclóricos predominantemente do Minho e Beira Litoral, sendo contudo de lembrar também aqui a importância do rigor quanto à escolha do cancioneiro como dos trajes tradicionais em uso na época natalícia, caracterizada pelo frio e dias de curta duração solar.

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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO ACABA DE SER ADMITIDO COMO SÓCIO ADERENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Grupo Folclórico Alto do Moinho, representativo do folclore da dita província do Douro Litoral, acaba de ser admitido como sócio aderente da Federação do Folclore Português. Este grupo encontra-se sediado na região de Lisboa, mais concretamente no concelho da Amadora

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A região que representa possui as maiores afinidades com o Minho uma vez que antes da sua criação tão artificial quanto efémera, constituíam a área geográfica da Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, como a sua História e identidade própria. Agora voltaram a subdividi-la, encontrando-se aquele grupo inserido no Douro-Litoral-Norte… com paragem em todas as estações e apeadeiros!

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