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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO: PÃO FRESCO À PORTA DE CASA CHEGA AO DIGITAL

Ipão.pt é o nome de uma plataforma online que nasceu em Vila Nova de Famalicão para recuperar a tradição da entrega de pão fresco porta a porta. O autor deste novo negócio de proximidade é Pedro Marques, 35 anos, gestor de projetos web.

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Foi durante um jantar de amigos, em outubro de 2019, que o empreendedor percebeu que havia uma área no mercado das plataformas de distribuição online ainda por completar: a entrega de pão fresco ao domicílio. Após reunir com uma padaria parceira interessada no projeto, decidiu começar a desenvolver a plataforma, o que demorou cerca de 3 meses.

O serviço arrancou a 2 maio de 2020, em contexto de pandemia, em 32 freguesias famalicenses e garante entrega gratuita entre as 5h00 e as 9h00 da manhã. Entretanto, já chegou a outras cidades, como Porto, Matosinhos, Leça da Palmeira, Maia, Vila Nova de Gaia, Valongo, Ermesinde e Vila do Conde. "A curto prazo, o objetivo passa por aumentar a cobertura nos concelhos onde já estamos, procurando chegar ao máximo de freguesias possível, e abrir mais cinco grandes cidades, nomeadamente Lisboa”, revela Pedro Marques, acrescentando que a plataforma está preparada para começar a vender, de um dia para o outro, em qualquer cidade. “O que demora mais é encontrar o parceiro ideal”, admite, “mas depois disso acontecer e de a informação ser ativada na plataforma, ele começa a vender pão no dia a seguir”.

Ainda de acordo com Pedro Maques, em oito meses de negócio, não houve um único dia em que os parceiros não tivessem pedidos de clientes novos. “Temos uma estratégia de exclusividade que lhes dá segurança para acreditarem no projeto", aponta.

O certo é que o confinamento deu um impulso inesperado ao negócio: "O projeto foi pensado muito antes de se falar em pandemia e não foi lançado com esse propósito. Contudo, com a população confinada, tive a certeza que mais pessoas iriam precisar do serviço. Acabei por lançar a plataforma sem várias funcionalidades para os parceiros, ainda que para os clientes estivesse tudo já a funcionar como queria. Não tinha nem tenho uma grande equipa, portanto, era importante preparar a automação da plataforma para que todos os processos de encomendas, aceitação, renovações e pagamentos fossem automatizados”, conta, sem no entanto desvendar o investimento inicial do projeto, nem o valor mensal em publicidade.

O utilizador da plataforma iPão, disponível em www.ipao.pt, pode escolher o tipo de produtos que quer receber, as quantidades e uma hora máxima de entrega (até às 6h00, 7h00, 08h00 ou 09h00). Neste momento, no conjunto das cidades cobertas pelo serviço, há mais de 200 produtos disponíveis, de padaria e pastelaria.

A entrega, assim como a produção do pão e de outros produtos de pastelaria, é assegurada pelas padarias parceiras do serviço, um processo parecido ao utilizado por plataformas como Uber Eats ou Glovo. Na prática, a iPão serve como ponte que liga padarias que fazem entrega de pão fresco e têm frotas definidas aos clientes que estão interessados em receber o produto nas suas casas.

As encomendas têm uma duração de quatro semanas e, no final desse período, a encomenda é automaticamente renovada para as quatro semanas seguintes. Nessa altura, o cliente pode cancelar ou alterar a encomenda.

Recorde-se que a iPão foi o projeto terceiro classificado do JUMP – Concurso para Novas Ideias de Negócio, promovido pela Câmara Municipal de Famalicão, através do Famalicão Made IN, em parceria com a UPTEC, cuja última edição teve como tema o E-commerce.

FAMALICÃO ENTREGA GRATUITAMENTE REFEIÇÕES AO DOMICÍLIO

Take Away gratuito em Famalicão permanece nos dias 26 e 27 de dezembro e 2 e 3 de Janeiro

Atendendo à manutenção do Estado de Emergência Nacional, vai permanecer ativo em Famalicão o  serviço gratuito de entrega de refeições ao domicílio montado para o concelho pela Câmara Municipal e Associação de Restaurantes de Famalicão para os próximos dias 26 e 27 de dezembro e 2 e 3 de janeiro, à hora do jantar.

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Assim, entre as 19h00 e as 22h30, os famalicenses podem encomendar o seu jantar num dos 70 restaurantes aderentes e desfrutar da refeição no conforto do lar sem necessidade de se deslocarem para levantarem a sua encomenda.

O serviço começou a funcionar no dia 14 de novembro na sequência do Estado de Emergência decretado pelo Governo e desde então tem-se mantido ativo ao fim de semana. Ao todo, já foram servidas em casa dos famalicenses 7200 refeições.

A rede criada para o efeito já conta com a colaboração de 70 estafetas, dos quais oito são taxistas que aderiram ao serviço. Perto de setenta restaurantes aderiram a esta dinâmica.

Refira-se que os restaurantes aderentes estão no site do município em www.famalicao.pt. Aos consumidores, basta contactar o restaurante e encomendar a refeição. A campanha é válida para encomendas de valor superior a 10 euros. O pagamento deverá ser efetuado diretamente ao restaurante por MB WAY ou transferência bancária, não sendo admitidos pagamentos diretamente ao estafeta.

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PONTE DE LIMA PROMOVE AGROLIMIANO

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VI Feira 100% Agrolimiano apresenta edição especial em formato online

O Município de Ponte de Lima promove, entre os dias 15 e 24 de janeiro de 2021, uma edição especial da VI Feira 100% Agrolimiano que vai decorrer este ano exclusivamente em modalidade online.

A autarquia reinventou uma solução para promover a economia local e apoiar os produtores a reerguerem-se através do desenvolvimento de uma plataforma digital que permitirá criar soluções e assegurar a preponderância de compra e venda de produtos locais.

Assumindo um formato totalmente digital este evento pretende mostrar, divulgar e difundir o setor agroalimentar de Ponte de Lima num momento em que os profissionais enfrentam um dos maiores desafios de sempre, e que tem sido severamente penalizado com a atual situação pandémica que o país e o mundo atravessa.

Durante este período e, através desta iniciativa inédita no setor agroalimentar, serão apresentados e promovidos vários produtores e os produtos do território, facilitando a realização de negócios, criando campanhas exclusivas e fornecendo todas as informações necessárias, levando Ponte de Lima numa viagem aos quatro cantos do mundo.

Com um simples clique poderá aceder a www.mercadoagrolimiano.pt e participar nos programas online existentes e organizados no âmbito deste evento. Terá oportunidade de conhecer e adquirir uma diversidade de produtos únicos e endógenos como o mel, a sidra, o vinho verde, enchidos e fumados, fruta, hortícolas, cogumelos, carne, doces e chocolates, entre outros, e no conforto do seu lar, recebe-los e consumi-los nas melhores condições.

Contamos com a vossa participação nesta edição especial!

FAMALICÃO: NUTRE JOVEM ACONSELHA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Antetítulo Próxima sessão acontece a 25 de novembro e tem como tema “Leitura de rótulos alimentares”

Estudos recentes apontam que um grande número de jovens e adolescentes portugueses têm uma alimentação inadequada, apresentando maus hábitos nutritivos. Foi a pensar nisso mesmo, que a Casa da Juventude de Famalicão lançou há já três anos, consultas de nutrição gratuitas para os jovens.

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Com o mesmo objetivo, mas procurando intervir ao nível da prevenção e aconselhamento específico, a Casa da Juventude lançou no passado mês de outubro o programa Nutre Jovem, com várias sessões que vão decorrer durante os próximos meses e que podem ser assistidas presencialmente ou online.

Tendo como facilitadoras de conversa a nutricionista Ana Isabel Monteiro e a psicóloga Vânia Faria, os temas pretendem abordar para além da obesidade e do excesso de peso, a crescente procura por dietas vegetarianas, o controlo de sintomas gastrointestinais (obstipação, inchaço…), e tratamento de distúrbios alimentares.

O programa destina-se essencialmente ao público escolar, universitário e jovens trabalhadores.

As próximas sessões estão agendadas para 25 de novembro e 16 de dezembro, pelas 21h0,0 e têm como tema “Leitura de rótulos alimentares” e “Como lidar com os excessos das festas”, respetivamente. Ambas as sessões estão limitadas a 12 participantes, respeitando as normas da DGS. Os interessados podem ainda participar através das páginas de facebook (https://www.facebook.com/juventudefamalicao) e instagram (@juventudefamalicao) da Juventude de Famalicão.

Para 2021, estão já agendadas as temáticas “Planeamento e confeção de refeições”, em janeiro; “Alimentação à base de plantas”, para fevereiro; “Refeições vegetarianas na prática”, para março; “Intestino são, corpo são” para abril; “Alimentação em época de exames”, para maio e “A relação com a comida” para junho.

A participação é livre e gratuita.

PADRÕES ALIMENTARES DOS PORTUGUESES SÃO INSUSTENTÁVEIS

Conclusão de investigação da Universidade de Aveiro

A alimentação pesa 30 por cento na pegada ecológica dos portugueses, mais do que os transportes ou o consumo de energia. A percentagem faz de Portugal o país mediterrânico com a maior pegada alimentar per capita. A conclusão é de um estudo da Universidade de Aveiro (UA) que deixa o alerta para uma balança muito desequilibrada: “Portugal importa 73 por cento dos alimentos e só o peixe e a carne ocupam cerca de metade do peso da pegada alimentar nacional”.

Os investigadores Filipe Teles, Sara Moreno Pires

Os investigadores Filipe Teles, Sara Moreno Pires e Armando Alves

 

A Pegada Ecológica nacional, por habitante, é superior à biocapacidade do país ou do próprio planeta, o que siginifica que se todas as pessoas no mundo consumissem como os Portugueses, precisaríamos de 2,3 planetas Terra.  29 por cento dessa pegada diz respeito à alimentação, 20 por cento aos transportes e 10 por cento à habitação.

“A pegada alimentar avalia em hectares globais (gha) a quantidade de recursos naturais que necessitamos para produzir o que comemos num ano. Sabendo que o país tem anualmente um ‘orçamento natural’ de 1,28 gha por habitante [valor de 2016], percebemos que só para nos alimentarmos ‘gastamos’ 1,08gha, ou seja, 84 por cento desse orçamento”, aponta Sara Moreno Pires, professora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da UA.

Se dependêssemos exclusivamente da biocapacidade de Portugal para nos alimentarmos, refere a coautora do estudo, “ficaríamos com um saldo de 0,20 gha para todas as restantes atividades de consumo [transporte, habitação, energia, vestuário, etc.], se não quiséssemos ter défice ecológico”.

Mas grande parte da biocapacidade necessária para a nossa alimentação provém de outros países, como Espanha, França, Ucrânia ou mesmo China Senegal, o que implica uma pressão e uma dependência desses ecossistemas.

“Portugal é, por esses motivos, o pior país de 15 países do Mediterrâneo no que diz respeito à Pegada Alimentar”, alerta Sara Moreno Pires.

Publicado recentemente na reconhecida revista científica internacional Science of the Total Environment, o estudo intitulado “Transição alimentar sustentável em Portugal: uma avaliação da pegada das escolhas alimentares e das lacunas nas políticas de alimentação nacionais e locais”, assinado por investigadores da UA e da Global Footprint Network, apresenta conclusões relevantes sobre a insustentabilidade dos padrões alimentares dos portugueses e a ainda frágil estrutura de políticas públicas para inverter esta tendência. Para além de Sara Moreno Pires, também pela UA Armando Alves e Filipe Teles assinam o trabalho.

Peixe nosso de cada dia

Portugal é o terceiro maior consumidor de pescado do mundo, com cerca de 61,7 quilos consumidos por pessoa em 2017 e 60 por cento da biocapacidade para produzir esse pescado vem de outros países, sendo Espanha um dos parceiros comerciais mais evidente. A elevada intensidade da Pegada Ecológica de peixes como o atum, espadarte e bacalhau (não considerando a Pegada associada ao seu transporte) são outra evidência, que aliados à sua força cultural na alimentação portuguesa, salientam ainda mais o impacto elevado do consumo de peixe na Pegada Alimentar.

Além disso, o estudo identifica uma dependência da biocapacidade de países estrangeiros (como a Espanha, França, Brasil, ou mesmo a China) para produzir recursos alimentares, de modo a satisfazer a procura dos portugueses, sendo as categorias mais dependentes as de “pão e cereais” (em que se importa quase 90 por cento dos hectares globais necessários à sua produção), “açúcar, mel, doces, chocolate, etc.” (com um importação na ordem dos 80 por cento) ou “gorduras alimentares” (com cerca de 73 por cento).

Para além da esperada relação comercial com Países Europeus, o estudo aponta uma dependência de países como Uruguai (na carne), África Ocidental e Senegal (no peixe), EUA (no leite e produtos lácteos), Argentina, Canadá e Brasil (nas gorduras alimentares ou frutos), ou China (nos frutos e nos vegetais).

Políticas locais imprescindíveis

“Urge mudar hábitos alimentares e ter tolerância zero quanto ao desperdício”, sublinha Sara Moreno Pires garantindo que “o papel das políticas públicas é igualmente crítico para promover sistemas alimentares mais sustentáveis, desde a produção agrícola, ao processamento, à distribuição, ao consumo ou ao reaproveitamento dos alimentos, e para envolver todos nesta mudança”.

Dada a relevância de se estruturar e apoiar a governação das cidades em torno de sistemas alimentares mais sustentáveis, por estas desempenharem um papel fundamental na promoção de padrões alimentares resilientes e economicamente prósperos, pela sua proximidade e interação com diversos atores, este estudo identifica um conjunto de pontos fortes e fracos nas políticas de alimentação em seis cidades portuguesas:  Almada, Bragança, Castelo Branco, Guimarães, Lagoa e Vila Nova de Gaia.

Como importantes contributos dos municípios, o estudo destaca a sensibilização da população para a Pegada Ecológica da alimentação através de Calculadoras Municipais da Pegada Ecológica disponíveis nos websites destas Câmaras Municipais, a promoção de hortas urbanas, hortas sociais e hortas pedagógicas, ou iniciativas inovadoras como o Banco de Terra em Guimarães, através da sua Incubadora de Base Rural, ou a investigação agroalimentar, promovida pelo Município de Castelo Branco em parceria com o CATAA – Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar.

O Município de Vila Nova de Gaia destaca-se por inúmeras ações importantes, desde a divulgação de infografias de sustentabilidade alimentar na plataforma de educação a todos os encarregados de educação, a ações de avaliação do desperdício alimentar nas escolas ou cadernos de encargos para o fornecimento de refeições escolares promotoras da sustentabilidade alimentar. Este município é ainda signatário do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, um importante compromisso político assumido por muitos autarcas do mundo inteiro em 2015, para o desenvolvimento de sistemas alimentares baseados nos princípios da sustentabilidade e da justiça social.

Das principais fragilidades identificadas pelos investigadores, a falta de recursos humanos adequados e com conhecimento especializado para trabalharem estas temáticas (com grupos multidisciplinares de profissionais qualificados, de nutricionistas a engenheiros florestais e agrícolas) ou de estruturas municipais para a promoção integrada de uma política de alimentação, são alguns dos fatores mais críticos. Destacam-se ainda o frágil suporte a circuitos agroalimentares curtos, que aproximem os produtores dos consumidores e a produção alimentar periurbana às cidades; a falta de regulamentação que promova compras públicas sustentáveis e a redução do desperdício alimentar; a ainda frágil colaboração entre as autarquias e diferentes setores (produtores, escolas profissionais, terceiro setor, empresas), bem como a falta de um compromisso político forte orientado para políticas alimentares locais. A falta de estratégias alimentares municipais ou de políticas integradas dedicadas à alimentação saudável e sustentável é disso um exemplo.

O estudo mostra que é necessário e urgente investir em mais informação (que identifique e avalie os impactos das iniciativas locais), mais recursos humanos, bem como na capacidade dos governos locais para promoverem sistemas alimentares equitativos, resilientes e sustentáveis. A coordenação entre atores e políticas, sobretudo a nível intermunicipal, ou mesmo nacional (nomeadamente com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) é um passo necessário, bem como a sensibilização de todos os intervenientes na cadeia alimentar (da produção, ao processamento, distribuição, consumo e resíduos) para a mudança de comportamentos, de forma permitir um olhar renovado sobre como os sistemas alimentares se podem tornar mais sustentáveis em Portugal.

EPATV ASSINALA DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Atualmente dispomos de muito pouco tempo e somos confrontados com uma grande oferta de produtos alimentares, muitas vezes acompanhada de campanhas de marketing muito agressivas e apelativas, dificultando assim uma escolha correta e acertada sob o ponto de vista nutricional. Dessa forma, é cada vez mais importante saber ler corretamente os rótulos nutricionais dos alimentos.

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Neste contexto, a Escola Profissional Amar Terra Verde assinalou o Dia Mundial da Alimentação com todos os alunos visando alertar toda a comunidade escolar para as consequências de uma alimentação desequilibrada na saúde.

O dia iniciou com todas as turmas a visualizarem uma apresentação sobre a importância da alimentação na saúde, onde se alertou para o excesso do consumo diário de açúcar, sal e gorduras. Durante as atividades, os alunos da EPATV assistiram à explicação da importância da análise correta dos rótulos dos alimentos, podendo depois praticar os conhecimentos adquiridos através da análise nutricional de vários alimentos, recorrendo a um descodificador de rótulos que a EPATV forneceu a cada um dos alunos.

Alertando toda a comunidade escolar para o abuso que a indústria alimentar faz do açúcar, na zona do bar da escola foi colocada uma mesa com alguns dos alimentos escolhidos pelos alunos, com a respetiva tabela nutricional e o açúcar que cada alimento contém.

As atividades do Dia Mundial da Alimentação foram realizadas colaborativamente entre os diversos cursos e grupos da EPATV, capitalizando as distintas competências na realização de diversas ações e atividades promovendo uma alimentação saudável.

Durante a manhã, toda a comunidade escolar teve oportunidade de escolher um lanche saudável, constituído por umas bolachas nutritivas de maçã, aveia, amêndoas e sementes de sésamo e papoila, produzidas e servidas pelos alunos do curso de Restaurante/Bar, acompanhadas por um sumo natural de frutas. Para o almoço, o curso de Restauração-Cozinha/Pastelaria confecionou uma ementa deliciosa e bastante saudável constituída por uma salada de peito de pato e citrinos para entrada, uma espetadinha de frango e legumes, acompanhada de arroz e cogumelo recheado, e para a sobremesa uma salada de frutas diferente e bastante colorida. O almoço foi servido pelos alunos do curso de Restaurante/Bar. O terceiro ano do curso de Restauração-Cozinha/Pastelaria produziu ainda um vídeo com a confeção de uma proposta para um pequeno almoço ou lanche saudável: aveia com fruta e iogurte natural.

Esta ação envolveu grande parte da comunidade escolar da EPATV e está inserida no domínio saúde da componente de cidadania e desenvolvimento.

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AMARES ASSINALA DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Dia Mundial da Alimentação: Município de Amares promove reflexão sobre alimentação saudável em tempos de pandemia

No Dia Mundial da Alimentação, que se comemora hoje, 16 de outubro, o Município de Amares desafia os mais novos a refletir sobre a temática “Alimentação saudável e COVID-19”, através da distribuição de um cartaz com algumas “regras de ouro” para uma alimentação saudável, por todas as turmas dos centros escolares do concelho.

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A intenção é que essas regras sejam exploradas em contexto de sala durante o presente ano letivo, levando a cabo a produção de trabalhos lúdico-pedagógicos (histórias/textos, desenhos, entre outros) para que mais facilmente assimilem essas dicas nutricionais e possam aplicá-las no seu quotidiano.

No que respeita à COVID-19, recorde-se que os especialistas na matéria defendem que as boas práticas de higiene continuam a ser a melhor forma de prevenir a doença, porém, ao mesmo tempo, é desejável que o sistema imunitário de cada um esteja em pleno funcionamento, sendo, por isso, necessário adotar determinados comportamentos que promovam a alimentação saudável, garantindo mais saúde e bem-estar.

CÂMARA DE VIZELA ASSINALA DIA DA ALIMENTAÇÃO

A Câmara Municipal de Vizela assinala, nos dias 14 e 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação com um programa de atividades de sensibilização que pretendem alertar a comunidade escolar para a importância da nutrição e de uma alimentação saudável.

Hoje, dia 14 de outubro, decorre o desafio online de Escrita Criativa sobre os alimentos, e na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, terá lugar a iniciativa ‘Sugestão de livros online’ subordinado ao tema da Alimentação. Estas atividades são promovidas pela Biblioteca Municipal no Facebook da Câmara Municipal.

Nesse dia, a Câmara Municipal vai também fazer a distribuição de material de sensibilização em todas as escolas do Concelho, alusivo ao tema da Alimentação.

O dia 16 de outubro termina com uma oficina de culinária online - Showcooking vegetariano, promovido pela Biblioteca Municipal no Facebook da Câmara Municipal, às 19:30h.

Com estas atividades pretende-se contribuir e incentivar a promoção de hábitos alimentares saudáveis nas nossas crianças, procurando o envolvimento de professores, mas também, de encarregados de educação por se considerar que estes têm um papel fundamental na promoção de hábitos alimentares saudáveis das crianças e jovens.

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MUNICÍPIO DE AMARES PROMOVE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Município de Amares continua a promover alimentação saudável nas escolas: Fruta e/ou produtos hortícolas distribuídos duas vezes por semana

No ano letivo 2020/2021, o Município de Amares volta a dar continuidade ao Regime Escolar de distribuição de fruta e produtos hortícolas nas escolas, iniciativa de âmbito europeu que consiste na distribuição de fruta e/ou produtos hortícolas, duas vezes por semana, aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico. A medida será novamente alargada à educação pré-escolar, fruto de um esforço financeiro da autarquia.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um consumo mínimo de 400g de hortofrutícolas/dia, no entanto várias investigações sugerem que as crianças portuguesas consomem quantidades inferiores aos valores recomendados. Simultaneamente, Portugal é um dos países com maior prevalência de obesidade infantil, que atinge dimensão preocupante. Perante estas evidências, torna-se necessário o reforço de consumo de alimentos nutricionalmente mais ricos, tais como frutas e hortícolas. É com este objetivo que o Município de Amares, em parceria com o Agrupamento de Escolas continua a apostar na promoção de um ambiente escolar mais saudável, disponibilizando, desde o dia de ontem, fruta/hortícolas no lanche de todas as crianças dos centros escolares, às terças e quintas-feiras, até ao final do ano letivo.

Junte-se a nós nesta causa, colocando fruta na lancheira dos seus filhos nos restantes dias da semana.

FIM DE SEMANA VEGETARIANO TRAZ PROPOSTAS DELICIOSAS AOS RESTAURANTES DE COURA

sáb 17 + dom 18 | outubro

Mil folhas de legumes mediterrâneos com queijo feta e molho de tomate manjericão, tagliatelle de frutos da horta, ratatouille com grão de bico, arroz soltinho de legumes com rissóis de castanhas, arroz carolino de cogumelos e courgete, pizza vegetariana com massa vegan, guisado de cogumelos com ervilhas e tofu panado são algumas das delícias que vão ser servidas à mesa nos restaurantes de Paredes de Coura no Fim de Semana Vegetariano, agendado para este sábado e domingo, 17 e 18 de outubro.

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Mas não ficam por aqui as saborosas ofertas das ementas dos oito restaurantes aderentes a esta iniciativa promovida pelo Município de Paredes de Coura. O Albergaria, Barbaças, Casa do Xisto, Forno do Minho, Lino, Miquelina, Mouras e Pizzaria Romântica também dispõem nos seus menus entradas como creme de alho francês com salteado de cogumelos, folhados de grelos com tomate e queijo, cogumelos de shitake de Coura, húmus com cenoura e courgete, cogumelos salteados, salada de lentilhas e pastéis de massa tenra recheados com legumes.

E para que continuem com água na boca, quanto a sobremesas as propostas ainda são mais deliciosas. Desde o abacate decorado com molho de caramelo à surpresa do Xisto, do arroz doce e leite creme com leite vegetariano à mousse de chia, mas também o pudim de coco, o folhado de maçã e as rabanadas com mel vão fazer a delícia de quantos por estes dias passem por Paredes de Coura e visitem os nossos restaurantes para um Fim de Semana Vegetariano, numa terra que sempre se tem caracterizado por estar na linha da frente por um mundo mais sustentável e partindo do princípio que as nossas escolhas alimentares têm um impacte muito forte na nossa saúde, no meio ambiente, na economia e no bem-estar animal.

Recorde-se que Paredes de Coura desde há muito que está ligado ao vegetarianismo e a um estilo de vida saudável e sustentável, promovendo, entre outras iniciativas, o CouraVeg – Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana, que todos os anos reúne por altura de setembro investigadores, especialistas, figuras públicas e influencers de todo o mundo, bem como o Green Weekend e numa altura em que cada vez mais pessoas estão conscientes de que viver de uma forma mais sustentável não é uma moda, mas uma necessidade para proteger o futuro do nosso planeta Terra, a nossa própria saúde e bem-estar.

MONÇÃO ASSINALA DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Data assinala-se no dia 16 de outubro. Durante a próxima semana apresentaremos cinco vídeos, um por dia, relacionados com a importância de uma alimentação saudável.

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A celebração do Dia Mundial da Alimentação, no dia 16 de outubro, foi estabelecida, em novembro de 1979, pelos países membros da Organização das Nações Unidas, por ocasião da celebração da 20ª Conferência da Alimentação e Agricultura.

Neste dia, várias vilas e cidades portuguesas assinalam a data, através da realização de diversas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, dando-se particular destaque à promoção da alimentação saudável junto da população e comunidade escolar.

Contando com a colaboração de Liliana Fernandes, nutricionista na ULSAM, o Município de Monção sinaliza a passagem desta data com a exibição de um vídeo pedagógico sobre a Roda de Alimentos nos jardins de infância e escolas do 1º CEB do concelho.

Ao longo da semana, será feita uma divulgação diária, na página oficial do Facebook do Município, através da apresentação de vídeos do Programa PASSE – Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar.  O objetivo é chegar à comunidade, alertando-a para a importância de uma alimentação equilibrada e sadia.

FAMALICÃO APRESENTA CENTRO DE COMPETÊNCIAS DO AGROALIMENTAR

O futuro do agroalimentar começou hoje a ser construído em Famalicão

É no recém-criado Centro de Competências do Agroalimentar, instalado em Vila Nova de Famalicão, que o setor nacional das carnes vai encontrar as respostas para os desafios do futuro.

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O novo centro tecnológico - o único no país focado na investigação, desenvolvimento e promoção da indústria das carnes - foi apresentado esta quinta-feira, 10 de setembro, e conta receber os primeiros investigadores já a partir do próximo mês de outubro.

Instalado no CIIES - Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior de Vila Nova de Famalicão, nas antigas instalações da Didáxis de Vale São Cosme, o TECMEAT surge para “transformar conhecimento em valor”, conforme explica o seu presidente, Amândio Santos.

“O que está aqui a nascer em Vila Nova de Famalicão é algo que é muito importante para o setor das carnes. Surge como uma resposta às necessidades desta indústria que, trabalhando em rede, vai poder tirar partido da transversalidade de conhecimento que este Centro Competências vai permitir”, acrescenta.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão fala numa “ferramenta decisiva para a projeção futura do setor”. Paulo Cunha teve hoje a oportunidade de conhecer os espaços e recursos associados a este centro tecnológico impulsionado pela autarquia famalicense, nomeadamente o já equipado laboratório de microbiologia e o local onde ficará instalada uma unidade piloto para simulação industrial que deverá estar concluída ainda no final deste ano.

O autarca enalteceu a cooperação existente entre as várias entidades associadas ao Centro de Competências do Agroalimentar, que considerou essencial para que o projeto atingisse o seu ponto de maturidade.

“Dentro de pouco tempo vamos ver este espaço a trabalhar, com investigadores, formação, experimentação e desenvolvimento para que as nossas empresas possam produzir e exportar mais e para que os nossos trabalhadores possam adquirir mais competências e ser melhor remunerados”, acrescentou.

Refira-se que a criação do Centro de Competências do Agroalimentar implicou um investimento de cerca de um milhão de euros, contando com uma comparticipação FEDER de 812 mil euros.

O setor do agroalimentar é, de resto, identificado como prioritário na agenda do plano estratégico concelhio. É no concelho famalicense que estão sediadas inúmeras empresas altamente competitivas e tecnologicamente avançadas que fazem já de Famalicão um dos mais relevantes municípios neste setor.

O Tecmeat tem como entidades sócio fundadoras a AMECAP - Associação de Matadouros e Empresas de Carnes de Portugal, a Associação Integralar - Intervenção de Excelência no Sector Agroalimentar; a CESPU - Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, o CENTITVC - Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos Funcionais e Inteligentes, o CITEVE - entro Tecnológico das Industrias Têxteis e de Vestuário de Portugal, a CONFAGRI - Confederação Nacional de Cooperativas Agrícolas e de Crédito Agrícola; a FPAS - Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores, a Universidade Lusíada; o IPVC - Instituto Politécnico de Viana do Castelo; a Universidade Católica Portuguesa, a Universidade do Minho e a UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

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FAMALICÃO: APRESENTAÇÃO DO CENTRO DE COMPETÊNCIAS DO AGROALIMENTAR

Amanhã, quinta-feira, 10 de setembro, pelas 15h00, no CIIES - Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior de Vila Nova de Famalicão

O Centro de Competências do Agroalimentar, um organismo focado na investigação e desenvolvimento, inovação, transferência de tecnologia, formação, networking nacional e internacional para o setor das carnes, começa a ser uma realidade em Vila Nova de Famalicão. A apresentação pública deste novo centro tecnológico, do espaço e dos recursos associados, realiza-se amanhã, quinta-feira, 10 de setembro, pelas 15h00, no CIIES - Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior de Vila Nova de Famalicão, instalado nas antigas instalações da Didáxis de Vale São Cosme.

Centro de Investigação, Inovação e Ensino Supe

Recorde-se que este centro tecnológico, impulsionado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, é iniciativa do TECMEAT e tem como principal objetivo estabelecer uma rede de parceiros que congreguem competências técnicas e científicas no desenvolvimento e promoção da indústria das carnes.

O Tecmeat tem como entidades sócio fundadoras a AMECAP - Associação de Matadouros e Empresas de Carnes de Portugal, a Associação Integralar - Intervenção de Excelência no Sector Agroalimentar; a CESPU - Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, o CENTITVC - Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos Funcionais e Inteligentes, o CITEVE - Centro Tecnológico das Industrias Têxteis e de Vestuário de Portugal, a CONFAGRI - Confederação Nacional de Cooperativas Agrícolas e de Crédito Agrícola; a FPAS - Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores, a Universidade Lusíada; o IPVC - Instituto Politécnico de Viana do Castelo; a Universidade Católica Portuguesa, a Universidade do Minho e a UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

FAMALICÃO: DIAS À MESA PROMOVEM COZINHA VEGETARIANA

A iniciativa decorre entre 24 e 27 de setembro em 10 restaurantes de Famalicão

A cozinha vegetariana é uma forma de alimentação que está cada vez mais em voga a nível mundial, sendo que o número de entusiastas está em constante crescimento. Foi a pensar nisso mesmo, que o município de Vila Nova de Famalicão decidiu  promover no último fim-de-semana de setembro, entre 24 e 27, a iniciativa Dias à Mesa dedicada à Cozinha Vegetariana proporcionando uma experiência gastronómica repleta de cores e sabores.

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Dez restaurantes do concelho responderam “sim” ao desafio, sugerindo uma refeição equilibrada, variada e capaz de despertar os vários sentidos, excluindo a carne e o peixe. Os restaurantes aderentes são o Alfa; o Attrevidu; o Bisconde; a Casa da Frangos de Baltar; Combinação de Sabores; Fusilli, Massa &Café; Moutados; Na Boca; Refresco e Vinha Nova.

Refira-se que depois de um interregno de vários meses devido à pandemia da Covid 19, os Dias à Mesa regressaram no passado mês de julho, atraindo muita gente aos restaurantes de Famalicão. Apesar da não realização dos eventos culturais que acompanham habitualmente a iniciativa, o regresso dos Dias à Mesa tem sido um sucesso.

Uma das novidades desta edição é o “Passaporte Gastronómico”, que oferece um desconto de 10% nos restaurantes aderentes. Para além disso, o passaporte dá a oportunidade de jantar ou almoçar gratuitamente num restaurante à escolha.

Depois da cozinha Vegetariana, os Dias à Mesa promovem a castanha e as massas, em novembro.

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PAN QUER QUE CONSUMIDORES SEJAM INFORMADOS DOS CUSTOS AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO DE GÉNEROS ALIMENTARES

O Porta-voz e Deputado do PAN, André Silva intervém na reunião plenária da Assembleia da República que hoje se realiza, a propósito do Projeto de Lei n.º 422/XIV/1.ª (PAN) que visa estabelecer a obrigatoriedade de informação ao consumidor dos custos ambientais da produção dos géneros alimentícios.

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“O PAN defende uma agricultura de produção local, de proximidade, em modo biológico, com baixa intensidade na utilização de agrotóxicos e baixa intensidade na utilização de água. A aposta nesta forma de produzir alimentos defende não só os pequenos produtores e o ambiente, como é também fundamental numa estratégia de adaptação às alterações climáticas, tendo em conta a progressiva escassez de água e a desertificação com que o país se vai defrontar. Aliás, com que se está já a defrontar.

É determinante, também, para alcançarmos uma maior independência alimentar. O desenvolvimento sustentado da produção alimentar local ou regional, com garantias de escoamento da produção para as cantinas e refeitórios do Estado, permitirá reduzir as cadeias de produção e de distribuição e diminuir o impacto dos alimentos quilométricos e a dependência do país.

Em Portugal, 85% dos consumidores são sensíveis ao consumo sustentável e 50% expressa a preocupação pela compra de produtos biológicos, reciclados ou recicláveis, precisamente por terem menores impactos ambientais. Mas esta informação não está acessível ao consumidor na hora da compra de bens alimentares.

O direito à informação é uma das componentes mais importantes daquilo que constitui os direitos dos consumidores, consagrados no direito europeu e nacional e, quando se trata de bens alimentares, o direito à informação é especialmente relevante. O sector alimentar é dos que apresentam maior impacte ambiental, seja ao nível da emissão de gases com efeito de estufa, do consumo de recursos hídricos, da ocupação e erosão do solo, da utilização de agrotóxicos, seja na forte contribuição para o aumento da perda de biodiversidade. Representa 30% dos impactes ambientais totais originados pelo consumo. É, por isso, fundamental que o consumidor possa efetuar as suas escolhas, consciente dos impactos de cada alimento quando o adquire.

No entanto, apesar das várias normas nacionais e europeias que existem e reconhecem o direito do consumidor à informação, a verdade é que, no que diz respeito aos impactes ambientais de determinado fornecimento de bem ou prestação de serviços, a informação é muito reduzida e, na grande maioria, da livre iniciativa do produtor. Só os que têm melhores práticas têm a preocupação de incluir essa informação nos rótulos ou embalagens. No caso da oferta de energia, por exemplo, existe já indicação na fatura das emissões de CO2, mas constitui uma exceção em Portugal da adequada prestação de informação ao consumidor sobre os impactes ambientais.

A União Europeia tem já estudos sobre os impactes ambientais para os produtos alimentares, utilizando a metodologia da análise do ciclo de vida, tendo identificado, para cada produto, a quantidade e tipologia de fertilizantes e pesticidas, o consumo de água, de combustível, de eletricidade ou as emissões de carbono. Também foram identificados os impactes no aquecimento médio global, na camada de ozono, na toxicidade para os humanos, na emissão de partículas, na radiação ionizante, na acidificação dos oceanos, na eutroficação terrestre e marítima, na toxicidade da água potável, no uso do solo, de água e de recursos. A informação de base existe, falta transmiti-la ao consumidor, um direito que nos está a ser vedado a todos nessa qualidade.

Por isso mesmo, o PAN apresenta este projeto de Lei, para que os consumidores passem a ter acesso à informação de que precisam e a que têm direito, para que saibam, por exemplo, quando vão ao supermercado, a pegada ambiental de cada alimento, ou seja, as emissões ou a quantidade de água ou de solo envolvidos na sua produção.

Porque os consumidores têm direito a saber os impactes ambientais do que consomem e devem poder exercer o seu direito de escolha dos produtos alimentares, em função do seu impacte ambiental, que é em grande parte determinado pelo seu modo de produção, mais ou menos sustentável, e pelas distâncias que estes percorrem do campo até ao prato.”

ESPOSENDE PRODUZ A MELHOR MANTEIGA DO MUNDO!

Desde 1954, a fábrica de Lacticínio Marinhas, em Esposende, produz uma manteiga de excepcional qualidade, com nata pasteurizada, sem corantes nem conservantes nem aditivos – a manteiga Marinhas!

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Há 66 anos nasceu em Esposende a primeira fábrica de laticínios certificada em Portugal. A Marinhas é uma empresa familiar, onde o queijo e a manteiga são ainda produzidos de forma 100%

De acordo com o seu site oficial, “A fábrica de lacticínios situada na freguesia das Marinhas, concelho de Esposende, distrito de Braga, resultou em 1939, da concentração de pequenos fabricantes de manteiga da região, levada a efeito pela então recentemente criada Junta Nacional dos Produtos Pecuários, que atribuiu quotas a cada um, integrando-os como sócios da empresa “Lacticínios de Esposende, Lda”.”

Para além da tão apreciada manteiga, esta fábrica produz uma variedade de lacticínios, de entre os quais  destacamos o queijo “Marinhas” recomendado pelos médicos. Trata-se de um “produto natural, com adição de fermentos lácteos, cloreto de cálcio e coalho, sem corantes nem conservantes e sem aditivos. É fabricado com leite de vaca pasteurizado português, de origem regional, parcialmente desnatado.”

Estes produtos têm vindo a registar cada vez maior procura, nomeadamente na região de Lisboa onde a comunidade minhota é numerosa e encontra-se ligada sobretudo ao comércio e à restauração.