A imagem data de 23 de Março de 1929 e mostra a Comissão Organizadora da Casa do Algarve. Identificados no álbum: 1 – Pedro Gomes Marques; 2- Joaquim Américo Salgueiro Júnior; 3 – Dr Humberto Pacheco; 4 – Tenente Domingos de Freitas; 5 – Tenente António Mateus Martins Moreno; 6 – Coronel João Correia dos Santos; 7 – Dr. José de Sousa Carrusca; 8 – Dr Ascensão Contreiras
A Casa do Algarve funcionou na rua Capêlo, em instalações que vieram a ser adquiridas pela Rádio Renascença. Nas décadas de 70 e 80, foi moda em numerosas colectividades, incluindo casas regionais, a realização de bailes sem qualquer cunho regional, alguns dos quais atraíam uma frequência pouco conveniente para o local.
A nova proprietária do imóvel moveu uma acção de despejo alegando nomeadamente que aquela associação não seguia os fins para que foi criada. A Casa do Algarve veio entretanto a ser dissolvida.
Grupo Folclórico de Faro vai a Loures participar no FolkLoures’20
Este Grupo Folclórico, porventura um dos mais representativos da cultura tradicional do Algarve, está situado no concelho do Algarve.
As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.
Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".
A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.
Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.
Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.
O Grupo é membro efetivo da Federação do Folclore Português e filiado no INATEL.
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Este Grupo Folclórico, porventura um dos mais representativos da cultura tradicional do Algarve, está situado no concelho do Algarve.
As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.
Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".
A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.
Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.
Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.
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Este Grupo Folclórico, porventura um dos mais representativos da cultura tradicional do Algarve, está situado no concelho do Algarve.
As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.
Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".
A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.
Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.
Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.
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As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.
Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".
A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.
Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.
Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.
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Este Grupo Folclórico, porventura um dos mais representativos da cultura tradicional do Algarve, está situado no concelho do Algarve.
As origens Grupo Folclórico de Faro remontam aos inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.
Começou por se chamar Rancho Regional Algarvio ou, simplesmente, Rancho do Algarve, por ser o único na região. Na época, o Corridinho era já considerado a expressão máxima das danças populares algarvias. Atingiu grande fama o virtuosismo dos seus tocadores e a habilidade dos bailadores nas "escovinhas" e "sapateados". A tradição oral estava também representada nos Bailes de Roda, sendo de realçar o característico "Baile Mandado".
A atividade do Grupo Folclórico de Faro estende-se à organização de diversos certames de folclore na cidade, como o Encontros de folclore infantil “Dançando a Brincar” e os Encontros de Cantares de Boas-Festas “Cantar ao Menino”. É o grupo organizador do FOLKFARO, o maior festival internacional de folclore do sul de Portugal, e único certificado pelo CIOFF – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore, organização internacional ligada à UNESCO.
Para além das recolhas e reproduções de trajes de finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX, são também apresentadas as músicas tradicionais da região algarvia no Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro. Por outro lado, os mais pequenos têm a oportunidade de aprender os jogos, as brincadeiras e as danças de roda dos seus avós no Grupo Folclórico Infantil de Faro. Em 2015, foi criada a Escola de Acordeão, dirigida pelo Prof. Hermenegildo Guerreiro, pelo que, atualmente, o Grupo Folclórico de Faro tem 4 secções em pleno funcionamento.
Embaixador da região e do país, o Grupo Folclórico de Faro efetuou inúmeras deslocações ao estrangeiro, tendo representado Portugal em Espanha, França, Marrocos, Canadá, EUA, Itália, Brasil, Turquia, Suíça, México, Hungria, República Checa, Chipre, Grécia, Rússia, Eslovénia, Bélgica e Polónia. Quase todos os convites surgem no âmbito do CIOFF.
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Até 15 de setembro, o Centro Ciência Viva de Guimarães promove atividades gratuitas em diferentes pontos do concelho de Guimarães.
Observação de morcegos no Castelo de Guimarães, sessões de Ciência no Centro Histórico e histórias para crianças misturadas com muitas experiências, no jardim da Biblioteca Municipal Raul Brandão – são algumas das atividades que o Curtir Ciência promove entre 15 de julho e 15 de setembro, em vários pontos do concelho de Guimarães, no âmbito do “Ciência Viva no verão (Em Rede)”.
Incontornáveis são as sessões de “Ciência na Praça”, todas as quintas-feiras a partir de 18 de julho e até 12 de setembro (com exceção de 15 de agosto, feriado nacional), a partir das 16:00 horas, dedicadas a temas distintos: viscosidade, bolas de sabão, canetas 3D, robótica e instrumentos de navegação.
Estão programados dois percursos de observação de morcegos - um pela cidade e outro no Castelo de Guimarães - guiados por Daniel Ferreira, monitor científico do Curtir Ciência com trabalho académico sobre este grupo de seres vivos tão importante para o equilíbrio dos ecossistemas.
O programa não esquece as sessões de Astronomia, uma em agosto, outra em setembro, no cenário singular do Castelo de Guimarães, assim como “Geologia na Cidade”, dois percursos pelo Centro Histórico de Guimarães para explorar a sua história e os seus recursos geológicos.
As atividades são gratuitas mediante inscrição prévia:
Ponte de Lima Associa-se à Campanha Promocional do TOPAS - na Feira da Terra – em Mondim de Basto e Algarve
O Município de Ponte de Lima marca presença numa Campanha Promocional do TOPAS (Tourism Public Auto Service), no Algarve, nos dias 08 e 09 de agosto em Lagos; 10 e 11 de agosto em Vilamoura e 12 e 13 de agosto em Tavira.
O projeto coordenado pela Entidade do Turismo Porto e Norte pretende divulgar através de um conjunto de roodshows toda a região, como forma de consolidar a notoriedade da marca Porto e Norte de Portugal no Mercado Interno; consubstanciar a comunicação da região e dos seus produtos a todos os intervenientes na cadeia de valor do Turismo no sentido de alavancar uma promoção conjunta sustentável; assim como, envolver os diversos públicos em ações interativas e apelativas direcionadas no sentido de afirmar o Turismo do Porto e Norte de Portugal como uma marca dinâmica, atual e de proximidade na qual toda a região se reveja, identifique e contribua para a sua afirmação.
Ponte de Lima como um Destino Turístico Internacional, associa-se a esta inovadora campanha de promoção turística, promovendo as principais potencialidades turísticas do concelho, tendo em conta a localização estratégica no epicentro da Euroregião Norte de Portugal – Galiza. A gastronomia, o enoturismo, o património histórico e paisagístico, os desportos de natureza e equestres, o alojamento de qualidade, complementam uma oferta muito apetecível, com identidade e qualidade, que os operadores turísticos tanto procuram.
Atualmente esta campanha do TOPAS está presente na Feira da Terra, em Mondim de Basto, a decorrer até 5 de agosto, na qual Ponte de Lima está presente promovendo e divulgando os eventos que dinamiza e as suas principais potencialidades turísticas.
Vinhos de Arcos de Valdevez no maior salão de vinhos do sul do País
Os Vinhos de Arcos de Valdevez marcaram presença no Lagoa Wine Show, no Centro de Congressos do Arade, nos dias 22, 23 e 24 de Abril.
Este foi um evento aberto ao público - consumidores e profissionais - que integrou um espaço de exposição - o elemento central do evento complementado e dinamizado por um conjunto de iniciativas e atividades paralelas, dedicado ao segmento dos vinhos e gastronomia. Multifacetado, disponibilizou aos visitantes uma experiência completa no quadro do universo vinícola e gastronómico.
O Lagoa Wine Show contou com a participação de mais de 40 expositores, representantes de várias regiões vitivinícolas do país, sendo que os Vinhos de Arcos de Valdevez foram os únicos representantes da Região dos Vinhos Verdes.
Com a participação nesta e noutras iniciativas, o Municipio pretende promover os vinhos arcuenses e o enoturismo.
Cerca de 400 pessoas de diferentes freguesias do concelho participaram no passeio anual da autarquia. Um fim-de-semana diferente com diversos momentos de descontração, animação e convivência entre os seniores monçanenses.
O habitual passeio sénior promovido pela Câmara Municipal de Monção, regra geral em maio e destinado a pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, proporcionou uma viagem ao Algarve a cerca de 400 idosos oriundos de diferentes freguesias do concelho.
Nesta deslocação ao sul do país, os seniores monçanenses pernoitaram na zona de Portimão, tendo visitado, entre outros locais, a marina de Vilamoura e a localidade de Lagos com passeio pelo centro histórico e visitas à Igreja de St António de Lagos e Fortaleza da Ponta da Bandeira.
A acompanhar os idosos, esteve o presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, e os vereadores em regime de permanência, Conceição Soares e Paulo Esteves. Os idosos foram transportados em sete autocarros, cada um com guia de apoio. Na viagem, seguiu ainda uma enfermeira.
Além de proporcionar momentos de convívio e animação, o passeio sénior, atividade enquadrada no plano de ação social do município, constituiu uma iniciativa solidária e altruísta, cuja finalidade consiste em estimular a vida ativa e fortalecer a auto estima desta camada populacional.
De acordo com Augusto de Oliveira Domingues, o passeio sénior procurou também “combater a situação de solidão e isolamento que acompanha o quotidiano de muitos idosos”, proporcionando-lhes “algo diferente e enriquecedor que, de outra forma, dificilmente poderiam aceder”.
A imagem mostra um carro alegórico representando um submarino, construído pela empresa Martifer nos Estaleiros da Ribeira do Cadouço e comandado pelo ministro Paulo Portas, desfilando pela avenida Costa Mealha, em Loulé.
A Ribeira do Cadouço é um pequeno curso fluvial junto àquela cidade algarvia.
Com a entrada do mês de Maio, enfeitam-se de giestas floridas as janelas das casas nas vilas e aldeias do Minho anunciando a chegada da Primavera em todo o seu esplendor e, com ela as flores que contribuem para alegrar a nossa existência, perfumar e dar colorido ao ambiente que nos rodeia. São as maias feitas de ramos de giestas com as suas flores amarelas as quais, por tradição, são colocadas nas portas e carros agrícolas, constituindo este costume uma forma de celebrar o renascimento da vida vegetal. No concelho de Caminha, em pleno Alto Minho, uma das localidades onde a festa é vivida com mais intensidade, as giestas floridas aparecem em todos os sítios, incluindo nos veículos que transitam na via pública.
Atualmente pouco divulgada, a festa das maias foi noutras épocas celebrada em todo o país, tendo caído em desuso devido a sucessivas proibições devidas a rixas originadas pelo despique entre localidades ou ainda por motivos religiosos, como sucedeu em 1402 por imposição régia a qual determinava "nõ cantassem mayas, ne Janeiras, e outras cousas q eram contra a ley de deus". A sua origem perde-se nos tempos e corresponde às Florálias celebradas entre os romanos e dedicadas a Flora, deusa das flores e da Primavera, a quem consagravam os jogos florais. Durante três dias consecutivos, as mulheres dançavam ao som de trombetas, sendo coroadas de flores as que logravam ganhar os jogos, adornando-se desse modo à semelhança da própria divindade a que prestavam culto. Aliás, é precisamente aos romanos que se atribui a implantação de tal costume na Península Ibérica, tendo a mesma alcançado especial aceitação na região do Algarve.
Também entre nós houve em tempos idos o costume de, por esta ocasião, coroar-se de flores uma jovem vestida de branco, prestes a entrar na primavera da vida, qual maia adornada de joias, fitas e flores que nos trazem à lembrança as fogaceiras de Santa Maria da Feira e as moças que levam à cabeça os característicos tabuleiros das festas de Tomar. E, tal como Flora entre os romanos, a jovem maia sentava-se num trono florido a cujos pés o povo dançava durante todo o dia, venerando desse modo a esbelta divindade pagã e celebrando os seus atributos que se permitiam o retorno dos vegetais. Conta ainda uma lenda antiga que em Lagos, no Algarve, tal costume incidia sobre um homem da terra que era adornado com as melhores joias, o qual percorria as ruas da cidade montado num asno. Sucedeu que, em certa ocasião, terminada que foi a volta pela cidade, o maio dirigiu-se para os campos junto da cidade e desapareceu para nunca mais ser visto. Em virtude do ocorrido, o povo que ainda espera o seu regresso com as joias que consigo levou passou a designar o Maio como "o mês que há-de vir"...
E, enquanto o Maio não chega para as gentes de Lagos, é altura de festejarmos as maias, alegrando as janelas com ramos de giestas floridas. Em breve virá a celebração do Corpus Christi e a Vaca das Cordas em Ponte de Lima, as festas do Espírito Santo e a Coca em Monção, a festa das fogaceiras em terras de Santa Maria da Feira e as fogueiras pelo S. João a evocar o solstício do Verão. A seu tempo chegarão as colheitas e as malhadas, as vindimas e as adiafas e, pelo S. Miguel as desfolhadas ou descamisadas. Para trás fica o entrudus e as festas equinociais e pascais, a Serração da Velha e a Queima do Judas.
Assegurámos através do rito a ininterrupção do ciclo da natureza, participando desse modo na ação criadora dos deuses. Pela tradição, preservamos usos e costumes que chegaram até aos nossos dias e fazem parte do nosso folclore. Festejemos, pois, as maias, fazendo-as ressurgir com o mesmo colorido, alegria e pujança como nos tempos antigos!