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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

ALENTEJO CANTA NO FOLKLOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

CapturarcANTE

Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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CANTE ALENTEJANO MARCA PRESENÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

CapturarcANTE

Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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CANTE ALENTEJANO MARCA PRESENÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

CapturarcANTE

Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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CANTE ALENTEJANO MARCA PRESENÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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ALENTEJO LEVA O CANTE A CELORICO DE BASTO

“Os Lagóias” mostraram o “Cante Alentejano” em Celorico de Basto

O grupo de Cante Alentejano “Os Lagóias”, que nasceu sob a égide do Orfeão de Portalegre, em 2014, fez um concerto em Celorico de Basto, no dia 15 de julho, na praça Albino Alves Pereira, para uma plateia rendida ao Cante Alentejano.

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“Damos a conhecer tradições que não são nossas mas que ao mesmo tempo são de todos, o Cante Alentejano, Património Imaterial da Unesco, esteve em Celorico de Basto pela voz do grupo de Cante “Os Lagóias” e fez um concerto muito agradável” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. O edil celoricense disse ainda que “o enriquecimento cultural é muito importante para a evolução de uma comunidade e temos vindo a trabalhar para dar o melhor à nossa população também a nível cultural”.

Com uma noite agradável para assistir a um concerto, os Lagóias mostraram algum do seu repertório a todos os presentes que aplaudiram efusivamente. Sem descurar grandes clássicos, este grupo interpretou a “Canção de Portalegre”, uma adaptação do poema de José Régio e “não quero que vás prá monda”, dois dos temas mais acarinhados pelo grupo.

A atuação deste grupo insere-se no plano cultural projetado para os meses de Verão no Concelho, pelo Município de Celorico de Basto.

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FOLKLOURES’17: MINHOTOS FAZEM DE LOURES CAPITAL DO FOLCLORE ÀS PORTAS DE LISBOA

Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.

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Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.

Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.

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Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.

Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses; o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.

Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.

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A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.

Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.

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Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

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Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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IV ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA - MOINHOS2017 REALIZA-SE EM PONTE DE SOR

Ponte de Sor – Centro de Artes e Cultura. 17 de Junho (Sábado)

É já no próximo sábado: Os moinhos voltam a estar no centro das atenções: Dezenas de especialistas, empreendedores, moleiros, investigadores e autarcas de todo o país reúnem-se neste encontro bienal para passar em revista os projectos de reconstrução e revitalização económica e cultural dos moinhos tradicionais portugueses. Temas como a dinamização comunitária, o turismo sustentável, novos mercados e economia verde, tecnologias e engenhos tradicionais, misturam-se com histórias de moleiros contadas na primeira pessoa.

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Moinhos ' 2017

Após o sucesso do III Encontro em Albergaria-a-velha, em 2015, a Etnoideia organiza o IV Encontro Nacional de Molinologia dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura atual.

A Câmara Municipal de Ponte de Sor é co-organizadora do encontro, perspectivando-se um programa de bom nível dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização de que destacamos a recuperação recente do Moinho de Vento de Foros de Arrão.

Porquê o Encontro?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.

O que buscamos?

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolv-mento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

O IV Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por ou-tro, na apresentação e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.

OLIVENÇA COMEMORA DIA DE PORTUGAL

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Celebrações do Dia de Portugal, com programa cívico, cultural, de intercâmbio, musical e religioso.

PROGRAMA

SALÃO NOBRE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

11:30 – Receção / Identificação dos Convidados

CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS

12:00 – Apresentação da celebração do 'Dia de Portugal'

Eduardo Naharro-Macías Machado - Aula de Língua e Cultura Portuguesa/U.P. Olivença

12:05 – CERIMÓNIA DE ABERTURA

Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença

Hélder de Oliveira - Administrador Executivo da Fundação Portugal-África

Laura Vidal - Presidente da Conexão Lusófona 
José Ribeiro e Castro - Coord. do Movimento 2014 - 800 anos da Língua Portuguesa

Montaña Hernández Martínez - Diretora do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta de Extremadura

12:45 – TEATRO: Alunos de Língua e Cultura Portuguesa da Universidade Popular de Olivença

13:15 – Novos horizontes da geminação do Município de Olivença e do Município de Leiria

Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença

Raul Miguel de Castro - Presidente da Câmara Municipal de Leiria

Modera / Presenta: Servando Rodríguez Franco -Turismo de Olivença

13:45 – MÚSICA: Atuação dos Alunos da Escola de Música da Câmara Municipal de Olivença

14:00 – Almoço

CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS

17:00 – Concerto: 'ALMA DE COIMBRA'

18:00 – Visita guiada dos convidados à Cidade de Olivença

IGREJA DA MADALENA

19:00 – Missa em Português

[Evento organizado pela Câmara Municipal de Olivença (Ayuntamiento de Olivenza) e Universidade Popular de Olivença - Aula de Língua e Cultura Portuguesa.]

HOJE É DIA DA ESPIGA NAS TERRAS DO SUL!

Hoje é Quinta-feira da Ascensão. Assim se denomina este dia em virtude de no calendário litúrgico se comemorar a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias que se seguem à Páscoa. Mas, este dia tem a particularidade de se celebrar também o "dia da espiga" ou "quinta-feira da espiga". Manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e flores campestres. Formam um ramo com espigas de trigo, rosmaninho, malmequeres e folhagem de oliveira que pode incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e papoilas. Depois, o ramo é guardado ao longo de um ano, pendurado algures dentro de casa.

dia da espiga

Crê-se que este costume, com mais incidência nas regiões a sul de Portugal, tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-nos adivinhar origens bem mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs naturalmente associadas às festas consagradas à deusa Flora que ocorriam por esta altura e a que a tradição dos maios e das maias também não é alheia.

É crença do povo que a espiga apanhada na quinta-feira da Ascensão proporciona felicidade e abundância no lar. Aliás, a espiga de trigo propriamente dita representa a abundância de pão, o ramo de oliveira simboliza a paz, as flores amarelas e brancas respetivamente o ouro e a prata que significam a fartura e a prosperidade.

Noutros tempos, era costume na cidade, as moças que estavam de criadas de servir, ainda arreigadas a antigas usanças das suas terras de origem, pedirem às patroas para que lhes concedessem licença nesse dia para irem apanhar a espiga... Não raras as vezes, um bom pretexto para irem ao encontro do namorico, pois quase sempre apenas tinham permissão de folga ao domingo. Aliás, devido em grande medida à liberdade que a festa proporcionava aos jovens nesse dia, a apanha da espiga adquiriu bem depressa um sentido mais malicioso sempre que as pessoas a ela se referem.

Atualmente, algumas ruas de Lisboa enchem-se de vendedeiras de ramos de espigas, as quais são cada vez mais solicitadas inclusivamente por pessoas cujas raízes culturais já nada tem a ver com tais costumes mais próprios do meio rural. Provavelmente, atraídas pela beleza com que se apresentam os ramos. Em todo o caso, procurando cumprir um ritual que ajuda a preservar uma tradição!

LIMIANOS PASSEIAM À BEIRA BAIXA E ALENTEJO

Museu dos Terceiros Organiza Viagem a Aldeias e Vilas Históricas da Beira Baixa e Alto Alentejo

Integrado na já habitual Viagem Cultural, O Museu dos Terceiros promove este ano uma visita a algumas das mais singulares e representativas aldeias e vilas históricas da Beira Baixa e do Alto Alentejo. Trata-se de uma excelente oportunidade para admirar alguns pequenos núcleos urbanos raianos, ricos em património construído, sabiamente integrados na paisagem circundante. A viagem ocorrerá a 20 e 21 de maio de 2017 e será comissariada e acompanhada pelo Diretor do Museu, Prof. Carlos A. Brochado de Almeida.

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O dia 20, sábado, será preenchido com a deslocação a Idanha-a-Velha, outrora cidade romana, mais tarde episcopal visigoda, hoje um museu ao ar livre, com inúmeras ruinas, um notável acervo de lápides funerárias e uma basílica catedral que é um dos templos cristãos mais antigos de toda a Península Ibérica.

Segue-se Monsanto, batizada nos anos Trinta como a “aldeia mais portuguesa de Portugal”, alcandorada, com o seu castelo, no cimo do monte, com o casario entre os penedos. Ao fim do dia, já em território espanhol, sobre o rio Tejo, poderemos contemplar a ponte romana de Alcântara, admirável peça de engenharia erguida a mando do imperador Trajano.

No dia 21, domingo, já no Alto Alentejo, a viagem prosseguirá por duas importantes localidades da região: Marvão, com o seu castelo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, e Castelo de Vide, vila que preserva como poucas o seu sabor medieval, com as suas ruas, edifícios, bairro judeu e sinagoga.

As inscrições, a efetuar na receção do Museu dos Terceiros, têm como prazo limite o dia 21 de abril de 2017. Para mais informações, contactar:

Museu dos Terceiros

Av. 5 de Outubro

Ponte de Lima

Tel.: 258 240 220

Email: mute.geral@museuspontedelima.com

CEIFEIROS DE CUBA LEVAM O CANTE DO ALENTEJO AO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Os Ceifeiros de Cuba vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem atualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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O mais genuíno folclore do Baixo Alentejo não é dançado nem tocado mas apenas cantado, o que constitui uma característica que o demarca em relação às demais regiões do país. Constituindo o cante uma forma de cantar aparentemente monótona e indolente, revela contudo uma enorme riqueza polifónica em que o sentido da sua execução é dotado duma misteriosa profundeza de alma.

O concelho de Cuba é célebre por ter servido de berço ao grande navegador Cristóvão Colombo que, em homenagem à terra que o viu nascer, deu o seu nome às terras que descobriu na América Central. É também ali que repousa o notável escritor Fialho de Almeida e onde pode visitar-se as ruínas romanas da primitiva povoação, a Igreja de Nossa Senhora da Rocha e a Grandiosa Matriz, manda construir em 1500 pelos frades de S. Vicente de Fora. Cuba é ainda famosa pelos seus excelentes queijos de ovelha, as frutas, os curtumes e os afamados vinhos que produz e comercializa juntamente com Alvito e Vidigueira.

O seu cante, característico da margem direita do rio Guadiana, é mais solene e cantochão, contrastando com o cante da margem esquerda, este mais rítmico, melodioso e alegre. Fundado em 1933, o Grupo Etnográfico “Os Ceifeiros de Cuba é muito provavelmente o melhor intérprete do genuíno cante alentejano da margem direita do rio Guadiana, respeitando a autenticidade do traje para além da verdade da expressão musical.

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Com um rico historial, é o próprio grupo que se apresenta: “Os "Ceifeiros de Cuba" - Grupo Etnográfico, atualmente ensaiados pelo Mestre Ermelindo Galinha - têm levado o nome de Cuba e do Alentejo de norte a sul do País, bem como ao estrangeiro, nomeadamente, Espanha (Burgos no País Basco e Monastério) e França (Bourgogne, Chatillhon-en-Bazois, Saulieu, Estrasburgo, no Parlamento Europeu).

Têm sido centenas as atuações do Grupo, nos mais variados contextos, quer em Feiras, Exposições, Hotéis, Discotecas, Encontros de Corais e Festivais, quer em receções e outros eventos de carácter social e cultural; de destacar as atuações no Coliseu dos Recreios, no Teatro Maria Matos, no Pavilhão dos Desportos, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na Alfândega no Porto, no encerramento do I Congresso do Cante Alentejano, ainda as três atuações na EXPO 98, no Pavilhão de Portugal, Pavilhão dos Oceanos e Pavilhão do Território.

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Na Televisão o Grupo participou nos Programas "Bom Dia", "País, País" e "Cais do Oriente" da RTP1; "Acontece" da RTP2, "Jardim das Estrelas" da RTP Internacional e "Horizontes da Memória" na RTP2 e RTP Internacional; de registar, também, duas participações cinematográficas, uma no filme documentário "Alentejo Cantado" de Francisco Manso e outra em "Polifonias - Pace è Salute, Michel Giacometti", de Pierre-Marie Goulet.

A produção discográfica dos "Ceifeiros de Cuba" tem sido outro dos meios de preservação e divulgação do cante alentejano, tendo, até ao momento o Grupo produzido sete cassetes, um single, um LP e participação em três CD um dos quais editados pelo Instituto Internacional de Música Tradicional de Berlim e Smithsonian Folkways de Washington.

Os constantes convites que o Grupo recebe para atuações diversas são o reconhecimento do seu valor o qual tem sido, também, reconhecido pelos troféus que ganhou nos certames em que participou - sete primeiros lugares, quatro segundos lugares e quatro terceiros lugares. "Os Ceifeiros de Cuba" consideram-se, por isso, um Grupo bem representativo do cante alentejano.”

Além dos Ceifeiros de Cuba em representação do cante do Baixo Alentejo, a edição do corrente ano do FolkLoures contará ainda com representações do Minho, Madeira, Beira Litoral, Estremadura, Brasil e Moldávia.

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CANTE ALENTEJANO ESTREMECE PIRINÉUS

O Cante Alentejano foi o protagonista da terceira edição do Mercado Tradicional em Andororra. O Feirão é uma iniciativa do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', coletividade que este ano celebra o seu vigésimo aniversário.

No passado sábado, 2 de Julho, a Praça Guillemó da capital do Principado de Andorra acolheu a partir das 18 horas o 'Feirão', ponto de encontro de sabores, artesanato, e folclore português que contou com o apoio do Comú(Câmara) de Andorra la Vella.

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Os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', trajados para a ocasião, recriaram um mercado tradicional dividido em cinco zonas temáticas - Artesanato, onde se podia encontrar roupa regional, brinquedos antigos e peças de artesanato elaboradas pelas moças do Grupo.

Horta, com os principais produtos hortícolas como alfaces, couves, feijão, assim como ovos caseiros, coelhos e galos. Sabores, onde os visitantes podiam adquirir licores e aguardente, a broa de milho, o azeite transmontano ou os melhores enchidos.

Doces, onde os pasteis de Belém se misturavam com bolos caseiros e o doce sortido. Tasca, ponto de encontro de sabores onde os visitantes podiam degustar rissóis, pataniscas de bacalhau, bifanas e feijoada, tudo regado com um bom vinho verde ou maduro. Durante a atividade do Mercado Tradicional os elementos do Grupo amenizaram a tarde com as danças tradicionais do seu reportório e convidando o publico a dançar o Vira Geral.

Da praça Guillemó o publico dirigiu-se ao Centro Cultural la Llacuna onde foi inaugurada a exposição fotográfica 'Mosaicos de uma cultura' formada por vinte painéis nos quais os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal' representaram a atividade das gentes do norte de Portugal integrada no património paisagístico do Principado.

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O Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa inaugurou o evento com Cante Alentejano e posteriormente Jose Luis Carvalho, Diretor do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal' deu as boas-vindas às personalidades assistentes, Sr. Carlos Alves, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Serpa, Sr. Miquel Canturri, Vereador de Serviços Públicos do Comú (Câmara) de Andorra la Vella, Dr. Paulo Lima, Diretor da Casa do Cante e ao numeroso publico que assistiu aos discursos das personalidades e desfrutou do Cante.

Após a inauguração, a Praça Guillemó voltou a ser de novo ponto de encontro da cultura tradicional portuguesa desta vez com a presença do Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa que com as vozes do Cante enriqueceu o mercado tradicional e emocionou muitos dos assistentes incluído um casal de noivos que pararam na praça e foram agraciados com o Cante.

Transmitido em direto pela Radio Ondas de Portugal, durante varias horas manteve-se o convívio entre o publico, o Grupo coral e os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', orgulhosos de ter proporcionado à sociedade andorrana o mercado tradicional, a inauguração da exposição e o Cante Alentejano, património imaterial da humanidade pela UNESCO.

José Luís Carvalho / Grupo de Folclore Casa de Portugal

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MINHOTOS EM LISBOA REALIZAM FESTIVAL ETNOGRÁFICO

“Serão Temático” organizado pelo Grupo de Folclore Terras da Nóbrega foi um autêntico Festival de Etnografia

Terminou há instantes no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, no concelho de Oeiras, o Serão Temático “Como há 100 anos…”. A iniciativa foi do Grupo de Folclore Terras da Nóbrega e contou também com a participação do Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo), do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura) e do Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul), os quais apresentaram diversos quadros etnográficos que complementaram a exibição das danças e cantares tradicionais.

Este espetáculo constitui um formato novo em termos de etnografia e folclore, indo além da mera exibição dos trajes tradicionais, das danças e dos cantares do povo, procurando recriar as vivências das gentes de antigamente. Aliás, é a própria organização que o refere: “Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.”

Cada grupo participante apresentou em palco um quadro etnográfico como o “Batizado da Meia-noite”, “O Casamento da Monda”, “A Arte Xávega” e o ciclo “Da palha ao chapéu”.

PONTE DE LIMA MOSTRA-SE EM BEJA

Ponte de Lima em destaque na Rural Beja, de 9 a 11 de outubro, um município alentejano liderado pelo vianense João Rocha da Silva, natural da freguesia de Perre

O vasto e rico património do concelho de Ponte de Lima vai estar em destaque mais uma vez na Rural Beja, a realizar de 9 a 11 de outubro.

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Ponte de Lima apresenta uma mostra de artesanato, o afamado vinho verde e os grandes eventos que o Município de Ponte de Lima dinamiza ao longo do ano. A par da mostra haverá ainda a degustação de produtos típicos do concelho.

Ponte de Lima associa-se a um certame estratégico que promoverá as potencialidades e recursos naturais do nosso território, com o objetivo de suscitar o interesse e a curiosidade de quem visita o certame.

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Desta forma, esta presença na Rural Beja, visa trazer novos públicos a visitar in loco o concelho de Ponte de Lima que, ao longo dos tempos foi somando à sua beleza natural, toda uma rede de oferta cultural, patrimonial, ambiental, recreativa e enogastronómica de excelência.

O conjunto de infraestruturas de lazer criadas para dar resposta aos diversos projetos, eventos e iniciativas são parte de uma estratégia municipal que assenta num desenvolvimento turístico sustentável, sendo uma referência obrigatória em roteiros, guias e mapas turísticos.

O vasto Património Ambiental merece igualmente ser referenciado, sendo os trilhos, as ecovias e a Área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e de S. Pedro de Arcos, verdadeiros “templos” e ícones da preservação ambiental.

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VITORINO LEVA “ALENTEJANAS E AMOROSAS” A ARCOS DE VALDEVEZ

No passado sábado, dia 9 de maio, a Casa das Artes recebeu, pela segunda vez, Vitorino, cantor que representa o Alentejo e portador de uma obra musical reconhecida como das mais importantes pela sua originalidade e grande qualidade estética e musical.

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Dono de uma carreira já longa, e com mais de 30 obras discográficas editadas que alcançaram na sua maioria a prata, ouro e platina, Vitorino fez várias parcerias em discos e espetáculos, com cantores portugueses como Zeca Afonso, Zé Mário Branco, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, Sérgio Godinho, bem como com músicos das mais diversas nacionalidades, com trabalhos discográficos gravados em Cuba, Argentina, Brasil entre outros.

Vitorino correspondeu às expectativas daqueles, muitos, que fizeram questão de estar presentes neste concerto de um músico que faz parte da história de música portuguesa, não só pela sua obra, mas também como importante divulgador e embaixador do cante alentejano, reconhecido recentemente como Património Imaterial da Humanidade.

JOÃO ROCHA: VIANENSE PRESIDE AO MUNICÍPIO DE BEJA

A Câmara Municipal de Beja tem agora como presidente, um vianense. Há mais de três décadas a presidir à Câmara Municipal de Serpa, João Rocha foi eleito nas últimas eleições autárquicas para a presidência da autarquia de Beja.

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João Manuel Rocha da Silva nasceu em Perre, Viana do Castelo, no dia 6 de Novembro de 1950. É engenheiro mecânico e professor efetivo na Escola secundária de Serpa.

Em 1979 foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Serpa, e sucessivamente reeleito, nas listas da CDU, até às últimas eleições autárquicas nas quais se candidatou à Câmara Municipal de Beja.

João Rocha é reconhecido por ter instaurado as infraestruturas básicas que lançaram Serpa no desenvolvimento. Uma das suas grandes apostas é a dinamização cultural. Em 2007 Serpa foi um dos cinco municípios portugueses a participar no Primeiro Encontro da Rede internacional de Municípios pela Cultura, realizado no Brasil.

Foi Presidente do Conselho de Administração da Associação de Municípios do Distrito de Beja, do CCRA (Comissão de Coordenação da Região Alentejo), do MARD/Movimento Alentejo pela Regionalização, Vogal do Conselho Directivo do CEFA (Fundação para os Estudos e Formação Autárquica), membro do Conselho Directivo da ANMP (Associação Nacional de Municípios Portugueses), Presidente da Assembleia Geral da EDAB/ Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, do Movimento BAAL 21 (em defesa do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral) e da enREDE – Rede Internacional de Municípios pela Cultura. É sócio fundador da Confraria do Cante Alentejano.

Fonte: http://www.esmonserrate.org/

MINHOTOS E ALENTEJANOS CANTAM E DANÇAM EM LISBOA NA FEIRA DE ARTESANATO DO MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DE CIÊNCIA

O magnífico parque do Museu Nacional de História Natural e de Ciência recebeu hoje a animação do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho que emprestou o seu brilho, colorido e alegria à feira de artesanato, tendo também participado com a instalação de uma banca no local onde disponibilizou literatura, discografia e alguns produtos típicos da nossa região.

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A iniciativa contou também com a participação do Grupo Coral da Damaia, constituído por alentejanos radicados no concelho da Amadora, tendo a ocasião se propiciado para uma saudável confraternização entre minhotos e alentejanos, culminando com a interpretação conjunta de modas tradicionais de ambas as regiões, em plena escadaria da entrada principal, junto à movimentada rua da Escola Politécnica. Um momento que despertou particular interesse e entusiamo do público que inclusive assomou às janelas para assistir e partilhar da alegria das nossas gentes.

Numa das alamedas ali existentes, os minhotos mostraram como se canta e dança na nossa região, representando modas de Ponte de Lima a Famalicão, de Braga e de Vila Verde. Incansáveis, os componentes do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho não têm um momento de descanso para levar as nossas tradições aos mais diversos pontos do país.

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Constituído em 16 de maio de 1980, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho é formado predominantemente por minhotos e seus descendentes radicados na capital. Ao longo da sua existência, tem levado o folclore da nossa região aos mais diversos recantos do nosso país e ainda ao estrangeiro, nomeadamente a Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta e Japão onde, aliás, participou nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses àquele país.

Este Grupo conta com o apoio técnico da Federação do Folclore Português, está também inscrito no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa.

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