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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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EMPRESA DE FAMALICÃO CRIA HORTA BIOLÓGICA PARA FUNCIONÁRIOS

Roteiro pela Inovação de Famalicão revela iniciativa social da SCOOP, sexta-feira, pelas 10h30, em Cavalões, na Rua Alto da Senra, 344, (GPS 41°25’2.27″N - 8°34’58.31″W)

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A empresa têxtil famalicense Scoop, especializada na confeção de vestuário técnico para a prática de despostos de inverno, tem há alguns meses uma horta biológica com um grande objetivo de ser o suporte para o almoço diário dos seus 120 colaboradores. A sopa que é servida na cantina da empresa à hora do almoço é confecionada com ingredientes frescos da época que são colhidos na horta biológica da empresa, que a administração criou para dar mais bem-estar aos seus funcionários, estreitar os laços de pertença à empresa e fazer pedagogia alimentar.

O iniciativa da empresa é bem explicada pela forma como a empresa se apresenta: “A abrir caminhos no Têxtil Português há 25 anos, a Scoop é uma família! Move clientes, colaboradores e parceiros num percurso de dedicação e cumplicidades.”

A horta biológica da Scoop está instalada num terreno com cerca de dois hectares junto à unidade fabril e foi preparada para corresponder aos critérios exigidos pela classificação de produção biológica. O cultivo dos produtos está a cargo de um novo quadro da empresa, que foi resgatado do desemprego de longa duração para ganhar uma nova vida.  Há espaço para os produtos da época –  e neste momento estão a ser colhidas batatas, curgetes e alfaces –, com um canteiro de ervas aromáticas e uma orla arborizada com 120 árvores autóctones, que cada colaborador plantou, estando estas identificadas com o seu respetivo nome.

A inovação social da empresa SCOOP vai merecer a atenção do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, nesta sexta-feira, 22 de junho, pelas 10h30, no âmbito da realização de mais uma jornada do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão nas instalações da empresa, sita Rua Alto da Senra, 344, em Cavalões.

A SCOOP é uma empresa familiar gerida por Mafalda Pinto que mereceu em 2015 uma visita do então Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, no âmbito do Roteiro para uma Economia Dinâmica. A empresa foi a responsável pela produção dos equipamentos dos dois atletas que Portugal levou aos Jogos Olímpicos de Inverno deste ano, que se realizaram na Coreia do Sul e entre o seu vasto palmarés de produção de equipamentos encontram-se, entre outros, o equipamento para a selecção italiana de esqui e os equipamentos dos atletas da equipa olímpica da Rússia dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sóchi.

AMARES DEBATE AGRICULTURA E VIZINHANÇA

O Auditório Conde de Ferreira, em Amares, acolhe, amanhã, a partir das 15h00, um workshop promovido pela Câmara Municipal de Amares em parceria com a CIM do Cávado. A sessão vai estar a cargo de um representante da Agência Portuguesa do Ambiente e está orientada para a população em geral, agricultores e membros das juntas de freguesias.

Palestra Amares-1

Esta iniciativa, inserida na Feira Franca de Amares, vai abordar os seguintes temas: “Gestão adequada dos efluentes pecuários”, “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários” e “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários”, bem como “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas”.

TERRABOURENSES DEBATEM "AGRICULTURA E VIZINHANÇA"

Câmara Municipal recebeu palestra sobre “Agricultura e vizinhança”

O Município de Terras de Bouro, a Agência de Energia do Cávado e a CIM do Cávado promoveram a 14 de maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a palestra “Agricultura e vizinhança”, preconizada no âmbito do programa "AQUA Cávado: o rio que nos une", edição 2018.

CAPA

No encontro estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo, a Vereadora do Município, Dr.ª Ana Genoveva e a Chefe de Gabinete de Apoio à Presidência, Dr.ª Liliana Machado. O colóquio destinou-se à população em geral, agricultores e proprietários ribeirinhos, abordando as seguintes temáticas: a “Gestão adequada dos efluentes pecuários” - DRAP-N; as “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários”; as “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários” - DRAP-N e a “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas” - ARH-N/APA.

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MINISTRO DA AGRICULTURA VISITA CABECEIRAS DE BASTO

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto/Norte

A convite da Associação de Desenvolvimento Rural – Mútua de Basto/Norte, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, participou ontem, dia 10 de maio, nas comemorações dos 30 anos desta distinta associação, cerimónia que foi presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Dr. Luís Capoulas Santos.

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (1)

Estiveram, também, presentes nesta cerimónia o presidente da direção da Mútua de Basto/Norte, também ele presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, demais dirigentes e colaboradores da Mútua de Basto, os presidentes das Câmara Municipais de Mondim de Basto e de Celorico de Basto, o vice-presidente da Câmara Municipal de Ribeira de Pena, o diretor Regional de Agricultura e Pescas do Norte, a Subdiretora-Geral de Alimentação e Veterinária, o presidente e o secretário-geral da Confagri, vereadores, presidentes de Junta de Freguesia e demais autarcas, entre outros convidados e público em geral.

Nas instalações da Mútua de Basto/Norte foi descerrada uma placa alusiva aos 30 anos da Mútua de Basto/Norte e à visita do Ministro da Agricultura.

Durante a sessão solene que decorreu no Auditório da Casa do Tempo e depois de felicitar a Associação pela passagem do seu 30º aniversário, o Ministro da Agricultura disse que a Mútua de Basto/Norte “é um exemplo para todo o país e um orgulho para a região”. O ministro enalteceu o trabalho e empenho dos dirigentes e dos colaboradores da Mútua, destacando o papel do Eng. Joaquim Barreto na liderança desta associação.

Na oportunidade e na presença de tantos associados e agricultores, o ministro anunciou que o Governo se prepara para aprovar o Diploma que estabelece novos direitos para os pequenos agricultores, seja ao nível da segurança social, da fiscalidade, entre outros, referindo que, num universo de 250 mil pequenos agricultores, se espera beneficiar 100 mil. “Temos que discriminar positivamente os pequenos agricultores e criar condições atrativas para fixar as populações”, sublinhou Capoulas Santos.

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, felicitando também a associação pelos seus 30 anos, salientou que “os territórios são muito mais ricos e avançam mais rapidamente nos caminhos do progresso se tiverem associações e instituições empreendedoras e dinâmicas que promovam o desenvolvimento e sejam verdadeiros parceiros dos poderes públicos como é o caso da Mútua de Basto/Norte”.

Francisco Alves saudou todos os colaboradores da Mútua na pessoa do senhor presidente da direção, Eng. Joaquim Barreto, “pelos importantes contributos que têm dado em prol do desenvolvimento nos territórios onde a sua ação se desenvolve”.

O edil deixou, ainda, “uma palavra de reconhecimento ao Eng. Joaquim Barreto pelo seu empreendedorismo, dinamismo e visão estratégica que permitiu a esta associação assumir um papel crucial no progresso do setor rural nas Terras de Basto”, afirmando que “é com enorme satisfação que o Município conta com a Mútua de Basto/Norte como parceira”. Em 2013, na passagem do seu 25º aniversário, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto atribuiu a Medalha de Mérito Público à Mútua de Basto/Norte “reconhecendo a importância da sua ação. Esse reconhecimento é hoje aqui reafirmado”, finalizou Francisco Alves.

O presidente da Mútua de Basto/Norte, Eng. Joaquim Barreto, falou dos objetivos que estiveram na génese da associação e lembrou alguns dos aspetos relevantes da ação da Mútua, caracterizando, ainda, a evolução da associação até aos dias de hoje. Nas suas palavras, Joaquim Barreto destacou toda a colaboração que é dada aos agricultores, salientando, igualmente, a cooperação com os diferentes serviços regionais. “São parcerias muito importantes que pretendemos manter, no sentido de continuar a melhorar e a alargar os nossos serviços, dando-lhes dimensão”, sublinhou Joaquim Barreto, garantindo que a Mútua de Basto/Norte continuará a ser “um agente ativo do desenvolvimento rural”. E finalizou: “ quem tem raízes e história tem futuro”.

A Mútua de Basto/Norte é uma instituição de utilidade pública que começou por desenvolver atividades muito ligadas ao setor primário mas que foi evoluindo para outros serviços e apoios, não só na estrutura de gestão das unidades agrícolas, mas também na formação, no apoio e consultadoria aos promotores de iniciativas empresariais e na área dos seguros.

A sua ação meritória tem contribuído para a valorização do potencial humano, para a fixação das pessoas e para a melhoraria das suas condições de vida.

De referir, ainda, que, no final, durante um verde de honra que foi servido aos convidados, cantaram-se os parabéns à Mútua de Basto/Norte.

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (2)

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (3)

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (4)

MONÇÃO REALIZA XXVIII FEIRA AGRÍCOLA DO VALE DO MOURO

Certame agrícola realiza-se este fim de semana na freguesia de Segude. Feira do gado e corridas de cavalos são o ponto forte de uma programação abrilhantada por Quim Barreiros, no domingo, pelas 18h00.

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A XXVIII Feira Agrícola do Vale do Mouro, certame realizado na freguesia de Segude, decorre este fim de semana, 11, 12 e 13 de maio, com um conjunto diversificado de atividades recreativas e musicais que prometem encher o recinto da feira.

Como todos os anos, a feira do gado e as corridas de cavalos constituem o ponto forte deste certame que, no domingo, pelas 18h00, será abrilhantado pelo cantor Quim Barreiros. A feira tem início na sexta-feira à noite, com atuações dos “Bombolásticos” e “Flor da Terra”, estando a abertura oficial marcada para o dia seguinte, sábado, pelas 10h30.

A par das atividades musicais e lúdicas, o certame agrícola apresenta diversos expositores com material e equipamento relacionado com o sector, artigos manufaturados de artesanato, produtos regionais, e tasquinhas típicas com ementas e vinhos da região.

Realizado em Segude desde 1990, a feira aposta na preservação da tradição sem descurar aspetos de modernidade e pretende assumir-se como um local privilegiado para o estabelecimento de relações pessoais e empresariais entre os profissionais do sector.

TERRAS DE BOURO DEBATE "AGRICULTURA E VIZINHANÇA"

Palestra “Agricultura e vizinhança” a 14 de maio na Câmara Municipal de Terras de Bouro

O Município de Terras de Bouro, a Agência de Energia do Cávado e a CIM do Cávado irão  promover a 14 de maio, pelas 10h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a  palestra “Agricultura e vizinhança”, preconizada no âmbito do projeto "AQUA Cávado: o rio que nos une", 4.ª Edição – 2018 e que pretende abordar dos seguintes temas:

  • “Gestão adequada dos efluentes pecuários” - DRAP-N;
  • “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários” e “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários” - DRAP-N ;
  • “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas” - ARH-N/APA.

O público-alvo definido é a população em geral mas de maior interesse para os agricultores e proprietários ribeirinhos.

CAPA

BRAGA INAUGURA AGRO 2018

Inauguração oficial da Agro 2018 realiza-se amanhã, dia 10 de Maio, pelas 12h00, no Fórum Braga

Realiza-se amanhã a Inauguração oficial da Agro 2018, a Agro2018, a ter lugar no Fórum Braga.

A AGRO- Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação realiza-se entre os dias 10 e 13 de Maio e esta será a maior edição desta emblemática feira do sector agro-pecuário. No total estarão presentes mais de 250 expositores e perto de 450 máquinas agrícolas, que ocuparão um espaço de exposição superior a 25 mil metros quadrados.

A abertura contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, do presidente da InvestBraga, Carlos Oliveira, e do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

FEIRA INTERNACIONAL DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ALIMENTAÇÃO DE BRAGA RECEBE VISITA DO MINISTRO DA AGRICULTURA

51ª AGRO arranca esta semana com a maior edição de sempre e a presença do Ministro da Agricultura. Feira conta com mais de 250 expositores

A AGRO- Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação, realiza-se entre os dias 10 e 13 de maio e será a maior edição desta emblemática feira do setor agropecuário.

AGRO2018

No total estarão presentes mais de 250 expositores e perto de 450 máquinas agrícolas, que ocuparão um espaço de exposição superior a 25 mil metros quadrados.

Recorde-se que esta será a primeira feira a realizar-se no novo Forum Braga, um espaço que tem mais e melhores infraestruturas para a realização de eventos desta natureza e que quer posicionar Braga como uma cidade de referência para o Turismo de Negócios no Norte de Portugal e na Galiza.

Neste sentido, a AGRO 2018 vai ter uma nova dinâmica e um programa de atividades diversificado ao longo dos quatro dias do evento. Sendo que a abertura da feira, no dia 10, contará com a presença do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Dr. Luís Capoulas Santos, que fará uma visita pelos vários espaços da AGRO, onde será acompanhado pelo presidente da InvestBraga, Carlos Oliveira, e pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

“A AGRO é uma das mais importantes montras da agricultura portuguesa e vai continuar a apoiar e a divulgar aquilo que de melhor se faz no setor agroalimentar. Acreditamos que com as novas instalações do Forum Braga todos os expositores, participantes e visitantes terão melhores condições para tirarem o melhor proveito das atividades previstas para esta edição da AGRO”, explica Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga.

Além dos habituais concursos pecuários, o programa deste ano contempla a realização de diversas conferências e ‘workshops’, que funcionarão como um espaço de partilha de conhecimento e de estratégias com o objetivo de impulsionar o setor primário em Portugal.  Mas esta não é a única novidade da edição deste ano: haverá ainda uma nova área totalmente dedicada à gastronomia e ao agro-gourment, na zona superior do novo pavilhão do Forum Braga.

Recorde-se que a AGRO assumiu grande relevância e dimensão ao longo das últimas décadas e é, atualmente, a maior feira do setor primário do Norte do país e da Galiza. É também a única feira, a nível nacional, que faz parte da EURASCO (European Federation of Agricultural Exhibitions and Show Organizers).

CABECEIRAS DE BASTO CELEBRA DIA DO TRABALHADOR COM LAVOURA TRADICIONAL

Cabeceiras de Basto assinala amanhã, dia 1 de maio, o Dia do Trabalhador, com a realização de uma lavoura à moda antiga. Uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e pela Basto Vida com a colaboração da GNR que terá lugar na Quinta da Portela, nas imediações do centro da vila cabeceirense.

Lavoura Tradicional 2018 - cartaz

A Lavoura Tradicional tem concentração prevista, a partir das 8 horas da manhã, no Campo do Seco, junto ao Monumento ao Agricultor, altura em que será servido o ‘mata-bicho’. Pelas 8h45, ao som de cantares populares, os ‘lavradores’, de alfaias agrícolas em punho, rumam em cortejo para Quinta da Portela, local onde serão revividos e recriados os trabalhos de outrora, dando a conhecer aos mais novos a atividade rural dos nossos antepassados e simultaneamente, promovendo o intercâmbio intergeracional.

Oriundos das várias freguesias do concelho, os participantes vão desbravar a terra com o apoio de várias juntas de gado para o cultivo do milho.

A meio da manhã, será servido o pequeno-almoço composto por pataniscas, tremoços, azeitonas, figos e doces, seguindo-se a sementeira do milho para que em setembro, por altura das Festas de S. Miguel, possa ser desfolhado à moda do Minho.

No final da jornada será servido um almoço – igualmente tradicional - a todos os participantes, ao som da música popular proporcionada por vários grupos de concertinas que, à semelhança dos anos anteriores, será certamente mote para a entoação de modas e danças típicas, encerrando em clima de festa esta lavoura rica em usos e costumes, mas que o passar do tempo e o recurso às novas tecnologias vão caindo no esquecimento.

ARCOS DE VALDEVEZ APOIA DESENVOLVIMENTO RURAL E TURISMO

75 mil euros para apoiar desenvolvimento rural e Turismo

A Câmara Municipal celebrou um protocolo de apoio à atividade com a Associação Regional de Desenvolvimento do Alto Lima-ARDAL, no valor de 75 mil euros.

protocolo ARDAL

A Ardal, atualmente a gerir a Porta do Mezio, procura, em ligação com as populações locais e todas as instituições e personalidades interessadas, promover a valorização dos recursos locais do concelho de Arcos de Valdevez.

Através deste protocolo a ARDAL compromete-se a fazer a dinamização da Porta do Mezio, do Parque de Campismo, a organização de Eventos em colaboração com o Município (Fins de Semana Gastronómicos, Expovez, Feira de Artes e Ofícios Tradicionais do Soajo, Dog Camp Festival, Campanha de Natal, entre outros), a promoção e comercialização de produtos locais, a elaboração do projeto do “Parque Biológico do Mezio”, bem como a elaboração de candidaturas aos vários programas comunitários.

De referir que Porta do Mezio tem aumentado, ano após ano, o número de visitantes ao espaço, tendo no ano de 2017 atingido os 52 425, ou seja mais 15,6% que no ano anterior.

Este espaço proporciona aos visitantes uma agradável experiência, revelando especial dinâmica e crescente atratividade, pois nela são regularmente promovidas uma série de atividades de educação ambiental e de desporto de natureza, quer para escolas quer para o público em geral, tais como visitas guiadas, trilhos pedestres, oficinas temáticas, workshops, atividades recreativas, etc.

Disponibiliza também uma área de lazer e fruição com espaços como a aldeia dos pequeninos, piscina, torre de observação, espaço de piquenique, espaço de lazer para crianças, parque escultórico, parque aventura”, no qual é possível a toda a família praticar Arborismo, Slide e Escalada.

Encontra-se a desenvolver novos projetos, dos quais se destacam o “Parque Biológico do Mezio”, o “Local Dark Sky no território do Parque Nacional da Peneda-Gerês” e o “Vozes das Pedras – Promoção e Valorização da Área Arqueológica do Mezio/Gião”, bem como “GNOMON – Escolas na Biosfera”, os quais têm contribuído para aumentar a atratividade desta infraestrutura de turismo e lazer.

PARTIDO “OS VERDES” EXIGEM MEDIDAS DE APOIO À AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE GARANTIR A GESTÃO E MANUTENÇÃO DO ESPAÇO RURAL

O ano de 2017 foi, ao nível de incêndios florestais, o pior ano de que há memória, e na memória ficarão as consequências catastróficas provocadas pelos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país, designadamente a perda de vidas humanas - mais de uma centena - os danos e prejuízos em milhares de habitações, a destruição total ou parcial de centenas de empresas, as milhares de explorações agrícolas afetadas, para além dos mais de quinhentos mil hectares de área florestal dizimada pelas chamas.

Ficou evidente com os incêndios do verão de 2017, que tem de ser invertido o paradigma e as opções políticas seguidas pelos sucessivos governos. Ao longo de décadas as políticas têm sido contrárias às reais necessidades do interior e das zonas rurais, em particular, invocando-se os défices, os tratados orçamentais e os pactos de estabilidade e entre outros argumentos de cariz meramente economicista.

Tendo em consideração os impactos dos incêndios de 2017, as dificuldades pelas quais as pequenas e médias explorações agrícolas de natureza familiar têm passado ao longo dos anos e o seu papel relevante como bem e serviço público da agricultura familiar na defesa do mundo rural, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes, apresentou um Projeto de Resolução em que recomenda ao Governo que implemente medidas  com vista ao apoio à agricultura familiar como forma de garantir a gestão e manutenção do espaço rural.

POR INICIATIVA DE OS VERDES - RECONHECIMENTO DAS PASTAGENS DE MONTANHA PARA ELEGIBILIDADE PELA PAC

O Partido Ecologista Os Verdes congratula-se com a aprovação do seu Projeto de Resolução pelo reconhecimento da elegibilidade, para efeito das ajudas da PAC, das áreas de pastoreio nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, designadas de «pastagens arbustivas» ou «pastagens pobres», nas regiões de montanha.

O PEV considera que este reconhecimento vem confirmar que as áreas de pasto, em zonas de montanha, apesar de terem uma percentagem minoritária de espécies herbáceas, são essenciais na alimentação do gado (a atividade económica mais importante em grande parte destas regiões), porque nestas zonas a terra arável é escassa e também porque estas espécies arbustivas, sendo mais resistentes aos períodos de seca, são vitais para a alimentação animal quando as espécies herbáceas começam a escassear devido à falta de água.

Para o PEV, depois da tragédia que ocorreu em 2017 com os incêndios florestais (que colocou ainda mais a descoberto o abandono em que foi deixado o mundo rural) e quando em Portugal enfrentamos um problema de seca dos mais graves dos últimos anos, esta aprovação significa mais um pequeno contributo para a prevenção dos incêndios florestais mantendo-se a atividade pastorícia nestes territórios e o que ela significa para a alimentação animal num contexto de alterações climáticas e de períodos cada vez mais constantes de seca prolongada.

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 1382/XIII/3ª

RECONHECIMENTO DA ELEGIBILIDADE DAS PASTAGENS ARBUSTIVAS NAS REGIÕES DE MONTANHA, PARA EFEITOS DE AJUDAS DA PAC

Nas áreas de montanha, é uma prática comum os agricultores utilizarem as áreas de matos rasteiros e pastagens arbustivas para alimentação do gado caprino, ovino, bovino e equídeo.

Estas áreas de pasto, apesar de terem uma percentagem minoritária de espécies herbáceas, são essenciais na alimentação do gado (a atividade económica mais importante em grande parte destas regiões), porque nestas zonas a terra arável é escassa e também porque estas espécies arbustivas, sendo mais resistentes aos períodos de seca, são vitais para a alimentação animal quando as espécies herbáceas começam a escassear devido à falta de água.

Esta prática, para além de proporcionar um sabor especial aos produtos destas regiões, possui vantagens ao nível da captura de carbono, preservação da biodiversidade, resiliência às alterações climáticas, mas essencialmente ao nível da prevenção contra incêndios por via da diminuição da carga combustível.

Estas superfícies são, assim, essenciais na manutenção da actividade pastorícia nestes territórios.

Não obstante essa importância, a última reforma da Política Agrícola Comum (PAC), de 2013, veio alterar a possibilidade de os Estados-Membro considerarem a elegibilidade destas áreas, nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, para efeito das ajudas comunitárias, ao condicionar a sua elegibilidade apenas quando associadas a «práticas locais estabelecidas».

A verdade é que esta derrogação não foi aproveitada pelo anterior Governo do PSD/CDS e estas áreas deixaram de ser elegíveis para as ajudas, quer ao nível das ajudas directas, quer ao nível das medidas do segundo Pilar da PAC - exceção feita para as zonas de Baldio, onde estas áreas passaram a ser consideradas elegíveis a 50%, quando anteriormente o eram a 100%.

Entretanto, a 12 de dezembro, foi aprovado o Regulamento Omnibus que veio introduzir alterações à Reforma da PAC de 2013, voltando a dar aos Estados-Membro a possibilidade de considerar a elegibilidade destas áreas sem que seja necessário associar a «práticas locais estabelecidas», ou seja, considerar como prados permanentes «terras suscetíveis de servir de pasto quando a erva e outras forrageiras herbáceas não predominarem ou não existirem nas zonas de pastagem».

O regulamento Omnibus entrou em vigor em 1 de janeiro de 2018, tendo os Estados-Membro, que assim o desejem, de notificar a Comissão, até 31 de março deste ano, as mudanças regulatórias que entendam fazer.

Trata-se, pois, de uma oportunidade para repor o reconhecimento da importância destas áreas, até porque, caso não haja muitos países a aproveitar esta oportunidade aberta pelo Regulamento Omnibus, poderá a Comissão Europeia entender que a mesma não é necessária e propor que se retire esta possibilidade no âmbito da reforma da PAC para o pós-2020.

Entretanto, o Governo comunicou que vai avançar este ano com projetos-piloto de «cabras sapadoras» com rebanhos dedicados à gestão de combustível florestal na rede primária, o que, em coerência e no intuito de estimular o pastoreio destas áreas, deveria levar também ao reconhecimento da elegibilidade destas áreas para efeito de ajudas públicas.

Depois da tragédia que ocorreu em 2017 com os incêndios florestais (que colocou ainda mais a descoberto o abandono em que foi deixado o mundo rural) e quando em Portugal enfrentamos um problema de seca dos mais graves dos últimos anos, não seria, de facto, compreensível que não se reconhecesse a importância destas pastagens arbustivas e a elegibilidade das mesmas, tendo em conta a sua importância na prevenção dos incêndios florestais, a sua importância na manutenção da actividade pastorícia nestes territórios já por si desertificados e a sua importância para alimentação animal num contexto de alterações climáticas e de períodos cada vez mais constantes de seca prolongada.

Assim, o Grupo Parlamentar Os Verdes, apresenta o seguinte Projeto de Resolução:

Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a Assembleia da República delibera recomendar ao Governo:

1 – O reconhecimento da elegibilidade, para efeito das ajudas da PAC, das áreas de pastoreio nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, designadas de «pastagens arbustivas» ou «pastagens pobres», nas regiões de montanha, e desde que seja assegurado um encabeçamento mínimo;

2 – A notificação da Comissão Europeia, até 31 de março de 2018, das inerentes mudanças regulatórias.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 5 de março de 2018

Os Deputados

Heloísa Apolónia                                                                  José Luís Ferreira

VERDES QUEREM VER A PASTAGEM DE MONTANHA RECONHECIDA PELA PAC

As áreas de pasto, em zonas de montanha, apesar de terem uma percentagem minoritária de espécies herbáceas, são essenciais na alimentação do gado (a atividade económica mais importante em grande parte destas regiões), porque nestas zonas a terra arável é escassa e também porque estas espécies arbustivas, sendo mais resistentes aos períodos de seca, são vitais para a alimentação animal quando as espécies herbáceas começam a escassear devido à falta de água.

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No entanto, a última reforma da Política Agrícola Comum (PAC), de 2013, veio alterar a possibilidade de os Estados-Membro considerarem a elegibilidade destas áreas, nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, para efeito das ajudas comunitárias, ao condicionar a sua elegibilidade apenas quando associadas a «práticas locais estabelecidas».

Para O PEV, depois da tragédia que ocorreu em 2017 com os incêndios florestais (que colocou ainda mais a descoberto o abandono em que foi deixado o mundo rural) e quando em Portugal enfrentamos um problema de seca dos mais graves dos últimos anos, não seria, de facto, compreensível que não se reconhecesse a importância destas pastagens arbustivas e a elegibilidade das mesmas, tendo em conta a sua importância na prevenção dos incêndios florestais, a sua importância na manutenção da atividade pastorícia nestes territórios e a sua importância para alimentação animal num contexto de alterações climáticas e de períodos cada vez mais constantes de seca prolongada.

Perante o atrás exposto, Os Verdes entregaram na Assembleia da República o Projeto de Resolução que recomenda ao Governo o reconhecimento da elegibilidade, para efeito das ajudas da PAC, das áreas de pastoreio nas quais a erva e outras forrageiras herbáceas não são dominantes, designadas de «pastagens arbustivas» ou «pastagens pobres», nas regiões de montanha, e desde que seja assegurado um encabeçamento mínimo, assim como a notificação da Comissão Europeia, até 31 de março de 2018, das inerentes mudanças regulatórias.

COURENSES TROCAM SEMENTES

Feira de Troca de Sementes de Paredes de Coura

sáb | 17 fev | Museu Regional

A Feira de Troca de Sementes de Paredes de Coura regressa este sábado, 17 de fevereiro, ao Museu Regional. A partir das 14h00 decorre a 4ª Feira Anual de Troca de Sementes, organizada pelo Município de Paredes de Coura e a Associação Quinta das Águias, em colaboração com o Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura.

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O objetivo desta iniciativa é proporcionar o encontro e convívio entre pessoas que valorizam as sementes e plantas locais e que ativamente contribuem para a sua preservação, face ao perigo de extinção provocado pela concorrência de variedades híbridas e transgénicas, que prejudicam o equilíbrio dos nossos ecossistemas.

“A progressiva perda de variedades genéticas de muitas sementes constitui um perigo para a humanidade, porque muitas dessas variedades eram mais resistentes a pragas e doenças. Além do mais, estas representam um património que importa não perder. A educação, a informação e a partilha são das armas mais importantes para contrariar a crescente perda de muitas sementes, quer por desleixo quer pela influência e pressão dos grandes grupos agro-alimentares”, defende Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, acrescentando a importância “de preservar a biodiversidade biológica e incrementar as formas sustentáveis de produção de alimentos, porque simultaneamente contribuímos para uma alimentação mais saudável e um modo de produção mais justo”.

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Sabiam que perdemos 94% de sementes de vegetais no século XX

Das 544 variedades de couve, restam 28

Das 158 variedades de couve-flor, restam nove

Das 55 variedades de couve-rábano, restam três

Das 34 variedades de alcachofra, restam duas

Das 288 variedades de beterraba, restam 17

94% das espécies de pepino estão perdidas

90 por centro das espécies de pepino estão perdidas

A diversidade dos stocks de sementes está tão ameaçada como o panda, a águia-real ou o urso polar

A preservação das sementes autóctones assume uma importância vital, uma vez que são cada vez mais raras, sendo progressivamente substituídas por sementes comerciais, que são as mesmas em todo o mundo, enquanto as sementes locais se foram adaptando durante muitas gerações às condições de solo e clima específicas da sua região de origem. Uma vez que as sementes contêm o futuro da vida, é importante mantê-las vivas.

A Troca de Sementes vai proporcionar às pessoas o acesso às sementes originais que as poderão cultivar para sua própria utilização e para as manter vivas. Todos os que quiserem participar poderão trazer as suas sementes ou plantas para partilhar e trocar. 

A Feira Anual de Troca de Sementes está inserida no Projeto Educar para o Futuro – Terra orientado pelo Serviço Educativo do Município, em parceria com o Agrupamento de Escolas e com a Associação Quinta das Águias, mas também integrado em projetos mais amplos para um desenvolvimento sustentável e amigo do ambiente como são a alimentação vegetariana e o Plano de Paisagem, respetivamente.

Recorde-se que Paredes de Coura é o primeiro município português a dispor de Plano de Paisagem para o território e que tem como objetivos a valorização do património natural, cultural e urbano, bem como definir medidas orientadoras para a gestão da paisagem que preservem o seu caráter e identidade, reforçando a componente da paisagem cultural nas aldeias e lugares incluídos em Rede Natura e na Paisagem Protegida. Por sua vez, e partindo do princípio que as nossas escolhas alimentares têm um impacte muito forte na nossa saúde, no meio ambiente, na economia e no bem-estar animal, o Município não só se associou desde a primeira hora à organização do Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana que todos os anos reúne personalidades da área do conhecimento na defesa de uma cultura alimentar mais sustentável e saudável, mas também há muito que implementou nas escolas do concelho a disponibilidade de pratos alimentares alternativos, inserido num programa mais vasto de educação alimentar e de promoção da saúde.

Programa:

9h30: Caminhada com Rita Roquette

Saber Viver com as Plantas Silvestres e os seus Ritmos

As plantas silvestres são fonte de alimento, medicina, matéria prima que nos abriga e nos ajuda a criar. Nesta caminhada vamos ser capazes de identificar algumas espécies de plantas espontâneas que estão acordadas nesta altura do ano e que são as nossas maiores aliadas.

Encontro: Câmara Municipal de Paredes de Coura

Se chover...

Pessoas Silvestres - Aquelas que conhecem o seu Habitat Natural

Oficina com Rita Roquette que focará a nossa capacidade espontânea e intrínseca de apreender o mundo natural, em especial o mundo das plantas.

Vamos observar bem de perto as plantas espontâneas e perceber como estas evoluíram para se adaptarem ao habitat e como nós tal como elas somos um reflexo do meio onde vivemos.

14h30: Troca de Sementes, no Museu Regional de Paredes de Coura, onde, para além de sementes, também se poderá trocar plantas, ervas aromáticas, árvores e estacas, como por exemplo macieiras autóctones e outras árvores de fruto. Ficam excluídas as sementes e plantas comerciais, híbridas e transgénicas.

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PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA AGROLIMIANO

III Feira 100% Agrolimiano no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima. 17 e 18 de fevereiro. A III Feira 100% Agrolimiano abre oficialmente no próximo sábado, dia 17, às 11 horas.

Mostrar, divulgar e promover o melhor do que se produz no setor agroalimentar em Ponte de Lima, sendo esta uma das áreas que mais se tem desenvolvido no concelho, ao longo dos últimos anos, é o principal objetivo do certame.

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O crescimento do setor tem-se manifestado tanto na qualidade dos produtos como no número de postos de trabalho criados, o que tem permitido uma maior valorização dos produtos endógenos, e no surgimento de novos negócios, com produtos únicos e de qualidade.

No âmbito desta feira, realiza-se o 8º Concurso de Raça Holstein Frísia do Alto Minho, numa parceria entre o Município de Ponte de Lima e a Coopalima – Cooperativa Agrícola dos Agricultores do Vale do Lima, com o apoio da Associação Portuguesa dos Criadores da Raça Frísia, da Associação de Apoio à Bovinicultura do Norte e da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima. Os bovinos de Raça Frísia tem grande expressividade na nossa região e, como tal, são um elemento chave no desenvolvimento do setor primário do nosso concelho. Além disso, a excelente qualidade da carne e a grande capacidade de produção de leite fazem deste um dos produtos endógenos de maior relevância e que conta com cada vez mais apreciadores e criadores.

Para além do 8º Concurso da Raça Frísia do Alto Minho, irão desenvolver-se outras atividades, com destaque para os primeiros Agrojogos Limianos e o Workshop “Pratos com Histórias”, por Saphir Cristal.

Dirigida ao público em geral e aos profissionais do setor a Feira 100% Agrolimiano vai ser transmitida pelo RTP 1, através do programa Aqui Portugal, ao longo da tarde de sábado. Uma verdadeira montra, onde as potencialidades turísticas do concelho de Ponte de Lima estarão em destaque.

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TERRAS DE BOURO ESCLARECE AGRICULTORES

Gabinete de Apoio ao Agricultor e CONFAGRI prestaram esclarecimentos aos agricultores de Terras de Bouro

O Gabinete de Apoio ao Agricultor do Municipio de Terras de Bouro e a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, CCRL (CONFAGRI) organizaram já dois dos três colóquios previstos no concelho para este mês.

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As sessões, destinadas aos agricultores de Terras de Bouro e a todos os eventuais interessados, decorreram já em Rio Caldo a 2 de fevereiro e na Vila de Terras de Bouro a 5 de fevereiro, contando com a presença da Vereadora do município Dr.ª Ana Araújo que procedeu à abertura oficial nos Paços do Concelho, agradecendo e elogiando, desde logo, a presença e o interesse manifestado pelos presentes. A Engenheira Isabel Santana, responsável técnica da CONFAGRI, foi a responsável por efetuar o ponto de situação dos seguintes temas: pagamentos diretos, apoios aos jovens agricultores e à produção, regime da pequena agricultura, medidas agroambientais e indemnizações compensatórias que se enquadram no desenvolvimento rural.

A próxima sessão será no Salão da Junta de Freguesia de Carvalheira a 16 de fevereiro, pelas 20h30.

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INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA ATESTA IMPORTÂNCIA DO AGROALIMENTAR EM FAMALICÃO

Empresas competitivas e tecnologicamente avançadas, de referência nacional e internacional, fazem de Vila Nova de Famalicão um dos mais relevantes municípios portugueses na indústria agroalimentar. 

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Aliás, a importância crescente deste sector económico levou já a Câmara Municipal a definir como prioridade do Plano Estratégico 2014-2025 a criação de um Centro de Competências do Agroalimentar para o Sector das Carnes. Um centro de dimensão nacional e vocação internacional, com parceiros de renome e inovador pelo conceito, pois aproveitará a capacidade instalada em empresas, universidades e centros de investigação.

Os dados macroeconómicos, divulgados recentemente pelo INE no Anuário Estatístico Regional 2016, atestam a relevância socioeconómica do cluster em Famalicão: 2.893 pessoas ao serviço (2.777 em 2014, mais 4,2%), 167 empresas (162 em 2014, mais 3%), 337 milhões de euros de volume de negócios, 58 milhões em exportações (56 milhões em 2014, mais 4,7%) e 60 milhões de euros de valor acrescentado bruto (57 milhões em 2014, mais 3,7%).

A Vieira de Castro, que é o maior fabricante português de bolachas e amêndoas e o único produtor de drageias de chocolate, e outras empresas especializadas em produtos de charcutaria e carne fresca, como a Primor, Porminho, ICM e Campicarn, representam a força deste sector estratégico da economia nacional.

Dados macroeconómicos  

  • Número de pessoas ao serviço: 2.893 
  • Número de empresas: 167 
  • Volume de negócios: 337M€
  • Volume de exportações: 58M€
  • Valor Acrescentado Bruto (VAB): 60M€

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PONTE DE LIMA REALIZA CONCURSO DA RAÇA FRÍSIA

III Feira 100% Agrolimiano no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima. Aqui Portugal – RTP 1 – 17 de fevereiro na Agrolimiano

O Município de Ponte de Lima realiza a terceira edição do evento nos dias 17 e 18 de fevereiro, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima.

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O certame tem como objetivo principal, mostrar, divulgar e promover o melhor do que se produz no setor agroalimentar em Ponte de Lima, sendo que esta é uma das áreas que mais se tem desenvolvido no concelho, ao longo dos últimos anos. Este crescimento deve-se não só a uma maior valorização dos produtos endógenos, mas também à aposta em novos negócios, com produtos únicos e de qualidade. O crescimento do setor tem-se manifestado tanto na qualidade dos produtos como no número de postos de trabalho criados.

A RTP irá acompanhar em direto o evento, com o programa Aqui Portugal, no sábado, dia 17 de fevereiro, entre as 14h00 e as 20h00, onde as enormes potencialidades do mundo rural do concelho de Ponte de Lima estarão expostas e onde os visitantes poderão apreciar e comprar os mais diversos produtos como vinho verde, enchidos, fumados, sidra, mel, cogumelos, frutas e produtos hortícolas, entre outros, exclusivamente produzidos na nossa terra.

No âmbito desta feira, realiza-se o 8º Concurso de Raça Holstein Frísia do Alto Minho, numa parceria entre o Município de Ponte de Lima e a Coopalima – Cooperativa Agrícola dos Agricultores do Vale do Lima, com o apoio da Associação Portuguesa dos Criadores da Raça Frísia, da Associação de Apoio à Bovinicultura do Norte e da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima. Os bovinos de Raça Frísia tem grande expressividade na nossa região e, como tal, são um elemento chave no desenvolvimento do setor primário do nosso concelho. Além disso, a excelente qualidade da carne e a grande capacidade de produção de leite fazem deste um dos produtos endógenos de maior relevância e que conta com cada vez mais apreciadores e criadores.

Para além do 8º Concurso da Raça Frísia do Alto Minho, irão desenvolver-se outras atividades, com destaque para o Workshop “Pratos com Histórias”, por Saphir Cristal.

A Feira 100% Agrolimiano destina-se ao público em geral e aos profissionais do setor e pretende atrair potenciais investidores que queiram instalar os seus negócios em Ponte de Lima.

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COLÓQUIO NACIONAL DO MILHO REÚNE NA PÓVOA DE VARZIM

Colóquio Nacional do Milho debate futuro do setor do leite em Portugal

O 9º Colóquio Nacional do Milho reúne, a 7 de Fevereiro, na Póvoa de Varzim, no Hotel Axis Vermar, mais de 450 especialistas nacionais e internacionais para um debate alargado sobre a situação atual e perspetivas futuras do mercado do leite.

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Num momento em que o setor nacional e europeu do leite atravessa uma profunda crise, a ANPROMIS- Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo pretende contribuir com uma reflexão sobre as estratégias necessárias para que o mercado dos laticínios inverta esta situação e alcance um equilíbrio de longo prazo. Participam no debate especialistas nacionais e internacionais, em representação da produção e da distribuição de leite e responsáveis pelas políticas públicas do setor.

O diretor-geral da Federação Francesa de Produção Leiteira, Gilles Psalmon, orador do painel “O mercado mundial do leite: situação atual e perspetivas futuras”, dará o exemplo sobre o modelo de organização aplicado em França, que tem permitido a este país intensificar a produção de leite, com mais litros de leite por vaca. Este modelo de produção resultou também num aumento do preço do leite em 13% pago aos produtores franceses, entre 2016 e 2017 (dados EU Milk Market Observatory).

No Colóquio serão também abordados os desafios técnicos da produção de milho silagem, na perspetiva do aumento da rentabilidade das explorações leiteiras por via do acréscimo da qualidade e da quantidade do leite produzido. No espaço de uma década (2003-2013), a produtividade do efetivo leiteiro português aumentou de 5,8 toneladas leite/vaca/ano para 7 toneladas leite/vaca/ano (dados do INE).

«O Colóquio Nacional do Milho é por excelência um fórum de discussão dos principais temas relacionados com a cadeia produtiva do milho, a montante e jusante. Constituindo o milho silagem a base da alimentação do efectivo leiteiro nacional, estamos certos que esta iniciativa ajudará à necessária reflexão com todos os intervenientes da fileira, sobre as estratégias necessárias à sustentabilidade do setor do leite, tão importante na necessária sustentabilidade económica da região Norte do país», afirma José Luís Lopes, presidente da ANPROMIS.

Fonte: http://www.anpromis.pt/

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TERRAS DE BOURO ESCLARECE OS AGRICULTORES

Salão Nobre em Teras de Bouro acolheu sessão de esclarecimento organizada pelo Gabinete de Apoio ao Agricultor

No dia 22 de janeiro decorreu na Câmara Municipal de Terras de Bouro uma reunião destinada a abordar a temática da” Prevenção de acidentes com tratores e máquinas agrícolas” e ainda o projeto inovador para o mundo rural “Bolsa Nacional de Terras”.

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A organização esteve a cabo do Gabinete de Apoio ao Agricultor do Municipio de Terras de Bouro e contou com a presença da Chefe de Gabinete da Presidência, Dra. Liliana Machado, que agradeceu a presença de todos, oradores convidados e demais público, sublinhando a importância dos assuntos apresentados. As explanações foram efetuadas pelo Eng. Emanuel Gomes, Diretor da UL Braga – Autoridade para as Condições do Trabalho, pela Engª. Isabel Santana da Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, CCRL (CONFAGRI), pelos Inspetores da ACT, Dr. Paulo Carvalho e Dr.ª Inês Parreira e ainda pelo Dr. Norberto Correia da Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR).

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