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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CELORICO DE BASTO RECUPERA REGADIO TRADICIONAL

Regadios de Celorico de Basto reabilitados a curto prazo

O Regadio de Bouças, o Regadio de Carrazedo e o Regadio de Britelo vão ser reabilitados. O Município de Celorico de Basto submeteu e viu aprovados os projetos candidatos ao Programa de Desenvolvimento rural, PDR 2020, para beneficiação e reabilitação dos respetivos regadios.

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Três projetos distintos todos com o mesmo objeto. Observadas as patologias que se prendem sobretudo com a degradação dos canais, que levam a perdas significativas de água, a falta de sistemas eficientes de comportas e falta de limpeza dos canais que dificultam o normal escoamento das águas pretende-se com estes projetos proceder à limpeza dos regadios e à melhoria das condições de escoamento, nomeadamente a reparação dos canais existentes e em alguns casos a realização de novos. A colocação de comportas para uma melhor gestão da água, e a desmatação e limpeza do traçado de cada regadio, na largura de 2mts para cada lado, de forma a permitir a boa execução dos trabalhos no leito.

“A agricultura é cada vez mais um setor de sustentabilidade para muitas famílias, um setor cada vez mais competitivo e atrativo mas ainda, francamente desaproveitado, pela falta de apoios e incentivos. Com a reabilitação destes regadios prevê-se um aumento significativo dos caudais disponíveis para rega mas também uma melhoria significativa das condições de exploração das terras” disse Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

O Regadio de Carrazedo situa-se na união de freguesias de Britelo Gémeos e Ourilhe, apresenta uma extensão de 1263m em dois ramais e cotas distintas, rega uma área de cerca de 20,02 hectares pertencentes a 11 proprietários e explorada por 12 agricultores e a sua reabilitação terá um custo de 49.999,95€, cofinanciado pelo Fundo Europeu Agrícola do Desenvolvimento Rural, FEADER.

O Regadio de Britelo situa-se também na união de freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe, com uma extensão de 2696m, rega uma área de cerca de 31,36 hectares, pertence a 28 proprietários e é explorada por 15 agricultores. A reabilitação deste regadio custará 114.999,94€ cofinanciado pelo FEADER.

O Regadio de Bouças fica situado na união de freguesias de Canedo de Basto e Corgo, apresenta uma extensão total de 652m, rega uma área de cerca de 15 hectares pertencentes a 9 proprietários e explorada por 10 agricultores. A reabilitação deste regadio foi orçamentada em 37.500,00€ cofinanciado pelo FEADER.

NOVA AGRICULTURA MOTIVA FÓRUM BIO CAPITAL QUE SE REALIZA EM FAMALICÃO

Conferência realiza-se no dia 23 de outubro com a presença do Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural

Capacitar parceiros e fomentar o aparecimento de novos negócios no setor agrícola e agroalimentar, refletindo sobre as políticas públicas e os desafios colocados à produção biológica e analisando dinâmicas e tendências de consumo e comercialização de produtos.

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São estes os grandes objetivos do II Fórum Bio Capital que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove no próximo dia  23 de outubro, a partir das 9h00, no auditório da Fagricoop – Cooperativa Agrícola dos Produtores de Leite de Vila Nova de Famalicão, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas.

Políticas públicas do modo de produção biológica,  os novos desafios à produção em Agricultura biológica e o debate sobre mercados e comercialização de produtos biológicos são os temas de cada um dos três painéis que constituem a conferência, que traz a Vila Nova de Famalicão um conjunto de especialistas sobre a matéria e um conjunto de personalidades que trabalham com reconhecidas boas práticas nacionais no setor para darem testemunho das suas experiências.

A iniciativa está inserida no Festival Famalicão Visão’ 25. Programa completo e inscriçõeshttp://www.vilanovadefamalicao.org/_forum_bio_capital.

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PAN QUER RÓTULOS DE AZEITE COM INDICAÇÃO DO SISTEMA AGRÍCOLA NA ORIGEM DA SUA PRODUÇÃO

PAN quer que os rótulos de azeite informem sobre o sistema agrícola que esteve na origem da produção

  • Informação relativa ao sistema agrícola de onde provêm as azeitonas - tradicional, intensivo ou superintensivo
  • Cultivo de olival tradicional encontra-se em desvantagem económica face aos olivais intensivos e superintensivos
  • Pretende assegurar aos agricultores o direito a praticar uma agricultura convencional com menor impacto ambiental
  • Direito à informação dos consumidores relativamente aos impactes ambientais, territoriais e paisagísticos decorrentes do tipo de produção

O PAN, Pessoas – Animais – Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que pretende reforçar os direitos dos consumidores através da inclusão nos rótulos de azeite de informação relativa ao sistema agrícola de onde provêm as azeitonas, seja este tradicional, intensivo ou superintensivo.

Atualmente, o azeite que chega ao mercado é diferenciado no rótulo pelo tipo de processamento (virgem ou refinado), proveniência da azeitona (nacional, internacional ou de região cuja denominação se encontra protegida (DOP)) e modo de produção biológica. Contudo, não há qualquer referência ao tipo de sistema agrícola, se tradicional, intensivo ou superintensivo.

Nas últimas décadas tem-se verificado uma crescente reconversão do olival tradicional em plantações intensivas, resultando num aumento da disponibilidade de azeite no mercado nacional. Em 2016 a área total de olival era de 347 093 ha tendo crescido mais do dobro desde 2009 (159 915 ha) sendo que a maioria se reporta a olivais intensivos. O método de cultivo de olival tradicional encontra-se em desvantagem económica face aos olivais intensivos e superintensivos, uma vez que apresenta custos de produção elevados, com limitação na utilização de mecanização e produtividade inferior, visto estar associada à agricultura de sequeiro.  Contudo o olival tradicional, face ao intensivo, tem menor impacto ambiental no ecossistema onde está inserido, uma vez que pouco recorre a fertilizantes e produtos fitofarmacêuticos.

Assim sendo, para além de os sistemas agrícolas tradicionais de sequeiro seguirem práticas tradicionais de agricultura, que contribuem para a heterogeneidade de culturas agrícolas que ajudam a preservar a paisagem rural, a identidade do território, em comparação com os sistemas agrícolas intensivos e superintensivos têm uma contribuição significativamente inferior na contaminação dos solos e recursos hídricos do território português. É fundamental assegurar aos agricultores o direito a praticar uma agricultura convencional, não só para preservar a identidade cultural do nosso país, mas também o património genético que tem perdurado durante séculos.

A uniformização mundial da produção agrícola está a destruir o nosso património agrobiodiverso e nutricional, bem como as nossas tradições gastronómicas; é, por isso, de extrema importância preservar a biodiversidade local, a sustentabilidade dos ecossistemas bem como as nossas características paisagísticas.

Devido aos impactes ambientais, territoriais e paisagísticos o PAN defende a relevância de se diferenciar, junto do consumidor, o tipo de sistema de cultivo de onde o azeite provém, permitindo o direito à informação, que tem expressão constitucional desde 1982, e a possibilidade de uma escolha consciente e responsável.

FAMALICÃO PROMOVE ENCONTRO INTERNACIONAL PARA O AGROALIMENTAR

3.º Encontro Empresarial Atlantic Food Export decorre nos dias 25 e 26 de setembro

O Município de Vila Nova de Famalicão promove nos próximos dias 25 e 26 de setembro, terça e quarta-feira, o 3.º Encontro Empresarial Atlantic Food Export, que vai contar com a presença de quase meia centena de empresas nacionais e internacionais do setor do Agroalimentar.

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O evento decorrerá nas instalações do CITEVE e reunirá empresas do setor oriundas de países como França, Irlanda, Espanha, Irlanda do Norte e País de Gales.

Lourofood, Yogan e Amálgama são algumas das empresas famalicenses que vão participar neste encontro empresarial, organizado no âmbito do Atlantic Food Export, projeto do qual o município de Famalicão é parceiro no seguimento da sua estratégia para o desenvolvimento e internacionalização das empresas agroalimentares do concelho.  

Melhorar a competitividade e promover a internacionalização das pequenas e médias empresas do setor, do Espaço Atlântico, através do desenvolvimento de ações de cooperação entre empresas, designadamente pela criação de consórcios de exportação, é o principal objeto do Atlantic Food Export.

Este projeto é cofinanciado pela União Europeia no âmbito do programa INTERREG Espaço Atlântico. Através de um programa de assessoria, formação, encontros e eventos empresariais, as empresas beneficiárias investigam novos mercados, testam os seus produtos, adquirem conhecimentos, parcerias e contatos que serão fundamentais para uma internacionalização bem-sucedida.

VILA VERDE: CABANELAS ESTÁ NA ROTA DAS COLHEITAS

Agridoce: A Feira de Agricultura e Doçaria está de volta a Cabanelas com grande pujança!

Não há dúvidas. Este ano, a Feira de Agricultura e Doçaria em Cabanelas regressa em força com um programa repleto de múltiplas e variadas atividades, que antecipam um fim de semana de grande convívio e boa disposição.

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A Agridoce decorre de 31 de agosto a 2 de setembro, no largo da igreja da freguesia, e prepara-se para estar no centro das atenções pela excelência dos produtos do campo (legumes e animais vivos) e dos deliciosos doces caseiros.

Além das compotas e de geleias de diferentes sabores, a gastronomia vai também passar por outras iguarias. A famosa broa com sardinha e o tradicional vinho doce são dois bons exemplos disso mesmo.

Mas a verdade é que o evento não fica só por aqui. Haverá muito mais para conhecer e apreciar durante três dias consecutivos. Cinquenta stands, diferentes atuações de música ao vivo, recriação de práticas ancestrais, fumeiro, insufláveis, entre muitos outros, serão outros dos atrativos da iniciativa.

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Para o presidente da Junta a Feira está no bom caminho: “o nosso objetivo é fazer igual ou melhor que no ano anterior!”. António Esquível diz que, apesar de a iniciativa já estar consolidada, mantém-se a aposta no aumento de motivos de interesse. “Desta vez, criámos o 1º passeio de carros clássicos precisamente para atrair pessoas com diferentes gostos”, refere.

Na visão do presidente, a iniciativa “dá uma dinâmica muito boa à freguesia” e acredita que tem mostrado, de ano para ano, um caráter sustentável e até “dá lucro todos os anos”, receita que reverte para serviços de benefício da freguesia. Algo que só é possível com o apoio massivo da população local: “A Agridoce conta com mais de uma centena de voluntários. A Junta de Freguesia, a Paróquia, várias associações e muitas pessoas a título individual… é graças a todos que esta festa acontece”.

O autarca sublinha que a vertente financeira não é a mais importante. O que realmente importa é divulgar as potencialidades da freguesia e promover a cultura e as tradições locais. “A feira é uma grande impulsionadora na divulgação do nome da nossa terra e dos nossos costumes”, afirma António Esquível, sublinhando ainda importância da programação turístico-cultural para o concelho de Vila Verde: “As freguesias só ganham em pertencer à Rota das Colheitas”. E se o presente é sorridente, o presidente da Junta sabe que é tempo de assegurar o futuro e deixa o apelo: “Não podemos deixar estas atividades acabar, mas a verdade é que são quase sempre os mesmo a trabalhar. Se cada um der um bocadinho, a freguesia cresce e todos beneficiam com isso”.

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Programa rico e diversificado para três dias de festa

O 31 de agosto é o dia que encerra o mês, mas é também dia de abrir as portas da popular Feira de Agricultura e Doçaria. A partir das 20h, o público terá a oportunidade de adquirir os diferentes produtos agrícolas e saborear as delícias gastronómicas. Passada uma hora da abertura, haverá tempo para a concentração de rusgas com cantares típicos da região, que garantem dar momentos de enorme animação.

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No segundo dia de festa (1 de setembro), as atividades começam logo pela manhã. Às 10h, há um workshop de bonsais que permitirá a cada participante aprender a fazer o seu próprio bonsai. O custo é de ‘15 bonsais’, com o almoço incluído. A primeira parte da tarde fica reservada para dois momentos de lazer, o torneio de sueca (com direito a três prémios) e jogos para reviver o passado (berlindes, peão, arco e macaca, entre outros).

Ambas as atividades iniciam às 14h. Uma hora depois, a jovem artesã local Joana Fernandes dirige um workshop de cortiça. No fim do dia haverá dança aberta com uma mega-aula de zumba e muita espuma à mistura. Já com a espiga no ponto, é tempo de fazer a desfolhada. Marcada para às 21h, a recriação da prática agrícola é uma forma de divulgar e valorizar da tradição minhota.

O primeiro nome da música vai para Carlos Ribeiro, com a atuação agendada para 22h. O artista proporcionará a todos os espectadores uma noite repleta de boa energia. O encerramento acontece com uma festa da caipirinha com after party com DJ e, ainda, uma festa da espuma.

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Desfile Etnográfico para valorizar a tradição e costumes locais

O último dia, 2 de setembro, começa com uma ação religiosa pela manhã (Eucaristia, 08h00) e segue com os passeios de motorizadas e de carros clássicos, sendo este último a primeira aventura das quatro rodas na Agridoce.

A participação tem o custo de ‘10 carros’, com almoço incluído. Ainda durante a manhã, dá-se um grande encontro de cavaquinhos, com dez grupos a subirem ao palco. Às 14h, há atuação do cantor Tony Costa, que promete animar a tarde. Um dos pontos mais altos da feira chega com a apresentação do cortejo etnográfico, que pretende demonstrar as diversas profissões antigas e tradições locais. A fechar há um encontro de folclore pelas 17h.

A Agridoce convida também toda a população cabanelense e visitantes a passear pelos jardins de bonsais e admirar a ornamentação dos altares da igreja paroquial. Inserida na Rota das Colheitas, a Feira de Agricultura e Doçaria é organizada pela Junta de Freguesia, pela Paróquia e também por vários voluntários, que se trabalham com afinco para ajudar a tornar o evento um sucesso.

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VILA VERDE: CABANELAS ESTÁ NA ROTA DAS COLHEITAS

Agridoce: A Feira de Agricultura e Doçaria está de volta a Cabanelas com grande pujança!

Não há dúvidas. Este ano, a Feira de Agricultura e Doçaria em Cabanelas regressa em força com um programa repleto de múltiplas e variadas atividades, que antecipam um fim de semana de grande convívio e boa disposição.

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A Agridoce decorre de 31 de agosto a 2 de setembro, no largo da igreja da freguesia, e prepara-se para estar no centro das atenções pela excelência dos produtos do campo (legumes e animais vivos) e dos deliciosos doces caseiros.

Além das compotas e de geleias de diferentes sabores, a gastronomia vai também passar por outras iguarias. A famosa broa com sardinha e o tradicional vinho doce são dois bons exemplos disso mesmo.

Mas a verdade é que o evento não fica só por aqui. Haverá muito mais para conhecer e apreciar durante três dias consecutivos. Cinquenta stands, diferentes atuações de música ao vivo, recriação de práticas ancestrais, fumeiro, insufláveis, entre muitos outros, serão outros dos atrativos da iniciativa.

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Para o presidente da Junta a Feira está no bom caminho: “o nosso objetivo é fazer igual ou melhor que no ano anterior!”. António Esquível diz que, apesar de a iniciativa já estar consolidada, mantém-se a aposta no aumento de motivos de interesse. “Desta vez, criámos o 1º passeio de carros clássicos precisamente para atrair pessoas com diferentes gostos”, refere.

Na visão do presidente, a iniciativa “dá uma dinâmica muito boa à freguesia” e acredita que tem mostrado, de ano para ano, um caráter sustentável e até “dá lucro todos os anos”, receita que reverte para serviços de benefício da freguesia. Algo que só é possível com o apoio massivo da população local: “A Agridoce conta com mais de uma centena de voluntários. A Junta de Freguesia, a Paróquia, várias associações e muitas pessoas a título individual… é graças a todos que esta festa acontece”.

O autarca sublinha que a vertente financeira não é a mais importante. O que realmente importa é divulgar as potencialidades da freguesia e promover a cultura e as tradições locais. “A feira é uma grande impulsionadora na divulgação do nome da nossa terra e dos nossos costumes”, afirma António Esquível, sublinhando ainda importância da programação turístico-cultural para o concelho de Vila Verde: “As freguesias só ganham em pertencer à Rota das Colheitas”. E se o presente é sorridente, o presidente da Junta sabe que é tempo de assegurar o futuro e deixa o apelo: “Não podemos deixar estas atividades acabar, mas a verdade é que são quase sempre os mesmo a trabalhar. Se cada um der um bocadinho, a freguesia cresce e todos beneficiam com isso”.

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Programa rico e diversificado para três dias de festa

O 31 de agosto é o dia que encerra o mês, mas é também dia de abrir as portas da popular Feira de Agricultura e Doçaria. A partir das 20h, o público terá a oportunidade de adquirir os diferentes produtos agrícolas e saborear as delícias gastronómicas. Passada uma hora da abertura, haverá tempo para a concentração de rusgas com cantares típicos da região, que garantem dar momentos de enorme animação.

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No segundo dia de festa (1 de setembro), as atividades começam logo pela manhã. Às 10h, há um workshop de bonsais que permitirá a cada participante aprender a fazer o seu próprio bonsai. O custo é de ‘15 bonsais’, com o almoço incluído. A primeira parte da tarde fica reservada para dois momentos de lazer, o torneio de sueca (com direito a três prémios) e jogos para reviver o passado (berlindes, peão, arco e macaca, entre outros).

Ambas as atividades iniciam às 14h. Uma hora depois, a jovem artesã local Joana Fernandes dirige um workshop de cortiça. No fim do dia haverá dança aberta com uma mega-aula de zumba e muita espuma à mistura. Já com a espiga no ponto, é tempo de fazer a desfolhada. Marcada para às 21h, a recriação da prática agrícola é uma forma de divulgar e valorizar da tradição minhota.

O primeiro nome da música vai para Carlos Ribeiro, com a atuação agendada para 22h. O artista proporcionará a todos os espectadores uma noite repleta de boa energia. O encerramento acontece com uma festa da caipirinha com after party com DJ e, ainda, uma festa da espuma.

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Desfile Etnográfico para valorizar a tradição e costumes locais

O último dia, 2 de setembro, começa com uma ação religiosa pela manhã (Eucaristia, 08h00) e segue com os passeios de motorizadas e de carros clássicos, sendo este último a primeira aventura das quatro rodas na Agridoce.

A participação tem o custo de ‘10 carros’, com almoço incluído. Ainda durante a manhã, dá-se um grande encontro de cavaquinhos, com dez grupos a subirem ao palco. Às 14h, há atuação do cantor Tony Costa, que promete animar a tarde. Um dos pontos mais altos da feira chega com a apresentação do cortejo etnográfico, que pretende demonstrar as diversas profissões antigas e tradições locais. A fechar há um encontro de folclore pelas 17h.

A Agridoce convida também toda a população cabanelense e visitantes a passear pelos jardins de bonsais e admirar a ornamentação dos altares da igreja paroquial. Inserida na Rota das Colheitas, a Feira de Agricultura e Doçaria é organizada pela Junta de Freguesia, pela Paróquia e também por vários voluntários, que se trabalham com afinco para ajudar a tornar o evento um sucesso.

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PRODUTORES DO PARQUE NACIONAL PENEDA GERÊS VISITAM EMPRESAS DE SUCESSO NA GALIZA

No âmbito do Projeto Revitagri-PNPG, Coordenado pelas Escola Superior Agrária e de Ciências Empresariais do IPVC, os produtores dos Parque Nacional da Peneda Gerês fizeram ontem uma visita técnica de produtores agroalimentares e de investigadores à Galiza.

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A visita teve por objetivo visitar empresas de sucesso do setor agroalimentar, permitindo assim perceber modelos de negócio e processos de fabrico.

O programa começou pela visita à Cooperativa Sta Mariña de Loureiro, uma empresa que se dedica aos Produtos Lácteos. O grupo seguiu para visitar a Lalinense, empresa que trabalha na área do fumeiro.

Da parte da tarde, as visitas dedicaram-se às plantas aromáticas e medicinais, através da visita à Milhulloa S.Coop.Galega e terminou com a visita ao Museu do Mel.

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Mais de meia centena de produtores e investigadores tiveram a oportunidade de ver em loco, empresas similares às existentes no parque e a forma de produção/comercialização.

Esta visita serviu ainda para contactos comerciais entre produtores, e revelou-se muito produtiva para as empresas visitadas e para os produtores.

O projeto, vai continuar a desenvolver ações, continuando a promover sinergias de forma a encontrar soluções de sustentabilidade e novas oportunidades de negócio com os produtos endógenos do Parque Nacional da Peneda Gerês.

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EMPRESA DE FAMALICÃO CRIA HORTA BIOLÓGICA PARA FUNCIONÁRIOS

Roteiro pela Inovação de Famalicão revela iniciativa social da SCOOP, sexta-feira, pelas 10h30, em Cavalões, na Rua Alto da Senra, 344, (GPS 41°25’2.27″N - 8°34’58.31″W)

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A empresa têxtil famalicense Scoop, especializada na confeção de vestuário técnico para a prática de despostos de inverno, tem há alguns meses uma horta biológica com um grande objetivo de ser o suporte para o almoço diário dos seus 120 colaboradores. A sopa que é servida na cantina da empresa à hora do almoço é confecionada com ingredientes frescos da época que são colhidos na horta biológica da empresa, que a administração criou para dar mais bem-estar aos seus funcionários, estreitar os laços de pertença à empresa e fazer pedagogia alimentar.

O iniciativa da empresa é bem explicada pela forma como a empresa se apresenta: “A abrir caminhos no Têxtil Português há 25 anos, a Scoop é uma família! Move clientes, colaboradores e parceiros num percurso de dedicação e cumplicidades.”

A horta biológica da Scoop está instalada num terreno com cerca de dois hectares junto à unidade fabril e foi preparada para corresponder aos critérios exigidos pela classificação de produção biológica. O cultivo dos produtos está a cargo de um novo quadro da empresa, que foi resgatado do desemprego de longa duração para ganhar uma nova vida.  Há espaço para os produtos da época –  e neste momento estão a ser colhidas batatas, curgetes e alfaces –, com um canteiro de ervas aromáticas e uma orla arborizada com 120 árvores autóctones, que cada colaborador plantou, estando estas identificadas com o seu respetivo nome.

A inovação social da empresa SCOOP vai merecer a atenção do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, nesta sexta-feira, 22 de junho, pelas 10h30, no âmbito da realização de mais uma jornada do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão nas instalações da empresa, sita Rua Alto da Senra, 344, em Cavalões.

A SCOOP é uma empresa familiar gerida por Mafalda Pinto que mereceu em 2015 uma visita do então Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, no âmbito do Roteiro para uma Economia Dinâmica. A empresa foi a responsável pela produção dos equipamentos dos dois atletas que Portugal levou aos Jogos Olímpicos de Inverno deste ano, que se realizaram na Coreia do Sul e entre o seu vasto palmarés de produção de equipamentos encontram-se, entre outros, o equipamento para a selecção italiana de esqui e os equipamentos dos atletas da equipa olímpica da Rússia dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sóchi.

AMARES DEBATE AGRICULTURA E VIZINHANÇA

O Auditório Conde de Ferreira, em Amares, acolhe, amanhã, a partir das 15h00, um workshop promovido pela Câmara Municipal de Amares em parceria com a CIM do Cávado. A sessão vai estar a cargo de um representante da Agência Portuguesa do Ambiente e está orientada para a população em geral, agricultores e membros das juntas de freguesias.

Palestra Amares-1

Esta iniciativa, inserida na Feira Franca de Amares, vai abordar os seguintes temas: “Gestão adequada dos efluentes pecuários”, “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários” e “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários”, bem como “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas”.

TERRABOURENSES DEBATEM "AGRICULTURA E VIZINHANÇA"

Câmara Municipal recebeu palestra sobre “Agricultura e vizinhança”

O Município de Terras de Bouro, a Agência de Energia do Cávado e a CIM do Cávado promoveram a 14 de maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a palestra “Agricultura e vizinhança”, preconizada no âmbito do programa "AQUA Cávado: o rio que nos une", edição 2018.

CAPA

No encontro estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo, a Vereadora do Município, Dr.ª Ana Genoveva e a Chefe de Gabinete de Apoio à Presidência, Dr.ª Liliana Machado. O colóquio destinou-se à população em geral, agricultores e proprietários ribeirinhos, abordando as seguintes temáticas: a “Gestão adequada dos efluentes pecuários” - DRAP-N; as “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários”; as “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários” - DRAP-N e a “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas” - ARH-N/APA.

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MINISTRO DA AGRICULTURA VISITA CABECEIRAS DE BASTO

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto/Norte

A convite da Associação de Desenvolvimento Rural – Mútua de Basto/Norte, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, participou ontem, dia 10 de maio, nas comemorações dos 30 anos desta distinta associação, cerimónia que foi presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Dr. Luís Capoulas Santos.

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (1)

Estiveram, também, presentes nesta cerimónia o presidente da direção da Mútua de Basto/Norte, também ele presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, demais dirigentes e colaboradores da Mútua de Basto, os presidentes das Câmara Municipais de Mondim de Basto e de Celorico de Basto, o vice-presidente da Câmara Municipal de Ribeira de Pena, o diretor Regional de Agricultura e Pescas do Norte, a Subdiretora-Geral de Alimentação e Veterinária, o presidente e o secretário-geral da Confagri, vereadores, presidentes de Junta de Freguesia e demais autarcas, entre outros convidados e público em geral.

Nas instalações da Mútua de Basto/Norte foi descerrada uma placa alusiva aos 30 anos da Mútua de Basto/Norte e à visita do Ministro da Agricultura.

Durante a sessão solene que decorreu no Auditório da Casa do Tempo e depois de felicitar a Associação pela passagem do seu 30º aniversário, o Ministro da Agricultura disse que a Mútua de Basto/Norte “é um exemplo para todo o país e um orgulho para a região”. O ministro enalteceu o trabalho e empenho dos dirigentes e dos colaboradores da Mútua, destacando o papel do Eng. Joaquim Barreto na liderança desta associação.

Na oportunidade e na presença de tantos associados e agricultores, o ministro anunciou que o Governo se prepara para aprovar o Diploma que estabelece novos direitos para os pequenos agricultores, seja ao nível da segurança social, da fiscalidade, entre outros, referindo que, num universo de 250 mil pequenos agricultores, se espera beneficiar 100 mil. “Temos que discriminar positivamente os pequenos agricultores e criar condições atrativas para fixar as populações”, sublinhou Capoulas Santos.

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, felicitando também a associação pelos seus 30 anos, salientou que “os territórios são muito mais ricos e avançam mais rapidamente nos caminhos do progresso se tiverem associações e instituições empreendedoras e dinâmicas que promovam o desenvolvimento e sejam verdadeiros parceiros dos poderes públicos como é o caso da Mútua de Basto/Norte”.

Francisco Alves saudou todos os colaboradores da Mútua na pessoa do senhor presidente da direção, Eng. Joaquim Barreto, “pelos importantes contributos que têm dado em prol do desenvolvimento nos territórios onde a sua ação se desenvolve”.

O edil deixou, ainda, “uma palavra de reconhecimento ao Eng. Joaquim Barreto pelo seu empreendedorismo, dinamismo e visão estratégica que permitiu a esta associação assumir um papel crucial no progresso do setor rural nas Terras de Basto”, afirmando que “é com enorme satisfação que o Município conta com a Mútua de Basto/Norte como parceira”. Em 2013, na passagem do seu 25º aniversário, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto atribuiu a Medalha de Mérito Público à Mútua de Basto/Norte “reconhecendo a importância da sua ação. Esse reconhecimento é hoje aqui reafirmado”, finalizou Francisco Alves.

O presidente da Mútua de Basto/Norte, Eng. Joaquim Barreto, falou dos objetivos que estiveram na génese da associação e lembrou alguns dos aspetos relevantes da ação da Mútua, caracterizando, ainda, a evolução da associação até aos dias de hoje. Nas suas palavras, Joaquim Barreto destacou toda a colaboração que é dada aos agricultores, salientando, igualmente, a cooperação com os diferentes serviços regionais. “São parcerias muito importantes que pretendemos manter, no sentido de continuar a melhorar e a alargar os nossos serviços, dando-lhes dimensão”, sublinhou Joaquim Barreto, garantindo que a Mútua de Basto/Norte continuará a ser “um agente ativo do desenvolvimento rural”. E finalizou: “ quem tem raízes e história tem futuro”.

A Mútua de Basto/Norte é uma instituição de utilidade pública que começou por desenvolver atividades muito ligadas ao setor primário mas que foi evoluindo para outros serviços e apoios, não só na estrutura de gestão das unidades agrícolas, mas também na formação, no apoio e consultadoria aos promotores de iniciativas empresariais e na área dos seguros.

A sua ação meritória tem contribuído para a valorização do potencial humano, para a fixação das pessoas e para a melhoraria das suas condições de vida.

De referir, ainda, que, no final, durante um verde de honra que foi servido aos convidados, cantaram-se os parabéns à Mútua de Basto/Norte.

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Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (3)

Ministro da Agricultura nos 30 anos da Mútua de Basto Norte (4)

MONÇÃO REALIZA XXVIII FEIRA AGRÍCOLA DO VALE DO MOURO

Certame agrícola realiza-se este fim de semana na freguesia de Segude. Feira do gado e corridas de cavalos são o ponto forte de uma programação abrilhantada por Quim Barreiros, no domingo, pelas 18h00.

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A XXVIII Feira Agrícola do Vale do Mouro, certame realizado na freguesia de Segude, decorre este fim de semana, 11, 12 e 13 de maio, com um conjunto diversificado de atividades recreativas e musicais que prometem encher o recinto da feira.

Como todos os anos, a feira do gado e as corridas de cavalos constituem o ponto forte deste certame que, no domingo, pelas 18h00, será abrilhantado pelo cantor Quim Barreiros. A feira tem início na sexta-feira à noite, com atuações dos “Bombolásticos” e “Flor da Terra”, estando a abertura oficial marcada para o dia seguinte, sábado, pelas 10h30.

A par das atividades musicais e lúdicas, o certame agrícola apresenta diversos expositores com material e equipamento relacionado com o sector, artigos manufaturados de artesanato, produtos regionais, e tasquinhas típicas com ementas e vinhos da região.

Realizado em Segude desde 1990, a feira aposta na preservação da tradição sem descurar aspetos de modernidade e pretende assumir-se como um local privilegiado para o estabelecimento de relações pessoais e empresariais entre os profissionais do sector.

TERRAS DE BOURO DEBATE "AGRICULTURA E VIZINHANÇA"

Palestra “Agricultura e vizinhança” a 14 de maio na Câmara Municipal de Terras de Bouro

O Município de Terras de Bouro, a Agência de Energia do Cávado e a CIM do Cávado irão  promover a 14 de maio, pelas 10h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a  palestra “Agricultura e vizinhança”, preconizada no âmbito do projeto "AQUA Cávado: o rio que nos une", 4.ª Edição – 2018 e que pretende abordar dos seguintes temas:

  • “Gestão adequada dos efluentes pecuários” - DRAP-N;
  • “Boas práticas na recolha e acondicionamento de resíduos de embalagens de Produtos Fitossanitários” e “Regras a atender na preparação das caldas e lavagem do equipamento de aplicação de Produtos Fitossanitários” - DRAP-N ;
  • “Limpeza de leitos e margens de correntes de águas públicas” - ARH-N/APA.

O público-alvo definido é a população em geral mas de maior interesse para os agricultores e proprietários ribeirinhos.

CAPA

BRAGA INAUGURA AGRO 2018

Inauguração oficial da Agro 2018 realiza-se amanhã, dia 10 de Maio, pelas 12h00, no Fórum Braga

Realiza-se amanhã a Inauguração oficial da Agro 2018, a Agro2018, a ter lugar no Fórum Braga.

A AGRO- Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação realiza-se entre os dias 10 e 13 de Maio e esta será a maior edição desta emblemática feira do sector agro-pecuário. No total estarão presentes mais de 250 expositores e perto de 450 máquinas agrícolas, que ocuparão um espaço de exposição superior a 25 mil metros quadrados.

A abertura contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, do presidente da InvestBraga, Carlos Oliveira, e do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

FEIRA INTERNACIONAL DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ALIMENTAÇÃO DE BRAGA RECEBE VISITA DO MINISTRO DA AGRICULTURA

51ª AGRO arranca esta semana com a maior edição de sempre e a presença do Ministro da Agricultura. Feira conta com mais de 250 expositores

A AGRO- Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação, realiza-se entre os dias 10 e 13 de maio e será a maior edição desta emblemática feira do setor agropecuário.

AGRO2018

No total estarão presentes mais de 250 expositores e perto de 450 máquinas agrícolas, que ocuparão um espaço de exposição superior a 25 mil metros quadrados.

Recorde-se que esta será a primeira feira a realizar-se no novo Forum Braga, um espaço que tem mais e melhores infraestruturas para a realização de eventos desta natureza e que quer posicionar Braga como uma cidade de referência para o Turismo de Negócios no Norte de Portugal e na Galiza.

Neste sentido, a AGRO 2018 vai ter uma nova dinâmica e um programa de atividades diversificado ao longo dos quatro dias do evento. Sendo que a abertura da feira, no dia 10, contará com a presença do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Dr. Luís Capoulas Santos, que fará uma visita pelos vários espaços da AGRO, onde será acompanhado pelo presidente da InvestBraga, Carlos Oliveira, e pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

“A AGRO é uma das mais importantes montras da agricultura portuguesa e vai continuar a apoiar e a divulgar aquilo que de melhor se faz no setor agroalimentar. Acreditamos que com as novas instalações do Forum Braga todos os expositores, participantes e visitantes terão melhores condições para tirarem o melhor proveito das atividades previstas para esta edição da AGRO”, explica Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga.

Além dos habituais concursos pecuários, o programa deste ano contempla a realização de diversas conferências e ‘workshops’, que funcionarão como um espaço de partilha de conhecimento e de estratégias com o objetivo de impulsionar o setor primário em Portugal.  Mas esta não é a única novidade da edição deste ano: haverá ainda uma nova área totalmente dedicada à gastronomia e ao agro-gourment, na zona superior do novo pavilhão do Forum Braga.

Recorde-se que a AGRO assumiu grande relevância e dimensão ao longo das últimas décadas e é, atualmente, a maior feira do setor primário do Norte do país e da Galiza. É também a única feira, a nível nacional, que faz parte da EURASCO (European Federation of Agricultural Exhibitions and Show Organizers).

CABECEIRAS DE BASTO CELEBRA DIA DO TRABALHADOR COM LAVOURA TRADICIONAL

Cabeceiras de Basto assinala amanhã, dia 1 de maio, o Dia do Trabalhador, com a realização de uma lavoura à moda antiga. Uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e pela Basto Vida com a colaboração da GNR que terá lugar na Quinta da Portela, nas imediações do centro da vila cabeceirense.

Lavoura Tradicional 2018 - cartaz

A Lavoura Tradicional tem concentração prevista, a partir das 8 horas da manhã, no Campo do Seco, junto ao Monumento ao Agricultor, altura em que será servido o ‘mata-bicho’. Pelas 8h45, ao som de cantares populares, os ‘lavradores’, de alfaias agrícolas em punho, rumam em cortejo para Quinta da Portela, local onde serão revividos e recriados os trabalhos de outrora, dando a conhecer aos mais novos a atividade rural dos nossos antepassados e simultaneamente, promovendo o intercâmbio intergeracional.

Oriundos das várias freguesias do concelho, os participantes vão desbravar a terra com o apoio de várias juntas de gado para o cultivo do milho.

A meio da manhã, será servido o pequeno-almoço composto por pataniscas, tremoços, azeitonas, figos e doces, seguindo-se a sementeira do milho para que em setembro, por altura das Festas de S. Miguel, possa ser desfolhado à moda do Minho.

No final da jornada será servido um almoço – igualmente tradicional - a todos os participantes, ao som da música popular proporcionada por vários grupos de concertinas que, à semelhança dos anos anteriores, será certamente mote para a entoação de modas e danças típicas, encerrando em clima de festa esta lavoura rica em usos e costumes, mas que o passar do tempo e o recurso às novas tecnologias vão caindo no esquecimento.

ARCOS DE VALDEVEZ APOIA DESENVOLVIMENTO RURAL E TURISMO

75 mil euros para apoiar desenvolvimento rural e Turismo

A Câmara Municipal celebrou um protocolo de apoio à atividade com a Associação Regional de Desenvolvimento do Alto Lima-ARDAL, no valor de 75 mil euros.

protocolo ARDAL

A Ardal, atualmente a gerir a Porta do Mezio, procura, em ligação com as populações locais e todas as instituições e personalidades interessadas, promover a valorização dos recursos locais do concelho de Arcos de Valdevez.

Através deste protocolo a ARDAL compromete-se a fazer a dinamização da Porta do Mezio, do Parque de Campismo, a organização de Eventos em colaboração com o Município (Fins de Semana Gastronómicos, Expovez, Feira de Artes e Ofícios Tradicionais do Soajo, Dog Camp Festival, Campanha de Natal, entre outros), a promoção e comercialização de produtos locais, a elaboração do projeto do “Parque Biológico do Mezio”, bem como a elaboração de candidaturas aos vários programas comunitários.

De referir que Porta do Mezio tem aumentado, ano após ano, o número de visitantes ao espaço, tendo no ano de 2017 atingido os 52 425, ou seja mais 15,6% que no ano anterior.

Este espaço proporciona aos visitantes uma agradável experiência, revelando especial dinâmica e crescente atratividade, pois nela são regularmente promovidas uma série de atividades de educação ambiental e de desporto de natureza, quer para escolas quer para o público em geral, tais como visitas guiadas, trilhos pedestres, oficinas temáticas, workshops, atividades recreativas, etc.

Disponibiliza também uma área de lazer e fruição com espaços como a aldeia dos pequeninos, piscina, torre de observação, espaço de piquenique, espaço de lazer para crianças, parque escultórico, parque aventura”, no qual é possível a toda a família praticar Arborismo, Slide e Escalada.

Encontra-se a desenvolver novos projetos, dos quais se destacam o “Parque Biológico do Mezio”, o “Local Dark Sky no território do Parque Nacional da Peneda-Gerês” e o “Vozes das Pedras – Promoção e Valorização da Área Arqueológica do Mezio/Gião”, bem como “GNOMON – Escolas na Biosfera”, os quais têm contribuído para aumentar a atratividade desta infraestrutura de turismo e lazer.

PARTIDO “OS VERDES” EXIGEM MEDIDAS DE APOIO À AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE GARANTIR A GESTÃO E MANUTENÇÃO DO ESPAÇO RURAL

O ano de 2017 foi, ao nível de incêndios florestais, o pior ano de que há memória, e na memória ficarão as consequências catastróficas provocadas pelos incêndios que ocorreram na zona centro e norte do país, designadamente a perda de vidas humanas - mais de uma centena - os danos e prejuízos em milhares de habitações, a destruição total ou parcial de centenas de empresas, as milhares de explorações agrícolas afetadas, para além dos mais de quinhentos mil hectares de área florestal dizimada pelas chamas.

Ficou evidente com os incêndios do verão de 2017, que tem de ser invertido o paradigma e as opções políticas seguidas pelos sucessivos governos. Ao longo de décadas as políticas têm sido contrárias às reais necessidades do interior e das zonas rurais, em particular, invocando-se os défices, os tratados orçamentais e os pactos de estabilidade e entre outros argumentos de cariz meramente economicista.

Tendo em consideração os impactos dos incêndios de 2017, as dificuldades pelas quais as pequenas e médias explorações agrícolas de natureza familiar têm passado ao longo dos anos e o seu papel relevante como bem e serviço público da agricultura familiar na defesa do mundo rural, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes, apresentou um Projeto de Resolução em que recomenda ao Governo que implemente medidas  com vista ao apoio à agricultura familiar como forma de garantir a gestão e manutenção do espaço rural.