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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIANA DO CASTELO: AFIFE INAUGURA ARRANJO URBANÍSTICO DA IGREJA PAROQUIAL

Foi inaugurado o arranjo urbanístico da Igreja Paroquial de Afife. Na cerimónia de inauguração marcaram presença o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, o Vereador da Coesão Territorial, Luís Nobre, representantes da Junta e da Assembleia de Freguesia, bem como representantes das associações e coletividades locais.

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A empreitada, que contou com o apoio da Câmara Municipal, aconteceu no âmbito do trabalho de cooperação e estreita parceria entre o Município e as Juntas e Uniões de Freguesia.

Recorde-se que, no âmbito do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2021, a Coesão Territorial e o desenvolvimento das freguesias têm um acréscimo orçamental de 10%, em valor de investimento global, face ao ano passado, para obras de intervenção direta das freguesias.

“As Uniões e Juntas de Freguesia terão os meios necessários para poderem continuar a postar na qualidade de vida dos seus fregueses nomeadamente em obras de beneficiação de espaços públicos, arruamentos, equipamentos culturais, de utilização pública e desportivos”, pode ler-se no Plano de Atividades e Orçamento deste ano.

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VIANA DO CASTELO: PRIMEIRAS PÁGINAS DO INVENTÁRIO DE EXTINÇÃO DO CONVENTO DE SÃO JOÃO DE CABANAS EM AFIFE

“Contém o inventário dos bens móveis e imóveis do Convento ou Hospício, da Ordem de São Bento, situado na freguesia de Afife, termo de Viana do Minho.

A 23 de Junho de 1834, o Dr. António José Barbosa Pereira Couceiro Mareca, corregedor interino da comarca de Viana, frei Francisco de Santa Justina, Sebastião José Barreiros de Oliveira, escrivão, entre outros, procederam à inventariação.

Contempla a descrição e avaliação de utensílios de cozinha, roupa de cama, mobiliário, entre outros.

Compreende a descrição e avaliação da livraria e do cartório, bem como do edifício do Convento, cerca, prédios rústicos e urbanos, foros, pensões, títulos de juros a dinheiro, entre outros.

Inclui o termo de depósito dos bens mencionados, exceto do cartório, e ainda, a cópia de edital, autos de arrematação.

Integra a descrição dos objetos do culto divino, Igreja e Sacristia.

Reúne requerimentos, a relação das propriedades pertencentes ao suprimido Convento, e também, das casas, e o campo da Comenda de Santa Cristina de Afife.

Contém uma lista de equivalência dissonante quanto aos bens avaliados e não avaliados, quer no inventário quer na relação dos concelhos relativamente ao edifício, cerca, mata e devesa, Camboa, entre outros.”

Fonte: ANTT

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QUEM FOI RAIMUNDO ENNES MEIRA – MAJOR DE ARTILHARIA – NATURAL DE AFIFE?

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Fonte: Arquivo Histórico-Militar

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Raimundo Enes Meira (Viana do Castelo, Afife, 25 de Maio de 1866 — Viana do Castelo, Afife, 30 de Junho de 1946) foi um coronel da Artilharia do Exército Português e político ligado ao Partido Democrático de Afonso Costa. Eleito deputado e senador no Congresso da República entre 1915 e 1926, foi o principal organizador do Partido Democrático no Alto Minho.

Nasceu em Afife em 25 de Maio de 1866, filho de Joaquim Alves Meira e Custódia Enes Ramos Bezerra.

Alistou-se como voluntário no Regimento de Infantaria N.º 3 em 1886.

Foi 1.º Sargento Graduado Cadete no Regimento de Artilharia N.º 2. Concluiu o curso de Artilharia da Escola do Exército em 1893, sendo promovido a 2.º Tenente no mesmo ano. Serviu nos Regimentos de Artilharia N.º 3 e N.º 5.

Promovido a 1.º Tenente em 1895. Foi destacado, em missão de serviço, para o Estado da Índia em Maio de 1896 na brigada de artilharia de montanha, num corpo expedicionário comandado por S.A.R o Infante D. Afonso de Bragança e onde faziam parte Norton de Matos e Alfredo de Sá Cardoso. Retornou à metrópole em Novembro de 1897 para o Regimento de Artilharia N.º 3.

Promovido a Capitão em 1908 e no mesmo ano contrai matrimónio com Laura Pinto de Lemos Pereira. Recebeu a Medalha de Prata Rainha D. Amélia.

Em 1911 é destacado para o grupo de artilharia de montanha que é colocado na Serra do Gerês por motivos da 1ª incursão de Paiva Couceiro.

Nomeado em Junho de 1913, Governador-Civil do Distrito de Viana do Castelo, é destacado durante o mês de Julho para Governador-Civil do Distrito de Coimbra, por motivos de uma greve geral da cidade. Retorna em Agosto a Viana do Castelo, e exerce o cargo até Março de 1914

Eleito deputado por Viana do Castelo em 1915 pelo Partido Democrático.

Promovido a Major em 1916, é colocado no 1º Batalhão de Obuses de Campanha, embarca para França em 1917, integrado na 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português comandado pelo General Simas Machado. Em França passa pelos Regimentos de Artilharia N.º 6 e N.º 11. Promovido a Tenente-Coronel em Fevereiro de 1917, é transferido para o Estado-Maior de Artilharia de Campanha.

É desmobilizado em Outubro de 1918. Regressado a Portugal é nomeado 2.ºcomandante do Regimento de Artilharia N.º 6 (Serra do Pilar). A 17 de Maio de 1919 é feito Comendador da Ordem Militar de Avis e a 28 de Junho do mesmo ano Comendador da Ordem Militar de Cristo.

É eleito Senador por Viana do Castelo, nas listas do Partido Democrático em 1919, sendo reeleito em 1923 e 1925.

Promovido a Coronel em 1922, assume o comando do Regimento de Artilharia N.º 6 (Serra do Pilar). A 5 de Outubro de 1923 é elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis. Recebeu ainda a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar.

Nomeado em 16 de outubro de 1924 governador de Timor, reorganiza as finanças da colónia, conseguindo equilibrar o orçamento. Cria o Imposto Predial rústico e urbano, o Imposto Industrial, cria em Díli a primeira feira agrícola-industrial naquela colónia e atribui as primeiras concessões para a prospecção de Petróleo naquela colónia.

Exonerado do cargo em junho de 1926 pelo governo saído da Revolução Nacional, é passado à reserva em fevereiro de 1927. Faleceu em Afife em 30 de junho de 1946.

Fonte: Wikipédia

PEDRO HOMEM DE MELLO FALECEU HÁ 37 ANOS!

O poeta Pedro Homem de Mello foi reconhecidamente um dos mais eminentes folcloristas portugueses. De seu nome completo Pedro da Cunha Pimentel Homem de Mello, nasceu no Porto em 1904 onde também veio a faleceu em 5 de Março de 1984.

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Apaixonado pelas tradições do Minho em geral e pelos costumes das gentes da Serra d’Arga, da Apúlia e de Viana do Castelo em particular, adoptou Afife como a sua própria terra, aí tendo vivido no Convento de Cabanas. E é em Afife que se guardam os seus restos mortais.

A Pedro Homem de Mello se deve a divulgação do folclore português através da RTP – ao tempo não existiam outros canais televisivos – bem como muitos poemas que ficaram célebres através da voz de Amália Rodrigues, Frei Hermano da Câmara e Sérgio Godinho. Entre eles, lembramos “Povo que Lavas no Rio”, “Havemos de Ir a Viana” e “O Rapaz da Camisola Verde”.

A Câmara Municipal de Lisboa prestou-lhe homenagem, consagrando o seu nome na toponímia da capital.

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