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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TRASLADO APRESENTADO PELO PROCURADOR DE PONTE DE LIMA ÀS CORTES DE ÉVORA DE 1460

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Traslado de uma carta régia contendo capítulos gerais da Comarca de Entre Douro e Minho apresentados nas Cortes de Évora de 1460 pelo procurador de Ponte de Lima:

Acerca de o anadel dever estar ausente da Câmara quando se faz a selecção dos besteiros.

Acerca da proibição de os oficiais régios participarem nas reuniões da vereação (datada de 1460, Dezembro, 9. Évora).

O traslado é solicitado pelo vereador Gonçalo Ferreira a João Carneiro, juiz.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

TEATRUA: MOSTRA DE TEATRO E ARTES DE RUA

A Fundação INATEL promove em 2020 a 1ª edição de TEATRUA - Mostra de Teatro e Artes de Rua que pretende ser um painel do trabalho das Associações na vertente do Teatro Amador.

A iniciativa decorre em Évora, no mês de maio, nos dias 22, 23 e 24 em vários espaços da cidade. A ocupação do espaço público em zonas emblemáticas e históricas que permita a comunhão entre criadores artísticos e público, sob o envolvimento de um património que urge valorizar; praças, auditórios, escolas, etc., serão os palcos para os artistas darem a conhecer os seus espetáculos.

Criar espaços de encontro entre os grupos e associações que sejam momentos de aprendizagem, troca de experiências, debate e convívio é o grande objetivo destra Mostra.

Teatro de Marionetas, animação teatral, teatro de rua, teatro para a infância e juventude, teatro e artes circenses, são as áreas de intervenção.

As associações do universo INATEL – CCD (Centro de Cultura e Desporto) estão desde já convidadas a remeterem as suas propostas em formato digital para o INATEL até ao dia 10 de março de 2020 decorrendo depois uma seleção de acordo com as várias áreas teatrais de intervenção que irão integrar.

SUB 16 DO CRAV DESLIZAM EM ÉVORA

Os sub 16 do Crav deslocaram neste fim de semana a Évora, para disputar a 1ª jornada da fase final do campeonato nacional, frente á equipa local o CRE – Clube de rugby de Évora.

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Um encontro marcado, possivelmente, pela mais fraca exibição da equipa, que ao longo da fase de apuramento sempre nos abrilhantou com grandes prestações.

O Crav entrou muito bem em jogo, evidenciando que não teria feito esta difícil deslocação em vão, tomando conta do encontro desde o primeiro minuto, acabando por marcar um ensaio logo nos instantes iniciais. No entanto, a equipa foi cometendo excessivos erros, que a equipa adversária aproveitou, tendo saído para intervalo com o resultado empatado a 5-5.

A segunda parte, trouxe um Crav fragilizado com algumas lesões, membros importantes no coletivo da equipa, facto que também contribui para a fraca exibição. Mesmo assim a equipa arcuense consegui dar a volta ao resultado, mas continuou a errar quer em modo defensivo, quer em ataque, algo que o CRE tomou como vantagem e nos instantes finais do encontro revertiu o resultado a eu favor, acabando por vencer por 17-10.

Desmoralizada, a equipa técnica do Crav, salientou o facto de “não ser uma das melhores, mas talvez a pior exibição desta época, no entanto o jogo esteve sempre ao nosso alcance, não fossem os erros cometidos, o resultado seria claramente a nosso favor”.

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CRAV VENCE CR ÉVORA

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Excelente vitória do CRAV, a jogar em casa contra o CR Évora, equipa atualmente classificada nos 4 primeiros lugares do campeonato e com legitimas aspirações ao título.

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O CRAV consegue assim confirmar a sua excelente forma nesta 2ª volta do campeonato, onde ainda só perdeu uma partida em 5.

Os minhotos entraram fortes no jogo, tomando conta das operações e assentando arraiais no meio campo alentejano. Com o domínio territorial, a equipa da casa foi dispondo de algumas boas oportunidades para marcar pontos, mas a excelente defesa dos visitantes e alguma falta de rasgo finalizador dos minhotos, foi sempre adiando o avolumar do marcador, que durante grande parte da 1ª metade se fixou em 3-0. Só nos últimos minutos da 1ª parte os homens do CRE conseguiram chegar com perigo perto da área de ensaio arcuense e marcar um ensaio, graças a um rápido “pick and go” que apanhou desprevenida a avançada da casa. O resultado de 3-7 ao intervalo castigava o CRAV pela incapacidade de transformar em pontos a seu favor, o domínio territorial de que dispusera nesta 1ª metade, tendo inclusive desperdiçado algumas penalidades, dificultadas pelo forte vento que se fazia sentir em Arcos de Valdevez.

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Na 2ª parte assistiu-se a um jogo mais equilibrado em termos de território, com o Évora a fazer valer o seu bom jogo coletivo, mas ainda assim com algum ascendente minhoto. O CRAV marcaria 1º um ensaio que o fez passar para a frente do marcador (8-7). A resposta alentejana chegou na parte final do jogo, com uma penalidade marcada, que colocou o resultado em 8-10, com poucos minutos para jogar. O CRE escolheu manter a posse de bola dentro do seu meio campo, apostando nos seus avançados para segurar o jogo, fazendo várias fixações, esperando pelo apito final. Mas numa dessas jogadas os avançados eborenses cometeram uma penalidade. Aí o chutador do CRAV não tremeu e passou o resultado para os 11-10 finais. Ainda se jogaram mais alguns minutos mas o CRAV conseguiu defender as investidas finais alentejanas, sagrando-se vencedor.

Jogo equilibrado entre duas boas equipas, onde no final o resultado poderia ter caído para qualquer um dos lados, com o CRAV a demonstrar que tem lugar entre as melhores equipas do CN1.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS PARTICIPA NA UNIVERSIDADE DE ÉVORA NAS JORNADAS SOBRE MOBILIDADE E MIGRAÇÕES

O historiador Daniel Bastos participou no passado dia 9 de maio (terça-feira), como orador convidado, nas Jornadas de História e Arqueologia subordinadas à temática “A circulação de pessoas – evolução e perspetivas ao longo da História”, que decorreram na Universidade de Évora.

No âmbito da iniciativa, organizada pelo Núcleo de Estudantes de História e Arqueologia da Universidade de Évora, que cruzou na academia alentejana vários olhares sobre o tema da mobilidade e migrações, uma temática de premente relevância no contexto atual, Daniel Bastos atualmente docente no Colégio João Paulo II em Braga, apresentou uma comunicação intitulada “Gérald Bloncourt – o fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa para França nos anos 60”.

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Durante a sua intervenção nas jornadas em Évora, moderadas pela professora catedrática Fátima Nunes, o historiador Daniel Bastos (à direita) descreveu o fotógrafo Gérald Bloncourt como o guardião da memória e o cronista visual da emigração portuguesa para França nos anos 60.

 

Durante a sua comunicação neste encontro nacional multidisciplinar que computou a presença de discentes, docentes e investigadores, e que teve como principal objetivo aprofundar e dar a conhecer diferentes estudos que têm sido realizados sobre o fenómeno migratório ao longo da história portuguesa, o historiador minhoto cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas, definiu o fotógrafo Gérald Bloncourt como o guardião da memória e o cronista visual da emigração portuguesa para França nos anos 60. Daniel Bastos reiterou ainda que as comunidades lusas espalhadas pelos quatro cantos do mundo são genuínas embaixadoras da cultura, da economia e da língua portuguesa.

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CRAV VENCE ÉVORA

Arcuenses Triunfaram Frente ao Líder no Alentejo

No passado sábado, o CRAV surpreendeu ao vencer o Évora por 13-16. Os alentejanos eram favoritos à vitória não só porque são os atuais líderes do campeonato, mas também porque jogavam em casa. Contrariando este favoritismo e depois de muitos quilómetros percorridos na estrada, o CRAV voltou às vitórias e subiu ao 5º lugar da tabela classificativa.

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O CRAV entrou muito bem no jogo, marcando dois ensaios não convertidos e os jogadores da casa responderam com a transformação de duas penalidades. O despique continuou com o CRAV a somar mais uma penalidade e o Évora a marcar um ensaio convertido. O resultado ao intervalo demonstrava o equilíbrio no desempenho de ambas as equipas, 13-13.

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O início da segunda parte foi dominado pelos arcuenses, que não conseguiram concretizar em pontos o seu domínio no terreno. Os eborenses voltaram ao ataque, mas o CRAV defendeu bem e não deixou o adversário pontuar. No lance decisivo do encontro o CRAV beneficiou de uma penalidade que deu os três pontos da vitória.

No próximo dia 11, o CRAV recebe a Moita no Estádio Municipal de Rugby, às 15h30.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS PARTICIPA EM ENCONTRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS NA UNIVERSIDADE DE ÉVORA

Município de Esposende encerra presidência na Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios

O Município de Esposende apresentou “Mare Nostrum – Cantigas & Poemas”, cerimónia que incluiu o lançamento de um livro de textos poéticos alusivos ao mar e um CD onde se reúnem composições musicais inéditas, da autoria de Telmo Marques. Estas iniciativas encerraram a presidência do Município de Esposende na Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, iniciada em 2014.

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A contar da esquerda, o historiador Daniel Bastos, a professora catedrática Maria Manuela Tavares Ribeiro, e a professora catedrática Maria de Fátima Nunes

 

O espetáculo “Mare Nostrum – Cantigas & Poemas” facultou o contacto com uma seleção apurada de textos poéticos da literatura portuguesa, do séc. XIII ao Séc. XX, da responsabilidade de Sérgio Guimarães de Sousa, da Universidade do Minho. A esta antologia aliou-se a criação artística de uma nova e promissora geração de esposendenses, nomeadamente Joana de Rosa, a ilustradora, a interpretação original do Coro Ars Vocalis, sob a direção de Helena Venda Lima, acompanhados pelo pianista Diogo Zão, com base numa composição musical inédita de Telmo Marques. A declamação foi protagonizada por Pedro Lamares.

Para o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, “o rio Cávado e o mar são componentes indissociáveis de Esposende e das suas gentes, além de fonte inesgotável de riqueza, porque proporciona a pesca, o lazer, o transporte e a energia”. Porém, Benjamim Pereira entende que “o investimento que o País devia fazer no mar continua adiado. Esse tem sido o desígnio apontado por muitos governantes e nunca cumprido”, disse.

A culminar a semana em que se assinalou o Dia do Mar, Benjamim Pereira sobrelevou os aspetos que, em Esposende, marcam a ligação ao mar, desde logo na preservação da memória coletiva. “Além do Museu do Mar, dos sítios arqueológicos com ligação ao mar, desenvolvemos intenso trabalho, por exemplo, com o Fórum Esposendense, na erradicação das redes fantasma, numa iniciativa pioneira de preservação ambiental”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Esposende, acrescentando as iniciativas desenvolvidas com a comunidade piscatória e a candidatura a Património Cultural Imaterial da romaria e do Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar.

Por seu turno, a vereadora com o pelouro da Cultura, Jaqueline Areias assinalou a importância de todo o trabalho desenvolvido em torno da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios tem adquirido junto da comunidade, “contribuindo para o reforço da identidade coletiva”.

Inserida na mesma cerimónia de encerramento da presidência esposendense da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, realizou-se o 6.º Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, presidido pelo Almirante José Bastos Saldanha, em representação da Sociedade de Geografia de Lisboa. No Museu Marítimo de Esposende decorreu o Seminário “A construção naval tradicional do Norte de Portugal” e, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, decorreu a Assembleia Administrativa da Rede.

O Município de Esposende preside, desde novembro de 2014, à Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios (Sociedade de Geografia de Lisboa), tendo desenvolvido diversos projetos e ações, onde se destacam “Tradição Viva: a comunidade piscatória de Esposende – memórias e tradições”, projeto de investigação da cultura marítima e fluvial, os Seminários “A via da água” (2014) e “A Romaria e o Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar” (2016), integrados nos 4.º e 5.º Encontros da Rede.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS PARTICIPA EM ENCONTRO DEDICADO ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS NA UNIVERSIDADE DE ÉVORA

No próximo dia 17 de novembro, o historiador Daniel Bastos é um dos dois oradores convidados dos “Encontros às Quintas”, da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora, dedicado ao tema das Comunidades Portuguesas.

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A iniciativa, organizada por uma das maiores unidades orgânicas da Universidade de Évora, instituição de referência do ensino superior público português, é coordenada pela Profª. Doutora Maria de Fátima Nunes, e decorrerá pelas 15 horas na Sala de Docentes.

Para além do investigador natural de Fafe, antigo aluno da Universidade de Évora e atualmente professor no Colégio João Paulo II em Braga, que abordará o seu percurso de escritor e historiador alicerçado junto das comunidades portuguesas, o encontro conta ainda com a presença de Maria Manuela Tavares Ribeiro, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e Coordenadora Científica do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra - CEIS20.

Refira-se que este encontro de 17 de novembro encerra o ciclo da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora “conversas à quinta”, e tem com principal objetivo debater o papel desempenhado pelas Comunidades Portuguesas espalhadas pelo Mundo.

 

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