RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA DANÇA NO MOSTEIRO DE TIBÃES
Espetáculo e visita guiada encerram exposição "O Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho"
A exposição itinerante "O Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho - finais do século XIX, primeiras décadas do século XX", patente ao público na 'Sala do Recibo' do Mosteiro de São Martinho de Tibães, Braga, encerra já no próximo domingo, dia 4 de setembro.
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Em jeito de 'remate prévio, para o sábado, dia 3, a Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho e o Mosteiro de Tibães, tem agendado duas iniciativas. Às 15:00h, uma visita guiada à exposição para todos os interessados, tendo por principais destinatários, os dirigentes e diretores técnicos do movimento folclórico. Às 17:00h, no 'Claustro do refeitório', um espetáculo sob a designação "Olha a roda que a saia tem - música e dança no mosteiro". Ambas as iniciativas são de entrada livre.
A reposição desta exposição no Mosteiro de Tibães passados 11 anos, insere-se no âmbito do 4º tema do programa comemorativo do 50º aniversário da Rusga sob a designação; "Há 50 anos a Rusgar - um legado herdado, a transmitir e a rentabilizar".
De referir a propósito, que as comemorações dos 50 anos de vida ininterrupta da Rusga, iniciaram-se com a realização da 1ª edição das "Conferências Rusgueiras - Arco Cultural" cujo tema foi, " A Religiosidade Popular; crenças, cultos e promessas" e, terminarão este ano, com a realização da 2ª edição das mesmas, tendo por tema, "A Festa e a Romaria".
Esta exposição que voltou ao seu ponto de partida, desde 2005 tem andado em itinerância por diversos concelhos que compõe a região geoetnográfica Baixo-minhota, nomeadamente, Guimarães, Vila Verde, Barcelos, Amares, V. N. de Famalicão, Povoa de Lanhoso, entre outros. Paralelamente, parcelas temáticas da mesma, foram requisitadas por museus, escolas, juntas de freguesia, centros comerciais e outros espaços afins.
Passados todos estes anos, entendemos que, os propósitos que nos levaram a empreender este projeto expositivo, permanecem válidos. Do catálogo da exposição então publicado, transcrevemos uma pequena parcela de um dos textos: “Sendo o Trajo há muito considerado “património material”, um outro objectivo desta exposição é o de o elevar à categoria de “património imaterial” – à luz de um conceito mais abrangente e hodierno de “património”… por forma a responsabilizar a promoção deste património que é de todos.”.
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