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BLOGUE DO MINHO

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PARTIDO CHEGA VOTA FAVORAVELMENTE REVISÃO DO PDM DE BRAGA E ASSUME POSIÇÃO RESPONSÁVEL, CRÍTICA E VIGILANTE

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O vereador do CHEGA na Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, votou hoje favoravelmente a proposta de revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), mantendo a coerência com o posicionamento assumido pelo partido desde a primeira reunião do executivo municipal.

Para o CHEGA, esta revisão do PDM representa um passo decisivo para libertar Braga de constrangimentos estruturais que há décadas travavam o crescimento habitacional e o desenvolvimento equilibrado do Concelho, criando regras mais claras para quem vive, investe e trabalha na cidade.

Segundo o vereador Filipe Aguiar, trata-se de um voto esclarecido e informado, sustentado num acompanhamento contínuo do processo. “O CHEGA conhece o projeto, recebeu explicações detalhadas por parte do executivo municipal e analisou de forma rigorosa a documentação técnica que suporta esta revisão”, refere.

O partido reconhece que o novo PDM apresenta desafios e fragilidades na sua execução, mas considera que o município não podia continuar bloqueado. “Braga precisa de avançar, garantir mais oferta de habitação, planeamento urbano e previsibilidade, sem perpetuar a estagnação”, sublinha o vereador. Entre as fragilidades mais relevantes, o partido voltou a alertar para o gargalo do saneamento, e destaca que a atual ETAR Cidade opera já acima da sua capacidade de projeto.

O CHEGA considera urgente o planeamento e investimento numa nova ETAR a Sul, sob pena de se comprometer o crescimento urbano e o cumprimento das normas ambientais.

Outra preocupação central prende-se com a execução das Unidades Operativas de Planeamento e Gestão (UOPG). No plano anterior, a taxa de concretização foi reduzida, em grande parte por depender quase exclusivamente da iniciativa privada. A reorganização das UOPG em unidades mais pequenas é vista como positiva, mas o CHEGA defende que só produzirá resultados com forte acompanhamento municipal e um sistema de incentivos eficaz.

O partido não ignora os alertas ambientais emitidos por entidades externas, nem os riscos associados a um modelo financeiro que depende da manutenção do superavit municipal. Para o CHEGA, estes fatores não justificam bloqueios, mas impõem maior rigor político e técnico na execução do plano.

O vereador Filipe Aguiar considera ainda que o PDM poderia ter ido mais longe na promoção da sustentabilidade alimentar e na valorização dos solos agrícolas, defendendo sistemas alimentares de proximidade e a proteção da função produtiva dos terrenos rurais, conciliando-a com edificabilidade responsável e a permanência das populações. “O nosso voto não é um cheque em branco. É uma posição madura e responsável. Estamos do lado da cidade, não do cálculo político. Conhecemos o plano, conhecemos as fragilidades e estaremos atentos à sua execução”, afirma Filipe Aguiar, garantindo que o CHEGA continuará a intervir sempre que seja necessário corrigir, ajustar ou melhorar o PDM em benefício dos bracarenses.

Apesar das reservas, o CHEGA entende que o novo PDM é um instrumento essencial para desbloquear soluções de habitação, ordenar o território e criar uma visão estratégica que Braga não tinha há vários anos, reforçando o papel do município na sustentabilidade ambiental e na redistribuição equilibrada de encargos.

“Sem politiquices, sem manobras de distração ou acordos de bastidores, o CHEGA vota sempre em função de um único critério: o que é melhor para Braga. Hoje, mais uma vez estivemos do lado da cidade, enquanto outros optaram pelo bloqueio, continuamos a reafirmar o nosso compromisso com um urbanismo responsável, transparente e ao serviço dos bracarenses” – afirma Filipe Aguiar.