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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PADRE JOÃO SOARES BRANDÃO – UM COURENSE QUE FOI JULGADO PELO TRIBUNAL DO SANTO OFÍCIO SOB ACUSAÇÃO DE DESRESPEITO PELOS ATOS LITÚRGICOS

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A imagem mostra a capa do extenso processo do Padre João Soares Brandão que correu contra si no Tribunal do Santo Ofício – Inquisição de Lisboa. O processo decorreu entre 27 de Março de 1752 e 16 de Fevereiro de 1757.

O Padre João Soares Brandão era natural de São Pedro de Rubiães, Concelho de Coura, arcebispado de Braga. Filho de Gaspar Francisco, lavrador, e Maria da Costa.

Possuía estatuto social cristão-velho e à altura em que foi acusado contava 67 anos de idade e residia em Lisboa. A acusação consistia no “desrespeito para com os actos litúrgicos”.

Apresentou-se em Tribunal no dia 31 de Janeiro de 1753 e foi sentenciado em 13 de Fevereiro de 1756.

Sentença: asperamente repreendido na mesa, no acto da confissão deverá abster-se de fazer perguntas desnecessárias.

O réu era vigário da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Rio das Pedras, Sabará, Brasil e, ironicamente, comissário do Santo Ofício.

Fonte: ANTT