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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO DE CAMINHA ADERE AO PROJETO REPOSITÓRIO GENEALÓGICO NACIONAL

Miguel Alves destaca a importância do Município aderir a um projeto maior que o seu território, que vai permitir à população do concelho saber mais sobre as gerações passadas

Caminha é o terceiro município do país a aderir à iniciativa Repositório Genealógico Nacional, com o projeto Prossecução da Reconstituição das Comunidades Históricas do Concelho de Caminha. Este trabalho vai ser desenvolvido pela Cooperativa Desafios da Montanha em colaboração com o Município de Caminha e terá a chancela da Universidade do Minho. Para Miguel Alves, a adesão a este projeto coloca Caminha num lugar cimeiro da investigação científica e “vai permitir às nossas famílias, das nossas freguesias, saberem aquilo que é o percurso de vida das várias gerações”.

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O presidente da Câmara, Miguel Alves, reuniu ontem, dia 27, com a presidente da Cooperativa Desafios da Montanha, Maria Norberta Amorim e com a coordenadora do projeto por parte do município, Aurora Rego, a fim de chegarem a um entendimento sobre a Prossecução da Reconstituição das Comunidades Históricas do Concelho de Caminha, parte integrante do projeto Repositório Genealógico Nacional.

É de salientar que a cooperativa tem o projeto denominado de Repositório Genealógico Nacional proposto à reitoria da Universidade do Minho, que consiste em trabalhar sistematicamente todas as comunidades históricas do país, do qual Caminha fará parte integrante.

Para Miguel Alves, este projeto é importante porque recua atrás quatro séculos, à procura daquilo que são as raízes das famílias do concelho de Caminha.

Realça-se que Caminha é o terceiro município a aderir a este projeto. “Este trabalho começou em Fafe e em Torres Vedras e agora em Caminha”, sublinhou Maria Norberta Amorim. O presidente da Câmara considera importante o município aderir a um trabalho de âmbito nacional, ou seja, “maior que o seu território, porque sabemos que quantos mais municípios aderirem a um projeto desta valia científica, mas também valia popular, saberemos que este estudo será mais completo e poderemos ir mais longe”. Miguel Alves garante que o município está empenhado no desenvolvimento desta iniciativa e vai propor a adesão aos restantes municípios do distrito, “porque assim enriqueceremos o nosso trabalho”.