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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO COZINHA EM “FOGO LENTO” NO CINE TEATRO JOÃO VERDE

Um espetáculo de teatro que celebra a culinária com a confeção de alimentos em palco que, no final, serão partilhados com o público presente. Uma ementa criativa a não perder. Dias 25 e 26 de janeiro, pelas 21h30, com entrada gratuita.

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O espetáculo de teatro “Fogo Lento”, projeto vencedor da III edição da bolsa de criação Isabel Alves Costa, percorre, nos meses de janeiro e fevereiro, os cinco municípios do Vale do Minho. Em Monção, o espetáculo sobe ao palco do Cine Teatro João Verde nos dias 25 e 26 de janeiro, pelas 21h30.

Coprodução da Comédias do Minho, Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP) e Teatro Municipal do Porto, “Fogo Lento” reflete sobre a importância da culinária na história e memória dos povos, assistindo-se, ao longo do espetáculo, à confeção de alimentos que, no final, serão partilhados com o público presente.

O espetáculo, com entrada gratuita, tem direção artística de Costanza Givone, dramaturgia e pesquisa de Raquel S. e interpretação de Costanza Givone e Ricardo Vaz Trindade. No desenho de luz/direção técnica está Francisco Campos, na produção executiva, Susana Paixão, e no vídeo/fotografia, João Vladimiro.

Na sinopse, pode ler-se: “Foi da vontade em investigar as camadas de história que os nossos hábitos culinários quotidianos transportam que este projeto nasceu. Há um jantar para ser cozinhado, há uma mulher italiana e um homem português, há uma mesa e há conceitos como identidade ou tradição que precisam de ser descascados e cozinhados em lume brando para se apurar o seu sentido”.

A Bolsa de Criação Isabel Alves Costa é uma iniciativa conjunta da Comédias do Minho, Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP) e Teatro Municipal do Porto, existindo desde 2014 com a vontade de celebrar a memória de Isabel Alves Costa, personalidade ligada a estas três estruturas.

O objetivo desta Bolsa de Criação consiste em abrir as três estruturas a novas propostas, visando, com esse gesto, alargar o espaço já existente no panorama artístico, de forma a contribuir para a sua renovação na relação estabelecida com o público e o território.

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