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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GRUPO ETNOGRÁFICO RENASCER DA AREOSA: HAVEMOS DE IR A VIANA!

“Havemos de ir a Viana / Ó meu amor de algum dia / Ó meu amor de algum dia / Havemos de ir a viana / Se o meu sangue não me engana / Havemos de ir a viana” – prometeu o Grupo Etnográfico Renascer da Areosa que, a convite da Casa do Minho, levou Viana do Castelo à capital do país. E foi com os versos do poeta Pedro Homem de Mello, com composição musical de Alain Oulman, os quais ficaram célebres pela magníífica voz de Amália Rodrigues.

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Percorrendo a zona histórica e monumental de Belém, em Lisboa, os vianenses deslumbraram à sua passagem os milhares de lisboetas e turistas que por ali passeavam, muitos dos quais não resistiram a registar o momento e inclusive a fotografar-se ao lado dos seus componentes.

A alegria das suas danças e cantares, os seus trajes garridos e a beleza da mulher minhota emprestaram a Lisboa um ambiente de festa à moda da nossa região como se de uma verdadeira romaria minhota se tratasse. Por momentos, os lisboetas julgaram estar na Romanira da Senhora d’Agonia e certamente que para si mesmos juraram: Havemos de ir a Viana!

Fotos: Manuel Santos

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Entre sombras misteriosas

Em rompendo ao longe estrelas

Trocaremos nossas rosas

Para depois esquecê-las

 

Se o meu sangue náo me engana

Como engana a fantasia

Havemos de ir a viana

Ó meu amor de algum dia

Ó meu amor de algum dia

Havemos de ir a viana

Se o meu sangue não me engana

Havemos de ir a viana

 

Partamos de flor ao peito

Que o amor é como o vento

Quem pára perde-lhe o jeito

E morre a todo o momento

 

Se o meu sangue não me engana

Como engana a fantasia

Havemos de ir a viana

Ó meu amor de algum dia

Ó meu amor de algum dia

Havemos de ir a viana

Se o meu sangue não me engana

Havemos de ir a viana

 

Ciganos verdes ciganos

Deixai-me com esta crença

Os pecados têm vinte anos

Os remorsos têm oitenta

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