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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FESTIVAL DE VILAR DE MOUROS 2014 VAI CATAPULTAR AS EDIÇÕES SEGUINTES

Festival de Vilar de Mouros, classificação patrimonial das oficinas de ferreiros, questões ambientais e sociais são as temáticas que mais preocupam os residentes em Vilar de Mouros

O Festival de Vilar de Mouros é um dos assuntos que mais preocupa os vilarmourenses. Esta foi uma das questões mais focadas ontem na reunião descentralizada. Miguel Alves tranquilizou a população, explicando todo o processo desde que tomou posse “o caminho estava todo por trilhar. O acordo celebrado não beneficiava Vilar de Mouros, não contribuía para o engrandecimento do Festival, nem para o concelho, nem servia os organizadores”, e garantiu “o nosso empenhamento é total para que as coisas possam correr bem, para que o festival possa ser bem sucedido”.

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Decorreu ontem mais uma reunião descentralizada, desta feita em Vilar de Mouros. Tal como as anteriores, também esta reuniu a população que saudou a presença do executivo e enalteceu a relevância destas reuniões nas freguesias. Sobre esta matéria também Carlos Alves, presidente da Junta da Freguesia e anfitrião, sublinhou: “ é na nossa opinião uma medida de grande alcance democrático o facto de contactar as populações e que a juntar a muitas outras atitudes e postura do atual executivo fazem desde já a diferença, o que contribuirá sem dúvida para um clima muito diferente daquele a que estávamos habituados e que resultará em benefícios evidentes no campo da resolução dos muitos problemas que a todos nos afligem, no progresso e bem estar do concelho”.

Miguel Alves sublinhou que estas reuniões “são importantes para falar com as pessoas, para vir ao terreno e para dar uma justificação aos munícipes. São momentos para dar a cara porque a democracia exige isso mesmo. São um contributo para a democracia mas não resolvem todos os problemas”.

Carlos Alves salientou ainda a boa relação que a Junta de Freguesia mantém com a Câmara Municipal: “quero agradecer desde já ao senhor presidente da câmara não só a postura de diálogo que tem travado com esta junta de freguesia como também a já significativa colaboração e apoio na resolução de diversas beneficiações mais urgentes, que entretanto foram levadas a cabo nestes sete meses de gestão autárquica”.

Festival de Vilar de Mouros, classificação patrimonial das oficinas de ferreiros, questões ambientais ligadas ao Rio Coura e execução de saneamento na freguesia e algumas questões de cariz social são os assuntos que mais preocupam os vilarmourenses.

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Miguel Alves explicou todo o processo que envolve o Festival de Vilar de Mouros e as decisões que teve que tomar para que o processo continuasse, sempre com a ideia de que este é “um festival que este ano quererá ser um festival bom para catapultar os próximos anos” e continuou: “o caminho estava todo por trilhar: não havia um euro, não havia nada. Mas existia uma declaração pública do concelho de ter de ajudar uma IPSS. Pegamos no festival com a expetativa de crescermos ao longo de 4 anos. Para isso teríamos de mudar alguns interlocutores. Foi o que aconteceu”.

O presidente também informou que o trabalho que diz respeito à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia está a ser realizado: “temos vindo a realizar reuniões de trabalho. Estamos a fazer todo um trabalho de consolidação do recinto para recebermos o festival, nomeadamente a estrutura do recinto, questões ligada à segurança, acampamentos, balneários e cuidados a ter com as zonas adjacentes”.

Relativamente à classificação das oficinas de interesse municipal, Miguel Alves garantiu “o município tem todo o interesse em classificar este património” mas também esclareceu “só é possível recuperamos o património se tivermos apoio financeiro”.

A implementação de saneamento na freguesia foi uma das questões levantadas. Sobre esta matéria, Guilherme Lagido informou que existe um projeto para se candidatar a fundos comunitários: “estamos atentos para candidatarmos o projeto na primeira oportunidade”.

Sobre a dinamização do centro de convívio da freguesia, a vereadora Ana São João também tranquilizou a população e salientou que esta também é uma preocupação do município: “estamos a preparar alguns recursos humanos para dinamizarmos estes centros”.

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