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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO É O CORAÇÃO DO CLUSTER TÊXTIL EM PORTUGAL

Câmara Municipal é parceira numa iniciativa que tem o CITEVE como pivô

O Cluster Têxtil Tecnologia e Moda, ontem reconhecido como um dos vinte clusters nacionais de competitividade, iniciativa do programa Interface, encontra em Vila Nova de Famalicão o centro nevrálgico da sua ação. O CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e do Vestuário de Portugal, sediado em Vila Nova de Famalicão, é a entidade pivô do Cluster Têxtil Tecnologia e Moda e conta com a cooperação institucional da Câmara Municipal, assim solidificando uma relação de parceria que se estende no tempo e em diversas vertentes, mas cujo objetivo assenta na promoção da competitividade e da inovação e no crescimento económico do concelho.

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O Cluster Têxtil Tecnologia e Moda reúne cerca de seis dezenas de empresas e entidades e assenta na promoção do desenvolvimento integrado e sustentável do agregado económico envolvendo têxteis, vestuário e têxteis de aplicação técnica.

Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, reage com satisfação a este processo de reconhecimento do cluster, atendendo ao ambicioso objetivo de afirmar Vila Nova de Famalicão como cidade têxtil de Portugal.

Braz Costa, diretor geral do CITEVE, considera que “o reconhecimento do Cluster Têxtil Tecnologia e Moda como um cluster consolidado permitirá uma melhor fertilização cruzada com outros clusters organizados, acelerando assim o desenvolvimento de novos produtos de base têxtil para aplicação nas diferentes fileiras”.

O programa Interface  visa intensificar as ligações entre empresas, universidades, politécnicos e centros tecnológicos, promovendo maior e melhor aproximação entre conhecimento científico e a competitividade e inovação empresarial. Está enquadrado no Plano Nacional de Reformas e envolve os Ministérios da Economia, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Planeamento e Infraestruturas, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e do Ambiente.

Para este programa, durante os próximos seis anos, o Governo tem prevista uma dotação de 1.400 milhões de euros, entre fundos europeus e linhas de crédito