ESCRITOR JOÃO NUNO AZAMBUJA QUESTIONA: E SE A CATÁSTROFE AMBIENTAL ACONTECER MESMO?
E se a catástrofe ambiental acontecer mesmo? Autópsia, o romance da catástrofe anunciada, conta-nos o que vai ser o mundo num futuro que pode não estar distante. Este romance de João Nuno Azambuja é uma arrepiante distopia, retrato de uma humanidade náufraga.
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De um gigantesco cataclismo resulta a submersão da maioria do solo terrestre e o globo volta a ser constituído por um enorme oceano pantalássico com raras ilhas à superfície.
Autópsia é a ilha que concentra em 220 km² os vícios e a perversão de 11 milhões de habitantes, uns desesperados face aos constantes aluimentos e a perspetiva de afundamento da ilha, outros alienados com os novos «ópios do povo».
Um dia, chega a Autópsia, vindo de uma outra ilha – feliz e estável –, um jovem estrangeiro que se fez ao mar para descobrir a origem da mensagem que encontrou numa garrafa. Quem é este rapaz e que novas tempestades vai ele desencadear?
A obra alia uma narrativa empolgante a reflexões essenciais sobre a saúde do nosso planeta e sobre as questões ambientais e climáticas que devem, cada vez mais, ser uma prioridade nas nossas vidas. É a continuidade da vida como a conhecemos que está em risco.
Uma distopia rara na ficção portuguesa. José Ribeiro e Castro, impulsionador do prémio literário da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, ganho na sua primeira edição por João Nuno Azambuja, afirmou: «Uma imaginação fulgurante. Que narrativa fantástica!»
O livro chegou às livrarias de todo o país no dia 17 de setembro.
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