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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CABECEIRAS DE BASTO LEVA AO FOLKLOURES’22 OS CABEÇUDOS E OS GIGANTONES

“Amazonas” era uma forma como antigamente também eram designados no Minho os gigantones e os cabeçudos

A cidade de Loures vai no próximo dia 2 de Julho vibrar ao rufar dos bombos do Grupo de Bombos Jovens de Basto, de Cabeceiras de Basto, numa autêntica arruada como manda a tradição na região de Entre-o-Douro-e-Minho. E, como não podiam faltar, os gigantones e cabeçudos vão passar em revista, emprestando o seu jeito castiço ao FolkLoures como manda a tradição.

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Com quase quatro metros de altura, os gigantones desfilam em casais, geralmente rodeados pelos cabeçudos, completando dessa forma a grotesca família que, com o seu aspeto pitoresco e dançar desajeitado, remetem-nos para um tempo mitológico.

Datam de 1265, os registos mais antigos até ao momento encontrados que nos dão conta da existência entre nós de tal tradição, neste caso referente à sua participação nas festividades do Corpo de Deus ocorridas na cidade de Évora.

Era usual no Minho, os gigantones serem também conhecidos por Amazonas, tratando-se de uma tradição bem portuguesa com forte implantação na nossa região.

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