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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA ESTÁ NA FRENTE DA SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL

Competitividade no Sector Exportador em análise no Museu D. Diogo de Sousa

“Se cada um conseguir transformar o seu mundo, o mundo à nossa volta fica melhor.” A ideia foi proferida por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante uma sessão subordinada ao tema ´Competitividade no Sector Exportador: A Opção pela Sustentabilidade´, inserido na 11ª Semana da Responsabilidade Social. O evento, que decorreu no Museu D. Diogo de Sousa, foi organizado pela Associação Nacional de Ética Empresarial e pela UN Global Compact Network Portugal.

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Na ocasião, promoveu-se uma reflexão sobre os desafios que o tecido empresarial enfrenta face aos novos desafios e referenciais internacionais. ”As empresas e instituições de Braga têm sido um excelente exemplo na promoção de valores e dinâmicas relacionadas com a competitividade positiva, sustentabilidade ambiental, promoção da justiça social ou capacitação dos recursos em prol do bem-estar das populações”, referiu.

Para o Edil, a temática do desenvolvimento sustentável tem sido ´muito acarinhada´ ‘pelo actual Executivo Municipal, que tem procurado disseminar e estimular as boas práticas no dia-a-dia da comunidade empresarial. “Braga tem um potencial acrescido nessa matéria, já que uma das dimensões que terá relevância essencial no futuro é a componente da inovação tecnológica. As novas abordagens baseadas nesse conhecimento serão fonte de transformação da realidade local e mundial”, referiu.

Sublinhando que as Cidades são o palco natural para a concretização destas transformações e que as inúmeras tendências de organização das Cidades apontam para o aumento da economia da partilha, o Autarca adiantou que são vários os desafios que se colocam. “Estes fenómenos de transformação radical da realidade de posse implicam desafios ao nível da adaptação cultural e social dos cidadãos mas também à subsistência das empresas. O tecido económico terá de ser capaz de se adaptar e antecipar essas tendências, encontrando respostas adequadas que sejam percebidas como uma mais-valia para todos nós”, disse.

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