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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA – OBRAS DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA NA COLEÇÃO DE SERRALVES PARA VER NO MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA

Exposição inaugura sexta-feira, pelas 17H30

O Museu Municipal de Caminha vai acolher a exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, no âmbito do acordo de integração do município de Caminha como Fundador de Serralves. A cerimónia de abertura está agendada para sexta-feira, dia 19, pelas 17H30.

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Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

“"Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” reúne obras da Coleção da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito na Fundação de Serralves. A exposição representa, por um lado, os primórdios da constituição da Coleção de Serralves e, por outro, uma perspetiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960–80.

As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. Uma das particularidades mais notáveis da arte portuguesa neste longo período de consolidação das práticas artísticas em Portugal foi a relativa indiferença ou o recurso instrumental aos aspetos mais conceptuais e performativos da arte, não obstante alguns artistas se terem dedicado a eles, como Graça Morais, António Palolo e José de Carvalho, ou até terem sido incontornáveis e essenciais em períodos específicos das carreiras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Julião Sarmento. O que esta exposição procura verificar é o modo como a pintura e a escultura enquanto meios resultaram primordiais a todos estes artistas e às suas indagações artísticas e filosóficas. Quase todos os artistas selecionados para esta mostra estudaram e iniciaram as suas carreiras no difícil ambiente da ditadura portuguesa em que a censura e a repressão política e cívica conduziu vários deles à prisão, caso de Júlio Pomar e de Nikias Skapinakis, ou ao exílio mais ou menos forçado e permanente, como aconteceu com António Dacosta, Jorge Martins e Paula Rego. A partir da segunda metade dos anos 1950, vários dos protagonistas da arte portuguesa do último terço do século XX tiveram a possibilidade de realizar estudos no estrangeiro, quase sempre em Paris ou Londres, com pontuais estadas em Munique ou Nova Iorque, como foi o caso de Lourdes Castro, René Bertholo, João Vieira, Jorge Martins, Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Eduardo Batarda. Tal permitiu aos artistas desta geração absorverem as pesquisas modernistas desenvolvidas pelos artistas da geração anterior, como Júlio Pomar, Fernando Lanhas, Nikias Skapinakis e Joaquim Rodrigo, articulando-as com os questionamentos plásticos e estéticos que se processavam nos centros artísticos internacionais.

Para estes artistas bem informados acerca dos caminhos da arte europeia e norte-americana na exploração da diluição das fronteiras entre cultura erudita e popular, no interesse pelas diversas manifestações da realidade e da comunicação mediática, na desmaterialização dos objetos artísticos, a opção pela pintura e pela escultura foi motivada pelo imperativo de desfazer um regime de imagens dependente da propaganda ideológica do Estado Novo, vinculado à representação dos valores conservadores e populares de uma sociedade que se queria estática, e reelaborar novas formas de ver e imaginar a realidade, consonante com a visão dinâmica de um mundo em transformação”.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e a entrada é gratuita.

CAMINHA RETOMA OBRAS EM VILAR DE MOUROS

Os trabalhos de pavimentação e de colocação de tubagem de saneamento, que integram a empreitada da rede de saneamento de Vilar de Mouros, foram retomados, após uma interrupção imposta pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) para execução de sondagens arqueológicas.

Trata-se de um investimento que ronda os 800 mil euros e que vai garantir a qualidade do serviço prestado às populações e a sustentabilidade dos sistemas.

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CAMINHA: INVESTIMENTO CRESCE PARA MAIS 2,4 MILHÕES DE EUROS COM AS NOVAS COMPETÊNCIAS NA EDUCAÇÃO

Câmara aceitou desafio e vai procurar “fazer melhor” com os meios disponíveis

O Município de Caminha vai assumir novas competências no domínio da Educação. É mais um desafio, numa área particularmente relevante em todos os aspetos, como sublinhou o presidente da Câmara, ontem, na reunião do Executivo. A aceitação das competências previstas no Decreto-lei n.º 21/2019, que concretiza a transferência de competências para as Câmaras Municipais e Comunidades Intermunicipais no domínio da Educação, foi aprovada por maioria e traduz-se, no caso de Caminha, numa responsabilidade de investimento de mais de 2,4 milhões de euros anuais.

A área da Educação significa atualmente para a Câmara uma despesa de cerca de um milhão de euros, repartidos por recursos humanos, transportes, refeições, etc., despesa essa que é vista como um “investimento”, nas palavras de Miguel Alves, que acredita também que, “com igualdade e empenho de recursos, o Município fará melhor do que a Administração Central”. A assunção de novas competências elevará esse investimento para mais de 2,4 milhões de euros e implica a passagem para o quadro do Município de 60 trabalhadores não docentes. De facto, todas as questões relativas a recursos humanos, excetuando os docentes, serão no futuro da competência do Município.

O próximo ano letivo 2019/2020 será já desenvolvido no novo quadro, sendo que a proximidade que esta decisão também acarreta é vista positivamente pela diretora do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, conforme foi transmitido na reunião do Executivo pela vereadora com o pelouro da Educação, Liliana Ribeiro.

Recorde-se que o novo quadro de competências das autarquias locais e das entidades intermunicipais em matéria de educação concretiza um modelo de administração e gestão do sistema educativo que respeita a integridade do serviço público de educação, a equidade territorial e a solidariedade intermunicipal e inter-regional no planeamento das ofertas educativas e formativas e na afetação dos recursos públicos no quadro da correção de desigualdades e assimetrias locais e regionais, bem como a tomada de decisões numa lógica de proximidade. Salvaguardando-se a autonomia pedagógica e curricular dos agrupamentos de escolas.

Conforme se explica na proposta ontem aprovada, este decreto-lei procede ao reforço das áreas que anteriormente foram descentralizadas para os municípios conferindo-lhes, também, novas competências e organizando num único diploma legal as competências das autarquias locais e entidades intermunicipais nas vertentes de planeamento, investimento e gestão no domínio da educação e regulando o funcionamento dos conselhos municipais de educação. A este respeito, destaca-se a manutenção da carta educativa municipal e do plano de transporte escolar como instrumentos de planeamento e a consagração da participação das entidades intermunicipais no planeamento plurianual da rede de oferta de educação e formação. As competências das autarquias locais no domínio do investimento, equipamento, conservação e manutenção de edifícios escolares são alargadas a todo o ensino básico e ao ensino secundário.

Também o fornecimento de refeições em refeitórios escolares dos estabelecimentos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário passa a ser gerido pelos municípios.

A proposta aprovada será agora submetida à Assembleia Municipal.

De referir que estão em curso os respetivos processos de requalificação e de construção da Escola Sidónio Pais e da Escola Básica de Vila Praia de Âncora e Academia de Música Fernandes Fão respetivamente, bem como, o investimento já havido na atual Escola Básica e Secundária de Vila Praia de Âncora.

Na reunião de ontem foi também aprovado um voto de louvor a todas as associações e entidades similares do concelho, apresentado pelo vice-presidente da Câmara. Guilherme Lagido quis, assim, enaltecer o importante trabalho prestado graciosamente, em prol da comunidade, e que se traduz em benefícios sociais e económicos avultados, gerando riqueza.  

JARDIM DE INFÂNCIA DE ÂNCORA ALVO DE UMA INTERVENÇÃO

Câmara de Caminha está a substituir cobertura do edifício

Em setembro, no início do próximo ano letivo, os meninos que frequentam o Jardim de Infância de Âncora vão ter uma escola “mais amiga do ambiente”, “mais saudável” e com melhores condições térmicas. A Câmara Municipal de Caminha está a substituir a cobertura do edifício, um investimento que ultrapassa os 30 mil euros. Liliana Ribeiro, vereadora da Educação, visitou o local, a fim de acompanhar o desenrolar da intervenção.

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Recorda-se que, a Beneficiação do Jardim de Infância de Âncora foi uma das propostas vencedoras do Orçamento Participativo de 2016. Nesta fase, estão a ser substituídas as chapas de fibrocimento existentes na cobertura por painéis metálicos tipo "sandwich" com 40mm de espessura. Com esta intervenção acabam os problemas relacionados com o amianto e com o conforto térmico do edifico.  Tudo indica que a obra termine até ao final do mês.

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CAMINHA REGRESSA À IDADE MÉDIA DE 24 A 28 DE JULHO

Antigo Edifício do Convento de Santa Clara acolheu a apresentação da programação da Feira Medieval intitulada “Caminha Monástica”

Caminha regressa à Idade Média de 24 e 28 de julho, com a promoção de mais uma edição da Feira Medieval. Subordinada ao tema “CAMINHA MONÁSTICA”, esta edição promete algumas novidades. O programa da Feira Medieval foi apresentado esta manhã. “A Feira Medieval de Caminha é hoje considerada como uma das 5 melhores feiras medievais do país. Nós queremos sempre um pouco mais, embora seja difícil. O que é que nos temos vindo a fazer nos últimos anos: ao lado do reforço da animação, do espetáculo propriamente dito, tentamos chamar a atenção para aquilo que está na génese desta feira: o contexto histórico da vila de Caminha, mas também do Município de Caminha, por isso, envolvemos as juntas de freguesia, a escola” referiu Miguel Alves.

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O antigo Edifício do Convento de Santa Clara, em Caminha, foi o cenário escolhido para a apresentação da programação da Feira Medieval intitulada “Caminha Monástica”. O momento contou com a presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha, Paulo Torres Bento, professor do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, vereadores da Câmara Municipal, presidentes de diversas freguesias do concelho, e com a participação especial da Minho Dança e da Academia Sénior de Caminha.

Paulo Torres Bento fez o enquadramento histórico da Feira Medieval de Caminha. Recorda-se que “o concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) — este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) —, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão.   O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas — dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras —, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais.  Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela — alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 — e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os “deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara”, que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas” - Departamento de Ciências Sociais e Humanas — Grupo de História Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha.

Sobre a temática desta edição, o presidente da Câmara referiu: “Este ano decidimos falar desta Caminha monástica que é muito evidente, mas que nem toda a gente vê. Queremos chamar a atenção para aquilo que fez e construiu Caminha ao longo dos anos. E estas comunidades monásticas construíram Caminha, contribuíram para aquilo que ela é”.

Com um mercado medieval atrativo e um programa de animação aliciante, a Feira Medieval de Caminha é já uma referência. No mercado medieval vão abundar os petiscos medievais, desde a cerveja artesanal, produtos aromáticos, bijuteria, artesanato, couro, até aos brasões de família, brinquedos medievais, entre muitos outros artigos. A programação não vai ficar atrás, e vai convidar os visitantes a passear pelos vários espaços. Animação de rua contínua com músicos, bobos, cavaleiros, teatro e aves de rapina; acampamento medieval; danças palacianas e danças do povo, encenações, música medieval, torneio medieval com cavalos e cavaleiros, torneios equestres, cortejos, exibição de voos de aves de rapina, jogos medievais, espetáculos de fogo, saltimbancos, falcoaria, exposições e oficinas, são alguns dos espetáculos que vão dar o mote a esta edição.

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CONTEXTO HISTÓRICO

O concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) — este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) —, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão.

O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas — dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras —, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais.

Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela — alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 — e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os “deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara”, que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas.

Departamento de Ciências Sociais e Humanas — Grupo de História

Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha

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HORÁRIO

Qua, Qui e Sex 24, 25 e 26 julho: 18H00 – 01H00

Sáb. 27 julho: 11H00 – 01H00

Dom 28 julho: 11H00 – 00H00

QUA 24 JUL

OUTORGA DO FORAL DE CAMINHA PELO REI D. DINIS

 

Caminha recebe o seu primeiro Foral a 24 de julho de 1284, outorgado por D. Dinis, que atribui a esta Vila um código de privilégios, obrigações e liberdades que vieram aplacar diferendos e servir como instrumento de luta contra a ambição e poder senhorial e eclesiástico nestas terras

QUA 24 JUL | 18H00

ABERTURA OFICIAL DA FEIRA MEDIEVAL DE CAMINHA

O clérigo de Santa Maria de Caminha declara a abertura das Portas do Reino

EXPOSIÇÕES

CAMINHA E AS ORDENS MONÁSTICAS | OS CONVENTOS CAMINHENSES

Arcadas do Edifício Paços do Concelho

Conheça as comunidades monásticas que o concelho de Caminha acolheu ao longo da Idade Média, o Mosteiro de São João de Arga, beneditino, fundado em inícios do século XII, e o Convento de Santa Maria da Ínsua (1392).

“AVES DE RAPINA”

Terreiro

Exibição de aves de rapina diurnas e noturnas, materiais de falcoaria artesanal, exposição de ovos reis e plumas de variadíssimas espécies. Informação ao público sobre falcoaria, como centro de reprodução e recuperação de aves.

Acampamento Medieval”

Adro da Igreja Matriz de Caminha

Este espaço recria o quotidiano de um acampamento medieval, com os seus ofícios e as lavouras do dia a dia, assim como as atividades de treino na lide das armas.

TERREIRO

Quarta

18H30 | Exibição de voos de Aves de Rapina

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval - Minho Dança

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Quinta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras Cortesãs enfeitiçam os Homens do Reino

Sexta

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

20H30 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

21H30 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

22H00 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Sábado

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

15H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

16H15 | Alforria – A vida numa Carroça

19H00 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

Domingo

12H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

12H30 | Alforria – A vida numa Carroça na Praça do Reino

16H30 | As Nobrérrícas, Marquesas e baronesas espalham encantos pelas gentes do reino….

19H00 | Exibição de Voos de Aves de Rapina

21H00 | Danças Orientais

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

ADRO DA MATRIZ

Quarta

19H30 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Reino

22H00 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

23H30 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Quinta

18H30 | Desfile de Cavaleiros pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sexta

18H00 | Cavaleiros em Desfile pelas ruas do Burgo

23H00 | Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval

Sábado

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

Domingo

Espetáculo Equestre no Acampamento Medieval de hora em hora

22H30 | Cortejo Inaugural - Caminha Monástica

O Mosteiro como Unidade Económica – Apanha de Bivalves (lapa, mexilhão) para alimentação / cal hidratada para construção civil / Apanha de Algas (Sargaço), Camboas para o Peixe, Salinas;

O Mosteiro e a Componente Religiosa e de Festa Popular – Ranchos de Peregrinação a S. João D´Arga e Sta. Bárbara

O Mosteiro e a Caridade — Enfermaria, Apoio aos Pobres e Acolhimento de Peregrinos;

O Mosteiro como Centro de Cultura e Educação – Oficina dos monges copistas, códices, iluminuras (scriptorium); Escolas monásticas; a Regra de São Bento.

 

Acompanham Cavaleiros, Músicos, Alquimistas, Trovadores, Malabares de Fogo, Gentes do Povo e Nobres em Cortejo

Percurso:  Adro da Igreja Matriz, Rua de Meios, Terreiro, Rua das Flores, Terreiro, Rua do Vau e Adro da Matriz.

LARGO DO POÇO

Quarta

19H15 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo  

00H30 | Goblins do Fogo, Espetáculo de Fogo

Quinta

00H30 | E tudo o fogo ateou… - Espetáculo de Fogo

Sexta

19H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria

20H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sábado

11H00 | As Nobrérricas, Marquesas e Baronesas espalham encantos pelas gentes do reino

12H15 | Malabares Dançantes Vagueiam pela Praça

14H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

23H30 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Domingo

11H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

14H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam vendendo os seus remédios caseiros

16H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

19H00 | Danças do Povo ao Som da Música Medieval

MURALHAS DO CONVENTO

Sábado

22H00 | Torneio Medieval com cavalos e cavaleiros

RUA DAS FLORES

Quarta

18H00 | Malabares Dançantes animam o Burgo

20H00 | Danças Orientais

Quinta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

Sexta

18H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

19H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do Reino

21H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H30 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem Sabedoria e Esperança

14H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H30 | Salt`Aqui, Salt`Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

20H00 | Danças Orientais

Domingo

11H15 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

14H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

18H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

21H30 | Os Seres da Floresta, Fadas e Magos da Floresta deambulam entre sonhos e magia

LARGO DO HOSPITAL

Quarta

21H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

19H15 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs intriguistas tentam os homens do Reino

Sexta

18H30 | Agostinho e Felicidade, Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H00 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei 

20H00 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Sábado

11H00 | Cavaleiros em Desfile

15H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Domingo

12H00 | Desfile de Cavaleiros pelo Burgo

13H30 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam os homens do reino

17H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

RUA DE MEIOS

Quarta

18H00 | Salt’Aqui, Salt’Acolá, Bufons Malabaristas dispostos animar as gentes do Burgo

Quinta

18H00 | As Pêgas da Corte – Provocadoras cortesãs enfeitiçam as gentes do reino

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval - Oficina de Aprendizes

Sexta

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

20H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

20H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

Sábado

11H15 | Burlões Trapaceiros espalham truques e ilusões na Praça d’El Rei

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

15H00 | Os Caçadores de Ratos, deambulam pelo Burgo

19H30 | A Trupe “Os Almeidas” deambulam pelo Burgo

Domingo

11H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

13H00 | A Arte da Caligrafia Medieval na Oficina de Aprendizes

17H00 | Trocadores de Flores e Plantas Medicinais transmitem sabedoria e esperança

19H30 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

RUA DO VAU

Quarta

20H30 | Malabares vagueiam por terras do reino

Quinta

20H15 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

00H00 | Goblins do Fogo – Espetáculo de Fogo

Sexta

18H15 | Malabares Dançantes vagueiam pela praça

20H00 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus produtos caseiros

21H00 | Danças Orientais

00H00 | Espetáculo de Fogo – E tudo o fogo ateou…

Sábado

11H30 | “A Fuga“ da Trupe os Almeidas

13H30 | Vendedores do Oriente, espalham pós milagrosos, tecidos e perfumes vindos de outras terras

16H00 | Feios e Mal Cheirosos – Personagens Medonhas intimidam as gentes

19H15 | Os Vendedores de Chagas, pobres leprosos deambulam a vender os seus remédios caseiros

Domingo

11H30 | A Arte da Adivinhação, gentes nómadas espelham sonhos e alegria em troca de algumas moedas…..-

15H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

18H00 | Dançantes e Malabares inundam as terras do reino

20H15 | O Misterioso Caldeirão da Bruxaaprendizes de feiticeira evocam o acordar da Bruxa

GRUPOS DE ANIMAÇÃO:

Curinga, Sons da Suévia, Lôa Trovadoresca, Gaitas Sirigaitas, Trabucos, Cetrería Aurélio, LePersilNoir, Os Almeidas, AGAPE, Boca de Cão, Kinessis, Porta de Cena.

Com a participação das Juntas de Freguesia, Associações e grupos do Concelho de Caminha.

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CAMINHA: EXECUÇÃO DA REDE DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS EM FASE DE CONCLUSÃO

Investimento de cerca de meio milhão de euros complementa um vasto conjunto de ações

A defesa da floresta contra incêndios é uma das prioridades do Município de Caminha. São muitos os investimentos que têm sido realizados nas florestas do concelho, para criar condições que minimizem o risco da ocorrência de incêndios florestais. É o caso da empreitada de execução da Rede de Defesa da Floresta Contra Incêndios, que está em fase de conclusão. Só este investimento, de cerca de meio milhão de euros, permitiu executar as faixas de gestão de combustível das redes primária e secundária, numa área de 315,52 hectares.  A esta empreitada juntam-se os trabalhos levados a cabo pela Equipa de Sapadores Florestais (SF 25-111). Guilherme Lagido, vice-presidente do Município, fez um périplo pelo concelho a fim de verificar o trabalho já realizado.

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A operação (Rede de Defesa da Floresta Contra Incêndios) permitiu executar a rede de faixas de gestão de combustíveis – primária e secundária – planeadas em sede de PMDFCI, com uma abrangência municipal, com vista à minimização dos efeitos da passagem dos incêndios florestais.

As freguesias abrangidas foram: Arga (Arga de São João, Arga de Cima e Arga de Baixo), Lanhelas, Seixas, Vilar de Mouros, Argela, Dem, Gondar e Orbacém, Riba de Âncora, Âncora, Venade e Azevedo, Vilarelho e Vila Praia de Âncora.

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A empreitada incluiu várias intervenções: execução de trabalhos florestais de corte e controlo do estrato arbustivo e herbáceo; corte e desbaste de povoamentos florestais, para correção de densidades; desramações e podas; acordoamento e trituração de despojos e controlo/erradicação de espécies infestantes, como são os casos da háquea e da acácia, de modo a evitar a propagação de incêndios florestais e reforçar as condições de segurança das forças de combate.

Com estes trabalhos pretendeu-se aumentar a resiliência do território florestal ao risco de incêndio florestal; diminuir a área percorrida por grandes incêndios florestais; criar oportunidades de apoio ao combate a eventuais incêndios florestais; alterar o regime de fogo do concelho e, ainda, a recuperação silvo pastoril do território, que se reveste de enorme importância para as populações, sobretudo as de montanha.

Mas, como referimos, os trabalhos da defesa da floresta contra incêndios no concelho de Caminha não se resumem à execução de faixas de gestão de combustível das redes primária e secundária do concelho. Ao longo do ano, são muitas as ações realizadas no mesmo âmbito, privilegiando-se a prevenção. De facto, o Município tem levado a efeito, através da Equipa de Sapadores Florestais (SF 25-111), múltiplos trabalhos, como são os casos das ações de silvicultura preventiva, ações de gestão florestal, vigilância, primeira intervenção em incêndios florestais e apoio a rescaldo e vigilância pós-incêndio.

De realçar que, recentemente, esta equipa procedeu a trabalhos de limpeza, manutenção e requalificação da rede de pontos de água do concelho, bem como à beneficiação, desobstrução e limpeza de caminhos estruturantes da rede viária florestal.

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FUNCIONÁRIA DO MUNICÍPIO DE CAMINHA COLHIDA POR COMBOIO EM REBOREDA

Uma funcionária da Câmara Municipal de Caminha foi atropelada mortalmente por um comboio em Reboreda, Vila Nova de Cerveira, pelas 15H30 de ontem.

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Helena Sofia Martins, de 42 anos, natural de Riba d'Âncora, foi funcionária da Junta de Freguesia e transitou para os serviços camarários pouco tempo antes da abertura das piscinas municipais de Vila Praia de Âncora, onde exercia actualmente funções.

No anterior mandato autárquico manteve-se durante cerca de dois anos no cargo de tesoureira da Junta de Freguesia.

Durante o período em que a Associação de Riba d'Âncora (ARA) teve em funcionamento a secção de Futsal, Helena Martins era habitualmente a delegada aos jogos desta equipa e foi uma das principais impulsionadoras deste desporto em Riba d'Âncora.

Fonte: http://www.caminha2000.com/

 

“UM LIVRO, UMA CONVERSA E ÀS VEZES UM FILME” JUNTA EM CAMINHA JÚLIO MACHADO VAZ, INÊS MENESES E FRANCISCO GUEDES DE CARVALHO

Sessão decorre na Biblioteca Municipal de Caminha, no dia 19 de julho, pelas 18H30

 “Um livro, uma conversa e às vezes um filme” vai apresentar o livro “O Amor é: Para Memória Futura”, de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses, apresentado por Francisco Guedes de Carvalho. A sessão vai decorrer no dia 19 de julho, pelas 18H30, na Biblioteca Municipal de Caminha.

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Esta quarta edição de “Um livro, uma conversa e às vezes um filme” junta em Caminha rostos bem conhecidos do grande público, como são os casos de Júlio Machado Vaz e Francisco Guedes de Carvalho.

Na sinopse do livro pode ler-se: “neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.”

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Com um vasto currículo, o professor doutor Júlio Guilherme Ferreira Machado Vaz conta com vários livros publicados, com destaque para O Sexo dos Anjos; O Fio Invisível; Sábados, Domingos e outros Dias; Muros;  Conversas no Papel;  Estilhaços; Estes Difíceis Amores;  Olhos nos olhos; O Tempo dos Espelhos;  O Amor é;  Aqui entre nós;  Era uma vez um Professor;  Vinte Anos Depois;  À beira-rio;  O Amor é para Memória Futura. No campo da rádio, também é um nome conhecido pelos programas: O Sexo dos Anjos; A Bela e os Monstros; O Amor é. E na área da televisão, tem sido o rosto de vários programas, como são os casos de Sexualidades; Estes difíceis Amores e Serralves Fora de Horas.

Inês Meneses estreou-se em rádio em Vila do Conde, esteve doze anos na TSF e está na Radar há treze. Colabora com a Antena 1 e com o Expresso. Assinou na imprensa a crónica O Sexo e a Cidália durante mais de dez anos. Publicou o livro Amores Impossíveis.

Dono de um vasto curriculum, Francisco Guedes de Carvalho é autor de vários livros: Receitas Portuguesas, os pratos típicos de todas as regiões; As 100 maneiras de cozinhar bacalhau e outros peixes; As 100 maneiras de cozinhar o porco e outras carne e Guia dos restaurantes de Portugal. É também responsável pela tradução de vários livros. É ainda responsável pela organização de Correntes d´Escritas, na Póvoa de Varzim; Literatura em Viagem, em Matosinhos; o FLiD — Festival Literário do Douro, no Espaço Miguel Torga, S. Martinho de Anta, Sabrosa; entre outros.

A decorrer nas Bibliotecas de Caminha e de Vila Praia de Âncora, “Um livro, uma conversa e às vezes um filme” ainda vai trazer ao concelho Frei Bento Domingues com o livro “A Religião dos Portugueses” e Nuno Brandão Costa com o livro “São João de Deus” e Sérgio Fernández.

Esta iniciativa é organizada pelos Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha e pela Câmara Municipal de Caminha.

É de referir que os Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha (RBC) tornam-se leitores inscritos nas bibliotecas do concelho de Caminha. O estatuto de Amigo da RBC é formalizado através do preenchimento de um formulário, (com os dados biográficos essenciais e contactos) e da oferta de um livro que reverterá para a coleção da Biblioteca Municipal. A participação no grupo de Amigos da RBC é voluntária, exclui qualquer compensação e cessará no momento em que o Amigo assim o desejar. Através da sua ação, os Amigos RBC pretendem contribuir, de modo particular, para o desenvolvimento das competências e serviços das mesmas e, genericamente, para o progresso cultural da comunidade que estas servem.

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TURISTAS CRESCEM 18% EM CAMINHA NO 1º SEMESTRE DO ANO

Postos de Turismo de Caminha e Vila Praia de Âncora atenderam mais de 12 mil turistas nos primeiros seis meses de 2019

Dando continuidade ao que se vem passando nos últimos seis anos, os Postos de Turismo do concelho de Caminha (Caminha e Vila Praia de Âncora) atenderem mais 18% de turistas do que em igual período do ano passado. Os técnicos municipais receberam 12.278 turistas, com destaque para Vila Praia de Âncora que atendeu mais de 6.600 turistas num crescimento de 30% relativamente a 2018.

 Os portugueses são aqueles que mais visitam os Postos de Turismo do concelho de Caminha, seguidos dos espanhóis, alemães, franceses e britânicos. Para Miguel Alves, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, “o crescimento do número de turistas só surpreende quem anda desatento. A indústria do Turismo é a mais importante do concelho, o investimento público e privado tem crescido nesta área e não é á toa que, nestes seis últimos anos, temos crescido sempre em número de turistas e de proveitos na hotelaria e restauração”. Para o autarca, “a conquista de cinco bandeiras azúis para as nossas praias, a construção de novas ecovias, a valorização da biodiversidade na Serra d’Arga, a melhoria do espaço público e a recuperação e criação de eventos como o Festival EDP Vilar de Mouros, a Festa do Espadarte, o Artbeerfest e tantos outros, têm contribuído, ao lado do excelente trabalho dos privados (restaurantes, hotéis, comércio) para elevar, cada vez mais alto, o nome do concelho de Caminha como uma referência de bem receber”.

De acordo com os últimos números do Instituto Nacional de Estatística, desde 2013 o número de hóspedes no concelho de Caminha cresceu 87,7% e os proveitos da hotelaria subiram 112%.