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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEIRA AGRÍCOLA E DOS PRODUTOS TRADICIONAIS ANIMA VILA PRAIA DE ÂNCORA DE 20 A 22 DE SETEMBRO

Daniel Cristo sobe ao palco sábado, pelas 21H30

De 20 a 22 de setembro, a Feira Agrícola e dos Produtos Tradicionais está de regresso a Vila Praia de Âncora. Workshops infantis, expositores com produtos tradicionais e artesanato, música tradicional e exposição de antiguidades e colecionismo dão o mote a esta edição. A abertura do certame está agendada para sexta-feira, pelas 15H00.

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A organização está a ultimar os preparativos para que esta edição ultrapasse as expectativas. De facto, a azafama já se faz sentir no Parque Dr. Ramos Pereira para que sexta feira, às 15H00, esteja tudo a postos para mais uma grande abertura. O ponto alto deste evento vai acontecer sábado, dia 21, pelas 21H30, com a atuação de Daniel Pereira Cristo.

A Feira Agrícola e dos Produtos Tradicionais visa a divulgação e promoção da agricultura, bem como a comercialização dos seus produtos. Pretende ainda servir de incentivo à instalação de Jovens Agricultores com projetos inovadores e permitir o debate de questões ligadas ao setor primário, integrando parceiros e instituições ligados à atividade agrícola. Com um programa aliciante, para todos os tipos de públicos, esta edição promete.

Expositores com produtos tradicionais e artesanato, workshops infantis e exposição de antiguidades e colecionismo são as ofertas permanentes. Mas há mais. No dia de abertura, a partir das 18H00, a animação de rua será constante. Pelas 21H30, a música tradicional com a atuação da Academia de Danças e Cantares de Vilarelho vai encher o Parque Dr. Ramos Pereira.

Sábado, durante o dia vão decorrer vários workshops. Pelas 11H00, terá lugar o workshop “Pequenos almoços saudáveis e aromáticos, com a colaboração das Aromáticas Vivas; pelas 14H30, decorrerá o workshop “Plantas com Sabor”, com a participação de Carlos Venade e Elena Varela e no final da tarde, pelas 18H30, o Workshop “Sabores da Floresta”, com a colaboração do Conselho Diretivo do Baldio de Riba d’Âncora. Quanto á animação, pelas 16H00, atuará o Grupo de Concertinas do Vale do Âncora; pelas 17H00, o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga e pelas 21H30, terá lugar o ponto alto do certame com o concerto de Daniel Pereira Cristo.

No domingo, o dia começa com a animação de rua com o Grupo de Bombos de Vila Praia de Âncora. Pelas 11H00, terá lugar uma Prova de Mel, com a colaboração da APIMIL. A tarde será dedicada à música tradicional. A partir das 15H30, pelo palco do Parque Ramos Pereira passará o Grupo de Cavaquinhos da Associação Recreativa e Cultural de Riba de Âncora; o grupo “Do Lusco O Fusco” de A Guarda e ainda o Etnográfico de Vila Praia de Âncora

O certame é organizado pelo Município de Caminha.

VILA PRAIA DE ÂNCORA: CONSTRUÇÃO DA PASSAGEM PEDONAL DA TRAVESSA DO TEATRO ARRANCA HOJE

Investimento de 500 mil euros avança no terreno e obriga a limitações na gestão do tráfego automóvel nas imediações

Arrancam hoje as obras de construção da passagem inferior pedonal em Vila Praia de Âncora que permitirá o atravessamento da linha em segurança entre a rua 31 de janeiro e a Avenida Doutor Ramos Pereira, junto à praia.

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Os trabalhos iniciam-se com a vedação dos espaços, por questões de segurança e decorrerão durante o período diurno e noturno tendo em conta que a passagem de comboios não é interrompida. A obra, tecnicamente complexa, será efetuada no topo sul do apeadeiro de Âncora Praia e na zona da praia junto à Travessa do Teatro e ao Parque de estacionamento sito em frente ao Posto de Turismo e a alguns estabelecimentos comerciais. A obra tem o valor aproximado de 500 mil euros e está incluída na empreitada de Modernização da Linha do Minho entre Viana do Castelo e Valença que foi consignada a 27 de julho de 2018 e está em curso desde essa data.

A Câmara Municipal de Caminha informa todos os munícipes e visitantes de Vila Praia de Âncora que a prossecução da obra obriga a gerir o tráfego automóvel nas imediações, desde logo através da supressão temporária de uma faixa de rodagem na Avenida Doutor Ramos Pereira numa extensão de 20 metros e a colocação de sinalização temporária. A realização dos trabalhos criará também alguns incómodos de ruído, decorrendo em período diurno e noturno. Prevê-se que a obra possa durar 8 meses.

As obras de Modernização da Linha do Minho são uma empreitada da Infraestruturas de Portugal e decorrem já há alguns meses no concelho de Caminha com a colocação de catenárias ao longo da travessia, a impermeabilização do túnel de Caminha, o rebaixamento de linha em alguns pontos delicados e uma difícil intervenção na ponte sobre o rio Coura.

MUNICÍPIOS DE FRONTEIRA REAFIRMAM IRMANDADE SOB O RIO MINHO

Os 13 concelhos da raia minhota - cinco portugueses e oito galegos -, procederam, esta terça-feira, à assinatura conjunta da Ata de Reconhecimento de Fronteira do Rio Minho. A cerimónia de periodicidade anual decorreu em pleno rio Minho, entre Vila Nova de Cerveira e Tomiño, a bordo do NRP Rio Minho da Marinha Portuguesa, e visa a afirmação das relações institucionais e sociais existentes no presente e para o futuro.

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A convite do Capitão do Porto de Caminha, o Capitão-tenente Pedro Miguel Costa, e do Comandante Naval do Miño, Ignacio Tobarra, estiveram presentes no NRP Rio Minho os representantes dos municípios portugueses de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção e Melgaço, e dos concelhos galegos A Guarda, O Rosal, Tomiño, Tui, Salvaterra do Miño, As Neves e Arbo que, pela assinatura do documento, solidificaram a irmandade daquela linha imaginária do rio Minho, comprometendo-se com a continuidade da sua preservação e valorização.

Do lado português, a lancha NRP Rio Minho partiu de Vila Nova de Cerveira, levando a bordo os autarcas portugueses, e a lancha espanhola, Cabo Fradera, saiu de Tui, com os representantes galegos. As duas embarcações encontraram-se no meio do rio, para uma cerimónia conjunta que acontece pela quarta vez, e na qual se formalizou a assinatura do documento.

À semelhança dos seus homólogos, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e as alcaldesas dos Ayuntamientos de O Rosal, Ánxela Fernández Callís, e de Tomiño, Sandra Gonzalez Alvarez, formalizaram a ata de vistoria de fronteira entre os dois países, onde consta que não se verificou qualquer alteração no percurso do referido curso de água.

Além dos autarcas, marcaram presença na cerimónia o Comandante da Capitania de Caminha, Pedro Costa, o Comandante da Capitania de Tui, Juan Diaz, o Presidente da Delegação Portuguesa da Comissão Internacional de Limites, Embaixador Mário Godinho de Matos, o Diretor Geral da Autoridade Marítima e Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante Luis de Sousa Pereira, e o Comandante de las Unidades de la Fuerza de Acción Marítima en Ferrol y Comandante Naval de Ferrol y La Coruña, D. Fernando José Suárez Fonseca.

A cerimónia oficial enquadra-se nos termos do Artigo 25º do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, de 29 de setembro de 1864, quando foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho que serve de fronteira entre os dois países.

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: TERRA DE FOLCLORE!

Vila Praia de Âncora não é apenas praia e turismo. Gentes do mar que um dia atravessaram o rio Minho para aqui se estabelecerem junto ao pequeno forte da Lagarteira. É também terra de gente que lavra e semeia em terra firme. E é terra de folclore!

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Nossa Senhora da Bonança é a sua padroeira – da vila e dos pescadores! Mas abençoa de igual modo as gentes do campo – lavradores e lavradeiras – porque todos são ancorenses!

Pelas ruas do centro histórico de Vila Praia de Âncora, Nossa Senhora da Bonança viu desfilar os ranchos folclóricos com as suas lavradeiras e sargaceiros. E não faltou sequer um convidado oriundo da irmã Galiza, mais precisamente da vizinha A Guarda.

Vila Praia de Âncora é terra minhota, o mesmo é dizer que é terra de folclore. E, como não podia deixar de suceder, possui o seu rancho folclórico com grande palmarés: o Etnográfico de Vila Praia de Âncora!

E, a cada ano que passa, Vila Praia de Âncora e as suas festas recebem cada vez maior número de visitantes que procuram as suas belezas, a gastronomia, o folclore, as festas e romarias em redor e, naturalmente, a magnífica praia que se estende até onde a vista alcança.

Fotos: Município de Caminha

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: FESTAS DE NOSSA SENHORA DA BONANÇA SÃO MANIFESTAÇÃO DE FÉ E TRADIÇÃO!

Como disse o sábio grego Platão, existem no mundo três espécies de homens: os vivos, os mortos e os que andam no mar.

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Esta é uma realidade que as gentes de Vila Praia de Âncora conhecem por experiência própria. Todas as manhãs, as mulheres aguardam com ansiedade o regresso dos seus maridos, acreditando que Nossa Senhora da Bonança sempre os protege. Mas, apesar dessa Fé inquebrantável, por vezes a tragédia já aconteceu à entrada do velho portinho em dias de temporal, a fúria do mar roubando vidas e espatifando embarcações contra o molhe.

Ainda o sol não se ergueu no firmamento e já a os pescadores estão a mudar as redes ao largo da costa, preparando-se para regressar ao portinho com aquilo que o mar lhes deu.

Junto à lota, aguardam-nos as mulheres para fazer a venda e, uma pequena multidão de turistas curiosos juntam-se para ver regressar os barcos.

Agora é a altura das gentes do mar – e de Vila Praia de Âncora – festejarem à sua padroeira, Nossa Senhora da Bonança!

Fotos: Município de Caminha

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“UM LIVRO, UMA CONVERSA E ÀS VEZES UM FILME” JUNTA EM CAMINHA NUNO BRANDÃO COSTA E SÉRGIO FERNÁNDEZ

Sessão decorre na Biblioteca Municipal de Caminha, no dia 20 de setembro, pelas 18H30

“Um livro, uma conversa e às vezes um filme” vai apresentar o livro “São João de Deus”, de Nuno Brandão Costa, apresentado por Sérgio Fernández. A sessão vai decorrer no dia 20 de setembro, pelas 18H30, na Biblioteca Municipal de Caminha.

Esta edição de “Um livro, uma conversa e às vezes um filme” junta em Caminha Nuno Brandão Costa (autor do projeto da Biblioteca Municipal de Caminha) e Sérgio Fernández.

Este livro de Nuno Brandão Costa e André Cepeda apresenta São João de Deus em transformação. É um livro de um arquiteto e de um fotógrafo. Um arquiteto que apresenta um projeto e obra que intervém no construído com a expetativa de repor um sentido que o tempo desvaneceu, e um fotógrafo que revela a continuidade do tempo, a natureza do lugar, a violência das transformações que ocorreram, ocorrem e vão continuar a ocorrer. É a cumplicidade entre o fotógrafo e o arquiteto que conduz a construção deste olhar singular. Além das anotações sintéticas do arquiteto e do fotógrafo, o livro contém textos de Pedro Levi Bismarck e Sérgio Mah, dois autores capazes de expandir o olhar crítico do livro para os respetivos campos disciplinares.

Na sinopse do livro pode ler-se: “São João de Deus é um lugar que parece ter nascido sob o signo da violência. Com a construção do Bairro de Rebordões, entre 1941 e 1944, este lugar marginal da cidade do Porto foi palco das mais profundas oscilações das políticas públicas de habitação, e da instabilidade da vida pública e privada de quem ali habitou. Apesar disso, São João de Deus nunca perdeu a sua luz mágica. No momento da edição deste livro está a concluir-se uma obra de renovação e ampliação das casas cujo projeto de arquitetura, de Nuno Brandão Costa, procura trazer nova esperança ao lugar. Ao longo de vários anos, o fotógrafo André Cepeda acompanhou a vida de São João de Deus, numa relação de proximidade entre o olhar, o espaço, a sua natureza e as suas vivências. Através da imagem, este livro procura conjugar os vários tempos do lugar, e mostrar a obra e a construção da arquitetura como parte de um tempo e de uma história. Os textos de Pedro Levi Bismarck e Sérgio Mah percorrem as páginas das políticas da habitação e da cultura da imagem para consolidar, no livro desenhado por Pedro Nora, a síntese de um lugar, um breve lapso no tempo da construção das formas da arquitetura e dos modos de vida em São João de Deus”.

Esta iniciativa é organizada pelos Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha e pela Câmara Municipal de Caminha.

É de referir que os Amigos da Rede de Bibliotecas de Caminha (RBC) tornam-se leitores inscritos nas bibliotecas do concelho de Caminha. O estatuto de Amigo da RBC é formalizado através do preenchimento de um formulário, (com os dados biográficos essenciais e contactos) e da oferta de um livro que reverterá para a coleção da Biblioteca Municipal. A participação no grupo de Amigos da RBC é voluntária, exclui qualquer compensação e cessará no momento em que o Amigo assim o desejar. Através da sua ação, os Amigos RBC pretendem contribuir, de modo particular, para o desenvolvimento das competências e serviços das mesmas e, genericamente, para o progresso cultural da comunidade que estas servem. 

VILA PRAIA DE ÂNCORA: NOSSA SENHORA DA BONANÇA LEVOU ANCORENSES EM PROCISSÃO NAVAL

As Festas de Nossa Senhora da Bonança já começaram e esta tarde decorreu a fantástica Procissão Naval.

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Em Vila Praia de Âncora foi também inaugurada uma escultura em homenagem aos pescadores e às suas famílias, da autoria de Mário Rocha.

As tradicionais festas dos pescadores de Vila Praia de Âncora estão a cada ano mais concorridas e celebradas, tudo levando a crer que em breve se tornarão uma das mais afamadas do Alto Minho.

Fotos: Município de Caminha

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MUSEU DE CAMINHA PROMOVE VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA – OBRAS DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA NA COLEÇÃO DE SERRALVES

Ambas as iniciativas decorrem sábado

No âmbito da exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, o Museu Municipal de Caminha vai promover sábado, dia 7 de setembro, uma visita guiada e uma oficina destinada às famílias. No dia 20, vai decorrer uma formação para técnicos e professores. As inscrições já estão a decorrer.

A visita guiada à exposição terá lugar já no sábado, dia 7, a partir das 11H00, e dirige-se ao público em geral. A partir das 15H00, vai decorrer a oficina destinada às famílias.

No dia 20 de setembro, decorrerá a formação dirigida a educadores, professores (dos vários níveis de ensino) e técnicos de serviços educativos no sentido de lhes oferecer um enquadramento geral da exposição, assim como algumas ferramentas de mediação com os objetos expositivos que lhes permitam posteriormente conduzir, de modo autónomo, atividades educativas dirigidas a crianças, jovens e adultos.

Ambas as iniciativas carecem de inscrição e são gratuitas.  Esta atividades vão ser dinamizadas pelos serviços educativos do Museu de Serralves.

Recorda-se que a exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, está patente ao público até ao dia 20 de outubro.

“A exposição representa, por um lado, os primórdios da constituição da Coleção de Serralves e, por outro, uma perspetiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960–80. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. Uma das particularidades mais notáveis da arte portuguesa neste longo período de consolidação das práticas artísticas em Portugal foi a relativa indiferença ou o recurso instrumental aos aspetos mais conceptuais e performativos da arte, não obstante alguns artistas se terem dedicado a eles, como Graça Morais, António Palolo e José de Carvalho, ou até terem sido incontornáveis e essenciais em períodos específicos das carreiras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Julião Sarmento. O que esta exposição procura verificar é o modo como a pintura e a escultura enquanto meios resultaram primordiais a todos estes artistas e às suas indagações artísticas e filosóficas”.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e a entrada é gratuita.