Mais de cem profissionais do Distrito marcaram presença na comemoração do Dia do Sapador
Ponte da Barca prestou hoje homenagem aos verdadeiros guardiões da floresta: os Sapadores Florestais. A manhã começou na Praça da República, onde mais de uma centena de sapadores foram recebidos num ambiente de partilha e reconhecimento.
Seguiu-se uma sessão solene no Auditório Municipal, com palavras de abertura do Presidente da Câmara, Augusto Marinho, que enalteceu o papel dos Sapadores Florestais como elemento-chave na defesa do território, na proteção das comunidades e na preservação dos nossos recursos naturais. Sublinhou ainda que é fundamental valorizar quem está no terreno, com competência, coragem e sentido de missão.
A cerimónia contou ainda com a intervenção da Arquiteta Sandra Sarmento, Diretora Regional da Conservação da Natureza e das Florestas do Norte, que destacou a importância do trabalho em equipa, da formação contínua e da missão dos Sapadores Florestais como primeira linha de defesa na segurança das populações e do território.
A jornada incluiu também uma ação de formação promovida pelo ICNF, reforçando competências e boas práticas no terreno.
Foi uma manhã dedicada à floresta, ao conhecimento e ao reconhecimento de quem todos os dias cuida do nosso território.
No próximo dia 6 de junho, o Município de Ponte da Barca acolhe as comemorações oficiais do Dia do Sapador Florestal, numa jornada que se pretende de reconhecimento, partilha e valorização de um dos pilares fundamentais da defesa e preservação do território.
A iniciativa, promovida em estreita colaboração entre a Câmara Municipal de Ponte da Barca, a Associação Florestal do Lima e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), reunirá dezenas de profissionais, técnicos e entidades ligadas à gestão e proteção da floresta, com um programa pensado para destacar a importância crescente do setor no contexto das alterações climáticas, da prevenção de incêndios e da resiliência dos ecossistemas naturais.
O programa tem início às 09h30, com a receção dos participantes na Praça da República. A sessão solene terá lugar às 10h00, no Auditório Municipal, com palavras de abertura pelo Presidente da Câmara Municipal, Augusto Marinho, e uma ação de formação promovida pelo ICNF, dirigida às Equipas de Sapadores Florestais (ESF), reforçando competências e boas práticas no terreno. A cerimónia encerra com a intervenção da Arquiteta Sandra Sarmento, Diretora Regional da Conservação da Natureza e das Florestas do Norte do ICNF.
O dia termina num ambiente de confraternização e proximidade, com um almoço convívio no Parque de Merendas da Senhora da Paz, em Barral (Vila Chã S. João), simbolizando o espírito de cooperação e comunidade que caracteriza a ação diária dos sapadores florestais.
Os Bombeiros Voluntários comemoram 144 anos de existência. Reza o seu historial oficial o seguinte:
“Após os acontecimentos de 23/04/1881, a cidade reagiu e nasceu a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo.
No dia 23 de Abril de 1881, pelas 06h30, deram as torres das igrejas sinal de incêndio, que se manifestou no armazém de enxofre que a empresa Araújo & Cª, do Porto, possuía na Rua do Cais (hoje Rua Prior do Crato), desta cidade. O armazém continha 1.016 sacas daquele produto e uma porção de urze seca, que servia para a estivagem de navios.
Compareceu a Companhia de Bombeiros Municipais (1) com os respectivos aparelhos, quase todo o Regimento de Infantaria 3, muitos guardas da fiscalização externa, e outras pessoas que, sob as ordens imediatas das autoridades, também presentes, principiaram a combater o incêndio, que ameaçava tomar enormes proporções.
Os vapores do enxofre a arder espalharam-se de maneira tal que sem o risco de asfixia fulminante ninguém se podia aproximar.
Afrontando ainda assim, com denodo extraordinário aquela atmosfera irrespirável, que até mesmo a grande distância incomodava, os bombeiros municipais, coadjuvados pelos porta-machados de infantaria 3, guardas de fiscalização e muitos particulares, começaram a inundar, com o serviço simultâneo de 3 bombas, pelo lado do cais e pela rua do mesmo nome, o 1º e 2ºs pavimentos do edifício incendiado. Apesar, porém, de todos os esforços e da ininterrupção do trabalho, dificultado pela estreiteza da rua e pela impossibilidade da entrada numa viela de 1 metro de largura (Viela do Enforcado), que separava a casa incendiada do edifício da alfandega, o fogo progredia sempre, o pânico aumentava e as nuvens de fumo sufocador tornavam cada vez mais critica a situação. Nesta conjuntura resolveu-se cortar o telhado do prédio, a fim de evitar a comunicação do fogo para os que lhe ficam contíguos.
Procederam a este serviço alguns dos bombeiros municipais, os porta-machados, e três carpinteiros das obras da barra, regulando os trabalhos o Eng.º João Thomaz da Costa (que viria a ser o Vice-Presidente da primeira Direcção e Presidente a partir de Janeiro de 1883), director das obras públicas do distrito. Foram então retiradas do pavimento superior do prédio incendiado muitas centenas de molhos de carqueja, que o fogo ainda não atingira. Concluído este serviço e quando o pessoal que o realizara tinha passado ao 2º andar, abateu uma porção de soalho, levantando-se então uma enorme labareda, uma língua de fogo, que produziu graves queimaduras nas pessoas presentes, ficando feridos, entre outros, o referido Eng.º João Thomaz da Costa, quatro porta-machados, o bombeiro Manuel Pinto de Campos, o carpinteiro José Ribeiro Taborda e Benjamim do Espírito Santo.
Prosseguiram depois os trabalhos de extinção. As bombas, sem cessar, inundaram tudo de água. No foco de incêndio, e sempre com grande custo, lançou-se uma grande porção de areia, que conseguiu amortecer a violência do fogo, que só nesta altura começou a ser dominado com vantagem.
Ao mesmo tempo retirava-se do armazém contíguo, e já por entre nuvens de fumo asfixiante, uma grande porção de latas de petróleo e barris de alcatrão, bem como se procedia ao despejo de importante depósito de cereais que António Pires Barbosa, negociante desta cidade, possuía junto e ao nascente do prédio incendiado.
Até às cinco da tarde continuaram, sem cessar, estes trabalhos e perto das seis suspenderam-se, porque o fogo parecia extinto e já se podia penetrar no armazém. Durante a noite ficaram ali as bombas, um piquete de tropa, a Companhia de Bombeiros e muitas outras pessoas, mas nada houve que desse a conhecer a continuação do fogo, o qual se dava já por completamente terminado.
Do edifício da alfândega, que fica nas traseiras do prédio em que o fogo causou tão avultados prejuízos, foram retiradas todas as mercadorias, mobília e arquivo das repartições.
O Governador Civil telegrafou para o Porto requisitando auxílio de material e pessoal habilitado. Depois como o incêndio declinasse, expediu ordem em contrário, e o comboio de socorro, que já estava preparado, vindo nele uma grande parte da Associação de Bombeiros Voluntários do Porto, não chegou a partir da estação de Campanhã.
No dia 29 daquele mês, vários cavalheiros da cidade, a fim de combinarem nos meios a adoptar para a organização de um corpo de bombeiros voluntários, reuniram-se na casa da Associação Comercial. Foi nomeada uma comissão encarregue de proceder aos trabalhos preparatórios, a qual ficou composta da seguinte maneira:
- Randolpho Rosmiro Correa Mendes
- António Adelino de Magalhães Moutinho
- Manoel José da Silva Couto
- Sebastião da Silva Neves
- Ventura Malheiro
No dia 15 de Maio, pelas 11 horas, realizou-se nas instalações do Liceu (hoje Escola Pluricurricular de Santa Maria Maior) uma reunião, que foi presidida pelo Governador Civil, Boaventura José Vieira. Foi apresentado o projecto de estatutos, que foi aprovado, e logo ali foi aberta inscrição de sócios das diversas categorias em que se dividia a Associação. Seguidamente procedeu-se à eleição da Direcção e Comando, ficando assim constituídos:
Presidente: Boaventura José Vieira
Vice-Presidente: João Thomaz da Costa
1º Secretário: José Maria Caldeira
2º Secretário: João José de Carvalho
Tesoureiro: António José Ferreira
1º Comandante: Randolpho Rosmiro Correa Mendes
2º Comandante: António Adelino de Magalhães Moutinho
Na respectiva acta foi lavrado um voto de louvor a Guilherme Gomes Fernandes, comandante da Companhia de Bombeiros Voluntários do Porto, pela delicadeza e boa vontade inexcedível com que se prestou a auxiliar a comissão instaladora, fazendo-lhe os mais relevantes serviços.
(1) - os BM tinham 3 bombas, das quais a mais recente a nº 35, tinha 25 anos e era a única que dispensava aguadeiros, por ter um absorsor de água para o rio ou poço. Só tinha uma saída de mangueira. Possuíam ainda uma pequena bomba, própria para trabalhar no interior das casas e uma carroça com material.
Os efectivos rondavam os 26 homens, que era considerado pouco para uma cidade com 9.149 habitantes e 2.075 casas (censo de 1878).”
Amanhã, Quinta-feira, dia 22 de Maio, pelas 09h30, no Quartel dos Bombeiros Sapadores, Braga
O Município de Braga promove a cerimónia de comemoração do 259º Aniversário da Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga que terá lugar amanhã, Quinta-feira, dia 22 de Maio, pelas 09h30, no Quartel dos Bombeiros Sapadores, em Braga.
A iniciativa contará com a presença de Altino Bessa, vereador da Câmara Municipal de Braga.
Esta cerimónia pretende homenagear o percurso de uma instituição que, ao longo da sua história, tem assumido um papel determinante na protecção e socorro das populações, sendo sinónimo de coragem, dedicação e serviço público exemplar.
135.º aniversário da corporação foi assinalado no passado sábado, dia 10 de maio
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Famalicão assinalou no passado sábado, 10 de maio, o seu 135.º aniversário, com uma sessão solene marcada pela imposição de insígnias e pela condecoração com emblemas de ouro, prata e bronze, a um conjunto de personalidades e elementos da corporação pelos serviços prestados à Associação Humanitária.
Na cerimónia, que decorreu no quartel da corporação de Bombeiros, o Presidente de Câmara, Mário Passos, agradeceu o espirito altruísta e de voluntariado que desde sempre pautou a atuação da instituição. “São exemplo de prontidão e resposta à população, zelam pela segurança das pessoas e bens e é justo reconhecer esta capacidade de servir e este exemplo de dedicação”.
O autarca lembrou ainda a politica de apoio que o Município presta a todas as corporações de bombeiros do concelho que foi reforçada nos últimos anos com um aumento de 40%, ultrapassando os 700 mil euros, e que “expressa o reconhecimento da importância que tem para nós este serviço à comunidade”.
Na cerimónia do passado sábado, a corporação de bombeiros foi presenteada com seis novas viaturas, nomeadamente um camião cisterna, duas ambulâncias, uma viatura de socorro e um automóvel ligeiro, que vão servir a instituição. “Continuamos a trabalhar para dar ao corpo de bombeiros todas as condições para servir com prontidão, eficácia e capacidade de resposta as populações, afinal o propósito da fundação desta instituição há 135 anos”, referiu Avelino Reis, hoje presidente da Associação Humanitária.
Mário Passos elogiou ainda “a dinâmica associativa e o envolvimento com a comunidade” que a instituição tem, protagonizadas nas diversas iniciativas que promove e que vão muito além do serviço de socorro. “Um trabalho do qual muito nos orgulhamos e agradecemos”, afirmou.
A CIM Alto Minho entregou no passado dia 30 de abril, novos equipamentos de proteção e emergência às corporações dos dez concelhos do território, no âmbito do projeto ATEMPO (POCTEP 2021-2027).
Com um investimento superior a 351 mil euros, esta ação reforça a capacidade de resposta a situações de risco e insere-se numa estratégia intermunicipal para aumentar a resiliência do Alto Minho.
As nossas corporações de Bombeiros de Caminha e de Vila Praia de Âncora também foram contempladas com estes equipamentos tão necessários.
Depois de mais de 5 horas de trabalho intenso e cuidadoso, os nossos operacionais conseguiram resgatar, com sucesso, o Pelé
O Pelé, é um cão que se encontrava a cerca de 50 metros de profundidade numa antiga mina de minério, na freguesia de Cabração.
O alerta foi dado no sábado e, desde então, foram feitas várias tentativas de localizar e aceder em segurança ao local. Hoje, graças ao esforço conjunto, perícia técnica e espírito de missão, conseguimos trazer o Pelé de volta à superfície sem ferimentos
O animal encontra-se bem e já foi entregue aos cuidados do seu tutor
Agradecemos a todos os que acompanharam e apoiaram esta operação
A Câmara Municipal apoia a atividade corrente e de investimento do Corpo de Bombeiros de Arcos de Valdevez, nomeadamente através da celebração do protocolo de apoio à atividade. Este ano foi aprovado um aumento do apoio para 80 000,00€.
Esta verba será canalizada para ajudar o trabalho meritório que esta Instituição desempenha junto da população em geral e em particular ao Município de Arcos de Valdevez.
Através deste protocolo as duas entidades cooperam nos domínios do aviso, alerta, intervenção, apoio e socorro através do corpo de Bombeiros Voluntários; existe colaboração com o Serviço Municipal de Proteção Civil, na implementação e coordenação de programas de prevenção e vigilância de fogos florestais; é assegurado, com plena eficácia, as comunicações telefónicas, via rádio ou outras, na Central de Comunicações, 24 horas por dia, todos os dias do ano e a emergência pré-hospitalar, como reforço complementar ao SBV – Suporte Básico de Vida, de forma a garantir a continuidade de parâmetros de qualidade na assistência pré-hospitalar à população.
Com estes investimentos a Câmara Municipal pretende proporcionar às populações os melhores meios de salvaguarda de pessoas e bens, bem como proporcionar uma assistência eficaz em caso de necessidade.
No dia do 125º aniversário da AHBVM, a Câmara Municipal de Monção ofereceu à corporação monçanense um veículo de combate a incêndios florestais, marca Mercedes Benz Unimog U5000, com capacidade para 3500 litros de água, num investimento de 136 mil euros, suportado, na totalidade, pela autarquia local.
A bênção da viatura, pelo Monsenhor Salvador Fernandes, capelão da instituição humanitária, teve lugar ontem, ao início da tarde, contando com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, Paulo Simões Ribeiro, bem como representantes nacionais e distritais ligados aos bombeiros.
Após a bênção, primeiro, com água benta, e depois, com champanhe, deu-se início, no Cine Teatro João Verde, à sessão solene comemorativa do 125º aniversário da instituição monçanense. Uma tarde com muitos momentos simbólicos que refletiram, fielmente, a nobreza e grandeza da corporação local.
Com a entrega de diplomas e medalhas de gratidão e reconhecimento. A direção e o comando agraciaram bombeiros (operacionais e administrativos), Câmara Municipal de Monção, União de Freguesias de Monção e Troviscoso, empresas e particulares sempre disponíveis para ajudar os nossos “soldados da paz”.
Na sessão solene, fez-se, ainda, menção à Medalha de Mérito de Proteção e Socorro, no grau ouro e distintivo azul, atribuída pela Ministra de Administração Interna, Margarida Blasco, aos valentes e corajosos bombeiros monçanenses.
O governo reconhece o "exemplar percurso da sua existência ao serviço da comunidade e da proteção e socorro de populações com uma atuação sempre caraterizada pelo heroísmo, pela abnegação e pela solidariedade com o próximo".
No âmbito do programa comemorativo do 125º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção, realizou-se, ontem, no período da manhã, a inauguração do monumento ao bombeiro, na área ajardinada frontal ao quartel.
Da autoria de Ricardo de Campos, a peça escultórica, com altura de 3,40 metros e base de 1,30 metros, foi concebida em aço corten. Em síntese, representa a bravura e a coragem dos “soldados da paz”, bem como o auxílio e o socorro que prestam à população.
Na parte inferior, vislumbra-se o brasão de Monção e o símbolo dos bombeiros, onde se destaca a Fénix, figura mitológica renascida das próprias cinzas. Na parte superior, um bombeiro com uma criança ao colo, simbolizando, neste gesto protetor, com expressão luminosa, todos os bombeiros e toda a população monçanense.
Após gesto de agradecimento a José Delgado, junto ao monumento, seguiu-se, no salão nobre da instituição, a assinatura do auto de entrega do espólio documental da AHBVM, ao Arquivo Municipal de Monção. Desta forma, toda a documentação será devidamente tratada, catalogada e valorizada, tornando-a mais acessível aos estudantes, historiadores e público em geral.
A sessão solene prosseguiu com entrega de medalha ao antigo comandante da corporação monçanense, Francisco Pinto, e diplomas aos associados com 25, 50 e 75 anos de ligação à associação. Muitos não estiveram presentes. O diploma ser-lhes-á entregue posteriormente.
Caminhada solidária a favor dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira realiza-se a 6 de abril
A Associação Recreativa e Cultural de Nogueira vai promover uma caminhada solidária no dia 6 de abril, cujas receitas reverterão a favor da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira. As inscrições já estão abertas.
A iniciativa “Nogueira Solidária” realiza-se pelo segundo ano consecutivo e pretende angariar fundos para apoiar o trabalho desenvolvido por esta instituição em prol da comunidade local.
A caminhada de cerca de seis quilómetros, com um grau de dificuldade fácil a moderado e duração prevista de 1h30, vai realizar-se na freguesia de Nogueira. O ponto de encontro será na Junta de Freguesia de Nogueira, pelas 8h45.
A inscrição, no valor de cinco euros, inclui garrafa de água, reforço e seguro de acidentes pessoais, podendo ser realizada através do preenchimento de um formulário: https://forms.gle/nk8sbEBfHkicphXu9.
A organização desafia os participantes a trazerem uma camisola branca e a caminharem por esta causa.
A caminhada conta com o apoio da União de Freguesias de Reboreda e Nogueira e do Município de Vila Nova de Cerveira.
Esta fotografia reproduz a imagem do novo quartel dos bombeiros voluntários de Esposende, inaugurado a 19 de Março de 1931, com três viaturas da época estacionadas em frente.
O novo quartel, sendo que o antigo era localizado no Largo do Pelourinho, denominava-se quartel Rocha Gonçalves em homenagem à família que doou o edifício, a fim de se estabelecer uma nova sede para os bombeiros esposendenses.
Devido à inauguração de um novo quartel, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Esposende decidiu renomear o largo que agora albergava o novo quartel para Largo dos Bombeiros Voluntários. Atualmente, este é conhecido como Largo Comandante Carlos de Oliveira Martins, que, mais tarde, foi comandante dessa corporação e presidente da câmara municipal de Esposende.
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Esposende foi fundada a 6 de Janeiro de 1891, quando os fundadores se reuniram na Casa do Arco, atual Biblioteca Municipal de Esposende, a fim de criarem um corpo de bombeiros local.
A data é atribuída com base na data de inauguração do quartel. Ademais detalhes advêm dos testemunhos do Sr. Comandante Juvenal Campos, atual 1º Comandante dos Bombeiros Voluntários de Esposende, e do Sr. Miguel Guerra, subchefe da mesma corporação.
Fonte: Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura - Esposende (Oferta 2022)
Os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo celebraram, este sábado, o seu 245º aniversário. O Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, acompanhado pelo Diretor Nacional de Bombeiros, marcou presença nas comemorações, abertas à comunidade vianense, que aconteceram no Centro Cultural de Viana do Castelo, e que contaram com a presença de mais de meia centena de entidades.
A cerimónia incluiu imposição de Medalhas de Assiduidade 25 anos, imposição de Medalhas de Assiduidade 30 anos e imposição de Medalhas de Serviços Distintos, para além de desfile apeado e motorizado, integrando ainda atuação da Banda do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa.
Os sapadores de Viana do Castelo são o terceiro corpo de bombeiros mais antigo do país. O Município vianense tem feito um esforço no rejuvenescimento da corporação e na modernização do meios existentes, investindo mais de 3 milhões de euros anuais em Proteção Civil, sendo mais de 2 milhões destinados à corporação de sapadores.
O Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, realçou que “hoje, a companhia tem patamares de compromisso, envolvimento e formalidade de excelência” e que, por isso, é um autarca “absolutamente orgulhoso e feliz”.
“O crescimento do número de intervenções dos nossos sapadores é natural porque a Proteção Civil, nas suas diversas dimensões, é cada vez mais distinta e exigente”, explicou, afirmando “o mais profundo reconhecimento e gratidão a todos aqueles que integraram e integra a linda história da nossa Companhia de Bombeiros Sapadores”.
O Diretor Nacional de Bombeiros, Albertino Ventura, considerou que “a missão dos bombeiros é exigente, árdua, muitas vezes arriscada, mas é uma missão para a qual nunca falta a coragem”. Por isso mesmo, disse que a cidade de Viana do Castelo tem no seu corpo de bombeiros “um pilar de segurança e confiança”.
O Comandante dos Bombeiros Sapadores, Ricardo Fernandes, garantiu que “somos gratos pela oportunidade de refletir sobre o legado de coragem, dedicação e compromisso com que se vinca a nossa história”. Perante o corpo ativo de 75 elementos, o comandante assumiu que “estas mulheres e homens, aqui em parada, diariamente colocam em tudo o que fazem o máximo que têm, constituindo assim o principal ativo da Companhia de Bombeiros Sapadores”.
“O trabalho por vós realizado é insubstituível, imprescindível e fundamental para a segurança e o bem-estar da comunidade. A responsabilidade de uma disponibilidade permanente para intervir em situações de emergência exige coragem, dedicação e um compromisso profundo para com o serviço público”, frisou.
Ricardo Fernandes evidenciou que o “forte crescimento” sentido no Município, do turismo à indústria, acarretaram, direta e indiretamente, contínuos desafios à atividade de proteção e socorro. No ano de 2024, o aumento das intervenções dos bombeiros sapadores cresceu 30% face a 2023.
A Companhia de Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, com a designação original de Companhia da Bomba, foram fundados a 22 de março de 1780. São o terceiro mais antigo corpo de bombeiros do país, logo a seguir aos Sapadores de Lisboa e Porto, contando atualmente com 75 elementos.
A corporação de soldados da paz tem como função e objetivo principal o salvamento e proteção de pessoas e bens, tendo como área de atuação o município vianense. No entanto, entra em campo sempre que solicitada pela estrutura da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Em termos de capacidade intervenção, os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo estão preparados para combate a incêndios, desobstrução e desencarceramento, matérias perigosas, salvamento em grande escala, ambiente subaquático e mergulho e ambientes de condições atmosféricas e anticorte.
Em 1966, no cinquentenário da, 𝗔𝘀𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗶𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗕𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗩𝗼𝗹𝘂𝗻𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗹𝗮 𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗔̂𝗻𝗰𝗼𝗿𝗮, nasceu uma obra singular, fruto do talento e dedicação de um homem que marcou gerações, 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗦𝗮𝗺𝗽𝗮𝗶𝗼. Mestre de coragem e serviço, entregou 𝗾𝘂𝗮𝘀𝗲 𝗺𝗲𝗶𝗼 𝘀𝗲́𝗰𝘂𝗹𝗼 da sua vida à causa dos bombeiros, deixando um rasto de empenho e inspiração.
A letra, agora adaptada e internalizada, foi transformada num hino, um símbolo eterno do espírito e da bravura dos soldados da paz de Vila Praia de Âncora.
Hoje, 𝗼 𝗻𝗼𝗺𝗲 𝗱𝗲 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗦𝗮𝗺𝗽𝗮𝗶𝗼 𝗲𝗰𝗼𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗻𝗮 𝗺𝗲𝗺𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗲𝗿𝗮𝗺, 𝗺𝗮𝘀 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗻𝗮 𝗺𝗲𝗹𝗼𝗱𝗶𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮 𝗼𝘀 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗲 𝗮 𝗺𝗶𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀. Com o apoio e carinho da 𝗔𝗰𝗮𝗱𝗲𝗺𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗠𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗮 𝗙𝗲𝗿𝗻𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗙𝗮̃𝗼, este projeto ganha vida, imortalizando o trabalho e a dedicação de um mestre cuja obra atravessa o tempo.
Mais do que um simples hino, esta composição é um tributo àqueles que dedicam as suas vidas a proteger os outros. 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗦𝗮𝗺𝗽𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺 𝘂𝗺 𝗹𝗲𝗴𝗮𝗱𝗼 𝗶𝗻𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗮́𝘃𝗲𝗹, 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗻𝗼𝘁𝗮 𝗲 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮, 𝗽𝗲𝗿𝗽𝗲𝘁𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗕𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗹𝗮 𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗔̂𝗻𝗰𝗼𝗿𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗴𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗮𝘀.
Em nome da esposa, 𝗥𝗮𝗾𝘂𝗲𝗹 𝗦𝗮𝗺𝗽𝗮𝗶𝗼, dos filhos e netos, queremos expressar a nossa mais profunda gratidão pelo reconhecimento e homenagem prestados ao nosso querido ( marido, pai e avo) Francisco Sampaio. 𝗙𝗼𝗶 𝘂𝗺 𝗵𝗼𝗺𝗲𝗺 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗶𝗻𝗮𝗯𝗮𝗹𝗮́𝘃𝗲𝗹, 𝗰𝘂𝗷𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗮𝗺𝗼𝗿 𝗮𝗼𝘀 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗲 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼 𝗮̀ 𝗰𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲.Saber que o seu trabalho e a sua memória continuam vivos no coração desta instituição enche-nos de orgulho e emoção.
𝗨𝗺 𝗮𝗴𝗿𝗮𝗱𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗮𝗼 𝗣𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗔𝘀𝘀𝗲𝗺𝗯𝗹𝗲𝗶𝗮, 𝗮̀ 𝗣𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗗𝗶𝗿𝗲𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼 𝗼 𝗖𝗼𝗿𝗽𝗼 𝗔𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗱𝗮 𝗔𝘀𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗶𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗕𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗩𝗼𝗹𝘂𝗻𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗹𝗮 𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗔̂𝗻𝗰𝗼𝗿𝗮, 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗲 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗶𝗻𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗮̀ 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮. O vosso apoio foi essencial para que este legado fosse honrado e eternizado.
Que este hino, agora parte da identidade dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, 𝘀𝗲𝗷𝗮 𝘂𝗺 𝘀𝗶́𝗺𝗯𝗼𝗹𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗻𝗶𝗮̃𝗼, 𝗰𝗼𝗿𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗲 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗮𝗾𝘂𝗲𝗹𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗮𝘀 𝘀𝘂𝗮𝘀 𝘃𝗶𝗱𝗮𝘀 𝗮 𝗽𝗿𝗼𝘁𝗲𝗴𝗲𝗿 𝗼𝘀 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼𝘀, 𝘁𝗮𝗹 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗦𝗮𝗺𝗽𝗮𝗶𝗼 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗳𝗲𝘇.
A 8 de março, celebrado anualmente como o Dia Internacional da Mulher, Paredes de Coura convida à participação no Last WoMan Coura AM, uma iniciativa que combina aventura, superação e solidariedade, destacando-se tanto pelo seu formato inovador de trail como pela caminhada solidária para com os nossos Bombeiros Voluntários.
Promovido pelos Amigos da Montanha em parceria com o Município, o Last WoMan Coura AM tem a particularidade de somar “uma ação de sensibilização para a saúde feminina e uma caminhada que, em ambos os casos, destacam a importância da promoção da prática desportiva e dos cuidados de saúde primários como pilares fundamentais de uma vida saudável e ativa”, explicou Tiago Cunha, vice-presidente da Câmara de Paredes de Coura, reforçando a simbologia da data: “achamos que o Dia Internacional da Mulher deve assinalar esta necessidade de cuidar, distanciando-se da banal oferta de uma flor e aproximando-se mais da prevenção de doenças que exigem atenção redobrada no caso das mulheres”, sublinhou.
Com isto, Tiago Cunha também não descura um outro papel fundamental deste tipo de iniciativas – “entendemos que os eventos desportivos são muito importantes para a promoção territorial, porque permitem que quem nos visita conheça a beleza natural e a hospitalidade do concelho” --, salvaguardando um outro aspeto interessante que distingue esta 1ª edição do Last WoMan Coura AM: “associar a iniciativa à corporação dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, que em poucos anos tem feito um trabalho incrível da promoção da igualdade, contando neste momento com mais de 20 bombeiras no ativo, foi um passo natural. Assim, além das inscrições (no valor de 5 euros por participante) reverterem para a instituição, o evento reconhece, também, o papel de promoção de igualdade desta instituição que é, cada vez mais, um muito bom exemplo”, acrescentou.
Caminhada Solidária por uma Causa Maior
O Last WoMan Coura AM, mais do que uma competição tradicional é um verdadeiro teste de resistência mental e física. Com um percurso de 4 quilómetros por volta, cada atleta desafiará os seus limites a cada nova partida. Aqui, o tempo não perdoa e a estratégia desempenha um papel fundamental. A cada volta, a decisão é simples, mas desafiante: continuar ou desistir. O último atleta em prova será coroado como o grande vencedor, num evento onde a persistência é o maior trunfo.
Para além do desafio desportivo, o evento tem também um forte caráter solidário. Na manhã do dia 8 de março, uma caminhada aberta a toda a comunidade proporcionará um momento de convívio e contemplação da beleza natural de Paredes de Coura. A inscrição, no valor de 5€ por participante, reverterá integralmente para os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, numa forma de apoiar aqueles que diariamente se dedicam à segurança da população.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Last WoMan Coura AM lança uma campanha especial: nas inscrições duplas da prova de trail, a inscrição feminina será gratuita. Esta iniciativa visa promover a igualdade e incentivar a participação de todos os géneros, destacando a importância da mulher no desporto e na superação de desafios.
O Last WoMan Coura AM promete ser uma manhã onde desporto, comunidade e solidariedade se entrelaçam num evento único. Seja a correr ou a caminhar, cada participante terá a oportunidade de desafiar-se e contribuir para uma causa maior.
O Legado de Francisco Sampaio: O Mestre que deu voz aos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora
Em 1966, no cinquentenário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, nasceu uma obra singular, fruto do talento e dedicação de um homem que marcou gerações, Francisco Sampaio. Mestre de coragem e serviço, entregou quase meio século da sua vida à causa dos bombeiros, deixando um rasto de empenho e inspiração.
Redescoberta recentemente nos arquivos da instituição, esta obra permaneceu durante décadas esquecida, até que uma investigação histórica revelou a sua importância e a sua essência nunca antes interpretada.
A letra, agora adaptada e internalizada, foi transformada num hino, um símbolo eterno do espírito e da bravura dos soldados da paz de Vila Praia de Âncora.
Hoje, o nome de Francisco Sampaio ecoa não apenas na memória dos que o conheceram, mas também na melodia que representa os valores e a missã dos bombeiros. Com o apoio e carinho da Academia de Música Fernando Fão, este projeto ganha vida, imortalizando o trabalho e a dedicação de um mestre cuja obra atravessa o tempo.
Mais do que um simples hino, esta composição é um tributo àqueles que dedicam as suas vidas a proteger os outros. Francisco Sampaio deixa assim um legado inestimável que ressoa em cada nota e em cada palavra, perpectuando a história dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora para as gerações futuras.
Em nome da esposa, Raquel Sampaio, dos filhos e netos, queremos expressar a nossa mais profunda gratidão pelo reconhecimento e homenagem prestados ao nosso querido ( marido, pai e avo) Francisco Sampaio. Foi um homem de dedicação inabalável cuja vida foi marcada pelo amor aos bombeiros e pelo serviço à comunidade. Saber que o seu trabalho e a sua memória continuam vivos no coração desta instituição enche-nos de orgulho e emoção.
Um agradecimento especial ao Presidente da Assembleia, à Presidente da Direção e a todo o Corpo Ativo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora pelo compromisso e dedicação a esta instituição e à preservação da sua História. O vosso apoio foi essencial para que este legado fosse honrado e eternizado.
Que este hino, agora parte da identidade dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, seja um símbolo de união, coragem e respeito por todos aqueles que dedicam as suas vidas a proteger os outros, tal como Francisco Sampaio sempre fez.