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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA APRESENTA PROJECTO PARA A ÁREA ARQUEOLÓGICA DAS CARVALHEIRAS

Projecto elaborado pelo Município e Uminho: Apresentação do projecto para área arqueológica das Carvalheiras decorre dia 30 de Novembro

O Município de Braga e a Universidade do Minho promovem no próximo dia 30 de Novembro, pelas 10h00, no Museu D. Diogo de Sousa, a apresentação pública do projecto integrado de valorização, musealização e adequação à visita da área arqueológica das Carvalheiras, abrindo-o de seguida à discussão pública.

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Recorde-se que o Município a UMinho celebraram, em 2018, um acordo de cooperação tendo como objectivo a elaboração deste projecto, que resulta do empenho conjunto de ambas as entidades.

O conjunto arqueológico das Carvalheiras, classificado como Imóvel de Interesse Público, constitui uma das mais originais e maiores áreas com ruínas romanas da cidade, oferecendo um elevado potencial histórico, científico e cultural na promoção de Braga e do País.

A apresentação contará com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, de Rui Vieira de Castro, Reitor da Universidade do Minho, e de Miguel Bandeira, Vereador do Património e Regeneração Urbana.

O conceito e o projecto será apresentado pelos projectistas, os arquitectos José Alejandro Carballo e Ricardo Mar Medina, juntando-se à coordenação científica Manuela Martins, Vice-Reitora da Universidade do Minho e responsável científica pelas escavações arqueológicas.

A apresentação contemplará a concepção da solução arquitectónica de musealização das ruínas e dos circuitos de visita, das soluções de conservação e cobertura dos vestígios, da solução arquitectónica do centro de interpretação e da sua articulação com a área a visitar e a envolvente.

Recorde-se que o sítio arqueológico das Carvalheiras é o único quarteirão romano completamente escavado da antiga Bracara Augusta, sendo o seu valor inegável para entender o urbanismo romano da antiga cidade.

A intervenção permitirá a sua recuperação integral para utilização como lugar privilegiado de visita do passado romano da cidade, complementando a narrativa e os itinerários com outros lugares da mesma época que hoje já se podem visitar: entre outros, a Fonte do Ídolo, as Termas Romanas ou o Museu Arqueológico D. Diogo de Sousa.

VILA NOVA DE CERVEIRA: ARQUEOLOGIA PÕE A DESCOBERTO MINAS ROMANAS EM COVAS

Iniciadas escavações arqueológicas para tornar visitável complexo mineiro da época romana

Classificado em 1997 como Imóvel de Interesse Público Nacional, o Couço do Monte Furado - complexo mineiro que remonta à época romana, localizado nas margens do rio Coura, na Freguesia de Covas, concelho de Vila Nova de Cerveira - está a ser alvo de uma intervenção arqueológica que visa a sua recuperação e valorização para o transformar num polo de turismo cultural e de natureza aberto ao público. Os trabalhos de escavação arrancaram, esta segunda-feira, num investimento municipal a rondar os 30 mil euros, com prazo de execução até ao final do presente ano.

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Procurando potenciar e ampliar a valorização turística da Freguesia de Covas, na Serra d’Arga, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira decidiu avançar com uma intervenção importante naquele complexo mineiro votado ao abandono até à data, após acordo com a Junta de Freguesia e parecer favorável da Direção Geral do Património Cultural.

O conjunto arqueológico do Couço do Monte Furado é formado por três estruturas complementares: a presa de derivação, o canal de captação e a galeria. Esta última apresenta-se como a mais importante pelo seu caráter atrativo do ponto de vista patrimonial, pois trata-se de um túnel escavado a pico, e que ainda conserva os lucernários onde os trabalhadores colocavam as lâmpadas que os iluminavam durante o processo de construção.

O túnel, com cerca de 150m, serviu para desviar as águas do rio Coura, de forma a permitir a exploração de ouro nas áreas do troço fluvial que ficava seco, durante os trabalhos de minério realizados entre os séculos I e III d.C. por parte do Império Romano no noroeste da Península Ibérica e que tinham em comum o uso da energia hidráulica como elemento fundamental.

O projeto em curso encontra-se dividido em duas fases: uma primeira abordagem de compilação documental e exploração arqueológica que defina e clarifique os elementos que integram os restos mineiros, nomeadamente a sua cronologia cuja data previsível é a época romana; e uma segunda para a limpeza do terreno, a criação de acessibilidades e a marcação do trilho que ligará a velha Central Hidroelétrica (a 2ª mais antiga de Portugal) até ao Couço do Monte Furado, numa extensão de aproximadamente 2km, sempre junto às margens do rio Coura, completado com painéis informativos que incluirão reconstruções gráficas do processo de exploração do ouro.

Com o intuito de preservação e partilha, a presente intervenção permitirá mostrar aos visitantes, de forma clara, didática e visual, todo o processo romano de exploração de ouro no leito do rio Coura, através de um sistema baseado num desvio do caudal de água pela escavação de uma galeria.

O arranque das escavações arqueológicas aconteceu, esta segunda-feira, sob direção de Brais Currás, investigador do CEAACP da Universidade de Coimbra, com um investimento municipal na ordem dos 30 mil euros e uma previsão de conclusão até ao final do ano.

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ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS CONTINUAM EM MELGAÇO

Trabalhos estenderam-se, pela primeira vez, à freguesia de Penso

Os investigadores na área de arqueologia voltaram a Melgaço, dando continuidade aos trabalhos no âmbito do projeto arqueológico transfronteiriço “Miño/Minho - Os primeiros habitantes do baixo Minho”, um projeto que estuda as primeiras ocupações humanas no Baixo Minho conservadas na sua margem esquerda. Os trabalhos centraram-se nas jazidas paleolíticas na freguesia de Remoães e na realização de prospeções ao longo do rio Minho entre Chaviães, a montante, e a ponte que liga Melgaço a Arbo, a jusante. Também na freguesia de Penso, aqui pela primeira vez, se realizaram prospeções, procurando-se determinar as condições de jazida de uma coleção de artefactos paleolíticos que haviam sido, há alguns anos, recolhidos nas imediações do Monte Castro.

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O projeto encontra-se em desenvolvimento desde há quatro anos, incidindo as suas intervenções na área do concelho de Melgaço e na zona a montante de Monção, e tem permitido descobrir mais informações sobre o Paleolítico do Baixo e Médio Noroeste da Península Ibérica e dezenas de artefactos com milhares de anos. Nele participam investigadores portugueses associados às Universidades de Lisboa, Minho e Porto e investigadores espanhóis da Universidade de Vigo, do Centro Nacional de Investigación sobre la Evolución Humana de Burgos e do Instituto de Evolución en África da Universidade de Alcalá de Henares.

Os trabalhos realizados este ano contaram com a presença de uma equipa de 12 alunos da Licenciatura e do Mestrado em Arqueologia da Universidade de Lisboa, tendo-se focado na continuação da escavação do Locus 1 da jazida das Carvalhas, situada na Veiga de Remoães; na abertura de novas sondagens no Locus 4 desta mesma jazida; e na realização de prospeções ao longo do rio Minho entre Chaviães, a montante, e a ponte que liga Melgaço a Arbo, a jusante.

No Locus 1, da jazida das Carvalhas, procurou-se alargar a área anteriormente intervencionada para setores onde uma maior dimensão do nível arqueológico pudesse permitir a recolha de amostras para a posterior obtenção de datações por métodos radiométricos. Para além dos artefactos líticos exumados, os trabalhos aí realizados permitiram identificar pelo menos uma área onde se pretende vir a recolher as desejadas amostras.

Já no setor 4 da mesma jazida, os trabalhos incidiram numa nova área dos depósitos de origem fluvial que aí se encontram representados, tendo levado a reconhecer a complexidade do seu desenvolvimento local e a ocorrência de perturbações históricas dos seus níveis mais superficiais sem, todavia, permitir recolher os artefactos em conexão com uma data que se obteve na campanha de 2016. Trata-se, porém, de um objetivo que a equipa tentará levar a bom porto numa próxima campanha de trabalhos que aí se venha a realizar.

Na freguesia de Penso, as prospeções, que procuraram determinar as condições de jazida de uma coleção de artefactos paleolíticos que haviam sido há alguns anos recolhidos nas imediações do Monte Castro, tornaram possível verificar que o local onde se realizaram os achados se encontra muito remexido.

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CONDIÇÕES TOPOGRÁFICAS DAS ÁREAS ABRANGIDAS DIFICULTARAM TRABALHOS

«Para montante de Melgaço, até Chaviães, a inclinação do terreno não permitiu a conservação de depósitos associáveis à presença do rio acima da cota atual. E se mais para norte em algumas áreas isso seria possível, a densa cobertura vegetal impediu uma cuidada observação do solo e dos depósitos subjacentes, mesmo se a ausência de materiais detríticos, e em especial de seixos rolados, não tenha deixado grandes indícios da sua presença.», conta o coordenador do projeto, João Ribeiro, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

«A existência de antigos terraços do rio Minho, associados ao desenvolvimento da sua planície fluvial quando o respetivo leito ainda não se encontrava tão encaixado como sucede na atualidade, encontra-se assim apenas identificada para jusante de Melgaço, nomeadamente a partir do Monte Prado, onde se localizaram algumas concentrações de materiais líticos talhados, embora a vegetação local não permita também um diagnóstico mais preciso do seu contexto e área de dispersão. A uma cota mais baixa, na Veiga que de Remoães se prolonga até às imediações da ponte de acesso a Arbo, é constante a presença de seixos rolados associados também a antigos depósitos mais baixos do rio Minho. Mas de novo aqui a vegetação e as amplas vinhas que no local existem, para além da recolha pontual de algumas peças líticas talhadas, não permitiram obter resultados mais precisos sobre a presença de vestígios arqueológicos associáveis ao homem paleolítico.», explica ainda o coordenador.

«Espera-se que com a continuação destas pesquisas se possam reunir dados que não só permitam aferir melhor o enquadramento e a amplitude cronológica dos vestígios do homem paleolítico no Baixo Minho, mas também as estratégias de adaptação e de exploração dos recursos naturais que lhe estavam associados.», atenta o professor João Ribeiro.

  • O projeto conta com a promoção da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e do Centro Nacional de Investigación sobre la Evolución Humana (CEHIEH) e com o apoio das Câmaras Municipais de Melgaço e Monção, em Portugal, e da Xunta da Galiza e das Câmaras Municipais de As Neves e Porriño, em Espanha.

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VALENÇA DESCOBRE SANTUÁRIO DE ARTE RUPRESTE

Valença Tem um Dos Maiores Núcleos de Arte Rupestre. Nova Rota Vai Valorizar Gravuras

Em Valença foram descobertos 115 afloramentos rochosos, com gravuras, sendo um dos maiores núcleos da Arte Rupestre no Noroeste Peninsular, segundo especialistas da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

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Neste conjunto estão incluídas algumas das mais belas e importantes composições da Arte Rupestre Atlântica, as quais foram classificadas como Imóvel de Interesse Público (IIP).

Algumas das gravuras remontam à Idade do Bronze – Ferro (1800 a.C. - 218 a.C.), tendo sido identificadas, catalogadas, fotografadas e decalcadas pelo Serviço Municipal de Arqueologia, no âmbito da Carta Arqueológica Municipal, em parceria com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

115 Rochas com Gravuras

Os 115 afloramentos rochosos com gravuras, em Valença, estendem-se pelas freguesias de: Verdoejo com 23, Taião com 15, Sanfins com 17, Ganfei com 24 e Gandra com 37.

Valença vai integrar a Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART)

Valença vai integrar membro da Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART) que tem por objetivo «promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades da rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte rupestre e instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos»

Esta rede conta com o respaldo técnico e cientifico da Fundação Côa Parque, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Rota da Arte Rupestre

Paralelamente, a este projeto RNART, o Município de Valença, em parceria com a Ventominho, vai implementar circuito interpretativo e didático de visitação / interpretação as gravuras identificadas no Monte dos Fortes, na freguesia de Taião.

Esta é a oportunidade para dar a conhecer este importante legado, tornando-o visitável a todo o público, nomeadamente o escolar, reforçando a oferta de turismo cultural / patrimonial do concelho.

ARCOS DE VALDEVEZ VALORIZA ÁREA ARQUEOLÓGICA DO MEZIO-GIÃO

Vozes das Pedras: Promoção e Valorização da Área Arqueológica do Mezio-Gião

No âmbito do Projeto Vozes das Pedras - Promoção e valorização da Área Megalítica do Mezio/Gião, a ARDAL, com o apoio do Município de Arcos de Valdevez, vai realizar nos dias 4, 5 e 6 de Abril, uma série de iniciativas, com o objetivo de apresentar o trabalho que realizado quer na Porta do Mezio e quer na área arqueológica do Mezio-Gião.

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Este projeto, financiado pelo Programa Operacional da Região Norte – Património Cultural, pretendeu garantir as condições de preservação desta área arqueológica, assim como dar continuidade ao estudo e valorização do património arqueológico da região.

Assim irão ser organizados três eventos distintos:

1 – Vozes das Pedras… na Escola

Este evento será organizado no Agrupamento de Escolas de Valdevez e será dirigido aos alunos do 5º e 7º ano. Terá como objetivo a apresentação e oferta do livro juvenil “Vozes das Pedras - A vida no Neolítico”, bem como do jogo de mesa “Vozes das Pedras – Área Arqueológica Mezio-Gião”.

2 – Vozes das Pedras… na Comunidade

Esta ação será realizada na Casa das Artes de Arcos de Valdevez e será dirigida ao público em geral, onde será apresentado o livro monográfico “Uma escrita antes da escrita – A arte rupestre dos Montes do Gião” da autoria de António Martinho Baptista e, ainda, do CD de música ambiental, da autoria da Folk & Wild.

3 – Vozes das Pedras… na Natureza

Este evento será realizado no Mezio e terá como objetivo a inauguração da Exposição do Centro Interpretativo da Área Arqueológica Mezio-Gião e a realização do percurso pedestre às Gravuras Rupestres do Gião. Ainda neste dia, será possível ver a recuperação da Mamoa 2 do complexo Megalítico do Mezio, situada no interior nas instalações da Porta do Mezio.

Convidamo-los a participar. Aguardamos a vossa presença!

PROGRAMA:

1 – EVENTO NA ESCOLA

Data: 4 Abril de 2019

Hora: 09h15

Local: Escolas de Arcos de Valdevez

Público: alunos do 5º e 7º ano do Agrupamento de Escolas de Arcos de Valdevez

  • Apresentação e oferta do livro juvenil “Vozes das Pedras - A vida no Neolítico”
  • Apresentação e oferta do jogo de mesa “Vozes das Pedras – Área Arqueológica Mezio-Gião”

2 – EVENTO NA COMUNIDADE

Data: 5 de Abril de 2019

Horário: 21h30 às 23h00

Local: Casa das Artes de Arcos de Valdevez

Público: Público em geral

  • Apresentação do livro monográfico “Uma escrita antes da escrita – A arte rupestre dos Montes do Gião” - autoria de António Martinho Baptista
  • Apresentação do CD de música ambiental, de tendência ritual - produção de Folk & Wild

* Oferta do livro “Uma escrita antes da escrita – A arte rupestre dos Montes do Gião”

* Oferta do CD de música ambiental
* Sessão de autógrafos

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias.

Contactem-nos através do e-mail portadomezio@ardal.pt ou do site www.portadomezio.pt ou do n.º 258 510 100.

3 – EVENTO NA NATUREZA

Data: 6 de Abril de 2019

Horário: 09h30 às 13h00

Local: Porta do Mezio, Arcos de Valdevez

Público: Público em geral

  • Inauguração da Exposição do Centro Interpretativo da Área Arqueológica Mezio-Gião
  • Percurso pedestre às Gravuras rupestres do Gião

Programa:

09h00 – Receção dos participantes na Porta do Mezio

09h30 – Inauguração da Exposição do Centro Interpretativo da Área Arqueológica Mezio-Gião

10h00 – Início do percurso pedestre às gravuras rupestres do Gião

10h15 – Visita ao Núcleo Megalítico do Mezio

10h45 – Visita às gravuras rupestres do Gião

12h00 – Chegada à Porta do Mezio/Fim da caminhada

Percurso:

Porta do Mezio – Núcleo Megalítico – Gravuras rupestres do Gião – Porta do Mezio

Distância: 6 km

Duração: 2h00

Dificuldade: Fácil

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias.

Contactem-nos através do e-mail portadomezio@ardal.pt ou do site www.portadomezio.pt ou do n.º 258 510 100.

BRAGA VALORIZA ÍNSULA DAS CARVALHEIRAS

Braga desenvolve projecto de valorização e abertura à visita da Ínsula das Carvalheiras. Protocolo de cooperação assinado entre o Município e UMinho

O Município de Braga e a Universidade do Minho assinaram esta Segunda-feira, 10 de Dezembro, o protocolo de cooperação que visa o desenvolvimento do projecto integrado de valorização, musealização e adequação à visita do conjunto arqueológico das Carvalheiras, classificado como Imóvel de Interesse Público.

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O trabalho será desenvolvido em duas fases, prevendo-se que o pré-projecto seja apresentado no primeiro semestre de 2019, altura em que está prevista a sua discussão pública.

Para Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, este é o “momento de reafirmação da parceria existente com a Universidade do Minho, com o conhecimento que é produzido na Cidade e ainda com a valorização do património de uma Cidade que ambiciona ser Capital Europeia da Cultura”.

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A primeira fase do projecto será desenvolvida ao longo do próximo ano e contemplará a concepção da solução arquitectónica de musealização das ruínas e dos circuitos de visita, das soluções de conservação e cobertura dos vestígios, da solução arquitectónica do centro de interpretação e da sua articulação com a área a visitar e do tratamento da envolvente, que implica uma solução de arranjo paisagístico do interior do quarteirão das Carvalheiras.

A segunda fase, que diz respeito à execução do projecto propriamente dito, será desenvolvida a partir de 2020. A Cidade passará assim a dispor de uma ampla área patrimonial musealizada e aberta ao público, que constituirá um equipamento de grande valor histórico e cultural, “verdadeiramente emblemático da origem romana da de Braga, capaz de ajudar a reforçar a sua identidade e a diferenciar a oferta cultural de Braga, reforçando a sua singularidade, competitividade e atractividade”, como explicou Ricardo Rio na cerimónia que contou com a presença do reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, e do Director Regional de Cultura do Norte, António Ponte.

Simultaneamente, este projecto permitirá criar as condições para dotar o interior do quarteirão das Carvalheiras de um parque urbano, aberto à Cidade e aos visitantes, anexo às ruínas, que facultará um usufruto qualificado do espaço pelos cidadãos e o desenvolvimento de actividades culturais e de lazer.

Segundo Manuela Martins, vice-reitora da Universidade do Minho, a entrada no circuito será feita pela Rua Cruz de Pedra, a partir de um imóvel propriedade do Município de Braga e que será recuperado para acolher um Centro Interpretativo que será a porta de entrada na Ínsula das Carvalheiras.

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BRAGA ESCLARECE SALVAGUARDA DE VESTÍGIOS DAS VIAS ROMANAS

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ESCLARECIMENTO

À luz das notícias vindas a público e que tentam associar a salvaguarda de vestígios das vias romanas com o processo de alienação da Fabrica “Confiança”, o Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga vem por este meio fazer o seguinte esclarecimento:

  1. Constitui particular dever da Administração Central e Local, certificar-se de que os trabalhos por si avaliados, no domínio do licenciamento de operações urbanísticas, que envolvam transformações de solos, revolvimentos ou remoção de terreno no solo e no subsolo, estejam em conformidade com a legislação sobre a salvaguarda do património arqueológico (vide art.º 76.º, n.º3, a) e b) da Lei 107/2001 e art.º B-3/9.º, n.ºs 5 e 6, do Código Regulamentar do Município de Braga).
  2. Todas as operações urbanísticas que incidam em manchas devidamente inscritas na carta e ordenamento do PDM em vigor, como servem de exemplo, designadamente, as vias romanas, encontram-se obrigadas a colher parecer pelos órgãos de gestão do património cultural inventariado ou classificado (DGPC e serviços de arqueologia autárquicos), os quais, caso a caso, impõem as condicionadas prévias e necessárias à aprovação dos processos em avaliação.
  3. Caso surjam vestígios arqueológicos achados de interesse cientifico e/ou patrimonial, durante os trabalhos desenvolvidos, no âmbito das condicionantes arqueológicas, entretanto impostas em sede do licenciamento processual, é legalmente obrigatório, a aplicação de metodologia achada mais adequada ao seu correcto estudo e conservação.
  4. A este respeito refira-se que, conforme o preceituado no n.º 1 e n.º 2 do art.º 79.º da Lei 107 de 2001, os serviços da administração culturais condicionam a prossecução de quaisquer obras, à adopção, pelos respectivos promotores, das alterações ao projecto em licenciamento, capazes de garantir a conservação, total ou parcial, das estruturas arqueológicas descobertas no decurso dos trabalhos.

Braga, 19 de Outubro de 2018

Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga

FORTE E ESTAÇÃO ARQUEOLÓGICA DE LOVELHE É SÍTIO DE INTERESSE PÚBLICO

Chega ao fim mais um longo processo administrativo de classificação de património de Vila Nova de Cerveira, encetado em 1977. O conjunto do Forte e Estação Arqueológica de Lovelhe está, a partir de hoje, classificado como Sítio de Interesse Público, de acordo com uma publicação em Diário da República, assinada a 19 de setembro pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Mendes.

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 “Tínhamos dois processos em vias de classificação que já se arrastavam há 40 anos e, no espaço de dois anos, após muita perseverança, foram finalmente concluídos. O Fortim da Atalaia, em 2017, e agora o Forte e Estação Arqueológica de Lovelhe estão classificados como de Interesse Público, dois desfechos de importância incalculável para a respetiva proteção, conservação e valorização futura”, reage o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira.

No caso concreto do conjunto do Forte e Estação Arqueológica de Lovelhe, o objetivo é torná-lo um espaço visitável e acessível à comunidade cerveirense e turistas porque, de acordo com Fernando Nogueira, “não há no Norte Peninsular uma estação arqueológica tão rica como o Forte de Lovelhe".

A classificação como Sítio de Interesse Público poderá viabilizar a criação do núcleo museológico de Lovelhe, a recuperação do Forte de Lovelhe e o aprofundamento da exploração das valências da Quinta do Forte de Lovelhe.

O Forte de Lovelhe e a Estação Arqueológica de Lovelhe localizam-se no lugar da Breia, na União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe.

É formado por um amplo conjunto patrimonial que inclui a Fortaleza, mas também um vasto conjunto de ruínas arqueológicas que têm vindo a ser intervencionadas desde a década de 80 pelo Prof. Doutor Carlos A. Brochado de Almeida, dando a conhecer vários vestígios provenientes das seguintes ocupações – forte setecentista – igreja medieval – villa romana – habitat da idade do ferro.

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BRAGA HOMENAGEIA ALBANO BELINO

Sexta-feira, 28 de Setembro, no Museu D. Diogo de Sousa

O Município de Braga organiza esta Sexta-feira, 28 de Setembro, uma sessão de homenagem a Albano Belino, iniciativa realizada no âmbito das Jornadas Europeias do Património que este ano decorrem sob o mote “Partilhar Memórias”.

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A iniciativa, que irá decorrer a partir das 21h30, no Museu D. Diogo de Sousa, conta com a reedição do seu legado historiográfico sobre Braga, cuja apresentação estará a cargo de António Amaro das Neves.

Albano Ribeiro Belino (1863-1906) é um dos nomes maiores na salvaguarda do património bracarense. Precursor das pesquisas sobre o legado de Bracara Augusta, devotou um conjunto significativo de estudos e publicações a Braga, tendo ainda reunido um valioso espólio arqueológico com a finalidade de criar um museu.

Desiludido com a falta de entusiasmo bracarense, acabou por deixar o seu legado à Sociedade Martins Sarmento. O Museu com que sonhara acabaria por nascer doze anos após a sua morte, embora só tenha realmente funcionado na contemporaneidade.

«Hoje, convictos da valia do seu contributo para a nossa memória colectiva, prestamos a melhor homenagem que Albano Belino desejaria: tornar novamente acessíveis as suas mais relevantes publicações sobre a cidade que tanto estimou», refere a Vereadora da Cultura, Lídia Dias, na nota de abertura do livro que será lançado esta sexta-feira.

A reedição das obras de Albano Belino, nas quais se contam, entre outras, a “Arqueologia Cristã” ou “Inscripções e lettreiros da cidade de Braga e algumas freguezias ruraes”, contou com a especial colaboração da Biblioteca Pública de Braga.

ARCOS DE VALDEVEZ ORGANIZA VISITA GUIADA AO FORTE DE BRAGANDELO

Dia Aberto com visita guiada à Intervenção Arqueológica no Forte de Bragandelo, Extremo, Arcos de Valdevez

Amanhã pelas 16h30, decorrerá uma visita guiada à intervenção arqueológica, realizada em Julho, no âmbito do projeto de Conservação, Estudo, valorização e Divulgação dos Fortes de Bragandelo e da Pereira, do séc. XVII, acompanhada pelos arqueólogos da Universidade do Minho responsáveis pela intervenção.

O ponto de encontro será na sede da Junta de Freguesia do Extremo e é aberto a todos os interessados.

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ARCOS DE VALDEVEZ RECUPERA PATRIMÓNIO MEGALÍTICO

Vozes das Pedras - promoção e valorização da Área Megalítica do Mezio/Gião

No âmbito do Projeto Vozes das Pedras- promoção e valorização da Área Megalítica do Mezio/Gião, apresentado pela ARDAL e aprovado pelo Programa Operacional da Região Norte – Património Cultural, financiado pelo FEDER, encontra-se concluída a recuperação da Mamoa 2 do complexo Megalítico do Mezio, integrada nas instalações da Porta do Mezio e o Mapeamento dos monumentos rupestres do Gião.

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O principal objetivo destas duas intervenções é garantir as condições de preservação destes monumentos, assim como dar continuidade ao estudo e valorização do património arqueológico da região.

A intervenção arqueológica da Mamoa 2 revelou uma câmara de planta poligonal alongada e aberta, apesar dos evidentes sinais de destruição que afetaram a estrutura ao longo dos tempos. Entre o espólio arqueológico recolhido, ainda que em reduzida quantidade, destaca-se uma pequena enxó votiva e um micrólito em sílex.

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Concluído o estudo, procedeu-se aos trabalhos de consolidação de forma a tornar o monumento apto à visita. O percurso implementado permite que o público veja a área da câmara, o anel de pedras periférico e a mamoa em terra, sem necessidade de interferir com o monumento, garantindo assim a sua preservação.

Em paralelo, decorreram os trabalhos de registo gráfico de arte rupestre na área arqueológica do Gião, incidindo sobre um conjunto significativo de afloramentos gravados. Mediante técnicas avançadas de digitalização 3D, criaram-se réplicas detalhadas da morfologia das superfícies pétreas, permitindo assim a observação e estudo dos painéis gravados em ambiente virtual. Desta forma está garantida a preservação das gravuras.

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MONÇÃO: ARTEFACTOS DE PEDRA LASCADA (BIFACES E MACHADOS DE MÃO) DESCOBERTOS NA BELA

No âmbito do projeto de investigação transfronteiriço “Miño-Minho: Os Primeiros Habitantes do Baixo Minho”, foi descoberto, em Maio, durante trabalhos de prospeção, o Sítio Paleolítico da Bela. Seguiram-se, entre 25 de junho e 3 de julho, trabalhos arqueológicos, tendo-se identificado um número significativo de artefactos de pedra lascada: bifaces e machados de mão.

Figura 1

A descoberta ocorreu num talude que ladeia um antigo caminho rural e na base de um muro que delimita um terreno agrícola. Com o objetivo de avaliar a sua importância, procedeu-se à limpeza e verticalização do referido talude, o que permitiu recolher, uma vez mais, uma amostragem expressiva de materiais de pedra lascada.

Os próximos trabalhos, a desenvolver em Abril e Maio de 2019, terão como principal objetivo a realização de uma escavação no referido terreno agrícola, onde foram recolhidos artefactos importantes, avaliando, com maior profundidade, a relevância deste sítio arqueológico.

Este projeto, participado por investigadores das universidades de Lisboa, Porto e Minho, e do CENIEH (Centro Nacional de Investigación sobre la Evolución Humana), contou com o apoio da Câmara Municipal de Monção e da Junta de Freguesia de Bela, bem como da disponibilidade do proprietário do terreno, onde decorreu a sondagem arqueológica.

Figura 2

Figura 3

ARQUEÓLOGOS DA UNIVERSIDADE DO MINHO INVESTIGAM FORTES DO EXTREMO

Universidade do Minho já está a trabalhar nos Fortes do Extremo

A equipa da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho já se encontra no Extremo a levar a efeito o Projeto de Conservação, Estudo, valorização e Divulgação dos Fortes de Bragandelo e da Pereira, do séc. XVII, e que tiveram um papel relevante na Guerra da Restauração.

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A presente campanha, a desenvolver até ao final de julho, incide na prospeção sistemática do Sítio, realização de levantamentos pontuais e implementação de sondagens arqueológicas, avaliando assim os possíveis lugares que o exército espanhol usou para, em 1658, atacar as guarnições portuguesas que defendiam esta importante passagem.

A intervenção incide maioritariamente no Forte de Bragandelo, o melhor conservado. Estes fortins enquadrados no período da Guerra da Restauração, representam uma mais-valia para o turismo e a cultura do concelho, e em particular para a freguesia, uma vez que são exemplares superlativos no contexto de toda a Península Ibérica.

Este projeto insere-se no âmbito do Programa municipal de comemoração do Ano Europeu do Património Cultural, e conta com um investimento de cerca de 20 mil euros, sendo que terá igualmente continuidade no próximo ano com outras ações de estudo e valorização.

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BRAGA EXPÕE RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA BASÍLICA SUEVA DE DUME

Núcleo Museológico de Dume é ‘importante referencial’ da memória colectiva

O Núcleo Museológico de Dume abriu esta Sexta-feira ao público os conteúdos expositivos das ruínas arqueológicas da basílica Sueva de Dume. Este é mais um importante ponto de interesse na componente patrimonial com um espólio muito significativo e exemplar da antiga arquitectura cristã da Europa Ocidental.

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A inclusão é uma das grandes apostas deste equipamento, uma vez que o espaço está totalmente equipado para receber visitantes com qualquer tipo de limitações, sejam elas de mobilidade, visual ou auditiva. A musealização das ruínas da antiga Catedral, localizadas sob a actual igreja paroquial de Dume e seus espaços circundantes, é fruto da união de esforços entre a União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, Município de Braga, Universidade do Minho e a Igreja, a “verdadeira legatária” das memórias referencias agora expostas.

Segundo Miguel Bandeira, vereador da Câmara Municipal de Braga, este espólio “assume uma importância impar pela sua singularidade e valia patrimonial, constituindo-se como exemplar único, cuja valorização permitirá projectar as Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume para o mesmo patamar dos grandes conjuntos europeus similares, integrando-o nos circuitos internacionais de arquitectura cristã antiga”.

O Núcleo Museológico de Dume é um equipamento cultural da União de Freguesias, composto pelo edifício que alberga o túmulo de São Martinho de Dume e pelas ruínas arqueológicas (basílica e mosteiro Suevo e balneário Romano), já classificados como Monumento Nacional.

 “Este Núcleo é um importante referencial da nossa memória colectiva. Estes são espaços que nunca estão verdadeiramente encerrados a novos contributos do conhecimento, podendo sempre apresentar novas descobertas e revelações”, sustentou Miguel Bandeira, esperando que “em pouco tempo este seja um museu do conhecimento do grande público”.

A fruição das ruínas assenta na criação de um circuito entre o edifício que alberga o túmulo de São Martinho de Dume e a igreja, sob o actual adro, de modo a proporcionar a visita às ruínas conservadas. O visitante poderá visualizar vídeos e contextualização no auditório e iniciar depois uma espécie de ‘viagem no tempo’, circulando pela parte subterrânea do adro da igreja, vendo ruínas da antiga ‘Villa Romana’ e do mosteiro e basílica Suevas, terminando na sala do túmulo.

Já para presidente da União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, Francisco Silva, o objectivo é colocar este Núcleo Museológico nos roteiros nacionais e internacionais. “Este património, além de valorizar a freguesia, vai permitir realizar uma viagem no tempo, para que Dume ocupe o seu lugar na história religiosa e de Portugal”, disse.

O Núcleo Museológico de Dume funciona de Terça a Sábado (excepto o primeiro Sábado de cada mês) das 14h00 às 1800 e aos primeiros Domingos de cada mês entre as 09h30 e as 12h30. O Espaço disponibiliza ainda um serviço educativo com visitas guiadas para grupos e outras actividades, sujeitas a marcação prévia na União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe.

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BRAGA INAUGURA CONTEÚDOS EXPOSITIVOS DAS RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA BASÍLICA SUEVA DE DUME

Sexta-feira, dia 18 de Maio, pelas 10h00, no Núcleo Museológico de S. Martinho de Dume

O Município de Braga e a União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe inauguram os Conteúdos Expositivos das Ruínas Arqueológicas da Basílica Sueva de Dume, em cerimónia que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 18 de Maio, pelas 10h00, no Núcleo Museológico de S. Martinho de Dume.

O evento está inserido nas Comemorações do Dia Internacional dos Museus, que se celebra dia 18 de Maio. A iniciativa contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e do vereador Miguel Bandeira.

BRAGA REABRE TERMAS ROMANAS

Reabertura do Espaço Arqueológico das Termas Romanas do Alto da Cividade

O Município de Braga informa que o Espaço Arqueológico das Termas Romanas do Alto da Cividade reabre na Segunda-feira, dia 19 de Março, com as visitas ao local a decorrerem no horário normal de funcionamento.

Recorde-se que o espaço foi temporariamente encerrado devido a infiltrações provocadas pelas condições meteorológicas adversas que se registaram esta semana.

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ALUNOS VISITAM VESTÍGIOS DO ‘NEOLÍTICO’ EM MELGAÇO

No dia 26 de fevereiro

No âmbito da iniciativa REDITUS – I Jornadas sobre Património Cultural de Melgaço

‘Neolítico’ será a temática da ação que reunirá na próxima segunda-feira, 26 de fevereiro, os alunos do 5º ano do Agrupamento de Escolas de Melgaço e os colaboradores do Município de Melgaço que desempenham funções de atendimento ao público na área do Turismo e Cultura. A ação acontece no âmbito de REDITUS - I Jornadas sobre Património Cultural de Melgaço, uma iniciativa que pretende dar a conhecer a riqueza patrimonial de Melgaço, bem como a sua história, para que a mesma possa ser divulgada junto da comunidade e de quem visita o concelho.

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A iniciativa, de vertente pedagógica, será orientada pela Arqueóloga Alda Rodrigues. A atividade tem início às 10h30 com uma visita à maquete ‘Megalitismo’ do Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, seguindo-se uma vista à Mamoa do Batateiro, na freguesia de Gave.

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APOSTA NA DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Estas jornadas enquadram-se num projeto de quatro encontros culturais que assentam numa retrospetiva histórica sobre o Património Cultural de Melgaço, percorrendo, cronologicamente, as seguintes temáticas: o Paleolítico (decorreu em novembro de 2017), o Neolítico, a Época Medieval e as Épocas Moderna e Contemporânea. ‘O intento é promover o conhecimento do vasto Património Cultural existente no concelho, criando uma sequência de ações que permitam a melhor interpretação destes valores e da sua contextualização histórica.’, salienta a organização.

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PÓVOA DE LANHOSO DISTINGUE PARTICIPANTES EM JORNADA ARQUEOLÓGICA

Presidente da Câmara entregou certificados a participantes em escavação arqueológica

O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, entregou, no passado sábado, dia 3 de fevereiro, os certificados aos jovens voluntários/as e representantes de entidades que participaram na escavação arqueológica realizada na Serra do Carvalho, no ano passado.

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“Congratulo-me pelo facto de, no concelho da Póvoa de Lanhoso, haver jovens que estão dispostos a colaborarem voluntariamente em projetos de Arqueologia, isto porque, além de contribuírem para o estudo e valorização do património arqueológico concelhio, desenvolveram competências técnicas e sociais que vos ajudarão no futuro”, referiu o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

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As entidades parceiras do Município neste projeto foram a Junta de Freguesia de Lanhoso, a NEXO Património Cultural e a The Navigator Company. A cerimónia teve lugar na sede da Junta de Freguesia de Lanhoso.

De referir que estes trabalhos contemplaram a valorização de dois monumentos sob tumuli (mamoas) na Serra do Carvalho. A título de curiosidade é de referir que o resultado destes trabalhos foi apresentado na Universidade do Minho, sob a forma de poster, durante o EJI – PATER / Encontro de Jovens Investigadores - “Património e Território”, no final de 2017.

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PÓVOA DE LANHOSO: TRABALHOS ARQUEOLÓGICOS NA SERRA DO CARVALHO FORAM APRESENTADOS NA UNIVERSIDADE DO MINHO

Os trabalhos arqueológicos da valorização de dois monumentos sob tumuli (mamoas), que integram a necrópole megalítica da Serra do Carvalho, na Póvoa de Lanhoso, foram apresentados na Universidade do Minho, sob a forma de poster, durante o EJI – PATER / Encontro de Jovens Investigadores - “Património e Território”.

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Os trabalhos, que decorreram no mês de abril de 2017, consistiram na remoção do manto vegetal, no abate e esterilização das árvores e vegetação existente sobre e nas cercanias dos monumentos e no seu registo integral gráfico e fotográfico. Além de uma caracterização pormenorizada dos tumuli, esta atividade teve como intuito a criação de uma dinâmica de educação patrimonial e de consciencialização social, procurando potenciar a compreensão e preservação deste tipo de monumentos junto da comunidade, que, por desconhecimento e dificuldade de identificação no terreno, facilmente se encontram sujeitos a ações destrutivas.

De relembrar que esta intervenção arqueológica, que contou com uma dezena de voluntários, não só do concelho da Póvoa de Lanhoso, resultou numa parceria entre a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, a Junta de Freguesia de Lanhoso, a NEXO Património Cultural e a The Navigator Company.

O poster intitulado “Trabalhos de Valorização na Serra do Carvalho (Póvoa de Lanhoso)”, é da autoria de Gabriel R. Pereira, Mauro C. R. Correia, Gustavo M. M. Santos e Orlando Fernandes.

O referido Encontro de Jovens Investigadores decorreu em meados de dezembro.

Consultar aqui o cartaz.

BRAGA DIVULGA DOMUS DA ESCOLA VELHA DA SÉ

Actividades divulgam Domus da Escola Velha da Sé

O Município de Braga promove nos dias 28 de Novembro, 5 e 12 de Dezembro no ‘Domus da Escola Velha da Sé’ a actividade ‘Cantar Histórias’.

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Esta actividade é direccionada para o público sénior (utente dos Centros de Dia) e vai decorrer a partir das 14h45. O “Cantar Estórias” conta com a participação de António Castanheira e integrará ainda uma visita guiada ao espaço musealizado.

Para o dia 1 de Dezembro, no mesmo local, está agendado o ateliê ‘Mosaicos’. Esta é uma actividade, direccionada para o público em geral, serão abordadas técnicas de execução de um mosaico romano, materializando-se na criação de objectos uteis do dia-a-dia, tais como caixas porta presentes, porta lápis, mealheiros, marcadores de guardanapos ou outros, sempre decorados com motivos de mosaicos romanos.

A participação nestas actividades é gratuita mas carece de marcação prévia junto do pelouro do Património – Gabinete de Arqueologia, através do telefone 253 203 150 ou do e-mail gab.arqueologia@cm-braga.pt