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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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O AUMENTO DA EMIGRAÇÃO DE ENFERMEIROS PORTUGUESES

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  • Crónica de Daniel Bastos

No decorrer das últimas décadas tem sido impactante a tendência da emigração de jovens qualificados portugueses que perante a precariedade laboral, baixos salários e obstáculos à progressão de carreira, têm optado pela construção no estrangeiro dos seus projetos de vida.

Neste campo, tem-se destacado o fenómeno da emigração de profissionais de saúde, em particular os enfermeiros, tanto que desde 2010, números oficiais apontam para que mais de 14 mil destes profissionais de nível superior com competências técnicas, científicas e humanas tenham optado por sair de Portugal.

A grave crise económica e financeira que o país viveu a partir de 2011, e que obrigou à intervenção da troika em Portugal, atingiu duramente este grupo socioprofissional, assistindo-se nesse período à saída de 1.175 profissionais, valor que só seria ultrapassado em 2015, com a saída de 2.715 enfermeiros para o estrangeiro.

A trajetória de recuperação da economia portuguesa, e o incremento da contratação de profissionais de saúde no Serviço Nacional de Saúde (SNS), ainda que aquém das necessidades do SNS, parecia estar nos últimos anos a contribuir para o decréscimo da emigração de enfermeiros portugueses.

No entanto, dados apresentados no início deste mês pela Ordem dos Enfermeiros, instituição que emite as declarações de habilitação que estes profissionais precisam para exercer lá fora, há cada vez mais enfermeiros portugueses a procurar melhores condições de trabalho e de progressão na carreira em países como os Estados Unidos, Arábia Saudita, Inglaterra, Irlanda, França, Bélgica, Suíça ou Alemanha. Segundo a mesma, em 2018 a instituição recebeu um total de 2.736 pedidos de profissionais para exercer no estrangeiro, e o ano de 2019 pode mesmo ver este número ser superado, dado que nos primeiros seis meses do ano, a Ordem já recebeu 2.321 pedidos para obter a declaração de habilitação que permite trabalhar noutro país.

Numa época em que Portugal assiste a iniciativas que procuram apoiar o regresso de emigrantes ou lusodescendentes ao país, estas só terão verdadeiro impacto no nosso futuro coletivo, quando os responsáveis políticos e os agentes económicos concertarem uma agenda e estratégia que desde logo, não permita a constante emigração de jovens qualificados, como é o caso dos profissionais de enfermagem.

VILAVERDENSES RECRIAM MALHADA DO CENTEIO

Recriação da malhada tradicional. Aboim da Nóbrega e Gondomar ‘atiram-se’ ao centeio em ambiente de festa

Os trajes tradicionais da região, as alfaias agrícolas de outrora, a animação da música popular que põe toda a gente a cantar e a dançar… O ambiente não engana ninguém, é uma típica festa minhota. Após o trabalho árduo, chega a merecida recompensa, uma farta merenda que é partilhada com todos os presentes. Ontem, 10 de agosto, Aboim da Nóbrega recebeu uma das mais emblemáticas iniciativas da Rota das Colheitas, a recriação da tradicional Malhada do Centeio.

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O povo da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar uniu-se no Lugar do Souto para mostrar que a chama da tradição continua viva.  No topo da serra, a paisagem envolvente recorda-nos a cada vislumbre que estamos em pleno coração do Minho verdejante.  O centeio está espalhado pela eira de pedra. Num ritmo acelerado e cheio de vigor, as estrondosas estocadas dos malhos de madeira quebram o cereal dourado pelo sol. As emoções sobem à flor da pele e gera-se uma competição amigável entre as duas equipas de seis elementos.

Entre as malhadas, os homens procuram repousar o corpo e recuperar forças com um bom vinho verde da região. É nesta altura que as mulheres assumem a dianteira para reorganizar o centeio e recolher as sementes que se soltam. Entram em ação as tradicionais vassouras de giesta. Em simultâneo, as cantigas populares começam a ecoar pela serra. As danças e os cantares do Rancho Folclórico Típico das Lavradeiras de Aboim da Nóbrega trouxeram ainda mais animação ao recinto e simbolismo à ocasião.

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De Aboim da Nóbrega para o Canadá

De repente, a atenção de muitos dos presentes é captada por um habitante local que, em chamada de vídeo, mostra ao filho emigrado no Canadá o ambiente de festa que se vive na terra natal. O clima de diversão está instalado, repetem-se engraçados mergulhos para o centeio por parte de vários participantes animados e alegres, numa tentativa de espalhar umas risadas e uns sorrisos pela plateia.

Na Rota das Colheitas o público não precisa de ficar só a ver, também pode participar nas iniciativas. E assim foi. Várias pessoas experimentaram na primeira pessoa as tradições locais. Brandiram os malhos, deram uso às vassouras de giesta e saborearam um tradicional merendeiro minhoto. Alguns chegaram de perto, outros nem por isso. Pedro Ribeiro veio de Vila Real até Aboim e deu por bem empregue a viagem. “É a primeira vez que venho cá e estou a gostar muito. Ainda não participei, mas também vou participar. Acho que é uma boa iniciativa e ajuda a manter vivas as tradições da região”, afirmou. Por sua vez, Lina Fernandes chegou de perto para uma atividade que aprecia bastante. “No ano passado, a malhada foi muito boa e deu para toda a gente se divertir muito. É bom que se mantenha esta tradição”, frisou.

O presidente da Junta da União de Freguesias de Aboim de Nóbrega e Gondomar considera que “é importante manter estas tradições ancestrais e mostrar aos mais novos como as coisas eram antigamente”. Para João Rodrigues Fernandes, estas atividades mostram que Aboim de Nóbrega e Gondomar são “terras de portas abertas a quem nos quiser visitar e conhecer os nossos costumes e tradições”.

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A tradição continua viva

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, sublinha a importância de “manter estas tradições da Rota das Colheitas, como as malhadas, as desfolhadas… porque tudo isso faz parte do nosso passado, da nossa história e da nossa cultura”. O presidente do Município continua afirmando que “a Rota das Colheitas surgiu para ser uma exaltação da cultura vilaverdense e algo para as pessoas do concelho se poderem orgulhar”.

António Vilela termina referindo a importância da Rota para o turismo local. “O cartaz da Rota das Colheitas permite-nos mostrar que somos uma terra que gosta de conservar as tradições e o património. As pessoas gostam de ter acesso a iniciativas diferentes, que não encontram no dia a dia. Há muito público que aprecia estas recriações, estas demonstrações de outros tempos, e estas iniciativas são oportunidades únicas para quem quiser vivenciar tempos antigos”, concluiu.

A Malhada do Centeio foi organizada pela Junta da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar e integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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FOTÓGRAFOS SÉRGIO MOREIRA E SÍLVA MOREIRA CONTINUAM A SURPREENDER-NOS COM OS SEUS MAGNÍFICOS INSTANTÂNEOS E A VALORIZAR A BELEZA E TRADIÇÕES DE SANTA MARTA DE PORTUZELO

“Eu admiro demais os detalhes. O detalhe de um sorriso tímido, da forma como os olhos se movem, tudo revela algo” – confessa Sérgio Moreira, o artista que não pára de nos deslumbrar com as suas magníficas fotografias, exaltando a beleza única das nossas gentes!

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A sublime beleza da nossa região não se restringe ao encanto das suas paisagens e à monumentalidade histórica das suas vilas medievais, com as suas muralhas guarnecidas a lembrar tempos heróicos e ainda vestígios de civilizações antigas como o património dolménico, a arquitectura românica e, mais recentemente, o barrôco que inspira inclusive muitos motivos etnográficos.

Ela encontra-se sobretudo nos traços delicados da fisionomia das nossas gentes, na beleza singular da mulher minhota, na simbiose das suas origens celtas e visigóticas. Um retrato magnífico que, mais do que ninguém, a dupla Sérgio Moreira & Sílvia Moreira tão bem têm conseguido captar!

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FOTÓGRAFOS SÉRGIO MOREIRA E SÍLVA MOREIRA CONTINUAM A SURPREENDER-NOS COM OS SEUS MAGNÍFICOS INSTANTÂNEOS E A VALORIZAR A BELEZA E TRADIÇÕES DE SANTA MARTA DE PORTUZELO

“Eu admiro demais os detalhes. O detalhe de um sorriso tímido, da forma como os olhos se movem, tudo revela algo” – confessa Sérgio Moreira, o artista que não pára de nos deslumbrar com as suas magníficas fotografias, exaltando a beleza única das nossas gentes!

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A sublime beleza da nossa região não se restringe ao encanto das suas paisagens e à monumentalidade histórica das suas vilas medievais, com as suas muralhas guarnecidas a lembrar tempos heróicos e ainda vestígios de civilizações antigas como o património dolménico, a arquitectura românica e, mais recentemente, o barrôco que inspira inclusive muitos motivos etnográficos.

Ela encontra-se sobretudo nos traços delicados da fisionomia das nossas gentes, na beleza singular da mulher minhota, na simbiose das suas origens celtas e visigóticas. Um retrato magnífico que, mais do que ninguém, a dupla Sérgio Moreira & Sílvia Moreira tão bem têm conseguido captar!

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HOJE HÁ TOURADA EM PONTE DE LIMA - PROTESTO FOI DESCONVOCADO!

A manifestação de protesto convocada para hoje em Ponte de Lima através da rede social Facebook contra a realização de uma tourada acaba de ser desconvocada, alegadamente por engano na data com que a autarquia foi informada.

Refira-se que desde o 25 de abril de 1974, as manifestações não carecem de autorização, devendo apenas os organizadores informar as autoridades da sua realização por razões de segurança.

Os organizadores do protesto marcam nova convocatória para o próximo dia 8 de Setembro, fazendo coincidir com as Feiras Novas de Ponte de Lima.

Transcreve-se a referida nota publicada no Facebook:

“Boa tarde pessoal, devido a um erro de data no e-mail enviado à câmara municipal e por não ser possível corrigir por falta de tempo disponível por lei, lamento informar que o evento marcado para dia 11 vai ser cancelado...

Ficará desde já marcado e com tudo em ordem, para o dia 8 de setembro de 2019...

Obrigado pela compreensão”

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PAREDES DE COURA VAI TER FIBRA ÓTICA EM TODO O CONCELHO

Paredes de Coura vai dotar todo o concelho de fibra ótica, num investimento que ultrapassa os 250 mil euros.

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Um significativo esforço financeiro anunciado pelo presidente da Câmara, Vitor Paulo Pereira, na cerimónia evocativa do Dia do Concelho, mas que permitirá “garantir que a totalidade das casas e das empresas possam estar conectadas a uma auto estrada digital, que permite ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. Mas também mostrar que somos, de fato, uma terra sem paredes, sem limites ou fronteiras”.

Mais do que partilhar esta vontade ou desejo, “vamos conseguir implementar este projeto até ao final deste ano. Vamos realizar, tornar real”, garantiu de forma perentória o autarca courense, reconhecendo que se trata de um assinalável esforço financeiro, mas obrigatório: “é o passo que, tenho a certeza, todos acreditarão ser necessário”.

Com um Salão Nobre dos Paços do Concelho completamente cheio, com a presença entre os quais do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e do escritor Mário Cláudio – distinguido com a Medalha de Honra, Dourada, que lhe confere a qualidade de cidadão honorário do município --, o presidente da Câmara recordou que em Paredes de Coura o trabalho não se faz para o dia-a-dia, mas se projeta para a frente.

“Não para aquilo que somos, agora e aqui, mas para aquilo que desejamos ardentemente que Paredes de Coura seja. E é esse o nosso sentido. Sentimos que os caminhos exíguos que foram sendo rasgados a pulso pelas montanhas já não nos limitam, porque os caminhos que nos levam ao futuro já não se fazem de pedra ou alcatrão”, explicou Vitor Paulo Pereira, cuja equipa que lidera na autarquia trabalhou nos últimos tempos para que a fibra ótica seja uma realidade em todo o concelho.

Ainda antes desta cerimónia evocativa do Dia do Concelho que mais uma vez distinguiu os filhos mais ilustres da terra, foi também apresentado o livro “Paredes de Coura – Estudos Históricos”, de José Augusto Pacheco, bem como a entrega dos certificados da marca COURAME aos produtores em torno deste projeto partilhado e distintivo de Paredes de Coura.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO COMEMORA NO PRÓXIMO ANO AS SUAS BODAS DE PRATA

No próximo dia 2 de Fevereiro, passam precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo VERDE MINHO – ao longo dos quais tem representado o folclore e as tradições da nossa região, no concelho de Loures onde se encontra sediado e um pouco por todo o país onde actua nos mais diversos festivais e encontros de folclore.

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Ao longo de todo o ano de 2020, levará a efeito uma série de iniciativas visando a comemoração das suas bodas de prata, as quais estão já a ser minuciosamente preparadas. Desde logo, está já agendada a realização do Almoço do Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima a ter lugar em Loures, no dia 2 de Fevereiro, precisamente o dia em que celebra o seu aniversário.

Também a organização da próxima edição do FolkLoures já se encontra em marcha, devendo o programa ficar preenchido até ao final do próximo mês de Outubro, encontrando-se já algumas representações confirmadas. Mas, muitas surpresas irão ocorrer, as quais o BLOGUE DO MINHO espera oportunamente vir a divulgar.

A cada dia mais reconhecido pela nossa região a qual procura servir com espírito de missão, o Grupo Folclórico Verde Minho afirma-se como um guardião das nossas tradições e do folclore minhoto na região de Lisboa, colocando-se nomeadamente ao serviço do concelho de Ponte de Lima na cidade onde se encontra sediado – Loures!

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É VERDE MINHO!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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