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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SOPRANO CRISTIANA OLIVEIRA BRILHOU EM FAMALICÃO

A Orquestra Sinfónica Artave apresentou-se ontem em Concerto de Encerramento do estágio sob a direção do maestro brasileiro Emílio De César, no Auditório Pe. António Vieira - Caldas da Saúde. O Concerto da Orquestra Sinfónica Artave contou com a atuação da soprano Cristiana Oliveira e o tenor Mário Alves. O programa foi o seguinte:

VERDI Excertos da Ópera La Traviata

TCHAIKOVSKY Romeo e Julieta

BORODIN Danças Polovitzianas

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Cristiana Oliveira é natural de Braga, cidade onde iniciou os seus estudos musicais de piano e violino. E resto, a cidade de Braga tem vindo a adquiri notoriedade como berço dos melhores sopranos portugueses, de entre os quais salientamos também o nome de Elizabete Matos.

De acordo com a sua biografia oficial que se transcreve, Cristiana Oliveira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, nas classes dos Professores Oliveira Lopes e Margarida Reis.

Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento e masterclasses com Ana Paula Matos, Patricia MacMahon, Enza Ferrari, Paulo Ferreira, Marc Tardue, Mme Dechorgnat no Conservatório Internacional de Paris, Gabriella Morigi em Bolonha e Palmira Troufa com quem estuda regularmente.

Em 2010 foi aceite no curso intensivo do Estúdio de Ópera de Nova Iorque onde interpretou o papel de Yaroslavna na ópera "Prince Igor", de Borodin.

Em 2011 obteve uma Menção Honrosa no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

Apresentou-se em vários recitais de Lieder e Oratória em Portugal, Espanha, Itália e Estados Unidos da América.

Na ópera interpretou Dido em "Dido e Aeneas", de Purcell, Gretel em "Hansel e Gretel", de Humperdink nos Teatros de Tomar e Ourém e Helena Sá e Costa e recentemente Ivette em "La Rondine", de Puccini e Nita na Zarzuela "Los Gavilanes", no Teatro Nacional de São Carlos.

No ano passado fez a sua estreia no papel de Violetta Valery de "La Traviata" de Verdi no Atelier de l'Opera, Centro de Alto Aperfeiçoamento Operático de Barcelona e no Festival de música de Sant Pere Sallavinera com aclamadas críticas.

Em 2012 obteve o 1º Prémio no Concurso Internacional de Interpretação do Estoril.

Em 2013 ganhou o prémio especial "Concerto a Milano" no Concurso Internacional de Canto Maria Malibran em Milão.

Do seu repertório fazem parte as grandes heroínas para soprano lírico/spinto de coloratura.

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CANTORA SOPRANO CRISTIANA OLIVEIRA REALIZA CONCERTO NA SÉ CATEDRAL DE VISEU ALUSIVO A GIUSEPPE VERDI E RICHARD WAGNER

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A soprano Cristiana Oliveira leva à Sé Catedral de Viseu, no próximo dia 24 de abril, o Concerto Verdi / Wagner, o qual conta com a seguinte programação:

Richard Wagner - Tannhäuser, Prelúdio

Richard Wagner - Tannhäuser, “Dich, teure Halle, grüss ich wieder"

Richard Wagner - Edílio de Siegfried

Giuseppe Verdi – Nabucco, Abertura

Giuseppe Verdi – Otello, “Canzone Del Salice” e “Ave Maria”

Giuseppe Verdi – La Forza del Destino, Abertura

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Cristiana Oliveira é natural de Braga, cidade onde começou os seus estudos musicais de piano e violino. De resto, a cidade de Braga tem vindo a adquirir notoriedade como berço dos melhores sopranos portugueses, de entre os quais salientamos a cantora Elizabete Matos.

De acordo com a sua biografia oficial que se transcreve, a soprano Cristiana Oliveira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, nas classes dos Professores Oliveira Lopes e Margarida Reis.

Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento e masterclasses com Ana Paula Matos, Patricia MacMahon, Enza Ferrari, Paulo Ferreira, Marc Tardue, Mme Dechorgnat no Conservatório Internacional de Paris, Gabriella Morigi em Bolonha e Palmira Troufa com quem estuda regularmente.

Em 2010 foi aceite no curso intensivo do Estúdio de Ópera de Nova Iorque onde interpretou o papel de Yaroslavna na ópera "Prince Igor", de Borodin.

Em 2011 obteve uma Menção Honrosa no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

Apresentou-se em vários recitais de Lieder e Oratória em Portugal, Espanha, Itália e Estados Unidos da América.

Na ópera interpretou Dido em "Dido e Aeneas", de Purcell, Gretel em "Hansel e Gretel", de Humperdink nos Teatros de Tomar e Ourém e Helena Sá e Costa e recentemente Ivette em "La Rondine", de Puccini e Nita na Zarzuela "Los Gavilanes", no Teatro Nacional de São Carlos.

No ano passado fez a sua estreia no papel de Violetta Valery de "La Traviata" de Verdi no Atelier de l'Opera, Centro de Alto Aperfeiçoamento Operático de Barcelona e no Festival de música de Sant Pere Sallavinera com aclamadas críticas.

Em 2012 obteve o 1º Prémio no Concurso Internacional de Interpretação do Estoril.

Em 2013 ganhou o prémio especial "Concerto a Milano" no Concurso Internacional de Canto Maria Malibran em Milão.

Do seu repertório fazem parte as grandes heroínas para soprano lírico/spinto de coloratura.

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“BASTIEN E BASTIENNE” – ÓPERA DE MOZART, CANTADA EM PORTUGUÊS, NO CINE-TEATRO DE FAFE

A Orquestra do Norte apresenta esta quinta-feira, 8 de novembro, no Teatro-Cinema de Fafe, a Ópera de Mozart “Bastien e Bastienne”. Ao longo do dia são realizados três espetáculos, sendo dois para o público escolar (10h30 e 15h30). À noite, a partir das 21h30, o evento é dirigido ao público em geral, sendo o bilhete de 2 euros.

“Bastien e Bastienne” é uma ópera em um ato, escrita pelo prodígio Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), quando tinha apenas 12 anos de idade.

Supõe-se que a ópera tenha sido encomendada por Franz Mesmer, um abastado médico e hipnotizador, e estreada em sua casa, em setembro de 1768.

Bastienne é uma pastora apaixonada por Bastien. Atraído momentaneamente por uma nobre dama, que lhe oferece presentes e atenções, Bastien afasta-se da sua namorada. Bastienne recorre ao Mago Colas para que este salve o seu amor. Depois de zangas e suspiros, os dois apaixonados acabam por se reconciliar, mais felizes do que nunca e reconhecidos ao seu mágico salvador.

A versão original é para soprano (Bastienne), tenor (Bastien) e baixo (Colas).

Esta versão cantada em português e interpretada pela Orquestra do Norte, utiliza um meio-soprano no papel do tenor Bastien.

Sob a direcção do maestro Jorge Matta, interpretam os papéis os cantores Luiza Dedisin (Bastienne), soprano; Carolina Figueiredo (Bastien), meio-soprano e Manuel Rebelo (Mago Colas), baixo.

A encenação tem a assinatura de Marie Mignot.

CANTORA ELISABETE MATOS ATUA NA ÓPERA DE OVIEDO, EM ESPANHA, NO PRÓXIMO MÊS DE NOVEMBRO

Elisabete Matos vai participar na ópera Turandot que nos próximos dias 15, 18, 21 e 24 de novembro sobe ao palco na Ópera de Oviedo, nas Astúrias, na vizinha Espanha. Trata-se da última ópera de Puccini, com libreto de Giuseppe Adami e Renato Simoni, baseado numa peça de Carlo Gozzi, com adaptação de Friedrich von Schiller, estreada no Teatro Alla Scala de Milão em 1926, sob a regência de Arturo Toscanini. Entretanto, Elisabete Matos atuará no Teatro da Ópera de Roma nos próximos dias 25, 28 e 31 de outubro, no âmbito da representação da ópera La Giocconda. Natural de Braga, Elisabete Matos é uma consagrada cantora de ópera que tem em Puccini e Wagner os compositores por si mais interpretados. Deixamos aos leitores a sua própria biografia oficial.

Elisabete Matos nasceu em Braga onde estudou canto e violino. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, mudou-se para Espanha a fim de completar a sua formação com Ángeles Chamorro, Marimí del Pozo, Félix Lavilla e Miguel Zanetti.

Depois da sua estreia na Ópera de Hamburgo como Alice Ford (Falstaff) e Donna Elvira (Don Giovanni), papel que voltou a cantar em Lisboa, Las Palmas e Santander, participou, em 1997, na inauguração do Teatro Real de Madrid, interpretando Marigaila na estreia mundial de Divinas Palabras, de Antón García Abril, ao lado de Plácido Domingo. Imediatamente, é convidada por Domingo para estrear o papel de Dolly na Washington Opera, numa nova produção de Sly, de Wolf-Ferrari, com José Carreras como protagonista. De seguida, interpretou o mesmo papel no Teatro Regio de Turim, no Japão (com a Washington Opera) e na Ópera de Roma, desta vez com Plácido Domingo no elenco.

Interpretou, entre outros papéis, Chimène em Le Cid, de Jules Massenet, no Teatro de la Maestranza de Sevilha e na Washington Opera, com Plácido Domingo; a protagonista de Margarita la Tornera, também com Plácido Domingo, no Teatro Real de Madrid; Elsa em Lohengrin, na sua estreia no Gran Teatre del Liceu de Barcelona; Mimí em La Boheme, no Teatro de São Carlos de Lisboa; La Voix Humaine, na Maestranza; Zaza, no Teatro Regio de Turim e na Opéra de Nice; Elisabetta, numa nova produção de Don Carlo no Teatro Real de Madrid e em Palermo; La Battaglia di Legnano, no Teatro Massimo Bellini de Catânia; Freia em Das Rheingold, em Turim, Ópera de Roma e Liceu de Barcelona; o papel titular de Suor Angelica, no Palau de les Arts de Valência; Tosca, no La Fenice de Veneza, Teatro Massimo Bellini de Catania, em Chipre (com a Arena de Verona), Porto, Messina, no Festival de Macerata, em Tóquio, Lisboa e Cardiff (com a Welsh National Opera); La Vida Breve, em Lisboa; Amelia Grimaldi de Simon Boccanegra, no Teatro Real e Catania; Sieglinde em Die Walküre, na Maestranza, Centro Cultural de Belém e Liceu de Barcelona; Senta em O Navio Fantasma, em Nápoles, Sevilha e Madrid; Katia Kabanova e Els Pirineus, no Liceu de Barcelona; Madame Lidoine de Os Diálogos das Carmelitas, no La Scala de Milão, dirigida por Ricardo Muti; o papel titular de La Dolores, no Teatro Real de Madrid; Gutrune (Götterdämerung) e Rosa (Gaudi) no Liceu de Barcelona; Amélia de O Baile de Máscaras em Nápoles e em Bari; Condessa de Capriccio, no Centro Cultural de Belém; Santuzza de Cavalleria Rusticana, no São Carlos de Lisboa e no San Carlo de Nápoles; Abigaille (Nabucco), em Toulon; a protagonista de Norma, no Festival de Mérida e no Teatro Villamarta de Jerez; Elisabeth de Tannhäuser, no Liceu de Barcelona; Iphigénie en Tauride, no Teatro Campoamor de Oviedo; Turandot, em Antuérpia, Gante, Jerez e Valência (no Palau de les Arts, sob a batuta de Lorin Maazel); La Gioconda, em Tóquio; Minnie de La Fanciulla del West, em Lucca (com o Maggio Musicale Fiorentino).

Entre os seus compromissos mais recentes destacam-se Gutrune (Götterdämmerung), com Zubin Metha, e Cassandre (Les Troyens), com Valery Gergiev, ambos no Palau de les Arts de Valência.

Após o seu êxito como Senta (O Navio Fantasma) no Teatro Real de Madrid, cabe referir entre os compromissos futuros de Elisabete Matos a estreia como Lady Macbeth, na Ópera Nacional do Reno (Estrasburgo), e Isolda (Tristão e Isolda), no Campoamor de Oviedo, além de Iphigénie en Tauride, no Liceu de Barcelona, e da sua estreia na Metropolitan Opera de Nova Iorque como Minnie de La Fanciulla del West.

Para além dos teatros líricos, Elisabete Matos apresenta-se com frequência nas salas de concerto, interpretando habitualmente lied e concerto sinfónico, num vasto repertório que vai desde Bach até à música contemporânea. Destacam-se um recital de canções russas na Fundação Gulbenkian de Lisboa e no Festival de A Corunha; a Nona Sinfonia de Beethoven em Cagliari, dirigida por Lorin Maazel (com quem actuou também em Milão), no Auditório Nacional de Madrid (sob a direcção de López Cobos) e na Gulbenkian; O Chapéu de Três Bicos de Manuel de Falla, com a Chicago Simphony Orchestra, dirigida por Daniel Baremboim; um concerto de árias de Mozart com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Giuliano Carella; Offrandes, de Varèse, dirigida por C. Walmar; e os Wesendonk Lieder em Lisboa. Em Março de 2001, participou com Plácido Domingo, José Carreras e Mariella Devia, entre outros cantores de renome, no concerto que Zubin Mehta dirigiu em Parma em memória de Verdi, e que foi transmitido para todo o mundo.

Gravou o Requiem de Suppé com o Coro e Orquestra da Fundação Gulbenkian de Lisboa, sob a direcção de Michel Corboz, para a Virgin Classics; o papel titular de La Dolores, de Bretón, para a Decca, pelo qual foi galardoada com um Grammy em 2000; e Margarita la Tornera, de R. Chapí, para a RTVE, ambas com Plácido Domingo. Também com Domingo gravou em DVD a ópera Le Cid, de Massenet, com a Washington Opera. Recentemente, foi lançado em DVD O Chapéu de Três Bicos, de Manuel de Falla, com a Chicago Simphony Orchestra, dirigida por Daniel Baremboim.

Elisabete Matos foi nomeada Oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República Portuguesa.

Foi galardoada com a Medalha de Ouro por Mérito Artístico da Cidade de Guimarães.

Fonte: http://www.elisabete-matos.com/