Momento de inauguração acontece pelas 17h00, com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira.
A V Festa do Espumante, em Melgaço, vai reunir uma grande montra de espumantes de Alvarinho, diversidade de produtos regionais, sessões de showcooking com chefes Michelin e provas comentadas. O certame arranca na sexta-feira, pelas 11h00, e prolonga-se até domingo, no Largo do Mercado. A abertura oficial acontece pelas 17h00 com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira.
A Festa do Espumante de Melgaço tem como objetivo contribuir para afirmar a identidade de Monção & Melgaço como território vínico de excelência, fruto de condições naturais e humanas singulares: solo, microclima e saber-fazer. Com o consumo de espumantes a crescer de ano para ano, a Câmara Municipal de Melgaço pretende apostar num segmento que se tem revelado num dos mais bem-sucedidos produtos já experimentados. «A Festa do Espumante foi uma aposta arriscada, mas hoje o certame já se afirmou. E prova disso são os números: em 2018 tivemos cerca de 7 mil visitantes. É uma montra privilegiada para o nosso Alvarinho e para a gastronomia regional. Não tenho dúvidas, nenhumas, de que é uma aposta ganha!», afirma Manoel Batista, autarca melgacense.
A elevada adesão levou ao aumento da área de exposição, num total de 1350 metros quadrados. Estarão em prova 26 espumantes produzidos por 14 produtores de Monção e Melgaço: Adega do Sossego, Alvaianas, Casa de Canhotos, Cortinha Velha, Dom Ponciano, Dona Paterna, PROVAM, Quinta do Mascanho, Quinta do Regueiro, Quintas de Melgaço, Reguengo de Melgaço, Soalheiro, Terras de Real e Valados de Melgaço.
À Festa junta-se um vasto conjunto de produtores regionais, que apresentarão iguarias de elevada qualidade, tais como fumeiro, enchidos, queijos e doçaria: Melgaço em Sabores, Mel do Zé, Prados de Melgaço, Prendokas, Quinta de Folga, NB Bruno Afonso, Broa de Mel e Sabores Castrejos. O restaurante Chafarix/DOP MAT, mestre na confeção do maravilhoso receituário de Melgaço e do Alto Minho, irá apresentar variadas propostas gastronómicas.
Merecem ainda destaque as sessões de cozinha ao vivo com a assinatura de mediáticos cozinheiros que reinterpretarão o tradicional receituário, conferindo-lhe toques contemporâneos: João Cura do Restaurante Almeja, Porto; Chefe Estrela Michelin Óscar Geadas, estrela Michelin do Restaurante G, Pousada de Bragança; Chefe Rui Ribeiro da Escola Profissional do Alto Minho Interior; e o Chefe Estrela Michelin Vítor Matos - Restaurante Antiqvvm, Porto e Hotel Vidago Palace, Chaves.Para aprofundar conhecimentos sobre os espumantes de Melgaço, as provas comentadas com o sommelier Manuel Moreira terão muitas dicas práticas e úteis.
A animação completa o cartaz da Festa do Espumante, com música ao vivo de Rui Afonso e Bruno Pereira e os DJ John Fan, Pedro Simões (RFM).
Horários da Festa
Sexta-feira, 22 de novembro: das 11h às 02h
Sábado, 23 de novembro: das 12h às 02h
Domingo, 24 de novembro: das 12h às 18h
O certame pretende valorizar os produtos locais e a imagem do concelho através de uma oferta turística integrada onde o enoturismo, o turismo rural, os desportos aventura, o património cultural e paisagístico, a hotelaria e restauração constituem fatores dinamizadores para o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal.
A entrada é livre e o acesso às provas de espumantes faz-se mediante a aquisição do copo oficial no valor de 2,50€. Uma organização da Câmara Municipal de Melgaço com produção da EV-Essência do Vinho.
De 22 a 24 de novembro, poderá fazê-lo na Festa do Espumante em Melgaço
De 22 a 24 de novembro, na Festa de Espumante de Melgaço terá a oportunidade de provar o primeiro espumante de Alvarinho sem sulfitos – o Soalheiro Bruto Nature. Lançado este ano, trata-se de uma das novidades da família de Espumantes da primeira marca de Alvarinho de Melgaço e apenas está disponível em locais muito específicos, pois a produção é limitada.
Durante esse fim de semana também poderá visitar a adega Soalheiro e conhecer in loco os detalhes da produção de espumantes. As propostas de visita são diversificadas e as reservas podem ser feitas no portal de Enoturismo em www.soalheiro.com.
Tendo a sua aposta nos Espumantes começado em 1995, o Soalheiro tem no seu portefólio quatro variações 100% pur terroir da região de Monção e Melgaço - o Soalheiro Espumante Bruto Alvarinho, o Soalheiro Espumante Bruto Rosé, o Soalheiro Espumante Bruto Nature e o Soalheiro Espumante Bruto Barrica. De perfil mais conservador ou mais “fora da caixa”, pelas suas particularidades arrojadas não deixarão os consumidores indiferentes. Muito versáteis acompanham uma grande diversidade de gastronomia e são claramente espumantes para carne ou gastronomia intensa.
SOALHEIRO ESPUMANTE BRUTO NATURE
Acreditava se lhe disséssemos que tem pérolas reais?
Pura inovação, o Soalheiro Bruto Nature desafia-o a provar o primeiro espumante de Alvarinho sem sulfitos. Após o lançamento do primeiro Alvarinho produzido sem adição de sulfitos, o Soalheiro Nature "Pur Terroir", chegou a hora de criar um espumante na mesma linha e completamente “fora da caixa”. Baseado no método ancestral, onde as Pérolas de Leveduras criam o gás muito fino e delicado existente dentro da garrafa, e a rolha, especialmente selecionada para o efeito, acompanha o espumante desde a sua criação e fermentação em garrafa até à abertura final para os vossos copos.
A ausência de adição de sulfitos e de dosagem no final (bruto natural sem qualquer adição) e a permanência na cave, a temperatura baixa e constante durante 18 meses permitiu que este espumante mostre toda a elegância da casta Alvarinho numa perspetiva de maior complexidade e menos fruta. A cor e o aroma do Soalheiro Bruto Nature são intensos e o sabor complexo, a pedir que seja descoberto com entusiasmo. Afinal é um Alvarinho 100% elaborado sem adição de sulfitos, com fermentação alcoólica e malolática completas e sujeito a uma segunda fermentação em garrafa para se tornar espumante. A rolha, de seleção especial, sujeita a fermentação não apresenta a conicidade habitual do espumante e as Pérolas de Leveduras são reais, de sabor neutro e bem visíveis, normalmente no último copo, podendo ser também degustadas.
SOALHEIRO ESPUMANTE BRUTO BARRICA
Barrica de carvalho confere-lhe um carácter de aroma mais evolutivo e intenso
A elaboração de um Espumante a partir da casta Alvarinho obriga a uma escolha criteriosa das uvas. A nossa tradição recorria à fermentação neutra em inox para obter o vinho base com mais intensidade de fruta. O Soalheiro Espumante Bruto Barrica fermenta e estagia em barricas de carvalho usado durante 12 meses antes da segunda fermentação em garrafa. Esta etapa vai conferir ao espumante um carácter de aroma mais evolutivo e intenso, bem com uma textura de boca mais larga e persistente.
A permanência na cave, a temperatura baixa e constante durante 36 meses permitiu que este espumante mostre toda a elegância da casta Alvarinho, numa perspetiva de maior complexidade e menos fruta, a que o espumante Soalheiro Espumante clássico nos habituou. Apresenta cor amarela intensa, bolha fina e persistente. O aroma revela aroma terciários e abaunilhados, denotando um bom equilíbrio entre a acidez e o álcool. O sabor apresenta persistência, complexidade, mas ao mesmo tempo elegância.
SOALHEIRO ESPUMANTE BRUTO ALVARINHO
Exuberante e expressivo
Exuberante e expressivo, apresentamos o Soalheiro Espumante Bruto Alvarinho. Um Espumante de Alvarinho, de cor amarela citrina, bolha fina e persistente, que possui um aroma que revela a fruta da casta, denotando um bom equilíbrio entre a acidez e o álcool. O mosto, resultante de uma seleção criteriosa das uvas, fermenta a temperatura controlada, obtendo-se o vinho base para espumante.
Este vinho sofre, já em garrafa, uma segunda fermentação. A permanência na cave e a temperatura baixa e constante durante vários meses permite que mostre toda a elegância da casta Alvarinho. Um versátil acompanhamento gastronómico, ideal como aperitivo ou para acompanhar pratos tradicionais como assados no forno, bacalhau ou cabrito.
SOALHEIRO ESPUMANTE BRUTO ROSÉ
Contido e persistente
A cor rosa salmão, a bolha fina e persistente e o aroma elegante e delicado são caraterísticas do Soalheiro Espumante Bruto Rosé. O sabor é persistente, com muita profundidade e agradável complexidade, o que o torna um versátil acompanhamento gastronómico, ideal como aperitivo ou para acompanhar pratos tradicionais como assados no forno, bacalhau ou cabrito.
As uvas de Touriga Nacional, caraterizadas pela pouca intensidade de cor na região, juntamente com a casta Alvarinho são a base deste Soalheiro, fornecendo estrutura de boca. O mosto resultante desta seleção fermenta a temperatura controlada, obtendo-se o vinho base para espumante. Este vinho sofre, já em garrafa, uma segunda fermentação.
A Adega Cooperativa de Monção vê, uma vez mais, a qualidade dos seus vinhos ser reconhecida e premiada além-fronteiras. Os vinhos Deu la Deu Reserva 2017 e o Deu La Deu Terraços 2016 conquistaram a medalha Albariño de Oro na VIII edição do Concurso Internacional Albariños Al Mundo Zurich 2019.
Considerado a maior montra internacional do Alvarinho, o Concurso Internacional Albariños Al Mundo é organizado pela Unión Española de Catadores e tem como principal objetivo dar a conhecer aos principais mercados vinícolas mundiais a excelência da produção das regiões onde esta casta assume o protagonismo.
Armando Fontainhas, presidente da direção da Adega de Monção, manifesta a sua enorme satisfação pelas distinções alcançadas, “provas irrefutáveis da enorme qualidade dos nossos vinhos. Temos vindo a percorrer um longo caminho. Este é mais um marco na história de uma instituição que deixa um enorme legado no setor vinícola. Estamos todos de parabéns – sócios e colaboradores - mas sobretudo a região de Monção e Melgaço que reúne características únicas, que nos permitem alcançar este sucesso”, destaca o responsável.
Os vinhos em prova, originários de Espanha e Portugal, são avaliados por um júri criteriosamente selecionado, constituído por sommeliers, jornalistas, prescritores e responsáveis de compras.
Principais marcos
Entre 1986 e 2004, a Adega de Monção melhorou as condições tecnológicas de receção das uvas e o processo de vinificação, a capacidade de armazenamento, estabilização e engarrafamento dos vinhos.
Em 1999 aumentou as suas instalações com a criação de um novo centro de receção de uvas e vinificação – o Pólo de Melgaço.
Entre 2004 e 2006 tiveram início as obras de criação de modernização das instalações que permitiram alargar a comercialização a nível nacional e internacional.
Em 2005 surgiu o espaço Histórico e Cultural da Adega na antiga casa do Adegueiro e silos do Bagaço, que levou à sua integração na Rota dos Vinhos Verdes, Itinerário do Minho.
Em 2007, a Revista dos vinhos galardoou-a como a “Cooperativa do Ano”, e, em 2008 no evento “Lisboa Celebra o Vinho”, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas distinguiu-a com o prémio Empreendedorismo e Inovação.
Em 11 de Outubro de 2008 a Adega de Monção lançou uma aguardente de Vinho Verde Alvarinho, com numeração limitada, para a comemoração do seu Quinquagésimo Aniversário.
É desde 2008 PME Líder.
Em 2017, a Adega Cooperativa de Monção implementou um sistema de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo e um sistema solar térmico, um investimento de 160 mil euros que permitiu minimizar a pegada ecológica. Ao todo, foram instalados 307 painéis solares fotovoltaicos de 265 W cada para autoconsumo.
Recentemente, a Adega de Monção, obteve dois Ouros, uma Prata e seis menções honrosas no concurso de Vinhos Verdes Engarrafados, promovido pela Comissão dos Vinhos Verdes. No Concurso Vinhos Portugal, organizado pela ViniPortugal, foi distinguida com um Grande Ouro e com um Ouro com o vinho Deu la Deu e Deu la Deu Reserva. O “Muralhas de Monção espumante 2015 Reserva” foi premiado com uma medalha de Prata no Concurso Internacional Brut Experience 2019.
Adega de Monção
Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.
Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.
A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.
Os primeiros resultados já são conhecidos e alertam para um potencial turístico ligado à observação da fauna e da flora, tão rica e particular na região.
Com o objetivo de conhecer e valorizar a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas associados à vinha, o Soalheiro, em Melgaço, abriu as portas ao projeto ECO-AGRIFOOD, um estudo levado a cabo pelo Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) e o Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) da Universidade do Minho. Os primeiros resultados já são conhecidos e alertam para um potencial turístico ligado à observação da fauna e flora, tão rica e particular na região da origem do Alvarinho: Monção e Melgaço.
“Até ao momento, foram registadas 19 espécies de aves, sendo as mais frequentes o melro, o verdilhão e o chapim real. A combinação de diferentes infraestruturas ecológicas, como por exemplo sebes, muros de pedra, e bosques, fazem com que se quebre a monocultura de vinha, aumentando a biodiversidade e a complexidade de habitats, criando refúgio para fauna e flora e reduzindo a vulnerabilidade ecológica a pragas na vinha” aponta o estudo.
CRIAÇÃO DE UM PERCURSO PEDESTRE PELAS VINHAS SOALHEIRO PARA OBSERVAR A FAUNA E A FLORA
O projeto, que continuará até final de 2020, permitirá uma caraterização detalhada do habitat envolvente às parcelas de vinha Soalheiro, da diversidade de flora nos enrelvamentos e da diversidade de espécies de aves. Terá ainda como objetivo a criação de um percurso pedestre pelas vinhas da Soalheiro, salientando pontos onde a biodiversidade e a produção de serviços dos ecossistemas são elevadas. Um excelente complemento de valorização e desenvolvimento económico turístico da região.
A continuação deste trabalho será assegurada no âmbito de uma tese de Mestrado sobre a importância da biodiversidade nestas parcelas para posterior implementação de medidas de conservação e promoção da biodiversidade, mantendo a produtividade e aumentando a resiliência do ecossistema.
CLUBE DE PRODUTORES DE MONOVARIETAIS DE VINHO VERDE QUER ALAVANCAR O TERRITÓRIO
Com o objetivo de fomentar o enoturismo, a produção de uvas e de vinho de qualidade e a inovação e o desenvolvimento, nasce o Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM). Uma associação que pretende divulgar as potencialidades das diferentes sub-regiões do Vinho Verde, criando parcerias que permitam aumentar as visitas ao território e a melhoria do turismo das vinhas, incentivando o desenvolvimento económico mediante uma oferta turística integrada, fundada na qualidade do território, dos produtos e dos serviços.
Uma das apostas passará pela comunicação regular das suas atividades relacionadas com o Turismo do Vinho e da Vinha. Por consequente, no mês de setembro, destacam-se as vindimas e as visitas ao processo produtivo nas adegas, o ponto alto do ciclo produtivo e uma excelente oportunidade para conhecer as caraterísticas únicas de cada casta, de cada território e de cada região.
Neste final de setembro, o Clube de Produtores apresenta algumas sugestões de visita: àQuinta de Amares, um dos maiores produtores de Loureiro da região, localizada no concelho com o mesmo nome; àQuinta de Santa Cristina, uma referência na região de Basto onde o Enoturismo é já uma realidade com profissionalismo e diversas possibilidades de visitas; àQuinta Edmundo Val, em Valença, que surpreende com uma vistosa panorâmica de vinhas e provas comentadas. Em Monção e Melgaço as propostas recaem noSolar de Serrade, onde, para além de visita às vinhas, os visitantes têm a possibilidade de ficarem alojados - um Hotel recuperado de uma antiga casa apalaçada que permite um contacto muito próximo com a natureza e os prazeres do Alvarinho; na Quinta de Alderiz, um projeto de família dos irmãos Pinheiro que possui uma vasta área de Alvarinho e produção própria; no produtorDom Ponciano, que possibilita visitas às vinhas e provas na adega; e ainda naQuinta de Soalheiro, impulsionadora deste projeto que concretiza a possibilidade de dar resposta ao objetivo comum, dos produtores, de comunicar um complemento do turismo do vinho e da vinha, já existente em Portugal, nomeadamente o mais próximo desenvolvido da margem do rio Douro.
PROMOÇÃO DOS TERRITÓRIOS ATRAVÉS
DO DESENVOLVIMENTO DE UMA CULTURA EMPRESARIAL MODERNA
A associação prestará ainda apoio técnico especializado aos viticultores do clube com o objetivo de contribuir para a produção de uvas e de vinho de qualidade, contribuindo para a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos territórios ligados a uma produção de excelência.
Fomentar a mecanização e a partilha de conhecimento entre produtores é também um dos pilares base da VVCPM, pois consideram fundamental para o futuro da produção agrícola da região a promoção do desenvolvimento de uma cultura empresarial moderna que vise a proteção, a valorização e a promoção dos territórios de vocação vitivinícola e agrícola, das atividades agroalimentares, da produção de especialidades enogastronómicas e das reduções da economia eco compatível para assegurar a permanência dos agricultores no território.
VALORIZAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E PROTEÇÃO
Fundado em 2018, por iniciativa dos sócios gerentes da Quinta de Soalheiro, o Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM) tem na sua constituição uma grande maioria de viticultores de Monção e Melgaço dedicados à produção de Alvarinho e produtores da região dos Vinhos Verdes cujo foco na qualidade, no enoturismo e na inovação são prioridades. Trata-se de produtores de uva da casta Alvarinho (DOC ou IG), incluindo os da sub-região de Monção e Melgaço, produtores de uva da casta Loureiro (DOC Vinho Verde ou IG Minho), produtores de outras castas Brancas e Tintas como Avesso, Azal, Arinto, Trajadura, Vinhão, Espadeiro, Alvarelhão, entre outras implantadas na região dos Vinhos Verdes. Representa ainda produtores que produzam parte ou a totalidade da sua produção como uvas, mosto ou vinho aptos a D0/IG da Região dos Vinhos Verdes e que tenham atividade de Enoturismo.
Sendo uma associação cujos principais objetivos são o Enoturismo, a Produção de Uvas e Vinho de Qualidade, bem como a Inovação e Desenvolvimento, iniciou, apesar da sua curta duração, o contacto com os parceiros do setor para a prossecução desses objetivos, nomeadamente através do envolvimento no conselho geral da Região dos Vinhos Verdes e na relação com outras Associações e Instituições do setor do Vinho e da Vinha.
Gerado numa família opositora ao Estado Novo, José Ribeiro, nascido em Valença, no dia 3 de dezembro de 1938, cedo rumou à capital, onde começou por trabalhar num laboratório de cinema, seguindo-se a Rádio Renascença e o Rádio Clube Português.
Desse período guarda muitas recordações. Uma das mais fortes, situa-se na madrugada de 25 de abril de 1974. Como habitualmente, estava a “passar discos” quando assistiu, com agrado, à ocupação da emissora por militares afetos ao Movimento das Forças Armadas.
De sorriso aberto e alma renovada, passou os dias seguintes a colocar no ar músicas proibidas pelo Estado Novo. Estavam guardados num armário fechado que José Ribeiro arrombou para lhes dar vida. Ficou ainda célebre a marcha militar que escolheu, como indicativo, para os comunicados do Movimento das Forças Armadas.
Depois desse período conturbado, que viria a instituir a democracia no nosso país, José Ribeiro reformou-se (1993) e deixou a capital, passando a residir em Odemira, no Alentejo. Com a morte da sua esposa, decidiu visitar Monção, onde se encontra há dois meses.
A escolha da nossa terra deve-se à simpatia e hospitalidade da gente local, que José Ribeiro ouvia falar e tem agora a oportunidade de vivenciar, mas também ao desejo deste em oferecer uma garrafa de Alvarinho Cêpa Velha, datada de 1958, ao Município de Monção.
A garrafa já se encontra no Museu do Alvarinho e, como refere José Ribeiro, tem uma história associada com mais de seis décadas. Quer conhecê-la? Claro que sim. Diz José Ribeiro que a garrafa foi comprada pela família para, um dia, comemorar o falecimento de António Oliveira Salazar ou a destituição do Estado Novo.
Tanto num caso como em outro, distanciados por um período aproximado de quatro anos, não foi possível fazer o tal brinde em honra da liberdade, ficando a garrafa de Cêpa Velha à espera de uma ocasião propicia à “juntança” do maior número de familiares.
Os anos foram passando, trazendo com eles o saber empírico que talvez o melhor destino a dar à garrafa seria oferecê-la e não bebê-la. Esta ideia foi ganhando forma, amadurecendo a vontade, quando tal fosse possível, de a oferecer ao nosso município.
A oportunidade surgiu agora. A Cêpa Velha que sobreviveu à morte de António Oliveira Salazar e ao 25 de abril de 1974, encontra-se no Museu do Alvarinho para apreciação de viticultores, enólogos ou simples apaixonados pelo vinho com qualidade.
Um exemplar único, engarrafado em 1958, pela primeira empresa produtora de vinho Alvarinho do nosso concelho, com o mesmo nome, fundada em 1938, precisamente o ano em que nasceu José Ribeiro. Uma feliz coincidência de um gesto que o Município de Monção reconhece e agradece.
Músico brasileiro, Pierre Aderne encerra vindimas Soalheiro.
Neste dia, será possível desfrutar de uma prova exclusiva de colheitas antigas e de colheitas selecionadas.
No dia 4 de outubro, às 18h00, o concerto “Rua das Pretas” sobe ao palco, em Melgaço, entre as cubas e as barricas do Soalheiro. A proposta é para um concerto intimista com o músico brasileiro Pierre Aderne, que marcará o final de uma época especial de vindimas, com “canções de amor e de vinho”. As reservas são limitas, até 28 de setembro, e podem ser efetuadas aqui!
Serão duas horas de muita alegria, com música e músicos extraordinários, onde o vinho será o quinto elemento da banda. Neste dia, será possível desfrutar de uma prova exclusiva de colheitas antigas e de colheitas selecionadas. Uma prova dinamizada pelo Soalheiro Team que irá contemplar vinhos especialmente selecionados para este momento.
Da prova fará parte um Alvarinho que oferece música - a mais recente proposta do Soalheiro, em parceria com o músico Pierre Aderne. O vinho, intitulado Soalheiro Rua das Pretas, foi criado especificamente para este projeto e revela o território do Minho e do Vinho Verde. Para disfrutar em boa companhia, revela-se um vinho com frescura, elegância, intensidade e com 12% de álcool. Trata-se de uma garrafa de Soalheiro que contém música dentro. Em cada rolha, existe um código que permite descarregar gratuitamente músicas do “Wine Album” da Rua Das Pretas.
Será ainda possível conhecer o vinho de assinatura “Alumni UTAD - Alvarinho Branco 2017”, um projeto especial que retrata a visão do Alvarinho na sua globalidade colocada dentro de uma garrafa e que representa os 25 anos de enologia de António Luís Cerdeira.
Diretamente do Rio de Janeiro, Pierre Aderne, conquistou Portugal com "canções de amor e de vinho". Os concertos intimistas, e quase secretos, Rua das Pretas propõe momentos de partilha e de cultura, onde o vinho é o quinto elemento da banda: https://www.ruadaspretas.com/.
2000 participantes presentes numa prova que promete constituir uma experiência inesquecível, à semelhança de um trago de Alvarinho, o mais nobre dos vinhos verdes. Entre outros, presença de João Rodrigues, recente vencedor da Volta a Portugal, Gustavo Veloso, Samuel Caldeira, Tiago Machado, João Benta e Luís Gomes.
Depois de uma primeira edição com enorme sucesso, fruto do número de participações e percursos deslumbrantes nos dois concelhos, a segunda edição do Monção e Melgaço Granfondo promete dar continuidade à edição de estreia com a presença de 2000 participantes.
A prova realiza-se este domingo, 22 de setembro, com saída e chegada em Melgaço, englobando minifondo (75 quilómetros), médiofondo (106 quilómetros) e granfondo (130 quilómetros). Será uma experiência inesquecível, à semelhança de um trago de Alvarinho, o mais nobre dos vinhos verdes.
Numa prova para todos, onde os profissionais e os amadores pedalam lado a lado, o Granfondo Monção e Melgaço conta com nomes fortes do ciclismo nacional, destacando-se, entre estes, João Rodrigues, recente vencedor da Volta a Portugal, Gustavo Veloso, Samuel Caldeira, Tiago Machado, João Benta e Luís Gomes.
Ao longo do percurso, grupos de bombos e concertinas vão animar os participantes que, na esgotante subida a Santo António de Vale do Poldros, poderão visualizar várias placas com frases humorísticas de incentivo e motivação, alertando-os para a dificuldade daquela inclinação de cortar a respiração. Umas vezes, pela paisagem. Outras, pelo esforço.
As frases estão escritas à moda de Riba de Mouro, tendo sido disponibilizadas pela Maria e pela Alda, ambas naturais da freguesia, que estão a trabalhar no sentido de recuperar aquele dialeto local, ouvindo testemunhos e apontando saberes das pessoas mais idosas da freguesia.
No dia anterior, a organização promove uma sessão de autógrafos na tenda Pacto, entre as 17h30 e as 18h30, com João Rodrigues, Gustavo Veloso e Samuel Caldeira. No sábado, será também lançada a semente de futuros campeões com a realização do Monção e Melgaço Granfondo Kids. A participação é gratuita, sendo os pequenos obsequiados com t-shirt, medalha, bidon e lanche.
No próprio dia, decorrerá uma caminhada 100% solidária. Com número limite de 300 participantes, a inscrição, no valor de 7 €, dá direito a uma t-shirt da prova e um lanche retemperar no final. O valor das inscrições reverte a favor de uma instituição social do concelho de Melgaço, Centro de Dia de Castro Laboreiro. O almoço, esparguete à bolonhesa, será confecionado pelo Chefe Rui Ribeiro. Bom apetite.
Partido Socialista reafirma importância da produção de alvarinho e da proteção da natureza no desenvolvimento do Alto Minho
Tiago Brandão Rodrigues afirmou a importância da produção de vinho Alvarinho e que “o País já entendeu que esta sub-região é um território que tem de ser acarinhado e bem tratado”.
O cabeça de lista do PS pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo às eleições legislativas de 6 de outubro proferiu estas declarações à margem do roteiro que os candidatos socialistas fizeram este sábado pelas vindimas de Melgaço e Monção.
O setor do vinho Alvarinho fatura mais de 40 milhões de euro anuais, com uma taxa média de exportação de 25%, que ultrapassa os 50% nalguns produtores. O sucesso desta sub-região, cuja produção aumentou cerca de 60% desde 2014, com mais de 3 milhões de litros comercializados anualmente e a perspetiva de novos investimentos, é tida como um caso de estudo e uma referência a nível nacional e internacional.
Nesta ocasião, os candidatos socialistas, acompanhados por Manoel Batista, presidente da Câmara Municipal de Melgaço, tiveram a oportunidade de conhecer o projeto do Centro do Conhecimento do Vinho Alvarino, uma parceria entre autarquias, produtores e instituições de ensino superior, nomeadamente o Instituto Politécnico de Viana do Castelo e a Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, que visa reforçar o cluster do Alvarinho, através da melhoria do conhecimento científico sobre esta casta, da inovação tecnológica e da capacitação de todas as áreas de negócio ligadas ao setor.
A valorização do território foi outro dos temas de destaque do roteiro socialista deste fim-de-semana. Na companhia da campeã de atletismo Manuela Machado, mandatária distrital e de Rui Sousa, um dos mais notáveis ciclistas portugueses e Presidente da União das Freguesias de Barroselas e Carvoeiro, os candidatos socialistas percorreram parte de Ecovia do Litoral Norte no domingo.
Esta ação visou afirmar a importância que o PS atribui à proteção ambiental, promoção da mobilidade suave e à sensibilização para os hábitos de vida saudáveis.
Além do contacto com as pessoas ao longo do percurso foi ocasião para ouvir Ricardo Carvalhido, vereador do Ambiente, Biodiversidade, Ciência, Inovação e Conhecimento da Câmara Municipal de Viana do Castelo a apresentar a Rede de Ciência e Apoio à Investigação e Conhecimento concelhia e o projeto do Geoparque Litoral de Viana do Castelo.
Porque todos os dias são festa de vindima no Soalheiro, venha testemunhar os primeiros detalhes desta vindima!
Chegaram as vindimas e com elas vive-se uma energia ainda mais especial no terroir da Origem do Alvarinho: Monção e Melgaço. Para o Soalheiro, todos os dias são festa de vindima e vivenciar esse espírito será certamente uma experiência única. As vindimas marcam o fim de um ciclo e o início de outro, mas é o respeito pelas particularidades de cada videira, de cada cacho que fazem que no fim os vinhos transportem um ADN especial.
Para testemunhar in loco a emoção e a paixão do Soalheiro Team basta escolher um dos programas de Enoturismo disponíveis em soalheiro.com/Enoturismoe aproveitar para descobrir o sabor das uvas e dos mostos, bem como observar uma perspetiva diferente das vinhas. Por isso, até ao final de setembro, esta experiência torna-se ainda mais completa, pois é ajustada à realidade vivida na vindima: desde a apanha da uva, à receção das uvas na adega até à prova do mosto e dos vinhos em fermentação… tudo criará memórias e sensações que o farão encarar a cultura do vinho de uma forma diferente.
A oferta de Enoturismo Soalheiro é diversificada e integradora e permite criar programas para famílias, sem limitação de idades, e amigos com perfis e gostos diferentes. As visitas podem ser efetuadas de segunda-feira a domingo, incluindo feriados.
SABIA QUE SÃO AS VINHAS QUE MANDAM NA VINDIMA?
Na fase final do ciclo vegetativo, dá-se a maturação das uvas. Esta fase especial do ciclo da videira é fundamental para a qualidade do vinho a produzir. Por isso, cada colheita tem o seu toque e marca a sua diferença.
A Vindima 2019 é uma vindima clássica. O ciclo de crescimento vegetativo foi mais precoce que em 2018, contudo, o mês de agosto foi fresco e com temperaturas amenas o que favorece a concentração dos aromas e um alvarinho muito elegante. Setembro começou mais quente e sem chuva – um início de mês perfeito para a Vindima, que já vai a mais de metade.
Para os produtores, “é sempre importante nos nossos vinhos, quer seja no Loureiro para o ALLO ou no Alvarinho para os restantes vinhos, encontrar o melhor equilíbrio entre o álcool e a acidez. Para já, 2019 é ligeiramente mais fresco que 2018, o que nos agrada muito, e com álcool também moderado”. Finalizando, “as expetativas são ótimas, mas como diz o ditado “até ao lavar dos cestos é vindima”, por isso, vamos empenhar-nos para que os vinhos sejam perfeitos e façam jus à grande qualidade das uvas”.
Os produtores desafiam a olharem para este Soalheiro como uma fonte de aprendizagem. Algo que vai mudar a sua cultura sensorial.
De perfil pouco consensual, mas encarado como uma porta de aprendizagem entre o que foi o vinho do passado e poderá ser o vinho do futuro surge o Soalheiro “Nature Pur Terroir” 2018. De sabor intenso, trata-se de um Alvarinho 100% elaborado sem adição de sulfitos, com fermentação alcoólica e malolática completas. Sem dúvida, um vinho a pedir comida.
“O Soalheiro Nature é para nós um desafio enológico fantástico. No início achávamos que ia ser muito complicado produzir um vinho sem adição de sulfitos… mas vamos já na terceira colheita” referem os produtores. Acrescentando, “é um vinho que veio ocupar um espaço muito especial no Soalheiro. Um espaço em que defendemos os vinhos pouco interventivos, onde o acaso tem mais liberdade. Deixamos que as coisas aconteçam propositadamente e somos surpreendidos”.
A cor e o aroma são intensos e apesar da ausência de sulfitos adicionados o aroma e o sabor têm mineralidade e fruta. O engarrafamento, sem filtração, faz com que o vinho em garrafa esteja sujeito a depósito, sendo este depósito essencial para a proteção da oxidação, facilitando uma evolução estável deste Soalheiro "fora da caixa”. O sabor é complexo! Com início macio e redondo, devido à malolática completa, o final é marcante e intenso. Como harmonização, a sugestão vai para pratos de peixe e carnes brancas.
Os produtores desafiam “a olharem para este Soalheiro como uma fonte de aprendizagem. Algo que vai mudar a sua cultura sensorial. Como um filme que não percebemos de imediato a sua mensagem, mas que no final mudou algo na nossa maneira de o percecionar. Podemos gostar ou não. Mas, certamente, não ficamos indiferentes.”
Famalicão apresentou novo rótulo para a exportação pela Frutivinhos, nos Serviços Educativos do Parque da Devesa.
O vinho D. Sancho I, assim batizado em honra do Rei Povoador que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, vai chegar à Rússia. A Frutivinhos - Cooperativa Agrícola de V.N. Famalicão, que comercializa a marca, envia na próxima semana o primeiro de dez contentores com cerca de 18 mil garrafas cada para a terra dos czares. Com esta encomenda, a Frutivinhos inicia um novo capitulo da sua história, alargando a sua base exportadora que até agora se cingia ao mercado da saudade e a Inglaterra.
É com os olhos postos no mundo que a cooperativa apresentou na passada quarta-feira, 31 de julho, nos Serviços Educativos no Parque da Devesa, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, no âmbito do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.
A Frutivinhos produz anualmente entre 350 a 400 mil litros de vinho, dividido por seis referências: três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho. “O vinho é bom”, diz Alberto Carvalho, presidente da Frutinhos, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.
O Soalheiro propõe-lhe uma experiência cultural que pode ser vivenciada em família e entre amigos… dos 8 aos 80 anos.
De férias ou sem ideias para relaxar no fim de semana? O Soalheiro propõe-lhe uma experiência cultural que pode ser vivenciada em família e entre amigos… dos 8 aos 80 anos. Uma descoberta do terroir da origem do Alvarinho – Monção e Melgaço – onde a gastronomia, a natureza e a amizade se fundem num momento que ficará certamente na memória. Mas se acha que o Enoturismo é apenas prova de vinho, desengane-se. É a descoberta de tudo o que o vinho tem para lhe ensinar. Desde a descoberta dos encantos da vinha, da preservação da biodiversidade até aos sistemas de produção tudo é uma aprendizagem que pode ou não terminar com uma prova vínica.
PASSEIOS NA VINHA, RAFTING, GASTRONOMIA E INFUSÕES… TUDO HARMONIZA COM O TERROIR DO ALVARINHO
A oferta de Enoturismo Soalheiro é diversificada e integradora e permite criar programas para famílias, sem limitação de idades, e amigos com perfis e gostos diferentes. Agora com reserva mais intuitiva, as diferentes propostas podem ser conhecidas em soalheiro.pt/Enoturismo.
Na Visita Pur Terroirterá a oportunidade de visitar as primeiras vinhas. Plantadas em 1974, ano de muitas mudanças, estas vinhas continuam a dar origem a um vinho que revolucionou o conceito do Soalheiro percecionar o Alvarinho e o Vinho Branco - o Soalheiro Primeiras Vinhas. Consciente da necessidade de práticas sustentáveis, não só para a minimização dos problemas das alterações climáticas, mas, acima de tudo, pelo respeito pelo território, o Soalheiro tem apostado em novas formas de preservação do terroir com a implementação da agricultura biológica em todo as suas vinhas, baseada nos conceitos biodinâmicos e desafia-o a vir descobrir esta procura apaixonada pelo detalhe do território num passeio pelas vinhas.
Cada perfil de Soalheiro tem uma história para contar, um momento, uma atitude. Por isso, o desafio é escolher o seu.Pode optar pela Prova Clássica, onde se deixará envolver pela frescura aromática da casta Alvarinho com o Soalheiro Clássico, a dimensão mais emblemática da marca ou a Prova Origem, que o desafiará a descobrir toda a história da primeira marca de Alvarinho de Melgaço e a paixão que os move. Aqui terá a oportunidade, entre outros, de provar a alma do Soalheiro, o Primeiras Vinhas, e um Soalheiro de vinhas de altitude, o Granit. Para quem acredita na irreverência da tradição, propomos a Prova Nature. Nesta prova poderá descobrir a família dos Soalheiro Naturais: o Terramater (um Soalheiro integralmente diferente, sem filtração), o Nature (um Soalheiro "Fora da Caixa", sem adição de sulfitos) e a mais recente edição limitada do Espumante Nature (baseado no método ancestral de fermentação, sem adição de sulfitos). Mas o terroir pode ser explorado de diferentes formas e a Prova Fusion representa uma verdadeira fusão de sabores onde o potencial do terroir é explorado no seu expoente máximo para que a aprendizagem seja continua e a inovação esteja sempre presente. Nesta visita terá a oportunidade de degustar as mais recentes novidades - o Rosé (Alvarinho & Pinot Noir) e o Sauvignon Blanc (A inovação e o ThePurTerroir®), entre outros.
Mas se gostaria de explorar todas as Dimensões Soalheiro, harmonizadas com algumas das melhores iguarias que a região tem para oferecer: o fumeiro da Quinta de Folga e o queijo de prados de Melgaço, prepare as suas papilas gustativas para as melhores sensações de puro prazer. A Prova Premium proporcionará uma viagem pelos sentidos e revelará todo o potencial da casta Alvarinho e do “The Pur Terroir”.
Poderá ainda provar as infusões naturais do Minho. A “Soalheiro Infusion Selection” é composta por 10 ervas espontâneas caraterísticas do terroir Soalheiro e harmonizam com a gastronomia local e claro com perfis distintos de Soalheiro.
Localizados no Município de Natureza mais Radical de Portugal, Melgaço, tem ainda a oportunidade de explorar o Rio Minho e as serras que circundam o vale. Como complemento ideal às visitas pode ainda usufruir de uma divertida descida de Rafting.
Para descobrir todo o potencial enogastronómico da região, poderá usufruir de almoços e provas na vizinha Quinta de Folga. Sente-se à mesa na Quinta de Folga e tenha uma experiência gastronómica sem igual ao mesmo tempo que desfruta de uma vista única para as vinhas integradas numa paisagem rural tradicional. O ex-líbris é a produção do Porco Bísaro, ligado desde tempos imemoriais à confeção do Fumeiro da região. Na Quinta de Folga estes animais são criados ao ar livre, em regime de produção ecológica.
Ecoevento de referência nacional, a Feira do Alvarinho de Monção, a maior Wine Party de Portugal que decorreu entre os dias 5 e 7 deste mês, resultou na recolha de quase 12 toneladas de resíduos para reciclar: 1,5 toneladas de papel e metal, 2,7 toneladas de cartão e 7,4 toneladas de vidro.
Desta forma, a Feira do Alvarinho de Monção acrescentou à assinalável presença de publico e rentabilização económica, uma aposta bem-sucedida na sensibilização ambiental e gestão dos resíduos produzidos durante aqueles três dias de alegria, música, convívio e amizade.
E como todos os resíduos recicláveis foram “transformados” em euros, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção, entidade escolhida na presenta edição, vai receber 470,70 euros. No próximo ano, este apoio caberá a outra coletividade.
A Valorminho e o Município de Monção procederam à distribuição de ecobags para separação de resíduos pelos expositores, tendo sido disponibilizadas diversas estruturas de acondicionamento do vidro, do papel/cartão e de embalagens de plástico e metal, verificando-se ainda o reforço de contentores na envolvente do recinto.
Prova vertical de Arintos da Quinta do Tamariz: Uma viagem pelos arintos da casa
A Quinta do Tamariz, uma das quintas mais antigas da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, pioneira no engarrafamento de vinhos e na aposta dos brancos monovarietais na região, abre as portas da Quinta para proporcionar uma viagem pelos arintos aí produzidos através de uma prova vertical.
É no próximo dia 20 de Julho, pelas 16h00, que tem lugar na Quinta do Tamariz, em Barcelos, uma prova vertical dos arintos da casa, onde estarão em prova os arintos reserva de 2017, atualmente no mercado, de 2016, 2015, mas também 3 arintos da casa, de colheitas bem antigas e que pretendem demonstrar que a casta que António Borges Vinagre, administrador da Quinta do Tamariz e o representante da 4.ª geração à frente dos destinos da Quinta, tanto acarinha tem um enorme potencial de guarda, dando origem a vinhos muito interessantes com o passar dos anos.
A prova vertical de arintos será conduzida pelo reputado enólogo Jorge Sousa Pinto, enólogo da Quinta do Tamariz, sendo um dos enólogos de maior reconhecimento do país, particularmente focado na Região Demarcada dos Vinhos Verdes.
A Quinta do Tamariz, que só utiliza as castas regionais na sua quinta e as uvas aí produzidas na elaboração dos seus vinhos, vai assim com esta prova vertical fazer uma viagem pelo presente e pelo passado ao mundo dos seus arintos, vinhos de perfil seco e sem qualquer adição de gás carbónico, para um grupo limitado de participantes.
Esta prova vertical inicia-se com uma visita às vinhas, com destaque para as parcelas de arinto, onde Maria Francisca Vinagre, responsável pela viticultura da Quinta do Tamariz apresentará a casta e a sua história na região e na quinta, assim como as características que esta casta confere aos vinhos.
Os participantes na prova terão ainda uma oferta de 3 garrafas de Quinta do Tamariz Arinto Reserva 2015, 2016, 2017, sendo que dois deles já não se encontram disponíveis no mercado, existindo apenas uma pequena quantidade na quinta, para poderem realizar a sua própria minivertical de arinto Quinta do Tamariz.
A inscrição é obrigatória e tem um valor de participação de 25€, que inclui a caixa de 3 vinhos.
As inscrições podem ser efetuadas por email, através do endereço tamarizwines@gmail.com.
Informações adicionais serão prestadas pelo mesmo email ou pelo telefone 931662052.
No âmbito da programação do FolkLoures 2019, organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho daquela cidade da área metropolitana de Lisboa, realizou-se a harmonização dos vinhos Loureiro, do concelho de Ponte de Lima, e Arinto de Bucelas, do município anfitrião.
O evento, que decorreu no passado Sábado 6 do corrente mês de Julho, juntou confrades daquele néctar precioso com Região Demarcada em 1911, mas com referências de produção já no ano de 1594, e da casta Verde, o apreciado Loureiro, produção particular da Aromas4U, com sede no Parque Empresaria da Gemieira, também Ponte de Lima.
Foram padrinhos na solenidade, o atleta Nuno Barros, o primeiro português campeão do mundo em canoagem (2010) e da Europa (2014), natural da Seara, e João Pedro Coelho, o Melhor Cozinheiro Jovem nacional em 2017, de Fornelos, duas freguesias Limianas. Associaram-se o ex- eurodeputado da Saúde Pública e Segurança Alimentar, deputado á Assembleia Municipal de Lisboa pelo Movimento Partido da Terra, o jurista José Inácio Faria; o Grupo Verde Minho, organizador, presidido por Teotónio Gonçalves, ex- Provedor da Misericórdia local e dinâmico promotor das artes e tradições de Loures; o jornalista Carlos Gomes (Blogue do Minho), entre outros.
Para acompanhar os dois vinhos, foram de Ponte de Lima também produtos alimentares tradicionais, como a alheira de galo, o paio do lombo e a chouriça de carne, produzidos pela MinhoFumeiro, na Correlhã e o Folar Limiano, confecionado á base duma massa especial com enchidos, pelo Chef Vítor Lima, estabelecido na urbanização da Baldrufa, na sede do concelho.
Quanto ao FolkLoures, ele é já um grande acontecimento na região lisboeta. Este ano, estiveram em palco, representações nacionais e estrangeiras, como o Grupo de Bombos Us Bat na Pele, de Alfândega da Fé, Bragança e o de Arrufarte, Vertente Sul, de Odivelas; o organizador, Verde Minho, de Loures; do Douro Litoral, veio o Tradições Baile dos Pedreiros, de Penafiel, e também dessa mesma cidade, o seu Rancho Folclórico; de Guimarães, participou no Festival, o Rancho Folclórico de Moreira de Cónegos, enquanto o Baixo Alentejo esteve presente com o Grupo Coral e Etnográfico Camponeses de Pias. De mais longe, da Madeira, actuou o Grupo de Danças e Cantares daquela ilha, e de África, a Dança Sancofa Black Gold, de Cabo Verde.
Numa pesquisa rápida de tempos idos, recordemos que o vinho Arinto de Bucelas foi introduzido na Corte inglesa de Carlos II, casado com a lusitana Catarina de Bragança, filha do rei D. João IV, (e introdutora do Chá), pelo 3º Conde de Castelo Melhor, Luis de Vasconcelos e Sousa (1636 – 1720) durante a sua permanência em Londres. O pai desse titular, João Rodrigues de Vasconcelos, faleceu em Ponte de Lima a 13 de Novembro de 1658, parente dos Viscondes de Vila Nova de Cerveira, Alcaides (e com D. Maria I elevados a Marqueses) de Ponte de Lima. Os fidalgos eram proprietários do Palácio da Rosa, na capital portuguesa, e da Quinta da Romeira, em Loures, ainda actualmente ex-libris do Arinto, com 75 hectares com plantio dessa casta, e detentora do rótulo - Prova Régia – comercializada em Portugal e estrangeiro.
A nossa mascote “Alvarinho” não parou na última quinzena. Além de promover a Feira do Alvarinho em diversas localidades do norte de Portugal e da Galiza, teve de supervisionar a montagem do evento e tratar da logística ao nível dos vinhos para que tudo esteja pronto amanhã, sexta-feira, pelas 10h30, hora da sessão de abertura.
E ainda teve tempo para passar pelo ginásio, aprontando o corpinho para o desgaste de três dias de festa, visitar o cabeleiro, para uns últimos retoques na beleza natural, e conversar com o amigo sapateiro. Afinal de contas, nestes dias vai ser preciso dar corda aos sapatos.
Além de provas de vinhos, degustação de produtos gastronómicos e muita animação musical, a Feira do Alvarinho de Monção, a maior wine party de Portugal, proporciona ainda a promoção das empresas produtoras de vinho Alvarinho presentes no certame.
Em alguns casos, os produtores aproveitam a importância do certame, visitado por dezenas de milhares de pessoas, para divulgarem e comercializarem os seus produtos. Em outros, cada vez mais, optam pelo lançamento exclusivo de produtos novos durante a feira.
De acordo com informação veiculada pelos produtores presentes no certame deste ano, algumas empresas vão apresentarnovos rótulos na edição deste ano enquanto outros apostam em ações de marketing e expositores com imagem interior renovada, mais apelativa e atrativa aos olhos dos visitantes.
Um dos produtos novos será o “Vale dos Ares em Borras Finas”, um Alvarinho que estagia durante 18 meses em inox, sob borras finas. O objetivo, segundo Miguel Queimado, é procurar uma interpretação da casta mais mineral e com mais textura de boca.
Outra novidade será o “Rebouça Grande Escolha 2018”. Luis Euclides Rodrigues adianta que é um vinho de boa acidez citrina com muito longo e marcante final. A vindima é efetuada manualmente para caixas de aproximadamente 20 Kg. Após a decantação, inicia-se a fermentação em cascos de carvalho americano e termina em inox a baixa temperatura, durante 1 mês.
A Quinta das Pereirinhas vai apresentar “Alvarinho Quinta das Pereirinhas – Reserva da Família”, colheita 2016, garrafa Magnun de 1,5 litros, edição especial e limitada a 1500 garrafas numeradas. Segundo João Pereira, as uvas são produzidas numa única parcela, em regime de produção integrada (agricultura amiga do ambiente), onde curiosamente existe um Carvalho Alvarinho (Quercus róbur) com mais de 300 anos.
Por sua vez, Anselmo Mendes lança “Alvarinho Private”, um vinho proveniente da Quinta da Torre, na freguesia de Moreira, fruto de uma parcela chamada Vinha da Capela. Tiago Mendes, responsável de marketing e vendas, assinala tratar-se de um vinho que fermenta e estagia em barricas de carvalho francês usadas de 400 litros, durante 9 meses.
A Cortilha Velha, empresa que lançou o primeiro vinagre de Alvarinho na edição do ano passado, vai homenagear este ano o patrono da família, apresentando o “Legado de Manuel Covas”, um vinho estagiado em casco de carvalho que, diz Joaquim Covas, “honra a memória do nosso Pai”.
A Feira do Alvarinho de Monção, certame destinado a promover aquele produto vínico singular e nobre da nossa região, realiza-se nos dias 5, 6 e 7 de julho, apresentando uma programação destinada a todos os públicos, complementada com provas de vinho, degustação de produtos locais e animação musical.
No Parque das Caldas, vai localizar-se uma tenda gigante com produtores de vinho Alvarinho (31), um palco e uma área para o DJ. No exterior, um espaço para tasquinhas/doçaria tradicional (20), patrocinadores oficiais (4) artesanato e instituições (15) e restaurantes (5).
Acrescentam-se dois locais de venda de copos, uma área de recolha de informação, uma cafetaria, um posto médico, um espaço infantil, instalações sanitárias e o Espaço “Harmonias”, onde decorrerão as sessões de harmonização de diferentes tipos de Alvarinho (tranquilo com madeira, colheita tardia, espumante e aguardente) com pratos e doçaria tradicional.
Num evento de sucesso que se renova de ano para ano, a abertura oficial da Feira do Alvarinho de Monção está marcada para as 10h30, abrindo espaço a três dias de promoção dos vinhos Alvarinho, gastronomia local e rentabilização económica dos expositores, comércio, hotelaria e restauração do concelho.
Milhares de pessoas, de diferentes áreas geográficas de Portugal e Espanha, rumam à Terra de Deu-la-Deu Martins para “sentir” e “saborear” este certame. No último ano, no mesmo local, passaram pelo recinto da feira dezenas de milhares de pessoas, originando um significativo volume de negócio para o concelho de Monção.
Ao longo dos três dias, as tardes serão preenchidas com grupos de folclore e concertinas do nosso concelho. As noites iniciam-se com animação de rua (charangas), continuando, pela noite dentro, com DJ`s conhecidos do grande público. No palco 2, junto à área de restauração, o programa compreende música ao vivo durante o almoço e jantar.
A primeira noite, é dedicada aos anos 80 com DJ Fino. A segunda, aos anos 90 com Dj Pika. O Sunset, a partir das 18h00 de domingo, tem assinatura do Dj Nuno Luz. Numa parceria com a Rádio Comercial, o programa “Já se faz tarde”, com Diogo Beja e Joana Azevedo, é emitido em direto da Feira do Alvarinho de Monção.
A Feira do Alvarinho de Monção tem como finalidade reforçar a sua condição de instrumento estratégico para a promoção e comercialização daquele produto singular produzido em Monção e Melgaço, enaltecendo as suas características vinícolas ímpares e diferenciadoras e promovendo o estabelecimento de parcerias comerciais.
Assume-se ainda como um espaço de divulgação da atividade empresarial e associativa da região e como uma “montra” para a dinamização do mundo rural através da apresentação, valorização e comercialização de produtos e artigos locais e regionais.
“A Feira do Alvarinho de Monção promete três dias de promoção do vinho Alvarinho e da gastronomia local, duas maravilhas de Portugal, proporcionando muita animação para todos os públicos. O melhor do nosso concelho está aqui. Convido-o(a) a visitar Monção e a brindar connosco num ambiente amigável e fantástico”