Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

VILAVERDENSES MALHAM O FEIJÃO À MODA ANTIGA

Loureira ensinou a malhar o feijão à moda antiga

A freguesia da Loureira voltou a ensinar aos mais novos e recordar aos mais velhos como se desenrola uma tradicional malhada de feijão. Não faltaram os malhos e os engaços de madeira, as vassouras de codesso e os crivos, a animação da música popular e as sopas de cavalo cansado.

vvfeija (4).jpg

A iniciativa decorreu durante o final da tarde (19h) de domingo (dia 18 de agosto), inserida na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, e no Arraial do Emigrante, da Junta de Freguesia da Loureira. Numa verdejante zona de lazer à beira-rio, o Lugar da Ponte Nova acolheu dezenas de pessoas que se juntaram em círculo para reviverem velhos tempos.

Convidados pelo apresentador do evento, o presidente da Junta de Freguesia da Loureira, Pedro Dias, e a vereadora da cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, assumiram a dianteira distribuindo as primeiras malhadas. Foram várias as pessoas se seguiram, entre as quais vários elementos do público, e quem ia cedendo o lugar tinha a típica sopa de cavalo cansado à sua espera para recuperar forças.

E foi tudo à moda antiga, garantiu Júlia Pereira, uma das pessoas envolvidas na recriação desta prática agrícola ancestral. O feijão semeado em maio ficava pronto a colher “por esta altura”. Já bem secos, os feijoeiros eram dispostos no chão para a malhada. Os malhos subiam e desciam bem sincronizados, batendo violentamente e quebrando os pés de feijão. De seguida, utilizava-se uma vassoura de codesso ou giesta para separar o feijão das cascas maiores da planta. “Por último, limpava-se bem o feijão nos crivos e estava pronto para cozinhar”, referiu. E quem esteve presente no Lugar da Ponte Nova pôde reviver este processo. No entanto, Júlia Pereira não esconde as saudades das malhadas antigas. “Esta malhada é bastante idêntica às de antigamente, mas não é tão grande, nem tão alegre. Naquela altura, cantava-se muito e havia mais animação. Agora também é alegre, mas pessoalmente acho que antigamente era mais”, afirmou com nostalgia.

vvfeija (5).jpg

Reviver memórias e rever velhos amigos

Além de manter bem acesa a chama da tradição, a malhada do feijão também foi ponto de encontro de velhos amigos. Palavras de João Ramos, natural da Loureira e emigrante na França há 50 anos. “Esta iniciativa acaba por juntar a população da freguesia e os emigrantes que regressam às origens, como é o meu caso, estou na França há 50 anos, e isso permite-me rever velhas caras conhecidas”, disse.

Mesmo quem não foi ao Lugar da Ponte Nova por causa da malhada acabou por ficar a assistir. “Eu vim assistir aos ranchos folclóricos e acabei por ficar para ver a malhada para reviver algumas memórias de infância”, sublinhou Constantino Feio, natural da Loureira. Contudo, para Constantino, “agora isto é diferente, é muito mais cultural e é muito mais para mostrar aos jovens”.

vvfeija (1).jpg

“Cinco dias de festa que terminam em beleza”

A malhada arrancou com dois malhadores convidados pelo apresentador do evento: o presidente da Junta de Freguesia da Loureira, Pedro Dias, e a vereadora da cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes. A vontade de participar na iniciativa era imensa e não faltavam voluntários para pegar no malho. “Como se vê, muita gente aderiu à iniciativa e está a malhar”, referiu Pedro Dias, acrescentando que “as pessoas mais velhas conseguem reviver as suas memórias do tempo de infância” e os mais novos podem “perceber e sentir a cultura e tradições que existem na freguesia e no concelho”.

Inserido na programação Na Rota das Colheitas e também no Arraial do Emigrante, o evento teve também como objetivo receber os emigrantes. “Todas as iniciativas do arraial têm como objetivo receber os emigrantes da freguesia, do nosso concelho e concelhos vizinhos. Cinco dias de festa que terminam em beleza graças à malhada do feijão”, afirmou o presidente da Junta.

“Importante para a Loureira e para o concelho”

A importância da Malhada do Feijão foi reforçada pelas palavras da vereadora da cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes. “É extremamente importante, porque estamos perante uma recriação de uma malhada à moda antiga”, sublinhou. Para Júlia Fernandes, “a malhada do feijão permite às pessoas não só relembrar, mas também reviver fisicamente estas práticas agrícolas ancestrais”. Ao mesmo tempo, “permite aos mais jovens aprenderem aquilo que se fazia antigamente” e isso é um dos fatores que conferem “tamanha importância, quer para a freguesia da Loureira, quer para o nosso concelho”.

A vereadora da cultura não se limitou a assistir e também malhou o feijão. “Gosto sempre de participar nas malhadas. Faz-nos regressar à infância, quando víamos isto nas eiras dos nossos avós”, revelou Júlia Fernandes.

vvfeija (2).jpg

VILA VERDE REALIZA CONCURSO FOTOGRÁFICO

Concurso. Fotografia e tradição de mãos dadas Na Rota das Colheitas

O concurso fotográfico ‘A Rota das Colheitas de Vila Verde através das objetivas' vai premiar as melhores fotografias enquadradas nas atividades da programação Na Rota das Colheitas. De agosto a novembro, sucedem-se pelo concelho de Vila Verde mais de quatro dezenas de iniciativas dedicadas às tradições locais e ao genuíno pulsar do mundo rural.

2019 cartaz-concurso-rota.jpg

Recriações de práticas agrícolas ancestrais, feiras e festas das colheitas, arraiais, eventos gastronómicos, espetáculos culturais, atividades de desporto e natureza…

Os apaixonados pela fotografia dispõem de excelentes oportunidades para captar momentos únicos e ainda se habilitam a ganhar prémios pelo caminho. A iniciativa é organizada pela Foto Felicidade e pelo Município de Vila Verde.

O grande objetivo do concurso é “desafiar a criatividade de cada um dos participantes, de modo a que se desenvolvam hábitos culturais e competências técnicas fotográficas”. Os melhores trabalhos vão integrar uma exposição fotográfica e serão distribuídos prémios pelos três vencedores: 1º prémio - 150.00€, patrocínio da Foto Felicidade; 2º prémio - 75.00€, patrocínio da Felicidade Noivas; 3º prémio - 35.00€ em impressões digitais na Foto Felicidade.

A participação é aberta a todas as pessoas com idades superiores a 15 anos, sendo que os menores de idade necessitam de uma declaração de autorização dos encarregados de educação para poderem participar. Os trabalhos devem ser enviados para a Foto Felicidade até ao dia 15 de dezembro. Os interessados podem consultar aqui o regulamento do concurso.

VILAVERDENSES CAMINHAM POR ABOIM DA NÓBREGA

17 de agosto. Aboim da Nóbrega convida a caminhada noturna em comunhão com a natureza

Depois da recriação da tradicional Malhada do Centeio, Aboim da Nóbrega volta a ser palco de uma iniciativa inserida Na Rota das Colheitas. A Caminhada por Terras de D. João de Aboim é uma oportunidade única para apreciar a natureza no seu estado mais puro, descobrir algumas das tradições locais e visitar pontos de interesse histórico-cultural da freguesia. A iniciativa arranca ao pôr do sol e prolonga-se sob a luz da lua, com jogos de cores e de sombras que vão encantar e surpreender os participantes. A concentração está marcada para as 19h00 do dia 17 de agosto, no Parque de Campismo e Caravanismo de Aboim da Nóbrega.

cartaz caminhada  aboim.jpg

No topo da serra, longe da poluição e do ruído citadino, o céu estrelado ganha mais brilho e a lua ‘cresce’. Além de levar os participantes à descoberta da imensa beleza natural da região da Nóbrega, o percurso inclui também vários pontos de interesse histórico-cultural da freguesia (Castelo de Aboim da Nóbrega, Chão Grande, Valcião, Igreja de Aboim da Nóbrega e Fonte do Dente Santo). Entre histórias e lendas que ganham nova aura envoltas pela escuridão da noite, haverá ainda espaço para descobrir algumas das tradições locais. Para aprender o processo de confeção do pão de milho caseiro e, no final, recuperar energias com as tradicionais sopas de cavalo cansado.

A caminhada terá um percurso circular com aproximadamente 12 km e duração prevista de cerca de quatro horas. A inscrição no evento é gratuita e obrigatória, limitada a um máximo de 70 pessoas.  Os interessados podem inscrever-se até ao dia 14 de agosto, enviando e-mail para campismoaboim@atahca.pt ou ligando para um destes números, 253 348 094 | 913 936 566. O evento é organizado pelo Parque de Campismo e Caravanismo de Aboim da Nóbrega, pela Associação de Desenvolvimento das Terras, Altas do Homem, Cávado e Ave (ATAHCA) e as Aldeias da Saudade. A iniciativa conta com a colaboração da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar e integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

VILAVERDENSES REALIZAM MALHADA DO TREMOÇO

Banho de multidão em Oleiros na recriação da Malhada de Tremoços

Estocadas vigorosas separam o tremoço da planta seca pelo sol. A animação da música popular toma conta do recinto. A gastronomia regional ajuda a confortar o estômago e a fortalecer o corpo. As vestes, alfaias e métodos tradicionais reforçam o simbolismo do evento. Os saberes e sabores do mundo rural atraíram um mar de gente que chegou às imediações da igreja paroquial da freguesia de Oleiros para reviver a genuína tradição minhota. A Malhada de Tremoços com Sopas de Cavalo Cansado decorreu no passado dia 10 de agosto, foi organizada pela Junta de Freguesia com o apoio de diferentes coletividades locais e integrou o Dia de Oleiros. Está inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

vvtremoço (1).jpg

Começa a cair a noite. As lavradeiras chegam à eira improvisada com os tremoceiros secos à cabeça, acompanhadas pelo som das concertinas. Vêm trajadas a rigor. Saia, blusa e avental à cinta. Socas nos pés e lenços na cabeça. A indumentária ajuda a reforçar o simbolismo do momento, mas é hora de arregaçar as mangas e meter as mãos à obra. Com a parte de trás dos vigorosos engaços de madeira, desferem estocadas violentas sobre os tremoceiros secos e quebradiços que vão libertando o desejado conteúdo. Depois, utiliza-se a peneira para separar as ervas secas dos tremoços. O público mostra-se bastante curioso, vai fazendo perguntas sobre o processo e muitos dos presentes acabam mesmo por pegar no engaço e participar ativamente na recriação.

Os tocadores de concertina e o Rancho Folclórico da Senhora da Pena, de Carreiras S. Miguel, animam o recinto com a alegria contagiante da música popular. De microfone em punho, a presidente da Junta de Freguesia de Oleiros, Carla Leitão, vai explicando aos presentes os moldes em que decorre a prática secular. No final, são distribuídos sacos de tremoços pela plateia e servem-se as tradicionais sopas de cavalo cansado. Vinho, broa caseira e açúcar, uma receita para fortalecer o corpo e animar o espírito. Este ano, a iniciativa integrou as comemorações do Dia de Oleiros, pelo que o público tinha ao dispor várias opções da típica cozinha minhota.

Uma oportunidade de excelência para promover e valorizar a tradição local, atrair visitantes e fortalecer os elos entre a comunidade local. Albertina Araújo ajudou a recriar a tradição e não esconde o entusiasmo. “Participei na apanha dos tremoços, na malhada, nas sopas de cavalo cansado e em todas as atividades que há aqui na freguesia. Gosto muito disto, a tradição não pode acabar”, referiu. Na plateia, Hortência Alves da Silva mantém a toada e reforça a importância da iniciativa. “Adoro esta tradição da freguesia. A noite de hoje está a ser espetacular. A cada ano que venho vejo mais pessoas, o que é muito bom para a freguesia. A tradição não pode acabar”, afirmou.

“O pão dos pobres”

Por sua vez, a presidente da Junta de Freguesia de Oleiros explicou ainda que o cultivo do tremoço era muito comum na localidade e que era duplamente importante para a população. Por um lado, pelo valor alimentar que deu ao tremoço a alcunha de “o pão dos pobres”. Por outro, pela importância para os ciclos agrícolas.  “As raízes do tremoceiro têm propriedades únicas muito benéficas para os campos. Após o cultivo do tremoço, os terrenos ficavam mais férteis”, contou a Carla Leitão.

A autarca fez um “balanço muito positivo” do evento, sublinhando que a alteração da data resultou em cheio. A iniciativa passou de agosto para setembro e integrou o Dia de Oleiros. Com a presença dos habitantes locais, muitos emigrantes que regressam este mês a Oleiros para férias e o aumento de visitantes que chegaram de fora, a afluência popular subiu consideravelmente em relação ao ano passado. E o público gostou do que viu. “Havia muita gente a fazer perguntas, a querer conhecer o processo… Muitos também quiseram experimentar e acabaram por pegar nos engaços e participar”, revelou Carla Leitão, sublinhando a importância deste tipo de iniciativas. “As pessoas gostam e ficam felizes. É importante relembrar as tradições e assim reviver o passado. Além disso, estes eventos permitem que as pessoas se encontrem e convivam, reforçando os elos de ligação entre a comunidade”, concluiu.

vvtremoço (2) (1).jpg

vvtremoço (3) (1).jpg

vvtremoço (4) (1).jpg

vvtremoço (5) (1).jpg

vvtremoço (6) (1).jpg

VILAVERDENSES MALHAM NO FEIJÃO

Loureira reaviva velhas memórias e ensina aos mais novos a tradição da Malhada do Feijão

As tradições minhotas mantêm-se bem vivas na Loureira. A freguesia do concelho de Vila Verde vai acolher a quarta edição da recriação da Malhada do Feijão, já no próximo dia 18 de agosto (domingo), pelas 19h. Dos trajes tradicionais às alfaias agrícolas, a iniciativa vai decorrer nos moldes de antigamente e afirma-se como uma oportunidade soberana para os mais novos conhecerem e os mais velhos reviverem a tradição. Vai decorrer na zona de lazer da Ponte Nova, com o espelho de água do Rio Homem e a beleza natural da paisagem verdejante como pano de fundo.

rcollle (3).jpg

Haverá, ainda, música popular minhota a acompanhar a recriação da prática agrícola para animar a festa e sopas de burro cansado para recarregar as energias depois dos esforços do trabalho. A iniciativa é de entrada gratuita e todos podem participar. Pegar nas alfaias agrícolas e ‘meter as mãos na massa’, experimentar e vivenciar as tradições locais, sentir na primeira pessoa o genuíno pulsar do mundo rural. O evento integra o Arraial do Emigrante (14 a 18 de agosto), organizado pela Junta de Freguesia da Loureira, e insere-se na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

Segundo o presidente da Junta de Freguesia da Loureira, Pedro Dias, os principais objetivos da Malhada do Feijão passam por “mostrar aos mais novos a tradição, como é que o feijão chega à mesa, e levar os mais antigos a reviver uma prática que realizaram durante muitos anos de forma tradicional”. O autarca continuou afirmando que “estando inserida no Arraial do Emigrante, [a malhada] também tem como objetivo receber os emigrantes e potenciar turismo através da ruralidade da freguesia”. Nesta altura do ano, a Loureira é “uma freguesia muito visitada por pessoas de outros concelhos e regiões”, sublinha Pedro Dias, enfatizando o fator de atratividade da zona de Lazer da Ponte Nova, um espaço muito bem cuidado à beira-rio que é “um dos ex-líbris do concelho de Vila Verde”. 

rcollle (1).jpg

rcollle (2).jpg

VILA VERDE: ROTA DAS COLHEITAS LEVOU MILHARES DE PESSOAS A SOUTELO

Soutelo. Gastronomia, música popular e ambiente de festa trouxeram milhares de pessoas ao 10º Arraial do Melão Casca de Carvalho

Milhares de pessoas passaram pelo Espaço Ténis, em Soutelo, para (re)viver as sensações de um genuíno arraial à boa moda do Minho. Para saborear as iguarias da gastronomia regional, dançar ao som da música popular e degustar o famoso e saboroso Melão Casca de Carvalho, em ambiente de festa, diversão e alegria. Durante três dias, 9 a 11 de agosto, o 10º Arraial do Melão Casca de Carvalho pôs a freguesia numa roda viva. Um dos grandes destaques do evento vai para noite de sábado, em que a cozinha típica do Minho e o rei do improviso e das desgarradas, Augusto Canário, arrastaram milhares de pessoas ao recinto. A iniciativa foi organizada pela Junta de Freguesia de Soutelo, com o apoio de dezenas de voluntários locais, e integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

vvsoutel (1).jpg

Os arcos iluminados guiam quem vem de fora até ao recinto da festa. O piso é em terra batida. Fitas e pequenas bandeiras garridas cruzam o espaço e dão um colorido especial à festa. O aroma das iguarias minhotas abre o apetite e a procura é grande. No balcão chovem os imensos pedidos das mesas, mas com forte espírito de união e entreajuda, os voluntários dão conta do serviço e a espera pela comida é curta. Há música popular durante os três dias e o público não se faz rogado. Aproveita para cantar e dançar ao som da música popular, em momentos de grande alegria e diversão.

vvsoutel (2).jpg

Todos os caminhos foram dar a Soutelo

Não foram só soutelenses que marcaram presença no arraial. Houve quem fizesse muitos quilómetros para comparecer na festa. Diogo Ribeiro, natural da Maia, é um desses exemplos. “Falaram-me do arraial, convidaram-me a vir cá jantar e não me arrependo. Come-se muito bem e o melão é muito saboroso”, referiu. Por sua vez, João Almeida descobriu o arraial por acidente. “Estava a ir para Braga e vi que havia festa aqui. Decidi parar para jantar. Estou a gostar muito do ambiente, é uma típica festa minhota”, disse. Quem também chegou de longe foi Hélvio Gonçalves, de Celorico de Basto. “Vim aqui jantar com a minha namorada. É a primeira vez que vimos cá, mas estamos a gostar. É um arraial com muito bom espírito e nota-se que as pessoas estão alegres”, sublinhou.

vvsoutel (3).jpg

Melão Casca de Carvalho e Augusto Canário em destaque

Durante o evento, a animação musical foi constante, mas a maior enchente chegou com a atuação de Augusto Canário & Amigos, a 10 de agosto. O recinto estava a rebentar pelas costuras, com milhares de pessoas rendidas ao divertido espetáculo musical de um artista com presença habitual nas televisões portuguesas e inúmeros espetáculos por todo o país e no estrangeiro. O público cantou, dançou e brindou com chuvas de aplausos um dos mais credenciados nomes da música popular do Minho. Destaque também para a atuação dos Tukanos, o after-party com DJ Sá, o Encontro de Folclore e a Noite de Gerações, com os DJs Rui e Cirilo. O passeio de motorizadas completou o cartaz.

Um dos grandes atrativos do arraial é a típica gastronomia minhota. Caldo verde, sardinhas, porco no espeto, frango assado eram algumas das opções que o público tinha ao dispor para jantar no recinto. Contudo, nenhuma conseguiu ofuscar o brilho do rei da festa: o Melão Casca de Carvalho. Uma iguaria local que não parou de chegar às mesas do Espaço Ténis e que encantou as pessoas. O fruto, característico de Soutelo e do concelho de Vila Verde, tem um sabor único e inconfundível que atrai anualmente inúmeras pessoas ao concelho. As barraquinhas de doçaria e artesanato completavam o recinto, muitas das quais geridas por associações locais.

vvsoutel (4).jpg

“A família toda reunida”

Durante os três dias de festa, quem quisesse ver o presidente da Junta de Freguesia de Soutelo tinha de comparecer no Espaço Ténis. Filipe Silva vincou que “a casa esteve cheia como nunca antes esteve”. “Quase todos temos emigrantes nas nossas famílias e conhecemos a saudade de não termos connosco alguns entes queridos. É a realidade portuguesa”, referiu, acrescentado que “é isso que torna este mês de agosto especial, porque é o único momento em que conseguimos ter a família toda reunida”.

O autarca não esqueceu a equipa de voluntários que tanto trabalhou na organização de mais um arraial. Incansáveis e sempre alegres, há voluntários de todas as idades “com muita vontade de ajudar”. Filipe Silva destacou ainda a atuação de Augusto Canário, forte fator de atração de visitantes e “um prémio para os soutelenses, como é a 10ª edição, queríamos festejá-la de forma diferente com um artista de referência na região”.

Em ambiente de alegria e de confraternização, com uma gastronomia local apetitosa e muita música popular, o 10º Arraial Melão Casca de Carvalho foi um sucesso e atraiu milhares de pessoas à freguesia de Soutelo. A programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas segue até ao final de novembro com dezenas de iniciativas de divulgação, promoção e valorização da genuína tradição do Minho distribuídas pelo concelho de Vila Verde. A próxima é a recriação da tradicional malhada do feijão, no dia 18 de agosto, pelas 19h00, na zona de lazer da Ponte Nova, na freguesia da Loureira.

vvsoutel (5).jpg

VILAVERDENSES RECRIAM MALHADA DO CENTEIO

Recriação da malhada tradicional. Aboim da Nóbrega e Gondomar ‘atiram-se’ ao centeio em ambiente de festa

Os trajes tradicionais da região, as alfaias agrícolas de outrora, a animação da música popular que põe toda a gente a cantar e a dançar… O ambiente não engana ninguém, é uma típica festa minhota. Após o trabalho árduo, chega a merecida recompensa, uma farta merenda que é partilhada com todos os presentes. Ontem, 10 de agosto, Aboim da Nóbrega recebeu uma das mais emblemáticas iniciativas da Rota das Colheitas, a recriação da tradicional Malhada do Centeio.

rotacolheit (1).JPG

O povo da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar uniu-se no Lugar do Souto para mostrar que a chama da tradição continua viva.  No topo da serra, a paisagem envolvente recorda-nos a cada vislumbre que estamos em pleno coração do Minho verdejante.  O centeio está espalhado pela eira de pedra. Num ritmo acelerado e cheio de vigor, as estrondosas estocadas dos malhos de madeira quebram o cereal dourado pelo sol. As emoções sobem à flor da pele e gera-se uma competição amigável entre as duas equipas de seis elementos.

Entre as malhadas, os homens procuram repousar o corpo e recuperar forças com um bom vinho verde da região. É nesta altura que as mulheres assumem a dianteira para reorganizar o centeio e recolher as sementes que se soltam. Entram em ação as tradicionais vassouras de giesta. Em simultâneo, as cantigas populares começam a ecoar pela serra. As danças e os cantares do Rancho Folclórico Típico das Lavradeiras de Aboim da Nóbrega trouxeram ainda mais animação ao recinto e simbolismo à ocasião.

rotacolheit (2) (1).JPG

De Aboim da Nóbrega para o Canadá

De repente, a atenção de muitos dos presentes é captada por um habitante local que, em chamada de vídeo, mostra ao filho emigrado no Canadá o ambiente de festa que se vive na terra natal. O clima de diversão está instalado, repetem-se engraçados mergulhos para o centeio por parte de vários participantes animados e alegres, numa tentativa de espalhar umas risadas e uns sorrisos pela plateia.

Na Rota das Colheitas o público não precisa de ficar só a ver, também pode participar nas iniciativas. E assim foi. Várias pessoas experimentaram na primeira pessoa as tradições locais. Brandiram os malhos, deram uso às vassouras de giesta e saborearam um tradicional merendeiro minhoto. Alguns chegaram de perto, outros nem por isso. Pedro Ribeiro veio de Vila Real até Aboim e deu por bem empregue a viagem. “É a primeira vez que venho cá e estou a gostar muito. Ainda não participei, mas também vou participar. Acho que é uma boa iniciativa e ajuda a manter vivas as tradições da região”, afirmou. Por sua vez, Lina Fernandes chegou de perto para uma atividade que aprecia bastante. “No ano passado, a malhada foi muito boa e deu para toda a gente se divertir muito. É bom que se mantenha esta tradição”, frisou.

O presidente da Junta da União de Freguesias de Aboim de Nóbrega e Gondomar considera que “é importante manter estas tradições ancestrais e mostrar aos mais novos como as coisas eram antigamente”. Para João Rodrigues Fernandes, estas atividades mostram que Aboim de Nóbrega e Gondomar são “terras de portas abertas a quem nos quiser visitar e conhecer os nossos costumes e tradições”.

rotacolheit (3).JPG

A tradição continua viva

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, sublinha a importância de “manter estas tradições da Rota das Colheitas, como as malhadas, as desfolhadas… porque tudo isso faz parte do nosso passado, da nossa história e da nossa cultura”. O presidente do Município continua afirmando que “a Rota das Colheitas surgiu para ser uma exaltação da cultura vilaverdense e algo para as pessoas do concelho se poderem orgulhar”.

António Vilela termina referindo a importância da Rota para o turismo local. “O cartaz da Rota das Colheitas permite-nos mostrar que somos uma terra que gosta de conservar as tradições e o património. As pessoas gostam de ter acesso a iniciativas diferentes, que não encontram no dia a dia. Há muito público que aprecia estas recriações, estas demonstrações de outros tempos, e estas iniciativas são oportunidades únicas para quem quiser vivenciar tempos antigos”, concluiu.

A Malhada do Centeio foi organizada pela Junta da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar e integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

rotacolheit (4).JPG

VILAVERDENSES DANÇAM MERENGUE NA PRAIA DO FAIAL

11 de agosto. Zumba, kizomba e merengue na Praia do Faial para pôr toda a gente a dançar

Os ritmos quentes da dança preparam-se para invadir a Praia Fluvial do Faial, na Vila de Prado. No próximo domingo, a partir das 10h30, a bela 'varanda' com vista para o Cávado recebe uma Super Aula de Zumba. No seguimento da atividade da manhã, a tarde continua ao som da kizomba e do merengue num Workshop de Danças que promete pôr toda a gente a dançar. A iniciativa é gratuita e aberta a toda a população.

67627058_487238605185155_7038102774118088704_o.jpg

Piso relvado, casas de banho públicas, diversões náuticas, parque infantil, campo de voleibol, bar de apoio à praia... As excelentes condições, as águas frescas do Cávado, a segurança (vigiada por nadadores-salvadores) e a beleza natural da praia trazem todos os anos milhares de pessoas à Praia Fluvial do Faial. Para aumentar o já amplo leque de atividades disponíveis e brindar pradenses e visitantes com momentos de lazer e diversão, haverá atividades diferentes em todos os domingos do mês de agosto e no feriado (15 de agosto). Não são necessárias inscrições. Quem quiser dançar basta aparecer na praia e juntar-se à festa. Em breve, serão anunciadas as iniciativas que se seguem. 

VILAVERDENSES VÃO MALHAR NOS TREMOÇOS E COMER SOPAS DE CAVALO CANSADO

10 de agosto. Oleiros revive a tradição da Malhada de Tremoços

A Malhada dos Tremoços estreou-se no ano passado na Rota das Colheitas, foi muito bem recebida pela população e está de regresso para a segunda edição, que irá integrar o Dia de Oleiros. Realiza-se a 10 de agosto, por volta das 21.30h, junto à igreja paroquial da freguesia. O evento é organizado pela Junta de Freguesia de Oleiros com a colaboração da Comissão de Desporto e Cultura, é de entrada gratuita e aberta a toda a população.

vvtremoçosmalha (1).jpg

As vestes de outrora, as alfaias tradicionais, a música popular… Um hino à genuína tradição do Minho. A recriação agrícola tradicional será acompanhada por atuações do rancho folclórico e de tocadores de concertina. No final da malhada, estará à disposição do público a famosa sopa de cavalo cansado (com broa caseira tradicional) para apagar a sede, fortalecer o corpo e, ao mesmo tempo, alegrar o espírito. O público também terá direito a um saquinho de tremoços.

vvtremoçosmalha (2).jpg

O regresso às origens

Os objetivos da iniciativa passam por dinamizar e promover a freguesia, procurando atrair o máximo de oleirenses e visitantes ao dia de Oleiros, e recriar as tradições de outrora para que as pessoas tenham a possibilidade de recordar velhos tempos. No ano transato, a primeira malhada de tremoços decorreu em meados de setembro. Desta feita, irá decorrer já no próximo sábado, dia 10 de agosto. Com esta mudança junta-se a Malhada dos Tremoços ao Dia de Oleiros, permitindo aos emigrantes que vêm à sua terra passar as férias reviver as emoções do passado.

vvtremoçosmalha (3).jpg

A cultura do tremoço

Ao contrário de muitas outras plantas, o tremoceiro aguenta o calor e não necessita ser regado do início ao fim do cultivo. Os tremoços são plantados na primavera e no verão estão prontos para consumo. O processo de extração do tremoço da planta inicia-se pela colheita quando as vagens se encontram secas. Segue-se a fase da malhada, cujo objetivo é retirar a semente, o tremoço. Depois de demolhado, é cozinhado e, posteriormente, colocado num local com água fresca para adoçar durante três a quatro dias.

vvtremoçosmalha (4).jpg

vvtremoçosmalha (5).jpg

VILA VERDE: ROTA DAS COLHEITAS INCLUI MALHADA DO CENTEIO

Aboim da Nóbrega prepara a 10ª edição da tradicional Malhada do Centeio

Mais um ano passou e chega a altura de outra Malhada do Centeio organizada pela Junta da União de Freguesias de Aboim da Nóbrega e Gondomar, inserida na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. É a 10ª edição de uma iniciativa que, no dia 10 de agosto (sábado), pelas 17h, procurará levar os habitantes da região numa viagem ao passado, através da recriação de uma malhada de centeio tradicional. A prática agrícola irá realizar-se de acordo com os moldes antigos e não irão faltar as alfaias antigas nem os trajes da época. Para animar a malhada, haverá música popular e o típico merendeiro no final. A entrada é gratuita e aberta a população.

vvrotecen (1).jpg

Não seria uma festa tradicional, se não houvesse atuação do rancho da freguesia. Assim, o cenário do Lugar do Souto fica bem composto para começar a malhada. Em primeiro lugar, é preciso espalhar o centeio seco pela eira de pedra. Depois, os malhos de madeira, brandidos pelos homens, vão quebrando violentamente o cereal dourado. Tal como em tempos que já lá vão, aos poucos instala-se uma disputa amigável entre os dois grupos.

vvrotecen (2).jpg

As mulheres não entram nesta contenda, mas também têm o seu momento de trabalho. Cabe-lhes organizar o centeio entre malhadas e recolher as sementes que se soltam. Esta tarde de festa e de relembrar outros tempos está carregada de sons pujantes e cheiros próprios. Todo este trabalho é duro para com o corpo, mas há vinho verde bem fresco para dar uma nova energia aos trabalhadores. Para dar ainda mais ânimo à festa, não faltam cantigas e danças populares. No final de uma árdua tarde de trabalho, há uma merenda recheada com os mais variados petiscos, que é partilhada com todos os presentes na festa. Pataniscas, broa caseira e presunto são algumas das iguarias colocadas em cima da mesa. Para ajudar a empurrar o lanche reforçado, bebe-se uma malga do vinho verde regional.

vvrotecen (3).jpg

A Malhada do Centeio acontece numa altura em que a população de Aboim da Nóbrega aumenta com a chegada dos filhos da terra que estão emigrados em diferentes países. Contudo, não são só habitantes locais e emigrantes que são atraídos por esta festa tradicional minhota. Em anos anteriores, a iniciativa atraiu vários turistas estrangeiros, principalmente de origem alemã e belga. De acordo com os organizadores, o evento pretende manter viva a tradição, afirmando-se como uma excelente oportunidade para os mais velhos reviverem memórias e histórias e para os mais novos aprenderem os saberes tradicionais.

vvrotecen (4).jpg

vvrotecen (5).jpg

VILA VERDE SEGUE NA ROTA DAS COLHEITAS COM O ARRAIAL DO MELÃO CASCA DE CARVALHO

Três dias de festa em Soutelo com o Arraial do Melão Casca de Carvalho!

A Rota das Colheitas segue a todo o vapor e um dos destaques do próximo fim de semana vai para a freguesia de Soutelo, onde o célebre Melão Casca de Carvalho dá o mote para três dias de festa. De 9 a 11 de agosto, o Espaço Ténis, nas imediações da zona de lazer do Porto Carrero, recebe um genuíno arraial à boa moda do Minho. A organização garante “boa comida, bom vinho, muita música, alegria e diversão”. A música popular é garantida pelas atuações de Canários & Amigos e dos Tukanos, pelo encontro de folclore e pela reedição das marchas populares. O afterparty no sábado, com DJ Sá, e a Noite de Gerações no domingo, com os DJs Rui e Cirilo, aumentam a diversidade musical. O passeio de motorizadas Moto Melão e o passeio a cavalo completam o programa. Uma iniciativa consolidada que vai já na décima edição, organizada pela Junta de Freguesia de Soutelo, com o apoio de vários voluntários locais, e integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

A (2)vvvv.jpg

Férias, calor, diversão… Em pleno mês de agosto, nada como um típico arraial minhoto para regressar às origens, promover o encontro de velhos amigos e proporcionar a soutelenses e visitantes momentos de lazer e convívio. Ao final da tarde de sexta (9 de agosto), a cozinha começa a preparar as iguarias tradicionais, com destaque para a sardinha assada e o porco no espeto. E assim continua até à noite de domingo. A azáfama é grande. A gastronomia é um dos grandes atrativos da festa e todos os anos 'arrasta' milhares de pessoas até ao recinto. No capítulo das sobremesas, o rei é o célebre Melão Casca de Carvalho, que dá o nome ao evento. Este fruto encontra no território soutelense terreno ideal para o cultivo, garantindo um sabor único e inconfundível que o torna muito procurado.

Depois de confortar o estômago, tempo para dançar ao som dos Tukanos, que sobem ao palco pelas 22h00 para contagiar o recinto com os ritmos da música tradicional. Mas a festa não fica por aqui. As marchas populares do Movimento Soutelo Activo, que fizeram furor em junho, regressam em força para dar um colorido especial ao serão. No dia seguinte, 10 de agosto, a gastronomia regional é o maior atrativo até às 22h00. A partir daí, as atenções voltam-se para o palco, onde vai atuar um dos maiores ícones da música popular do Minho. Augusto Canário & Amigos chegam a Soutelo com uma bagagem recheada de desgarradas, cantares ao desafio e muita animação para uma noite em cheio. Depois, a festa continua pela noite dentro com o After-Party do DJ Sá.

No domingo, 11 de agosto, há atividades de manhã, à tarde e à noite. Pelas 10h00, começam duas iniciativas que já ganharam raízes no evento. O passeio de motorizada vai levar os amantes das duas rodas a (re)descobrir a imensa beleza natural da região e o passeio a cavalo vai permitir aos apreciadores dos equídeos contactar de perto com estes belos animais. Depois de mais um almoço recheado de pratos da cozinha regional minhota, pelas 17h00, temos tradição em forma de música e animação. Que é como quem diz: folclore. O Rancho Folclórico de Lago e a AEC Rancho Folclórico da Vila de Prado sobem ao palco para cantar, dançar e animar a tarde. Depois do jantar, a partir das 22h00, a ‘pista’ é entregue aos DJs Rui e Cirilo. A Noite de Gerações - Remember 80’s, 90’s e 00’s promete fechar com chave de ouro a décima edição do Arraial do Melão Casca de Carvalho. A iniciativa integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que se prolonga até ao final de novembro com dezenas de iniciativas de valorização da cultura e da tradição, divulgação do território e dinamização da economia local.

Arraialdomelao_2019_A2.jpg

VILA VERDE SEGUE NA ROTA DAS COLHEITAS

Tradição, música e gastronomia. Freiriz ao rubro na festa de verão!

A freguesia de Freiriz esteve ao rubro durante o passado fim de semana, 2 a 4 de agosto. Três dias de tradição, gastronomia, música, convívio e muita alegria para proporcionar aos habitantes locais momentos de diversão e lazer, receber de braços abertos os emigrantes e atrair visitantes à freguesia.

vvrotacolh (1).JPG

‘Freiriz 2019: Animação Tradicional e Gastronómica’ foi organizado pela Junta de Freguesia de Freiriz, com o apoio do Grupo de Jovens, de várias empresas locais e do Município de Vila Verde. Esta é uma das iniciativas que marcam o arranque da edição de 2019 da programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que se estende até ao final de novembro, um pouco por todo o concelho, com mais de 40 eventos de divulgação e valorização da genuína tradição do Minho.

Os arcos iluminados guiam quem vem de fora até ao local da festa. À medida que nos aproximamos do recinto, o número de arcos aumenta e a música começa a fazer-se ouvir. À chegada, somos recebidos pelo ambiente pitoresco do Minho tradicional. Localizado nas imediações da igreja paroquial, o recinto em terra batida ganha brilho e cor com as luzes e decorações garridas típicas das festas populares. As barraquinhas de ‘comes e bebes’ disputam atenções com o palco e tornam-se um espaço de excelência para o encontro de velhos amigos, gargalhadas e conversas pela noite dentro. Há bebidas frescas para matar a sede e iguarias regionais para fortalecer o corpo e deliciar o palato. O ambiente é de descontração e alegria e muitos são os que não resistem a um pezinho de dança ao som da música popular ou do DJ que garante animação pela noite dentro.

vvrotacolh (2).JPG

“Reencontrei amigos que não via há anos”

Há dois objetivos principais. Proporcionar momentos de lazer e diversão aos habitantes locais e receber da melhor forma os muitos emigrantes que por esta altura do ano regressam de férias para matar saudades da terra que os viu nascer. E quem experimenta, acaba por voltar. “Sou emigrante no Luxemburgo. Não sou natural desta freguesia, mas casei cá. É o segundo ano que venho, gostei muito do primeiro convívio e agora voltei. Dá para reencontrar amigos que já não via há anos, é muito bom”, afirmou Laurinda Rodrigues. Os habitantes locais mantêm a toada. Maria da Conceição é presença assídua, “tenho vindo todos os anos”, e pretende continuar. “É um convívio bonito e é bom para estas pessoas que chegam de outros países visitarem os familiares e amigos cá da terra. Acho bem”, referiu.

vvrotacolh (3).JPG

A tradição é quem mais ordena

Com o crescimento e consolidação do evento, também já se tornou um fator de divulgação e promoção da freguesia, atraindo muitos visitantes de fora.  Motivos mais que suficientes para o presidente da Junta de Freguesia de Freiriz fazer um balanço muito positivo do evento. Narciso Gama frisou a forte adesão às atividades de um cartaz em que a tradição falou mais alto. O autarca apontou a atuação da Escola de Concertinas de Freiriz como um dos momentos mais altos da festa, destacando também o jogo de malha ao final do dia de sábado e a gastronomia regional, com muita procura pelo porco no espeto. A iniciativa está inserida Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, e, no que depender de Narciso Gama, é para continuar: “A Rota das Colheitas é uma mais-valia para as freguesias e para o concelho”, disse.

Três dias de festa

Pelas 18h00 de sexta-feira, a música gravada começou a tocar e as barraquinhas de ‘comes e bebes’ entraram ao serviço. Depois do jantar, a animação musical continuou com um espetáculo ao vivo protagonizado por um jovem artista local. No dia seguinte, as atividades arrancaram ao final da tarde. Os insufláveis colocados no local fizeram as delícias da pequenada, que por lá continuou a saltar, correr e brincar até muito depois de o sol se pôr. Pelas 18h00, tempo de reavivar memórias com os jogos tradicionais organizados pelo Grupo de Jovens de Freiriz. Uma hora mais tarde, decorreu uma apresentação gastronómica com propostas confecionadas com os produtos frescos do campo cultivados pelos agricultores locais. Houve ainda tempo para a finar a pontaria nas partidas de malha que se prolongaram pela noite. A partir das 20h00, começou a ser servido o porco no espeto. No final do jantar, o palco ficou entregue à ‘prata da casa’. A Escola de Concertinas de Freiriz não deixou créditos por mãos alheias e, com artistas de todas as idades, fez o recinto vibrar com ao ritmo da música popular. A animação continuou pela noite dentro com a atuação do DJ Tito. Em ambiente de festa, rapidamente as pessoas começaram a chegar perto do palco do Dj para dançar e arrancou uma ‘flash mob’ improvisada. No dia 4, o destaque foi para a gastronomia regional nas barraquinhas de ‘comes e bebes’. Três dias de festa com a iniciativa ‘Freiriz 2019: Animação Tradicional e Gastronómica’.

vvrotacolh (4).JPG

NOITES TEMÁTICAS ANIMAM PICO DE REGALADOS

Casa cheia para os espetáculos culturais das Noites Temáticas do Pico de Regalados

O centro urbano do Pico de Regalados recebeu com entusiasmo e alegria mais uma edição das Noites Temáticas. A 2 e 3 de agosto, a emblemática praça da vila picoense ganhou novo colorido com a bela moldura humana que se reuniu para assistir aos diversos espetáculos culturais que preencheram um evento de entrada gratuita e aberta a toda a população.

rcvvv (1).JPG

Dança, teatro, cante alentejano e folclore fizeram as delícias do público e deram o mote para uma das iniciativas que marcaram o arranque da programação Na Rota das Colheitas 2019, que se estende até ao final de novembro com mais de 40 iniciativas de celebração da herança da cultura popular e da genuína tradição do Minho. A organização ficou a cargo da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e do Rancho Infantil e Juvenil da Vila de Pico de Regalados (responsável pelo festival de folclore), com o apoio do Município de Vila Verde.

São noites quentes de agosto, daquelas que convidam a sair à rua. A momentos de convívio, lazer e cultura. A beleza arquitetónica da emblemática praça central da Vila do Pico de Regalados transporta-nos para outra era. Homens, mulheres e crianças palmilham os paralelos da calçada e conversam sob a luz de candeeiros com aspeto antigo, mas cuidado. A água que corre do chafariz de pedra tem um efeito relaxante e apaziguador que se estende pelo jardim arborizado que embeleza o local. Os edifícios ao redor mantêm intacta a traça original. Um pouco mais abaixo, estendem-se filas de cadeiras que terminam no palco das Noites Temáticas. Há bebidas frescas e petiscos para nutrir o corpo e diversas atividades culturais para alimentar o espírito. “Costumamos vir todos os anos e tem sido muito bonito. Há música, dança, teatro… um pouco de tudo. São duas noites muito agradáveis”, referiu Vera Fernandes, uma das espectadoras.

rcvvv (2).JPG

“Está a ser espetacular, muito bom”

Dos miúdos aos graúdos, do balé aos ritmos latinos, os alunos da Companhia de Dança 77 desfilaram arte e talento pelo palco. Pouco depois, começava uma divertida peça de teatro interpretada por atores locais. Apesar da tenra idade, os jovens mostraram grande à vontade perante um público que os brindou com chuvas de aplausos. A primeira noite encerrou com um espetáculo pouco habitual na região. O grupo Nova Aurora subiu ao palco e encantou a plateia com o cante alentejano, considerado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. A plateia não se fez rogada e retribuiu calorosamente o empenho dos artistas. “Costumo vir sempre. Está a ser espetacular, muito bom. É uma boa festa para promover as pessoas aqui do concelho”, disse Lúcia Fernandes. No dia seguinte, 3 de agosto, o grande destaque foi para o IV Festival de Folclore, organizado pelo Rancho Infantil e Juvenil da Vila do Pico de Regalados. Além do grupo anfitrião, subiram também ao palco o Rancho Infantil e Juvenil de Friestas Valença e o Rancho Folclórico União das Tradições para um autêntico hino à música e à cultura popular.

rcvvv (3).JPG

A adesão popular continua a aumentar

A adesão popular continua a aumentar e já chegam muitas pessoas de fora da vila e até do concelho para assistir às Noites Temáticas. O presidente da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós faz um balanço extremamente positivo e revela a receita do sucesso. “É um evento que rompe com o habitual pela grande diversidade de espetáculos culturais, que têm sido do agrado do público. Além disso, alia o talento das coletividades locais a espetáculos inovadores que não se veem muito na nossa região”, afirmou César Cerqueira. O autarca sublinhou que a divulgação e promoção cultural é o objetivo maior de um evento que acaba também por divulgar a freguesia e dinamizar a economia local. César Cerqueira fez questão de agradecer a todos os que colaboraram na iniciativa e de congratular os intervenientes pelos “excelentes espetáculos” que protagonizaram. Um evento consolidado, que está de ‘pedra e cal’ na freguesia e Na Rota das Colheitas, uma programação que “é uma mais-valia na afirmação, divulgação e promoção do concelho de Vila Verde”.

rcvvv (4).JPG

De agosto a novembro, siga Na Rota das colheitas

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde parabenizou os intervenientes e a organização pela qualidade dos espetáculos. António Vilela mostrou-se confiante e entusiasmado com o arranque de mais uma Rota das Colheitas, programação turístico-cultural que se estende até ao final de novembro e se desdobra em mais de 40 iniciativas de divulgação e promoção das freguesias, do concelho e da tradição vilaverdense. Para isso, muito contribuirão os saberes e sabores dos agentes locais, bem como a conhecida hospitalidade minhota. “Os vilaverdenses são pessoas acolhedoras, recebem muito bem os visitantes”, concluiu.

rcvvv (5).JPG

PICO DE REGALADOS SEGUE NA ROTA DAS COLHEITAS

Casa cheia para os espetáculos culturais das Noites Temáticas do Pico de Regalados

O centro urbano do Pico de Regalados recebeu com entusiasmo e alegria mais uma edição das Noites Temáticas. A 2 e 3 de agosto, a emblemática praça da vila picoense ganhou novo colorido com a bela moldura humana que se reuniu para assistir aos diversos espetáculos culturais que preencheram um evento de entrada gratuita e aberta a toda a população. Dança, teatro, cante alentejano e folclore fizeram as delícias do público e deram o mote para uma das iniciativas que marcaram o arranque da programação Na Rota das Colheitas 2019, que se estende até ao final de novembro com mais de 40 iniciativas de celebração da herança da cultura popular e da genuína tradição do Minho. A organização ficou a cargo da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e do Rancho Infantil e Juvenil da Vila de Pico de Regalados (responsável pelo festival de folclore), com o apoio do Município de Vila Verde.

piciregal (1).JPG

São noites quentes de agosto, daquelas que convidam a sair à rua. A momentos de convívio, lazer e cultura. A beleza arquitetónica da emblemática praça central da Vila do Pico de Regalados transporta-nos para outra era. Homens, mulheres e crianças palmilham os paralelos da calçada e conversam sob a luz de candeeiros com aspeto antigo, mas cuidado. A água que corre do chafariz de pedra tem um efeito relaxante e apaziguador que se estende pelo jardim arborizado que embeleza o local. Os edifícios ao redor mantêm intacta a traça original. Um pouco mais abaixo, estendem-se filas de cadeiras que terminam no palco das Noites Temáticas. Há bebidas frescas e petiscos para nutrir o corpo e diversas atividades culturais para alimentar o espírito. “Costumamos vir todos os anos e tem sido muito bonito. Há música, dança, teatro… um pouco de tudo. São duas noites muito agradáveis”, referiu Vera Fernandes, uma das espectadoras.

piciregal (2).JPG

“Está a ser espetacular, muito bom”

Dos miúdos aos graúdos, do balé aos ritmos latinos, os alunos da Companhia de Dança 77 desfilaram arte e talento pelo palco. Pouco depois, começava uma divertida peça de teatro interpretada por atores locais. Apesar da tenra idade, os jovens mostraram grande à vontade perante um público que os brindou com chuvas de aplausos. A primeira noite encerrou com um espetáculo pouco habitual na região. O grupo Nova Aurora subiu ao palco e encantou a plateia com o cante alentejano, considerado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. A plateia não se fez rogada e retribuiu calorosamente o empenho dos artistas. “Costumo vir sempre. Está a ser espetacular, muito bom. É uma boa festa para promover as pessoas aqui do concelho”, disse Lúcia Fernandes. No dia seguinte, 3 de agosto, o grande destaque foi para o IV Festival de Folclore, organizado pelo Rancho Infantil e Juvenil da Vila do Pico de Regalados. Além do grupo anfitrião, subiram também ao palco o Rancho Infantil e Juvenil de Friestas Valença e o Rancho Folclórico União das Tradições para um autêntico hino à música e à cultura popular.

piciregal (3).JPG

A adesão popular continua a aumentar

A adesão popular continua a aumentar e já chegam muitas pessoas de fora da vila e até do concelho para assistir às Noites Temáticas. O presidente da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós faz um balanço extremamente positivo e revela a receita do sucesso. “É um evento que rompe com o habitual pela grande diversidade de espetáculos culturais, que têm sido do agrado do público. Além disso, alia o talento das coletividades locais a espetáculos inovadores que não se veem muito na nossa região”, afirmou César Cerqueira. O autarca sublinhou que a divulgação e promoção cultural é o objetivo maior de um evento que acaba também por divulgar a freguesia e dinamizar a economia local. César Cerqueira fez questão de agradecer a todos os que colaboraram na iniciativa e de congratular os intervenientes pelos “excelentes espetáculos” que protagonizaram. Um evento consolidado, que está de ‘pedra e cal’ na freguesia e Na Rota das Colheitas, uma programação que “é uma mais-valia na afirmação, divulgação e promoção do concelho de Vila Verde”.

De agosto a novembro, siga Na Rota das colheitas

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde parabenizou os intervenientes e a organização pela qualidade dos espetáculos. António Vilela mostrou-se confiante e entusiasmado com o arranque de mais uma Rota das Colheitas, programação turístico-cultural que se estende até ao final de novembro e se desdobra em mais de 40 iniciativas de divulgação e promoção das freguesias, do concelho e da tradição vilaverdense. Para isso, muito contribuirão os saberes e sabores dos agentes locais, bem como a conhecida hospitalidade minhota. “Os vilaverdenses são pessoas acolhedoras, recebem muito bem os visitantes”, concluiu.

piciregal (5).JPG

INTERMARCHÉ DE VILA VERDE OFERECE DONATIVO DE DOIS MIL E QUINHENTOS EUROS À ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA VERDE

O Intermarché de Vila Verde, ofereceu um donativo monetário de dois mil e quinhentos euros à Associação Humanitária de Bombeiros de Vila Verde, de forma apoiar os Bombeiros Voluntários de Vila Verde.

20190801_144206.jpg

Para o presidente da Associação Humanitária, Paulo Renato Rocha, “Este é um gesto inequívoco do apoio que o Intermarché de Vila Verde de forma continuada, ano após ano, vem demonstrando para com a nossa associação e o nosso corpo de bombeiros.”

Aduz ainda que “… Para além do apoio monetário, agradeço gesto e o carinho demonstrado com  a nossa associação e respetivo corpo de bombeiros, sendo certo que este donativo será integralmente empregue na aquisição de equipamentos de combate a incêndios.”

Para o comandante em exercício, Luís morais, “…o mesmo,  reforça mais uma vez a importância na melhoria da segurança e condições de trabalho dos seus operacionais.”

ROTA DAS COLHEITAS CHEGA A PICO DE REGALADOS

Espetáculos culturais para todos os gostos nas Noites Temáticas do Pico de Regalados!

Já falta pouco começar mais uma emocionante viagem à (re)descoberta da genuína tradição do Minho. A ampla programação turístico-cultural do Município de Vila Verde arranca já no primeiro fim de semana de agosto e estende-se até ao final de novembro com mais de 40 iniciativas inseridas Na Rota das Colheitas 2019.

piregal (1).jpg

As Noites Temáticas são um dos eventos que marcam o pontapé de saída da edição deste ano e regressam ao Pico de Regalados, a 2 e 3 de agosto, com um cartaz rico e diversificado. Dança, teatro, cante alentejano e folclore são as manifestações artísticas que vão pontuar num evento que promete fazer fervilhar de vida a emblemática praça central da vila.

A iniciativa é organizada pela Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e pelo Rancho Infantil e Juvenil da Vila de Pico de Regalados (responsável pelo festival de folclore), com o apoio do Município de Vila Verde.

O centro urbano do Pico de Regalados vai fervilhar de vida

As atividades arrancam ao início do serão de sexta-feira, 02 de agosto, com um eletrizante espetáculo de dança. As coreografias bem ensaiadas pela conhecida escola Companhia de Dança 77 preparam-se para desfilar em palco um frenesim de cor, ritmo, alegria e movimento que vai contagiar a plateia. De seguida, tempo para mais uma arte performativa. Ao vivo e a cores, sem pausas ou repetições, os atores locais atuam olhos nos olhos com a plateia e preparam-se para mostrar que a ‘prata da casa’ tem muito valor durante o espetáculo de teatro.

A primeira noite termina ao som de música tradicional portuguesa que nos chega do Alentejo. Considerado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o cante alentejano vai ecoar no coração da Vila do Pico de Regalados e fechar com chave de ouro a primeira de duas Noites Temáticas. O dia seguinte, 03 de agosto, fica marcado pelo IV Festival de Folclore. Uma iniciativa de periodicidade bienal (acontece de dois em dois anos) organizada pelo Rancho Infantil e Juvenil da Vila do Pico de Regalados. Além do grupo anfitrião, subirão também ao palco o Rancho Infantil e Juvenil de Friestas Valença e o Rancho Folclórico União das Tradições para um autêntico hino à música e à cultura popular.

piregal (2) (1).jpg

Tradição, inovação e cultura

Um misto de talento local com talento vindo de fora que pretende criar um programa diversificado e atrativo. “Procuramos divulgar o que de bom se faz na freguesia, 0 trabalho desenvolvido pelas coletividades locais, mas sem repetir espetáculos de ano para ano. Tanto quanto possível, procuramos também inovar com atividades que não são muito comuns na nossa região, como é o caso do espetáculo do Cante Alentejano”, afirmou o presidente da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós, César Cerqueira.

O autarca não esconde a satisfação pelo sucesso das edições anteriores, que já colocaram o evento na agenda cultural da freguesia e da região. “Temos contado com a forte presença dos habitantes locais, mas também vem muita gente de fora”, assegura, explicando porquê. “Tentamos apresentar espetáculos culturais diversificados e com novidades de ano para ano, aumentando o leque de atividades ao dispor das pessoas. A localização também é um fator importante, o centro urbano da vila é muito bonito e muito agradável”, afirmou César Cerqueira. A estes predicados somam-se ainda o ambiente acolhedor e descontraído e a promoção realizada no âmbito da Rota das Colheitas para reunir todos os ingredientes necessários para uma receita de sucesso. César Cerqueira sublinha que o evento pretende também proporcionar aos habitantes locais momentos diferentes de lazer e cultura, bem-receber os emigrantes e promover a freguesia, acrescentando que a iniciativa também traz dividendos para o comércio local.

As Noites Temáticas da Vila do Pico de Regalados são uma das atividades que marcam o arranque da programação Na Rota das Colheitas 2019, do Município de Vila Verde. Uma odisseia pelas mil e uma maravilhas do mundo rural que, de agosto a novembro, vai colocar em evidência a riqueza da genuína cultura popular do Minho.

piregal (3).jpg

piregal (4).jpg