Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

MONÇÃO: LONGOS VALES “LEVANTA O PAU” NO PRÓXIMO DOMINGO

Esta tradição, uma das mais castiças e peculiares do concelho, junta muitos curiosos no lugar do Mosteiro, assinalando o arranque das festividades em honra de S. João Baptista. Realiza-se este domingo, 9 de junho, com início às 14h30.

pau.jpg

A freguesia de Longos Vales, situada sensivelmente a seis quilómetros da sede do concelho, revive este domingo, 9 de junho, pelas 14h30, no lugar do Mosteiro, espaço central da localidade, uma das tradições mais castiças do concelho: o levantamento do pau.

Esta iniciativa secular, muito acarinhada e participada pela população local, assinala o arranque das festividades em honra de S. João Baptista, que decorre entre 20 e 24 de junho, constando do levantamento de um pau de eucalipto com uma altura variável entre 30 e 40 metros.

Para tal, os elementos da comissão, entre quatro e seis pessoas, retiram o pau de uma carrinha de caixa aberta e, com a ajuda de quatro cordas entrelaçadas e muitos populares, procedem à sua colocação vertical num trabalho de equipa, onde é necessário habilidade, força e estratégia coletiva. A tradição será animada pelo Grupo de Bombos “Os Ceboleiros”, seguindo-se a arrematação de ofertas.

A rivalidade entre comissões, que representam os lugares da freguesia, é bastante grande, havendo sempre a curiosidade em saber-se qual o comprimento do pau e como correu o respetivo “enterramento”. Não há registo de “desastres” mas sustos não faltaram ao longo destes anos.

Esta circunstância encaminha muitas pessoas para o lugar do Mosteiro que aproveitam o nome desta tradição para lançar algumas “farpas” e animar algumas conversas mais ousadas. No fundo, conta o convívio e a animação numa tarde marcada pela diferença e originalidade.

Como Longos Vales é um concelho com forte emigração, em Agosto realiza-se um arraial minhoto, recuperando, de alguma forma, a essência da festa que decorre este domingo. A última tarefa da comissão está marcada para 31 de dezembro, dia em que o pau é deitado abaixo e cortado, entrando ao serviço, no dia seguinte, uma nova comissão.

MONÇANENSES LEVANTAM O PAU EM LONGOS VALES

A Freguesia de Longos Vales, no Concelho de Monção, volta a levantar o pau no próximo domingo.

Uma tradição secular que leva àquela freguesia cada vez mais curiosos. A “picardia”, entre quadras é cada vez maior, tentando cada quadra fazer a melhor festa possível a cada ano que passa.

3_592.jpg

O Levantamento do Pau é o primeiro momento da Festa em Honra do Padroeiro da freguesia, S. João Baptista.

Esta festa tem várias particularidades, tais como: a freguesia estar dividida em 5 quadras (conjunto de lugares). Cabe a cada quadra organizar toda a festa, e contribuir com a esmola na organização da festa, ou seja, as pessoas só contribuem de 5 em 5 anos para as festividades.

ppppp.jpg

Quanto ao levantamento do pau, este ano com 30 metros, é um eucalipto pintado com várias cores. É levantado à força humana, com 4 cordas entrelaçadas. Em tempos apenas os homens da quadra puxavam a corda, porém, com o passar do tempo homens e mulheres puxam com afinco para levantar o pau que ficará em pé até 31/12/2019.

O cortejo tem arranque marcado para as 14h:30 minutos, na quinta de Santo Amaro, em direção ao mosteiro. Dele faz parte um conjunto de tratores, devidamente ornamentados com uma tradição agrícola da freguesia. Quando o cortejo chegar ao adro do mosteiro, começa o levantamento do pau. A tarde termina com a arrematação de ofertas.

As festas regressam de 20 a 24 de Junho com um programa diversificado e dividido entre o religioso e o profano, destacando a majestosa procissão, que decorrerá dia 24 de Junho pelas 17 horas.

Fica feito o convite, para no próximo domingo, viajar até Longos Vales, e assistir ao levantamento do maior pau dos últimos anos.

prova cartaz.jpg

BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

CapturarUsBateNaPele.PNG

Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

FB_IMG_1546475969796.jpg

Cartaz-2019.jpg

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

MADEIRA DANÇA O BAILINHO NO FOLKLOURES'19

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

CapturarMadeira

Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Layout 1

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

GRUPO FOLCLÓRICO DE PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES'19

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19

O Grupo Folclórico de Penafiel vai participar na próxima edição do FolkLoures que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019.

CapturarPenafielFolk19.PNG

Na verdejante encosta do Vale do Sousa onde se situa a linda e centenária cidade de Penafiel, terra de mil encantos, as suas gentes constituíram em 1980 o Grupo Folclórico de Penafiel para que a sua herança cultural fosse preservada e divulgada.

Representando a região que compreendia a vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, os penafidelenses cantam e dançam o malhão e o vira, ao som da concertina e das violas braguesas e amarantinas, cavaquinhos e reco-recos, ferrinhos, bombos e tabuinhas.

Vestem-se com trajes de trabalho mas também de romaria. E, dessa maneira, percorrem o país e estrangeiro dando a conhecer as mais ricas tradições da sua região.

Cartaz-2019 (37).jpg

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

ÁFRICA DANÇA NO FOLKLOURES’19

Jovens descendentes de naturais dos antigos territórios portugueses em África trazem ao FolkLoures as danças tradicionais  de Angola, Congo, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Côte d’Ivoire.

CapturarBLACK-GOLD.PNG

São os “Black Gold” e estão radicados na região de Lisboa e, apesar de na sua maioria já terem nascido em Portugal, procuram deste modo preservar as suas raízes culturais.

O FolkLoures é também o palco da cultura tradicional das comunidades imigrantes que vivem em Portugal, contribuindo para a compreensão mútua e o estreitamento dos laços fraternos entre os povos.

PHOTO-2019-05-21-19-52-55.jpg

Cartaz-2019 (35).jpg

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 6 de Julho de 2019 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

CapturarPedreirosPenafiel

Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’19 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

Layout 1

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

ALENTEJO LEVA O CANTE AO FOLKLOURES'19

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’19

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 6 de Julho de 2019. A próxima edição do FolkLoures decorre de 29 de Junho a 6 de Julho de 2019, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

CapturarCante

Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do grupo mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

Layout 1

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO É IMPARÁVEL – É A FORÇA DO MINHO EM LOURES!

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de se submeter a um processo de reestruturação e está pronto a seguir o seu caminho com vista ao engrandecimento da nossa região e divulgação do seu folclore.

IMG_0293 (1).JPG

A próxima iniciativa digna de referência é a edição do FolkLoures’19, com especial destaque para o concelho de Penafiel, com o seu folclore, a reconstituição do baile dos pedreiros e ainda a realização de uma conferência a ser proferida pela Prof. Doutora Teresa Soeiro subordinada ao tema “O Corpo de Deus em Penafiel e a singularidade dos seus bailes”.

No dia 2 de Fevereiro de 2020, terá lugar mais um almoço do arroz de sarrabulho à moda de Ponte de Lima, esperando-se que o mesmo constitua uma  oportunidade de encontro entre os presidentes dos dois municípios – Loures e Ponte de Lima – à semelhança do que sucedeu este ano. E, entretanto, muito mais haverá a divulgar, o que aguardamos melhor oportunidade…

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

Cartaz-2019 (34).jpg

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

PROF. DOUTORA TERESA SOEIRO VAI A LOURES FALAR SOBRE “O CORPO DE DEUS EM PENAFIEL E A SINGULARIDADE DOS SEUS BAILES”

A conferência insere-se no programa do FolkLoures’19, numa organização do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“O Corpo de Deus em Penafiel e a singularidade dos seus bailes” é o tema da conferência que a Prof. Doutora Teresa Soeiro vai proferir em Loures no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente reúne a Assembleia Municipal de Loures.

Capturar3CONF19.PNG

Por sua vez, o Município de Penafiel far-se-á representar pela Dra. Rosário Marques, Coordenadora do Serviço Educativo e de Gestão de Colecções do Museu Municipal de Penafiel, que há vários anos tem acompanhado o processo de recuperação dos Bailes do Corpo de Deus.

Entretanto, para além das suas danças e cantares tradicionais, o Grupo Folclórico de Penafiel traz no dia 6 de Julho, ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

Natural do Porto, Prof. Doutora Teresa Soeiro é Licenciada em História e Doutorada em Pré-História e Arqueologia, com Pós-Graduação em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde exerce a sua actividade docente desde 1981, leccionando diversas disciplinas nos cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em Arqueologia e Estudos do Património.

Professora Associada do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP, é actualmente investigadora integrada do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”.

Foi Directora do Museu Municipal de Penafiel entre 1985 e 2007, e Chefe de Projecto requisitada pelo Ministério da Cultura para a Estrutura de Projecto do Museu do Douro de 2001 a 2004.

Ao longo do seu percurso profissional e académico tem-se dedicado às áreas temáticas do Património relacionadas com a Arqueologia, a Etnografia e o Património Imaterial, sendo autora de livros e artigos científicos publicados em Portugal e no estrangeiro, tendo igualmente comissariado diversas exposições permanentes e temporárias em vários espaços museológicos.

Dirigiu e participou ainda de escavações arqueológicas no Norte de Portugal e na Galiza, com particular destaque para o Castro de Monte Mozinho, das quais foi Directora Científica entre 1981 e 1999, e Coordenadora do Projecto de Valorização e Dinamização do Parque Arqueológico de Monte Mozinho

Recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, nomeadamente o Prémio de Valor e Mérito, atribuído pela Associação de Amigos do Museu Municipal de Penafiel em 2015, o Prémio Pedrón de Honra 2014, atribuído pela Fundación Pedrón de Ouro (Galiza), a Medalha de Honra da Freguesia de Eja e título de Cidadã Honorária atribuído pela Junta de Freguesia de Eja em 2014,e a Medalha de Ouro do Concelho de Penafiel, proposta pela Câmara Municipal e aprovada por unanimidade e aclamação na Assembleia Municipal de Penafiel, em 2000.

O MINHO FOI EM LISBOA NA MARCHA DE CAMPO DE OURIQUE HÁ 87 ANOS!

As marchas populares de Lisboa completam 87 anos de existência. O seu criador, tal como as conhecemos hoje, foi José Leitão de Barros a que se associou Norberto de Araújo, em 1932. Os festejos populares dedicados a Santo António foram a inspiração deste evento.

61447223_2474238055929463_8725958336568098816_n.jpg

O "Notícias Ilustrado" e o "Diário de Lisboa" dinamizaram esta iniciativa, com o apoio do Parque Mayer.

No primeiro ano concorreram três bairros, Alto do Pina, Bairro Alto e Campo de Ourique, com a participação de Alcântara, Alfama e Madragoa. Desfilaram por algumas ruas de Lisboa e terminaram a atuação no Capitólio.

O Bairro Alto ganhou o prémio da Alegria, Campo de Ourique o prémio da imponência e Alto do Pina o prémio do Pitoresco.

in "Dicionário da História de Lisboa", Direção de Francisco Santana e Eduardo Sucena Notícias Ilustrado de 5 Junho de 1932 | Hemeroteca Municipal de Lisboa

61670044_2474238062596129_3897684410257899520_n.jpg

61883829_2474238052596130_2180141634425978880_n.jpg