MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS
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Grupo Etno-Folclórico de Refóios do Lima vai a Loures participar no FolkLoures’20
Este Grupo Etno-Folclórico, esta situado na freguesia de Refoios do Lima concelho de Ponte de Lima. Refoios, terra cheia de beleza natural e de muita riqueza, desde as suas tradições á sua cultura, na arte e nos seus monumentos.
O grupo nasceu com o objetivo de preservar e divulgar as tradições mais antigas da sua terra, entre elas o folclore.
Tendo feito a sua primeira atuação ao publico no dia 7 de agosto de 2005 e apresentado o seu primeiro cd. A partir dessa data o Grupo tem sido solicitado para várias atuações, tem corrido o país de norte a sul, contando com várias saídas ao estrangeiro. Atualmente o grupo é constituído por aproximadamente 48 elementos, que convivem em espirito de família e que tem enorme alegria a reviver e interpretar estas tradições, e pretende leva-las a todos aqueles que as queiram acolher e apreciar.
Desde então o grupo já gravou mais dois CDs com musicas tradicionais. Tem três dvds gravados um com a recriação tradicional da matança do porco. E os dois mais recentes gravados em dois mil e treze que retratam os “usos e custumes” dos anos 50/60. E na comemoração do seu décimo aniversário a presentou um livro (Década de Cor) que anuncia os dez anos de existência do grupo.
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Câmara Municipal de Loures apoia a iniciativa
O Grupo Folclórico Verde Minho leva a efeito no próximo ano mais uma edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, iniciativa que incluirá palestra, exposição, tasquinhas, venda de artesanato e culminará com um grandioso espectáculo de folclore e recriações tradicionais de várias regiões do país, das comunidades imigrantes e a participação de representações estrangeiras.
Entretanto, no próximo dia 2 de Fevereiro, passam precisamente 25 anos desde a data da fundação do “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho” – vulgo VERDE MINHO – ao longo dos quais tem representado o folclore e as tradições da nossa região, no concelho de Loures onde se encontra sediado e um pouco por todo o país onde actua nos mais diversos festivais e encontros de folclore.
Para assinalar a efeméride, realizará em Loures um tradicional almoço do Arroz de Sarrabulho com Rojões à moda de Ponte de Lima, para o que contará com a colaboração dos melhores restaurantes e cozinheiros limianos que se deslocarão propositadamente de Ponte de Lima para confeccionarem este famoso quanto apreciado prato da cozinha tradicional minhota.
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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É VERDE MINHO!
Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.
Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.
Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.
As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.
Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.
Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!
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