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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SOUTELO FOI A LISBOA MANIFESTAR A SUA DISCORDÂNCIA COM A INSTALAÇÃO DE NOVA LINHA DE ALTA TENSÃO

JF de Soutelo e proprietários reuniram com Secretário de Estado da Energia contra a instalação de nova linha de Alta Tensão

A Junta de Freguesia de Soutelo e os proprietários dos terrenos abrangidos estão contra a instalação em território soutelense de uma nova linha de Alta Tensão - LN Mista a 60 KW, que se encontra em processo de licenciamento na DGEG.

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O presidente da Junta de Freguesia de Soutelo, Filipe Silva, e o proprietário de um dos terrenos abrangidos, o médico Dr Miguel Ferraz, deslocaram-se, hoje (24 de maio), a Lisboa, onde foram recebidos pelo Secretário de Estado de Energia, João Galamba.

Durante a reunião, manifestaram o seu desagrado com a instalação de uma nova linha numa localidade que já é altamente lesada pelo elevado número de linhas de média e alta tensão existentes.

ALVARINHO WINE FEST: MONÇÃO E MELGAÇO LEVAM O VINHO A LISBOA AO PAVILHÃO CARLOS LOPES

Dias 8, 9 e 10 de Junho. Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa

Os Municípios de Monção e Melgaço, em parceria com a “Cofina Media”, organizam, pelo quinto ano consecutivo, o “Alvarinho Wine Fest Monção/Melgaço”. O evento decorre nos dias 8, 9 e 10 de junho, no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, com entrada gratuita.

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Nesta iniciativa, celebra-se a genuinidade dos monovarietais de vinho Alvarinho com a presença de diversos produtores de Monção e Melgaço, aposta-se na tradição e requinte da culinária local com produtos das duas regiões e inova-se com novas combinações e experiências gastronómicas.

Tem como objetivo central a valorização da autenticidade do vinho Alvarinho produzido nos territórios de Monção e Melgaço, propondo, em paralelo, explorar novos conceitos de gastronomia agradáveis ao olhar e paladar.

Pretende-se que o “Alvarinho Wine Fest Monção/Melgaço” entre no coração dos lisboetas e dos turistas nacionais e internacionais que, neste mês de férias, visitam a capital portuguesa. A ideia traduz-se na concretização de uma experiência integrada e inesquecível a todos os visitantes.

BLOGUE DO MINHO FAZ PARCERIA COM A FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO (FIA) QUE SE REALIZA EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, o BLOGUE DO MINHO é parceiro da Feira Internacional de Artesanato que se realiza na FIL, em Lisboa, entre os dias 29 de Julho e 7 de Julho.

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Tal como é apresentado no seu site oficial, “A FIA Lisboa é a maior feira de multiculturalidade que ocorre na Península Ibérica e a segunda na Europa.

Uma plataforma de excelência para a promoção da Identidade e Desenvolvimento dos Territórios Nacionais e Estrangeiros designadamente ao nível Económico, Cultural e Turístico.

Apoia o Desenvolvimento Regional e as culturas locais, através de várias vertentes do Património Cultural Material e Imaterial – artesanato, gastronomia, recursos naturais, atividades culturais e turísticas, entre outras, procurando evidenciar Micro, Pequenas e Médias Empresas Nacionais, Entidades e Organismos Oficiais ligados a projectos que visam a promoção e divulgação dos Territórios, bem como a venda dos Produtos Regionais.”

Como não podia deixar de ser, o Minho é uma das regiões mais bem representadas no certame, levando a Lisboa o seu diversificado artesanato produzido nas mais diversas localidades.

FIA LISBOA – HÁ MAIS DE 30 ANOS A PROMOVER O DESENVOLVIMENTO REGIONAL E A IDENTIDADE CULTURAL DOS POVOS

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- 8 de Julho de 1988 - A FIL abre as portas àquela que é hoje a maior feira de artesanato da Península Ibérica e que veio a consolidar-se como a 2ª maior da Europa. Pela FIA-Lisboa tem passado a carreira de muitos artesãos cujo talento é hoje reconhecido Nacional e Internacionalmente.

Com cerca de 500 expositores de vários continentes e mais de 100.000 visitantes, a FIA-Lisboa deu voz a um património material e imaterial com um valor inestimável e promoveu regiões através de produtos únicos e uma gastronomia de excelência.

- A FIA-Lisboa realiza e propõe-se a:

  • Continuar a ser uma plataforma ímpar para a promoção de micro, pequenas e médias empresas nacionais e internacionais e dinamizar a economia, a cultura e o turismo, potenciando o produto artesanal e a gastronomia das regiões como um factor competitivo;
  • Ponto de encontro ideal para fomentar o Desenvolvimento Regional e Rural;
  • Potenciar o relacionamento intrínseco dos Recursos Naturais com a Cultura e o Turismo;
    • Dar visibilidade a um conjunto de tradições que ao longo dos tempos animam e divertem as populações: folclore, cantigas, jogos tradicionais…;
  • Dinamizar a inter-relação entre a tradição e a modernidade potenciando a mostra e venda de produtos tradicionais que incorporam design e inovação;
  • Dar notoriedade internacional à feira através de participações internacionais individuais e colectivas;
  • Internacionalizar A FIA-Lisboa e, assim, os seus Expositores, levando-os além-fronteiras, nomeadamente até junto da diáspora portuguesa, através da participação em feiras internacionais de reconhecido mérito.

ARTES E SABERES A CONCURSO…

Reconhecer o talento e o mérito dos nossos artesãos é o objectivo dos concursos que a FIA-Lisboa organiza e que mostra durante os 9 dias de exposição.

A Melhor Peça de Artesanato Tradicional e Contemporâneo vai ser distinguida pela FIA-Lisboa que anualmente promove o concurso com o objectivo de dinamizar o artesanato nacional.

PARTICIPE!

MUSEU DE ARTE POPULAR PERTENCE AO POVO PORTUGUÊS – SEM O “MERCADO DA PRIMAVERA” O MUSEU NÃO FICARÁ COMPLETO!

Com cerca de 15 mil peças da mais variada natureza, representando actividades artesanais do povo português, desde objectos de cerâmica a utensílios de trabalho, alfaias agrícolas, carroças, brinquedos e cestaria, o Museu de Arte Popular é porventura aquele com quem mais o povo português se identifica pois ali encontra-se retratado nos seus usos e costumes de uma forma bastante acessível.

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Porém, nos últimos 45 anos, os decisores políticos votaram-no ao desprezo, chegando mesmo ao ponto de sentenciarem-lhe a sua destruição. Por fim, acabaria por ver a sua colecção incorporada no Museu Nacional de Etnologia e transformado em Núcleo de Arte Popular.

Ao espaço museológico propriamente dito encontrava-se associado o Mercado da Primavera, espaço de animação cultural no exterior que serviu nomeadamente para dar a conhecer muitos dos nossos artesãos e suas obras, como foi o caso da barrista barcelense Rosa Ramalho, foi destruído há cerca de quatro décadas.

Constituído em 1948, no âmbito da Exposição do Mundo Português, então com a designação de “Pavilhão da Vida Popular”, o seu acervo reunia um conjunto de peças que foi apresentado na Exposição de Arte Popular Portuguesa que teve lugar em Genebra, em 1935. O seu espólio repartia-se por diferentes salas dedicadas às mais diversas regiões do país e ainda um espaço para exposições temporárias, nelas predominando as cerâmicas e as alfaias agrícolas, os trajes e instrumentos musicais tradicionais, a joalharia e as artes de pesca, as carroças e a cestaria, a maioria das quais recolhida nos começos do século passado.

A decisão de ali instalar o Museu de Arte Popular coube ao ministro António Ferro e o edifício foi originalmente concebido pelo arquiteto Veloso Reis, tendo posteriormente sido sujeito a remodelação com vista a acolher o museu, tendo o projeto de adaptação pertencido ao arquiteto Jorge Segurado. O Museu de Arte Popular constituiu seguramente o exemplar mais representativo das conceções museológicas e ideológicas do Estado Novo, facto que só por si justificaria a sua continuidade e preservação.

Em relação ao próprio edifício, é reconhecido “o valor estético e material intrínseco, o génio dos respectivos criadores, o interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, a sua concepção arquitectónica, urbanística e paisagista, e o que nele se reflecte do ponto de vista da memória colectiva”, razão pela qual foi pela Secretaria de Estado da Cultura, através da portaria n.º 263/2012, classificado como monumento de interesse público. Não obstante, chegou a estar prevista a sua demolição por proposta de um ministro da Cultura…

O Museu de Arte Popular pertence ao povo português e, como tal, deverá ser-lhe devolvido juntamente com a sua colecção.

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MUSEU DE ARTE POPULAR ESTÁ DE VOLTA!

Ministra da Cultura quer reabrir o Museu de Arte Popular

Reabertura do museu integra-se num plano nacional para recuperar as artes e ofícios portugueses dando-lhe um potencial económico. Primeira iniciativa dedicada à cestaria realiza-se em julho.

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O artesão do bunho Manuel Ferreira

© Gustavo Bom/ Global Imagens

Manuel Ferreira estende as mãos para mostrar a pele gretada, os dedos grossos, as articulações salientes. As mãos são, há 31 anos, o seu principal instrumento de trabalho. É com elas que mede a "macheia" de bunho com que começa cada peça, que ata os caules num molho, que molda a primeira curva, que puxa com força a agulha e entrelaça as meadas até formar uma espécie de um tecido grosso e resistente. Dali há de nascer um banco, uma cadeira, um sofá, uma cesta ou outra coisa qualquer que a imaginação queira e a técnica permita. "É um trabalho muito pesado para o corpo", diz Manuel Ferreira, de 64 anos, que já não consegue passar um dia inteiro sentado no seu banquinho nem tem a força que costumava ter. "Antes fazia dois bancos por dia, agora demoro dois dias para fazer um banco."

Sob o olhar atento da cadela Linda, o senhor Manuel trabalha todos os dias na oficina que fica na antiga Escola Prática de Infantaria de Santarém, ao lado da cesteira Maria das Neves. "Há 30 anos, éramos dez no curso do bunho e outros dez no curso de cestaria, agora só restamos nós. Os outros desistiram todos", explica. Por um lado porque o trabalho é pesado, por outro porque não rende assim tanto. "Para começar é preciso aprender, ter um espaço, ter os materiais, e depois trabalhar algum tempo até começar a ganhar algum dinheiro. E não é assim tão fácil. Os jovens preferem outros trabalhos." Na região, só há mais um artesão que trabalha o bunho.

É para tentar alterar um pouco esta situação que, em julho, Manuel Ferreira vai ser um dos mestres artesões a participar no "summer camp" sobre tecnologias de cestaria portuguesa que vai acontecer no Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa. O "summer camp" é uma iniciativa do Ministério da Cultura que tem planos não só para programar mais atividades naquele espaço em Belém como também para reabrir o museu de forma permanente, revela ao DN Graça Fonseca. "O MAP tem um espólio extraordinário. Neste momento o museu está fechado e todo o seu acervo está no Museu de Etnologia, mas temos planos para reabri-lo." Claro que os planos estão sujeitos ao resultado das eleições legislativas em outubro próximo mas a ministra quer "deixar tudo pronto para o Governo seguinte poder reabrir o museu até 2020", explica.

Recuperar o "saber fazer português"

"Hoje em dia, felizmente, as artes e ofícios deixaram de ser uma coisa rejeitada pelas novas gerações, já não têm problemas em trabalhar com as mãos", diz Graça Fonseca, sublinhando que os jovens estão a redescobrir esse tipo de trabalho manual que além de ter uma componente de sustentabilidade (ligada à ecologia) pode também abrir possibilidades de negócio. "Há aqui uma oportunidade, julgamos nós, de regressar às artes e ofícios e de recuperar o saber fazer português, quer de uma perspetiva cultural, ou seja, o património imaterial, quer numa perspetiva de ativo económico."

Para isso, o Ministério da Cultura, em parceria com a Fundação Michelangelo e com a colaboração da Fundação Ricardo Espírito Santo, começou por programar uma iniciativa ligada à cestaria, "uma das técnicas mais antigas humanidade". "Hoje em dia, em Portugal estima-se que a idade média dos cesteiros ande à volta dos 70 anos, estamos com um saber fazer bastante envelhecido e existem evidentes problemas para os que ainda têm oficinas em conseguir atrair aprendizes, novos a quem passar o conhecimento, e também têm dificuldade de acesso ao mercado internacional e no fundo na valorização da sua arte e do seu produto", explica a ministra.

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Ministra da Cultura Graça Fonseca visitou a coleção de cestaria que está no Museu de Etnologia

© Reinaldo Rodrigues

O "summer camp" que decorre de 15 de agosto a 2 de julho será, antes de mais, uma ação de formação em que participam cinco mestres artesãos, de regiões diferentes do país e que trazem consigo diferentes técnicas, e 10 aprendizes (cinco nacionais e cinco estrangeiros). A ação de formação decorre no MAP e, simultaneamente, haverá uma exposição com algumas das peças da coleção de cestaria do MAP e outras atividades abertas ao público. "A nossa ideia é que durante 15 dias o museu esteja aberto e vivo e as pessoas possam vir cá conhecer a coleção de cestaria, contactar com os artesãos, perceber como é que se faz." Para setembro está prevista uma exposição maior, em que além da coleção de cestaria vão estar também as peças que foram criadas pelos aprendizes, resultado do "summer camp".

Depois de se avaliar o sucesso deste "summer camp", o passo seguinte é tornar este tipo de iniciativas mais regulares. Para isso, a ministra da Cultura pretende criar o Plano Nacional do Saber Fazer Português, assente em quatro pilares: preservação, educação, capacitação e promoção.

Primeiro, há que conhecer artes e ofícios de Portugal, diz Graça Fonseca. "Não há um conhecimento estruturado do país, de onde é que estão as unidades produtivas, onde estão os diferentes artesãos, qual o nível de risco. Há um trabalho a fazer de identificação e avaliação." No caso da cestaria, esse mapeamento está já a ser feito pelas curadoras da coleção de cestaria, que trabalham no Museu de Etnologia.

Depois, há a educação - o passar o conhecimento. "Temos de ter programas de aprendizado, transformar este summer camp em algo estruturado e recorrente. Para isso, teremos de trabalhar com o Ministério da Educação, as escolas e os centros profissionais", explica.

A capacitação passa por "trabalhar junto das unidades de produção que existam e dos indivíduos que têm o saber", o que será feito em colaboração com o Ministério do Trabalho e o Instituto de Formação Profissional. "A ideia é capacitar as pessoas para terem um plano de negócios, a forma de comunicar o seu produto e de chegar ao mercado. Sabemos que muitos dos artesãos têm problemas nesta fase."

E depois "um último eixo que é importante, que é a promoção", explica Graça Fonseca. "É preciso chegar ao mercado nacional e internacional - isso é fundamental." Para isso, conta com as parcerias do Turismo e AICEP. "Estes produtos são gourmet e estão muito bem posicionados para o mercado do luxo mas também para um mercado ligado à sustentabilidade", em ambos os casos podem ter um papel importante não só para a economia como para a promoção da imagem do país e para o turismo.

Qual o papel do Museu de Arte Popular?

O Museu de Arte Popular foi inaugurado em 1948 e nasceu da reformulação do antigo pavilhão criado para a Exposição do Mundo Português (1940). O MAP teve uma vida atribulada, sobretudo, após o 25 de Abril. Em 2000 iniciaram-se obras de requalificação do museu que tinha entrado em decadência e que levariam ao encerramento do espaço em 2003. Em 2006, a então ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, anunciou que o MAP iria ser transformado em Museu da Língua Portuguesa. Mas nem todos gostaram das notícias.

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António Ferro na inauguração do Museu de Arte Popular em julho de 1948

© Arquivo DN

O movimento pela reabertura do MAP incluiu a criação de um blogue e de uma petição online que reuniu mais de três mil assinaturas. Em Dezembro desse ano, a nova ministra, Gabriela Canavilhas, anunciou que o museu "é para se manter tal como estava (...), dedicado à arte popular portuguesa". A reabertura aconteceu em 2010, sob a direção de Andreia Galvão, mas o projeto acabaria por fracassar.

Nos últimos anos, o MAP tem recebido exposições avulsas e nem sempre relacionadas com o tema do museu. O seu espólio encontra-se no Museu de Etnologia, que é na verdade quem tutela o espaço. Paulo Costa, diretor de Etnologia, é, por inerência, também o diretor do MAP.

"O museu tem uma história complicada", admite a ministra da Cultura. "Mas temos de ultrapassar isso." "Muitas destas técnicas de que estamos a falar estão representadas no museu", explica. Além da cestaria, a coleção integra cerâmica, azulejo, tapeçaria e muitas outras artes tradicionais. "Este museu foi constituído para mostrar o que é a arte popular portuguesa, não só temos as peças como temos toda a documentação, é um repositório de conhecimento que é muito importante quando pensamos em pegar neste saber para o reinventar", explica Graça Fonseca.

"O que nos queremos é reinstalar o museu na sua vocação original, de mostrar o que é a arte popular portuguesa, mas que seja um museu virado para o futuro. Não é num sentido saudosista. Para nos conseguirmos projetar o futuro convém conhecer o passado e perceber o presente. E portanto temos que conhecer bem a arte popular portuguesa, que é distinta das outras, temos que identificar o nosso ADN porque é isso que faz a diferença no mercado. E é a partir daqui que nós podemos projetar o futuro."

Para pensar a melhor maneira de concretizar esta ideia, o Ministério da Cultura está a criar um grupo informal de trabalho, de que farão partes personalidades como a artista Joana Vasconcelos, a historiadora e especialista em museologia Raquel Henriques da Silva e o jurista Gomes de Pinho que, além de administrador da Fundação Vieira da Silva, é também um grande colecionador de arte popular. Ter exposições permanentes e temporárias, abrir um espaço de oficinas, pensar em ligações com as escolas e com o mercado, programar atividades para o público mas também com a comunidade dos artesãos - são muitos os pormenores a debater. "Vamos discutir o que deve ser o museu de arte popular no século XXI e como pode funcionar", garante Graça Fonseca. "O potencial é enorme."

A ministra da Cultura espera, assim, ter tudo pronto antes das eleições para que o museu abra de novo as portas de forma permanente em 2020: "As verbas vão estar previstas no orçamento do próximo ano vamos e deixar para o próximo Governo tudo preparado quer para avançar para o plano nacional quer para organizar a reabertura do museu."

Fonte: https://www.dn.pt/

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Interior do museu em 2010

© Arquivo DN