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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIMARANENSES DANÇAM NO FOLKLOURES’19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.

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ESPAÇO GUIMARÃES LANÇA NOVA EDIÇÃO DOS COLOR DAYS

Os super descontos estão de volta ao Espaço Guimarães e prometem dias incríveis de muitas compras sem peso na consciência (e na carteira).

O centro comercial Espaço Guimarães, gerido pelo grupo Klépierre em Portugal, lança a sua terceira edição dos Color Days entre os dias 10 e 19 de maio, com descontos exclusivos até 50%, promoções irresistíveis e a possibilidade de ganhar um Gift Card no valor de 500€. 

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Se estava à espera da oportunidade perfeita para renovar o seu armário com as novas tendências desta estação, aprimorar a decoração da sua casa, ou até comprar aqueles óculos de sol que anda a namorar há algum tempo, não precisa esperar mais. Os Color Days chegaram ao Espaço Guimarães para que possa fazer todas as compras que deseja sem preocupações.

São 29 lojas de moda, maquilhagem, decoração e até de tecnologia que vão oferecer descontos e promoções imperdíveis durante estes dias. Lojas como a Aldo, Tous, Chicco, MultiÓpticas, Worten, Women’s Secret, Rituals, Salsa, Perfumes & Companhia e Kiko aderiram aos Color Days para possibilitar compras surpreendentes a todos os clientes do centro comercial.

Como um dia de compras em grande abre sempre o apetite, vai também poder deliciar-se com ofertas especiais na zona de restauração do Espaço Guimarães, em espaços como a Pans & Company, o Espaço do Café, Yog n’ Crepe e Café&C.ia.

Mas as novidades não ficam por aqui. Terá ainda a oportunidade de ganhar um Gift Card no valor de 500€ para usufruir nas lojas do Espaço Guimarães durante um ano. Por cada 20€ que gastar numa loja aderente aos Color Days, irá receber um voucher associado a um código. Para concorrer ao passatempo, basta registar esse código no site do Espaço Guimarães, validar os seus talões de compras e entregar os respetivos vouchers no quiosque de informações do centro comercial. No dia 19 de maio, será relevado o vencedor deste mega prémio!

Aproveite as ofertas especiais dos Color Days no Espaço Guimarães para dar mais cor ao seu armário e à sua casa!

MIA ROSE E ESPAÇO GUIMARÃES SENSIBILIZAM PARA A PREVENÇÃO DO CANCRO DA MAMA

A atriz, cantora e recém-mamã, Mia Rose alia-se à Klépierre Portugal, que gere os centros comerciais Aqua Portimão, Espaço Guimarães e Parque Nascente, para assinalar o Dia da Mãe através de uma campanha digital inesperada que sensibiliza para a prevenção do Cancro da Mama.

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Como recém-mamã, Mia Rose sente este dia e este tema de forma especial “Depois de ser mãe, estar saudável já não é apenas algo importante para mim porque o meu filho também depende disso para crescer comigo a seu lado. Assim, quando recebi o convite para participar nesta iniciativa, não hesitei em aceitar! A prevenção do cancro da mama é fundamental para qualquer mulher e deve ser um tema abordado abertamente. O diagnóstico precoce salva vidas e, para isso, a apalpação mamária é fundamental. Parabéns à Klépierre Portugal pela iniciativa e obrigada por me convidarem para dar a cara a uma campanha tão nobre e ainda mais importante para mim depois de ser mãe.”

Na campanha digital “Tutoriais Escondidos”, dirigida a mulheres entre os 20 e os 35 anos, que vivem nas redes sociais e que gostam de seguir tendências, aquilo que parece ser um vídeo sobre uma rotina de maquilhagem, na verdade, oculta uma mensagem inesperada.

Para captar a atenção das mulheres, a atriz, cantora e recém mamã, Mia Rose abre o vídeo a ensinar como fazer uma maquilhagem infalível para as mães que precisam recuperar a sua pele de noites mal dormidas, preocupações do dia-a-dia e cansaço acumulado. A meio da sua explicação é interrompida por uma mulher que a convida a passar uma outra mensagem – como fazer a correta apalpação mamária para prevenir o Cancro da Mama.

De forma informativa, procede à realização do método de autoexame mamário em frente ao espelho, indicado pela National Breast Cancer Foundation (https://www.nationalbreastcancer.org/breast-self-exam).

1º DE MAIO: A DATA QUE SIMBOLIZA O TRABALHO

Génese e efeitos

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Comemorações do 1º de Maio em Viana do Castelo em 1938

 

O mundo do trabalho foi sempre insubmisso e determinado, fatores que se podem considerar determinantes na evolução das sociedades, na conquista do progresso e na melhoria das condições de vida de quem vende a sua força de trabalho. Mas assim teria que ser.

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A imagem mostra as comemorações do 1º de Maio de 1977 em Viana do Castelo

 

Do trabalho, quase sempre escravo, de milhões de operários resultou a construção de impérios, a constituição de grandes grupos económicos, o enriquecimento, por vezes chocante, de uma elite financeira que determinava e geria as economias de acordo com os seus interesses, nem que para isso fosse preciso estabelecer guerras nas quais sucumbiriam milhões de pessoas.

O capital, salvo raras exceções, mostrou-se sempre insensível ao trabalho sem direitos e à pobreza que reduzia populações inteiras à condição de seres vegetantes, desprovidos até de bens essenciais, como são a alimentação e o vestuário. Ainda há praticamente meio século, em Portugal, não faltava gente que, nas aldeias, aceitava trabalhar no campo dos grandes lavradores por pouco mais que a alimentação, parca e de baixa qualidade. Se hoje o trabalho em boa parte do planeta, especialmente nos países mais evoluídos, é mais justamente remunerado, em boa medida se deve à combatividade dos trabalhadores, à sua consciencialização e à sua valorização profissional.

Não é de estranhar por isso que no primeiro dia de maio de 1886, já de forma organizada, na sequência de regulares, e por vezes violentas, agitações que iam acontecendo, especialmente nos locais de trabalho onde havia uma forte concentração de trabalhadores, se decretasse uma greve geral em todos os Estados Unidos e que meio milhão de trabalhadores se manifestasse nas ruas de Chicago, em luta pela jornada das 8 horas de trabalho. Apesar da repressão dos feridos e dos mortos nesta primeira ação devidamente concertada, três anos depois, em 1889, reunido em Paris, o Congresso Operário Internacional decreta o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, considerando-o um dia de homenagem aos caídos, mas também de luta na base de novas reivindicações. No ano seguinte, os trabalhadores americanos festejaram a conquista da jornada de trabalho de oito horas, o mesmo acontecendo em França em 1919 e veio posteriormente a acontecer em vários outros países considerados desenvolvidos.

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Comemorações do 1º de Maio em Viana do Castelo em 1980

 

1º de Maio em Portugal

Em Portugal o 1º de Maio passou a ser comemorado logo em 1890, sendo estas comemorações vistas com simpatia pelo rei D. Carlos, o “Diplomata”, que tinha assumido o poder precisamente em 1889. Porém, de forma praticamente simbólica e até festiva, a que também se associavam as entidades patronais, por considerarem que o dia também lhes tocava. Contudo, em 1910, o fim da Monarquia e o estabelecimento da República criou novas formas de estar na sociedade portuguesa e animou as reivindicações do movimento operário, ao ponto de, depois de ativas lutas, em 1919, se ter conquistada e consagrado em lei a jornada de oito horas para os trabalhadores do comércio e da indústria.

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Comemorações do 1º de Maio em Viana do Castelo em 1975

 

Com a instalação do Estado Novo (1933/1974) e a imposição da doutrina do corporativismo, em que se tentava amalgamar os interesses de todas as classes sociais, como se não houvesse interesses distintos entre estas, todas as manifestações do 1º de Maio foram proibidas, sendo o dia comemorado com caráter oficial todos os anos em local diferente, fazendo-se destas comemorações ações festivas de apologia ao regime em vigor, tentando desta forma abolir a luta de classes e conciliar os interesses de empregados e empregadores. Alguns exemplos de locais das comemorações: 1934 em Braga, 1935 em Guimarães (imag. 1 – revista Ilustração, 16/5/35); 1937 em Famalicão (imag.2 – revista ilustração, 16/5/37); 1938, em Viana do Castelo (imag. 3), neste ano de forma fatídica, já que um autocarro que transportava pessoas vindas de outros locais para as comemorações, foi colhido pelo comboio quando atravessava a passagem de nível situada em frente à igreja do Carmo, tendo do acidente resultado duas dezenas de mortos (imag. 4 – revista Ilustração, 16/5/38).

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Mas a ditadura Salazarenta não conseguiu abafar de todo as comemorações do 1º de Maio em contexto combativo e de forte reivindicação, especialmente nos grandes meios operários, industriais, agrícolas e mesmo de serviços, como era o caso dos trabalhadores do comércio, bancários e outros. O Estado Novo sempre procurou, em todos os setores de trabalho, nomear gente alinhada com a situação para constituir e integrar os sindicatos, tornando estes dóceis, facilmente manobráveis e nada apoiantes das lutas dos seus representados. Daí que todas as ações de protesto fossem conduzidas, ou por sindicatos não reconhecidos oficialmente, ou por comités eleitos pelos trabalhadores. Com o início da guerra colonial em Angola, em 1961, e a agitação a crescer de tom, o 1º de Maio recrudesceu de politização, passando a englobar igualmente a luta pela libertação dos povos colonizados. São bem conhecidas as manifestações de 1962, pela dimensão que atingiram particularmente em Lisboa, Porto e Setúbal, com mais de cem mil manifestantes.

O 1º de Maio em Viana do Castelo

Com a fundação dos ENVC em 1944, Viana ganhou um outro nível de consciencialização. A forte concentração operária aí instalada, gente semianalfabeta porque oriunda dos campos, mas enquadrada em ambiente propício à sua politização, em boa medida mercê ainda da consciencialização dos chamados mestres de Lisboa, quase todos oriundos dos Estaleiros da CUF, muitos deles já ativistas políticos, a cidade tornou-se mais agitada politicamente, sendo os trabalhadores dos Estaleiros muito requisitados para integrar as associações existentes e criar outras para os mais diversos fins. Apesar de a empresa contar com agentes da PIDE no seu interior, como ficou provado depois da revolução em 1974, as administrações procuraram sempre alhear-se de questões de ordem politica, mesmo sabendo da necessidade de contar com as boas vontades do Estado para a construção dos navios que serviam as frotas de guerra, mercante, e pesqueira do país. Daí que nos ambientes de trabalho se conspirasse e articulassem ações por melhores condições de trabalho e pela eleição de dirigentes sindicais verdadeiramente representativos dos trabalhadores. Mas as comemorações do 1º de Maio, dada a dificuldade de concentrar gentes em ambiente de província, onde ainda predominava muito atraso, nunca foram além de atividades isoladas.

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Com o advento do Marcelismo, embora a abertura desejada não fosse além da mera cosmética, a atividade sindical recrudesceu e os sindicatos corporativos eram cada vez mais postos em causa. Era o tempo em que praticamente por todo o país as organizações sindicais eram tomadas por verdadeiros sindicalistas, se avançava para as greves sem receios, se negociavam contratos de trabalho respeitadores dos direitos dos trabalhadores e se discutia mais abertamente alterações ao regime vigorante. E foi nesta conjuntura, com este estado de espírito, especialmente das gentes do trabalho por conta de outrem, que se criaram as condições para o saneamento de todos aqueles que nunca foram mais que meros servidores do Estado Novo. Foi assim que o Movimento Sindical foi todo varrido onde era necessário e ocupado por gente devotada e com vontade de servir quem a elegeu. Viana também não ficou de lado nesta dinâmica revolucionária e, com um Movimento Sindical estruturalmente vivo, as primeiras manifestações do 1º de Maio, como mostram as imagens 5, ano de 1975; 6, ano de 1978; e 7, ano de 1980, constituíram grandes concentrações de massas, apostadas em contribuir para uma nova mentalidade social. Hoje, apesar do longo caminho percorrido e da valorização das classes trabalhadoras, e do povo em geral, a apatia parece querer instalar-se de novo. Mas isso é assunto para outras análises, que o espaço agora não comporta. Que perdure a convicção de que o 1º de Maio constitui a mais significativa etapa na vida do Movimento Operário.

Gonçalo Fagundes Meira

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EQUIPAS JUVENIS DO CRAVA CONVIVEM EM GUIMARÃES

As equipas sub 8 e sub 10 do CRAV deslocaram-se no dia 25 de abril a Guimarães, a fim de participar em mais uma edição do convívio regional para o escalão.

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Numa data difícil para garantir a participação dos atletas, por força do mau tempo que se fez sentir nessa semana e de terem passado apenas dois dias sobre o reinício das aulas, o facto é que os jovens do CRAV tiveram uma participação honrosa, por força do empenho que demonstraram em campo.

A isto acresce o estado do tempo. Numa semana em que houve vento, chuva, frio e neve, o facto é que na manhã de 25 de abril em Guimarães praticamente não choveu. Aliás o tempo total de chuva no evento foi inferior a 10 minutos.

Deste modo, todos os ingredientes para uma bela manhã de Rugby estiveram reunidos, com a presença de todos os agentes desportivos conforme àquilo que é exigido para uma prática desportiva educativa e formadora.

ESPAÇO GUIMARÃES LANÇA “CORAÇÕES SEM BARREIRAS” PARA SENSIBILIZAR E PROMOVER A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES

Uma iniciativa solidária em parceria com uma associação local que visa o combate à exclusão social através da venda de 2500 porta-chaves em formato de coração feitos à mão por 60 jovens e adultos.

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O Espaço Guimarães, gerido pela Klépierre em Portugal, une-se à ACIP (Ave Cooperativa de Intervenção Psico-Social) para lançar a iniciativa solidária “Corações Sem Barreiras”, que visa sensibilizar a comunidade para a inclusão social e para a valorização de pessoas portadoras de deficiência. De 12 de abril a 5 de maio, é possível adquirir o porta-chaves em formato de coração, feito à mão por 60 jovens e adultos entre os 18 e os 55 anos de idade, no Espaço Guimarães e assim patrocinar uma viagem a Lisboa a estes talentosos artesãos.

Estes acessórios feitos com muito amor, que prometem unir o país por uma causa, existem em três cores diferentes (amarelo, azul e rosa) e estão à venda numcorner especial no piso 1, junto à Lefties, e no Balcão de Informação do centro comercial, pelo valor simbólico de €3. A totalidade do valor angariado reverte para a ACIP, que irá utilizá-lo para proporcionar uma viagem de três dias a Lisboa aos cerca de 60 jovens e adultos, com paragem em diversos locais escolhidos por eles mesmos, como o Jardim Zoológico e o Estádio do Sport Lisboa e Benfica.

GUIMARÃES APRESENTA PROJETO NACIONAL "ECONOMIA DIGITAL - INDÚSTRIA 4.0"

A 2ª fase do projeto nacional “Economia Digital - Indústria 4.0”, vai decorrer em Guimarães na próxima terça-feira, 9 de abril, às 10 horas, no átrio principal da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, no Campus de Azurém.

O programa começa de manhã com a abertura da Feira da Indústria do Futuro (10 horas), decorre ao longo de todo o dia com a realização de sessões temáticas paralelas, onde será igualmente apresentado o projeto vimaranense “I9G”, e termina com a visita do Primeiro-Ministro à Feira da Indústria do Futuro (15h30), seguindo-se intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, do Reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, e do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

Depois de uma sessão/debate com empresas “Indústria 4.0”, moderada pelo Secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, decorrerá a apresentação do programa “Indústria 4.0 – 2ª Fase” e a assinatura de um protocolo entre o IAPMEI, ISQ, Universidade do Minho e Instituto Politécnico de Leiria, bem como uma homenagem ao governante João Vasconcelos, recentemente falecido. A jornada de trabalho termina com intervenções do Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, e do Primeiro-Ministro, António Costa.

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VIMARANENSES DANÇAM NO FOLKLOURES’19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.

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