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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GUIMARÃES LEVA CIÊNCIA ÀS ESCOLAS

Clubes (Curtir) Ciência Viva nas Escolas

Guimarães regista nesta fase seis Clubes de Ciência apresentados por escolas básicas e secundárias. A nível nacional estão contabilizados 237 Clubes

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“Nenhuma pessoa sabe o suficiente para fazer tudo sozinha”. Foi desta forma, evocando Mariano Gago (antigo ministro e principal impulsionador do projeto Ciência Viva), que Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional Ciência Viva, sintetizou o espírito subjacente ao lançamento da Rede de Clubes Ciência Viva nas Escolas.

A Presidente da Agência Nacional Ciência Viva falava em Braga, na Escola de Ciências da UMinho, na sessão de apresentação daquela Rede organizada pelo Curtir Ciência – Centro Ciência Viva de Guimarães e Planetário – Casa da Ciência de Braga, perante várias dezenas de professores, diretores de escolas, centros de investigação e outras entidades.

“Este é o primeiro dia do início de um grande projeto para a Ciência”, afirmou Rosalia Vargas, fazendo questão de salientar que a Rede de Clubes deve assentar no estabelecimento de parcerias entre as mais diversas entidades que se mostrem apostadas na promoção da Ciência.

Dirigidos a Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas, Escolas Profissionais e Estabelecimentos de Ensino Particulares e Cooperativos, os Clubes Ciência Viva na Escola são espaços de ciência abertos a toda a comunidade e têm como missão promover o acesso a práticas científicas inovadoras.

“Estão reunidas as condições para que este seja um projeto de sucesso", vaticinou Sérgio Silva, Diretor do Curtir Ciência, referindo aos Clubes Ciência Viva nas Escolas como “um reforço da aposta das escolas na área das Ciências e nas atividades práticas, com a vantagem de poderem contar com apoios financeiros do Ministério da Educação”.

Além da UMinho, são muitas as entidades que se mostram recetivas ao estabelecimento de parcerias com as escolas para a viabilização e dinamização dos Clubes. O INL – Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia, o I3B´s, o Banco Português de Germoplasma Vegetal (uma das mais importantes reservas do mundo de sementes sediada há mais de 40 anos em Braga), a Escola Superior Agrária de Ponte de Lima e a Sociedade Martins Sarmento - são apenas algumas delas.

O projeto da Rede conta com uma dotação de dois milhões de euros por parte do Ministério da Educação para financiar, nesta fase, 237 clubes. Doze são de Guimarães, embora este número possa aumentar com o projeto em marcha assim que abra nova fase de candidaturas.

Na sessão de apresentação em Braga, a subdiretora da Direção Geral de Educação (DGE), Maria João Horta, referiu-se ao projeto como fundamental para "alavancar" os jovens para a aprendizagem e contribuir para alterar o modelo tradicional de sala de aula, fomentando a curiosidade e criatividade dos estudantes. Em linha, de resto, com as necessidades que se perspetivam para um futuro dominado por áreas das ciências e engenharias. “Atrair jovens para as profissões do futuro obriga a criar condições nas escolas e, acima de tudo, a apostar num modelo mais criativo de sala de aula” ", sublinhou aquela responsável da DGE.

Uma ideia partilhada por Ricardo Costa, Vereador que representou o Município de Guimarães na sessão de Braga, para quem é urgente "alterar mentalidades” e “mudar o modelo tradicional de sala de aulas”, apostando para o efeito nas novas tecnologias. “Não é aceitável que uma criança chegue à escola habituada a lidar com um tablet e tenha depois que lidar com livro em papel”, sublinhou.

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GUIMARÃES DANÇA NO FOLKLOURES'19

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos vai a Loures participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas

Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos, de Guimarães, vai no próximo dia 6 de Julho participar no FolkLoures’19 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures.

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Moreira de Cónegos é uma freguesia situada na zona sul do Concelho de Guimarães, situada na zona de transição entre este concelho e o de Santo Tirso, integrando ambos os concelhos uma região que do ponto de vista histórico e geo-etnográfico corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro e Minho.

Com base em recolhas e informações relacionadas com as vivências do povo de Moreira de Cónegos, o Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos representa com o maior rigor possível o modo de vida dos finais do Séc. XIX e início do séc. XX.

O Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos foi fundado em 1983 com um Rancho Infantil.

Dois anos mais tarde, foi fundado o Rancho Adulto, que permitiu que as crianças e jovens do Rancho Infantil, à medida que fossem crescendo, transitassem para o Rancho adulto, dando continuidade à defesa e preservação das tradições, usos e costumes da nossa terra. O Rancho Adulto fez a sua primeira atuação em público em 23 de Novembro de 1986.

É composto por cerca de 45 elementos desde dançadores, a cantadores, elementos do coro e tocata.

Apresenta uma variedade de trajes representativa de diversas classes sociais à época como o Traje de Domingar, Traje de Lavradeira Rica, Traje de Festa, Traje de ver Deus, Traje de Noivos, Traje de Trabalho, Traje de Feira e Traje de Eira.

Do vasto repertório, destacam-se danças típicas como Malhões, Viras, Canas Verdes, Chulas e Vareiras.

O Rancho do Centro Cultural e Recreativo de Moreira de Cónegos é Sócio da INATEL e Sócio Efetivo da Federação de Folclore Português.

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JOHN AND THE CHARMERS ENTRE NOVE “EXCÊNTRICOS” EM GUIMARÃES

John and the Charmers — projeto musical de João de Guimarães iniciado em 2012 — é uma das nove propostas que animam o Programa“Excentricidades”, neste mês de Janeiro, no concelho de Guimarães, entre 12e 26.

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“Excentricidades” é um projecto municipal que leva a cultura e artes performativas às freguesias de Guimarães, como Moreira de Cónegos, Briteiros (S. Salvador), S. Torcato, Selho (S. Jorge),Brito, S. Cláudio de Barco, Caldas das Taipas, Ronfe, e Ponte onde começa.

Excentricidade — Outros palcos mais cultura — pretende criar novas centralidades de consumo ou criação (no domínio da dança, música, teatro e cinema).

O projeto oferece a mesma filosofia dos espaços culturais da cidade: “criar oportunidades para públicos e criadores, mais patamares no desenvolvimento do cidadão enquanto ser cultural e fortalecer as relações humanas, da cidadania, do esclarecimento e da partilha” — destaca uma nota do Município.

O programa abre este sábado, dia 12,com o grupo The Walk, “uma forte presença de elementos de percussão, guitarras coloridas e uma voz hipnótica servem de pano de fundo a uma mensagem irónica, entre a utopia individual e a realidade quotidiana”.

No mesmo dia, no Salão Paroquial de Ronfe, o Jangada Teatro apresenta o espetáculo “Correr o Fado” que foi buscar “inspiração a lendas locais da região do Tâmega e Sousa”.

SOPRANO BRACARENSE ELISABETE MATOS DESLUMBRA EM GUIMARÃES NO CONCERTO DE ANO NOVO

O primeiro dia do ano 2019 proporcionou o já tradicional Concerto de Ano Novo pela Orquestra de Guimarães, com a soprano Elisabete Matos e a Academia Gindança, perante um auditório lotado no Centro Cultural Vila Flor.

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Natural de Braga, Elisabete Matos é uma consagrada cantora de ópera que tem em Puccini e Wagner os compositores por si mais interpretados. Deixamos aos leitores a sua própria biografia oficial.

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Elisabete Matos nasceu em Braga onde estudou canto e violino. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, mudou-se para Espanha a fim de completar a sua formação com Ángeles Chamorro, Marimí del Pozo, Félix Lavilla e Miguel Zanetti.

Depois da sua estreia na Ópera de Hamburgo como Alice Ford (Falstaff) e Donna Elvira (Don Giovanni), papel que voltou a cantar em Lisboa, Las Palmas e Santander, participou, em 1997, na inauguração do Teatro Real de Madrid, interpretando Marigaila na estreia mundial de Divinas Palabras, de Antón García Abril, ao lado de Plácido Domingo. Imediatamente, é convidada por Domingo para estrear o papel de Dolly na Washington Opera, numa nova produção de Sly, de Wolf-Ferrari, com José Carreras como protagonista. De seguida, interpretou o mesmo papel no Teatro Regio de Turim, no Japão (com a Washington Opera) e na Ópera de Roma, desta vez com Plácido Domingo no elenco.

Interpretou, entre outros papéis, Chimène em Le Cid, de Jules Massenet, no Teatro de la Maestranza de Sevilha e na Washington Opera, com Plácido Domingo; a protagonista de Margarita la Tornera, também com Plácido Domingo, no Teatro Real de Madrid; Elsa em Lohengrin, na sua estreia no Gran Teatre del Liceu de Barcelona; Mimí em La Boheme, no Teatro de São Carlos de Lisboa; La Voix Humaine, na Maestranza; Zaza, no Teatro Regio de Turim e na Opéra de Nice; Elisabetta, numa nova produção de Don Carlo no Teatro Real de Madrid e em Palermo; La Battaglia di Legnano, no Teatro Massimo Bellini de Catânia; Freia em Das Rheingold, em Turim, Ópera de Roma e Liceu de Barcelona; o papel titular de Suor Angelica, no Palau de les Arts de Valência; Tosca, no La Fenice de Veneza, Teatro Massimo Bellini de Catania, em Chipre (com a Arena de Verona), Porto, Messina, no Festival de Macerata, em Tóquio, Lisboa e Cardiff (com a Welsh National Opera); La Vida Breve, em Lisboa; Amelia Grimaldi de Simon Boccanegra, no Teatro Real e Catania; Sieglinde em Die Walküre, na Maestranza, Centro Cultural de Belém e Liceu de Barcelona; Senta em O Navio Fantasma, em Nápoles, Sevilha e Madrid; Katia Kabanova e Els Pirineus, no Liceu de Barcelona; Madame Lidoine de Os Diálogos das Carmelitas, no La Scala de Milão, dirigida por Ricardo Muti; o papel titular de La Dolores, no Teatro Real de Madrid; Gutrune (Götterdämerung) e Rosa (Gaudi) no Liceu de Barcelona; Amélia de O Baile de Máscaras em Nápoles e em Bari; Condessa de Capriccio, no Centro Cultural de Belém; Santuzza de Cavalleria Rusticana, no São Carlos de Lisboa e no San Carlo de Nápoles; Abigaille (Nabucco), em Toulon; a protagonista de Norma, no Festival de Mérida e no Teatro Villamarta de Jerez; Elisabeth de Tannhäuser, no Liceu de Barcelona; Iphigénie en Tauride, no Teatro Campoamor de Oviedo; Turandot, em Antuérpia, Gante, Jerez e Valência (no Palau de les Arts, sob a batuta de Lorin Maazel); La Gioconda, em Tóquio; Minnie de La Fanciulla del West, em Lucca (com o Maggio Musicale Fiorentino).

Entre os seus compromissos mais recentes destacam-se Gutrune (Götterdämmerung), com Zubin Metha, e Cassandre (Les Troyens), com Valery Gergiev, ambos no Palau de les Arts de Valência.

Após o seu êxito como Senta (O Navio Fantasma) no Teatro Real de Madrid, cabe referir entre os compromissos futuros de Elisabete Matos a estreia como Lady Macbeth, na Ópera Nacional do Reno (Estrasburgo), e Isolda (Tristão e Isolda), no Campoamor de Oviedo, além de Iphigénie en Tauride, no Liceu de Barcelona, e da sua estreia na Metropolitan Opera de Nova Iorque como Minnie de La Fanciulla del West.

Para além dos teatros líricos, Elisabete Matos apresenta-se com frequência nas salas de concerto, interpretando habitualmente lied e concerto sinfónico, num vasto repertório que vai desde Bach até à música contemporânea. Destacam-se um recital de canções russas na Fundação Gulbenkian de Lisboa e no Festival de A Corunha; a Nona Sinfonia de Beethoven em Cagliari, dirigida por Lorin Maazel (com quem actuou também em Milão), no Auditório Nacional de Madrid (sob a direcção de López Cobos) e na Gulbenkian; O Chapéu de Três Bicos de Manuel de Falla, com a Chicago Simphony Orchestra, dirigida por Daniel Baremboim; um concerto de árias de Mozart com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Giuliano Carella; Offrandes, de Varèse, dirigida por C. Walmar; e os Wesendonk Lieder em Lisboa. Em Março de 2001, participou com Plácido Domingo, José Carreras e Mariella Devia, entre outros cantores de renome, no concerto que Zubin Mehta dirigiu em Parma em memória de Verdi, e que foi transmitido para todo o mundo.

Gravou o Requiem de Suppé com o Coro e Orquestra da Fundação Gulbenkian de Lisboa, sob a direcção de Michel Corboz, para a Virgin Classics; o papel titular de La Dolores, de Bretón, para a Decca, pelo qual foi galardoada com um Grammy em 2000; e Margarita la Tornera, de R. Chapí, para a RTVE, ambas com Plácido Domingo. Também com Domingo gravou em DVD a ópera Le Cid, de Massenet, com a Washington Opera. Recentemente, foi lançado em DVD O Chapéu de Três Bicos, de Manuel de Falla, com a Chicago Simphony Orchestra, dirigida por Daniel Baremboim.

Elisabete Matos foi nomeada Oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República Portuguesa.

Foi galardoada com a Medalha de Ouro por Mérito Artístico da Cidade de Guimarães.

Fonte: http://www.elisabete-matos.com/

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