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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS: MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ CELEBROU PROTOCOLOS NO VALOR GLOBAL DE 305 MIL EUROS

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A Câmara Municipal celebrou, no Centro de Meios Aéreos em Tabaçô, protocolos com os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez e as Equipas de Sapadores Florestais, no valor global de 305 mil euros, no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios.

Com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez foi celebrado um protocolo no valor de 80 000€, nos domínios do aviso, alerta, intervenção, apoio e socorro através do corpo de Bombeiros Voluntários; existe colaboração com o Serviço Municipal de Proteção Civil, na implementação e coordenação de programas de prevenção e vigilância de fogos florestais; é assegurado, com plena eficácia, as comunicações telefónicas, via rádio ou outras, na Central de Comunicações, 24 horas por dia, todos os dias do ano e a emergência pré-hospitalar, como reforço complementar ao SBV – Suporte Básico de Vida, de forma a garantir a continuidade de parâmetros de qualidade na assistência pré-hospitalar à população.

Com as 5 equipas de Sapadores Florestais, nomeadamente com a Associação Florestal Atlântica, a Associação Florestal do Lima, as Assembleias de Compartes dos Baldios das Freguesias de Cabreiro e Gavieira e a Junta de Freguesia de Soajo, foram celebrados protocolos no valor global de 225 mil euros, 45.000,00 euros para cada uma das entidades.

Os Protocolos têm como principal objetivo a prevenção de incêndios florestais, através da realização de ações de silvicultura preventiva, nomeadamente a criação de faixas de gestão de combustíveis, ações de fogo controlado, vigilância das áreas rurais, assim como ações de primeira intervenção, apoio ao combate e às subsequentes operações de rescaldo e vigilância pós-incêndio. Cada equipa irá realizar a limpeza de cerca de 40km de estradas, duas vezes por ano.

 

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MUNICÍPIO ARCUENSE APROVA PROCEDIMENTO PARA ABERTURA E REPARAÇÃO DE CAMINHOS FLORESTAIS E FAIXAS CORTA-FOGO

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Defesa da Floresta Contra Incêndios

A Câmara Municipal aprovou a abertura de um procedimento para a aquisição de serviços no valor base de 71.000,00€, com o objetivo de reforçar a prevenção e o combate a incêndios florestais e rurais. Esta iniciativa contempla a abertura de novos caminhos florestais, a reparação e manutenção de vias existentes, bem como a criação de faixas corta-fogo em locais estratégicos.

Estão previstas intervenções ao nível da abertura de Caminhos Florestais. Através desta medida serão criados novos caminhos com largura mínima entre 3 a 4 metros, conforme especificações técnicas municipais. Os trabalhos incluirão desmatação, escavação, nivelamento, compactação e, quando necessário, a aplicação de materiais inertes para estabilização do piso.

Está, igualmente, prevista a reparação e manutenção de caminhos existentes. As vias florestais já existentes serão alvo de limpeza lateral, corte de vegetação invasiva, nivelamento do piso, reforço de drenagem e correção de pontos de erosão ou abatimento.

Este procedimento inclui também a abertura de faixas corta-fogo, com largura mínima de 10 metros, ampliadas em áreas estratégicas como cumes e linhas de defesa. Estas faixas visam criar barreiras físicas que dificultem a propagação do fogo, através da remoção total da vegetação arbustiva e herbácea e preparação do solo para minimizar a erosão.

A Rede de Defesa da Floresta é constituída por um conjunto de infraestruturas, nomeadamente pela rede de faixas de gestão de combustível, mosaico de parcelas de gestão de combustível, rede viária florestal, rede de pontos de água, a rede de vigilância e deteção de incêndios e a rede de infraestruturas de combate.

A conservação e operacionalidade de todas as componentes da rede de defesa da floresta, é condição necessária para permitir uma boa coordenação e gestão de meios (humanos, materiais e financeiros) e uma maior eficiência na defesa de pessoas e bens e ambiente em caso de incêndio.

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MUNICÍPIO DE TERRAS DE BOURO REFORÇA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS

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Em conformidade com a Resolução do Conselho de Ministros nº157-A/2017, de 27 de outubro, o Município de Terras de Bouro reforçou as suas medidas de prevenção e combate a incêndios florestais. No âmbito da execução do plano de ação, a autarquia será parte integrante como colaborador do plano de ação do Grupo de Trabalho – Zona Norte, composto pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), pela Polícia Judiciária (PJ) e pela Guarda Nacional Republicana (GNR).

Com o objetivo de identificar as causas das ignições em espaço rural e reforçar a investigação, o Município adquiriu um conjunto de equipamentos eletrónicos que serão estrategicamente distribuídos pelo território. O investimento na aquisição destes equipamentos ascendeu a 5.884 euros.

A entrega dos dispositivos ocorreu no dia 28 de março.  A medida visa aprimorar a resposta e prevenção de incêndios, alinhando-se com as diretrizes nacionais para a proteção das florestas e do património natural.

Esta iniciativa reforça o compromisso do Município de Terras de Bouro na defesa do meio ambiente e na segurança das comunidades locais.

MONÇÃO REALIZA AÇÕES DE REFLORESTAÇÃO EM LONGOS VALES

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Participação de alunos da Escola Básica José Pinheiro Gonçalves e Escola Básica de Estrada

Na semana passada, os alunos da Escola Básica José Pinheiro Gonçalves e da Escola Básica de Estrada, viveram um dia fora da escola, participando, na companhia de professores e assistentes operacionais, em ações de consciencialização ambiental, através da plantação de árvores autóctones na freguesia de Longos Vales.

Com a participação da Vereadora da Educação, Daniela Fernandes, ambas as atividades, realizadas em dias distintos, contaram com a colaboração de responsáveis do ICNF, Corticeira Amorim, Quercus, Junta de Freguesia de Longos Vales, sapadores florestais e Gabinete Técnico Florestal, do Município de Monção.

As ações de sensibilização representaram uma mais valia para o desenvolvimento saudável dos mais novos, incutindo-lhes valores fundamentais relacionados com a cidadania ativa e a responsabilidade ambiental.

No fundo, sinalizaram mais um passo na educação ambiental dos nossos jovens que, certamente, terá um reflexo positivo no futuro, reforçando-se, dessa forma, a criação de uma sociedade com consciência e matriz ecológica.

Ambas as atividades, que envolveram, ainda, uma sessão informativa sobre a vespa asiática, a cargo de Miguel Rodrigues, enquadram-se na estratégia municipal de educação ambiental.

No primeiro dia de abril, também os alunos da Universidade Sénior de Monção viveram uma experiência idêntica. Tal como os mais novos, os mais velhos “abraçaram” a atividade com motivação e entusiasmo.

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PÓVOA DE LANHOSO: MIL ÁRVORES PLANTADAS NO ÂMBITO DA INICIATIVA MARÇO VERDE

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A Vice-Presidente e Vereadora da Educação, Fátima Moreira, e o Vereador do Ambiente, Higiene Pública e Espaços Verdes, Paulo Gago, estiveram presentes no primeiro dia das plantações realizadas pelos/as alunos/as no âmbito da iniciativa Março Verde.

Para esta campanha foi escolhido um terreno na freguesia de Galegos com um hectare de área e foram parceiras, além desta Junta de Freguesia, também a ANEFA (Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente) que disponibilizou as plantas e a Fujitsu – Tecnology Solutions, que convidaram o Município a participar no projeto ProNatura como Entidade Recetora.

Assim, no dia 24 Março, a plantação ficou a cargo dos/das alunos/as do clube eco-escolas da EPAVE e alunos/as do 4.º ano da Escola Básica do Cavado. Foram plantados cerca de 50 pinheiros bravos e 40 plátanos bastardos.

Na terça-feira, 25 Março, as crianças do 4.º ano da Escola Básica da Póvoa de Lanhoso plantaram 60 pinheiros bravos e a plantação de 50 pinheiros mansos foi feita ontem, quarta-feira, 26, com cerca de 50 alunos/as do 4.º ano da Escola Básica António Lopes e terminou hoje com alunos/as da Escola D. Elvira Câmara Lopes e com utentes dos Centros de Convívio de Galegos, Lanhoso e Póvoa de Lanhoso.

A plantação do total de mil árvores previstas nesta campanha de reflorestação termina amanhã, dia 28, com a participação da Academia de Voluntariado da Câmara Municipal e da Equipa de Voluntariado Interno, reforçando o espírito de equipa, solidariedade e de família profissional. A mobilização da comunidade local, convidada a participar, é importante para a preservação da natureza e vai permitir a todos/as contribuir diretamente para a melhoria do meio ambiente através da reflorestação da referida área.

Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres; gerir de forma sustentável as florestas; combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda de biodiversidade, prevenir ameaças à biodiversidade são os objetivos do “Março Verde”.

Para finalizar o programa elencado irá decorrer, no dia 29 de Março, uma iniciava dedicada a Gonçalo Sampaio, conhecido botânico povoense. Celebram-se nesse dia os 160 anos do seu nascimento e a cerimónia de encerramento irá no Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos, que este ano assinala 20 anos.

ESPOSENDE: OFICINA DE BRINQUEDOS FLORESTAIS SENSIBILIZARAM MAIS NOVOS PARA A IMPORTÂNCIA DA FLORESTA

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O Município de Esposende e a Esposende Ambiente levaram a efeito mais uma edição da Semana da Árvore, com o intuito de assinalar o Dia Internacional da Árvore/Dia internacional da Floresta, que se comemora a 21 de março.

No âmbito da iniciativa “Dia a Dia Pense Verde todo o Ano”, entre os dias 17 a 21 de março, foram realizadas Oficinas de Brinquedos florestais, que envolveram a participação de aproximadamente 260 alunos que frequentam os estabelecimentos de ensino concelhios.

De forma divertida foi lembrada a importância da floresta, convidando os alunos a produzirem os seus próprios brinquedos com materiais ecológicos e totalmente gratuitos obtidos através de resíduos da floresta. Para além de se estimular a motricidade e a capacidade criativa, a iniciativa possibilitou reavivar aquelas que eram as formas tradicionais de brincar, simples mas felizes.

A Semana da Árvore constituiu uma oportunidade para abordar, uma vez mais, a importância das árvores e da floresta, numa estratégia que tem subjacente o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere a Proteger a Vida Terrestre (ODS 15) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

DIA DA FLORESTA: AUTARQUIA CERVEIRENSE CULTIVA SENTIDO DE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NAS CRIANÇAS

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Porque as crianças de hoje são os adultos de amanhã, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira assinalou, esta quinta e sexta-feira, o Dia Mundial da Árvore e Dia Internacional das Florestas junto dos cerca de 650 alunos do pré-escolar ao 5º ano do concelho, dinamizando uma palestra de consciencialização em torno da preservação da floresta em parceria com o ICNF e com a presença da equipa de Sapadores Florestais de Cerveira (ESF 20-111). Por forma a envolver toda a comunidade escolar no compromisso ambiental, a autarquia ofereceu o ‘lápis que se planta’ aos 1500 alunos.

Recorrendo à exibição de um pequeno documentário, o ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, através do Eng.º Silvério Carvalho, procurou consciencializar as novas gerações sobre a importância das florestas para o equilíbrio do clima, da produção de oxigénio e da manutenção da biodiversidade, reforçando o papel de zelador de cada cidadão, seja durante a realização de passeios e convívios familiares, seja na participação de atividades desportivas, ou outras ações. Por sua vez, a equipa de Sapadores Florestais de Cerveira (ESF 20-111) explicou as áreas de intervenção e o trabalho diário, abordando os impactos da destruição das florestas no clima, nos animais e na qualidade de vida das pessoas.

A Vereadora da Educação, Sónia Guerreiro, acompanhou de perto esta ação replicada nos três centros escolares do concelho e na Escola Básica e Secundária, “pois é indo ao encontro das crianças que se consegue cultivar um espírito de responsabilidade ambiental desde a infância, e que pode resultar em atitudes mais sustentáveis ao longo da vida”. Perante alunos interventivos e interativos, Sónia Guerreiro deixou um apelo: “Cada um pode fazer diferença na preservarão e valorização da floresta, com atitudes muitas vezes simples como plantar árvores, não espalhar lixo, cuidar dos rios e proteger os animais. O equilíbrio da natureza afeta o nosso dia a dia. Sejam também mensageiros da natureza!”

A oferta alargada a toda a comunidade escolar de um Lápis que se planta, 100% sustentável, não tóxico, visa não só assinalar a efeméride como também transmitir ovos conceitos e uma grande mensagem de que a floresta é de todos nós.

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PÓVOA DE LANHOSO PLANTA MILHARES DE ÁRVORES

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Março Verde arranca com a plantação de 800 árvores – até ao final da iniciativa serão plantadas 1000 de árvores de 12 espécies autóctones e nativas

A Vice-Presidente e Vereadora da Educação, Fátima Moreira, e o Vereador do Ambiente, Paulo Gago, estiveram presentes na primeira iniciativa do programa “Março Verde”, que decorreu em Galegos, com a plantação de 800 árvores.

Nesta primeira ação estiveram também presentes, além do Presidente da Junta de Freguesia de Galegos, Ricardo Silva, representantes das entidades parceiras, a ANEFA (Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente) que foi a empresa que disponibilizou as plantas e a Fujitsu – Tecnology Solutions, que convidaram o Município a participar no projeto ProNatura como Entidade Recetora.

Fátima Moreira agradeceu em nome do Município às entidades parceiras e sublinhou a importância destas iniciativas para a preservação do nosso meio ambiente, acrescentando que “estas são ações que nos mudam enquanto pessoas e que causam uma dupla transformação”. Referia-se à consciencialização de todos/as para a importância que tem a preservação no nosso meio ambiente e à melhoria que é aportada a cada pessoa com a participação numa atividade social tão valorosa.

É um hectare de área que vai ser abrangido por esta ação que vai criar resiliência e contribuir para a prevenção de incêndios e para a qual os/as técnicos/as contaram com a ajuda de alunos/as da Escola Secundária Póvoa de Lanhoso e de um grupo de seniores do Centro Social do Vale do Homem.

Com a iniciativa Março Verde, o Município da Póvoa de Lanhoso vai proceder à plantação de um total de 1000 árvores, em 6 momentos e locais diferentes, de várias espécies, designadamente, azinheiras, bétulas, carvalhos alvarinho, cerquinho, negral; castanheiros, aceres pseudoplátanos, cerejeiras bravas, sobreiros, medronheiros, pinheiros bravos e pinheiros mansos.

Para o dia 21 de Março, Dia Mundial da Árvore, a plantação vai estar a cargo de 50 alunos/as das 2 turmas 4º ano, da Escola Básica António Lopes e, de tarde, os/as utentes dos Centros de Convívio e alunos/as da EPAVE. A plantação continua nos dias 24 e 27de Março, com os alunos do 4.º ano das Escolas Básicas do Cávado, da Póvoa de Lanhoso e D. Elvira Câmara Lopes.

A plantação termina no dia 28 com a participação da Academia de Voluntariado da Câmara Municipal e da Equipa de Voluntariado Interno, reforçando o espírito de equipa, solidariedade e sentimento de família profissional. A mobilização da comunidade local para a importância da preservação da natureza vai permitir a todos/as contribuir diretamente para a melhoria do meio ambiente através da reflorestação da referida área.

Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres; gerir de forma sustentável as florestas; combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda de biodiversidade, prevenir ameaças à biodiversidade são os objetivos do “Março Verde”.

Para finalizar o programa elencado irá decorrer, no dia 29 de Março, uma iniciava dedicada a Gonçalo Sampaio, conhecido botânico povoense. Celebram-se nesse dia os 160 anos do seu nascimento e a cerimónia de encerramento irá decorrer no Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos (CICC).

É ainda oportuno lembrar que todas estas ações de cariz ambiental reforçam o importante papel do CICC, que este ano assinala 20 anos. As ações que decorrem neste espaço de excelência da natureza, dedicadas aos/às mais novos/as que participam em ações promovidas pela equipa responsável em parceria com as escolas reforçam o papel pedagógico a nível ambientam que é feito junto dos mais jovens. O CICC tem recebido também ações dedicadas aos/às seniores, além de ser um aprazível espaço para desfrute familiar onde está o imponente e centenário Carvalho de Calvos.

MUNICÍPIO ARCUENSE APOIA SAPADORES FLORESTAIS EM 225 MIL EUROS

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A Câmara Municipal aprovou os protocolos de apoio financeiro a celebrar com 5 equipas de Sapadores Florestais, nomeadamente com a Associação Florestal Atlântica, a Associação Florestal do Lima, as Assembleias de Compartes dos Baldios das Freguesias de Cabreiro e Gavieira e a Junta de Freguesia de Soajo, no valor global de 225 mil euros, 45.000,00 euros para cada uma das entidades.

Os Protocolos têm como principal objetivo a prevenção de incêndios florestais, através da realização de ações de silvicultura preventiva, nomeadamente a criação de faixas de gestão de combustíveis, ações de fogo controlado, vigilância das áreas rurais, assim como ações de primeira intervenção, apoio ao combate e às subsequentes operações de rescaldo e vigilância pós-incêndio. Cada equipa irá realizar a limpeza de cerca de 40km de estradas, duas vezes por ano.

Os Sapadores Florestais, como agentes da Proteção Civil, poderão ainda apoiar em situações como queda de árvores, pequenos deslizamentos de terras, entre outras situações, quando solicitado pelo Serviço Municipal de Proteção Civil.

Com este apoio o Município de Arcos de Valdevez pretende melhorar as condições de proteção à floresta e apoio, salvaguarda e proteção à população do concelho.

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VALENÇA RECUPERA 12 PONTOS DE ÁGUA PARA PREVENIR INCÊNDIOS FLORESTAIS

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A Câmara Municipal de Valença requalificou os 12 pontos de água, de apoio ao combate aos incêndios, do concelho.

A preparação e prontidão destes pontos de água é vital para a proteção dos aglomerados populacionais e floresta do concelho dado que são elementos essenciais para o abastecimento dos meios aéreos e terrestres.

A rede de pontos de água públicos de Valença é constituída por 12 estrutruras; 4 em Gondomil; 3 em Sanfins; 1 em Boivão; 1 em Taião; 1 em Cerdal; 1 em Ganfei; 1 em Verdoejo. Esta rede conta, ainda, com o apoio de um ponto de água privado em São Pedro da Torre.

Intervenções de manutenção na estrutura dos tanques, pintura com as tradicionais faixas vermelhas e brancas, desmatação das áreas envolventes e requalificação da sinalética florestal identificativa são algumas das obras que se destacam.

Sete destes pontos estão a ser recuperados no âmbito do projeto “Condomínios de Aldeia” financiado pelo Fundo Ambiental, através do PRR. As demais intervenções foram assumidas pela Câmara Municipal.

Estas intervenções enquadram-se no amplo trabalho que a Câmara Municipal desenvolve, ao longo do ano, na prevenção dos fogos florestais. Um trabalho que é realizado em colaboração dos Bombeiros Voluntários, GNR / SEPNA, Juntas de Freguesia, comissões de baldios e demais agentes locais e regionais.

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VILA NOVA DE CERVEIRA REFLORESTA 30 HECTARES NA ENCOSTA JUNTO À QUINTA DAS MINEIRINHAS

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Já estão concluídos os trabalhos de florestação e aproveitamento de regeneração natural, em cerca de 30ha no Chão de Vilar, na União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe. Executada pela Câmara Municipal, a operação do Plano de Gestão Florestal da Unidade de Gestão Florestal Quinta das Mineirinhas resultou de uma candidatura ao PDR 2020, num investimento total de 120 mil euros, comparticipado em 101 mil euros.

Com localização centralizada, a menos de 2kms do centro da vila, o solo intervencionado estava dominado por matos, pelo que o objetivo desta intervenção incidiu numa limpeza florestal, aproveitando as folhosas existentes e adensando plantação de povoamentos florestais nas zonas onde eram escassas, com recurso a espécies como carvalhos, castanheiros, nogueiras bravas, freixos e cupressus. A reabilitação dos ecossistemas florestais, através de arborizações em descontinuidade, contribui para a minimização do risco de incêndio e redução de pragas e doenças, protegendo os valores fundamentais do solo e água e melhorando a qualidade paisagística dos espaços florestais.

Com uma duração de 17 anos (até 2039), o Plano de Gestão Florestal da Unidade Florestal da Quinta das Mineirinhas apresenta-se como um instrumento de administração de espaços florestais, com um conjunto de medidas, ações, operações e técnicas silvícolas que, ao serem implementadas, permitirão a esta unidade florestal convergir para os objetivos gerais do Programa Regional de Ordenamento Florestal Entre Douro e Minho (PROF EDM) e para a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030.

À limpeza e desmatação referida, a operação incluiu ainda a beneficiação de 6.2km de rede viária florestal dentro da área do projeto.

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MUNICÍPIO DE BARCELOS COMEMORA DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE

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“Raposa Chama” envolve cerca de 300 crianças, em lição sobre prevenção de incêndios em Barcelos

O Município de Barcelos vai assinalar o Dia da Floresta Autóctone através da dinamização do projeto “Raposa Chama” junto de diversos estabelecimentos de ensino.

O projeto "Raposa Chama" resulta de uma parceria entre o Município e a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I.P. - AGIF. e vai decorrer nos dias 25 e 27 de novembro.

Direcionado a crianças entre os 5 e os 12 anos, a iniciativa pretende sensibilizar os alunos sobre a importância da floresta e a prevenção de incêndios rurais. Com a presença da Raposa e da Cigarra da banda da Raposa, vão ser desenvolvidas ações de informação sobre as medidas de autoproteção, alertando para as obrigações dos proprietários de terrenos florestais junto a habitações.

Estabelecimentos de Ensino

25 de novembro

10h00 - Centro Escolar da Várzea

14h00 - Centro Escolar de Lijó

27 de novembro

10h30 - Centro Escolar de Arcozelo

14h00 - Escola Básica do 1.º ciclo de Durrães

Projeto “Raposa Chama”

O projeto pretende ser um apelo à ação das crianças, desafiando-as a serem embaixadoras desta causa – Portugal protegido de incêndios rurais graves. Trata-se de um movimento coletivo e inclusivo, desenhado para chegar a todas as crianças, entre os 5 e os 12 anos, através da escola, dos professores, da família e de toda a comunidade.

O grande objetivo é sensibilizar e educar as crianças de hoje - futuros decisores de amanhã -  sobre os comportamentos de risco de incêndio, acreditando que, no presente, podem ter o papel crucial de educar também os adultos, principalmente através da sua rede familiar.

VIANA DO CASTELO PROMOVE “REFLORESTAR COM IDENTIDADE” PELO SEXTO ANO CONSECUTIVO

A Câmara Municipal de Viana do Castelo promove, pelo sexto ano consecutivo, o programa “Reflorestar com Identidade”, iniciativa que visa a disponibilização de árvores de espécies autóctones aos proprietários florestais.

Este programa municipal tem como objetivo incentivar uma gestão florestal sustentável, assente em espécies nativas, mais resilientes e diversificadas, adaptadas às características do território. Desde 2019, foram fornecidas 5.863 árvores de espécies autóctones no âmbito das candidaturas ao Programa Reflorestar com Identidade.

Com esta ação, o Município de Viana do Castelo pretende contribuir para a transformação da paisagem florestal, atualmente marcada por povoamentos contínuos, presença de espécies invasoras e elevada suscetibilidade aos incêndios.

Assim, esta iniciativa propõe a criação de florestas de maior valor genético, mais resistentes ao fogo e com uma qualidade paisagística superior, promovendo um modelo de gestão ambiental equilibrado e sustentável.

As árvores disponibilizadas pelo programa, entre castanheiros, sobreiros, medronheiros, carvalhos e pinheiros-mansos, destinam-se prioritariamente à implementação e manutenção das Faixas de Gestão de Combustível, fundamentais para a proteção de aglomerados populacionais, edificações e rede viária florestal.

O programa “Reflorestar com Identidade” assume-se, pois, como uma oportunidade para que os cidadãos se envolvam proativamente na estratégia municipal da defesa da floresta contra incêndios, participando e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do seu território.

Adicionalmente, o programa integra o objetivo de georreferenciar as propriedades incluídas nas Faixas de Gestão de Combustível, assegurando a sua manutenção de forma regular e eficaz.

Com este programa, a autarquia vianense reforça o compromisso com a defesa da floresta e a promoção de paisagens mais resilientes.

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PONTE DE LIMA ASSINALA SEMANA DA FLORESTA AUTÓCTONE 2024

O Dia da Floresta Autóctone, 23 de novembro, foi estabelecido com o intuito de promover e divulgar a importância da conservação das florestas nativas. É também considerado o dia mais adaptado às condições climatéricas da Península Ibérica para se proceder à sementeira ou plantação de árvores.

Tendo como principais objetivos alertar para a importância da preservação e valorização do nosso património florestal natural, sensibilizar e envolver as comunidades locais, enquanto atores primordiais nas ações de recuperação e manutenção de habitats e espécies prioritárias para a conservação da natureza, o Município de Ponte de Lima vai assinalar esta efeméride com a realização de diversas iniciativas, promovidas pelo Serviço Área Protegida, ao longo de uma semana.

A Semana da Floresta Autóctone 2024, que decorrerá de 18 a 24 de novembro, terá início com a realização de uma palestra, no auditório do Centro de Interpretação Ambiental da Área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Arcos, com o tema “Plantas Invasoras - o que são e que problemas causam”. A palestra será ministrada pela Dra. Hélia Marchante, Professora na Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra e investigadora no CERNAS (Research Centre for Natural Resources, Environment and Society). É também uma das responsáveis pela plataforma “Invasoras.pt” e desenvolve, desde 1997, investigação em plantas invasoras (ecologia, impactes, recuperação de ecossistemas e controlo biológico).

Pretende-se, com esta palestra, alertar toda a população para os impactos causados pelas espécies exóticas invasoras na biodiversidade, a nível internacional, e dar a conhecer de que forma podemos contribuir para prevenir a sua dispersão.

Ainda no dia 18 de novembro, no período da tarde, será realizada uma ação de sensibilização, junto de floristas e quintas de eventos, alertando para os perigos da Cortaderia selloana, vulgarmente conhecida por Erva-das-Pampas ou penachos. Esta planta exótica invasora é considerada uma ameaça à saúde pública: o pólen que liberta provoca inúmeras alergias respiratórias e as suas folhas cortantes podem causar ferimentos em pessoas e animais.

No dia 19 de novembro será realizado o workshop anual do Projeto MERLIN - Mainstreaming Ecological Restoration of Freshwater, financiado pela União Europeia. Tendo como parceiro científico o Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa, o Município de Ponte de Lima tem desenvolvido um importante trabalho de monitorização e restauro de ecossistemas, na Área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Arcos. O workshop pretende apresentar, aos stakeholders do projeto, os resultados obtidos ao longo do último ano.

O dia 20 de novembro será dedicado ao controlo de espécies exóticas de flora invasora na Área Protegida. Esta ação é dedicada às instituições de ensino do concelho e será dinamizada pelos colaboradores do Serviço Área Protegida, em parceria com a Associação Florestal do Lima.

A 21 de novembro serão dinamizadas atividades na “Maternidade das Árvores” da Quinta Pedagógica de Pentieiros. Esta ação, destinada às instituições de ensino do concelho, conta com a colaboração da equipa do Serviço Área Protegida.

Neste dia pretende-se ainda verificar o ponto de situação da produção de plantas, para a “Maternidade das Árvores”, das escolas do 1.º ciclo dos quatro agrupamentos, de acordo com o estabelecido nos Protocolos de Cooperação assinados com o Município de Ponte de Lima, no âmbito do Projeto “Ponte de Lima - Pulmão do Alto Minho”.

Nos dias 22 e 23 de novembro, Dia da Floresta Autóctone, vão decorrer duas ações de arborização com espécies autóctones, no âmbito do Projeto “Ponte de Lima - Pulmão do Alto Minho”, no Monte de São Cristóvão, na Freguesia de Ardegão, Freixo e Mato e na veiga da Correlhã (junto ao rio Lima). Estas ações serão dinamizadas pelo Serviço Área Protegida, em parceria com as respetivas Juntas de Freguesia, Fábrica da Igreja da Paróquia de Freixo, o Gabinete Técnico Florestal do Município de Ponte de Lima e a Associação Florestal do Lima. Estas atividades têm como destinatários a população em geral e a comunidade escolar, com a criação de mais dois “Pulmões” no concelho. Será um contributo para a melhoria do espaço florestal destas freguesias e do território, com benefícios para a comunidade local, que pretende abraçar e dar continuidade a este projeto.

O programa de atividades termina no dia 24 de novembro, com a realização do Percurso da Veiga - PR4, sob o tema “Estudo das Boas Práticas Florestais da Área Protegida”. Durante a visita guiada por um dos técnicos do Serviço Área Protegida pretende-se observar/identificar as diferentes espécies autóctones, presentes na Área Protegida e aumentar a sensibilização e o conhecimento dos participantes sobre plantas invasoras. A participação é gratuita, mas carece de inscrição. Esta ação é certificada para professores e educadores, pelo Centro de Formação do Sindicato Independente de Professores e Educadores (link de inscrição para professores e educadores).

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SECRETÁRIO DE ESTADO DAS FLORESTAS VISITA CELORICO DE BASTO APÓS INCÊNDIOS DE MEADOS DE OUTUBRO

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Uma área ardida considerável e prejuízos avultados para as populações trazem a Celorico de Basto o Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira.

Recebido ontem, 21 de outubro, no salão Nobre dos Paços do Concelho,  pelo presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima, pelo executivo Municipal e pelos presidentes das Juntas de Freguesia, o Secretário de Estado com a tutela das florestas disse que o governo não poderia ter sido mais ágil nos apoios às populações afetadas.

“Os organismos que tutelam esta área estão a dar o máximo como fazem sempre, para proteger e valorizar o nosso país em particular os territórios afetados. E já temos linhas de apoio às populações e fundos de emergência para salvaguarda dos territórios e populações” disse Rui Ladeira, ontem, na autarquia celoricense.  Logo após os incêndios foi estabelecido um subsídio especial para compensar prejuízos agrícolas até 6 mil euros e apoio à capacidade produtiva agrícola para a substituição e/ou reparação de animais, máquinas, equipamentos agrícolas e armazéns agrícolas. Apoios à recuperação florestal – estabilização e recuperação de áreas afetadas e apoios superiores a 6 mil euros, incluindo a reconstrução de edifícios, alfaias, áreas de vinha afetada, colmeias e outros prejuízos serão objeto de candidatura cujos processos já podem ser apresentados.

O Secretário de Estado ressalvou a impotência vivida durante os incêndios, “é de facto preciso realçar a impotência,  de facto esta calamidade derivou de ocorrências, projeções, os indicadores eram muito maus, aliás como sabem fizemos a declaração de alerta no dia anterior, no sentido daquilo que poderia  acontecer com os ventos, e as ignições. Tudo foi feito considerando a situação que se vivia no país, independentemente do meios que certamente foram os máximos possíveis que puderam vir para o concelho e para a região. Um agradecimento a todos aqueles que se envolveram no combate e extinção dos incêndios. Logo de seguida, mal saíram dos incêndios os sapadores florestais e a força de sapadores com os meios florestais, vieram logo cortar madeira e fazer contenções, da linha água e das valetas, uma prática  recorrente, do qual me orgulho muito agradeço, e digo-o com a presença do presidente do ICNF e da diretora regional, um trabalho que muitas vezes não é visível, mas no terreno é muito importante”. Reitera o Secretário de Estado que depois da desgraça “tem que haver ação, ação é o primeiro sinal, é garantir que  o arrastamento das cinzas e dos entulhos não causem problemas ainda maiores. Sei do que falo, senti na pele, quando era autarca”.

E nesse sentido, “o  ICNF em parceria com a autarquia estruturou as prioridades de intervenção em Celorico de Basto, após esta calamidade, com prioridade para o controlo de invasoras lenhosas, 102 hectares, 86 mil euros, uma intervenção mais musculada, nesta questão das àquias, que criam impactos significativos”.

Rui Ladeira assegura que está a ser elaborado um plano para as florestas que visa tornar as florestas,  mais produtivas, e atrativas para as pessoas, para os produtores para os territórios, “existe muita área abandonada e é preciso uma nova abordagem”.

O Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto aproveitou a oportunidade para mostrar ao Secretário de Estado que este município está  informado relativamente  aos apoios que o Governo despoletou para estas situações, “diga-se de forma célere, mas nós também estamos no terreno para podermos ajudar as nossa populações para que, depois da catástrofe,  possam beneficiar das medidas que foram alocadas”.

José Peixoto Lima, mostrou ao pormenor a situação vivida em Celorico de Basto no dia 16 e 17 de outubro, “com muitos hectares de área ardida e milhares de euros de prejuízos às nossa populações. Referiu que o dia 17 de outubro foi um dia negro para o concelho cujo o incêndio afetou  toda a parte  sul de Celorico onde arderam 2775 hectares, foi um dia terrível , um dia em que  só podemos contar  com os nossos meios, as juntas de freguesia, as populações. E, só ao final da tarde é que, com muita insistência, um meio aéreo foi disponibilizados para Celorico de Basto” observou o autarca celoricense. José Peixoto Lima ressalvou a situação vivida no país por esses dias. “Sabemos que o pais estava em chamas, foi-nos comunicados que estavam oito meio do sul para norte, que acabaram por não chegar a este  concelho, o que fez com que o combate fosse muito mais difícil. . Hoje há muitos prejuízos que ocorreram devido aos incêndios, temos estados em contacto com as juntas de freguesia, com os meios alocados do Município para fazer o levantamento de todos os prejuízos no terreno, também com o apoio do ICNF, neste momento temos já 84 processos a ser preparados para candidatura da parque agrícola, 4 das atividades económicas e 10 referentes à reabilitação de edifícios”.

Nessa sessão, que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho esteve ainda presente o Presidente do Conselho Diretivo do ICNF, Nuno Banza, a Diretora Regional (Norte) do ICNF, Sandra Sarmento.

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TERRAS DE BOURO ADOTA MEDIDAS EXCECIONAIS E APOIOS A ATRIBUIR ÀS POPULAÇÕES, EMPRESAS, ASSOCIAÇÕES E MUNICÍPIOS AFETADOS PELOS INCÊNDIOS RURAIS OCORRIDOS ENTRE 15 E 20 DE SETEMBRO

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Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 126-A/2024, de 18 de setembro, foi declarada a situação de calamidade relativamente aos grandes incêndios ocorridos nas regiões Centro e Norte de Portugal continental.

Assim e para efeitos das medidas excecionais de apoio e mitigação do impacto dos incêndios rurais a atribuir às populações, empresas, associações e municípios afetados, torna-se necessário determinar/mapear os possíveis danos ocorridos em Terras de Bouro aquando dos incêndios rurais de modo a serem considerados nas medidas excecionais de apoio e mitigação do impacto dos incêndios rurais, a atribuir às populações, empresas, associações e muni­cípios afetados.

No caso de Terras de Bouro, foram consideradas as freguesias de Covide e a União das freguesias de Chorense e Monte.

Neste sentido, informa-se os munícipes das referidas freguesias que comprovadamente tenham sido lesados pelos incêndios através de danos em habitações ou bens, em empresas, em zonas florestais, em explorações agrícolas, em infraestruturas e equipamentos que os apoios visarão a reconstrução de habitações, a retoma da atividade económica, apoio aos agricultores, apoio à reparação de infraestruturas e de equipamentos, a recupera­ção dos ecossistemas e biodiversidade, reflorestação e recuperação de florestas, e apoios à contenção de impactos ambientais, entre outros.

Para mais informações e esclarecimentos, os interessados deverão contactar o Gabinete de Apoio ao Agricultor do Município de Terras de Bouro.

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE RENOVA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM A ASSOCIAÇÃO FLORESTAL DO CÁVADO

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Município de Esposende garante continuidade da Equipa de Sapadores Florestais

O Municipio de Esposende garantiu a continuidade da Equipa de Sapadores Florestais (eSF) no território concelhio, através da renovação do protocolo de colaboração com a Associação Florestal do Cávado.

“Por via deste protocolo de colaboração com a Associação Florestal do Cávado, entidade que tem a seu cargo todas as tarefas para garantir a operacionalidade da equipa, tem sido possível efetuar uma gestão ativa da floresta concelhia” refere o Vice-presidente da Câmara Municipal, que detém a área funcional das Florestas, Sérgio Mano, reconhecendo que “a eSF desempenha uma tarefa bastante relevante na floresta do concelho, que importa realçar e prosseguir”.

Fica, deste modo, assegurada a continuidade do trabalho desta equipa, constituída por cinco elementos, na salvaguarda da floresta concelhia e na preservação ambiental dos espaços naturais do concelho.

Em causa está uma constante e decisiva atuação, que tem vindo a ser desenvolvida, desde 2009, ao nível da Silvicultura preventiva, nomeadamente a gestão de combustível florestal, recorrendo a técnicas manuais, moto manuais, mecânicas ou fogo controlado, entre outras, assim como a manutenção e proteção de povoamentos florestais, promovendo a gestão florestal e o controlo de agentes bióticos nocivos, silvicultura de caráter geral, instalação, manutenção e beneficiação de infraestruturas de defesa da floresta e de apoio à gestão rural, sensibilização das populações, vigilância, primeira intervenção e apoio ao combate a incêndios rurais, apoio a operações de rescaldo e vigilância ativa pós-rescaldo e ações de estabilização de emergência que promovam a recuperação do potencial produtivo.

O Município assume, deste modo, total comprometimento para uma gestão cada vez mais ativa da floresta, no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere ao ODS 15 - Proteger a Vida Terrestre e ODS 17 - Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade.

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