VIANA DO CASTELO REALIZA FESTA DA DANÇA
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No dia 26 de setembro de 2025, às 21h30, o Município Ponte de Lima apresenta no Teatro Diogo Bernardes, o espetáculo de Dança, O Salvado, Um Solo de Olga Roriz.
Doze anos passaram desde A Sagração da Primavera, o seu último solo. Agora, a coreógrafa sente-se novamente impelida a um confronto inevitável consigo mesma. Com o título O Salvado (tudo o que ela conseguiu salvar), este espetáculo nasce de uma interrogação ainda em aberto, de uma intenção por descobrir. Não se trata de uma busca formal por novas linguagens, mas da continuidade de uma luta partilhada. Como quem resiste a um naufrágio, pergunta-se: o que se consegue salvar da catástrofe? Que vestígios permanecem depois da tempestade? O que pode ainda preservar uma existência de sete décadas? O que ficou agarrado ao corpo e ao tempo, e o que se pode finalmente desprender para se tornar matéria, memória, presença? O que não morreu ainda nela? E do que conseguiu, afinal, libertar-se? Que corpo é este agora? Que histórias restam para contar? Tudo suspenso. Tudo no ar. Tudo ancorado na memória. Ouvem-se as suas músicas preferidas. Outras que nunca conheceu. E talvez, no meio de tudo, se escute a sua própria voz. Ao longo de um ano e seis residências artísticas, foi tecendo um percurso que agora se revela numa topografia do tempo — um mapa de gestos, imagens, vestígios e palavras que traça o caminho. Um registo que não apenas arquiva o que foi, mas que também interroga o que ainda está por vir. O tempo da lembrança e do esquecimento entrelaçam-se, complementam-se, lutam entre si. O tempo que se projeta no futuro avança sem cessar. E é dessa matéria — dessa urgência de existir entre o que se lembra e o que se perde, entre o que foi e o que ainda poderá ser — que nasce a necessidade de se reinventar.
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Olga Roriz é uma coreógrafa e bailarina portuguesa nascida em Viana do Castelo, em 8 de agosto de 1955.
Entre vários galardões recebidos encontram-se o Prémio Bordalo (1991) e o Prémio Almada (2003). Foi nomeada Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (2004).
Cedo foi para Lisboa onde iniciou os estudos de dança na Escola do Teatro Nacional de São Carlos, com Ana Ivanova. Com 18 anos de idade completou o curso da Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1976 ingressou no elenco do Ballet Gulbenkian dirigido por Jorge Salavisa, onde permaneceu até 1992.
Iniciou o seu trabalho coreográfico nesta Companhia, para a qual criou mais de 20 obras, algumas das quais de reconhecido sucesso nacional e internacional, tanto pela crítica como pelo público. Internacionalmente os seus trabalhos têm sido apresentados nas mais importantes cidades, bem como em Nova Iorque, Brasil, Senegal e Egipto. Alguns deles foram gravados pela RTP.
Como coreógrafa tem sido convidada a trabalhar com agrupamentos como a Companhia Nacional de Bailado, Dança Grupo e Companhia de Dança Contemporânea em Portugal; Ballet Teatro Guaira, no Brasil; Ballet de Monte Carlo, no Mónaco; Compañía Nacional de Danza, em Espanha; English National Ballet, no Reino Unido, Reportory American Ballet, nos EUA, e Maggio Danza di Firenze, em Itália.
Criou, ainda, 5 espectáculos a solo apresentados nos festivais Encontros ACARTE, Eurodanse, Mulhouse, Le Triangle, Rennes, e Danse à Aix.
Tem trabalhado regularmente em ópera e teatro, colaborando com encenadores como João Perry, Ricardo Pais, Claude Lulé, João Lourenço, Carlos Avilez, Silvio Porcaretti, Adriano Luz e Manuel Coelho.
Entre Maio de 1992 e Outubro de 1994 foi Directora Artística da Companhia de Dança de Lisboa.
Em Fevereiro de 1995 fundou a Companhia Olga Roriz.
Em 1997 encenou para o Teatro Nacional de São Carlos a ópera Perséphone de Igor Stravinsky, e em Janeiro de 1999, para o Teatro Plástico, estreou-se em encenação para teatro na peça Crimes Exemplares de Max Aub, onde assinou também a dramaturgia e uma nova versão do texto.
Em 15 de dezembro de 2017 recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade de Aveiro.
Desde 2022, é sócia correspondente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa (9.ª Secção - Comunicação e Artes).
Fonte: Wikipédia
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O Vira é um gênero músico-coreográfico do folclore português. Mais conhecido como característico do Minho, o Vira é todavia também dançado em muitas outras províncias, entre as quais a Estremadura. São vários os tipos de viras conhecidos: Vira Antigo (Reguengo Grande, Lourinhã e Casais Gaiola, Cadaval), Vira das Sortes (Olho Marinho, Óbidos), Vira Valseado (Outeiro da Pedra, Leiria), Vira de Costas (Colaria, Torres Vedras), Vira das Desgarradas (Reguengo Grande, Lourinhã), Vira Batido (Casais Gaiola, Caldas da Rainha), Vira de Três Pulos (Assafora, Sintra) e Vira de Dois Pulos (Lagoa, Mafra).
Se o nome da maior parte deriva de particularidades coreográficas, há também os que resultam da função que exercem, como é o caso do vira das sortes, que era especialmente tocado, pelas ruas e no baile respectivo, quando os rapazes iam às sortes; e o vira das desgarradas, que se tocava no princípio do baile enquanto não se reunia toda a juventude e também por vezes nos intervalos, tendo como característica o ser cantado ao desafio entre as moças e os rapazes. A forma coreográfica é sucedânea da dança de roda: os pares, formam uma grande roda, que evolui no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Em certo ponto, os rapazes abandonam os pares na roda e dirigem-se ao centro, onde batem com o pé direito e regressam, voltando até os respectivos pares. A roda recomeça a girar e, da próxima vez, são as moças que vão ao centro e assim sucessivamente.
Já em Casais Gaiola, Painho e Cadaval, o vira batido nunca era dançado com os pares juntos. Ao início, após a formação da roda, vão os rapazes ao meio onde batem os pés por três vezes, logo retomando o seu lugar na roda. Depois, é a vez das moças fazerem os mesmos passos, estas regressam à roda justamente quando a música ganha um andamento mais rápido, altura em que os pares passam até atingir o seguinte, após o que regressam, sempre ao ritmo valseado, ao par inicial. Andam sempre separados.
As origens do vira, que alguns situam no ternário da valsa oitocentista e outros buscam mais atrás, no fandango, parecem ser de remota idade, como defendeu Gonçalo Sampaio e também Sampayo Ribeiro, que as coloca antes do século XVI e levanta mesmo a hipótese de filiação na canção que acompanhava o bailado ou tordião.
Tomaz Ribas considera o vira uma das mais antigas danças populares portuguesas, salientando que já Gil Vicente a ele fazia referência na peça Nau d’Amores, onde o dava como uma dança do Minho. Note-se, a respeito de filiações e semelhanças, a proximidade do Vira de Dois Pulos de Lagoa e Mafra com o fandango.
Fonte: Wikipédia
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A convite da Federação de Dança de Macau, o Grupo “Macau no Coração” realizou na escola primária do Colégio D. Bosco um workshop de dança e tradições folclóricas portuguesas, ensinando a executar passos e contando histórias do folclore e instrumentos musicais. Esta iniciativa insere-se num conjunto de visitas de Estudo Promocional,
"Dançando o mundo juntos" patrocinado pela Associação Chinesa de Dançarinos Folclóricos (CFA) em Pequim. Semana Internacional de Arte Juvenil" foi realizada em Zhuhai, Macau e Hong Kong de 23 a 29 de julho de 2025.
Cerca de 300 pessoas participaram da turnê de intercâmbio de estudos, e 8 instrutores e professores assistentes foram enviados para ensinar e intercâmbio com jovens estudantes de dança.
Através da música e da dança, da introdução de fantasias e do fundo histórico e cultural, os participantes irão aprender mais sobre as características da dança local portuguesa e aprofundar a sua compreensão do património cultural de Macau.”
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O Grupo de Danças e Cantares de Perre, inaugurou em 2021 por ocasião das comemorações do seu 36º aniversário, um monumento alusivo à Contradança, da autoria do pintor Mário Rocha.
Uma das danças que se tornou característica em Portugal e é interpretada por numerosos grupos folclóricos é aquela que se designa por contradança. Esta dança é interpretada nomeadamente pelo Grupo de Danças e Cantares de Perre, de Viana do Castelo. Trata-se de uma dança ou, para falar com mais propriedade uma mistura de várias danças com melodias diversas, obedecendo os seus executantes à voz de um mandador, qual "baile mandado" que de algum modo nos faz lembrar a tradicional dança algarvia com aquele nome. Tendo dado origem às quadrilhas, foi a contradança uma dança muito apreciada nos bailes que se organizavam nos finais do século passado, nomeadamente no Palácio das Laranjeiras, no dos Condes de Farrobo e até na corte então instalada no Palácio da Ajuda. É que, à semelhança do que sucedeu com o folclore austríaco que viu as suas valsas invadirem os salões aristocráticos, também a contradança acabaria por animar os bailes da corte e da nobreza europeias e inclusive inspirar grandes compositores como Mozart e Wagner.
Em Malaqueijo, no concelho de Rio Maior é uma das localidades portugueses onde tal costume se encontra mais arreigado, sobretudo pelo modo como toda a comunidade revive esta tradição desde há muitas décadas, sempre por ocasião dos festejos em honra do seu padroeiro, dançando colectivamente a contradança nas ruas da terra. Dizem as suas gentes que aquela dança entrou nos costumes locais desde que um mancebo da terra que o serviço militar o levou para a combater em França por ocasião da primeira guerra mundial, trouxe para a sua terra a tradicional moda francesa que rapidamente foi adoptada pelo povo de Malaqueijo.
Na realidade e sem pretender contestar à influência que nalguns casos poderão ter exercido os soldados portugueses que regressaram de França e das trincheiras da Flandres, integrados no Corpo Expedicionário Português, tudo leva a crer que a contradança aparece no nosso país por altura das invasões francesas e ainda, muito provavelmente, em virtude dos numerosos portugueses que ingressaram as tropas napoleónicas. De acordo com a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, a "contradança" era originariamente um música popular inglesa cuja designação "country dance" que quer dizer "dança nacional" veio por corrupção a ser denominada "contredanse" desde que, no século XVII foi introduzida em França, e finalmente contradança com o seu aportuguesamento. Assim sendo, a própria designação contradança não constitui mais do que um equívoco resultante de uma deficiente tradução.
Em todo o caso é inquestionável a influência francesa nas origens da contradança no nosso folclore, como aliás atestam algumas expressões empregues pelo mandador aquando da sua execução. Contudo, não é de excluir por completo alguma influência que de igual forma poderão ter exercido os militares ingleses que então combateram ao lado dos portugueses o invasor napoleónico e por cá permaneceram enquanto a corte de D. João VI esteve exilada no Brasil. É que, afinal de contas, era aos nossos "amigos de Peniche" que originariamente pertencia a "country dance" e que com toda a certeza a executavam com maior requinte e perfeição.
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A Associação Arte Dança de Arcos de Valdevez voltou a destacar-se no panorama internacional ao conquistar um total de 16 prémios na prestigiada competição “AllDance Intercontinental & Europe”, em Tarragona, Espanha.
Com uma comitiva composta por 23 jovens bailarinos, entre os 7 e os 21 anos, a escola arcuense Dance Fuel brilhou nas categorias de solos, duos, trios e grupos, alcançando vários primeiros, segundos e terceiros lugares.
A coreógrafa Diana Ataíde também foi distinguida como Best Creative Choreographer, reforçando o reconhecimento do talento presente nesta escola arcuense.
Prémios:
Dance with You: Bruna, Gabriela e Matilde - 1.º lugar
One Night ONLY: Matilde - 1.º lugar
Kick up your Heels: Lia - 1.º lugar
Lose Control: Grupo – 1.º lugar
Be Italian: Grupo - 2.º lugar
Apologize: Iva e José - 2.º lugar
How Does a Moment Last Forever: Gabriela - 2.º lugar
Hey Pachuco: Grupo - 2.º lugar
Shot Shot Shot: Melissa e Iris - 2.º lugar
Savage Bubble: Iris - 2.º lugar
Higher: Clarisse - 3.º lugar
Daddy Cool: Ana Luís - 3.º lugar
Always: Bruna - 3.º lugar
Fever: Ana Isabel - 3.º lugar
Missy: Ana Rosalina - 3.º lugar
Prémio Especial: Diana Ataíde - Best Creative Choreographer
O Município congratula o excelente desempenho e o percurso de excelência da Associação Arte Dança e destaca o talento promissor dos jovens artistas de Arcos de Valdevez no palco nacional e internacional da dança.
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O Arte Dance Valença – Festival Internacional de Dança regressa nos dias 26 e 27 de julho para a sua quarta edição, com uma programação vibrante que celebra a dança nas suas mais diversas expressões.
Durante dois dias, Valença transforma-se num palco a céu aberto, com a participação de 8 grupos de dança e cerca de 150 bailarinos de Portugal e Espanha, que prometem momentos de grande beleza e emoção, tanto no Jardim Municipal como na Fortaleza de Valença. O acesso a todos os espetáculos é gratuito.
As atuações diurnas decorrem no sábado e no domingo, entre as 11h00 e as 12h30, na Praça da República, no interior da Fortaleza. Já o espetáculo principal está agendado para as 20h00, no Jardim Municipal, prometendo encher o coração da cidade de ritmo, cor e talento.
Para além das apresentações públicas, o festival inclui ainda um conjunto de atividades formativas exclusivas para os bailarinos participantes, como workshops e masterclasses, promovendo a partilha de conhecimento e o intercâmbio artístico entre companhias.
O Arte Dance Valença é uma iniciativa da Associação Dance Sem Fronteiras, com o apoio da Câmara Municipal de Valença, e afirma-se como um dos mais relevantes eventos transfronteiriços de promoção da dança contemporânea e tradicional ibérica.
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A Rusga de São Vicente de Braga apresenta na próxima terça-feira o espetáculo “Do Bolero ao Malhão De Ravel à Rusga”, comemorativo do seu 60º aniversário.
O espetáculo tem lugar na próxima terça-feira, dia 8 de julho, às 21h30, na sala maior do Theatro Circo, Braga. Um espetáculo em parceria com a Orquestra Filarmônica de Braga, com direção artística do maestro, Filipe Cunha. Entrada 5 euros, bilhetes à venda no Theatro Circo e online.
Rusgar assim, sabe tão bem!
"E, siga a Rusga - Há 60 anos a rusgar!"
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Após as duas iniciativas realizadas em 2023 e 2024, o projeto “Arte em Movimento vai para a sua terceira edição que se realiza na próxima sexta-feira, dia 20 de junho, pelas 21 horas, no Campo Camilo Castelo Branco (antigo Campo São José), num evento que integra um grande espetáculo com muita música - por Lau Slater, Juliana Gonçalves, Sofia Pereira, The Rocket Mobsters, Mariana Simões, Rhea Sun, Miqueias Rodrigues, Demure, Margarida Gonçalves, Ana Rita Alves - e dança - Edoc Motion, Adriana Araújo e ADance Schooll.
O Arte em Movimento pretende valorizar a participação e a produção criativa e artística, enquanto vetores de desenvolvimento de novos talentos, fundamentando nos nossos jovens a consciência da sustentabilidade cultural. Visa criar, incentivar e proporcionar a realização, revelação e valorização dos jovens barcelenses em diversas áreas artísticas.
O ponto fulcral deste projeto é dar palco aos jovens que pretendam dar a conhecer a sua arte, ajudá-los a promover e a valorizar o seu melhor em diferentes palcos e com diferentes públicos.
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A Associação Arte_Dança – DANCEFUEL, sediada em Arcos de Valdevez, destacou-se na competição internacional Stars Dance Galicia 2025, com a apresentação de 23 coreografias e uma excelente prestação dos seus jovens bailarinos.
Foram obtidos vários 1.ºs, 2.ºs e 3.ºs lugares em categorias de solos, duos, trios e grupos, além de menções especiais do júri. A coreógrafa Diana Ataíde foi distinguida como Coreógrafa Revelação de Solos, reforçando o reconhecimento do talento presente nesta escola arcuense.
Entre os principais prémios:
Solos: 1.º lugar – Matilde Dantas (kids jazz dance) , Gabriela Cruz (kids jazz lírico)
; 2.º lugar – José Barros (teens jazz lírico), Íris Cerqueira (teens Commercial)
; 3.º lugar – Lia Costa (kids jazz dance); Clara Silva (kids jazz lírico); Madalena Cunha (teens contemporâneo);4.º lugar – Maria Luís (teens contemporâneo); Menção do júri – Iva Pereira (teens jazz lírico)
Duos/Trios: 1.º lugar – Maria Luís & Carolina Barros (duos teens lírico)
; Íris Cerqueira & Melissa Soares (duos teens Commercial); 2.º lugar – Iva Pereira e José Barros (duos teens lírico); Gabriela Cruz, Matilde Dantas e Bruna Araújo (trio teens jazz); 3.º lugar – Maria Luís e Madalena Cunha (trio teens jazz teatral)
Grupos: 1.º lugar – Hey Pachuco (grupo jazz teatral); 2.º lugar – Lose Control (grupo jazz Commercial) e Leave a Light On (grupo jazz lírico); 3.º lugar – Be Italian (grupo inovação)
A associação agradece o apoio dos encarregados de educação, da Câmara Municipal, da Associação Cultural de Guilhadeses e dos parceiros locais.
A Associação deixa ainda uma nota de agradecimento aos encarregados de educação, ao Município de Arcos de Valdevez, à Associação Recreativa e Cultural de Guilhadeses, à Beauty’s art Natália Cabeleireiro e a todos os que apoiaram esta jornada.
Depois do sucesso na Galiza, o grupo prepara-se para levar o nome de Portugal e de Arcos de Valdevez ainda mais longe, no prestigiado evento europeu.
Para tornar esta participação possível, está em curso uma campanha de angariação de fundos.
926 878 967
NIB: PT50 0010 0000 6002 4250 0019 4
(Associação Arte_Dança de Arcos de Valdevez – AADAV)
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Espetáculo comunitário estreia a 31 de maio no Teatro Narciso Ferreira
Partilhar as histórias da comunidade famalicense através da dança contemporânea foi o desafio abraçado pela Intranzyt Cia.®️ que, ao longo dos últimos meses, desenvolveu um espetáculo inédito, inspirado nas vivências de cerca de duas dezenas de cidadãos das freguesias de Pousada de Saramagos, Joane, Mogege e Vermoim.
O espetáculo “Um Corpo de Hi(es)stórias” tem estreia marcada para este sábado, 31 de maio, às 18h00, no Teatro Narciso Ferreira, com entrada gratuita.
“O corpo tem histórias, as pessoas têm histórias — partimos daí”, destaca Vasco Macide, da Intranzyt Cia.®️, responsável pela direção artística deste projeto de cocriação comunitária em dança contemporânea.
“Pedi a cada participante uma história pessoal, anónima e não identificada. Recebemos relatos de vida muito duros (…) que mexeram bastante comigo”, partilha Vasco Macide. “O primeiro texto que escrevi era dramático, muito escuro”, o que o levou a repensar a abordagem e a procurar um registo “trágico-cómico”, capaz de transmitir a dureza das histórias de forma mais leve e simbolicamente distanciada do seu peso emocional.
A especificidade dos participantes revelou-se também um desafio: “Houve muitos movimentos que experimentámos e que não funcionaram (…) outros que tivemos de adaptar à mobilidade e à funcionalidade física das participantes”, sublinha o coreógrafo.
Um dos principais objetivos do projeto foi precisamente a inclusão de pessoas socialmente desfavorecidas, com deficiência, limitação física ou em situação de isolamento, bem como da população sénior.
“Eu gosto, é divertido”, afirma Olívia Cunha, 65 anos, residente em Joane, sobre os ensaios de “Um Corpo de Hi(es)stórias”.
“Dá para nos divertirmos (…) é uma oportunidade de sair de casa e experimentar coisas novas”, acrescenta. Nunca tinha feito dança contemporânea, mas aceitou o desafio com entusiasmo e mostra-se disponível para continuar: “Se der para continuar, sim!”, exclama a joanense.
Refira-se que “Um Corpo de Hi(es)stórias” é um projeto comunitário que decorreu entre março e maio de 2025, com direção artística da Intranzyt Cia.®️ (Molécula Fértil Associação) e promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão no âmbito do programa “Há Cultura 2024-2027”, em coprodução com o Teatro Narciso Ferreira e em parceria com a Comissão Social Inter-Freguesias de Pousada de Saramagos, Joane, Mogege e Vermoim. É cofinanciado pela União Europeia, através do Programa Regional NORTE 2030.
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Mais de uma centena de pessoas participa, regularmente, nas diferentes ações que o projeto Póvoa Dança, dinamizado pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, tem no terreno.
Criado em 2023, este projeto tem vindo a alargar-se a diferentes públicos, horários e locais.
Atualmente, são três as propostas: Aulas de Danças de Salão (juvenis, seniores +65, adultos iniciados, adultos intermédios), contando com 53 participantes; Aulas de Dança Inclusiva (utentes da ASSIS Norte e da Casa de Trabalho de Fontarcada), com 30 participantes; e Aulas de Dança (estudantes da Universidade Sénior), com 21 alunos e alunas.
Em preparação encontra-se também a terceira edição do Desfile das Marchas Populares da Terra do Ouro, marcada para o próximo dia 21 de junho, que contará com a participação das pessoas utentes dos 15 Centros de Convívio existentes no concelho assim como das Juntas de Freguesia/União de Freguesias.
Nas recentes comemorações do Dia Mundial da Dança, as atividades dinamizadas através do Póvoa Dança contaram com a participação de cerca de 400 pessoas e com a colaboração de diversas entidades e grupos locais.
Os vários objetivos do Póvoa Dança remetem para os inúmeros benefícios que dançar pode aportar à população, em geral: promover o bem-estar físico e mental; criar condições para um envelhecimento ativo; prevenir comportamentos de isolamento da população sénior; incluir e promover o encontro entre pessoas e culturas diversas. A dança é benéfica não apenas como atividade lúdica, mas também no que diz respeito ao bem-estar físico, psicológico e social.
Aulas de Dança de Salão Juvenil
Segunda-feira – 18h30 às 20h00
Aulas de Dança de Salão Seniores +65
Quarta-feira – 9h30 às 11h00
Aulas de Dança de Salão Adultos Iniciados
Sexta-feira – 19h30 às 21h00
Aulas de Dança de Salão Adultos Intermédios
Sexta-feira – 21h00 às 23h00
Aulas de Dança Universidade Sénior
Quarta-feira – 15h00 às 16h00h (Polo de Campo)
Aulas de Dança Universidade Sénior
Quarta-feira – 16h15 às 17h15 (Polo da Vila)
Aulas de Dança Inclusiva
Segunda-feira – 14h30 às 15h30 (ASSIS Norte)
Aulas de Dança Inclusiva
Quarta-feira – 10h00 às 11h00 (Casa de Trabalho de Fontarcada)
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