Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

DANIEL BASTOS APRESENTOU EM TORONTO NOVO LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E O NASCIMENTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA

No passado sábado foi apresentado em Toronto, no Canadá, o livro Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”.

dbastlivrfaf (1).jpg

O historiador Daniel Bastos (dir.), na sessão de apresentação do livro “Gérald Bloncourt – Dias de Liberdade em Portugal”, na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto, acompanhado do comendador luso-canadiano Manuel da Costa

A obra, concebida e realizada pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, um dos grandes nomes da fotografia humanista recentemente falecido em Paris, e prefaciada pelo coronel Vasco Lourenço, presidente da Direção da Associação 25 de Abril, foi apresentada na Galeria dos Pioneiros Portugueses, um museu que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração lusa para o Canadá.

A sessão muito concorrida, que contou com a presença de vários representantes da comunidade luso-canadiana e órgãos de comunicação social da diáspora, esteve a cargo do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto, que enalteceu o trabalho que o investigador da nova geração de historiadores nacionais tem realizado em prol das Comunidades Portuguesas.

Segundo Manuel da Costa, a iniciativa promovida pela Galeria dos Pioneiros Portugueses, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal no Canadá, visou enriquecer a história, cultura e cidadania da comunidade luso-canadiana, incentivando nessa esteira Daniel Bastos, a conceber novos trabalhos junto da comunidade portuguesa, porquanto uma comunidade sem memória é uma comunidade sem história.

Refira-se que no decurso da tertúlia, ocorreram várias intervenções por parte de representantes da comunidade luso-canadiana, como foi o caso de Armando Branco, presidente da Liga dos Combatentes do Núcleo de Ontário, e de Artur Jesus, representante da Associação Cultural 25 de Abril de Toronto, que explanaram a missão destas relevantes coletividades e destacaram as conquistas de Abril no desenvolvimento de Portugal.

Neste novo livro, realizado com o apoio da Associação 25 de Abril, Daniel Bastos revela uma parte pouco conhecida do espólio de Gérald Bloncourt, afamado fotógrafo que imortalizou a emigração portuguesa, mas que retratou também a explosão de liberdade que tomou conta do país após a Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de imagens até aqui praticamente inéditas, o historiador cujo percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, aborda factos históricos que medeiam a Revolução dos Cravos e a celebração do Dia do Trabalhador na capital portuguesa. Designadamente, a chegada do histórico líder comunista Álvaro Cunhal ao Aeroporto de Lisboa, a emoção do reencontro de presos políticos e exilados com as suas famílias, o caráter pacífico e libertador da Revolução de Abril, e as celebrações efusivas do 1.º de Maio de 1974, a maior manifestação popular da história portuguesa.

dbastlivrfaf (2).jpg

dbastlivrfaf (3).jpg

dbastlivrfaf (4).jpg

dbastlivrfaf (5).jpg

dbastlivrfaf (6).jpg

dbastlivrfaf (7).jpg

dbastlivrfaf (8).jpg

dbastlivrfaf (9).jpg

dbastlivrfaf (10).jpg

dbastlivrfaf (11).jpg

MINHOTOS EM CAXIAS REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana, na Freguesia de Caxias, concelho de Oeiras, levou ontem a efeito o seu festival de folclore a assinalar 32 anos de sua existência.

65676439_476529086485973_3991258265735397376_n.jpg

Para além do anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico de Mindelo (Vila do Conde), o Rancho Folclórico Verde Pinho – Coimbra, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Corroios – Seixal e o Rancho Folclórico Nossa Senhora das Neves – Manique de Baixo (Cascais).

A festa foi minhota – e bem minhota! – à qual não faltaram muitos dos nossos conterrâneos que vivem na região de Lisboa, a aplaudir um grupo folclórico que merece o nosso incondicional apoio para que a sua representação seja sempre cada vez mais digna, à semelhança do esforço que tem sido realizado com outros agrupamentos congéneres.

65672040_476529679819247_2545844858296205312_n.jpg

O bairro da Pedreira Italiana situa-se na Freguesia de Caxias, concelho de Oeiras, a escassos quilómetros de Lisboa. Trata-se de uma Área Urbana de Génese Ilegal (AUGI) onde também vivem alguns minhotos, sobretudo do Distrito de Viana do Castelo.

Nesse bairro, criaram em 21 de Junho de 1987 o grupo que dá pelo nome Rancho Folclórico Infantil e Juvenil da Pedreira Italiana. Já lá vão mais de três décadas e, no entanto, é porventura o grupo folclórico minhoto menos conhecido e divulgado na região de Lisboa…

Segundo a sua própria descrição, representam a região de Arcos de Valdevez, Ponte de Lima, Vila Verde e Viana do Castelo, naturalmente por influência da origem dos seus componentes.

“Tal como o nome indica, o Bairro da Pedreira Italiana cresceu sobre uma antiga pedreira explorada por italianos residentes em Portugal. Participaram, no trabalho de exploração reclusos da prisão de Caxias, bem como trabalhadores de diversos pontos do país. A pedra era transportada em caminho-de-ferro próprio até ao rio Tejo e daí seguia em batelões até ao Terreiro do Paço, em Lisboa.

O bairro começou por ser ocupado junto à ribeira com construções abarracadas de implantação espontânea. No entanto, a escavação, resultante dos trabalhos de exploração, deu origem à escarpa existente a Poente do Bairro e também ao “morro”, correspondente à raiz de chaminé vulcânica que se encontra injectada nos calcários encaixantes, dando origem às rochas basálticas que, por possuírem interesse económico, deram origem a “morro” isolado no espaço outrora ocupado pela pedreira. 

Nos terrenos contíguos a este “morro” os trabalhadores começaram a erguer as suas barracas que lentamente se foram transformando em construções de alvenaria. Esta situação reflecte-se na estrutura concêntrica da malha urbana do Bairro.

Com o fim da exploração, em 1952, e antes de qualquer recuperação, a propriedade foi sendo repartida de forma desorganizada e vendida. Assim, as construções deste “bairro clandestino”, implantaram-se de forma aleatória, sem qualquer regra nem plano, e o crescimento do bairro e os seus limites foram determinados pelas barreiras físicas (a ribeira a Nascente e a escarpa a Poente).”

Fonte: https://www.geocaching.com/

64781743_476528783152670_1901286222693662720_n.jpg

64802630_476528739819341_212019909515804672_n.jpg

64827665_476529416485940_4336482200775032832_n.jpg

65072143_476529323152616_9137640044335464448_n.jpg

65237437_476529563152592_2889209776871309312_n.jpg

65321717_476529456485936_2654059595860803584_n.jpg

65426286_476529383152610_5362655050063675392_n.jpg

65467300_476528809819334_7197724202881777664_n.jpg

A MEMÓRIA HISTÓRICA DOS “BIDONVILLES” PORTUGUESES EM FRANÇA

30128522348_0068acc1a9_b

  • Crónica de Daniel Bastos

Um dos capítulos mais marcantes da história da emigração portuguesa é seguramente o ciclo da emigração lusa para França nos anos 60, derivado ao processo de reconstrução gaulês do pós-guerra. Que em parte, foi suportado por um enorme contingente de mão-de-obra portuguesa pouco qualificada, que encontrou nos setores da construção civil e de obras públicas da região de Paris o seu principal sustento.

Num país estruturalmente condicionado pelo regime autoritário e conservador que vigorou em Portugal entre 1933 e 1974, a miséria rural, a ausência de liberdade, a fuga ao serviço militar e a procura de melhores condições de vida, impeliram entre 1954 e 1974, a saída legal ou clandestina, de mais de um milhão de portugueses em direção ao território francês

Essencialmente masculino e oriundo das regiões rurais do norte e centro do país, o fluxo migratório em massa com destino à França, ficou desde logo assinalado pela vida difícil dos portugueses nos “bidonvilles” dos arredores de Paris. Enormes bairros de lata, com condições de habitalidade deploráveis, sem eletricidade, sem saneamento nem água potável, construídos junto das obras de construção civil, como os de Saint-Denis ou Champigny, que na década de 60 albergou mais de uma dezena de milhares de portugueses, tornando-se um dos principais centros de distribuição de trabalhadores de nacionalidade lusa em França.

Embora os “bidonvilles” não tenham constituído a residência predominante dos emigrantes lusitanos em território francês, como aponta o investigador em Geografia Humana, Hélder Diogo, “menos de 20% dos portugueses chegaram a viver nestes espaços”, a crise do alojamento francês no pós-guerra, e o projeto pessoal do emigrante de amealhar e poupar o máximo para regressar à terra de origem com o sonho de construir uma casa, esta forma de habitação e acolhimento marcou a primeira fase de chegada dos emigrantes portugueses a França.

O vislumbre dos tempos em que muitos portugueses viveram nos “bidonvilles”, constituiu na atualidade um dever de memória e de homenagem aqueles que com sacrifício alcançaram o direito a uma vida melhor, e um alerta à consciência das novas gerações lusas que não se podem afastar do espirito de solidariedade entre os povos e nações, porquanto essa é uma marca indelével da mundividência dos seus antepassados.

PORTUGAL ENTREGUE AOS GARIMPEIROS: FREGUESIA DE COVAS, UM PARAÍSO NO CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA, CORRE O RISCO DE DESAPARECER!

A Freguesia de Covas, no Concelho de Vila Nova de Cerveira, é uma das mais belas localidades do Minho, apenas comparável ao paraíso bíblico onde alegadamente viveram os nossos ancestrais.

65111018_2377174802320803_288432617571745792_n.jpg

Com uma paisagem deslumbrante que faz lembrar o paraíso terreal descrito nas escrituras bíblicas, Covas corre o risco da destruição e, as suas gentes, qual Adão descrito no Génesis, expulsas do paraíso, condenadas pela ganância dos seus governantes que não foram capazes de resistir ao fruto da tentação que lhes foi oferecido pela serpente do mal.

Qual maçã demoníaca, o lítio envenenou a mente dos governantes que, a todo o custo, procuram impor ao povo a destruição da sua terra e modo de viver, apresentando-a como um facto consumado, sem respeito pela sua vontade e as regras da democracia.

A Freguesia de Covas é um exemplo paradigmático daquilo que vai ser impiedosamente destruído na mais bela das províncias portuguesas – o Minho! – a não ser que o povo, à semelhança dos tempos heróicos da Maria da Fonte, toque os sinos a rebate e se oponha firmemente ao destino de miséria que estão a preparar para o seu futuro.

- Força, minhotos!

Fotos: João Caldas

64701965_2377178062320477_6457019593327116288_n.jpg

64735726_2377179215653695_2965334704938549248_n.jpg

64805420_2377176195653997_9091784851769524224_n.jpg

64832573_2377194382318845_7547910938272202752_n.jpg

64878632_2377194808985469_7983825302495166464_n.jpg

64901539_2377177325653884_2246637396139442176_n.jpg

64956695_2377181188986831_9059267955019218944_n.jpg

64986160_2377181868986763_3345579777539964928_n.jpg

65010597_2377184038986546_4603399832512495616_n.jpg

65073833_2377179858986964_1901669050308624384_n.jpg

65106202_2377196082318675_4472474888434614272_n.jpg

PROF. DOUTORA TERESA SOEIRO VAI A LOURES FALAR SOBRE “O CORPO DE DEUS EM PENAFIEL E A SINGULARIDADE DOS SEUS BAILES”

FOLKLOURES'19 COMEÇA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA COM A REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA

A conferência insere-se no programa do FolkLoures’19, numa organização do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

“O Corpo de Deus em Penafiel e a singularidade dos seus bailes” é o tema da conferência que a Prof. Doutora Teresa Soeiro vai proferir em Loures no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente reúne a Assembleia Municipal de Loures.

Capturar3CONF19.PNG

Por sua vez, o Município de Penafiel far-se-á representar pela Dra. Rosário Marques, Coordenadora do Serviço Educativo e de Gestão de Colecções do Museu Municipal de Penafiel, que há vários anos tem acompanhado o processo de recuperação dos Bailes do Corpo de Deus.

Entretanto, para além das suas danças e cantares tradicionais, o Grupo Folclórico de Penafiel traz no dia 6 de Julho, ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

Natural do Porto, Prof. Doutora Teresa Soeiro é Licenciada em História e Doutorada em Pré-História e Arqueologia, com Pós-Graduação em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde exerce a sua actividade docente desde 1981, leccionando diversas disciplinas nos cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em Arqueologia e Estudos do Património.

Professora Associada do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP, é actualmente investigadora integrada do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”.

Foi Directora do Museu Municipal de Penafiel entre 1985 e 2007, e Chefe de Projecto requisitada pelo Ministério da Cultura para a Estrutura de Projecto do Museu do Douro de 2001 a 2004.

Ao longo do seu percurso profissional e académico tem-se dedicado às áreas temáticas do Património relacionadas com a Arqueologia, a Etnografia e o Património Imaterial, sendo autora de livros e artigos científicos publicados em Portugal e no estrangeiro, tendo igualmente comissariado diversas exposições permanentes e temporárias em vários espaços museológicos.

Dirigiu e participou ainda de escavações arqueológicas no Norte de Portugal e na Galiza, com particular destaque para o Castro de Monte Mozinho, das quais foi Directora Científica entre 1981 e 1999, e Coordenadora do Projecto de Valorização e Dinamização do Parque Arqueológico de Monte Mozinho

Recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, nomeadamente o Prémio de Valor e Mérito, atribuído pela Associação de Amigos do Museu Municipal de Penafiel em 2015, o Prémio Pedrón de Honra 2014, atribuído pela Fundación Pedrón de Ouro (Galiza), a Medalha de Honra da Freguesia de Eja e título de Cidadã Honorária atribuído pela Junta de Freguesia de Eja em 2014,e a Medalha de Ouro do Concelho de Penafiel, proposta pela Câmara Municipal e aprovada por unanimidade e aclamação na Assembleia Municipal de Penafiel, em 2000.

CapturarPRMarceloRS-FolKloures19.PNG

Cartaz-2019 (34).jpg

BRAGA VAI OUVIR "VOZES SOBRE A CIDADE"

XVII Vozes Sobre a Cidade

Concerto de final de ano letivo O Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) realizará, no próximo dia 6 de julho (sábado), o XVII Vozes Sobre a Cidade.

O concerto terá lugar às 21h30, nos Escadórios do Bom Jesus, em Braga.

Este concerto habitual de final de ano letivo conta, nesta edição, com a participação da Tun’ao Minho, Tuna Académica Feminina da Universidade do Minho, que terá como palco um dos locais mais emblemáticos da cidade de Braga.

Promete-se um bom serão para uma agradável noite de verão ao som de todas estas vozes.

A entrada é livre e gratuita.

cartazcaum (1).png

VENHAM A ESPOSENDE E LOGO... VERÃO!

Festa de apresentação Esposende verão 2019: Esposende com mais de uma centena de eventos no verão

Mais de cem eventos vão animar Esposende este verão. Considerando o cariz turístico do concelho, um Privilégio da Natureza que continua a atrair cada vez mais turistas e visitantes, o Município preparou um vasto programa para os meses de julho, agosto e setembro, que foi apresentado esta tarde, no complexo das Piscinas Foz do Cávado, numa festa animada e muito participada e que contou com a participação do DJ Rodrigo Gomes, da RFM.

exposend (1).jpg

A par dos eventos macro, como a Galaicofolia, o Festival Sons de Verão e a Festa da História, Esposende oferece um conjunto muito diversificado de atividades, tendo em conta todas as faixas etárias e todos os tipos de público, garantindo animação constante durante este período, em que Esposende acolhe os emigrantes e recebe inúmeros turistas e visitantes.

Assinalando que Esposende é hoje uma referência como destino turístico, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, afirmou que “é fundamental proporcionar uma oferta abrangente e diversificada de eventos, tanto aos residentes como aos visitantes e emigrantes, tornando ainda mais aprazíveis, intensos e animados os meses de verão”. Sublinhou, contudo, que as propostas se prolongam para além da época estival, como forma de fomentar a atratividade do território e de combater a sazonalidade.

O Presidente da Câmara Municipal referiu que esta aposta e investimento do Município se repercute na economia local, particularmente nos setores da restauração e hotelaria e, de um modo geral, nas áreas relacionadas com o turismo, com reflexos bastante positivos.

Benjamim Pereira afirmou que estão reunidas todas as condições para Esposende viver mais um verão em grande. A terminar deixou o convite para que “desfrutem de tudo quanto o nosso território tem para oferecer, desde logo a sua beleza natural e as excelentes condições para a prática de atividades ligadas ao lazer, ao desporto e à atividade física”.

Este ano, o Festival Sons de Verão apresenta HMB e Rui Veloso no cartaz, mas a oferta musical é muito mais vasta e diversificada, incluindo o Música na Praça, espetáculos de fado, das bandas filarmónicas do concelho e da Orquestra da Costa Atlântica. Fão vai receber o concerto de Seu Jorge e Natiruts e a cidade volta a ser palco da Festa do Emigrante, este ano com o artista Victor Rodrigues, acolhendo também o regresso do festival internacional de folclore.

O Festival da Juventude, cujo programa inclui, entre outras propostas, o concerto de Ricardo Azevedo, a Water Party e a Silent Party, promete repetir o sucesso das edições anteriores, tal como as tão apreciadas Summer Party 80’s e Noite Branca. Na dança, a proposta passa pelos eventos “Esposende Street Battle” e “Esposende a Dançar”.

A festa Regresso às Aulas, com Nuno Ribeiro, integra também o programa, onde a cultura marca igualmente lugar, com o Festiteatro, entre várias outras iniciativas. As festas e romarias merecem também referência, sendo que a Festa da Senhora da Saúde, na sede do concelho, antecede as Comemorações do Dia da Cidade e do Município de Esposende, que se celebra a 19 de agosto.

No plano desportivo, Esposende continua também a dar cartas, destacando-se a passagem da Volta a Portugal em Bicicleta, a competição de futebol de praia, o Esposende Cup e a primeira edição do Concurso de Saltos Internacional de Esposende.

Ao longo de todo o verão, as atividades serão uma constante nos equipamentos municipais, nomeadamente Museu Municipal, Biblioteca Municipal, Centro de Educação Ambiental, Centro interpretativo do Castro de S. Lourenço e Casa da Juventude, mas as Piscinas Municipais são sempre uma opção, com programas para os mais novos.

A programação do Esposende Verão 2019 está disponível no site da Câmara Municipal, em www.municipio.esposende.pt, e na APP “Esposende verão”.

exposend (2).jpg

exposend (3).jpg

exposend (4).jpg