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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VILA VERDE: FESTA E CONVÍVIO DE NATAL REÚNE COMUNIDADE ESCOLAR DA EPATV

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Realizou-se, no dia 16 de dezembro, a Festa de Natal da EPATV, que teve lugar no auditório grande da escola. Nesta comemoração, todas as turmas se reuniram para assistir e aplaudir os talentos dos seus colegas, num ambiente de convívio, típico da época natalícia. Simultaneamente, os alunos do curso de Animador Sociocultural percorreram a escola, distribuindo guarda-chuvas da EPATV a toda a comunidade educativa.

Toda a festa foi organizada pelos membros da associação de estudantes, que assumiram a responsabilidade pela organização geral, bem como pela coordenação da luz, do som e dos ensaios, garantindo o bom funcionamento de todo o evento.

A programação da festa foi variada e contou com diversas atuações de alunos. O espetáculo teve início com o grupo “Concertinas”, seguindo-se Maria Eduarda, que interpretou a música “Velha Infância”, dos Tribalistas. O 1.º ano do Curso de Desporto apresentou uma coreografia de STEP, e, de seguida, Áureo Silvestre subiu ao palco com a música “Uma Vez Mais”, de Ivo Pessoa. Tatiana interpretou o tema “Onde Vais”, de Bárbara Bandeira, antecedendo a atuação do 2.º ano de Desporto, que apresentou uma coreografia. Vânia encantou o público com a música “Lei da Vida”, de Sabrina Lopes, seguida da atuação de Lucas Daniel com “Melodia da Saudade”, de Fernando Daniel. O 2.º ano do Curso de Animador Sociocultural, em conjunto com a professora Emília Martins, apresentou a canção “Bela Polenta”, acompanhada por uma coreografia. O grupo 380D interpretou o tema “Sentimento Bloqueado / Mudamos o Game”, e a festa terminou com a coreografia “Coração de África”, uma dança africana que encerrou o espetáculo de forma animada.

No final das atuações, toda a comunidade escolar reuniu-se num almoço convívio, confecionado e servido pelos alunos do Curso de Cozinha/Pastelaria, proporcionando um momento de partilha e confraternização entre alunos, professores e restantes membros da escola.

Para além da celebração, no âmbito do projeto EPAJUDA, com os fundos angariados na Feira de Natal, foram preparados 40 cabazes de Natal destinados a alunos carenciados da EPATV, tendo sido colocados na entrada da escola. A entrega dos cabazes, será realizada no dia 19 de dezembro e ficará a cargo dos professores Pedro Arantes e José Dantas, que os levarão às moradas dos respetivos alunos.

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SABORES POVEIROS EM CAPÍTULO COM EÇA E PONTE DE LIMA – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

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Voltamos com mais uma crónica sobre o Capítulo da Confraria dos Sabores Poveiros, desta vez com mais alguma informação solicitada por confrades e amigos ausentes da cerimónia mas bibliófilos e gastrónomos queirosianos.

A palestra EÇA À MESA, que no foi solicitada pela Presidente Lucinda Amorim, baseada em  recolha nas obras do autor, originou nos últimos dias solicitações de cópia da lista de algumas das iguarias referidas pelo romancista, assim como a relação dos principais restaurantes desses convívios.

Eis então o resultado da nossa pesquisa, aqui divulgada para leitores interessados, começando por jantares em hotéis na capital: no Braganza, situado na esquina da Rua Victor Cordon, cenário de “Os Maias”, pois entre 1877-1911 era propriedade de Victor Carlos Sassetti, também dono do Victor, em Sintra. O Espanhol, na Rua da Prata, portanto na Baixa Pombalina, onde banqueteava entre outros com o Pontelimense António Feijó, então diplomata no Brasil e depois na Suécia, e o Borges, na Rua Garrett, ao Chiado.

Quanto a restaurantes ou residências de amigos, conseguimos reunir locais diversos como: um almoço regional no Montijo, em Maio 1880, no qual participou o Lourenço Malheiro, com brilhante missão ultramarina, natural de Ponte de Lima e falecido em Queluz em 1890, Comissário na EXPO Filadélfia 1877,e dono do Diário de Portugal onde Eça colaborou. O Tavares, na Rua da Misericórdia, sublime espaço, antigo e luxuoso; o Augusto, na Travessa das Portas da Trindade; o José Manuel (ao Cais do Sodré), do qual já era cliente em 1869; a casa de Bernardo Pindela, depois Conde de Arnoso; a de Carlos Mayer (1846- 1910) ou Palacete Ulrich, ou residência de Veva de Lima e a do Conde Valbom (Joaquim Lobo d´Ávila, 1819-1901), ao Bairro da Lapa.

Mas, entre colegas colecionadores de livros, gente da cultura, outros amigos conhecemos nesse evento comemorativo dos 180 anos do nascimento do genial Eça de Queirós. Foi o caso  de Ricardo Bessa Teixeira, um ilustre poveiro, genealogista e autor local, acompanhado do nóvel na produção literária já com dois títulos no mercado, o conterrâneo Intendente Ezequiel Rodrigues e esposa Cecília; o também Limiano Pedro Braga Vieira Lisboa, da Casa da Freiria, (foto) e muitos confrades, como Joaquim Gonçalves Guimarães, secretário da Queirosiana, de Vila Nova de Gaia; Rodrigo Moça, da dos Poveiros, admiradores da obra do autor de “Os Maias” e que desejam participar num roteiro a Ponte de Lima.

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BARCELOS: VEREADOR CARLOS EDUARDO REIS ENALTECE TRABALHO DESENVOLVIDO PELA AAIPCA

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Órgãos sociais da Associação Académica do IPCA tomaram posse

O vereador da Juventude da Câmara Municipal de Barcelos enalteceu o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, pela Associação Académica do IPCA (AAIPCA), e assumiu o compromisso da autarquia em “fazer todos os esforços” para criar um espaço estudantil na cidade.  Carlos Eduardo Reis falava na cerimónia oficial de tomada de posse dos novos Órgãos Sociais da AAIPCA, que decorreu na passada sexta-feira.

A sessão deu início a uma nova etapa na vida daquela associação académica, que passou agora a ser liderada por Beatriz Medela, recém-eleita presidente da AAIPCA.

Na sua intervenção, Carlos Eduardo Reis agradeceu ao presidente cessante, João Salazar, por toda a colaboração nestes anos de trabalho e desejou as maiores felicidades à nova presidente da AAIPCA, manifestando a disponibilidade da autarquia para continuar a colaborar com a associação. “Podem sempre contar com a Câmara Municipal. Agradeço ao presidente cessante, João Salazar, por toda a disponibilidade e pelo trato fácil, o que constituiu uma vantagem para conseguirmos levar o IPCA e a AAIPCA mais longe”, disse.

Carlos Eduardo Reis deixou ainda uma promessa: “Vamos fazer todos os esforços para ser criado um espaço estudantil em Barcelos, pois é um pedido feito há vários anos e vamos concretizá-lo”. Este espaço visa ser um ponto de encontro para os estudantes do ensino superior, que valorize ainda mais a vida académica na cidade.
A sessão começou com o discurso da nova presidente da AAIPCA, Beatriz Medela, que destacou a importância do percurso realizado pela anterior equipa, deixando um reconhecimento especial a João Salazar. A presidente empossada agradeceu o apoio e a confiança dos estudantes e reafirmou a “determinação da nova direção em assumir um papel ativo, próximo e comprometido, focado na defesa dos interesses dos estudantes e na valorização da comunidade académica ao longo do novo mandato”.

João Salazar agradeceu, por seu turno, a colaboração de todos nestes anos que esteve à frente da direção e desejou sucesso e concretizações à nova direção.

Também presente na cerimónia, a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, que está prestes a terminar o seu último mandato à frente da instituição, aproveitou para enaltecer o trabalho dos órgãos anteriores e desejar os maiores sucessos à AAIPCA.

O momento solene incluiu ainda a atribuição de votos de louvor e contou com a presença de figuras relevantes da vida académica e institucional, refletindo o espírito de continuidade e cooperação entre gerações e instituições.  Entre elas, Francisca Carvalho (presidente da Mesa da Assembleia Geral da AAIPCA), Daniel Aragão (presidente da FaiRe - Federação Académica para a Informação e Representação Externa), Diogo Salgado Braz, (presidente da FADU – Federação Académica do Desporto Universitário) e Diogo Machado, (presidente da FNAEESP – Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico)

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GALIZA: COMPOSTELA RECEBE A VISITA DO APALPADOR

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O Apalpador é uma figura tradicional do Natal galego, semelhante ao Pai Natal, que desce das montanhas para visitar as crianças nas noites de 24 ou 31 de dezembro. A sua função é "apalpar" (tocar) a barriga dos meninos para verificar se comeram bem durante o ano e, se sim, deixa-lhes um punhado de castanhas ou um pequeno presente.

É um gigante carvoeiro, barbudo e de cabelo ruivo, que vive nas montanhas do leste da Galiza (zonas como Courel e Terra de Trives).

A tradição, que quase desapareceu, foi recuperada nas últimas décadas por associações culturais e escolas como um símbolo de solidariedade e abundância, em contraponto ao consumismo.

As castanhas são o presente simbólico, representando um alimento essencial e um desejo de que nunca falte comida ou calor no ano seguinte.

BRAGA: PARTIDO CHEGA APRESENTOU PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO DE 2026 EM ARENTIM E CUNHA

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No âmbito da preparação do Orçamento e do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) para 2026, o eleito do Partido CHEGA na União de Freguesias de Arentim e Cunha, Rui Filipe Vilaça da Costa, apresentou um conjunto de propostas centradas na melhoria do bem-estar da população, na eficiência da gestão pública e no reforço dos serviços de proximidade. As propostas abrangem vários domínios considerados prioritários, com enfoque especial em administração transparente, espaço público, apoio social, cultura, economia local e modernização digital. Na administração e transparência, o CHEGA propõe a criação de mecanismos que reforcem a confiança dos cidadãos na gestão autárquica, incluindo a divulgação simples e regular da execução orçamental; a existência e/ou reforço dos canais digitais para sugestões e pedidos dos residentes; a publicação dos contratos públicos; a criação de um sistema de denúncias anónimas e a implementação do “Orçamento com o Povo”, permitindo votação pública em projetos prioritários.

Entre as prioridades apresentadas para o espaço público e ambiente estão: a melhoria de passeios, arruamentos e mobiliário urbano; o reforço da limpeza urbana e requalificação de jardins; a substituição gradual da iluminação por LED/solar; a revitalização da zona do Rio Este para futuro espaço pedonal e de lazer; a acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida; a cobertura total da rede de saneamento; e a sinalização de entradas da freguesia e reforço da segurança nos cemitérios.

As propostas incluem também ações de apoio social e promoção da qualidade de vida, como: o reforço do apoio a famílias carenciadas; programas contra a solidão e atividades ao ar livre; parcerias para saúde e bem-estar (gabinete psicológico e médico); salas de estudo e programas educativos para jovens; atividades para idosos e apoio à natalidade; e a colaboração com as associações locais e apoio às escolas.

Na Cultura, Educação e Desporto, o CHEGA defende a criação de um plano anual de eventos culturais; a valorização do património local; melhoria dos parques infantis; e a requalificação de espaços desportivos, como a área exterior da EB de Arentim, o polidesportivo e a Piscina Municipal. Uma das bandeiras do CHEGA UF Arentim e Cunha é criar a “Aldeia Natal” no Parque de Merendas de Cunha. Para a Economia Local e Modernização Digital, entre as medidas propostas constam: campanhas de incentivo ao comércio local; simplificação de procedimentos para pequenos negócios; criação de um espaço de coworking; digitalização dos serviços da Junta; instalação de Multibanco e Wi-Fi público na Piscina Municipal. As medidas apresentadas têm como objetivo “construir uma freguesia mais organizada, moderna e centrada nas necessidades reais dos seus residentes”, afirma Rui Filipe Vilaça da Costa.

ESCRITOR JOSÉ LUÍS PEIXOTO VEM A PONTE DE LIMA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA APRESENTAR O SEU LIVRO “A MONTANHA” ONDE SE FAZEM REFERÊNCIAS A PONTE DE LIMA

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Este é o aguardado regresso de José Luís Peixoto ao romance, depois de Almoço de Domingo: vidas que enfrentam a fragilidade.

Este é um romance habitado por homens e mulheres de várias idades, com origem em diversos contextos, de Moçambique à Venezuela, de Ponte de Lima a Oliveira de Azeméis, que têm em comum a sua condição de pacientes no Instituto Português de Oncologia do Porto. Um escritor viaja pelo mundo e, nesse turbilhão, tenta construir um romance com todas as histórias que lhe foram confiadas, até que o impensável acontece.

Do hiper-realismo, documental e autobiográfico, ao surrealismo, à alucinação e ao delírio, A Montanha é um romance de enorme ambição, que resgata momentos de profunda empatia e ternura, que revela o ser humano tanto na sua fragilidade como na sua máxima força.

Surpreendente nas múltiplas dimensões que propõe, este romance é um extraordinário tour de force literário, um marco muito alto na obra de um dos mais importantes escritores portugueses contemporâneos e, sem dúvida, uma referência inesquecível na bagagem de qualquer leitor.

Fonte: Wooke

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QUEM FOI O ETNÓLOGO VIANENSE BENJAMIM PEREIRA?

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Benjamim Enes Pereira (Carreço, 25 de dezembro de 1928 – Viana do Castelo, 1 de janeiro de 2020) foi um antropólogo, etnólogo e museólogo português que contribuiu para o desenvolvimento da antropologia e da museologia em Portugal. Participou no levantamento dos Instrumentos Musicais Populares Portugueses realizado na década de 60. Fez parte da equipa que fundou o Museu Nacional de Etnologia e da qual também faziam parte António Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Margot Dias.

Benjamim Enes Pereira nasceu dia de Natal de 1928, no lugar de Montedor que pertence à na freguesia de Carreço que pertence ao concelho de Viana de Castelo.

Jorge Dias convida-o a integrar o Centro de Estudos de Etnologia em 1959, sendo o último a entrar para aquela que é considerada como a equipa responsável pela criação do Museu Nacional de Etnologia e da qual também faziam parte Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Margot Dias.

Muda-se para Lisboa em 1963, quando é criado o Centro de Estudos de Antropologia Cultural e do qual Benjamim será um dos membros fundadores ao lado dos restantes membros do grupo liderado por Jorge Dias.

Embora fosse o único da equipa sem curso, é lhe atribuída a tarefa de organizar a Bibliografia Analítica de Etnografia Portuguesa que será publicada pelo Instituto de Alta Cultura em 1965.

Realiza os seus primeiros filmes etnográficos, em 1960, quando a equipa compra uma máquina de filmar que será utilizada por ele no trabalho de campo para filmar a realidade rural portuguesa e a cultural popular. Esteve directamente envolvido nas filmagens levadas a cabo em Portugal, pelo Instituto do Filme Científico de Göttingen em 1970, onde os filmes realizados eram encarados não como uma forma de expressão mas sim como uma técnica de registo complementar à descrição escrita e fotográfica. Isto reforça a sua ideia de que fotografar e filmar eram importantes, não só para o trabalho de investigação, como para contextualizar aquando da sua exposição em museus e similares.

Trabalha para o Museu Nacional de Etnologia até se reformar em 2000. Durante todo esse tempo, foi responsável por várias exposições, entre as quais se encontra a dedicada aos Instrumentos Musicais Populares Portugueses. Deve-se também a ele a organização das primeiras reservas que podem ser visitadas e que são conhecidas como Galerias da Vida Rural. É lá que se encontra reunida, a maior parte dos objectos que ele e Ernesto Veiga de Oliveira recolheram de forma sistemática, enquanto estavam no terreno.

Após se ter reformado, Benjamim Pereira coordenou vários projectos na área da museologia. Foi ele quem projectou o Museu da Luz criado com a finalidade de salvaguardar o património da região que ficou submersa após a construção da barragem do Alqueva. O Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova), o Museu do Traje de Viana do Castelo, o Museu Francisco Tavares Proença Júnior (Castelo Branco) e o Museu do Abade de Baçal, foram outros projectos museológicos em que se envolveu.

Morreu a 1 de janeiro de 2020, no Hospital de Viana do Castelo, onde se encontrava internado. Aquando do seu falecimento em 2020, foram várias as entidades que apresentaram publicamente o seu voto de pesar, nomeadamente o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, a Ministra da Cultura Graça Fonseca, a Direcção Geral do Património Cultural (DGCP), o Instituto de História Contemporânea (FCSH), entre outras

Fonte Wikipédia

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CLUBE DE RUGBY DE ARCOS DE VALDEVEZ TERMINA FASE DE APURAMENTO EM PRIMEIRO LUGAR

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Tranquilamente primeiros

O C.R. Arcos de Valdevez concluiu no passado sábado a fase de apuramento do grupo Norte do CN1 com uma expressiva vitória em casa por 61-20 frente ao Guimarães RFC, confirmando o primeiro lugar.

6 jogos, 5 vitórias com ponto de bónus e uma derrota é o balanço desta fase em que o C.R. Arcos de Valdevez mostrou uma superioridade flagrante face para adversários.

No passado fim de semana, a "vítima" foi o Guimarães R.F.C., que manteve o desfecho final em aberto durante apenas a primeira parte.

Ainda não havia dois minutos de jogo, os homens da casa marcaram um ensaio aproveitando um erro defensivo dos vimaranenses. Todavia, os arcuenses como que adormeceram e sofreram um ensaio de resposta pouco depois, e cometendo ainda uma falta, cuja conversão pôs o Guimarães R.F.C à frente no marcador (7-10) aos quinze minutos.

Depois disso, os vimaranenses pouco puderam fazer. A superioridade dos arcuenses manifestava-se em todos os capítulos do jogo. Todavia, faltava serenidade à equipa, que não conseguia encadear as ofensivas, marcando três ensaios até ao intervalo, que seriam mais se tivesse alguma lucidez. Ao intervalo, o resultado era de 19-13, deixando tudo em aberto para a segunda parte.

Todavia, ainda não tinham decorrido dois minutos, já o C.R. Arcos de Valdevez tinha o seu quarto ensaio (26-13) e pouco depois outro ainda (33-13). A partir daí, o jogo estava decidido. As equipas lutavam, isto é, lutavam mais do que jogavam, com os da casa a marcarem mais quatro ensaios e os vimaranenses mais um, com um Score final de nove ensaios contra dois.

Na segunda fase, que começará a 10 de janeiro, o C.R. Arcos de Valdevez terá uma tarefa mais difícil, com adversários mais fortes e apetrechados, com um calendário que será definido em sorteio a realizar ainda nesta semana.

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FAMALICÃO: UM PROJETO EXEMPLAR DE REABILITAÇÃO QUE ENOBRECE O PRÉMIO JANUÁRIO GODINHO

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O prémio foi entregue ao atelier Spaceworkers e  à construtura Fernando Silva Lda. pela reabilitação da Quinta das Águas, em Cabeçudos. 

Manter a traça, preservar o espaço envolvente e garantir a perfeita integração de um novo edifício com a propriedade construída no século XIX foram os argumentos que convenceram o júri na atribuição do Prémio Januário Godinho 2025 ao projeto de reabilitação da Quinta das Águas, em Cabeçudos, da autoria do atelier Spaceworkers.

“Pelo rigor construtivo, qualidade dos materiais e coerência da linguagem arquitetónica” foram os fundamentos para a escolha deste projeto, que reabilitou a casa senhorial e a torre, recuperou a garagem de serventia e acrescentou a construção de um novo Pavilhão de Verão, com o objetivo de valorizar o património existente, melhorar o conforto e reforçar a relação entre arquitetura, luz e paisagem, recuperando a identidade familiar do lugar.

“Quando recuperámos a atribuição deste prémio, fizemo-lo precisamente com o objetivo de incentivar este tipo de intervenções, que valorizam o património existente e acrescentam modernidade, sem que a identidade se perca”, salientou o Presidente da Câmara, Mário Passos.

A requalificação da Quinta das Águas foi feita pelo atual proprietário, Jorge Silva, que desde o início teve como princípio a preservação do espaço. “Quando tivemos a primeira conversa com os arquitetos, salientámos precisamente isso: queríamos recuperar o edifício, melhorar as áreas e o conforto, mas respeitar os elementos e o enquadramento da casa. E o resultado corresponde, fruto de um trabalho minucioso de todos os que tiveram intervenção nesta construção, dos arquitetos aos engenheiros, empreiteiro e todas as equipas de obra”, referiu o proprietário.

O espaço passa a contar com amplas áreas sociais no piso térreo, várias suítes distribuídas pela casa principal e pela torre — onde uma claraboia e uma escadaria em caracol são o elemento central de união dos espaços —, com sala de estar, sala de jantar, cozinha, arrumos, lavandaria e garagem, além de espaços de lazer como sala de cinema, balneários de apoio à piscina, áreas técnicas e um pavilhão transparente voltado para os espelhos de água.

A concurso nesta edição de 2025 foram apresentados três projetos, tendo a Quinta das Águas arrecadado o prémio no valor de 7.000,00 euros, cabendo 2.000,00 euros ao promotor e 5.000,00 euros à equipa projetista, recolhendo o voto do júri presidido pela Direção do Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística e constituído por um representante ou elemento designado da Divisão de Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão; da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitetos Portugueses; da Ordem dos Engenheiros – Região Norte; da Direção Regional de Cultura do Norte; da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património; e da Universidade Lusíada – Norte, Campus de Vila Nova de Famalicão – Faculdade de Arquitetura e Artes.

Recorde-se que o Prémio Januário Godinho foi criado em 2001 e, desde 2017, recuperado na sua essência, com o objetivo de promover a salvaguarda e valorização do património e dar visibilidade às boas práticas de reabilitação urbana. A distinção deste ano reforça o compromisso do município com intervenções que preservem a identidade arquitetónica famalicense, em linha com o legado de Januário Godinho, arquiteto marcante na história de Vila Nova de Famalicão e autor — entre tantos outros em Famalicão — do projeto dos Paços do Concelho.

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CELORICO DE BASTO VOLTA A SER NOMEADO PARA A LISTA DAS 100M MELHORES HISTÓRIAS DE DESTINOS VERDES DE 2025

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A história contada pelo Município de Celorico de Basto  tem como título “Casa da Terra – Um lar para os da TERRA” e refere-se a um dos espaços mais icónicos do concelho, transformado num “lar” para acolher a cultura, a criatividade, a imaginação, a arte, a cooperação, a identidade local.

A história contada diz que em 2019, a “Casa da Terra foi construída como um lar compartilhado”. Um espaço para todos, os de cá e os de fora. “NINGUÉM É UM ESTRANHO ALI … É um refúgio, sim - mas também um farol: mostra aos visitantes quem somos, com autenticidade”.

A história da Casa da Terra surge por, em 2025, o edifício integrar a rede de clubes Unesco. Um edifício histórico e de localização central na sede do concelho, que outrora acolheu os Paços do Concelho e que, atualmente, é um centro dedicado à promoção da cultura, das artes e à valorização do trabalho comunitário. Onde se reflete a missão do clube com a promoção de atividades e a divulgação de programas e ideais da Unesco.

A história de Celorico de Basto insere-se na categoria “Destination Management”  e pode ser votada e lida na integra seguindo a hiperligação https://www.greendestinations.org/.../Celorico-de-Basto...

Esta é uma iniciativa da Green Distination que tem por objetivo reconhecer e incentivar a práticas e iniciativas de turismo sustentável.

Celorico de Basto está certificado como Destino – Portugal Sustentável  grau prata desde março de 2025, uma certificação que veio reforçar o compromisso e propósito de manter o concelho orientado para para um turismo cada vez mais responsável e alinhado com as diretrizes da sustentabilidade.

Um compromisso que “envolve toda a comunidade, que incita de forma clara à valorização do território, à continua adoção de práticas sustentáveis, à escolha do que é endógeno, local e nosso, à preservação de usos e costumes, à valorização do património e à sua capacidade de adaptação ao presente sem perder a identidade original, à promoção de políticas concertadas comprometidas com o presente e sem colocar em causa as gerações futuras, um trabalho que é indubitavelmente de todos” reitera o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima. Estarmos nomeados para as 100 melhores histórias de destinos verdes 2025 é a certeza de que estamos a fazer o caminho certo, a seguir a rota da sustentabilidade”.

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