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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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NATAL BRILHA EM BRAGA

Magia do Natal ilumina Braga. Luzes brilham até 8 de Janeiro

A partir desta Sexta-feira, 1 de Dezembro, e até 8 de Janeiro, Braga está embelezada com a luz, cor e alegria tão características desta época natalícia. A cerimónia de inauguração da iluminação decorreu na Praça da República e teve vários momentos de animação, com os Bracarenses a aderirem a este momento simbólico.

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São milhares de luzes em cerca de 50 ruas, praças e avenidas; 7 monumentos e 13 rotundas do Concelho (a maior área de sempre), com uma ornamentação que engrandece ainda mais o programa do ‘Braga é Natal’.

A árvore de Natal, localizada na Arcada, tem cerca de tem 27 metros de altura e apresenta 70.000 microled´s de última geração. Também no Picoto estará uma Estrela gigante.

Este é já um cartão-de-visita da Cidade, que tem presenteado os Bracarenses e os visitantes com inúmeras actividades para toda a família e animação no período natalício, fazendo de Braga – especialmente do Centro Histórico - uma passagem obrigatória nesta altura mágica do ano.

“Esta é uma excelente forma de projectarmos a Cidade durante uma época muito importante para o comércio e para o turismo da Região, sendo que nos temos distinguido pela qualidade e criatividade da iluminação”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo que as luzes natalícias “trazem um brilho diferente à Cidade e criam um ambiente mais agradável e atractivo para a população local e para os visitantes”.

Ricardo Rio desafiou ainda os cidadãos a disfrutarem, em família, de toda a programação preparada no evento ´Braga é Natal´, que decorre de 9 a 31 de Dezembro.

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BANDAS FILARMÓNICAS DO MINHO COMEMORARAM EM LISBOA O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu às comemorações e confraternizou com o povo

O Minho foi representado pela Banda Musical da Carvalheira, de Terras de Bouro e a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda Escuteiros de Barroselas.

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Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país, grupos de percussão e a Banda da Armada Portuguesa desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de liberdade dos portugueses, depois do actual governo ter reposto o feriado nacional instituído por Decreto em 12 de Outubro de 1910.

A registar a participação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Pedroguense, de Pedrógão Grande, que desfilou fardada de luto e foi sempre muito aplaudida pelo público à sua passagem.

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Como vem sendo habitual, o desfile culminou com uma grandiosa concentração na Praça dos Restauradores que, após a intervenção do Dr. José Ribeiro e Castro em nome da entidade organizadora, todas as bandas executaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional (A Portuguesa).

A organização da iniciativa cabe ao Movimento 1º de Dezembro que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC, a Confederação Musical Portuguesa e, naturalmente, a SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Este ano foi publicado um livro que é um álbum onde constam imagens de todas as bandas que participaram nas comemorações do 1º de Dezembro ao longo dos últimos 5 anos.

A Banda Musical de Carvalheira foi criada em 1839 pelo conhecido Padre Tomé em Ervedeiros, na freguesia de Carvalheira, Terras de Bouro. É um dos maiores embaixadores de Carvalheira e até mesmo do concelho, uma vez que tem levado e honrado os seus nomes em milhares de aldeias, vilas e cidades espalhadas por todo o território nacional e até em terras estrangeiras. Ao longo de quase dois séculos de existência muitos foram os obstáculos encontrados por esta banda mas nada foi suficientemente forte para a derrubar. Atualmente, a Banda é formada por cerca de 50 músicos de todas as idades, essencialmente amadores e regida pelo Maestro António Luís.

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Por seu turno, a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda de Escuteiros de Barroselas, foi fundada em 1934 por Armindo dos Santos Barbosa, a Banda Escuteiros de Barroselas surgiu ao mesmo tempo que o respectivo grupo de escutas, tendo-o acompanhado na Missa da primeira Promessa de Escuteiros a 29 de Junho de 1934, dia de S. Pedro, padroeiro da freguesia, abrilhantando também a procissão. A iniciativa teve tal sucesso que começaram a ser convidados para se apresentarem em freguesias vizinhas. Menos de uma dezena de anos após a sua fundação e por imposição do regulamento do Corpo Nacional de Escutas, a banda desvinculou-se do grupo de escutas. No entanto o nome original manteve-se até à actualidade.

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PAULO DUQUE É O NOVO PRESIDENTE DA CASA DO MINHO EM LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa acaba de eleger os novos dirigentes dos órgãos sociais para o mandato que agora se inicia. Paulo Duque é o novo Presidente da Direcção daquela associação regionalista sediada em Lisboa.

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A Direcção passará ainda a ser composta por Rodrigo Correia de Aguiar (Vice-presidente); Ana Sofia Soares (Secretário); Fernando Joaquim Oliveira (Tesoureiro) e Álvaro dos Santos de Almeida; Henrique Lage Morais e João Neves Ribeiro (Vogais).

No lugar de Presidente da Assembleia Geral encontra-se Júlio Vilas Boas da Costa e a presidir ao Conselho Fiscal, Ana Cristina Barbosa Marques.

Fundada em 1923 sob a designação de Grémio do Minho, a Casa do Minho é a mais antiga colectividade regionalista sediada na capital constituída com a finalidade de defender os interesses do Minho e das suas gentes.

A VALORIZAÇÃO DO FENÓMENO DA EMIGRAÇÃO EM MELGAÇO

* Opinião de Daniel Bastos

Ao longo dos últimos anos, a vila raiana de Melgaço, sede do concelho mais a norte de Portugal, situada no distrito de Viana do Castelo, tem sabido preservar e valorizar o fenómeno da emigração, cujas marcas estão muito presentes na realidade e identidade desta região fortemente influenciada pela proximidade de Espanha e pelo rio Minho.

Daniel Bastos

Um dos aspetos singulares da preservação e valorização do fenómeno da emigração portuguesa em Melgaço é a sua ligação estratégica ao desenvolvimento da economia e do turismo no território mais setentrional do país. O fenómeno emigratório, a par da gastronomia, das paisagens e das tradições, tem contribuído decisivamente para o crescimento sustentado do concelho.

Desde logo, através do Espaço Memória e Fronteira, um núcleo museológico inserido no antigo edifício do matadouro municipal, remodelado e ampliado em 2007, que no cumprimento da sua missão preserva a história recente do concelho, relacionada com o contrabando e a emigração. Um espaço museológico, onde funciona o Gabinete de Apoio ao Emigrante, que conduz o visitante pelos diversos momentos relacionados com a emigração, como as causas, a preparação da viagem e a viagem, a chegada e vivência no país de acolhimento, sem esquecer os reflexos da emigração no território.

A valorização da temática migratória está igualmente presente nestes últimos anos no município através da realização do Filmes do Homem - Festival Internacional de Documentário de Melgaço. A iniciativa, que este ano se realiza entre 1 e 6 de agosto, organizada pela Câmara Municipal de Melgaço e pela Associação Ao Norte, tem como principal objetivo promover e divulgar o cinema etnográfico e social, refletir com os filmes sobre a identidade, memória e fronteira, e contribuir para um arquivo audiovisual sobre a região.

Um dos eixos principais do festival é a programação a partir de uma mostra competitiva de documentários candidatos ao prémio Jean Loup Passek. Historiador, crítico e cinéfilo francês, Jean Loup Passek (1936-2016), filmou nos anos 70 em Paris um documentário sobre a emigração portuguesa onde conheceu vários habitantes de Melgaço, começando aí uma relação que culminou em 2005 na criação do Museu de Cinema de Melgaço, e que tem por base o espólio colecionado ao longo da vida pelo antigo responsável do departamento cinematográfico do Centro Georges Pompidou.

HORTAS PEDAGÓGICAS RENASCEM NOS CENTROS ESCOLARES DE AMARES

Alguns dos centros escolares de Amares acabam de reativar, com novos produtos, as hortas pedagógicas, numa aposta contínua de educação para a saúde e promoção de hábitos alimentares saudáveis. Depois de colhidos no seu pico de frescura, os alimentos são diretamente confecionados nas cozinhas dos centros escolares, proporcionando aos alunos a ingestão de produtos cultivados de forma biológica.

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“Continuamos a ter uma grande preocupação com a promoção de uma alimentação saudável e, por esse motivo, mantemos este trabalho de articulação a apoio aos centros escolares para que deem continuidade às hortas escolares, incentivando juntos dos mais novos práticas que estimulem o interesse pela própria natureza e a adoção de hábitos estilos de vida saudáveis”, refere a vereadora da Educação e Saúde do Município de Amares, Cidália Abreu.

“Temos noção que sobretudo os mais novos têm alguma dificuldade no que diz respeito à ingestão de frutas e hortícolas pretendemos contrariar essa tendência, permitindo de uma forma lúdica, e simultaneamente pedagógica, o acompanhamento de todo o processo desde a plantação, passando pelo crescimento, até à colheita desses produtos”, acrescenta a vereadora, deixando uma palavra de apreço a todos os professores/colaboradores e crianças pelo “carinho e dedicação” com que têm abraçado este e outros projetos de educação para a saúde.

Pés de penca, couve coração, alho francês e brócolos, sementes de fava, nabiça, entre outros, foram alguns dos produtos plantados/semeados e que vão continuar a motivar a participação ativa dos alunos e professores na manutenção das hortas, através da rega e limpeza das mesmas, de modo a promover o crescimento sustentável dos alimentos. O Município de Amares, por sua vez, mantém todo o apoio necessário à sua continuidade.

Note-se que, esta iniciativa representa uma das medidas de acompanhamento do Regime de Frutas e Hortícolas eleita pelos próprios centros escolares. Noutros centros escolares, a promoção do consumo de hortofrutícolas é feita através de workshops, histórias e poemas alusivos à temática, entre outras atividades.

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