FEIRA DO ALVARINHO DE MONÇÃO CONFIRMA ESTATUTO DE MAIOR CERTAME DO PAIS DEDICADO AO VINHO
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Candidato da coligação “Mais Ação. Mais Famalicão” apresentado na freguesia com Manuel Martins como mandatário
“Sou candidato porque Lousado não pode parar o desenvolvimento dos últimos 12 anos e porque tenho conhecimento pormenorizado do que falta fazer na freguesia”. É com o lema “Saber fazer. Fazer Bem” que Jorge Ferreira se apresenta aos lousadenses como candidato da coligação “Mais Ação. Mais Famalicão” à presidência da Junta de Freguesia. O atual tesoureiro da Junta de Freguesia tem como mandatário da sua candidatura o presidente da junta dos últimos 12 anos, Manuel Martins, que sai com a “consciência do dever cumprido”.
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A apresentação pública de Jorge Ferreira realizou-se no sábado, 1 de julho, na Casa do Povo de Lousado, na presença do candidato da coligação à Câmara Municipal, Paulo Cunha, de vários responsáveis políticos das concelhias do PSD e do CDS-PP e de cerca de duas centenas de lousadenses.
Jorge Ferreira escolhe para Lousado “o caminho da continuidade, experiência, responsabilidade, transparência, ambição, exigência, independência e dedicação ao interesse público como pilar de desenvolvimento”. E, para o fazer, prescreve “uma liderança forte, unida e determinada para vencer os desafios do futuro”.
Paulo Cunha destaca precisamente esta “ligação ao passado positiva e proveitosa” de Jorge Ferreira que lhe dá “um profundo conhecimento das questões e dos aspetos que caraterizam esta comunidade”. “Este não é um tiro no escuro”, conclui Paulo Cunha.
Jorge Ferreira é um lousadense com larga experiência autárquica e associativa. Foi membro da Assembleia de Freguesia de Lousado durante oito anos, exercendo nos últimos quatro anos as funções de Tesoureiro da Junta de Freguesia. Exerce cargos de responsabilidade associativa na freguesia desde 1992. É presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo de Lousado e foi presidente da associação da mesma coletividade entre 1992 e 1993.
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O Grupo Folclórico e Etnográfico de Castelo do Neiva recriou no passado dia 1 de julho o tradicional lançamento da jangada, um costume que se relaciona com as suas práticas sargaceiras.
A iniciativa decorreu no âmbito do Festival de Folclore de Castelo do Neiva que teve lugar na Praia de Castelo do Castelo do Neiva.
Fotos: Grupo Folclórico e Etnográfico de Castelo do Neiva
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“Na mesma província do Minho, á beira mar, o fato simples usado pelos jangadeiros d’Anha, emparceira admiravelmente com a rudeza semi-selvagem do vestuário das castrejas.
É muito característico o tipo destes lavradores-marinheiros, que nas costas do norte, principalmente junto a Viana do Castelo, e, por todo o litoral desde Montedor até à costa do sul do Lima, no local denominado Anha, se aventuram ao mar, a fim de colher o sargaço, moliço ou limos, como lhe chamam, com que vão depois fertilizar as suas terras navegando sobre frageis jangadas, formadas por oito troncos de madeira muito leves ligadas a maneira de estrado, tendo lateralmente duas taboas dispostas em forma de borda falsa: os troncos das bordas são mais compridos, e, levantam em forma de rabo d’arado.
Vestem unicamente uma espécie de sobrecasaca de lã grossa e forte, o que chamam branqueta, presa com um cinto e abotoada na frente, uma carapuça vermelha ou um chapéo preto de grandes abas completam tão singular vestimenta.”
Mesquita de Figueiredo

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VianaFestas foi à Feira Internacional de Artesanato (FIA) divulgar a próxima edição da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo. E, porque “Somos Todos Romaria”, os minhotos radicados na região de Lisboa associaram-se à festa e rumaram aos pavilhões da FIL para colaborar na divulgação de uma das mais imponentes romarias do Minho e de Portugal.
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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e, consigo muitos dos minhotos que residem em Lisboa, encontram-se neste momento na FIA para, juntamente com a VianaFestas, darem a conhecer aos milhares de visitantes deste certame a grandiosidade, alegria e colorido da romaria de Viana do Castelo, a grande festa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, também Laura Rua, componente deste grupo folclórico e mordoma escolhida para figurar no cartaz oficial da romaria deste ano, esteve presente com o seu traje da Areosa, precisamente o que exibe na imagem do cartaz.
Fotos: Manuel Santos
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CoderDojo Esposende foi um sucesso
Com uma sala cheia de crianças entre os 7 e os 17 anos. Foi assim que começou o CoderDojo Esposende no passado Sábado, 1 de Julho. A abertura da primeira aula teve a presença da Presidente da Associação de Cidadãos de Esposende, Maria Araújo, que dirigiu algumas palavras aos Jovens programadores, referindo que a codificação pode ser uma força para a mudança no mundo e fazendo ver que todos os programas que irão utilizar ao longo das aulas são Open Source. Ou seja, são gratuito para todos, pelo que podem utilizar todos os recursos livremente fora das sessões do CoderDojo.
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Esta primeira aula no Dojo Esposende realizou-se nas instalações da ACICE - Associação Comercial Industrial do Concelho de Esposende e foi dedicada ao Scratch, uma aplicação que permite aos jovens iniciar a programação em blocos, ajudando a entender como funciona a programação base.
O objectivo final na aula foi a construção de um pequeno jogo de labirinto em que os jovens programadores puderam ver o resultado final da programação.
Durante toda a sessão foi possível ver o entusiasmo por parte dos mais pequenos na aprendizagem Scratch. Durante as duas horas de aula puderam experimentar diferentes opções na programação, conviver com outros jovens e, sobretudo, partilhar ideias na construção de um mesmo objectivo.
Os jovens programadores são premiados com emblemas digitais, já que o CoderDojo premeia cada programador, seja pela sua presença na aula, seja pela apresentação de projectos que desenvolvem. Estes emblemas são reconhecidos pelos diferentes Dojos espalhados pelo mundo.
Importante referir que os encarregados de Educação são convidados a ficar e participar na aula, envolvendo de uma forma única pais e filhos.
Nas próximas aulas serão abordados temas como Arduíno e a linguagem de programação C+, em que os jovens programadores terão a oportunidade de construir e desenvolver objectos interactivos independentes.
Um aspecto importante do CoderDojo consiste em fomentar a criatividade e a diversão num ambiente social. O CoderDojo faz com que o desenvolvimento e a aprendizagem de programação constituam uma experiência divertida e positiva.
De recordar que CoderDojo e Raspberry uniram forças para que os CoderDojo sejam cada vez mais uma realidade. Em Esposende o CoderDojo surgiu pelas mãos da Associação de Cidadãos de Esposende, que aposta novamente em projetos inovadores para o concelho. Este Dojo integra a Comunidade internacional de clubes de programação.
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Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho
Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.
Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.
Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.
Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.
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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.
Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:
“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.
Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo
subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.
Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.
Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética.
Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.
Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.
O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5).
(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716
(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.
(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.
(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.
(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”
Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986
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A Feira Internacional de Artesanato que decorre nos pavilhões da FIL, em Lisboa, recebe hoje uma verdadeira multidão que não quer perder uma oportunidade de visitar o certame até ao dia do seu encerramento.
Viana do Castelo promove neste momento a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, contando nomeadamente com a participação do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho.
Este evento tem vindo a cada ano a receber um número maior de visitantes, afirmando-se como um dos maiores certames do género a nível internacional.
A 30ª edição da FIA Lisboa 2016 apresentou um vasto programa em que constaram exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo de três décadas de existência, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Fotos: Manuel Santos
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