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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PARQUE DE ESTACIONAMENTO EM FAMALICÃO ESTÁ A CONVERTER CIDADÃOS A ADERIR AO TRANSPORTE PÚBLICO

Parque de estacionamento intermodal gratuito construído junto à estação dos caminhos-de-ferro tem utilização diária próxima da sua total capacidade

O novo parque de estacionamento intermodal que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão criou junto à Estação Ferroviária da cidade, para incentivar a utilização de transportes públicos é já um caso de sucesso absoluto e está a contribuir para uma maior adesão dos famalicenses aos transportes coletivos, muito particularmente ao comboio.

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Localizado na zona poente da cidade, junto à estação ferroviária, o novo espaço está com uma utilização diária próximo dos 100 por cento, sendo que, do volume total de utilizadores, média de uma centena por dia, mais de 90 por cento não paga por deixar a sua viatura por várias horas num parque de estacionamento vigiado e de acesso controlado.

Significa isto que, na hora de levantar a viatura,  a esmagadora maioria dos utilizadores faz prova, através da apresentação de bilhete de viagem válido de comboio, que utilizou o Parque de Estacionamento como uma plataforma intermodal e por isso não paga.

Recorde-se que o Parque de Estacionamento da Estação foi inaugurado no Dia Europeu sem Carros tendo como objetivo facilitar a utilização dos transportes públicos. “Estamos empenhados em construir uma cidade sustentável, mais amiga do ambiente, com maior qualidade de vida para a população, mas também uma cidade com maior mobilidade, que sirva as necessidades das pessoas com conforto e facilidade”, referiu a propósito na altura o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

O Parque da Estação tem uma capacidade para 70 lugares é vigiado por funcionários do município e disponibiliza espaço gratuito para estacionamento de bicicletas. O horário de funcionamento é entre as cinco horas da manhã e as duas da madrugada, sendo ajustado aos horários dos transportes coletivos. Além disso, o parque serve os utilizadores do Voltas, o novo serviço de transporte urbano rodoviário para fomento da mobilidade das pessoas no interior da cidade que também foi lançado nesta quinta-feira. Uma das paragens do Voltas está localizada mesmo junto ao parque.

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PONTE DA BARCA REALIZA MERCADO DE NATAL

Mercado de Natal foi um êxito e trouxe magia a Ponte da Barca

Terminou ontem o Mercado de Natal, iniciativa da autarquia barquense que decorreu na Praça da República, desde o dia 17. A ancestral feira do mel, assim como os concurso de mel, bolo e rabanadas de mel, que desde há muitos anos integram e prestigiam esta feira, deram por encerrado o certame que contou, ainda, com a apresentação, pelo segundo ano, do maior bolo de mel de Portugal, confecionado por quatro afamadas pastelarias do concelho e que este ano alcançou os 59 metros.

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O presidente da autarquia barquense, Vassalo Abreu, referiu que esta iniciativa foi, novamente, 'um êxito', com 'inúmeros visitantes', realçando que 'toda a programação foi pensada de modo a ser desfrutada em família, promovendo o contacto social entre as pessoas, reforçando, por isso, o espírito natalício de partilha e de confraternização, ao mesmo tempo que valorizou os produtos endógenos e o comércio tradicional'.

De resto, a restante programação natalícia ficou marcada pelo Musical de Natal, pelos diversos Showcookings, o espetáculo Musical “Pai Natal Onde Estás?” de Miguel Fernandes, o Concerto dos Contraponto, o workshop 'O ciclo do mel explicado aos mais pequenos', entre outros, e transformaram Ponte da Barca num espaço de Natal com muitas mais atividades e diversos momentos, cruzando o universo do Pai Natal com o imaginário de todos os visitantes, quer miúdos quer graúdos.

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MELGAÇO INCENTIVA POPULAÇÃO A RECICLAR

Campanha de sensibilização Ambiental ‘Divida por Todos e Seja Feliz’ teve início esta semana

Melgaço juntou-se à Valorminho e à Sociedade Ponto Verde por um ambiente melhor: juntos estão a bater às portas dos melgacenses oferecendo-lhes um ecoponto doméstico - conjunto de três sacos diferenciadores, designados por ecobags, para colocação de resíduos e informação alusiva à reciclagem. A campanha de sensibilização ambiental ‘Divida por todos e seja Feliz’, acontece em parceria com as Juntas de freguesia e teve arranque esta semana, no dia 19 de dezembro. O objetivo é a separação de resíduos tendo como horizonte maximizar as quantidades de reciclagem, dando enfoque à importância da separação de resíduos e para tal a deposição em locais adequados, sendo para tal de extrema importância a sensibilização porta a porta.

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Melgaço quer dar resposta à urgente necessidade de conduzir as pessoas a uma mudança de comportamentos que as levem a participar ativamente na resolução de problemas ambientais: ‘queremos orientar a população para uma mudança de atitudes’, salienta Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.

O primeiro dia da campanha (19 de dezembro) teve início na União de freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro, com a Vereadora Maria José Codesso, as técnicas do município Fátima Táboas e Ana Rita Barata e Dora Guterres e Rita Carvalho, da Valorminho. A campanha continuou de tarde em Paderne e contou com a colaboração do Presidente da Junta de freguesia, José Bento Garelha e de Alexandrina Fernandes, colaboradora da Junta. Esta quarta-feira, dia 21 de dezembro, as técnicas do município Fátima Táboas e Ana Rita Barata e Dora Guterres e Rita Carvalho deram continuidade à ação e percorreram o centro histórico da Vila.

A pretensão é dar continuidade à campanha em todas as freguesias do concelho e estão previstas novas ações para os meados do mês de janeiro.

ALERTA: ‘é possível prolongar o ciclo de vida dos materiais valorizáveis’

A Campanha visa a importância dos resíduos colocados nos ecopontos e ecocentros, uma vez que estes permitem contribuir para a reciclagem evitando a deposição em aterro sanitário. ‘Desta forma, é possível prolongar o ciclo de vida dos materiais valorizáveis, sendo da responsabilidade de cada cidadão promover a correta deposição dos seus resíduos.’ alerta Dora Guterres, salientando as inúmeras vantagens da separação multimaterial:

  • economia de energia
  • redução dos resíduos depositados em aterro, reduzindo assim a tarifa de deposição em aterro e a taxa de gestão de resíduos (TGR) paga pelo Município, e consequentemente implicará uma diminuição da taxa paga pelo munícipe
  • economia de matérias primas
  • proteção dos recursos naturais e valorização de resíduos para conceção de novos produtos
  • redução da poluição do ar, solo e água.

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ARCOS DE VALDEVEZ APOIA FAMÍLAS CARENCIADAS

O Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves recebeu, no dia 22 de dezembro, algumas das famílias arcuenses que foram apoiadas ao longo do ano, pelo Município, a vários níveis, nomeadamente, ao nível da recuperação das suas habitações e ao nível do prosseguimento de estudos de alunos com mérito em diversas áreas.

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No total, foram 26 as famílias que durante o ano 2016, receberam o apoio do Município aos mais diversos níveis, num investimento que rondou os 130.000,00€.

Este é mais um exemplo do esforço e do empenho do Município com o bem-estar e a qualidade de vida das famílias do concelho.

Conforme referiu João Manuel Esteves, promover o conforto habitacional daqueles que mais necessitam é uma das prioridades da Câmara Municipal, sendo desejável que todas as famílias possam ter uma habitação condigna e adequada às suas necessidades básicas.

Já no que diz respeito ao apoio para prosseguimento de estudos quis enaltecer todos aqueles que se empenham e se destacam pelo seu talento, sendo objetivo do Município criar um programa de Bolsas de Estudo que incentive e promova o mérito e as capacidades dos jovens arcuenses.

Este é um caminho que o Município irá continuar a percorrer, num esforço pelo bem-estar e solidariedade efetiva, sobretudo para com aqueles que mais necessitam. 

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ARCOS DE VALDEVEZ APOIA FAMÍLIAS CARENCIADAS

O Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves recebeu, no dia 22 de dezembro, algumas das famílias arcuenses que foram apoiadas ao longo do ano, pelo Município, a vários níveis, nomeadamente, ao nível da recuperação das suas habitações e ao nível do prosseguimento de estudos de alunos com mérito em diversas áreas.

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No total, foram 26 as famílias que durante o ano 2016, receberam o apoio do Município aos mais diversos níveis, num investimento que rondou os 130.000,00€.

Este é mais um exemplo do esforço e do empenho do Município com o bem-estar e a qualidade de vida das famílias do concelho.

Conforme referiu João Manuel Esteves, promover o conforto habitacional daqueles que mais necessitam é uma das prioridades da Câmara Municipal, sendo desejável que todas as famílias possam ter uma habitação condigna e adequada às suas necessidades básicas.

Já no que diz respeito ao apoio para prosseguimento de estudos quis enaltecer todos aqueles que se empenham e se destacam pelo seu talento, sendo objetivo do Município criar um programa de Bolsas de Estudo que incentive e promova o mérito e as capacidades dos jovens arcuenses.

Este é um caminho que o Município irá continuar a percorrer, num esforço pelo bem-estar e solidariedade efetiva, sobretudo para com aqueles que mais necessitam. 

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ARCUENSES DEBARTEM FUTURO DA FLORESTA

Qualidade e futuro da floresta foram debatidos no Centro Municipal de Informação e Turismo

Na passada 4.ª feira, 14 de Dezembro, decorreu no Auditório do Centro Municipal de Informação e Turismo – Arcos de Valdevez, um workshop organizado pela Associação Florestal do Lima, denominado de “O setor Florestal no Alto Minho: Presente e Futuro”, dirigido aos agentes do sector empresarial florestal e visando a partilha de ideias e experiências.

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O Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente, assim como outras entidades públicas e privadas. A sessão revelou-se muito proveitosa, uma vez que os intervenientes apresentaram a sua experiência pessoal e profissional, altamente enriquecedora para os objetivos traçados. Estas experiências servirão de apoio no delineamento da estratégia regional, atualmente em construção.

Este workshop foi realizado no seguimento da candidatura ao Programa Operacional Regional do Norte – Sistema de Apoio a Ações Coletivas – Qualificação, designada “Forest Forward – Floresta, qualidade e futuro – Mais e melhor” levada a cabo pela Associação Florestal do Lima, que tem por objetivos primordiais a criação de condições para a organização do sector empresarial florestal de forma a garantir um crescimento sustentado e competitivo, apostando na internacionalização, na certificação e na economia digital.

Uma das ações previstas no projeto é a elaboração de um estudo prospetivo sobre o sector florestal empresarial do Alto Minho que pretende efetuar um diagnóstico aprofundado da realidade atual do sector bem como a definição de uma estratégia a longo prazo de forma a garantir um aumento de competitividade, o acesso a novos mercados e a promoção dos produtos, bens e serviços florestais produzidos na região.

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez tem apoiado o desenvolvimento destes projetos de dinamização do setor florestal, considerando a sua relevância ambiental e económica.

PAN QUER PROIBIR PRÁTICAS VIOLENTAS CONTRA ANIMAIS

Projeto de Lei do PAN pede proibição de práticas que vivem de violência injustificada contra os animais

  • Pede a proibição de práticas violentas como a “Queima do Gato” e o “Tiro ao voo”
  • Numa prova de tiro ao voo são mortos até 5000 animais para divertimento de uma dúzia de pessoas
  • Começar a abandonar atividades contrárias ao sentido humanista que vê a cultura e o desporto como um contributo para melhores seres humanos

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acompanha hoje com uma iniciativa legislativa a petição número 540/XII/4.º, apresentada junto da Assembleia da República, que dá corpo à indignação pública relativa a práticas que se continuam a perpetuar em Portugal gravemente atentatórias dos direitos dos animais. É o caso da “Queima do Gato”, evento em que um gato é colocado dentro de um cesto de barro, por sua vez colocado no topo de um mastro que é incendiado. Ao partir-se o cesto por efeito do calor extremo a que é sujeito, o animal aí contido cai para uma fogueira, provocando-lhe várias lesões e pânico.

O mesmo projeto de lei pede ainda a proibição de outras práticas que perpetuam atentados contínuos à integridade física dos animais no nosso país, como a prática do tiro ao voo (vulgarmente designada por “tiro ao pombo”), apesar de proibida em vários países da União Europeia (designadamente na Inglaterra, na França e no Grão Ducado do Luxemburgo) é ainda considerada um desporto em Portugal.

Esta prática consiste na largada de pombos para que os participantes possam atirar ao alvo – pombo a voar, com o único objetivo de os matar. A pessoa que matar mais pombos é o vencedor.

Estes animais são criados em cativeiro; vivem enjaulados; muitas vezes são transportados por dias em condições muito precárias até ao local do dito evento desportivo, sem se conseguirem mover convenientemente, sem luz natural, com carência de água e comida; momentos antes do evento são lhes retiradas as penas traseiras para o seu voo ser enviesado. Este tipo de provas resulta na morte de milhares destas aves, sendo certo que uma percentagem significativa delas ficam gravemente feridas agonizando até ao momento em que finalmente morrem, demorando isso o tempo que demorar. Numa prova de tiro ao voo são mortos até 5000 (cinco mil) animais para divertimento de uma dúzia de pessoas.

Uma violência injustificada contra os animais, que não corresponde à nobreza e saúde física e mental que se associa à prática desportiva. Estas atividades são expressão da barbárie e de um total desrespeito pela integridade física dos animais e mesmo apesar da sua bestialidade evidente, devido ou a uma omissão legal ou à pouca vontade das entidades fiscalizadoras ou judiciais, são a realidade que que o PAN pretende hoje mudar.

“Sentimos agora uma possibilidade real de, progressivamente, se começar a abandonar as tradições anacrónicas e contrárias àquele sentido humanista que vê a cultura e o desporto como um contributo para nos tornar melhores seres humanos. Tenho esperança de que seja consensual para os representantes eleitos dos cidadãos a vontade social que pede expressamente a proibição destes comportamentos.”, reforça André Silva, deputado do PAN.

CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA: OS RATOS ABANDONAM O NAVIO!

Presidente da Direcção anuncia aos sócios que não se recandidata a futuro mandato

A Casa do Concelho de Ponte de Lima, em Lisboa, foi fundada em 2 de Fevereiro de 1987. Coube à primeira Direcção, maioritariamente constituída por sócios fundadores, entre outras a tarefa de obter instalações com vista ao funcionamento da sua sede social. Em Novembro desse ano, a Câmara Municipal de Lisboa cedeu as instalações, sitas na rua de Campolide, que se mantiveram até ao momento. Porém, foi então transmitida à Direcção a informação acerca do destino das mesmas ou seja, a sua demolição com vista à execução do projecto do arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles.

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À excepção de um curto período de contactos com a Câmara Municipal de Lisboa com vista a preparar a deslocalização da sede social da Casa de Ponte de Lima, as sucessivas direcções negligenciaram a solução do problema, preferindo entreter-se a jogar às cartas e beberricar malgas de vinho. Agora, encontram-se perante a iminência da demolição do espaço a fim de proceder ao prolongamento do “corredor verde” que liga ao Parque Florestal de Monsanto. E, como nem todos possuem a coragem e competência para resolver os problemas como os fundadores fizeram, eis que os ratos começam a abandonar o navio antes que este se afunde!

Desorientados, não esperam pelo término do mandato nem tão pouco têm em consideração o apelo recentemente lançado pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, na sua qualidade de Presidente da Assembleia Geral daquela Instituição regionalista. Apenas esperam que surja alguém disposto a segurar a batata quente… a propósito, é elucidativa a missiva que o actual presidente da Direcção acaba de endereçar a todos os sócios, a qual seguidamente se transcreve na íntegra.

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“É com enorme respeito e profundo agradecimento que me dirijo a todos os sócios da Casa do Concelho de Ponte de Lima, pelo apoio incondicional que deram à minha direcção desde o primeiro ao último minuto do nosso mandato.

Em Março de 2017, fecha-se um ciclo iniciado em Fevereiro de 2014. Existe em todos nós o sentimento do dever cumprido. Foram tantas as tarefas e realizações levadas a cabo ao longo dos três últimos anos, tantas emoções vividas que, de certa forma, sinto ter honrado todos aqueles que em mim confiaram. Estou convicto de tudo ter feito com o único objectivo de humildemente servir a minha gente e a minha querida terra.

Aos meus queridos colegas de direcção, deixo uma palavra de enorme apreço e consideração pela confiança que depositaram em mim, não esquecendo a solidariedade e companheirismo, bem como a abnegação e espírito de sacrifício demonstrado. Graças a isso, foi possível implementar uma estratégia agregadora e inovadora, com objectivos perfeitamente identificados e na sua grande maioria alcançados.

Muitos sabem receber, poucos sabem dar! Este foi o tempo de tudo darmos sem nada pedir em troca! Fomos altruístas! Acabámos todos juntos, tal como começámos. Isso explica, em parte, o sucesso da jornada que levámos a cabo.

Muito fizemos! Mas, muito há para fazer por esta magnífica instituição limiana!

A vida empresarial rege-se por projectos a médio e longo prazo. Tendo eu a perfeita noção dos novos desafios profissionais que me esperam em 2017, tive o cuidado de informar todos os elementos dos órgãos sociais e associados presentes na assembleia geral de Fevereiro de 2016 (está mencionado em acta), de que não me recandidataria a novo mandato em 2017, por manifesta falta de tempo para me dedicar à causa, como até aqui. Por isso, é tempo de outros exercerem o seu dever de cidadania, assumindo responsabilidades no sentido de continuar a elevar bem alto o bom nome da nossa casa regional e por conseguinte a cultura e tradição limianas.

Um forte abraço a todos e até sempre,

Víctor Prego de Castro

Presidente da Direcção”

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