Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BRAGA É MUNICÍPIO FAMILIARMENTE RESPONSÁVEL

Braga eleita ‘Autarquia + Familiarmente Responsável’. Município reconhecido pelo terceiro ano consecutivo

A Câmara Municipal de Braga foi distinguida, pela terceira vez consecutiva, como ‘Autarquia + Familiarmente Responsável, título atribuído pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR), tendo recebido ontem, dia 07 de Dezembro a ‘Bandeira Verde’, símbolo desta distinção, na Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.

Familiarmente resp.jpg

Por se tratar do terceiro ano consecutivo, o Município Bracarense recebeu, ainda, a distinção de ‘Palma’, demonstrando a aposta efectiva em políticas municipais mais amigas das Famílias Bracarenses que contribuem, decisivamente, para o aumento da qualidade de vida dos Cidadãos.

“Esta distinção é o reconhecimento do trabalho efectuado em prol dos Bracarenses. Sempre definimos a área do apoio social como uma das prioridades da nossa actuação e o facto de recebermos este título pelo terceiro ano consecutivo, é algo que nos deixa extremamente satisfeitos”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de entrega da ‘Bandeira Verde’.

Várias foram as medidas e as políticas sociais e “familiarmente responsáveis” implementadas pelo actual executivo municipal e que em muito contribuíram para atribuição deste galardão, entre elas destaque para a implementação da redução dos tarifários de água e saneamento, que tem em consideração o número de pessoas por agregado familiar, não penalizando as famílias mais numerosas; a política generalizada de oferta de manuais escolares; o reforço dos apoios conferidos aos alunos de escalão A e B; o reforço no apoio ao transporte escolar; o reforço do apoio nas refeições escolares; comparticipação da taxa de IRS para as famílias; a redução do IMI; o projecto Pimpolho de prevenção da ambliopia aos alunos do pré-escolar, o programa de apoio à vacinação; o programa Braga a Sorrir de saúde oral para os mais carenciados; os Cartões Sénior e Famílias Numerosas e o projecto ‘Avóspedagem’.

Segundo o Autarca, "são muitos os Bracarenses que diariamente beneficiam de uma melhoria evidente da sua qualidade de vida, fruto das medidas implementadas pelo actual Executivo, e vamos continuar a efectuar todos os esforços para que Braga seja cada vez mais uma Cidade amiga das famílias e onde os mais jovens encontrem todas as condições para se fixar e constituir a sua vida”.

O Observatório avalia a forma como cada um dos municípios trata um total de 12 áreas como o apoio à maternidade e paternidade, o apoio às famílias com necessidades especiais, a educação, a habitação, os transportes, a saúde ou a cultura e o desporto. Este ano, concorreram às bandeiras verdes 109 municípios, dos quais 58 recebem o galardão, 37 dos quais pela terceira vez consecutiva, onde Braga se inclui.

Braga foi uma das autarquias a responder ao inquérito realizado pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis a nível nacional e onde foram analisadas as políticas de família dos municípios em dez áreas de actuação: 1. apoio à maternidade e paternidade; 2. apoio às famílias com necessidades especiais; 3. serviços básicos; 4. educação e formação; 5. habitação e urbanismo; 6. transportes; 7. saúde; 8. cultura, desporto, lazer e tempo livre; 9. cooperação, relações institucionais e participação social; 10. outras iniciativas. São ainda analisadas as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.

A Bandeira Verde tem como principal objectivo dar visibilidade às autarquias com boas práticas e incentivar as restantes a fazerem mais e melhor no âmbito das políticas de apoio à família. A iniciativa favorece o diagnóstico interno e promove a cooperação entre as autarquias, ajudando efectivamente à criação de uma cultura favorável à família e à conciliação Família/Trabalho.

...E JORGE ALMEIDA SANTOS REPLICA!

Carta aberta ao Senhor Presidente da Assembleia Geral da Federação do Folclore Português

418827_3406505525304_152325379_n.jpg

Exmº Senhor Lopes Pires

Tenho assistido ao desenrolar do processo eleitoral dos Corpos Sociais para o próximo triénio com espanto e indignação. - Espanto porque nunca imaginei que pessoas que se querem a um determinado nível comportamental tenham descaído para as formas mais baixas e condenáveis de condução de uma campanha que deveria ser séria, construtiva e com elevação. - Indignação pelos termos usados e, principalmente, pelo insulto a uma pessoa que, como qualquer outra, merece o respeito da sua vida particular. Discutam a sua gestão, apontem-lhe as falhas mas não entrem na esfera da sua saúde para fundamentarem o insucesso. Do Senhor, tenho as melhores referências e devo dizer-lhe, com toda a franqueza e frontalidade, que esperava de si a neutralidade requerida como presidente do órgão que organiza e controla o acto eleitoral do próximo domingo. Não creio que tenha procedido bem ao convocar uma assembleia eleitoral para “dentro” de um congresso. Embora formalmente separados, na prática vão decorrer em simultâneo na manhã do segundo dia o que, como deve calcular (é uma pessoa inteligente e muito experiente), vai causar muito ruído e perturbação com as pessoas divididas entre os dois actos, não excluindo as movimentações dos corredores. Permita-me que lhe diga achar esta decisão totalmente desajustada e merecedora de uma data e local exclusivamente dedicados. Mediante as movimentações das listas candidatas e dos problemas que afligem todos quanto incorporam a FFP, seria urgente e necessário um debate onde se identificassem todos os pontos fracos e quais as soluções apresentadas por cada uma das candidaturas ou restantes participantes. A Assembleia Geral não se pode furtar à responsabilidade de promover e moderar o debate. É uma das suas atribuições. Porquê uma carta aberta ao Presidente da Direcção? Porquê agitar os ânimos? Porque não convoca, então, uma Assembleia onde tudo isso possa ser debatido cara a cara, olhos nos olhos com quem de direito? Fica à espera do formalismo de uma resposta nos mesmos termos? Continua a tratar formalmente por carta muitos dos assuntos podem ser resolvidos pessoal e telefonicamente para um bom funcionamento da instituição? Por último, pergunto-lhe se se revê no líder da sua Lista A que acusa em manifesto eleitoral o seu Presidente de Direcção sofrer de “patologia bipolar “ para justificar o seu mau desempenho, entrando sua vida privada, pessoal que diz respeito à sua intimidade e, mesmo que conhecida, não deve ser divulgada por outrem de uma forma amplificada violando os princípios fundamentais do cidadão? É esse o seu líder de lista, de Direcção que apoia? Pretende libertar-se de um presidente ineficiente e alia-se a um candidato com este nível de intervenção? Sente-se confortável? Não esperava este seu manifesto dissimulado em carta aberta ao presidente. Tinha-o como uma reserva moral mas, francamente, fiquei decepcionado e apreensivo porque não vejo gente capaz de lutar com lealdade e serenidade para defender a Federação e mais se configura com uma luta por promoções pessoais servindo-se da instituição como degrau. Vai presidir à Assembleia Geral eleitoral. Sente-se confortável nesse papel quando apoia e integra uma das listas em disputa? Não tenho a menor dúvida da sua seriedade mas tem que transparecê-la para tranquilidade dos eleitores. Com todo o respeito, apresento-lhe os melhores cumprimentos na esperança de ainda poder estatutariamente alterar a Assembleia prevista para o dia 11 para uma data conveniente de forma a um amplo debate na presença dos associados, e não atrás dos teclados, na defesa da Federação do Folclore Português. Jorge Manuel de Almeida Santos - Moita - Portugal

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS QUESTIONA PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

CARTA ABERTA AO SENHOR FERNANDO FERREIRA DA SILVA

Insp. Lopes Pires.jpg

Prezado Amigo

Era assim, durante muitos anos, que costumava iniciar as comunicações que lhe endereçava. Porém, dada a forma como ultimamente me tem tratado, acho que devo dobrar língua, como diz o nosso povo. Recomecemos, então:

Senhor Presidente da Direção da FFP

Pensei muito antes de lhe dirigir esta carta, mas as circunstâncias e o Senhor empurraram‐me.    

Pensava que o Senhor não deveria ter dúvidas sobre a        amizade e lealdade que lhe dispensei ao longo dos muitos anos em que juntos pugnámos pela FFP.

Respondi sempre positiva e rapidamente às suas solicitações, dei sempre o melhor do      meu saber – que, sei, não é muito para o ajudar em          tudo quanto precisou.

Para o defender, cheguei quase a incompatibilizar‐me com Amigos velhos. Até    para me entregar a documentação referente à lista B, lhe procurei facilitar a entrega, indo, inclusive, ao         encontro do seu mensageiro

Assim como, a seu pedido ou da pessoa que o representava, lhe dei as minutas     para as várias declarações do processo, para que tudo estivesse em ordem.

E de que forma tenho sido retribuído? Não lhe vou atribuir qualificativos; mas vou apenas relatar dois ou três factos que possibilitem uma apreciação justa por parte de quem nos observa para efeitos de próxima votação.

Fui reler a sua “carta aberta”, sem data, mas que recebi por correio electrónico em 3 de Novembro de 2016. E agora ainda fiquei mais admirando do que quando da primeira leitura. Mas, para não tornar esta carta demasiado longa (refiro-me apenas a alguns (poucos) dos carinhos que dispensa aos componentes da lista A, seus colaboradores leais durante anos e anos, nos quais me incluo:

  1. … Com mentiras descaradas… Quais são? Diga-nos.

E ao resto não me refiro.

  1. Da tal carta aberta consta: “Quem me conhece sabe bem que a Educação que me foi dada no berço me incutiu valores de Humanidade, Respeito, Educação e Honra”. Diga-me então: porque razão não respondeu a nenhuma das três cartas que lhe enviei entre os dias 18 e 27 de Novembro, a propósito do lamentável caso de um grupo madeirense que, embora devesse vir a ser visitado na semana de 17 de Dezembro, com cerca de um mês de antecedência já anunciava, com grandes parangonas que nesse dia 17 iria receber o diploma de sócio efectivo.
  2. O senhor nunca me respondeu, mas diga-me agora: Quem deu a ordem à secretaria da FFP para informar o grupo em causa que lhe ia ser entregue o diploma no tal dia 17, mesmo sem ser visitado nem cumpridos os regulamentos que o senhor ajudou a fazer?
  3. No dia 3 de Dezembro escrevi-lhe de novo para lhe pedir informação sobre um caso grave relacionado com a lista B. E o senhor que fez? O costume: não respondeu.
  4. Que raio de Presidente da Mesa da Assembleia Geral sou eu que não consigo obter uma resposta do senhor Presidente da Direcção em matérias correntes da vida da FFP?
  5. Todas as cartas merecem uma resposta, aprendi já não sei quando nem onde.

Penso que o senhor não vai ganhar as eleições porque os sócios da FFP são inteligentes, sabem distinguir o trigo do joio e não querem continuar a assistir a atropelos dos princípios que regem a nossa grande instituição.

Mas, se me enganar, aqui deixo um conselho que não me pediu, mas que me sinto na obrigação de lhe dar, considerando que, mesmo de má qualidade, ainda sou o Presidente da Mesa da Assembleia Geral:

No futuro, mude o que puder, para melhor, no relacionamento com os seus colaboradores, pois, mesmo quando não estão de acordo consigo, merecem ser respeitados; mude na interpretação tendenciosa que faz dos Estatutos e Regulamentos da FFP; mude no respeito que o seu futuro Presidente da Mesa da Assembleia Geral sempre lhe há-de merecer, já que o actual não foi disso merecedor.

Em 6 de Dezembro de 2016

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Da Federação do Folclore Português

António Lopes Pires